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A proposta é ampliar o PROJETO HISTÓRIA EM CENA, que já levou mais de 3.000 estudantes de escolas públicas para assistir a seus espetáculos no TEATRIM - CULTURA E ARTE. Após a apresentação da peça, estudantes, educadores, elenco, diretor/dramaturgo e equipe técnica participam da Roda de Conversa que aborda o período histórico contido na trama e as questões inerentes ao "fazer teatral". As escolas recebem material didático interdisciplinar relacionados aos temas da peça. 70% das apresentações e rodas de conversa serão para as escolas públicas.
1. PRODUTO CULTURAL CADASTRADO - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASSerão realizadas 7 apresentações do espetáculo O MANDARIM DO IMPERADOR e 7 apresentações de O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE:O MANDARIM DO IMPERADOR (Texto e direção de Caio de Andrade)Dirigido ao público infanto-juvenil, O MANDARIM DO IMPERADOR se passa no Rio de Janeiro, em 1905 e conta a história de Felício, um jovem leiloeiro que decide abandonar a tradição de sua família monarquista e proclamar-se um ardoroso republicano quando é assombrado pelo fantasma de Albertini, mágico e grande admirador de D. Pedro II, que morrera pouco depois da Proclamação da República. Albertini – mais conhecido como O Mandarim – volta para vingar-se de um árabe, mercador de tapetes, que o teria roubado em vida e espera que Felício o ajude nessa empreitada. O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE (Texto e direção de Caio de Andrade)Tudo acontece em 1920 e a ação é ambientada na fictícia cidade de Engenho Novo, no interior paulista. O confronto entre o mundo rural e o urbano se instaura quando Lindamar Pinheiro, uma jovem moradora do Rio de Janeiro (então Capital Federal) e sua irmã gêmea Lindarosa (criada entre os recentes arranha-céus de São Paulo) são convocadas pelo Coronel Prudêncio – tio de ambas – para voltarem à fazenda onde nasceram. O Coronel quer que uma das sobrinhas assuma o lugar da defunta e se torne a primeira dama de Engenho Novo. Como nenhuma delas, à primeira vista, suporta a ideia, buscam refúgio na casa do primo, o Joca da Venda – um ex-jornalista da capital que trocou a cidade pelo campo. É um nacionalista de primeira ordem e, sendo assim, não suporta os modismos afrancesados de Lindamar. Tampouco concorda com a visão radical de Lindarosa que, ao contrário da irmã fútil e afetada, tornou-se uma ativista política, envolvida com anarquistas italianos. Tudo muda, no entanto, quando ambas conhecem o belo, rico e bem intencionado prefeito Fabrício. O texto ainda apresenta duas personagens que irão encantar o público: o caipira e ajudante da igrejinha, Zé Tico e participação especial de Santa Bárbara.2. PRODUTO CULTURAL CADASTRADO - SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA / VERNISSAGESerão realizadas 7 Rodas de Conversa após as apresentações do espetáculo O Mandarim do Imperador e 7 Rodas de Conversa após as apresentações do espetáculo O Jeca Voador e a Corte Celeste.As Rodas de Conversa contam com a presença do diretor/dramaturgo Caio de Andrade, de pelo menos um representante da equipe técnica e do elenco. Os temas presentes nas Rodas de Conversa são principalmente os aspectos artísticos e históricos do espetáculo, assim como as etapas da montagem do mesmo e do “fazer teatral”. Estudantes e educadores participam intensamente com perguntas e comentários.3. PRODUTO CULTURAL CADASTRADO - PERIÓDICO / CATÁLOGO / CARTILHA / PROGRAMASerão elaborados e distribuídos MATERIAIS DIDÁTICOS INTERDISCIPLINARES e relacionados aos temas das duas peças (O Mandarim do Imperador e O Jeca Voador e a Corte Celeste) para atividades em sala de aula, sejam anteriores e/ou posteriores aos espetáculos e `as rodas de conversa. Desse modo, a experiência teatral se estende `a sala de aula de forma mais efetiva. Os materiais serão elaborados pela Coordenadora Pedagógica da Projeto História em Cena e tangem principalmente as disciplinas Português, História e Artes.
