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PRONAC 255798Autorizada a captação total dos recursosMecenato

RUDÁ - JOGO ELETRÔNICO (Mobile)

GALVAO E BRANDAO TECNOLOGIA LTDA
Solicitado
R$ 618,4 mil
Aprovado
R$ 618,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Tucuruí
Início
2025-10-01
Término
2028-10-01
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

A proposta tem a intenção (objeto) de produzir, gratuitamente em favor do público, um jogo eletrônico para celular (mobile), congregando os seus membros em torno de elementos temáticos, conceituais e simbólicos da cultura Tupi-Guarani, mais especificamente abordando sobre Rudá, a divindade do amor e da fraternidade na citada cultura,evidenciando seus aspectos históricos e sociais, fundamentais para a formação da pluralidade inerente a sociedade brasileira, inclusive por meio de ilustrações, músicas e exposições.

Sinopse

O Projeto Rudá se trata de um jogo eletrônico no estilo clássico de um RPG. A sua narrativa se baseia no mito de Rudá, o deus do amor, cuja história está atrelada a cosmogênese e a teogonia da cultura indígena tupi-guarani. Além disso, em sua inovadora construção, o jogo possui possibilidade de interação social entre os jogadores, capaz de materializar, tecnologicamente, o grande propósito conceitual tradicionalmente atribuído a existência de Rudá: fomentar o amor e a fraternidade entre os seres humanos.Deste modo, a introdução narrativa do jogo é dividida em duas partes, ilustradas por uma sequência de cutscenes audiovisuais. Primeiramente, seremos apresentados ao mito original de Rudá. Em seguida, seremos conduzidos a conhecer uma história que consiste numa livre-adaptação que propõe expandir narrativamente o universo mitológico da cultura tupi-guarani, mesclando elementos mais abrangentes da cultura amazônica, trabalhadas a partir de um sutil processo de sincretismo religioso com outras culturas ameríndias pré-colombianas. E assim, no ato final do prólogo, descobriremos o renascimento de Rudá nos dias atuais. A sua missão será combater a entidade maligna que o aprisionou durante séculos, e, ao mesmo tempo, resgatar, proteger e impulsionar aquilo que define a raiz da natureza divina da humanidade: a poderosa capacidade que temos de construir laços afetivos, seja no campo do amor, seja no campo da fraternidade.A partir daí, propriamente, a narrativa do jogo irá começar.O jogador despertará numa grande simulação virtual que recria o contexto sociocultural de uma tribo indígena tupi-guarani. O seu objetivo será viver uma jornada de amadurecimento que permitirá a ele se reconectar plenamente com o espírito de seu mais remoto ancestral ameríndio. Deste modo, o jogador começará assumindo o papel de um curumim (indígena criança) e a partir daí precisará passar por desafios e provações que permitirão que o seu avatar evolua para as próximas etapas de desenvolvimento, sendo elas: caçador, guerreiro, xamã e cacique. Por sua vez, cada obstáculo da fase consiste em questionários estilizados que se propõe investigar as mais diversas nuances da psicologia de cada sujeito, de tal forma que o próprio ato de jogar se torna um exercício autorreflexivo, guiado pedagogicamente como uma jornada de autoconhecimento.Sendo assim, ao finalizar a campanha narrativa do jogo, a pessoa estará apta a ser beneficiada pelos poderes de Rudá, que será capaz de sugerir e promover combinações harmônicas altamente criteriosas, com outros jogadores, porém dentro do mundo real, cobrindo uma escala de afeto que vai da fraternidade ao amor. E não terminará por aí, as interações com a figura de Rudá, tal como os benefícios oferecidos por ele, desdobrar-se-ão indefinidamente, a medida que a experiência continuar sendo divertida, edificante e vantajosa para o usuário/jogador.Classificação etária indicativa: a maior de 18 anos de idade.