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Trata-se da realização do projeto Festival Latinidades, voltado para a salvaguarda da música regional tombada como patrimônio cultural imaterial e/ou manifestações musicais produzidas que reflitam as tradições, os modos de vida, as múltiplas realidades e as características da população negra da periferia do DF e do Brasil, em especial a produzida por mulheres negras a partir do Distrito Federal. O projeto é multilinguagens e será realizado em Brasília, cidade considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. As atividades a serem executadas terão duração de 02 meses e focarão nas culturas populares locais e regionais, com ênfase nas culturas negras. As entregas que integram o projeto são: 1. Exposição de artistas visuais negras; 2. Oficinas de capacitação musical 3.Apresentações musicais de música regional. 4. Atividades formativas protagonizadas por mulheres negras.
25 de julho a 25 de agosto - Exposição de artes visuais. Local: Museu Nacional da República, Esplanada dos Ministérios, Brasília - Galeria II 22 de julho19h Evento de abertura da exposição AlumbramentoLocal: Museu Nacional,Galeria 3Alumbramento é uma exposição que propõe uma travessia sensível por práticas artísticas enraizadas no escuro fértil: um espaço-tempo onde o gesto criativo se aproxima do mistério como matéria cotidiana. À convite do Festival Latinidades, a curadora Nathalia Grilo idealizou a exposição e reuniu obras de artistas negros, indígenas, e outros corpos dissidentes de diferentes gerações, especialmente Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. A exposição propõe um elogio à criação que nasce fora dos centros, dos anunciados e da lógica do mercado. O foco curatorial relembra práticas que são indissociáveis dos modos de vida, espiritualidade e reinvenção de seus criadores.A expografia, assinada por Lorena Peña e Wesley Pacheco, se estrutura a partir do cosmograma bantu Dikenga, que compreende a existência como um ciclo de quatro movimentos: nascimento, vida, maturidade e morte-renascimento. Assim, a Galeria 3 se transforma em um espiral dividido em quatro zonas: Mûsoni , Kala , Tukula e Luvemba, cada qual dedicada a diferentes fases da criação e da vida dos artistas. Sons, sombras, texturas e temperaturas convidam o visitante a experimentar a exposição não apenas com os olhos, mas com todo o corpo.Alumbramento entende o ateliê como um território ritual, onde o tempo se curva, o sentido escapa e o gesto se afirma como uma forma de fé. Ao invés de buscar narrativas lineares ou respostas definitivas, a exposição convocada o público a mergulhar no encantamento, na pausa e na radical.A exposição conta com obras de 25 artistas: Ana Neves, André Nodoa, Antonio Bandeira, Antonio Obá, Arorá, Dani Guirra, Gilson Plano, Guayasamín, João do Nascimento, Josafá Neves, Josi, Lane Marinho, Lucia Laguna, Luma Nascimento, Maxwell Alexandre, Nathalia Grilo, Nelson Crisóstomo, Nivalda Assunção, Paty Wolf, Pedro Neves, Rafaela Kennedy, Romulo Alexis, Sergio Vidal, Suyan de Mattos, Vitória Vatroi.23 de julho19h Pequeno Manual Antirracista A Peça Local: Sesc de Taguatinga (Teatro Paulo Autran)Ganhador do Prêmio Jabuti de Ciências Humanas, livro de Djamila Ribeiro é adaptado em monólogo com Luana Xavier, que tem texto e direção de Aldri AnunciaçãoPrimeira adaptação de uma obra de Djamila Ribeiro para o teatro, “Pequeno Manual Antirracista” marca a estreia da atriz Luana Xavier em um monólogo. Trazendo a questão racial e a luta contra o racismo estrutural e individual como mote, o espetáculo é dirigido por Aldri Anunciação, que também assina o texto. Através de sua abordagem engajada e informativa, “Pequeno Manual Antirracista” tem o potencial de despertar reflexões e debates sobre questões raciais, contribuindo para a conscientização e a luta contra o racismo na sociedade. É um projeto cultural de grande relevância e impacto social, capaz de promover a inclusão, a diversidade e a igualdade em diferentes segmentos.SinopseA professora de ensino médio Bell vê sua aula subitamente interrompida quando uma misteriosa e violenta manifestação irrompe fora da escola. Protegida e confinada na sala de aula, a professora inicia um irônico e animado fórum sobre o racismo brasileiro com sua querida turma. Contudo, o mundo de Bell e dos seus alunos vira de cabeça para baixo quando eles descobrem as verdadeiras causas do protesto que ocorre lá fora.Sobre Luana Xavier (atriz)Mulher, preta, gorda, de axé, neta de Chica Xavier, atriz, apresentadora, roteirista, produtora, assistente social, criadora de conteúdo e ativista antirracista. Luana Xavier participou de produções como Dona Flor e seus dois maridos, Sessão de Terapia, Barba Cabelo e Bigode, dentre muitas outras em teatro e audiovisual. Em 2022, foi uma das apresentadoras do Saia justa, o programa mais longevo da TV fechada.Sobre Aldri Anunciação (texto e direção)Ator, Diretor e dramaturgo baiano. Seus