OBJETIVO GERAL:Proporcionar o encontro de alunos e educadores com a linguagem criativa do TEATRO e, assim, promover a formação de plateia, por meio das apresentações de peças teatrais, rodas de conversa e materiais didáticos interdisciplinares produzidos especialmente para o projeto.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1. Realizar 14 apresentações gratuitas das duas peças do projeto, sendo 7 apresentações do espetáculo O MANDARIM DO IMPERADOR e 7 apresentações de O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE (Produto Espetáculo de Artes Cênicas)2. Realizar 14 Rodas de Conversa (uma após cada apresentação teatral) com a presença do diretor/dramaturgo, de um representante da equipe técnica e do elenco - sobre aspectos artísticos e históricos do espetáculo, assim como as etapas da montagem do mesmo e do "fazer teatral". (Produto Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage)3. Elaborar e distribuir `as escolas, educadores e estudantes materiais didáticos interdisciplinares e relacionados aos temas das duas peças para atividades em sala de aula, sejam anteriores e/ou posteriores aos espetáculos. (Produto Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa)
O HISTÓRIA EM CENA é um projeto artístico-pedagógico que objetiva proporcionar uma experiência cultural enriquecedora e, concomitantemente, incentivar a formação de plateia [1] _ ação tão importante nas cidades interioranas que não possuem tradição de frequentar teatros, galerias de arte, etc. porque, na maioria das vezes, a oferta é restrita.O TEATRIM _ CULTURA E ARTE é a sede do PROJETO HISTÓRIA EM CENA e está situado em Lorena, no Vale do Paraíba paulista, e se dedica ao desenvolvimento de projetos em artes cênicas, pedagógicos e atividades afins. Direciona as suas atividades aos habitantes de sua cidade-sede e também aos municípios circunvizinhos, carentes de teatros e outros espaços culturais. Os principais municípios são: Canas (9 km), Piquete (16 km), Guaratinguetá (19 km), Cachoeira Paulista (19 km), Aparecida (23 km), Potim (27 km) e Cruzeiro (33 km).Importante destacar que o TEATRIM abriga a COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA, criada pelo dramaturgo e diretor Caio de Andrade em 2008: uma trupe que trabalha na construção de um teatro de repertório relacionado ao universo proposto pelo fundador do grupo: espetáculos cujo ponto de partida será sempre um fato, personalidade ou momento histórico relevante. Unir o Teatro, a Literatura, a Música e a História leva `a uma experiência ainda mais completa e estimula o senso crítico [2] do espectador, ao transformar o fato histórico em fato teatral através do olhar revelador da experiência lúdica [3] que a linguagem criativa [4] do TEATRO proporciona.É com o elenco e a equipe criadora da COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA que o TEATRIM _ CULTURA E ARTE idealiza, produz e realiza sua atividade mais importante: O PROJETO HISTÓRIA EM CENAAssistindo a um espetáculo de qualidade (pela primeira vez, na grande maioria dos casos), estudantes e educadores poderão experimentar a sensação de entrar em contato com uma atividade artística esmerada e aprecia-la [5]; ao mesmo tempo, recebem informações sobre as profissões ligadas ao "fazer teatral", ou seja, atividades desconhecidas e que podem despertar surpreendente interesse pelo teatro e as profissões relacionadas a ele.O material pedagógico criado especialmente para o projeto, corrobora para que a experiência teatral seja estendida à sala de aula, estimulando o debate artístico e pedagógico das questões multidisciplinares contidas no texto e na criação do espetáculo. Paralelamente, as indicações contidas no material, buscam aguçar a procura por textos dramáticos, livros, filmes, vídeos e mídia digital, estimulando estudantes e educadores a fazer um mergulho mais profundo nos temas propostos ou tangenciados pelo espetáculo.Importante destacar que os principais fundamentos pedagógicos do PROJETO HISTORIA EM CENA são endossados pela Base Nacional Comum Curricular _ Currículo Paulista e outros materiais da Fundação para o Desenvolvimento da Educação. Sendo assim, o projeto visa também:· Oferecer uma situação de ensino _ aprendizagem extramuros e extra cotidiana em relação `a rotina escolar, na qual a descoberta, a curiosidade, o prazer e a construção do conhecimento estejam presentes, através da preparação [6] antes da ida ao TEATRO e na volta `a escola. A ida ao TEATRO possibilita também diversas experiências de convivência e estimula o espírito de cidadania.