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A VIDA COMO A VIDA QUER: uma explosão de Riso, Emoção e Consciência. Uma combinada sofisticação de humor, em um surpreendente monólogo multimídia com a atriz Regina Casé, abordando, da teoria do Big Bang às notificações de WhatsApp. Uma química de humor inédita, escrita por Estevão Ciavatta e colaboração de Daniela Thomas, Regina Casé e Fabio Scarani. Direção de Daniela Thomas e Estevão Ciavatta, com turnê por 11 cidades: Rio de Janeiro/RJ, Niterói/RJ, Belo Horizonte/MG, Vitoria/ES, Salvador/BA, Recife/PE, São Luís/MA, Belém/PA, Manaus/AM, Goiânia/GO e São Paulo/SP, com venda de ingressos a preços populares. Classificação 16+. Estima-se que a temporada beneficie em torno de 41.488 espectadores. Período de execução, 12 meses, cujo início se dará a partir de o 2º semestre do ano de 2025.
PRODUTO Espetáculo de Artes Cênicas (principal):Espetáculo de Teatro A VIDA COMO A VIDA QUER | Realização de temporada de 46 sessões do monólogo multimídia A Vida Como a Vida Quer, distribuídas entre 12 apresentações no Rio de Janeiro/, 3 apresentações em Niterói/RJ, 2 apresentações em Belo Horizonte, 3 apresentações em Vitoria, 2 apresentações em Salvador, 3 apresentações em Recife, 3 apresentações em São Luís, 2 apresentações em Belém, 2 apresentações em Manaus, 2 apresentações em Goiânia e 12 apresentações em São Paulo. Haverá venda de ingressos. A indicação etária é de 16 +.PRODUTO Contrapartidas Sociais (secundário):DEBATE CULTURAL | Realização da 11 (onze) Debates, sendo 1 encontro em cada uma das cidades contempladas com o espetáculo A Vida Como a Vida Quer: Rio de Janeiro, Niterói, Belo Horizonte, Vitoria, Salvador, Recife, São Luís, Belém, Manaus, Goiânia e São Paulo.
OBJETIVO GERAL:Fomentar à dramaturgia de humor reflexivo.Fomentar o meio ambiente, a sustentabilidade, a ciência, a tecnologia e as relações sociais e identitárias.Fomentar o desenvolvimento de dramaturgia nacional e o empreendedorismo de autores brasileiros.Fomentar a consciência da transversalidade da cultura.Fomentar a produção artístico cultural feminina.Fomentar a reparação e a equiparação profissional para a mulher na produção de obra artístico cultural.Fomentar a desconstrução das barreiras de gênero.Fomentar a reflexão sociocultural.Formação de plateia para as Artes Cênicas com ênfase para o formato monólogo.Formação de plateia para as Artes Cênicas por meio de obra intelectual [artístico cultural] como referência para o desenvolvimento do ser humano.OBJETIVO ESPECÍFICO:A VIDA COMO A VIDA QUER: uma explosão de Riso, Emoção e Consciência. Uma combinada sofisticação de humor, em um surpreendente monólogo multimídia com a atriz Regina Casé, no qual a dramaturgia parte da teoria do Big Bang, desembocando nas notificações de WhatsApp. A química humorística da atriz atravessa o cosmo e mergulha na intimidade das células humanas, na química do amor, reflexões sobre o planeta e à sabedoria ancestral de povos indígenas. Um encontro de saberes, para o qual a atriz convida o público a uma surpreendente jornada, reunindo o seu fascinante carisma e a sua singular sensibilidade. Conectando ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna, em um instigante e vibrante monólogo. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que [apesar do caos] ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós. E que -afinal- viver é um ato cósmico e bem humorado.Para tanto, será montado o monólogo multimídia A Vida Como a Vida Quer, com dramaturgia inédita de Estevão Ciavatta, colaboração de Daniela Thomas, Regina Casé e Fabio Scarani. Sob a direção de Daniela Thomas e Estevão Ciavatta o monólogo se conecta a uma delicada partitura musical, reforçando ainda mais a poética de suas cenas. A veia cômica da atriz Regina Casé, navega por meio de um cenário virtual, conferindo dinâmica conectiva e interativa ao espetáculo. Será realizada uma temporada de 12 apresentações no Rio de Janeiro/RJ, 3 apresentações em Niterói/RJ, 2 apresentações em Belo Horizonte/MG, 3 apresentações em