textos encenados no teatro foram “Namíbia, não!” , “O campo de batalha: a fantástica história de interrupção de uma guerra bem-sucedida”, “A Mulher do Fundo do Mar”, “Pele Negra, Máscaras Brancas” e mais recentemente o “Embarque Imediato” que trouxe de volta aos palcos baianos o ator Antônio Pitanga aos 80 anos de idade. No cinema e na TV, foi roteirista do longa metragem. “Medida Provisória, dirigido por Lázaro Ramos. Aldri Anunciação é um dos cinco únicos autores baianos a ter sido laureado com o primeiro lugar na categoria de obra de ficção no Prêmio Jabuti de Literatura.23 de julho a 24 de agosto 9h às 18h30 Exposição AlumbramentoLocal: Galeria 3Alumbramento é uma exposição que propõe uma travessia sensível por práticas artísticas enraizadas no escuro fértil: um espaço-tempo onde o gesto criativo se aproxima do mistério como matéria cotidiana. À convite do Festival Latinidades, a curadora Nathalia Grilo idealizou a exposição e reuniu obras de artistas negros, indígenas, e outros corpos dissidentes de diferentes gerações oriundos de regiões historicamente marginalizadas nos circuitos institucionais - especialmente Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. A exposição propõe um elogio à criação que nasce fora dos centros, dos anunciados e da lógica do mercado. O foco curatorial relembra práticas que são indissociáveis dos modos de vida, espiritualidade e reinvenção de seus criadores.A expografia, assinada por Lorena Peña e Wesley Pacheco, se estrutura a partir do cosmograma bantu Dikenga, que compreende a existência como um ciclo de quatro movimentos: nascimento, vida, maturidade e morte-renascimento. Assim, a Galeria 3 se transforma em um espiral dividido em quatro zonas: Mûsoni , Kala , Tukula e Luvemba, cada qual dedicada a diferentes fases da criação e da vida dos artistas. Sons, sombras, texturas e temperaturas convidam o visitante a experimentar a exposição não apenas com os olhos, mas com todo o corpo.Alumbramento entende o ateliê como um território ritual, onde o tempo se curva, o sentido escapa e o gesto se afirma como uma forma de fé. Ao invés de buscar narrativas lineares ou respostas definitivas, a exposição convocada o público a mergulhar no encantamento, na pausa e na radical24 de julho9h às 17h 2º Encontro Nacional da Rede MultiAtores: Jovens Mulheres Negras e os Desafios do Trabalho DignoLocal: Auditório II do Museu NacionalMANHÃCafé da Manhã e Boas-Vindas: Das 9h às 9h40PAINEL DE ABERTURA – Das 10h às 10h30: “Jovens Mulheres Negras e Trabalho Digno: Construindo caminhos a partir de direitos fundamentais”Descrição: Saudação inicial das organizações a todas as mulheres negras do Brasil e, também, àquelas que compõem o evento.Convidados/as palestrantes:● Luanda Mayra – CEERT● Andréia Alves – Ação Educativa● Angela Schwengber – Terres Des Hommes Alemanha● Jaqueline Fernandes – Festival Afrolatinidades● Breitner Tavares – Universidade de Brasília● Ronaldo Crispim – Ministério do Trabalho e Emprego e Rede MultiAtores PAINEL 1 – Das 10h30 às 12h20Título: “Se o corpo é meu, a política também é: Jovens Negras e suas Percepções sobre aPolítica de Cuidados”Palavras-chave: Trabalho Doméstico; Lei de Cotas; PEC das Domésticas.Descrição:Historicamente, as atividades de cuidados sempre foram atribuídas a meninas e mulheres negras, especialmente, no que diz respeito ao trabalho doméstico não remunerado ou remunerado de forma precarizada. Políticas recentes, como a Lei de Cotas nas universidades e a PEC das Domésticas, têm apresentado alternativas para jovens mulheres negras dentro da construção de um novo imaginário social. Desta forma, a mesa busca trazer reflexões e caminhos, considerando tanto o cenário propício para a construção desta política pública, como os desafios para sua efetiva implementação e acompanhamento em diálogo com as reais necessidades das jovens negras.Convidados/as palestrantes:● Deusa Negra – Jovem Ativista do MUDE Com ELAS● Jovem Representante do Prosseguir● Laís Abramo – Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família eCombate à Fome● Cássia Caneco – Instituto Pólis e Rede MultiAtoresMediação Comentada: Giselle Dos Anjos Santos - CEERT Debate Público: 30 minutosAlmoço: Das 12h30 às 13h30 Intervenção Artística: Das 13h às 14hTARDEVISITA GUIADA: a partir das 14hJovens mulheres negras do projeto MUDE com ELAS e Rede Prosseguir visitam oMinistério da Igualdade Racial PAINEL 2 – Das 14h às 15h30Título: “Jovens Negras no centro: Desafios e avanços da Lei de Aprendizagem”Palavras-chave: Lei de Aprendizagem; Mercado de Trabalho; Trabalho Doméstico; Lei de Cotas, PEC das Domésticas; Lei da Igualdade Salarial.Descrição:Considerando os desafios enfrentados pela juventude negra para ingressar de forma digna no mundo do trabalho, em especial meninas negras – frequentemente empurradas para ocupações ligadas ao cuidado, marcadas pela precarização e baixa remuneração —, esta mesa visa debater os desafios e avanços na implementação da Lei