· Promover o orgulho e o respeito pela produção teatral regional e nacional [7] que, mesmo passando por inúmeros contratempos ao longo de sua trajetória, nunca deixou de exercer seu papel como agente transformador, ao denunciar injustiças, alertar, informar, divertir e refletir sobre cada momento histórico vivenciado pelo nosso país.................................................................................................................................[1] Um projeto de formação de espectadores visa não apenas `a facilitação do acesso físico, mas também ao acesso aos bens simbólicos. Almeja-se inserir o espectador na história da cultura.(Teatro e dança: repertórios para a educação. Volume 2. São Paulo: FDE, 2010)[2] Crítica: refere-se às impressões que impulsionam os sujeitos em direção a novas compreensões do espaço em que vivem, com base no estabelecimento de relações, por meio do estudo e da pesquisa, entre as diversas experiências e manifestações artísticas e culturais vividas e conhecidas.(Competência específica de Artes _ Base Nacional Comum Curricular, Currículo Paulista)[3] Experimentar a ludicidade, a percepção, a expressividade e a imaginação, ressignificando espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte.(Competência específica de Artes _ Base Nacional Comum Curricular, Currículo Paulista)[4] Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas) em diferentes campos da atividade humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de participação na vida social e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.(Competência específica de Linguagens _ Base Nacional Comum Curricular, Currículo Paulista)[5] Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas.(Competência específica de Linguagens _ Base Nacional Comum Curricular, Currículo Paulista)[6] A plateia é o membro mais reverenciado no teatro! É para o espectador que todos os esforços dos atores e da equipe técnica (...) se somam, preparando a sua vinda. Façamos justiça a esses esforços, preparando nossos alunos para o gesto de reverência ao público realizado pelos artistas de teatro.(Teatro e dança: repertórios para a educação. Volume 2. São Paulo: FDE, 2010)[7] Analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira (...)(Base Nacional Comum Curricular, Currículo Paulista)Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1º. da Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.IX - priorizar o produto cultural originário do País.Quanto ao Art. 3°, destacamos os seguintes incisos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
PEQUENO HISTÓRICO DO PROJETO HISTÓRIA EM CENA E SUA RELAÇÃO COM A COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIAO HISTÓRIA EM CENA é longevo: nasceu no Rio de Janeiro, em 1997, como parte das atividades educativas do Centro Cultural Banco do Brasil, onde ficou até 2002. Idealizado por Caio de Andrade que reuniu três atores e uma competente equipe de criação, montou três espetáculos ao longo do período citado, levando milhares de estudantes e educadores ao teatro. O espetáculo era produzido no início do ano e permanecia em cartaz, em horários alternativos (manhãs e tardes), por longo período de tempo (media de 10 meses) recebendo estudantes das redes públicas e particulares de ensino mediante agendamento organizado pelo Departamento Educativo da instituição.Laureado com o PRÊMIO MARIA CLARA MACHADO em três categorias com a peça O JECA VOADOR - que pretendemos montar por primeira vez no TEATRIM em 2024 -, o projeto alavancou um convite da Queen Mary and Westfield College para Caio de Andrade participar de encontros sobre TEATRO-EDUCAÇÃO em Londres e Stratford-upon-Avon.Depois de cumprir sua longa temporada no CCBB-Rio, o HISTÓRIA EM CENA seguiu caminho com Caio de Andrade que, entre outras