Vitoria/ES, 2 apresentações em Salvador/BA, 3 apresentações em Recife/PE, 3 apresentações em São Luís/MA, 2 apresentações em Belém/PA, 2 apresentações em Manaus/AM, 2 apresentações em Goiânia/GO e 12 apresentações em São Paulo/SP, com venda de ingressos. Classificação 16+. Estima-se um total de 41.488 espectadores ao longo de toda a temporada.AÇÃO FORMATIVA: em cumprimento ao Art. 49, § 2º, inciso III da Seção IV - das Contrapartidas Sociais, Instrução Normativa MinC nº 23/2025 "OUTRAS MEDIDAS sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura." (grifo), a atividade de Ação Formativa oferecida, será um Debate, para a promoção e a formação de redes para o fortalecimento do setor criativo, caracterizada pela troca de conhecimento, assim definida, neste Plano de Execução:DEBATE: realização de 11 (onze) debates [ao longo da temporada], envolvendo a temática do espetáculo e sua interseção na produção artístico cultural, mediada pela participação de uma pessoa [profissional] da área específica. A duração do debate será de 45 minutos.PÚBLICO ALVO: o debate será oferecido gratuitamente para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, oriundas de Ongs, cursos de teatro de instituições públicas, institutos e escolas da rede pública de ensino. Classificação 16 +.Em cumprimento ao disposto no § 1º do Art. 49 da IN MINC Nº 23/2025, a quantidade de pessoas beneficiárias cumprirá o "[...] MÍNIMO 20 (vinte) [...]" (grifo) de beneficiários exigidos. A realização do Debate ocorrerá no próprio teatro.O período total de execução do projeto será de 12 meses, cujo início se dará a partir de o 2º semestre do ano de 2025.
"As águas são portadoras do conhecimento e nos nutrem. Que nos concedam grande visão e discernimento." Yajur Veda (36.12)".A concepção deste projeto se justifica a partir de uma necessidade profunda de compartilhar, por intermédio da arte, as lições que a vida e a experiência podem proporcionar. Após uma extensa trajetória no mundo do entretenimento, percebeu-se que o verdadeiro impacto de uma obra, reside na capacidade de tocar aspectos essenciais do ser humano — provocando reflexão, encantamento e, acima de tudo, conexão. Além disso, existe uma admiração profunda e antiga pela natureza, cujas formas, ritmos e silêncios, inspiraram a concepção da peça, como um organismo vivo, que respira, pulsa e reage. Ao unir a reverência à natureza, ao ofício teatral, buscou-se desenvolver uma obra que evocasse o que é essencial: a singularidade do belo, a força do tempo e o mistério da existência. A montagem do espetáculo A Vida Como a Vida Quer, idealizada pelos renomados artistas, Regina Casé e Estevão Ciavatta, representa não tão somente uma continuidade de suas colaborações à cultura, mas também um forte compromisso com temas de relevância social e ambiental. Ao longo dos anos, ambos têm trabalhado juntos em diversos projetos que promovem a sustentabilidade, refletindo uma visão compartilhada sobre a importância de conscientizar o público acerca de questões contemporâneas que afetam o nosso planeta. O monólogo visa provocar profundas reflexões sobre a condição humana, abordando dilemas existenciais e a busca por um equilíbrio entre o ser humano e a natureza. E mediante a grande oportunidade do Brasil, ao receber a COP 25, o projeto se torna ainda mais relevante para a Lei Rouanet, conferindo-lhe o status de Soft Power. A experiência dos criadores em projetos anteriores garante uma abordagem inovadora e sensível, que dialoga com o público de maneira direta e impactante. A montagem não apenas entretém, mas também educa e inspira a audiência a adotar práticas sustentáveis em seu cotidiano, fazendo da arte, uma ferramenta de transformação social. Pilares os quais acredito estarem em convergência com a supracitada lei. Por todos esses motivos o projeto apresenta grande relevância pública e atende amplamente aos Incisos I, III, IV, V e VIII do Artigo 1º da Lei 8.313/91. No que tange aos objetivos alcançados pelo Art. 3º da supracitada lei, esclareço: Art. 3º, inciso II, alínea "c".