de Aprendizagem, com foco na inserção, permanência e valorização de jovens negras no mercado de trabalho. Busca-se explicitar de que forma a promulgação e a implementação da Lei contribuem para ampliar as oportunidades de ingresso de adolescentes e jovens negras, promovendo um diálogo entre governo, sociedade civil e juventudes, destacando políticas públicas, estratégias intersetoriais e experiências que fortalecem a equidade racial e de gênero neste campo.Convidados/as palestrantes:● Amanda dos Santos - Jovem Ativista do MUDE Com ELAS● Paula Montagner – Ministério do Trabalho e Emprego● Edmilson Santos – Ministério dos Direitos Humanos e CidadaniaMediação Comentada: Winnie Santos/ CEERT e Rede Multiatores Debate Público: 30 minutosCoffe Break: Das 15h30 às 16h PAINEL 3 – Das 16h à 17h30Título: “Me recuso a não viver o futuro: jovens negras, mudanças climáticas e o futuro do trabalho digno”Descrição: Recorrentemente, jovens mulheres negras e periféricas são mencionadas como as mais afetadas nos quadros sociais e políticos no aprofundamento das desigualdades ocasionadas pelos efeitos climáticos, mas, dificilmente, suas vozes são consideradas como ponto de partida para a construção de políticas e alternativas que considerem suas especificidades e seus territórios. O objetivo da Mesa é dialogar com as diferentes dimensões de justiça climática e o futuro do trabalho, a partir da perspectiva de jovens mulheres negras que estão na luta pelo bem-viver. Convidados/as palestrantes:● Jovem Representante do Prosseguir Colmeia● Nilma Bentes – Movimento de Mulheres Negras/ CEDENPA● Rita Silvana – Universidade de BrasíliaMediação comentada: Daniel Teixeira - CEERT Debate Público e Encerramento: 30 minutos 17h Roda de conversa: Justiça Fiscal e Reparação para Mulheres NegrasRealização: Inesc e Festival LatinidadesLocal: Auditório II do Museu NacionalLink: https://www.sympla.com.br/evento/24-07-roda-justica-fiscal-e-reparacao-para-mulheres-negras-museu-nacional/3024133No Brasil e no mundo, hoje, a agenda de justiça fiscal e tributação tem tomado a arena pública como fator decisivo de combate às desigualdades de gênero e raça. Enquanto os governos afirmam que precisam cortar gastos com políticas públicas, as mulheres negras são aquelas que pagam proporcionalmente mais impostos sobre o consumo. Neste contexto, empresas que impactam o meio ambiente e consequentemente a vida das mulheres nos territórios tem vultosos incentivos fiscais do Estado. Ao mesmo tempo, a acumulação de riqueza e patrimônio segue cada vez mais intensa, fortunas que, em sua maioria, têm origem no processo histórico de colonização. Neste roda de conversa iremos dialogar sobre a importância dessa agenda para o debate sobre reparação histórica, e também vamos conhecer a publicação do Inesc “Guia Desigualdade no Bolso - Justiça Fiscal para Mulheres Brasileiras”, uma obra literária que busca trazer de forma lúdica informações sobre essa pauta para os movimentos de mulheres negras. Participantes:Andressa Franco - Jovem negra nascida e criada em Feira de Santana (BA), jornalista da Revista Afirmativa - organização de mídia negra; do movimento de mulheres negras e pelo direito à comunicação; e agência de comunicação e jornalismo de causas - responsável pela adaptação literária do “Guia Desigualdade no Bolso - Justiça Fiscal para Mulheres Brasileiras”. Idealizadora do podcast “Mídias negras: a memória como valor notícia”. Também integra a Rede de Mulheres Negras do Nordeste.Eliane Barbosa - economista, autora do Livro “Tributação Justa, reparação histórica: uma discussão necessária”. É doutora em Administração e professora do curso de Administração Pública da Unilab-CE e pesquisadora do Centro de Estudo em Administração Pública e Governo da Fundação Getulio Vargas. Na Plataforma Justa, é coordenadora do projeto de pesquisa “Tributação Justa, Reparação Histórica”. Rose Bezerra - Rosemayre Lima Bezerra, 40 anos, residente e domiciliada em Marabá a mais de 20 anos. É licenciada e bacharel em Ciências Sociais com ênfase em Sociologia, Mestre em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia. Professora da rede estadual de ensino, além disso, tem mais de 15 anos de experiência como, pesquisadora, formadora e assessora de organizações sociais ligadas as questões raciais e de gênero. É integrante do Coletivo da Consciência Negra em Movimento e da Articulação Feminista de Marabá. Há muitos anos atua no acompanhamento de comunidades afetadas pela mineração.Mediação - Carmela Zigoni, antropóloga, assessora política do Inesc. 