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar a presente proposta cultural expondo a respeito da cultura Tupi-Guarani, mais especificamente, abordando sobre Rudá, a divindade do amor e da fraternidade na citada cultura indígena, lançando mão de estratégias que nos permitam resgatar, preservar e impulsionar a sua importância na formação cultural do Brasil e, sobretudo, da Amazônia, explicitando sobre suas origens históricas, contexto mitológico e sua inegável importância para o patrimônio cultural imaterial brasileiro, amazônico e paraense, e além disso, considerando a alta capacidade difusora da internet e dos respectivos jogos via celular, quer-se divulgar a cultura para além das fronteiras nacionais, promovendo um grande projeto de internacionalização da cultura brasileira, ajudando, inclusive, a comunicar para o mundo que a Amazônia não se restringe a exuberância contida na biodiversidade de sua fauna e flora, mas que ela também abrange uma cultura vibrante, como parte significativa do grande legado dos povos oriundos da floresta e suas diversidades. Iremos impulsionar o alcance argumentativo e simbólico de um novo panorama conceitual capaz de redefinir e aprimorar o significado do Amor. Esta perspectiva estará condensada alegoricamente no mito de Rudá, capaz de refletir a visão de mundo da cultura tupi-guarani, salientando os seus aspectos filosóficos mais abrangentes, humanamente universais e de forte apelo transcultural. Materializaremos essa visão através de um jogo eletrônico e que possui interatividade social entre seus jogadores, diretamente interligados. Há que se justificar e ressaltar que a produção de jogos pode perfeitamente ser viabilizada por meio da Lei Rouanet e seu respectivo incentivo cultural, inclusive conforme art. 1º, inciso II, alínea k (jogos eletrônicos), da Portaria nº 116/2011 do Ministério da Cultura, bem como, de acordo com a Instrução Normativa nº 23 de 05/02/2025 do Ministério da Cultura, art. 35, XI e Anexo II, item 12, alinhando-se também aos arts. 1º, X e 18, § 3º, alínea i, da Lei Federal 8313/1991 (Lei Rouanet). Objetivos Específicos:1) Produzir, gratuitamente em favor do público beneficiário, um jogo eletrônico para celular (mobile), de acesso ilimitado (aos maiores de 18 anos) e gratuito, congregando os membros da nascente comunidade virtual, que serão mobilizados em torno de elementos identitários da cultura Tupi-Guarani, mais especificamente abordando sobre Rudá, a divindade do amor e da fraternidade na citada cultura indígena. Como a difusão se dará, inclusive, pela internet, tem-se uma quantidade indeterminada de pessoas que podem ser positivamente impactadas pela projeto.2) Elaborar diversas ilustrações gráficas, com técnicas de pintura artesanal que mimetizem o estilo da arte indígena tupi-guarani, que será posteriormente digitalizado a fim de ilustrar múltiplos elementos visuais do jogo (cenários, personagens, objetos, símbolos, etc). Como a difusão se dará, inclusive, pela internet, tem-se uma quantidade indeterminada de pessoas que podem ser positivamente impactadas pela projeto.3) Compor peças musicais originais, que dialoguem com ritmos, melodias, canções e instrumentais oriundos da cultura indígena dos povos amazônicos. As quais serão utilizadas como parte da trilha sonora do jogo eletrônico. Como a difusão se dará, inclusive, pela internet, tem-se uma quantidade indeterminada de pessoas que podem ser positivamente impactadas pela projeto.4) Promover aspectos do discurso ambientalista notoriamente presentes no mito original de Rudá, como contribuição adicional a todas as demais iniciativas voltadas a preservação da floresta amazônica. Como a difusão se dará, inclusive, pela internet, tem-se uma quantidade indeterminada de pessoas que podem ser positivamente impactada pelo projeto.

