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O presente projeto tem como produto cultural principal a realização do espetáculo teatral Ariadne, um monólogo sobre violência psicológica e saúde mental.A peça é livremente inspirada nas personagens da mitologia grega Ariadne e Perséfone; em dois contos dos irmãos Grimm - Chapeuzinho Vermelho e O Flautista de Hamelin. Ariadne é uma mulher solitária, que desenvolve o transtorno da acumulação, após um evento traumático. Vive numa casa abarrotada de brinquedos, objetos que representam a ambivalência de relações abusivas: lúdicos e opressores. Num ato de desespero, busca ajuda em um programa de TV sensacionalista. Além da apresentação do espetáculo, este projeto prevê mais dois produtos: um debate após uma das sessões e, como contrapartida social, palestras em escolas públicas sobre os temas abordados.
Ariadne tem 40 anos e é acumuladora de brinquedos. Ao assistir a um programa de TV sobre reforma e faxina, decide procurar ajuda para arrumar o seu apartamento. Nesta jornada, ela vai lembrar da infância e de relações ambivalentes.Classificação indicativa: 14 anos.
OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo geral, em conformidade com o Art. 3º do decreto 11.453, incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, através de apresentação de espetáculo teatral. Através da peça e dos demais produtos culturais, este projeto também visa estimular o debate social e a reflexão sobre temas relevantes da realidade atual brasileira como a violência psicológica, difícil de identificar, mas que é o primeiro estágio para outras formas de agressão; e a saúde mental das mulheres no Brasil, analisando sua relação com o sistema patriarcal e debatendo como as narrativas míticas influenciam e refletem o pensamento e comportamento da sociedade.Na condição de produto cultural, este projeto também tem como objetivo, conforme o inciso VIII do Art. 1° da Lei 8.313, estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.OBJETIVO ESPECÍFICOProduto Principal: Espetáculo de Artes cênicas - Realizar a temporada de estreia da dramaturgia inédita Ariadne, com 24 apresentações, sendo 6 com tradução em LIBRAS e 2 com audiodescrição e uma exclusiva para o público neuro divergente, na cidade do Rio de Janeiro. Em cada sessão, espera-se alcançar um público de 80 pessoas, totalizando uma estimativa de 1920 espectadores até o final do projeto. - Contratar profissionais do setor cultural e demais prestadores de serviço tendo como prioridade montar uma equipe diversa e majoritariamente de mulheres para que elas assumam cargos de relevância numa produção cultural.- Ampliar a divulgação por meio da contratação de assessoria de imprensa especializada, impulsionamento de publicações, ações presenciais e produção de material acessível para cegos e surdos. (ida da autora em escolas de atuação e demais instituições como ONGs de apoio às mulheres e instituições de ensino para os surdos).Produto: Seminário/ Simpósio/ Congresso/ Palestra/ Vernissage - Segmento Humanidades- Conduzir um debate após uma das sessões do produto principal, com convidados especialistas, sobre os temas abordados pelo espetáculo: violência psicológica, com enfoque na violência de gênero praticada contra mulheres e a saúde mental das brasileiras. - Estimular uma reflexão, por meio da arte, sobre a violência estrutural de gênero e seus impactos na saúde mental das mulheres brasileiras. - Promover acessibilidade comunicacional no evento através da tradução em LIBRAS do debate. Produto: Contrapartida Social- Promover uma palestra com especialista, de duração aproximada de 1h30m, em três escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro, dentre elas, uma instituição de ensino com alunos surdos, sobre violência psicológica e outros tipos de agressão não física as quais as mulheres estão mais suscetíveis, com o propósito de alertar sobre os sinais menos aparentes de violência e de discutir as melhores maneiras de se proteger contra tais abusos. Espera-se atingir com este produto um público médio de 300 pessoas, entre jovens de 14 e 20 anos, atendendo ao percentual mínimo de 10% do público do produto principal deste projeto. - Garantir a acessibilidade comunicacional através da tradução em LIBRAS, na instituição onde houver alunos surdos.