CONTINUAÇÃO DA FICHA TÉCNICA:Lucas Moratelli | Graduado em Licenciatura em Belas Artes (2014) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ. Participou como Bolsista (2012) do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID Belas Artes) da CAPES. Atuou como pesquisador do Laboratório Audiovisual de Experimentações Arte-Educativas (PROEXT Edital nº 05/2010/MEC/SESU) e do Projeto "Arte, Cinema e Discussão" e "Arte: Ensino e Produção" na UFRRJ (2014). Atuou como arte-educador no projeto NESA no Caminho Melhor Jovem (NESA/UERJ), desenvolvendo e aplicando oficinas de arte, cognição e linguagem, utilizando-se de técnicas de animação como meio de estimulação cognitiva e de linguagem.Vanessa Cardoso - Factoria Comunicação | Agência de assessoria de comunicação com vasto conhecimento na área cultural, a Factoria Comunicação se caracteriza pelo planejamento estratégico minucioso e o atendimento personalizado que realiza com cada um de seus clientes. Liderado pela jornalista Vanessa Cardoso, referência no mercado de entretenimento, onde opera há 20 anos. O escritório se destaca também pela transparência, solidez e credibilidade no relacionamento com seus parceiros e a imprensa. O portfólio reúne uma extensa seleção de nomes e projetos – nacionais e internacionais – inseridos nos mais variados setores culturais (artes visuais, cinema, dança, eventos, literatura, música, teatro e televisão), como Adriana Calcanhotto, Lulu Santos, Milton Nascimento, Maria Bethânia, Maria Rita, João Gilberto, Edu Lobo, Marina Lima, Moska, Marco Nanini, Marieta Severo, Andrea Beltrão, Renata Sorrah, Debora Bloch, Dira Paes, Wagner Moura, Maitê Proença, entre outros.Wesley Cardozo | Formado em Bacharelado e Licenciatura pela UNIRIO. Tem atuado em produções culturais e corporativas, e atualmente está cuidando simultaneamente dos premiados projetos BAQUAQUA [onde atua e produz], FICÇÕES, com Vera Holtz e A BALEIA, com José de Abreu. Gerenciou a produção da Orquestra Ouro Preto na Praia de Copacabana, nas edições de 2022, 2023 e 2024, fez todo o planejamento das edições do RIO2C nos anos de 2019 e 2020. Ganhador do prêmio ABERJ pelo projeto AS CORES DO SABER para a BR DISTRIBUIDORA. Fundador das associações SALVE PRODUÇÃO e ANPPE, tendo sido jurado oficial da AMPRO GLOBE AWARD por 3 anos.Alessandra Reis | Produtora cultural com ampla trajetória no teatro e na gestão pública, produziu importantes espetáculos nacionais, como O Mistério de Irma Vap, Fica Comigo Esta Noite, 5X Comédia, Não Sou Feliz, Mas Tenho Marido, FICÇÕES e Recital da Onça, que marcou a volta de Regina Casé aos palcos em 2019. Na TV, participou da produção dos programas Vida ao Vivo Show e Os Normais, da Rede Globo. Ganhadora do Prêmio CBTIJ de Direção de Produção por Malala, a Menina que queria ir para a Escola, também atuou como coordenadora de Artes Cênicas e Música da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, durante o primeiro mandato do prefeito Eduardo Paes (2009–2012). Foi secretária de Cultura em Itaguaí/RJ e, desde 2018 está à frente do projeto Ativação Cultural Itaguaí, que leva oficinas e ações culturais a escolas