Justificativa

Rudá se trata de um personagem mitológico, ele representa a divindade do amor e da fraternidade que compõe o panteão da mitologia Tupi-Guarani, tendo, conforme a sua origem, sido criado pelo Sol (Guaraci), que, após se apaixonar pela Lua (Jaci), concebeu Rudá para favorecer o processo de comunicação capaz de viabilizar o enlace afetivo, da inusitada conexão cósmica, entre ambos os Astros. Tal mito discorre também acerca da criação do Planeta Terra e de todos os elementos e seres que aqui habitam. E embora ele reflita a nossa ancestralidade amazônica e brasileira, a sua história possui um apelo simbólico e representativo transcultural. A referida história igualmente rivaliza com a tradição greco-romana, especificamente simbolizada através de Eros (ou cupido, filho de Afrodite), a figura que há séculos serve de modelo disfuncional para a divindade do amor na cultura ocidental, de modo que a sua representação mitológica explora o lado perverso das paixões, influenciando e refletindo o aspecto mais traiçoeiro e decadente do amor, o qual estamos habituados a testemunhar em nosso cotidiano (o que remonta ao mito de Eros e Psiquê, em que o primeiro aceita o amor desta por pena e vaidade, após uma série de humilhações e provações desmedidas em desfavor da princesa Psiquê). Por outro lado, no Mito de Rudá, o amor é visto como um sentimento nobre, sincero e edificante, que reflete a compreensão e o respeito sobre si e sobre o outro, além de promover a fraternidade decorrente da colaboração socialmente construtiva entre os seres humanos. Portanto, ao promovermos o valor de Rudá para o restante do mundo, estamos falando de não apenas fazer dele algo conhecido ou popular, mas sobretudo torná-lo RELEVANTE para a sociedade global. E faremos isso de duas maneiras interconectadas:Conscientizando o público acerca dos valiosos ensinamentos que o mito de Rudá tem a nos oferecer enquanto sociedade global, oferecendo uma nova perspectiva simbólica para a nossa compreensão do amor e da fraternidade, como elementos fundadores de uma sociedade profundamente humanista, apta para alcançar um novo estágio de consciência e desenvolvimento civilizacional: feliz, pacífica, tolerante, integradora e harmônica.Oferecendo meios práticos capazes de materializar a filosofia proposta acima, com base nos princípios tecnológicos e operacionais do jogo-pesquisa, responsável por promover ativamente a estas valiosas conexões humanas genuínas, concebidas de forma inteligente (amparado em neurociências, psicologia aplicada, ciência de dados e inteligência artificial).Desta forma, queremos inaugurar um novo referencial cultural para o Brasil. Além do samba, do carnaval e do futebol, queremos nos posicionar como o povo que contribuirá decisivamente com um projeto cultural responsável por delinear a construção de um novo modelo global de civilização planetária, baseado em valores humanistas, permitindo que cada pessoa encontre o seu lugar no mundo, e o seu valor na sociedade. Fazendo com que todos entendam que pessoas precisam de pessoas, e que todos nós precisamos preservar a natureza para continuarmos vivos.Nesse sentido, a execução desta proposta será importante para difundir a cultura Tupi-Guarani para as comunidades e grupos sociais brasileiros e internacionais. Afinal, uma das melhores maneiras de contribuirmos com a preservação dos povos indígenas, se trata de conseguirmos redescobrir o valor da sua cultura e alçá-la como símbolo constituinte de nossa identidade nacional brasileira. Incorporando esses povos como nossos verdadeiros irmãos, sobretudo na mentalidade do cidadão comum, o que ajuda, inclusive, a legitimar, por parte da opinião pública, a adoção de políticas públicas assistencialistas em favor do amparo a esses povos. Portanto, acreditamos que o Projeto Rudá, acima de tudo, será um passo firme para que seja dado voz a diversas outras formas de expressão cultural e manifestações artísticas inspiradas na cultura de nossos povos ancestrais.No que diz respeito à necessidade de se utilizar de um instrumento de incentivo a projetos culturais para a realização do projeto Rudá, isso se justifica considerando o atual cenário de escassez de financiamento privado que proporcione esse acesso a toda a população, de forma democrática e indistinta, inclusive no que tange à internacionalização da cultura brasileira. Assim, o uso de incentivos fiscais torna viável a oferta e as atividades em prol da população de forma acessível, popular e gratuita, que é o que se pretende com a presente iniciativa.Além disso, dada a complexidade técnica e operacional do nosso projeto, precisaremos dispor de um volume expressivo de capital para custear mão de obra técnica especializada que vai além da mão de obra artística, e que incluirá um time especializado para as seguintes áreas: programação (front-end, back-end e desenvolvedores de jogos), UX design, design de jogos, analistas e cientistas de dados, psicólogos, etc. Além disso, como a eficiência do jogo depende do chamado efeito de rede (que consiste em aglomerar um grande número de usuários de modo a gerar valor proporcionalmente com base no potencial de interação entre eles), precisaremos disponibilizar uma expressiva verba de marketing para prospectar rapidamente a massa crítica de pessoas que irá compor o referido efeito de rede. E lembramos, mais uma vez, que a ferramenta do jogo eletrônico será disponibilizada para o público de forma inteiramente gratuita.Vale ressaltar que os editais do governo voltados exclusivamente para o incentivo de iniciativas de tecnologia, costumam ter um viés muito tradicionalista, e não amparam propostas mais sofisticadas como a presente, que trabalha a tecnologia na sua interface com a cultura e a arte. Aliás, a bem da verdade, reconhecemos que a tecnologia para nós é apenas um meio técnico para concretizar um projeto que, em sua essência, trata-se de uma legítima forma de expressão artística (jogo eletrônico) voltado a promover elementos identitários da cultura indígena brasileira.Deste modo, destacamos também que o nosso projeto, enquanto jogo-eletrônico já se encontra numa fase de prototipação avançada, onde vários testes de usabilidade já foram conduzidos com grupos alpha. Portanto, esta verba será essencialmente destinada para dar a devida escala, visibilidade e popularidade ao nosso projeto, com base num caminho previamente testado e validado.Por derradeiro, quanto ao art. 1º da Lei 8313/1991, a proposta se enquadra nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País. X _ estimular a produção ou a coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes.Por sua vez, no que se refere ao art. 3º da Lei, a proposta está de acordo com os objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.Ademais, tem-se o atendimento do art. 18, § 3º, da Lei, quanto à alínea i: i) produção ou coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes, bem como formação de profissionais do setor. (Incluída pela Lei nº 14.852, de 2024)

