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PRONAC 255890Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Frankenstein de Mary Shelley - 15 anos de Grupo Liquidificador

FERNANDA GOMES ALPINO RODRIGUES 02850725102
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-10-01
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Grupo Liquidificador se debruça em uma montatagem inédita da obra original Frankenstein de Mary Shelley. O espetáculo leva o mesmo nome e é uma livre adaptação do clássico. Serão quatro meses de ensaio e um mês de temporada(16 sessões), totalizando 5 meses de projeto. Espetáculo é dirigido por Fernanda Alpino, conta com dramaturgia de Fernando de Carvalho e atuação de Ana Quintas e Larissa Souza

Sinopse

Por que uma montagem de Frankenstein agora? — Atualidade do mito e potência do clássicoVivemos cercados por dilemas éticos e existenciais em torno da inteligência artificial, da manipulação genética, da vigilância algorítmica, da catástrofe climática e da desumanização crescente das relações. Em meio a essas crises, Frankenstein, publicado em 1818, reaparece como um mito vivo. As figuras, do cientista que ultrapassa os limites naturais e da criatura que busca reconhecimento e é rejeitada, espelham nossos conflitos mais urgentes.Frankenstein fala do medo do outro, da violência da exclusão, da responsabilidade sobre nossas criações — e da necessidade radical de afeto. É ficção científica, é horror, é filosofia política. E é também uma carta escrita por uma jovem mulher que ousou imaginar futuros. Ao trazer esse clássico para o presente, o Grupo Liquidificador convida o público a uma experiência sensível e crítica, onde os monstros ganham rosto, nome e voz — e talvez sejamos nós.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar a montagem do espetáculo Frankenstein de Mary Shelleye e uma temporada de 16 sessões na cidade de Brasília.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Celebrar e dar visibilidade aos 15 anos de trajetória do Grupo Liquidificador com a criação e estreia de espetáculo que retoma o diálogo entre teatro e literatura.- Oferecer recursos de acessibilidade em todas as sessões, com intérprete de Libras, programa em braile, guia sensorial e a presença de coordenador de acessibilidade.- Realizar 4 sessões com audiodescrição para pessoas com deficiência visuaL- Promover 4 sessões de Bate-papo com equipe sobre o processo criativo, aprofundando as reflexões trazidas pelo espetáculo- Estimular a leitura de obras clássicas, ressaltando o caráter contemporâneo do romance de 1818 de Mary Shelley.- Alcançar uma média de 5000 pessoas como público direto do espetáculo- Gerar 25 empregos diretos e aproximadamente 100 indiretos, fortalecendo a economia criativa do DF e promovendo o desenvolvimento sócio-econômico- Garantir a diversidade e inclusão nas oportunidades geradas pelo projeto através da contratação da equipe composta por pessoas pretas, gordas, mulheres, pessoas LGBTQIAP+, periféricas e PCDs.

Justificativa

O Grupo Liquidificador celebra seus 15 anos de trajetória com a montagem inédita de Frankenstein de Mary Shelley, livre adaptação do clássico de Mary Shelley. A proposta marca um reencontro com as origens literárias do Grupo, que estreou com adaptações de Machado de Assis e Álvares de Azevedo, e agora revisita a literatura como motor de experimentação cênica. Com quatro meses de ensaio e um de temporada(16 sessões) em Brasília, o projeto é dirigido por Fernanda Alpino, com dramaturgia de Fernando de Carvalho e atuação de Ana Quintas e Larissa Souza.A obra se debruça sobre temas urgentes do presente: criação, corpos dissidentes, inteligência artificial, exclusão, afeto e responsabilidade. Mary Shelley, autora e personagem da montagem, se funde à criatura em cena. A encenação propõe uma experiência híbrida, sensorial e física, com teatro, performatividade e cultura digital — com referências a memes, filtros e interfaces. Não se trata de ilustrar a narrativa original, mas de tensioná-la como campo poético entre corpo, memória, tecnologia e identidade. Tomar o passado como impulso para futuros possíveis. Para aprofundar essas reflexões o projeto prevê 4 sessões de Bate-papo com equipe sobre o processo criativo.O projeto dialoga com a linguagem desenvolvida pelo Grupo Liquidificador ao longo dos anos, marcada pela pesquisa colaborativa, pela relação ativa com o público e pela criação de obras que entrelaçam afeto, estética e comentário social. É também um convite a revisitar o mito de Frankenstein à luz dos fantasmas e desejos contemporâneos — onde os monstros ganham rosto, voz e complexidade. Afinal, talvez sejamos nós.Comprometido com a ampliação do acesso, o projeto contará com intérprete de Libras, audiodescrição ao vivo, programa em braile, guia sensorial antecipatório e a presença de Coordenador de Acessibilidade, atuando na recepção do público, identificando necessidades específicas e oferecendo apoio direto a pessoas com deficiência e neurodivergência.

Especificação técnica

Espetáculo teatral de 90 minutos.

Acessibilidade

As apresentações ocorrerão em lugar com total acessibilidade física. Além disso, oferecerá recursos de acessibilidade em todas as sessões, com intérprete de Libras, programa em braile, guia sensorial e a presença de coordenador de acessibilidade.Adicionalmente, haverá 4 sessões com audiodescrição para pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

As sessões praticarão preços populares.Haverá 4 bate-papos gratuitos após as apresentações do espetáculo.