15h às 18h Rythm and Business: Mulheres Negras Movem a MúsicaLocal: Anexo do Museu NacionalA cena musical está em constante transformação. Com o crescimento de artistas independentes e a mudança na forma como consumimos música, conectar talentos emergentes a quem decide os rumos da indústria nunca foi tão necessário.O PITCH R&B – MULHERES NEGRAS MOVEM MÚSICA surge como uma plataforma inovadora que vai além do formato tradicional de seleção musical. Aqui, o pitch se transforma em espetáculo: uma experiência gamificada, dinâmica e impactante, que coloca mulheres negras no centro do palco e das decisões.Por meio de duelos ao vivo, com performances intensas e visuais marcantes, o projeto revoluciona a forma como a música é descoberta e valorizada.PITCH BATTLE: O JOGO É SÉRIONesta etapa, duas artistas se enfrentam diretamente em uma batalha musical. Nada de apresentações formais: o duelo é a apresentação. Cada uma tem até 5 minutos para mostrar seu talento ao vivo, em confronto direto com outra competidora.A votação combina a avaliação de um painel de especialistas com os players convidados da indústria — empresários de festivais, curadores, programadores culturais e veículos de mídia. A artista que receber mais votos avança para a fase final.FASE FINAL: PECHAKUCHA PITCHAs finalistas terão a oportunidade de apresentar seus planos de negócio em formato PechaKucha, uma apresentação visual, rápida e estratégica. É o momento de mostrar como pretendem desenvolver sua carreira, estruturar sua proposta e se conectar com os tomadores de decisão do mercado musical.20h Pequeno Manual - A Peça Local: Teatro dos Bancários (Asa Sul Eqs 314/315 BL A)https://www.sympla.com.br/evento/2407-pequeno-manual-antirracista--teatro-dos-bancarios/3024066Ganhador do Prêmio Jabuti de Ciências Humanas, livro de Djamila Ribeiro é adaptado em monólogo com Luana Xavier, que tem texto e direção de Aldri Anunciação.Primeira adaptação de uma obra de Djamila Ribeiro para o teatro, “Pequeno Manual Antirracista” marca a estreia da atriz Luana Xavier em um monólogo. Trazendo a questão racial e a luta contra o racismo estrutural e individual como mote, o espetáculo é dirigido por Aldri Anunciação, que também assina o texto. Através de sua abordagem engajada e informativa, “Pequeno Manual Antirracista” tem o potencial de despertar reflexões e debates sobre questões raciais, contribuindo para a conscientização e a luta contra o racismo na sociedade. É um projeto cultural de grande relevância e impacto social, capaz de promover a inclusão, a diversidade e a igualdade em diferentes segmentos.SinopseA professora de ensino médio Bell vê sua aula subitamente interrompida quando uma misteriosa e violenta manifestação irrompe fora da escola. Protegida e confinada na sala de aula, a professora inicia um irônico e animado fórum sobre o racismo brasileiro com sua querida turma. Contudo, o mundo de Bell e dos seus alunos vira de cabeça para baixo quando eles descobrem as verdadeiras causas do protesto que ocorre lá fora.Sobre Luana Xavier (atriz)Mulher, preta, gorda, de axé, neta de Chica Xavier, atriz, apresentadora, roteirista, produtora, assistente social, criadora de conteúdo e ativista antirracista. Luana Xavier participou de produções como Dona Flor e seus dois maridos, Sessão de Terapia, Barba Cabelo e Bigode, dentre muitas outras em teatro e audiovisual. Em 2022, foi uma das apresentadoras do Saia justa, o programa mais longevo da TV fechada.Sobre Aldri Anunciação (texto e direção)Ator, Diretor e dramaturgo baiano. Seus textos encenados no teatro foram “Namíbia, não!” , “O campo de batalha: a fantástica história de interrupção de uma guerra bem-sucedida”, “A Mulher do Fundo do Mar”, “Pele Negra, Máscaras Brancas” e mais recentemente o “Embarque Imediato” que trouxe de volta aos palcos baianos o ator Antônio Pitanga aos 80 anos de idade. No cinema e na TV, foi roteirista do longa metragem. “Medida Provisória, dirigido por Lázaro Ramos. Aldri Anunciação é um dos cinco únicos autores baianos a ter sido laureado com o primeiro lugar na categoria de obra de ficção no Prêmio Jabuti de Literatura.25 de julho14h Lançamento do Catálogo Cantoras Negras + Pocket Show com Luciana OliveiraLocal: Auditório II, Museu NacionalO Catálogo de Cantoras Negras Brasileiras foi lançado por Luciana Oliveira em fevereiro de 2025 pela editora Dandara. O livro resguarda a contribuição dessas artistas para a cultura e história nacional, explorando seus legados musicais, sociais e políticos através do canto. A obra é dividida em quatro capítulos. O primeiro destaca precursoras do canto negro no Brasil nos séculos 18 e 19, como Maria Camila da Conceição e Lapinha. O segundo apresenta artistas que foram pilares para a música brasileira, como Dona Ivone Lara, Dolores Duran e Alcione. No terceiro, homenageia cantoras próximas dos 80 anos que seguem com carreiras ativas, como Cátia de França e Lia de Itamaracá. O último capítulo apresenta 35 cantoras contemporâneas, como Liniker, Mahmundi, Josyara, Karol Conka e Luedji Luna, revelando suas histórias, referências e desafios na música.O livro oferece um panorama rico da música negra brasileira, mapeando e desenhando o Brasil a partir de suas vozes, e ampliando o conhecimento sobre a obra musical destas cantoras, que não estão fixadas no tempo de um lançamento de um show ou de um álbum, mas sim, no tempo de