atividades, foi também diretor artístico dos outros dois teatros em Lorena (Teatro São Joaquim da UNISAL E Teatro Teresa D’Ávila da UNIFATEA), nos quais retomou o projeto por primeira vez antes de seguir com ele para o TEATRIM.A COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA tem sua participação no PROJETO HISTÓRIA EM CENA quando as atividades do novo teatro tiveram início em 2019 com montagem de A RUA DA FORTUNA, um dos espetáculos do projeto.Retomamos o projeto em 2022 com VIAGEM MUSICAL BRASILEIRA e AS ACADEMIAS DE SIÃO. Em 2023, demos continuidade ao projeto com a remontagem da peça TRIPARTIDA e, em 2024 com a montagem de O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE.Editais contemplados com o PROJETO HISTÓRIA EM CENA:2023 - Lei Paulo Gustavo Estadual (18/2023 Manutenção de atividades) - Projeto História em Cena2023 - Lei Paulo Gustavo Municipal (09/2023) - Projeto História em Cena - Tripartida2025 - Plano Nacional Aldir Blanc (03/2025 Recursos Remanescentes) - História em Cena de Portas AbertasIMPORTANTE: destacamos que, além do PRÊMIO MARIA CLARA MACHADO para a peça O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE em montagem no Rio de Janeiro, o seu texto dramático foi publicado pela Editora Passarinho - SP
1. PRODUTO CULTURAL CADASTRADO - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS- 7 apresentações do espetáculo O MANDARIM DO IMPERADOR e 7 apresentações de O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE. Em cada um dos espetáculos: - Carga horária: 1 hora- Público atendido: 90 pessoas (estudantes e educadores)- Faixa etária: acima de 10 anos- Local: Teatrim Cultura e Arte- Cenário, iluminação e figurino2. PRODUTO CULTURAL CADASTRADO - SEMINÁRIO/ SIMPÓSIO/ ENCONTRO/ CONGRESSO/ PALESTRA/ VERNISSAGE- 7 Rodas de Conversa após o espetáculo O MANDARIM DO IMPERADOR e 7 Rodas de Conversa após o espetáculo O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE. Em cada uma das rodas de conversa: - Carga horária: 40 minutos- Público atendido: 90 pessoas (estudantes e educadores)- Faixa etária: acima de 10 anos3. PRODUTO CULTURAL CADASTRADO - PERIÓDICO / CATÁLOGO / CARTILHA / PROGRAMA- 7 exemplares de Material Didático Interdisciplinar sobre o espetáculo O MANDARIM DO IMPERADOR e 7 exemplares de Material Didático Interdisciplinar sobre o espetáculo O JECA VOADOR E A CORTE CELESTE (Um exemplar para o responsável de cada público). Em cada material:- Materiais didáticos interdisciplinares: Português, História e Artes- Conteúdo: temas relacionados `as duas peças: O Mandarim do Imperador e O Jeca Voador e a Corte Celeste- Público: estudantes e educadores do Ensino Fundamental, Ensino Medi-o e EJA- Formato: arquivo digital- Periodicidade: entregues antes dos espetáculos- Distribuição e disponibilização: gratuita e online- Pesquisa e elaboração: Coordenadora Pedagógica da Projeto História em Cena
1. Produto Espetáculo de Artes Cênicas* Acessibilidade FísicaO TEATRIM - CULTURA E ARTE está plenamente alinhado com os requisitos de ACESSIBILIDADE FÍSICA estabelecidos para a realização de projetos educativos, artísticos e culturais, nos termos do disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, bem como, Decreto nº 11.525, de 11 de maio de 2023.Desde a entrada, o espaço foi concebido e projetado para garantir a total acessibilidade, pois oferece ao público visitante piso nivelado, instalações sanitárias adaptadas, piso tátil com cores contrastantes que facilitam a identificação por meio do tato e da visão residual e um salão contínuo, eliminando qualquer obstáculo ou necessidade de rampa desde a sua entrada pela calçada. O mobiliário não é fixo e atende a qualquer necessidade de configuração espacial, inclusive para cadeirantes.* Acessibilidade de ConteúdoMedidas para pessoas com deficiência visual- As equipes do Teatrim Cultura e Arte e da Companhia Palco da História receberão capacitação e orientações específicas para receber e interagir com os estudantes e educadores que tenham deficiência visual e/ou baixa visão. Medidas para pessoas com deficiência auditiva- As equipes do Teatrim Cultura e Arte e da Companhia Palco da História receberão capacitação e orientações específicas para receber e interagir com os estudantes e educadores que tenham deficiência auditiva.