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PRONAC 255862Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Àbámodá _ Escola de Moda, Arte e Cultura

CASA DE BARRO ACOES CULTURAIS
Solicitado
R$ 702,6 mil
Aprovado
R$ 687,3 mil
Captado
R$ 158,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

23.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Cachoeira
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Cachoeira Bahia

Resumo

Àbámodá, expressão iorubá que significa "o que você deseja, você faz", é uma Escola Livre de Moda, Arte e Cultura. Se pauta na cultura, arte e identidade para a produção de moda. Destina-se à qualificação profissional, geração de renda e fomento ao empreendedorismo e tem como público mulheres (predominantemente negras) e pessoas LGBTQIA+ de cidades do Recôncavo da Bahia. Se dá sob as seguintes etapas: 1. FORMAÇÃO GERAL que passa por um EIXO COMUM de moda, identidade, mercado, economia criativa e solidária, empreendedorismo, gestão de negócios, oratória e vendas. 2. FORMAÇÕES TÉCNICAS ESPECIALIZADAS em modelagem, corte e costura; biojoias; joalheria básica; estamparia; manualidades (crochê, tricô, macramê, upcycling). 3. Estágio laboral com produção de peças na incubadora do projeto. 4. Fomento e incubação de empreendimentos criativos. 5. Articulação de mercados e comercialização.6. Realização de eventos relacionados.

Sinopse

SEMANA DE MODA DECOLONIALSemana de Moda Decolonial é um encontro anual de alcance nacional e internacional que articula moda, identidade e desenvolvimento territorial. Durante cinco dias, estilistas convidadas e formadas pela Àbámodá desfilarão coleções cocriadas com artesãs locais ao lado de criadoras convidadas de diversos estados brasileiros, da África e da América Latina. A programação inclui rodas de conversa sobre sustentabilidade, economia criativa e antirracismo; oficinas abertas e vivências sensoriais; além de uma feira criativa que conecta público, marcas independentes e projetos socioculturais. O evento celebra estéticas afro-indígenas, fortalece redes transnacionais e posiciona a moda como instrumento de transformação social.

Objetivos

Objetivo GeralÉ objetivo deste projeto reduzir as desigualdades sociais, amplificar vozes sub-representadas, garantir condições dignas de trabalho, gerar renda, promover a equidade racial, a regeneração social, a inclusão socioprodutiva e a diversidade cultural em Cachoeira e adjacências (Recôncavo da Bahia) a partir de um trabalho sistêmico e estruturante de MODA e economia criativa. Dentre os objetivos específicos: 1. Desenvolver Formações Técnicas nas áreas de:Modelagem, corte e costura para produção de vestuário com referências da identidade afrobrasileira _ 240h/aula, 45 vagas.Joalheria artesanal com metais diversos (prata, bronze, alpaca, etc.) _ 240h/aula, 10 vagas.Biojoias com materiais diversos (pedras, madeira, sementes) _ 216h/aula, 20 vagas.Estamparia e tingimento em tecidos (serigrafia, batik, tie-dye, tingimentos naturais) _ 216h/aula, 20 vagas.Manualidades (Tricô, crochê, macramê, upcycling) _ 140h/aula, 20 vagas. 2. Desenvolver Formações Complementares (transversais para todos os participantes):Moda e Identidade.Economia Criativa e Solidária.Empreendedorismo Social e Negócios de Impacto.Gestão de Negócios Criativos.Finanças e Educação Financeira.Comunicação e Marketing.Oratória e vendas. 3. Realizar Estágio Laboral e Incubação com o público I Proporcionar que o público, após a etapa de formação técnica, experimente o trabalho na prática com todo o suporte de supervisão, orientação e direcionamento para um trabalho de excelência com o estágio laboral que fará parte do ciclo de formação.01 estágio laboral com supervisão, orientação e direcionamento durante 03 meses, dentro da carga horária das formações. Os produtos gerados nesta etapa serão comercializados, revertendo o valor arrecadado ao Fundo Àbámodá para investimento semente. 4. Realizar no escopo da incubação Mentorias e Acompanhamento individuais e em grupo:Realização de 05 mentorias individuais ou em grupo nas áreas de gestão, finanças e comunicação para estruturar ou aprimorar negócios desenvolvidos pelas participantes. 5. Produção Comercial:Produção e lançamento de 01 coleção temática integrando todas as técnicas ensinadas, com venda dos produtos em espaços físicos e e-commerce. 6. Eventos e Conexões:Participação em, no mínimo, 01 feiras ou rodadas de negócios durante a execução do projeto.Intercâmbio com 04 projetos afins para expansão dos horizontes e conexão em redes. 7. Fortalecimento Humano e Empoderamento I Promover a superação dos padrões limitantes e estigmas pejorativos que imobilizam e desacreditam o público de seus potenciais transformadores a partir de um olhar e atenção integral às crenças limitantes e aos traumas transgeracionais decorrentes da colonização e escravização.Realização de 20 encontros com foco em empoderamento e fortalecimento individual, visando superar estigmas e fortalecer a autoestima e protagonismo das participantes. 8. Eventos Específicos Anuais:Realização do evento anual "Semana de Moda Decolonial da Bahia", promovendo debates, desfiles, oficinas e exposições.Programação especial de Mulheres Empreendedoras no Julho das Pretas, valorizando o protagonismo feminino negro no empreendedorismo.Realização da Feira de Mulheres Empreendedoras no mês de novembro, celebrando e incentivando o empreendedorismo negro e feminino na região.