suas próprias histórias e caminhadas de vida até aqui.Lançamento do Catálogo de Cantoras Negras + pocket Show com a autora e cantora Luciana Oliveira. A apresentação traz um panorama da pesquisa realizada pela cantora e pesquisadora Luciana Oliveira, abordando trechos das entrevistas, metodologias, desafios e inspirações para a realização do Catálogo de Cantoras Negras Brasileiras.15h Continuo Preta, talk com Bianca SantanaLocal: Auditório II do Museu NacionalEscrita pela jornalista Bianca Santana, a biografia “Continuo Preta”, que narra a história de Sueli Carneiro, uma das maiores intelectuais brasileiras e expoente do movimento negro. O livro mostra Sueli Carneiro, fundadora do Geledés - Instituto da Mulher Negra, e suas exuberantes conquistas, que a tornaram um símbolo para as mulheres negras do país e o estopim de um movimento que culminou em lideranças como Marielle Franco um, Djamila Ribeiro e a própria autora da biografia, Bianca Santana.17h Lélia Gonzalez Ainda Move o Mundo Local: Auditório II do Museu NacionalEsta atividade homenageia o legado vivo de Lélia Gonzalez a partir de duas ações poéticas e políticas. No 1º Ato, a atriz e poeta Elisa Lucinda conduz um recital performático entremeado por projeções que resgatam imagens e palavras de Lélia. No 2º Ato, mulheres negras que movem o mundo compartilham os ensinamentos de Lélia que seguem orientando suas trajetórias. Uma roda de conversa performativa, sensível e pulsante.1º Ato – Vozes que ecoam LéliaAbertura com performance-recital de Elisa Lucinda, entremeada com projeções visuais de frases, imagens e vídeos de Lélia Gonzalez. 2º Ato – O que Lélia nos ensinou a moverCada uma compartilha um princípio ou ensinamento de Lélia que orienta suas práticas políticas, intelectuais ou de gestão. Em vez de falas longas, o formato propõe respostas em tempo curto, intercaladas com pequenas cenas ou projeções.Participantes: Elisa Lucinda: atriz, poetisa, escritora e cantora Macaé Evaristo - Ministra dos Direitos Humanos e Cidadania do BrasilDulce Pereira - Professora na Universidade Federal de Ouro Preto, Professora Convidada e pesquisadora na University of Cape Town. Ex-presidente da Fundação Cultural Palmares e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, CPLP.Melina de Lima - Diretora de Cultura e Educação do Instituto Memorial Lélia Gonzalez. Cofundadora do projeto "Lélia Gonzalez Vive, que busca resgatar e divulgar o legado da avó.18h - 22h Lojinha LatinidadesLocal: Área Externa do Museu Nacional19h Batalha Afrolatinas: Mulheres Negras Movem o MundoLocal: Área Externa do Museu Nacional Batalha de rimas com MCs convidadas de todas as regiões do Brasil. Com o tema geral Mulheres Negras Movem o Mundo, a nossa batalha de conhecimento vai ser no dia Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha.Apresentadoras: Sara Donato (SP) e Nimsai (DF)Juradas: Afrodite BXD (RJ), Vera Verônika (DF) e Bione (PE)Dj: Donna (DF/SP)MCs convidadas: Adri MC (BA) | Brisa MC (PI) | Colombiana (MG) | Dre (SC) | Estelar MC (DF) | Fugazzi (DF) | Isa MC (AM) | Lili MC (SP) | MajesGabi (PE) | Medusa (RJ) | Nix.emici (SP) N.I.X MACHINE (PE) | Preta Lua (MG) | Raika MC (DF) | Sereia BXD (RJ) | Ravena (SP)26 de julho14h às 18h Julho das Pretas que Escrevem no DF Local: Auditório II, Museu Nacionalhttps://www.sympla.com.br/evento/2607--julho-das-pretas-que-escrevem-no-df---museu-nacional/3024050Para celebrar a literatura de autoria negra feminina, o coletivo Julho das Pretas que Escrevem no DF realiza a quinta edição de seu encontro anual, como parte da programação do Festival Latinidades. Com o tema “Escrever o afrofuturol”, a atividade celebra o Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. A reunião de escritoras tem o objetivo de exaltar sua produção literária e/ou editorial, aproxima as pretas que escrevem no DF, dá a oportunidade de que se conheçam, se reconheçam e às suas obras e projetos, fomentando as trocas e as atividades em rede. Por outro lado, propõe uma visibilidade maior do seu trabalho para o grande público, para evitar apagamentos. Também reforça a formação de leitores, demonstrando que o DF tem suas próprias autoras, em todos os gêneros e para todos os gostos. Seguindo a tradição de homenagear mulheres que atuam com a palavra, em 2025 o evento destaca a trajetória das escritoras Andressa Marques e Ramila Moura, da jornalista Juliana Cézar Nunes e da mestra e compositora Martinha do Coco. A programação inclui ainda sarau, rodas de conversa, exposição e venda de livros, uma oficina de escrita voltada ao público infanto-juvenil, ministrada pela integrante do coletivo, Elisa Mattos, autora do livro Estela nas Nuvens (Revista África e Africanidades; 2025). E lançamentos de obras como a coletânea Oralidade agora se escreve, que tem a matriarca Lydia Garcia como imagem de capa e homenageada e reúne textos de autoras do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, sob a organização de Lia Vieira (Revista África