- Intérpretes de Libras nos dois espetáculos em 15% das aprentações. As datas para as apresentações com tradução em Libras serão acordadas previamente em colaboração com a Diretoria Regional de Ensino Estadual, as Secretarias de Educação Municipais e as escolas particulares, para melhor aproveitamento por parte dos portadores de deficiência auditiva.Medidas para pessoas com deficiência intelectual e neurodivergentes- As equipes do Teatrim Cultura e Arte e da Companhia Palco da História receberão capacitação para lidar com os estudantes que tenham o cordão que indique neuroatipicidade, inclusive mediante possíveis e adversas reações dos alunos durante essa etapa do projeto.2. Produto Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage* Acessibilidade FísicaO TEATRIM - CULTURA E ARTE está plenamente alinhado com os requisitos de ACESSIBILIDADE FÍSICA estabelecidos para a realização de projetos educativos, artísticos e culturais, nos termos do disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, bem como, Decreto nº 11.525, de 11 de maio de 2023.Desde a entrada, o espaço foi concebido e projetado para garantir a total acessibilidade, pois oferece ao público visitante piso nivelado, instalações sanitárias adaptadas, piso tátil com cores contrastantes que facilitam a identificação por meio do tato e da visão residual e um salão contínuo, eliminando qualquer obstáculo ou necessidade de rampa desde a sua entrada pela calçada. O mobiliário não é fixo e atende a qualquer necessidade de configuração espacial, inclusive para cadeirantes.* Acessibilidade de ConteúdoMedidas para pessoas com deficiência visual- As equipes do Teatrim Cultura e Arte e da Companhia Palco da História receberão capacitação e orientações específicas para receber e interagir com os estudantes e educadores que tenham deficiência visual e/ou baixa visão.Medidas para pessoas com deficiência auditiva- As equipes do Teatrim Cultura e Arte e da Companhia Palco da História receberão capacitação e orientações específicas para receber e interagir com os estudantes e educadores que tenham deficiência auditiva.- Intérpretes de Libras nas duas Rodas de Conversa (15%), que acompanharão as datas dos espetáculos com tradução em Libras acordadas previamente com a Diretoria Regional de Ensino Estadual, as Secretarias de Educação Municipais e as escolas particulares, para melhor aproveitamento por parte dos portadores de deficiência auditiva.Medidas para pessoas com deficiência intelectual e neurodivergentes- As equipes do Teatrim Cultura e Arte e da Companhia Palco da História receberão capacitação para conversar e interagir, durante a Roda de Conversa, com os estudantes que tenham neuroatipicidade e lidar com eles mediante inesperadas e possíveis reações dos alunos durante essa etapa do projeto.3. Produto Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa* Acessibilidade de ConteúdoMedidas para pessoas com deficiência intelectual e neurodivergentes- Adequação e elaboração dos principais materiais didáticos interdisciplinares que serão usados em atividades em sala de aula com:1. Linguagem clara e simples;2. Formatos variados: textos concisos, imagens e ilustrações, atividades práticas e interativas;3. Estruturação clara: materiais organizados de forma lógica e clara com instruções passo a passo;4. Acessibilidade visual: fontes claras e legíveis e espaçamento adequado.
1. Medida de democratização do acessoConforme o Art. 46 da IN 23/2025, o projeto realizará as seguintes medidas de democratização do acesso:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; incluindo professores de instituições públicas de ensino;Observação:TODAS AS ATIVIDADES DO PROJETO SERÃO GRATUITAS.2. Medidas de ampliação do acessoConforme o Art. 47 da IN 23/2025, o projeto realizará a seguinte medida de ampliação do acesso:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos porredes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Conforme o Art. 48 da IN 23/2025, considera-se:II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensinofundamental, médio ou superior.