Justificativa

Àbámodá, expressão iorubá que significa "o que você deseja, você faz", é o nome que inspira e norteia esta proposta. Este é um projeto ancorado em referências étnicas e identitárias afro e indígenas. Com ações sistemáticas de apoio e fomento ao empreendedorismo na área de MODA e ECONOMIA CRIATIVA, o projeto se pauta em um ciclo cadenciado e complementar de FORMAÇÃO técnico-profissionalizante, ESTÁGIO LABORAL com fomento e incubação de negócios, ESTRUTURAÇÃO dos negócios, COMUNICAÇÃO / divulgação, articulação de mercados, promoção de eventos para DIFUSÃO, DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO. Especificamente atuaremos com os ramos do vestuário; joalheria; biojoias; crochê, tricô, e outras manualidades e estamparia. Sua construção se dá sob um OLHAR PARA DENTRO, retomando modelagens, estilos, cores, estampas, grafismos como inspiração de criação e um OFERTAR PARA FORA, alinhando toda essa imersão ao princípio da economia criativa, às demandas de mercado a fim de assegurar renda e impacto social efetivo para o público beneficiário. É direcionado para comunidades quilombolas, de terreiro, rurais, ribeirinhas e urbano periféricas de Cachoeira e adjacências, Recôncavo da Bahia, território predominantemente negro e com alto índice de vulnerabilidade social. A partir de um trabalho estruturante e focado no desenvolvimento social a Àbámodá se pauta na ancestralidade, no corpo _ território, em nossas raízes, identidades, culturas, memórias. É um movimento de retomada, empoderamento e reparação onde pessoas que historicamente já vem produzindo moda de maneira elementar e sem impacto terão a oportunidade de orientação e formação profissional, assessoria técnica e incubação para aprimorar seus fazeres, acessar novas informações e expandir seus horizontes para uma realidade de oportunidades.Iniciantes tem a oportunidade de se instrumentalizar e iniciados de se aprofundar nas técnicas, que passarão pela concepção e produção de coleções de moda; modelagem, corte e costura para vestuário e roupas do Axé (para comunidades de terreiro); crochês e bordados (artes manuais); produção de biojoias; joalheria artesanal; estamparia e tingimento em tecidos.Este projeto se processa em um contexto complexo. O Recôncavo da Bahia vive ainda hoje sob as sequelas evidentes da pós escravização, marcado pela pobreza, ausências e carências extremas. Apesar de território com potencial turístico, efetivamente esse potencial não impacta na economia local, não afetando na realidade das pessoas e comunidades. O público do território no geral sofre do analfabetismo funcional e baixa autoestima, vive sob ínfimas perspectivas de qualificação profissional e desenvolvimento humano.Somado a isso há uma crescente penetração de igrejas evangélicas no território, que em suas práticas tendem a negar, anular e "demonizar" tudo que é originário, tradicional, advindo do legado ancestral afro e indígena. Com isso, diante da vulnerabilidade e conversão das comunidades a essas religiões, saberes têm sido negligenciados e deixados de ser transmitidos entre as gerações e entre os pares.Cachoeira está dentre as 8 cidades do Brasil que mais de 50% da população se autodeclara negra, segundo dados do IBGE (2022). Há um número considerável de comunidades quilombolas, de terreiros de candomblé (muitos centenários) e práticas tradicionais na região. Tais comunidades detém com