"Como eu cheguei até aqui?" é a pergunta que move Ariadne, heroína deste solo, que aborda a opressão e abusos estruturais sofridos pelas mulheres, destacando a violência psicológica, que não deixa marcas no corpo e sim na alma, podendo se sustentar por anos, através de relações de caráter ambivalente. Discutir este tipo de dinâmica entre abusador e abusado, que pode levar a outras violências, é urgente.Os mitos de Perséfone e Ariadne são o ponto de partida da dramaturgia, pois carregam pistas da violência estrutural contra mulheres e são objeto de um estudo de 20 anos da idealizadora do projeto, que busca em sua pesquisa artística outras versões para as narrativas míticas. O solo é baseado em experiências pessoais da criadora, mas é também uma história coletiva, de mulheres que foram agredidas e inferiorizadas por parentes ou parceiros.A acumulação de brinquedos é a tentativa de Ariadne em compensar a solidão, num paralelo de falta e excesso, medo e culpa. Paradoxos que atravessam sua história e seu entendimento sobre o amor. Nas relações, ora é superprotegida e sufocada, ora é abandonada.Os desafios enfrentados pelas mulheres dentro de um sistema patriarcal explicitam a vulnerabilidade a que pessoas do gênero feminino estão sujeitadas. Na pesquisa do Datafolha, mais de 21 milhões de mulheres declararam ter sofrido algum tipo de violência no Brasil, em 2024. No mesmo ano, o país registrou 1.405 casos de feminicídio, cerca de 4 por dia, afirma o Ministério da Justiça. O RJ foi apontado como o terceiro estado mais violento, atrás do AM e de RO. Outro dado curioso de pesquisa feita pelo jornal britânico Financial Times, publicado pelo G1 é a lacuna ideológica entre homens e mulheres da chamada geração Z (nascidos entre 1995 e 2010). De acordo com o estudo, os homens desta faixa etária em países como EUA, Coréia do Sul, Alemanha e Reino Unido são mais conservadores. Em contraposição, as mulheres da mesma idade vem se tornando cada vez mais progressistas.Se por um lado, é possível verificar cada vez mais estudos ligados às condições das mulheres e, portanto também, uma maior conscientização dos problemas a serem enfrentados e dos direitos a serem conquistados, o movimento de retrocesso ainda se sustenta e se ancora num quadro estrutural. A violência e a desigualdade de gênero deságuam em um outro campo que chama a atenção: a Saúde mental. O Brasil é o país mais deprimido da América Latina, com cerca de 11 milhões de pessoas diagnosticadas, segundo a OMS. As mulheres são mais suscetíveis a desenvolverem doenças mentais. Conforme a pesquisa publicada pela ONG Think Olga, em 2023, 45% da população feminina sofre de algum transtorno mental. A peça aborda o Transtorno da Acumulação. Segundo a OMS, estima-se que 2,5% da população mundial sofra deste mal. Há diversos programas de TV do gênero, como a série "Acumuladores" que soma 15 temporadas. Nas redes sociais, influenciadores que fazem faxinas em casas de acumuladores, somam quase 5 milhões de seguidores, o que comprova o interesse no tema. O medo ancestral, representado pelo trauma de uma criança que percorre a infância até a vida adulta acumulando, em silêncio, dores herdadas por gerações. O medo de ser quem é faz de Ariadne uma prisioneira, num círculo vicioso que atinge milhões de mulheres no Brasil e no mundo e que só pode ser rompido se a sociedade encarar os meandros deste labirinto estrutural. Assim como as antigas tragédias, Ariadne é mais que uma peça. É cura!Devido a sua relevância e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura para este projeto. A proposta, ainda, se enquadra nas finalidades expressas no Art. 1° da Lei 8.313, sendo: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Não se aplica.