PALCO DA HISTÓRIA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDAPROPONENTEEm 2008, o dramaturgo e diretor Caio de Andrade durante a reforme do Teatro São Joaquim da UNISAL de Lorena propôs a criação de uma companhia de teatro formada por atores vale-paraibanos que desenvolveria, sob a sua direção, um projeto de repertório montando peças que tivessem como pano de fundo momentos importantes da história do Brasil. Assim nasceu a COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA. A primeira peça produzida pela companhia, A ERA DA ROSA, foi apresentada para várias escolas da rede municipal como parte de um projeto de formação de plateia. Alguns anos mais tarde, as atividades da COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA foram retomadas no Teatro Teresa D’Ávila da UNIFATEA de Lorena – onde Caio de Andrade exerceu durante cinco anos o cargo de Diretor Artístico. As atividades da trupe, no entanto, encontram seu rumo e porto seguro quando, em 2019, passam a fazer parte do projeto permanente do TEATRIM – CULTURA E ARTE, onde a companhia desenvolve inúmeros trabalhos e continua em pleno processo de pesquisa e produção. Espetáculos que a COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA apresentou no PROJETO HISTÓRIA EM CENA: A Rua da Fortuna (2019), Tripartida (2019), Viagem Musical Brasileira (2022), As Academias de Sião (2022), Tripartida (2023), O Jeca Voador e a Corte Celeste (2024) - os dois últimos aprovados pela Lei Paulo Gustavo Estadual. Outros espetáculos foram montados no Teatrim Cultura e Arte a partir de 2019: O Inspetor (2019), Negócio Fechado (2022), O Tartufo Armorial (2024) e o Exercício Cênico: Tio Vânia (2025)CAIO DE ANDRADEDIRETOR ARTÍSTICO E DRAMATURGO Mora há mais de dez anos em Lorena, sua terra natal, para onde voltou com o intuito de colaborar com o impulsionamento das artes cênicas no Vale do Paraíba, depois de construir uma carreira reconhecida no Rio de Janeiro onde viveu por trinta e três anos. Escreveu mais de cinquenta textos dramáticos (todos encenados e muitos premiados), dirigiu e produziu quase todos eles, encabeçou o projeto de grandes reformas em dois importantes teatros da sua cidade (Teatro São Joaquim e Teatro Teresa D’Ávila), foi Secretário Municipal da Cultura, tem três livros publicados com textos teatrais de sua autoria (um deles adotado pelo PNLD) e em 2019, abriu seu próprio espaço, o TEATRIM – CULTURA E ARTE.Além de servir de sede para a COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA (igualmente fundada por ele), o Teatrim abriga oficinas de atuação e dramaturgia durante todo o ano, promove festivais, mostras e abre espaço para revelar novos talentos da região. Trabalhou na TV Manchete e, em Buenos Aires, assinou a tradução e a adaptação do projeto de teledramaturgia Chiquititas para o Brasil, durante três anos. Desenvolveu vitorioso projeto de formação de plateia no Centro Cultural Banco do Brasil – Rio, o PROJETO HISTÓRIA EM CENA, que provocou um convite da Universidade de Londres para participar de encontros sobre teatro-educação. Na Inglaterra, conheceu a forçade temas históricos na realização de bons textos. Vencedor dos Prêmios Maria Clara Machado, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Coca-Cola e finalista três vezes ao Prêmio Shell, como dramaturgo, participou de festivais nacionais (Curitiba, Porto Alegre, Angra dos Reis, entre outros) e vários encontros internacionais: Festival de Viena (Áustria), Festival Ibero-americano de Cádiz (Espanha), Festival de Buenos Aires (Argentina), Cruze de Escenas de Las Palmas de Gran Canária (Espanha), além de encontros com companhias inglesas em Londres e Stratford-upon-Avon.https://youtu.be/szK7ZXuNNKc?si=1jKmZ8LEaqBJpjufwww.caiodeandrade.com.brANA BEATRIZ MESQUITACOORDENADORA PEDAGÓGICALicenciada em Letras Português e Espanhol pela Universidade de São Paulo (1995). Coordenadora Pedagógica e de Ensino de Línguas da rede particular de Ensino. Professora de Espanhol e