Especificação técnica

Produto: jogo eletrônico RUDASegmento: jogo eletrônico (para smartphones e tablets, com sistema operacional ANDROID e IOS).Jogabilidade: RPG - (Role Playing Game: Jogo de Interpretação de Papéis). Carga Horária:*Primeira etapa: entre 90 minutos e 2 horas – de 7 a 10 dias.*Segunda Etapa: a partir do 7º ou 10º dia – 5 minutos diários (estendendo-se indefinidamente)Número de acessos por participante: ilimitado. N° de Usuários:* Primeira fase: 2000 participantes, com disponibilização gratuita para um público-teste numericamente limitado (critério de inclusão: ser maior de idade, residir na cidade de Belém do Pará).* Segunda fase: disponibilização gratuita aos participantes, sem nenhuma restrição numérica para o número total de participantes (critério de inclusão: ser maior de idade, residir na cidade de Belém do Pará e região metropolitana).* Terceira fase: disponibilização gratuita aos participantes, sem nenhuma restrição numérica para o número total de participantes (critério de inclusão: ser maior de idade, residir no Brasil).Classificação: maiores de 18 anos.Escolaridade: Qualquer nível de instrução.

Acessibilidade

Produto: produzir, em favor do público beneficiário, um jogo eletrônico para celular (mobile), de acesso ilimitado e gratuito, congregando os membros da respectiva comunidade, a respeito da cultura Tupi-Guarani, mais especificamente abordando sobre Rudá, a divindade do amor e da fraternidade na citada cultura indígena. Acessibilidade Física: não se aplica.Deficientes Auditivos: legendagem descritiva e libras como medidas de acesso ao conteúdo.Deficientes Visuais: audiodescrição.Além de outras medidas de acesso, para pessoas com qualquer tipo de deficiência, aos ambientes virtuais de exibição.Item da Planilha Orçamentária: AUDIODESCRIÇÃO (LEGENDAGEM/LIBRAS)Além disso, ressalta-se que serão incluídas medidas de acessibilidade específica para jogos eletrônicos, tais como:Oferecer alternativas ao som, procurando transmitir o humor, significado e informações do som do jogo para aqueles que não conseguem ouvir.Disponibilizar o uso de legendas / closed-caption e outros métodos criativos de transmissão dos feedbacks sonoros, como visuais ou vibração.Tornar os menus mais acessíveis possíveis.Utilização de linguagem simples.Oferecer design favorável para usuários daltônicos, entendendo que algumas combinações de cores podem ser muito difíceis ou impossíveis para jogadores e usuários daltônicos distinguir, evitando, assim, essas combinações e/ou oferecer modos alternativos de transmitir significados que não sejam somente através de cores.