elas uma criatividade e potencial ímpar para o desenvolvimento de grandes negócios da economia criativa. A produção de biojoias, de peças de vestuário sob as artes manuais para manufaturas de peças de vestuário (vide crochê e tricô), de corte e costura já são saberes muito presentes e evidentes nas práticas cotidianas.A Escola Àbámodá nesse cenário cobre uma demanda que para além do valor social de proporcionar horizontes de vida e trabalho, gerar renda e desenvolvimento territorial, fortalecerá o contexto em seu autoconhecimento identitário, possibilitando que a comunidade se reconheça, fale de si e se porte diante do mundo com consciência, afirmação e empoderamento. A proposta aqui muda paradigma e perspectivas; proporciona caminhos; gera dignidade. Importante atentar que a ação tem como público povos da diáspora que no processo histórico do Brasil (e do mundo) têm sido marcado pelo silenciamento, apagamento, isolamento social. Tivemos que nos anular para sobreviver e os traumas transgeracionais legados pelas dores da colonização hoje se manifestam nas duras sequelas sociais, psicológicas, emocionais que as comunidades negras vivem. Falta segurança, autoestima, coragem para ser, se afirmar e existir socialmente. Para vencer essa situação atuaremos em consonância com as atividades profissionais com intervenções de fortalecimento e empoderamento do público, entendendo esta meta como energia propulsora para que as pessoas se sintam encorajadas e confiantes a empreender e edificar seus sonhos e potenciais.A proposta deste projeto tem um arranjo que dialoga com a Cultura como Desenvolvimento, com a arte e cultura em sua dimensão simbólica, econômica e sustentável. Buscamos assegurar direitos, afirmar identidades, promover o desenvolvimento local a partir dos potenciais criativos, identitários, culturais das comunidades, promover a equidade de gênero e raça. Os resultados passam por esses alinhamentos de Programas e Metas do PNC, buscando a partir de uma ação que impacta diretamente na urgência das pessoas e comunidades (renda e trabalho), valorizar e fortalecer as identidades e culturas. Buscamos reparar uma patologia social que a cada dia castiga mais e mais a nossa população. Estudos e ferramentas têm sido a cada dia analisados e experimentados por nós para que alcancemos de fato o tão almejado desenvolvimento social de nossas realidades.

Estratégia de execução

INFORMAÇÃO 1: Este projeto foi contemplado no edital NEOENERGIA - Transformando energia em cultura e pode ser convocado a qualquer momento para envio da documentação, a qual inclui a carta de contemplação na Lei de Incentivo à Cultura Federal (ROUANET).INFORMAÇÃO 2: Este projeto integra a Rede de Escolas Livres de Arte e Cultura do Ministério da Cultura.INFORMAÇÃO 3: A divulgação do projeto se dará a partir de um trabalho sistemático e continuado de Marketing e comunicação nas redes sociais; comunicação local com rádio e Assessoria de Imprensa. É nosso objetivo divulgar a ação para o público local; tornar nossa Escola reconhecida no âmbito nacional; difundir os empreendimentos fomentados / criados e promover vendas. Diante de tais objetivos a meta de divulgação será de grande relevância no desenvolvimento do projeto e se manterá permanente durante todo o ciclo de realização. Todo o processo de realização e a cada meta concluída faremos divulgações e buscaremos gerar pautas na imprensa.