Português no Colégio Bandeirantes na cidade de São Paulo por 20 anos. Autora de materiais e livros didáticos, entre eles, Coleção Entre Líneas – Espanhol 2015 (Ensino Fundamental), São Paulo, Editora Saraiva, aprovado pelo Plano Nacional do Livro Didático com distribuição nacional por três anos (2017 a 2019) e a Coleção de Ensino de Espanhol do Fundamental II pelo Sistema de Ensino Poliedro, São José dos Campos (desde 2009). Também pode ser chamada de Ana Beatriz Maria, seu nome nas artes. Além da comprovada atuação no universo da educação, experimentou importantes vivências no teatro durante seu período de formação universitária, na cidade de São Paulo. Integrou o elenco do grupo Ventoforte - com direção do renomado ator, dramaturgo, escritor e artista plástico Ilo Krugli, que revolucionou a forma de representar para o público infantil. Entre outras experiências, integrou o elenco de um dos icônicos processos de criação do diretor Antunes Filho, no CPT. A partir de sua chegada ao TEATRIM – CULTURA E ARTE em 2021, não só participou de oficinas de Dramaturgia e de Atuação, como ingressou na COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA e atuou nas peças Negócio fechado, As Academias de Sião, O Tesouro, O Tartufo Armorial e os Exercícios Cênicos: Eulália e Tio Vânia. Fez parte do elenco do vídeo-teatro Villa Alba (inspirado em A casa de Bernarda Alba de F. G. Lorca). Todos com texto e direção de Caio de Andrade. A partir de 2022, trabalha na direção de produção das peças da COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA e como Coordenadora Pedagógica do PROJETO HISTÓRIA EM CENA que recebe estudantes de escolas públicas no Teatrim. RAFAELA MARCELINOATRIZEm 2018, formou–se em Licenciatura em Arte pela Faculdade FASC, em Pindamonhangaba. Em 2019, integrou a Companhia Sucudumbu na peça Quando Di Andou por Aqui. Em 2020, uniu-se ao grupo “Apostasia” no musical JC Rock Star pela Lei Aldir Blanc, exibido no YouTube. Em 2022, trabalhou no projeto musical O Despertar da Primavera com a Cia Cássio B. Atualmente, integra os elencos da esquete cômica Escolinha do Rogerinho e do programa Quarta Show , ambos da TV APARECIDA. Desde 2024, é aluna de dança contemporânea e dança-teatro no Espaço Expressão e se apresenta com o Coletivo Mover Espaços em apresentações no Santuário Nacional de Aparecida. Atuou nos espetáculos Inauguração da Fachada Sul e Fachada Leste, ambos transmitidos ao vivo pela TV Aparecida. Em 2025, protagonizou o filme sobre milagres de Nossa Senhora Aparecida. Integra o espetáculo Jeca Voador e a Corte Celeste pelo PROJETO HISTÓRIA EM CENA e participou do Exercício Cênico: Eulália (texto e direção de Caio de Andrade) ambos no TEATRIM CULTURA E ARTE. Possui ainda participações em comerciais, clipes musicais, recreações, e projetos teatrais e audiovisuais em desenvolvimento.KAUÃ MARQUESATORIniciou sua trajetória artística aos 13 anos na Oficina de Jovens Atores ministrada por Caio de Andrade na UNIFATE em Lorena. A partir de então, participou das seguintes montagens teatrais com texto e direção de Caio de Andrade: A Voz do Rio, No Farol do Fim do Mundo, Operação Tangará, O Caso Lyndon House, Forrobodó, O Fantasma de Sangue Azul. Pela Oficina de Adultos, participou das seguintes montagens também com texto e direção de Caio de Andrade: Geringonça, As Inconfidentes, O Julgamento de Soledad Montoya, O Fadário, O Ensaio da Peça, Short Play e Exercício cênico: Eulália. Em 2023, passou a integrar a COMPANHIA PALCO DA HISTÓRIA e participou dos seguintes espetáculos: O Tartufo Armorial, Exercício cênico: Tio Vânia e da Leitura Dramatizada da peça Os olhos verdes do ciúme. Desde 2023 integra o projeto HISTÓRIA EM CENA, com os espetáculos Tripartida e O Jeca Voador e a Corte Celeste. Participa também da Oficina de Dramaturgia e da Oficina Roda de Teatro, coordenadas por Caio de Andrade, com estudos teóricos de autores clássicos.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$200.000,00 em 23/03/2026.