Democratização do acesso

Cumprindo com a legislação e as normas vigentes, inclusive com o disposto na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 05 DE FEVEREIRO DE 2025, sobretudo quanto ao seu art. 46, incluímos o Plano de Distribuição do produto previsto, ressaltando-se as estratégias de democratização do acesso, consoante mencionado a seguir:Produto: jogo eletrônico para celular (mobile)Será produzido, gratuitamente em favor do público beneficiário, um jogo para celular (mobile), de acesso ilimitado (aos maiores de 18 anos) e gratuito, congregando os membros da respectiva comunidade, a respeito da cultura Tupi-Guarani, mais especificamente abordando sobre Rudá, a divindade do amor e da fraternidade na citada cultura indígena, e assim, considerando a disponibilização inteiramente gratuita do produto, enaltecendo seu aspecto social e educativo, tem-se o cumprimento dos incisos I a IV do art. 29 da citada Instrução Normativa, quais sejam:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Além disso, para cumprir com o disposto no art. 47 da mencionada INSTRUÇÃO NORMATIVA, de forma complementar, serão adotadas as seguintes medidas:inciso III do art. 47 - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.inciso IV do art. 47 - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Segue a descrição, em caixa alta, das funções correspondentes, seguidas do nome de cada componente respectivo. PROPONENTE – GALVÃO E BRANDÃO TECNOLOGIA LTDA: Em meio à pulsante biodiversidade da região amazônica, nasce a Produtora Rudá (CNPJ: 34.610.088/0001-85), um farol de inovação e cultura que brilha intensamente, mesmo com poucos anos de existência. Por oportuno, convém rapidamente contextualizar e ressaltar que, embora criada em agosto/2019, A essência da Produtora Rudá é também forjada na paixão e experiência de seus sócios, que, antes mesmo da concepção da produtora, já navegavam pelos mares audiovisuais do cinema e da música há cerca de 10 anos. Nesse contexto, representando o braço artístico do Projeto Rudá, esta produtora não é apenas uma casa de criação cinematográfica, mas também a extensão artística de uma iniciativa acadêmica pioneira, que almeja elevar a cultura indígena, paraense e amazônica, fomentando a ciência e a tecnologia da informação nesta região de tantas riquezas inexploradas. Nosso media-metragem de estreia, O Renascimento de Rudá, com duração de 28 minutos, ressoa não apenas pela história contada, mas também pela voz que a narra. Guilherme Lopes, um ator e dublador veterano, com 30 anos de experiência (trabalhou fazendo as vozes de atores como Samuel L. Jackson e Laurence Fishburne), imprimiu sua alma em nosso projeto, dando vida a uma produção que é um marco na nossa trajetória. Enquanto olhamos para o passado com orgulho, nosso olhar para o futuro é ainda mais brilhante. Atualmente, estamos em fase de pré-produção de um novo curta-metragem e delineamos os contornos de um longa-metragem, ambos com a missão de promover a cultura indígena e valorizar as belezas e riquezas da Amazônia e do estado do Pará. Nossa breve, mas intensa, jornada já conquistou reconhecimento signficativo. A ANCINE (Agência Nacional do Cinema), a maior autoridade cinematogrfica da Administração Pública Federal do país, reconheceu-nos oficialmente como Produtora cinematográfica independente. Uma honra que nos impulsiona a continuar nossa missão com ainda mais dedicação. PRODUTOR EXECUTIVO E COORDENAÇÃO ARTÍSTICA - Edvan dos Santos Brandão: é médico, graduado pela Universidade Federal do Pará. Durante a graduação trabalhou diretamente com vários projetos de pesquisa e extensão na área da saúde mental. Atuou como crítico de cinema, sendo também fundador e curador do CineClube Psique (que funcionou por 3 anos na Fundação Cultural do Pará). Também palestrou em diversos eventos (inclusive acadêmicos), debatendo a interface teórica entre cinema e saúde mental. Empreendedor, founder e CEO de startup na área de computação social e inteligência de dados. É também o responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. CHEFE DE PROGRAMAÇÃO: Otávio Noura Teixeira é Tecnólogo em Processamento de Dados, pelo Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA); Bacharel em Ciência da Computação, Mestre e Doutor em Engenharia Elétrica - Computação Aplicada, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Tem mais de 23 anos de experiência docente, tanto em instituições privadas quanto públicas. É professor adjunto e pesquisador