e praças da cidade. Também comanda o Instituto Mazomba desde 2017, organização do terceiro setor que promove atividades socioculturais na região do Vale do Mazomba.Natália Simonete | É gestora de projetos culturais desde 2009. Ao longo de sua carreira, atuou em diversas organizações do terceiro setor e em produtoras culturais, incluindo sua própria empresa, a Estufa de Ideias, fundada em 2015. Na Estufa, liderou a elaboração e gestão de mais de quarenta projetos culturais patrocinados por grandes organizações. Além disso, realizou projetos próprios, como “Teatro do Saara” (2017), vencedor do Fomento Cidade Olímpica da Prefeitura do Rio; “Narrando Mulheres” (2021-2023), vencedor do Edital Retomada Cultural RJ da SECEC RJ; “Almanaque do Circo” (2021); e “Ficções” (2022-2024), um monólogo premiado, estrelado pela atriz Vera Holtz, com apresentações por todo o Brasil e turnê em Portugal. Desde 2020, Natália ministra cursos e workshops sobre gestão de projetos culturais para instituições como a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-RS), a Casa das Artes de Laranjeiras (RJ) e o Polo Educacional SESC (RJ). Além de seu trabalho na Estufa de Ideias, faz parte da equipe de coordenação da ONG Escola de Música da Rocinha, onde lidera projetos como o Coro LGBTQIA+ da Rocinha e o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão. Além de outras iniciativas nas áreas de música e artes cênicas, como o “Festival da Lua Cheia”, o “ETA Festival” e a “IV Mostra de Teatro Acessível”.
Espetáculo de Teatro A VIDA COMO A VIDA QUER: serão 46 sessões, distribuídas entre o Rio de Janeiro (Teatro Casa Grande), Niterói (Teatro da UFF), Belo Horizonte (Teatro do Sesi), Vitoria (SESC Glória), Salvador (Concha Acústica), Recife (Teatro do Parque), São Luís (Teatro Alberto Maranhão), Belém (Teatro da Paz), Manaus (Teatro Amazonas), Goiânia (Teatro Rio Vermelho) e São Paulo (Teatro do Ibirapuera), sendo:Rio de Janeiro | 926 lugares (12 sessões x 926 = 11.112 espectadores);Niterói | 500 lugares (3 sessões x 500 = 1.500 espectadores);Belo Horizonte | 1.000 lugares (2 sessões x 1.000 = 2.000 espectadores);Vitoria | 700 lugares (3 sessões x 700 = 2.100 espectadores);Salvador | 2.000 lugares (2 sessões x 2.000 = 4.000 espectadores);Recife | 700 lugares (3 sessões x 700 = 2.100 espectadores);São Luís | 700 lugares (3 sessões x 700 = 2.100 espectadores);Belém | 900 lugares (2 sessões x 900 = 1.800 espectadores);Manaus | 700 lugares (2 sessões x 700 = 1.400 espectadores);Goiânia | 1.888 lugares (2 sessões x 1.888 = 3.776 espectadores);São Paulo | 800 lugares (12 sessões x 800 = 9.600 espectadores);A previsão é de um total de 41.488 pessoas beneficiárias.Ação Formativa – Debate: a realização do produto de Contrapartida Social, cumpre a exigência do normativo MinC nº 23/2025, no que tange ao disposto no Art. 49 em que as pessoas beneficiárias da ação, por intermédio de 1 (um) Debate, nas 11 cidades, ao longo da temporada, assim distribuídos: 1 no Rio de Janeiro, 1 em Niterói, 1 em Belo Horizonte, 1 em Vitoria, 1 em Salvador, 1 em Recife, 1 em São Luís, 1 em Belém, 1 em Manaus, 1 em Goiânia e 1 em São Paulo.