Todas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei nº 13.146/2015 e a norma NBR 950 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASFÍSICA/ ARQUITETÔNICAAs apresentações ocorrerão em teatros fechados, no qual o proponente deste projeto se compromete em buscar espaços que já possuam meios acessíveis como elevadores, rampas ou piso baixo. Com o suporte do coordenador(a) de acessibilidade, a produção também vai oferecer outras medidas que se julguem necessárias, tais como: - Acessibilidade atitudinal durante as sessões, com a presença de um integrante equipe da produção (devidamente treinado) auxiliando os espectadores que apresentarem alguma necessidade específica.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual.COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO- Para Deficientes Visuais: Duas sessões com Audiodescrição do espetáculo, garantindo que deficientes visuais possam entender as ações no palco.- Para Deficientes Auditivos: Seis sessões do espetáculo com tradução simultânea de intérprete de LIBRAS.- Para pessoas neuro divergentes e com outros espectros: Sessão exclusiva e gratuita, em parceria com o IPUB (Rio de Janeiro), para pacientes, familiares e profissionais do instituto. COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃOTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá:- Imagens com descrição textual (para cegos ou pessoas com baixa visão).- Vídeos com legendas e/ou janela de Libras para pessoas surdas.- As datas específicas das sessões com acessibilidade em LIBRAS e a Audiodescrição. - Informe alertando sobre a iluminação e sons do espetáculo que possam eventualmente causar desconforto. - Ida da idealizadora do projeto a escolas de atuação, ONGs de apoio a mulheres e demais instituições de ensino para surdos e cegos, com intuito de incentivar o público a ir ao espetáculo. PRODUTO: SEMINÁRIO/ SIMPÓSIO/ CONGRESSO/ PALESTRA/ VERNISSAGE - SEGMENTO HUMANIDADESFÍSICA/ ARQUITETÔNICAComo a atividade de debate irá ocorrer no mesmo local da apresentação do espetáculo, as medidas de acessibilidade arquitetônica deste produto serão as mesmas do Produto principal. COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOO debate contará com a presença de um intérprete de LIBRAS, para garantir a acessibilidade do público surdo. COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃOA divulgação deste evento será feita atendendo as mesmas medidas descritas no Produto principal. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALFÍSICA/ ARQUITETÔNICAPor se tratar de evento fechado em escolas a serem definidas, as medidas de acessibilidade irão seguir as devidas necessidades de cada espaço e público, de acordo com as orientações dos responsáveis pelas instituições de ensino e do coordenador de acessibilidade deste projeto. COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOA palestra na escola com alunos surdos contará com acessibilidade em LIBRAS. COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃOPor se tratar de evento fechado em escolas, restrito aos alunos, a divulgação irá ocorrer internamente, dentro das instituições, atendendo as devidas especificidades de comunicação dos espaços. Como exemplo: comunicados por correios eletrônicos, avisos em sala de aula, grupos de whatsapp e redes sociais das escolas.
O plano de distribuição e democratização do acesso da proposta está de acordo com o disposto no Artigo 46 da IN MINC nº 23/2025. Como medida de ampliação do acesso, serão adotados os seguintes incisos do Artigo 47 da IN MINC nº 23/2025: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso III do art. 46, totalizando 20% (vinte por cento). Desta forma, serão doados 40% dos ingressos, sendo 10% para patrocinadores, 10% para divulgação e 20% com caráter social e educativo. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. A disponibilização acontecerá através das plataformas YouTube e Instagram oficial do espetáculo. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.