Especificação técnica

Especificações Técnicas dos ProdutosProduto / EtapaFormato & MetodologiaCarga Horária / DuraçãoVagas / TurmasRecursos Didáticos & InfraEntregas & Critérios de Conclusão1. Formação Técnica – Modelagem, Corte & CosturaOficina presencial, aulas práticas orientadas por instrutora sênior e monitora240 h (≈ 6 meses¹) · 2 aulas/sem · 3 h/aula45 vagas (3 turmas × 15)Máquinas reta, overloque, galoneira, mesas de corte, kits de costuraConfecção de 3 protótipos completos; frequência ≥ 75 % e entrega das peças garantem certificado2. Formação Técnica – Joalheria Artesanal (metais)Oficina teórico-prática em ateliê equipado240 h · 2 aulas/sem · 3 h/aula10 vagas (1 turma)Bancadas, maçarico, laminador, limas, EPI; prata, bronze, alpacaPeça autoral final e min. 75 % de frequência para certificação3. Formação Técnica – BiojoiasAulas práticas e estudos de caso216 h · 1 aula/sem · 3 h/aula20 vagas (2 turmas × 10)Sementes, cipós, pedras, fios metálicos, ferramentas manuaisColeção cápsula (10 peças); frequência ≥ 75 %4. Formação Técnica – Estamparia & TingimentoLaboratório de tinturaria + oficina de carimbos, batik e tie-dye216 h · 2 aulas/sem · 3 h/aula20 vagas (2 turmas × 10)Cozinha-laboratório, mesas de impressão, tintas naturais, carimbosSérie de amostras + painel de cores; frequência ≥ 75 %5. Formação Técnica – Manualidades (crochê, tricô, macramê, upcycling)Oficinas presenciais passo-a-passo140 h · 1 aula/sem · 3 h/aula20 vagas (2 turmas × 10)Linhas, agulhas diversas, moldes de upcyclingKit de acessórios (2 bolsas + 1 peça de vestuário); frequência ≥ 75 %6. Formação Complementar (Eixo Comum)Aulas expositivas + dinâmicas em grupo (modalidade presencial e EAD)102 h totais: • Moda & Identidade 6 h • Economia Criativa 12 h • Empreendedorismo 20 h • Gestão Criativa 20 h • Finanças 20 h • Comunicação/Marketing 24 hTurma integrada (até 60 participantes)Sala multimídia, projetor, plataformas digitais WCAG 2.1Certificado integrado ao plano técnico; projeto de marca pessoal validado7. Estágio Laboral + Incubação3 meses de produção remunerada na incubadora; acompanhamento diário288 h (8 h/dia, 3 dias/sem)40 vagas/ano (lotes de 20)Ateliê, estoque de matérias-primas, supervisão técnicaLote comercial de produtos; 100 % da venda retorna ao Fundo Àbámodá8. Mentorias & Acompanhamento5 sessões (1 h cada) individuais ou em grupo5 h/empreendimento30 empreendimentosSalas virtuais, templates de plano de negóciosCanvas de negócio validado + metas de mercado9. Produção Comercial (Coleção Temática)Desenvolvimento colaborativo integrando todas as técnicas1 coleção/ano (≈ 60 peças)— 10. Eventos & Conexões• 1 feira ou rodada de negócios • 4 intercâmbios com projetos afins11. Fortalecimento Humano20 encontros de 2 h (roda de conversa + apoio psicossocial)40 hTurma integradaSala reservada, facilitadoras de saúde mentalDiário reflexivo + autoavaliação de bem-estar12. Eventos Anuais• Semana de Moda Decolonial (5 dias, alcance nacional/internacional) • Julho das Pretas – programação de mulheres empreendedoras (3 dias) • Feira de Mulheres Empreendedoras (2 dias)—Público estimado: 1 500 pessoas/eventoEstrutura de passarela, som/luz, streaming ao vivo com Libras e legendasRelatórios de público, vendas e cobertura de mídia¹ A carga horária total de 240 h resulta da soma dos módulos Básico (72 h), Intermediário (72 h) e Avançado (96 h) previstos no Plano de Curso de Modelagem, Corte & Costura.Todos os cursos adotam avaliação processual (assiduidade ≤ 25 % de faltas) e conferem certificado mediante frequência mínima de 75 % e entrega dos produtos previstos. As oficinas estão adaptadas a pessoas com deficiência conforme normas de acessibilidade física e didática.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: os espaços de formação e eventos dispõem de rampas móveis, piso tátil, portas/circulações com largura adequada, banheiros adaptados, área reservada para cadeiras de rodas e assentos preferenciais para pessoas idosas, obesas ou com mobilidade reduzida, garantindo deslocamento seguro e autônomo.Acessibilidade de Conteúdo: as atividades presenciais e on-line contam com intérprete de Libras e legendagem descritiva; vídeos oferecem audiodescrição.A equipe recebe capacitação contínua em atendimento inclusivo, assegurando a participação plena de pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual ou neurodivergente em todas as etapas do projeto.

