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"Mata dos Encantos e do Babaçu" é um média-metragem documental, com foco na culinária cabocla e tradicional das comunidades amazônicas do estado do Maranhão. O documentário terá 53 minutos e enfocará as práticas alimentares das quebradeiras de coco babaçu, comunidades quilombolas e indígenas da Amazônia maranhense. Através de imagens e relatos, o documentário retratará o extrativismo, a culinária de resistência e a espiritualidade vinculada aos alimentos. O produto final será acessível (Libras, audiodescrição e legendas), com exibição gratuita em centros culturais e disponibilização online.
“Mata dos Encantos e do Babaçu” mergulha na cultura alimentar do Maranhão amazônico, onde comunidades quilombolas, indígenas e extrativistas cultivam uma relação espiritual e cotidiana com a floresta. O documentário acompanha o trabalho das quebradeiras de coco, o preparo de pratos tradicionais e as histórias de luta, fé e ancestralidade que alimentam a resistência de um povo. Uma narrativa sensível sobre comida, território e memória. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral:Registrar, valorizar e divulgar as práticas alimentares tradicionais das comunidades amazônicas do Maranhão por meio da produção de um documentário de média-metragem, promovendo a difusão de saberes ancestrais e a preservação cultural acessível e de livre circulação.Objetivos Específicos:Realizar pesquisa de campo com quebradeiras de coco, quilombolas e povos indígenas do Maranhão;Registrar práticas como o beneficiamento do babaçu, preparação de farinha, azeite e pratos típicos como arroz de cuxá e panelada;Produzir documentário com duração de 53 minutos com foco na cultura alimentar cabocla;Gravar depoimentos sobre a relação espiritual com a mata e os encantados;Produzir versões com acessibilidade: Libras, audiodescrição e legendas descritivas;Produzir catálogo digital ilustrado com receitas, depoimentos e imagens do processo;Disponibilizar gratuitamente o documentário em plataformas digitais e bibliotecas culturais.
O Maranhão é uma confluência de biomas e culturas. No seu território amazônico e de transição com o cerrado, sobrevivem práticas alimentares de origem africana, indígena e sertaneja, fortemente preservadas em comunidades tradicionais. A cultura alimentar das quebradeiras de coco babaçu, por exemplo, não é apenas um modo de subsistência, mas também uma prática de resistência, espiritualidade e transmissão de saberes.Apesar da importância desses saberes, há pouca valorização institucional e quase nenhuma produção audiovisual dedicada à cultura alimentar dessas populações.O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei 8.313/91, como produção cultural e instrumento de preservação do patrimônio imaterial, e cumpre os objetivos do Art. 3º:I: democratização do acesso à cultura;II: regionalização da produção cultural;III: valorização de manifestações culturais populares e tradicionais;V: preservação da memória e do patrimônio cultural imaterial.O uso da Lei de Incentivo é fundamental para viabilizar um projeto com foco em populações tradicionais e acesso gratuito. O financiamento por renúncia fiscal garante estrutura técnica, inclusão, acessibilidade, descentralização e impacto sociocultural duradouro.o, compartilhado e transmitido
Gênero: DocumentárioFormato: Média-metragem (acima de 50 minutos)Captação: Digital 4K, cor, som estéreoClassificação Indicativa: LivreVersões: Português com Libras, audiodescrição e legendas descritivasDistribuição: Gratuita em formato digital e físicoProduto complementar: Catálogo digital ilustrado com receitas, entrevistas e imagens
Acessibilidade de Conteúdo: Tradução em Libras (intérprete em janela ou embutido no vídeo); Versão com audiodescrição para pessoas com deficiência visual; Legendas descritivas com identificação de sons e falas; Materiais de apoio (catálogo digital) compatíveis com leitores de tela; Divulgação de todas as versões acessíveis online e em mídias locais.
A democratização será assegurada por meio de:Disponibilização gratuita em plataformas digitais (YouTube, Vimeo, site oficial do projeto);Distribuição de catálogo digital gratuito com conteúdo cultural, culinário e visual;Envio de cópias digitais para bibliotecas públicas, universidades e coletivos culturais do estado.