O projeto cumpre as medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, preconizadas pelo Art. 42 da Instrução Normativa MinC nº 23 de 2025, assim compatíveis com o seu objeto:A acessibilidade física fica assegurada em seu amplo atendimento, tendo em vista que o(s) teatro(s) selecionado(s) para receber a montagem, já está(ão) dotado(s) para o cumprimento de todas essas exigências, relevando reiterar, contudo, o disposto no § 1º do Art. 42 do supracitado normativo.No que tange à fruição de conteúdo, a produção do projeto se compromete a contratar serviços especializados em acessibilidade (em conformidade com o disposto no Art. 23 do normativo) para o planejamento e execução de medidas, assim definidas: materiais informativos, promocionais e de divulgação em formatos acessíveis; audiodescrição; libras; e a legendagem eletrônica para o atendimento de pessoas com deficiência física, auditiva, visual e cognitiva, bem como na reserva de assentos nas primeiras fileiras da plateia, para esse mesmo público e acompanhante. A atividade de Ação Formativa também receberá acessibilidade, conforme tratativas realizadas junto às instituições.Esclareço ainda que o projeto irá cumprir os requisitos dos incisos II e III do Art. 42, no que se refere ao aspecto comunicacional para a fruição de conteúdo e a divulgação, em consonância com o disposto no Art. 23 da IN MINC Nº 23/2025, no que diz respeito ao material de divulgação, exigido pelo Art. 42.
O projeto cumpre as medidas de democratização (e ampliação) de acesso, determinadas pelos artigos 46 e 47 da Instrução Normativa MinC nº 23 de 2025, no que tange ao produto Espetáculo de Artes Cênicas, assim definidas:Conforme consta no Plano de Distribuição de Produto Cultural, as sessões do espetáculo cumprirão as medidas de democratização do acesso, conforme o disposto no Art. 46 da I.N. MinC nº 23/2025, em todos os percentuais exigidos nos incisos I, II, III e IV, bem como fica assegurado o cumprimento dos incisos I, II e III do § 2º, e o cumprimento dos §§ 3º (cuja MÉDIA do valor do ingresso será comercializada a R$ 160,00) e 4º, do mesmo artigo.No que se alude ao cumprimento do perfil de público beneficiado pelo inciso III do Art. 46, “10% (dez por cento) para distribuição gratuita com CARÁTER SOCIAL OU EDUCATIVO [...]” (grifo), os ingressos gratuitos informados no Plano de Distribuição de Produto Cultural atenderão ao perfil de público definido pelo Art. 48, do mesmo normativo.COMPLEMENTAÇÃO DE CONTRAPARTIDA (Art. 47, I.N. MinC nº 23/2025): dentre as alternativas designadas pelo artigo em referência, em seu inciso I: “DOAR 10% (DEZ POR CENTO) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);” (grifo), o proponente se compromete à doação desses acessos [ao longo da temporada] conforme consta garantido no Plano de Distribuição de Produto Cultural.ESCLAREÇO POR FIM, que todo o meio de divulgação referente à democratização de acesso ao espetáculo, receberá o tratamento de publicização, garantindo equidade no direito de acesso à informação e ao projeto como um todo.