Democratização do acesso

O projeto Àbámodá amplia e democratiza o acesso por meio de formações técnicas totalmente gratuitas, eventos culturais públicos e incubação remunerada para participantes. Realizaremos atividades abertas e inclusivas, como a Semana de Moda Decolonial e feiras específicas voltadas ao empreendedorismo negro e feminino, fortalecendo a participação diversa da comunidade. Além disso, promoveremos intercâmbios culturais nacionais e internacionais, estimulando conexões e ampliando o alcance social do projeto. Essas ações garantem acesso equitativo e diversificado aos bens culturais e oportunidades econômicas, reforçando a democratização cultural e social.

Ficha técnica

Luísa Mahin Nascimento - Coordenadora Geral e Executiva (responsável) Luísa Mahin, gestora cultural, pesquisadora e agente cultural de desenvolvimento, é Bacharela em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, Mestra em Desenvolvimento e Gestão Social (UFBA) e em Ciências Sociais (UFRB), MBA em Empreendedorismo Social e Negócios de Impacto (Instituto Legado). Há 22 anos atua na gestão de projetos sociais e culturais. Já passou por diversas organizações e projetos nacionais e internacionais com atuação com desenvolvimento local, culturas, identidades, patrimônio cultural imaterial, moda, gênero, promoção da equidade racial, criatividades. Co-fundou em 2005 o Instituto Casa de Barro na Bahia, tendo desenvolvido como coordenadora e produtora projetos diversos nas áreas de literatura, arte e educação, patrimônio cultural imaterial, educação patrimonial, teatro, contação de histórias, fotografia, cinema e audiovisual, rádio. Desde 2021, através do projeto IRMANDADE, tem empreendido esforços para a empoderamento social, fortalecimento humano, qualificação profissional e geração de renda com e para mulheres e comunidades afro e indígenas da Bahia. Atualmente vem gestando projetos de combate às violências e de promoção de autonomias para mulheres visando promover a inclusão, o empoderamento social, a articulação de políticas antirracistas e para a equidade de gênero. Idealizadora e fundadora da Escola Àbámodá – Escola Livre de Moda, Arte e Cultura da Bahia que integra a Rede Nacional de Escolas Livres de Arte e Cultura I Ministério da Cultura. No mais: - Foi vencedora do 1º Prêmio Pretas Potências da PretaHub em 2023. - Faz produção artística de brasileiros na Suíça desde 2022. - Concebeu e atuou na pesquisa e curadoria do projeto "A bença, rezadeira!", com produção de documentário com 18 rezadeiras do Recôncavo em 2020. Tal projeto já ganhou diversos prêmios. - Concebeu e atuou na coordenação, pesquisa e curadoria da exposição fotográfica "A voz de Iyá" com 14 rezadeiras do Recôncavo da Bahia em 2018. - Atuou na co-criação, produção e curadoria entre 2012 e 2017 do Caruru dos 7 Poetas, Festival Multilinguagem de arte e cultura em Cachoeira/BA. - Fez a produção e edição do livro Mulheres Sagradas de Aidil Araújo em 2016. - Em 2010 residiu em Cusco / Peru tendo atuado no CRESPIAL (Centro Regional para la Salvaguardia del Patrimonio Cultural Inmaterial de America Latina) com pesquisa dos projetos políticos e de articulação para: (1) a promoção da diversidade