e Africanidades; 2024). Criado em 2012 com cerca de 20 integrantes, o Julho das Pretas que Escrevem no DF reúne hoje 70 mulheres com produção literária em gêneros como poesia, crônica, romance, conto e infanto-juvenil. Além daquelas que publicaram livros que adaptam trabalhos acadêmicos como teses e dissertações.A primeira edição do encontro ocorreu na Banca da Conceição e as demais integraram a programação do Festival Latinidades. Já foram homenageadas: Lydia Garcia, Rosane Garcia e Jacira Silva (2021), tatiana nascimento, Cristiane Sobral e Nanda Fer Pimenta (2022), Sarah Benedita, Verenilde Pereira e Meimei Bastos (2023), Lourdes Teodoro, Jovina Teodoro, Norma Hamilton, Conceição Freitas, Adelaide Paula e Elisa Mattos e Ailin Talibah (2024). Homenageadas 2025 Ana RossiAndressa MarquesMestra Martinha do CocoJuliana Cézar NunesRamíla Moura Mendes Vieira 14h - Abertura14h15 - Homenagem às autoras15h - Lançamento de livros15h - Atividade simultânea: Oficina de escrita voltada ao público infanto-juvenil, com Elisa Mattos. 15h30 - Sarau18h - Encerramento14h às 17h Latinidades Kids: 1º Festival Infantil de Breaking – KurumimLocal: Anexo do Museu NacionalRealização: Drop Education - Escola de Breaking & Festival Latinidades O Festival Infantil de Breaking – Kurumim chega à sua primeira edição com o propósito de celebrar o Breaking como prática social, ancestral e coletiva e tem como foco o resgate do espírito comunitário da dança Breaking.Diferente do modelo competitivo que ganhou força no cenário internacional, o Festival Kurumim propõe um retorno às raízes do Breaking: a partilha, o coletivo e a expressão em roda. Aqui, o corpo se move não por pódios, mas por encontros. É um chamado para dançar, contemplar, pertencer.Com uma programação especial dedicada às infâncias, à ancestralidade e à cultura Hip-Hop de ontem, hoje e amanhã, o Festival Kurumim é também um gesto de semeadura: um espaço onde o corpo brinca, aprende e transmite saberes de geração em geração.O festival marca ainda a formatura da primeira turma do Projeto Kurumim, que oferece iniciação à dança Breaking para crianças a partir de uma pedagogia afetiva, antirracista e voltada à valorização das culturas periféricas, afro-diaspóricas e ameríndias.Cultura é movimento. Infância é potência.O Festival Kurumim é um convite ao reencontro com a essência da dança Breaking: a celebração da comunidade, da memória viva e da infância como potência criativa e coletiva. Com uma programação afetiva, simbólica e cheia de corpo, o festival convida o público a dançar junto, contemplar e partilhar. A roda que se abre no dia 26 de julho, no anexo do Museu Nacional da República, é uma celebração de tudo que pulsa quando infância e cultura caminham lado a lado.18h às 01h Feira Preta LatinidadesLocal: Área externa do Museu NacionalO Festival Latinidades e a Feira Preta se unem mais uma vez para celebrar a força e a criatividade das mulheres negras, impulsionando a economia criativa. Com 22 anos de tradição, a Feira Preta se destaca como o maior evento de cultura e empreendedorismo negro da América Latina. Desde 2009, a parceria com o Festival Latinidades tem gerado uma série de iniciativas significativas.Nesta edição, a Feira Preta Latinidades é fruto de uma colaboração com a Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial da SEJUS DF, contará com 30 stands, dedicados a empreendimentos de empreendedoras criativas do negras. Shows Local: Palco na Área externa do Museu Nacional19h Zezé Motta com participação de Malía20h10 Isa Marques 21h Larissa Luz canta Rocks de Gilberto Gil 22h05 Nessa Preppy 22h50 Duquesa00h Luedji Luna01h15 IAMDDB 02h30 Karol ConkáMostra Audiovisual Cine Afrolatinas30 de julhoLocal: Cine Brasília31 de julhoMostra Audiovisual Cine AfrolatinasLocal: Cine Brasília
Objetivo Geral: Realizar o projeto Festival Latinidades 2026 tendo como produto principal apresentações de música regional com pelo menos 51% das apresentações de ritmos tombados como patrimônio cultural e/ou manifestações musicais produzidas que reflitam as tradições, os modos de vida, as múltiplas realidades e as características da população negra da periferia do DF e do Brasil, em especial a produzida por mulheres negras para contribuir para a preservação/valorização do patrimônio imaterial e da diversidade cultural, com foco nas matrizes africanas e afro-brasilieiras, em diálogo com a diáspora negra. Por meio das linguagens artes visuais e em capacitacao, Latinidades mira, ainda, na ampliação de direitos culturais relacionados ao acesso, produção e fruição dos bens culturais no Distrito Federal. Objetivos Especi´ficos: - Realizar a exposição de artes visuais "MULHERES-RAÍZES: DA ALDEIA AO QUILOMBO", com duração de 02 meses e protagonismo de artistas visuais negros e indígenas; - Realizar 02 Oficinas de capacitação musical - Realizar 20 apresentações de música regional cantada; - Realizar 03 atividades formativas protagonizadas por mulheres negras.