ASSISTENTE DE CENOGRAFIA: César Nogueira - MontadorCésar Nogueira é fotógrafo, diretor de fotografia, montador e produtor cultural da Artrupe Produções. No audiovisual desde 2006, quando entrou no curso de jornalismo da UFAM, já fotografou curtas como "Terra Nova", "Enterrado no Quintal" e "A Menina do Guarda-Chuva", longas documentários como "Kandura" e "O Tukano e o Onça", clipes como "Lulu", da banda Luneta Mágica, a série de ficção para TV "Boto", premiada no Prodav 08/2015, da Ancine, e montou curtas como "O Barco e o Rio", "A Hespanhola" e dezenas de vídeos institucionais. Faz parte da equipe de imagem do site Amazônia Real, onde é responsável pela montagem de vídeos. Pós-graduado em artes visuais pelo Senac e em gestão e produção cultural pela UEA, Nogueira é autor do fotolivro "Centroso 092". Como profissional freelancer, já trabalhou para parceiros como ACNUR Brasil, Fundação Vitória Amazônica, Mongabay, Le Monde Diplomatique e PADF. Seu trabalho já apareceu em todas as regiões do Brasil, além de Japão, Estados Unidos, Grécia, Irã, Reino Unido e Canadá.CINEGRAFISTA: Orlando Júnior - Videomaker - Orlando Júnior tem 27 anos de experiência no audiovisual, é graduado em Comunicação Social/Jornalismo, em 2002, e pós-graduado em Comunicação Empresarial, em 2003, pelo Centro Universitário Nílton Lins (AM). Fez também pós-graduação em cinema pela escola Rizoma em 2022.Prestou serviços para a Rede Globo de Televisão, para o canal temático Amazon Sat e Rede Amazônica, onde trabalhou por 25 anos na função de repórter cinematográfico e supervisor de imagens. Foi instrutor da Fundação Rede Amazônica durante sete anos, nas disciplinas de Técnicas de Filmagem e Fundamentos de câmeras, para cursos de Locução, Apresentação, Produção de TV e Cinegrafia.Como realizador, fez os seguintes documentários:Medição Oficial do Pico da Neblina, expedição liderada pelo Instituto Militar deEngenharia e IBGE, em 2004.Caminhos de Orellana, expedição que saiu de Quito no Equador em direção a Belém do Pará, em julho de 2006.Rota Para o Pacífico, registrando a construção da estrada interoceânica, que liga Brasil ao Peru saindo de Rio Branco no Acre no ano de 2008.COORDENADOR DO PROJETO: Manuella Barros - jornalista, especialista em Gestão e Produção Cultural, atua na área de assessoria de comunicação, produção de conteúdo para diferentes plataformas, articulação de pautas, edição, revisão de textos, atendimento à imprensa e gestão de equipe.Consultoria Pedagógica: Érika Tavares - Consultora com mais de 10 anos de experiência em projetos culturais e pedagógicos.DIRETOR CINEMATOGRÁFICO: Jimmy ChristianDiretor e Roteirista de cinema - nasceu em Manaus no Amazonas no ano de 1973, graduado pela Universidade Federal do Amazonas em Ciências Sociais participou da fundação do Núcleo de Antropologia Visual (NAVI) 2006 por orientação da Professora Doutora Selda Vale. Defendeu a tese “Fotoetnografia do Beiradão Urbano”, abandonou a carreira de policial militar para se dedicar exclusivamente a fotografia tornando-se repórter fotográfico premiado com diversas exposições nacional e internacional. Atualmente tem se dedicado exclusivamente ao cinema desde 2006 quando produziu o primeiro curta "Beiradão Urbano" e vem realizando obras como 'Arapaima Gigas" 2010, "Fogo no Cerrado" 2013, "Bodó com Farinha" 2014, "Ruas de Rio 2015", o longa "Opala Conexão Amazônia" 2016, "Tucandeira" 2019, "Zico o Jabuti" 2020, "COVID" 2020, “O Pulo do Gato”2021, “Reflexus da Cheia” , “Desentupidor” e em fase de finalização o longa-metragem “MAWÉ”.DIRETOR DE ARTE:Michael Dantas - FotógrafoNatural de Manaus, Michael Dantas, 37, trabalha como repórter fotográfico há mais de 15 anos, período em que atuou em alguns dos principais veículos de comunicação da região Norte, além de colaborar com agências internacionais de notícias como a Associated Press (AP), Agence France-Presse (AFP) e a Reuters. As fotografias de Michael Dantas renderam ao jovem fotógrafo o Prêmio Megafone – Primeiro prêmio de ativismo brasileiro em 2022; o Pakuá – 1º Prêmio Brasileiro de Fotografia Aérea em 2020; a posição de finalista com duas fotografias no 42º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos; Prêmio Osvaldo Paquetá (Melhores do MMA nacional) em 2017; menção honrosa no Prêmio New Holland de Fotojornalismo de 2016; Prêmio Correios de Fotografia de 2014; além do Prêmio New Holland de Fotojornalismo de 2014 e de uma menção honrosa no Concurso Fotográfico Leica-Fotografe, em 2009. EDIÇÃO DE IMAGEM: JAYTH CHAVES NETO - EDITOR FINALIZADOR E MOTION GRAPHICS - Editor de vídeo certificado pela DRC - São Paulo desde 2013. Experiência no audiovisual em área jornalística, produções musicais, shows, lives e materiais institucionais, incluindo animações de VTs. Atualmente cursando a graduação de Design de Animação 3D na Faculdade Melies - São Paulo. No momento atual com projetos voltados à educação à distância e trabalhos institucionais, atuando com edição, finalização e animação (motion praphics / 2D / 3D).EDIÇÃO DE SOM: Bruno Kelly, fotógrafo e videomaker, formado em jornalismo, pela UNIVAP (Universidade do Vale do Paraíba). Se mudou para Manaus em 2009, onde desenvolve trabalhos para a agência internacional de noticias Reuters, a agência de jornalismo independente Amazônia Real e demais veiculos de imprensa do Brasil e exterior, além de ONGS que atuam em prol da floresta Amazônica e de suas populações tradicionais. Entre os prêmios já recebidos estão o prêmio HSBC/Jornalista e Cia de Sustentabilidade de 2012, com reportagem sobre o guaraná da Amazônia e o prêmio Sebrae de Jornalismo, em 2014, com reportagem sobre o manejo do Pirarucu. Em 2020 participou da exposição Luz do Norte, do Festival de Fotografia de Tiradentes e em 2021 lançou o livro, Arapaima, que retrata o manejo comunitário do Pirarucu, realizado pelas populações ribeirinhas do Amazonas.PRODUTOR MUSICAL: Fernando Crispim - Operador de Drone e Produtor Audiovisual - Com 13 anos de experiência em audiovisual, Fernando Crispim é técnico em técnico em Produção para Rádio e TV pela Fundação Rede Amazônica em 2010 e tecnólogo em Produção Audiovisual pela Universidade de Estado do Amazonas em 2016.Ao terminar o curso de Rádio e TV, foi contrato como editor de imagens no Amazon Sat em 2010, onde também fez seus primeiros trabalhos como editor, cinegrafista e produtor.Em 2013 passou a ser editor de imagens na então Secretaria de Estado Cultura do Amazonas (SEC), no projeto PRATICARTE de educação a distância voltado para o ensino de diferentes artes em Manaus e cidades do interior.Paralelo à SEC, inicializou serviços como freelancer em diversas áreas (clipes musicais, shows, documentários, institucionais, curta metragens, longa metragens) e funções (editor, cinegrafista, produtor, som direto, operador de drone) do audiovisual.Em 2014, juntamente com Orlando Júnior e Jayth Chaves Neto, fundou a La Xunga Produções, cujo objetivo sempre foi retratar a Amazônia e toda sua diversidade e beleza.SONOPLASTA: Empresa a ser contratada.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.