cultural; (2) proteção e salvaguarda do patrimônio cultural imaterial e (3) regulação da propriedade intelectual de conhecimentos tradicionais e coletivos em países da América Latina. Além da pesquisa no CRESPIAL, foram desenvolvidas atividades de campo em comunidades artesãs tradicionais do Vale Sul Andino / Peru (Pisac, Ollantaytambo, Chinchero, Racqui, Machaccmarca, Urcos, Tinta). ___ Sara Mariano - Coordenadora de Produção Bacharel em Cultura pela UFRB. Mestre em Cultura e Sociedade(Pós- Cultura/UFBA). Caminho pelas multidisciplinaridades da Cultura, desde seus conhecimentos mais teóricos, as andanças, a pesquisa e os trabalhos de campo, até as experiências de escuta, que me conduz sempre ao novo. As participações em projetos sejam eles de pesquisa ou práticos como Iluminação/ Montagem/ Cenografia perpassaram a minha formação permitindo-me transitar na cultura e experimentar as suas mais diversas formas. Na pesquisa descobri que para além da cultura, também foi necessário lançar o olhar sobre as mídias, e por elas, praticar a análise de discurso e conteúdo. Atualmente Coordenadora de Produção Àbámodá. ___ Sueli Nascimento Santos - Coordenadora de Moda e Facilitadora de Modelagem, Corte e Costura Graduada em Design de moda, experiência como coordenadora de processos de criação e produção, instrutora de cursos , modelagem pilotagem. Experiência em gestão de equipes de produção. Cursando pós em negócios de moda. ___ Vanessa Bastos - Coordenação administrativa Especialista em processos de comunicação organizacional e governança corporativa com 18 anos de experiência na elaboração e gestão de projetos realizados através de parcerias público-privadas nos setores de educação, cultura, turismo, saúde e terceiro setor. Há 10 anos atua em iniciativas com foco em responsabilidade, empreendedorismo social e ESG/ASG (Governança Social e Ambiental). ___ Gisele Santana - Assessoria de Imprensa Jornalista e Especialista em Comunicação Estratégica com Gestão de Marcas pela UFBA. Atua como Assessora de Imprensa há 10 anos, com foco em cultura e negócios de impacto social. Já passou por empresas como Allcance Comunicação & Produção de Eventos e Ana Camila Comunicação & Cultura. Foi Coordenadora de Comunicação da Mostra de Cinemas Africanos em 2021 e 2022 e Assessora de Imprensa do Festival Internacional VIVADANÇA em 2021. Trabalhou como produtora e repórter na TV UFBA e foi coordenadora de marketing da Associação de Jovens Empreendedores da Bahia (AJE Bahia) entre 2019 e 2020. Já ministrou workshops sobre comunicação estratégica. É Idealizadora da Circule, primeira agenda de empreendedorismo da Bahia. ___ Dharma Cavalcante - Marketing e Gerenciamento Redes Sociais Jornalista, Dharma Cavalcante atua na área de comunicação digital há 5 anos, iniciando sua trajetória como assessora de imprensa, e hoje, carrega uma bagagem com formações em diversas áreas como: gestão de redes sociais, produção audiovisual, fotografia, edição de vídeo, design e marketing digital. Fundou a Dharma Comunica em 2021, agência de comunicação e marketing com propósito, que já atendeu mais de 30 empresas e empreendedores com impacto positivo no mundo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.