O projeto Afrolatinas enquadra-se nas seguintes finalidades presentes na Lei 8313/91: Art. 1º : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Os objetivos do artigo 3o da lei 8313/91 a serem alcançados sa~o: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante:c) realizaça~o de exposiço~es, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; III - preservaça~o e difusa~o do patrimônio arti´stico, cultural e histo´rico, mediante:d) proteça~o do folclore, do artesanato e das tradiço~es populares nacionais;IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na a´rea da cultura e da arte e de seus va´rios segmentos; A cultura popular brasileira e´ formada, em grande medida, por manifestaço~es afro-brasileiras e, desde sempre, esta´ impregnada de danças, cultura corporal, li´nguas, ritmos, sons, religiosidade, cosmoviso~es e manifestaço~es artísticas que constituem inegável patrimônio imaterial a ser protegido. No Distrito Federal, onde a população negra é de 58% (e,portanto, acima da média nacional), esse enorme legado e patrimônio cultural imaterial sobreviveu a um contexto de escravida~o e violência racial, o que demandou muita organizaça~o e resistência e que ainda hoje marginaliza e exclui parte de suas manifestações. Os fazedores de cultura popular negra no Brasil precisaram criar espaços de fortalecimento, muitas vezes clandestinamente, ja´ que a pra´tica de manifestaço~es como capoeira e candomble´, por exemplo, foram consideradas crimes pelo Co´digo Penal ate´ a de´cada de 1930. Hoje, ainda vivem os resqúicios da escravização e da criminalização de sua cultura. Certa vez a ativista e filo´sofa Sueli Carneiro afirmou que tudo o que existe de mais popular e erudito no Brasil diz respeito à cultura negra, pore´m, ha´ poucos mecanismos de apoio e financiamento a essa riqueza, sobretudo quando falamos em reconhecer, visibilizar e remunerar a produção negra, especialmente as produções de mulheres negras. O projeto Afrolatinas propõe-se a olhar para esta realidade, incidindo positivamente sobre a mesma com ações democráticas e ampliadas. Por isso acreditamos que a inciativa de incentivar a música regional, conforme explicitou a normativa, incentivando com o artigo 18 a manifestações musicais produzidas que reflitam as tradições, os modos de vida, as múltiplas realidades e as características de determinada comunidade, é de suma importância e, sem isso, esse projeto não poderia ser realizado. O projeto se enquadra exatamente nessa acepção de música regional, uma vez que busca difundir justamente manifestações musicais produzidas que reflitam as tradições, os modos de vida, as múltiplas realidades e as características da população negra da periferia do DF e do Brasil, em especial a produzida por mulheres negras negra da periferia do DF e do Brasil. Em termos práticos, o projeto dá voz e visibilidade à música regional da periferia negra de Brasília e do Brasil, que engloba tanto ritmos tradicionais herdados (como o samba de terreiro, o coco e os toques de orixá presentes em comunidades de terreiro locais) quanto gêneros urbanos contemporâneos nascidos dessas vivências.Importante frisar que o Festival Latinidades, desde suas edições iniciais, impulsionou trajetórias de mulheres negras oriundas dessas periferias Por acreditarmos em ações descentralizadas e democráticas, realizamos um conjunto de ações onde todas as ações totalmente gratuitas, realizadas em espaços diversificados que vão desde o Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios, à quilolombos e comunidades tradicionais de terreiro. Queremos, por meio do projeto, contribuir para a salvaguarda do patrimônio cultural negro e fortalecer cadeias e arranjos produtivos intensivos nos negócios de mulheres negras. Por princípios, o projeto tem como foco a efetivação de direitos como proeteção à diversidade cultural e ao patrimônio cultural, a equidade social e acesso aos bens, serviços e meios de produção e difusão culturais, além do fortalecimento de identidades. Esses valores passam também pela diversidade das equipes, que prioriza mulheres negras, trans e periféricas nas funções diretivas. A exposição de artistas visuais, por exemplo, tem como centralidade as narrativas e produções artísticas brasileiras de homens e mulheres negros e indígenas cujas obras tenham foco na representação figurativa e simbólica das mulheres afro-brasileiras e indígenas na contemporaneidade, tecendo relações entre corpo, território, ancestralidade, representação, representatividade e poder. Criar o imaginário das raízes como extensão desses corpos é reafirmar a importância dos saberes ancestrais negros femininos para a preservação da natureza, para a cura de feridas do passado colonial, para a exaltação de suas matrizes religiosas e saberes medicinais e para a conservação da vida na terra, visto que essas mulheres são as guardiãs da floresta (tudo isso é cultura tradicional). Ohar para legado e para o desenvolvimento dessas mulheres-matrizes-raízes da cultura é compreender que elas representam as gerações presentes, passadas e futuras, em um ideário de continuação, filiação e criação de novos mundos e lugares sociais possíveis. Afrolatinas promove democratização da cultura por meio de atividades com acesso 100% gratuito para o público. Além disso, gera impacto social e econômico e impulsiona à cadeia produtiva da cultura à mudanças, com a contratação majoritária de mulheres negras, trans e periféricas, base da pirâmide social no Brasil e população com maior índice de vulnerabilidade na capital do país. Considerando os desafios históricos deixados pelo racismo estrutural e seu espelhamento em toda a sociedade, solicitamos enquadramento do projeto no Artigo 18, pois, além da proposta atuar nos seguimentos contemplados e cumprir as finalidades impostas pela normativa, o mecanismo de isenção fiscal irá permitir que um projeto promovido por mulheres negras do Distrito Federal e voltado para a promoção da cultura negra local e regional seja viabilizado, gerando benefícios para toda a sociedade. O patrimômino cultural material e imaterial negro geram riqueza para a sociedade de diversas formas, sobretudo no que diz respeito à cadeia produtiva das artes e da cultura, empreendedorismo e economia criativa. O panorama socioeconômico e do mercado no Brasil traz questões urgentes a serem sanadas sobre as desigualdades estruturais que também se reproduzem de forma intensificada no ecossistema da cultura.