Equipe Técnica:Elenco:Regina Casé.Ator/Atriz: contratação de uma participação especial [ator ou atriz] convidada pela produção do espetáculo, na etapa de pré-produção, a qual contracenará com a atriz Regina Casé, em formato presencial e/ou virtual.Dramaturgia, Idealização e Direção: Estêvão Ciavatta.Colaboração dramatúrgica: Daniela Thomas, Regina Casé e Fabio Scarani.Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta.Cenário: Daniela Thomas. Figurino: Cláudia Kopke. Iluminação: Beto Bruel .Diretor Musical: Amaro Freitas.Vídeo: Radiográficos.Programação Visual: Lucas Moratelli.Assessoria de Comunicação: Vanessa Cardoso - Factoria Comunicação.Equipe de Produção:Coordenação Geral: Wesley Cardozo.Direção de Produção: Alessandra Reis.Produção Executiva: Cristina Leite.Gestão de Leis de Incentivo: Natália Simonete.BIOS (resumidas): Equipe Técnica e Equipe de Produção [os principais]. Releva notar que na aba "Anexar documentos", consta o Portfolio da Entidade Proponente, conforme o arquivo denominado “COMPROVAÇÃO ATIVIDADES PROPONENTE - DAGBA PRODUCOES LTDA”, em cumprimento ao exposto no § 6º do Art. 4º da IN MINC Nº 23/2025.Estêvão Ciavatta | Premiado diretor, roteirista e produtor, formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF), sócio fundador da produtora de audiovisual Pindorama Filmes, dirigiu dezenas de filmes e programas de televisão, destacando-se: a campanha Árvore Refugiada (Leão de Ouro Cannes 2022); o longa-metragem Amazônia Sociedade Anônima (One World Media Award 2021 e Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Alter do Chão 2020); as séries de ficção para HBO Latam Santos Dumont (vencedor do Telly Awards Entretenimento e Cinematografia 2019) e Preamar (seleção oficial do Festival de Biarritz 2013); a série educativa Um Pé de Que? (Melhor Programa de Televisão – Nature Conseracy) e SOS Mata Atlântica 2009; além do programa semanal Central da Periferia (Melhor Programa de Televisão – APCA 2007).Fabio Scarano | Professor Titular de Ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (desde 1993), Curador do Museu do Amanhã (desde 2024) e Titular da Cátedra Unesco de Alfabetização em Futuros (desde janeiro 2023), uma parceria entre o Museu do Amanhã (Instituto de Desenvolvimento e Gestão) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Formou-se Engenheiro Florestal pela Universidade de Brasília (1986) e Ph.D. em Ecologia pela Universidade de St. Andrews, Escócia (1992). Realizou estágio pós-doutoral no Jardim Botânico do Rio de Janeiro (1992), é membro da Linnean Society of London (desde 1995) e foi Professor Visitante na Universidade Tecnológica de Darmstadt, Alemanha (2002) e na Universidade de Minnesota, EUA (2003). Possui dois Prêmios Jabuti de Literatura, na categoria de Ciências Naturais: um segundo lugar em 2013, com o livro "Biomas Brasileiros: Retratos de um País Plural"; e um primeiro lugar em 2015, com o livro "Mata Atlântica: Uma História do Futuro".Regina Casé | atriz, autora, diretora, produtora e apresentadora. Amplamente conhecida por suas performances nas mais variadas áreas do entretenimento, Regina é ganhadora de vários prêmios, incluindo dois prêmios Grande Otelo, quatro Prêmios APCA, dois Prêmios Guarani, um Prêmio Molière, e dois Troféus Imprensa. Em 2012 foi condecorada com a Ordem do Mérito Cultural. Iniciou sua carreira estudando teatro, onde alcançou reconhecimento e fundou o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, sendo esse um dos mais famosos grupos de teatro da década de 1970. Ganhou aclamação por sua atuação na peça Trate-me Leão (1977), pela qual se saiu vitoriosa no Prêmio Molière de melhor atriz. Em 1978 apareceu pela primeira vez nos cinemas atuando no filme Chuvas de Verão, de Cacá Diegues. Sua estreia na televisão se deu com uma participação na novela Guerra dos Sexos (1983). Entre 2011 e 2017 apresentou o programa “Esquenta!”