Ficha técnica

FernandoFernando de Carvalho é um dramaturgo, diretor e bufão de teatro com formação em Artes Cênicas pela UnB e estudos em Direção Teatral em Buenos Aires. Possui sólida trajetória no campo teatral, tendo atuado na gestão da Caixa Cultural Brasília, onde foi responsável pela programação e gestão de patrocínios do Teatro da Caixa. Fernando é integrante fundador do Grupo Liquidificador e dirigiu diversos espetáculos, incluindo "ULTRA-ROMANTICO", "A Resistível Ascensão de Arturo Ui" e a co-direção de "Jardim das Delícias". Além disso, teve a oportunidade de travar forte parceria artística com o diretor José Celso Martinez Corrêa, com quem co-dirigiu a peça "FAUSTO" no Sesc Pinheiros/SP e fez transcriação de "Heliogabalo" de Antonin Artaud lançado pela editora n-1. Aúltima a colaboração se deu na adaptação dramatúrgica de "A Queda do Céu". Lançou seu livro "Ovelha Dolly e Zoológico a Céu Aberto" no MITSP 2020, com duas de suas obras teatrais, que já foram encenadas em várias cidades do Brasil. Sua crença no potencial do teatro como espaço de debate público e posicionamento político perante os sistemas de poder é evidente em seu trabalho, como destacou Glauber Coradesqui na apresentação deFernandaFernanda Alpino é diretora, atriz, dramaturga e colagista. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília – UnB, é integrante fundadora do Grupo Liquidificador, onde atua em diversas funções artísticas. Sua pesquisa em teatro parte de uma escuta atenta ao presente, buscando modos colaborativos de criação e formas de relação com o público, que instiguem vivências partilhadas da cena.Como diretora, realizou os espetáculos Janta 1 e Janta 2, e co-dirigiu TecnoMagia e Jardim das Delícias. Como atriz, participou dos espetáculos do grupo que não dirigiu, entre eles A Resistível Ascensão de Arturo Ui e ULTRA-ROMÂNTICO. Ministrou o curso de i Teatro Elétrico entre 2016 e 2018, co-dirigindo os espetáculos gerados nas oficinas.Fernanda também dirigiu e assinou a dramaturgia de T.O.M.A.D.A., além de atuar como preparadora de elenco e assistente de direção em Menina Valente – O Musical. Foi assistente de direção de Admirável Mundo Cão.No campo das artes visuais, suas colagens analógicas têm sido exibidas em exposições e publicações. Utilizando o acaso como ferramenta criativa, Fernanda transforma restos do mundo em ruínas em souvenirs de mundos que poderiam ter existido. No audiovisual, desenvolve projetos como roteirista e diretora que exploram os gêneros do realismo fantástico e do terror corporal, investigando a visceralidade da experiência do corpo feminino e do corpo gordo.QuintasAna Quintas é atriz, iluminadora e pesquisadora das artes da cena. É doutoranda no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UnB.Integrante fundadora do Grupo Tripé integra o elenco dos espetáculos Entre Quartos, que ganhou o Prêmio Sesc Candango de melhor dramaturgia em 2016, e O NOVO ESPETÁCULO (Tudo está à venda), por este concorreu aos prêmios de melhor atriz e melhor iluminação, além de ter ganhado melhor espetáculo no Prêmio Sesc Candango de 2017. Integrante do Grupo Liquidificador desde 2017 integra os elencos dos espetáculos Jardim das Delícias e A Resistível Ascensão de Arturo Ui. Também integrou o elenco do espetáculo Seis Perfis em busca de uma plataforma produzido por ambos os grupos, Liquidificador e Tripé.Como iluminadora trabalhou em inúmeros espetáculos teatrais no DF e também no Brasil. Destacam-se os trabalhos com o Coletivo Antônia, o Grupo Oficcina Multimédia de BH, e os espetáculos Senhora P de Adriana Loddi com o qual circulou pelo Projeto Palco Giratório em 2023, e Stupide - A história de dois palhaços de Galileu Fontes, este último concorreu a melhor espetáculo no Prêmio Sesc de 2024.LarissaLarissa Souza é uma artista cênica paraense radicada no Distrito Federal. Atriz, iluminadora, arte-educadora e produtora, formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), onde iniciou sua trajetória profissional em Brasília. Sua atuação se destaca pela versatilidade e compromisso com projetos inovadores e socialmente engajados.Ao longo de sua carreira, participou de diversas produções relevantes no DF, como ¡Alguém Vai Morrer!, Joãozinha Desviada – uma peça para meu pai, e A Resistível Ascensão de Arturo Ui, este último realizado pelo Grupo Liquidificador, no qual é integrante. integra o ele co de outros dois espetáculos de repertório do grupo: Jardim das Delícias e Seis Perfis em Busca de uma Plataforma.Além da atuação, Larissa desenvolve pesquisas no campo da iluminação e produção. Acredita na força do encontro e das redes colaborativas como uma das características mais fortes da identidade do teatro brasiliense, marcado pela atuação ativa dos grupos. Teve seu trabalho como iluminadora premiado pela Lei Paulo Gustavo.Suas pesquisas exploram como a experiência cênica pode gerar políticas e transformações que extrapolam os limites da cena e da sala de ensaio.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.