Coordenadora do Projeto (proponente)/ Diretora/ AtrizCAROLINA SILVA VILELAEstreante na direção teatral profissional, Carolina Vilela é cineasta e diretora de TV desde 2014. Lançou em 2024 seu primeiro longa-metragem documental INVISÍVEL, premiado como melhor filme, direção e montagem no Cine PE. Dirigiu por 7 anos na TV INES, diversos programas dedicados ao público surdo. Foi roteirista na TV Cultura (2022) e trabalhou como assistente de direção em diversas produções de canais como GNT e Discovery. Em 2020 dirigiu a série ALFA & BETO, na Rede Vida Educação. Foi assistente de direção do premiado documentário JUÍZO (2008), de Maria Augusta Ramos. Atualmente, é diretora na produtora Take 4 Content. É formada em jornalismo pela PUC-Rio, em cinema pela UAB de Barcelona e em Artes cênicas - Atuação pela UNIRIO. Formada em atuação pela UNIRIO, Carolina é atriz, dubladora e pesquisadora de mitologia grega. No teatro, fundou a Cia. Teatro Vírgula e atuou nas peças AMOR, TE. (2014) e ACABARÃO POR NOS ESQUECER (2015), direção de Pedro Struchiner. Também atuou fora da companhia nos espetáculos O TRABALHO QUE (NÃO) É SONHO (2019), dirigida por Bruno Marcos e PEER GYNT (2010), dirigida por Guida Vianna. Na TV, trabalhou na série TOMA LÁ DÁ CÁ, (2008), da TV Globo e dublou diversas produções exibidas em Streamings como Netflix e Discovery. Há 20 anos pesquisa mitologia grega e a influência dos mitos nas narrativas contemporâneas, como resultado do estudo, escreveu a peça ARIADNE, projeto inscrito neste edital. Carolina é também contadora de mitos no seu canal no Youtube, HISTÓRIAS PARA ACORDAR e ensinou mitologia na Escola Luz e Sombra de Astro. A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade de diretora e atriz do espetáculo, e receberá pela rubrica de Coordenador do Projeto na etapa de pré-produção. Direção de Produção TAMIRES NASCIMENTOTAMIRES NASCIMENTO é atriz e produtora cultural, formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com atuação profissional no teatro desde 2004.Desde 2009, atua na produção cultural no Rio de Janeiro, acumulando ampla experiência na elaboração, gestão e execução de projetos via editais de cultura e leis de incentivo. Em 2017, fundou a Tamires Nascimento Produções, consolidando sua atuação na realização de projetos autorais e na produção da Definitiva Cia. de Teatro, companhia que coordena há 17 anos. Como diretora de produção da companhia realizou “Bendegó” (SESC Tijuca 2024), “O Susto” (SESC Tijuca 2023), “O Som e a Fúria” (Oi Futuro 2020), “A Hora da Estrela” (Sesc Tijuca 2017), “Deus e o diabo na terra do sol” (Sesc Copacabana 2014), entre outros.Direção de Movimento/ Preparador corporal (rubrica)ALEX VIEIRAArtista da Cena: ator-performer-dançarino, preparador-pesquisador-poeta e um teórico do corpo (DRT: 43859/RJ). Especialista em Arte Educação, Comunicação e Gestão. Licenciando em Dança (Faculdade Angel Vianna), Bacharel em Atuação Cênica/Teatro (UNIRIO) e Técnico em Cinema, antiga Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum! Rio (Oi Futuro). Foi Coordenador e artista-pesquisador do GIM (Grupo de Investigação do Movimento) contemplado no Edital de Residência Artística: Novos Criadores, no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro 2012/13. Segue como Coordenador Artístico e ator no EntreCORPOS Coletivo de Teatro, que se iniciou em 2015 na UNIRIO e permanece até o momento, desenvolvendo projetos pontuais e autorais com uma pesquisa independente. Atua desde 2015 em preparações corporais-vocais e direções de movimento de elencos: atores-bailarinos-performers e cursos livres de teatro e dança. Escreve sobre poéticas performativas desviantes e desobedientes com ênfase nas micropolíticas de uma bixa.Cenografia e FigurinoANNA CECILIA CABRALÉ diretora de arte e artista visual, formada em Cenografia e Figurino pela UNIRIO, estudou Gravura na UFRJ e Direção Cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Fez