na Universidade Federal do Pará (UFPA), com atuação tanto na graduação em Engenharia de Computação, quanto na pós-graduação em Computação Aplicada. A sua área de pesquisa é principalmente em Ciência da Computação, com maior foco em Computação Natural (Computação Bioinspirada, Agentes Inteligentes, Inteligência Artificial), mas engloba também estudos na área de Neurociência e Comportamento, Consciência e Espiritualidade. Atualmente faz estágio pós-doutoral na Universidade do Porto, no Departamento de Engenharia Electrotécnica e Computadores. COORDENAÇÃO FINANCEIRA E CONTÁBIL: Klerysson Damasceno possui Graduação como Contador e Bacharel em Direito, sendo também Advogado. Detém MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria, com 15 anos de experiência de gestão, contando, ainda, com trabalhos envolvendo Leis de Incentivos Fiscais. Possui competências, tais como, dentre outras: corroborar com a instituição tomadora no delineamento dasua missão e propósito, garantindo que sejam seguidos em todas as decisões; liderar com capacidade de engajar e formar times; liderar a cultura organizacional; estruturar a estratégia e os objetivos de longo prazo da empresa, assegurando que as diversas áreas conheçam e trabalhem para esta estratégia; tomar decisões corporativas de alto impacto; atuar como a principal ponte entre outros executivos seniors e, dependendo do caso, com os investidores e conselheiros da administração, assim como em relação aos demais níveis hierárquicos, prezando por uma comunicação assertiva. COORDENAÇÃO GERAL: William Gomes de Souza é graduado em Direito pelo Centro Universitário do Pará (CESUPA) e fotógrafo profissional. UX Design em formação. CONSULTOR DO SETOR DE PSICOLOGIA APLICADA: Wanderson da Silva Costa. Bacharel em Psicologia pela Universidade da Amazônia - Unama. Possui o título de mestre no Programa de Pós-Graduação em Neurociências e Comportamento pela Universidade Federal do Pará - UFPA. Atua como psicólogo clínico, também possui experiência em psicologia organizacional, psicologia social e psicologia hospitalar oncológica. Neuropsicólogo em formação pela CENSUPEG. DESIGNER, ILUSTRADOR E PRODUTOR DE IDENTIDADE VISUAL: Caio de Paula Albuquerque. Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Curso de Direção de Fotografia - Academia Internacional de Cinema - São Paulo. Possui conhecimentos sobre fotografia para cinema em locações internas e externas, fotografia still em locações internas e externas, tratamentos de fotos noAdobe Lightroom, edição de video no Adobe Premiere, edição e desenho de som no Adobe Audition, Motion Graphics no After Effects, modelagem 3d no Software Blender. MAESTRO E COMPOSITOR DE TRILHA SONORA ORIGINAL: Mayco Danin de Lima. Licenciado Pleno em Música – UEPA – UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ; Técnico em Música – Conservatório Carlos Gomes – INSTITUTO ESTADUAL CARLOS GOMES; Pós-graduação em Novas Tecnologias Aplicadas à Educação – FACUMINAS. Possui conhecimentos/experiência como Professor de Técnica Vocal; multi-instrumentista; produtor, Arranjador e Compositor; informática com especialidade em programas de produção e edição musical); sonoplasta e Disc Jockey (Dj); facilidade e bom e domínio da língua inglesa; inglês instrumental; editor fonográfico; técnico Operacional de LIVE Streaming. ESPECIALISTA INDIGENISTA E PESQUISADOR DE CULTURA PARAENSE: Elson Mateus Monteiro Sousa. Geógrafo, que atualmente exerce o cargo efetivo de Técnico em Gestão de Meio Ambiente no Comitê de Monitoramento e Planejamento Estratégico Para Fiscalização da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (CFISC/SEMAS-PA). Doutorando em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Pará (PPGEO-UFPA). Atuou como Professor Assistente (substituto) da Universidade do Estado do Pará (UEPA) nos cursos de Licenciatura em Pedagogia, Geografia, Licenciatura Indigena e Especialização em Educação Escolar Indígena em vários campus. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da UEPA (PPGG/UEPA). Graduado em Licenciatura Plena em Geografia pela UEPA. Integrante do Grupo de Estudos Indígenas da Amazônia (GEIA/UEPA) e do Grupo de Pesquisa Amazônia de Desenvolvimento e Aprendizagem Territorial (UFPA), realizando pesquisas voltadas à compreensão da questão indígena no Brasil e, de modo particular, na Amazônia, bem como a dimensão geográfica desta questão. Venceu o prêmio de melhor TCC da UEPA, no ano de 2019.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.