não se aplica
Ações de acessibilidade do projeto: O projeto prevê produção de acessibilidade para acompanhamento continuado das ações e mobilização de público PCD. Também prevê inclusão produtiva com a contratação de pessoas com deficência para a produção e programação. Acessibilidade física: banheiros adaptados, rampas e piso tátil Acessibilidade de Conteúdo: Intérpretes de libras na abertura da exposição, nas visitas guiadas previamente agendadas e nas apresentações artísticas; vídeos com legendagem na mostra audiovisual, comunicação assistiva nas redes sociais
O acesso a todas as atividades do projeto será gratuito. A democratização do acesso é uma premissa de alta importância incorporada em todas as ações do Instituo Afrolatinas. Para tanto, o projeto irá disponibilizar ônibus para que estudantes de escolas públicas e grupos de regiões periféricas do Distrito Federal tenham acesso facilitado à programação. Para a campanha de divulgação, possuímos plano que envolve gerenciamento de redes sociais, impulsionamentos, newsletter, carros de som, veiculação de vídeo- chamada em tvs públicas e privadas, veiculação de spot em rádio e assessoria de imprensa especializada. Algumas atividades serão transmitidas online nas redes do Instituto Afrolatinas, bem como na de parceiros do projeto.
PRINCIPAIS FUNÇÕES Equipe diversa com mulheres negras, PCDs, pessoas trans, periféricas, jovens e 40+ NOME DO PROFISSIONAL: Griô Produções FUNÇÃO NO PROJETO: Direção Geral DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Responsável pela concepção do projeto, essa coordenação é quem inicia as ações do projeto como um todo e faz um link entre todas as áreas. Profissional capacitado responsável por dirigir e coordenar os trabalhos necessários para a execução global do projeto em nível estratégico, mantendo reuniões periódicas com as equipes, a fim de monitorar e controlar a execução das atividades para o alcance de metas e objetivos, além de garantir a qualidade dos produtos previstos bem como as datas de entrega no prazo programado, contando com o assessoramento produção executiva. NOME DO PROFISSIONAL: Ketilen Carvalho FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação de Comunicação DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Responsável por definir junto com a coordenação geral a campanha publicitária e de divulgação do projeto. Responsável pelo macroprojeto de comunicação, orientação das ações de assessoria de imprensa, aprovação de releases, coordenação de demandas do audiovisual e tecnologia da informação. Serviço de elaboração da estratégia de comunicação e coordenação de planejamento e execução de todos os itens relacionados à comunicação. O serviço compreende também o monitoramento das entregas de relatórios da área durante a pós-produção. Responsável por definir a estratégia de mídias sociais. NOME DO PROFISSIONAL: Instituto Afrolatinas FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação Administrativa e Financeira DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Desenvolvimento do processo de gestão administrativa do projeto. Acompanha a organização e a formalização das contratações cumprindo o plano de trabalho aprovado; orientação para os pagamentos das despesas, monitoramento da prestação dos serviços e prestação de contas dos recursos. É quem faz a gestão da conta do projeto e faz a cobrança dos relatórios finais. É responsável pela entrega da prestação de contas do mesmo, portanto participa da execução com o intuito de fiscalizar se todas as áreas estão em cumprimento com o objeto proposto. NOME DO PROFISSIONAL: Nowhah Luiza Freitas FUNÇÃO NO PROJETO: Produção Executiva DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Inicia as ações do projeto como um todo e faz um link entre todas as áreas. Cria e monitora os cronogramas gerais, supervisiona e garante o andamento dos cronogramas específicos, faz contato logístico com artistas para as apresentações, busca orçamentos junto ao mercado e trabalha de forma alinhada e direta, especialmente com com a direção geral, produção artística, produção logística e coordenação administratovo- financeira. Gestão das equipes executivas, para garantir o alinhamento entre as áreas e o cumprimento dos cronogramas de entrega. Coordenação dos assistentes de produção. Relatoria da execução executiva do projeto, de subsidio para a Gestão Administrativa. NOME DO PROFISSIONAL: Tainá Martins FUNÇÃO NO PROJETO: Produção Coordenação Logísica DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: criação de mapa estratégico de log;isrica de aéreos, transporte terrestre, traslados locais, hospedagens e alimentação. Coordemação de execução dos mapas logísticos. NOME DO PROFISSIONAL: NARA OLIVEIRA FUNÇÃO NO PROJETO: Design gráfico DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Profissional capacitado para a execução dos serviços de criação e desenvolvimento de logotipo e identidade visual, diagramação e organização campanhas promocionais do projeto , sendo orientado e supervisionado pela coordenação de comunicação NOME DO PROFISSIONAL: ARQUIDESIGNER FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação de Infraestrutura e Operações DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES: Arquitetura, Cenografia, Montagem e desmontagem das estruturas. Quanto às demais funções, não trabalhamos com equipe fixa (até mesmo para renovar o projeto e gerar novas oportunidades), de forma que buscaremos os nomes no mercado, sendo obrigatório que a experiência profissional esteja alinhada e comprovadamente dentro do que se pede.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.