cursos regulares no Parque Lage e participou de exposições coletivas em espaços como AmareloNegro Arte Contemporânea (2013), A gentil Carioca (2014), Espaço APIS (2019). No teatro, assinou os figurinos das peças "Breve Encontro" de Eduardo Wotzik (2011) e " Fragmentos de Laura" (2022); e o cenário e figurino de "Pedro i". Depois de fazer alguns curtas entrou para o audiovisual como assistente de arte em campanhas publicitárias, Coca-Cola, Adidas, Havaianas, OLX (2013). Na TV fez a direção de arte do programa De Olho na Ciência, (TV INES, 2019) e produção de arte para o programa "Seleção do Samba" (TV Globo, 2021). Na internet, fez a direção de arte dos clipes "Meu amor afinal de contas" de Juliana Linhares (2021), "Cordões e pisantes" de Carlos Posada (2022) e "Jerry" de Diogo Defante (2023). IluminaçãoPEDRO STRUCHINERFormado em direção teatral pela UNIRIO. Na cia Teatro Vírgula dirigiu os espetáculos Amor,Te., Acabarão por nos esquecer e Nadie. Premiado com melhor Direção no 20º Festival de Teatro do Rio (2016), Melhor Conjunto de Atores no 28º Fitub (Blumenau) e Melhor Diretor no XI Niterói em cena.Dirigiu o filme publicitário "Manifesto C6 bank" (2021). Há 7 anos trabalha como assistente de direção em obras da Rede Globo: nas novelas "Malhação – Vidas brasileiras"; Cara e Coragem; Vai na Fé; Rancho Fundo e Vale Tudo e na série "Desalma". Assina também assistente de direção do longa Estamos Vivos (2015); Dona Lurdes – o Filme (2024)Destaca‐se ainda sua atuação como iluminador cênico, entre eles: Cheiro de Manga, Ana Fumaça, Maria Memória, Eles não usam tênis naique; Paco e o Tempo, O incansável D. Quixote, Pós_Tudo, Couve‐Flor, Woyzec entre outros;Em seus estudos de Fotografia destaca o intercâmbio artístico entre a EAV do Parque Lage (RJ) e a École des Beaux Arts de Paris, no ano de 2009.Direção Musical PAULA LEALPAULA LEAL inicia sua carreira musical com a premiação de melhor direção musical do prêmio Rio-Arte de Teatro. Cursou composição da UNIRIO, dedica-se a criação de trilhas sonoras para teatro, tv e cinema, pós produção de áudio (Mixagem 2.0 | 5.1) além da construção coletiva dos arranjos instrumentais e vocais da banda Chicas. Para cinema compôs as trilhas dos filmes “Invisível” (2024) e “Rumo ao Topo" (2023). Para TV desenvolveu as trilhas de “Volta às aulas” - Canal Futura (2023); “Novo Ensino Médio: É Sobre Isso” - Canal Futura (2023); “Viver é raro” (2023) - Globoplay. Na pós produção de áudio atuou nas produções “O Repórter do Poder” - Jorge Bastos Moreno Globoplay; “Desejos S.A.” - star +; “Mamonas Assassinas - O impossível não existe”; “Maria - Ninguém Sabe Quem Sou Eu” (2023). No teatro compôs para os espetáculos "Doce Deleite", direção: Marília Pêra, com Reinaldo Gianecchini e Camila Morgado; "A Garota do Biquíni Vermelho", direção: Marília Pêra, com Regiane Alves e grande elenco; Companhia Pequeno Gesto - direção de Antônio Guedes; "Peer Gynt" (2006); "Antígona" (2011 e 2024); "Casa da Morte" (2014); " Vocês que Habitam o Tempo" - (2018). VisagismoTALITA BILDEMANTalita Bildeman é maquiadora e atriz, formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.Começou a maquiar no ano de 2007 como bolsista no SENAC/RJ com André Vital (Maquiador, Figurinista e Visagista).Em 2009 ingressou na universidade, cursou disciplinas de caracterização, orientada pela Professora Mona Magalhães, de quem foi monitora e assistente. Dentre os espetáculos que assinou como Visagista estão: “Uma peça como eu gosto” (Direção: Lucio Mauro Filho e Duda Maia), “Tudo que Há Flora” (Direção de Daniel Herz), “Zoológicos” (John Marcatto). Curta Metragem “Rei de Mim” (Melé Produções); Clipe “Pra Iluminar” de Karina Swalen e caracterizações variadas em personalidades como Letícia Sabatella, Gregório Duvivier e Silvero Pereira. Talita Bildeman também foi finalista na categoria Maquiagem para Audiovisual no Prêmio Avon 2017.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.