. Em 2015 recebeu sua maior aclamação pela atuação no premiado filme Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert. Por sua performance foi premiada novamente com o Grande Otelo e o Prêmio Guarani de Melhor Atriz, além de ter recebido o Prêmio APCA de melhor atriz em cinema e ter sido eleita melhor atriz em importantes festival, como o Festival de Sundance nos Estados Unidos. Em 2019 volta às novelas em Amor de Mãe, voltando a atuar no gênero após mais de dezoito anos afastada. Voltou a receber elogios no filme Três Verões (2020) na interpretação de Madá, pela qual foi indicada ao Grande Otelo, Prêmio Guarani e ao Prêmio Platino, além de ter vencido prêmios em festivais de cinema pelo mundo. Em 2022 e 2023 retorna às novelas em Todas as Flores.Daniela Thomas | Cenógrafa e diretora. A mais destacada cenógrafa dos anos 80, parceira de grande parte das criações do diretor Gerald Thomas, articulada com o minimalismo e as soluções pós-modernas. Seu primeiro trabalho teatral foi a cenografia para All Strange Away de Samuel Beckett no Teatro La MaMa, Nova York, em 1983. No Brasil, desde 1985, Daniela foi responsável por várias cenografias do teatro nacional e se destacou também escrevendo para o teatro e cinema.Cláudia Kopke | Inicia a sua trajetória na década de 1980, vestindo bandas de rock independente brasileiro. Ao longo da década de 90, rapidamente expandiu a carreira para a publicidade, televisão e cinema, criando figurinos premiados, como dos filmes Que Horas Ela Volta?, Tropa de Elite, Tropa de Elite 2: o inimigo agora é outro, 2 Filhos de Francisco, Casa de Areia, Cazuza – O tempo não para, O Bem Amado, Paraísos Artificiais, entre outros. Seu trabalho cinematográfico de mais destaque foi o filme Que Horas Ela Volta? da diretora Anna Muylaert. Seu trabalho teatral mais recente, o espetáculo Chacrinha – O Musical, recebeu o prêmio de Melhor Figurino no 27° Prêmio Shell de Teatro, em 2015. Também foi responsável pelos figurinos dos programas televisivos, Esquenta! Tamanho Família e Adnight da Rede Globo. E foi a figurinista responsável pela Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.Beto Bruel | é considerado um dos maiores iluminadores do Brasil, em uma trajetória ascendente de mais de 50 anos de carreira, que se destaca pela vasta experiência acumulada com centenas de artistas, em teatros de todo o país. Ao longo de sua carreira, trabalhou com mais de 150 diretores em mais de 500 peças teatrais, além de dezenas de óperas, balés, shows, exposições e eventos. Em 2009 ganhou a medalha de ouro no World Stage Design, em Seul, na Coreia do Sul, com a iluminação do espetáculo “Não Sobre O Amor”, direção de Felipe Hirsch. Recebeu 5 prêmios e 10 indicações de melhor iluminação no Prêmio Shell de Teatro, e 33 Troféus Gralha Azul - Prêmio Governador do Estado do Paraná.Amaro Freitas | Nascido na periferia do Recife, apresenta-se com o baixista Jean Elton e o baterista Hugo Medeiros, que formam com ele, o Amaro Freitas Trio. Possui 4 discos gravados (2016 - Sangue Negro; 2018 – Rasif; 2021 – Sankofa e 2024 - Y'Y). O trabalho atingiu grande repercussão internacional e saiu nas listas de melhores do ano em diversos países, com matérias publicadas pela imprensa especializada de jazz na Alemanha, Estados Unidos, Israel e Japão, ganhando destaque na “Downbeat Magazine”, que o classificou como a nova promessa do jazz brasileiro. Ainda em 2018, integrou o “Brasil Music Exchange”, projeto de exportação de música brasileira, realizado por meio de uma parceria entre a Brasil, Música & Artes (BM&A) e a Apex-Brasil.Radiográficos | Estúdio de criação que desenvolve experiências para os ambientes físicos e digitais, tendo atendido clientes como Michel Melamed, Daniela Thomaz, Fernando Meirelles, Multishow, no documentário NOSSA PÁTRIA ESTÁ ONDE AMAMOS com Felipe Hirsch e outros.DEVIDO AO LIMITE DE CARACTERES A FICHA TÉCNICA CONTINUA NO FORMULÁRIO DE OUTRAS INFORMAÇÕES.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.