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O projeto propõe a produção e apresentação do espetáculo "Musical Popular Paraense _ Cultura e Ritmos Amazônicos", um teatro musical inédito que homenageia a cultura, a música e as tradições do Pará por meio de dramaturgia autoral, elenco local, banda ao vivo, dança e ações de sustentabilidade e acessibilidade. Serão realizadas cinco sessões no Teatro Margarida Schivasappa, sendo uma gratuita para estudantes da rede pública e beneficiários do CadÚnico. O projeto contempla ainda distribuição de mudas de árvores nativas, ações de formação de plateia e visibilidade institucional para patrocinadores. A proposta promoverá cultura, inclusão, geração de renda e consciência ambiental na Amazônia.
Sinopse da ObraEspetáculo Musical – “Musical Popular Paraense – Cultura e Ritmos Amazônicos” Trata-se de um espetáculo de teatro musical inédito, com dramaturgia autoral, elenco jovem, banda ao vivo e direção paraense. A obra homenageia a cultura popular do Pará por meio de cenas interligadas por música, dança e humor, celebrando elementos identitários como o carimbó, o brega, o tecnomelody, os rios da Amazônia, o Círio de Nazaré, a culinária local e as expressões artísticas urbanas.O musical propõe um olhar contemporâneo sobre o Pará, com linguagem acessível, estética jovem e inclusão de referências tradicionais e populares. O texto original traz personagens e situações que dialogam com o cotidiano amazônico, valorizando a oralidade, a diversidade e a musicalidade da região. A trilha sonora é composta por canções populares paraenses rearranjadas em formato cênico-musical, incluindo homenagens a ícones como Dona Onete, Gaby Amarantos, Pinduca e artistas emergentes da cena local.O espetáculo conta com aproximadamente 90 minutos de duração e será apresentado em cinco sessões presenciais no Teatro Margarida Schivasappa, sendo quatro com ingressos a preço popular (R$ 40,00) e uma gratuita para estudantes da rede pública e beneficiários do CadÚnico.A classificação indicativa do espetáculo é livre para todos os públicos, com indicação preferencial para maiores de 10 anos por conta da complexidade narrativa e temas relacionados à identidade cultural, diversidade e meio ambiente.Ação Educativa e Sustentável – “Kit Amazônia Viva”Durante as apresentações, serão distribuídos 1.000 kits educativos, compostos por mudas de árvores nativas da Amazônia (ipê, andiroba, açaí ou samaúma), acompanhadas de encarte informativo sobre cada espécie e dicas de plantio e conservação ambiental. A ação tem como objetivo promover consciência ecológica e o engajamento do público na valorização da floresta viva como parte da identidade amazônica. O material contará com linguagem acessível e visual inclusivo.Oficinas Artísticas e Formação de PlateiaComo parte do processo de democratização do acesso e formação de público, serão realizadas oficinas paralelas de teatro musical, com foco em canto, dança e expressão corporal, destinadas a jovens de escolas públicas e da comunidade local. As oficinas terão carga horária total de 20 horas e contarão com participação de parte do elenco e da equipe técnica, permitindo uma vivência formativa com base nos conteúdos do espetáculo. Ao final, os participantes receberão certificados.Sessão com bastidores acessíveisUma das apresentações contará com visita guiada aos bastidores do espetáculo, voltada para pessoas com deficiência e estudantes convidados. A ação incluirá conversa com elenco, direção e equipe técnica, como forma de ampliar o acesso ao processo criativo e técnico por trás da cena.Conteúdo Audiovisual – Cobertura e DivulgaçãoDurante todo o projeto, haverá cobertura audiovisual com produção de registros em vídeo e fotografia profissional. Parte desse material será utilizado para alimentar as redes sociais do projeto e da Casa de Artes Tiago de Pinho, com foco em visibilidade institucional, democratização do conteúdo e prestação de contas. Os vídeos trarão trechos do espetáculo, bastidores e depoimentos de artistas, equipe técnica e público participante.Material Digital AcessívelSerá desenvolvido um material digital complementar em formato acessível (PDF com audiodescrição e Libras em vídeo), contendo a sinopse do espetáculo, ficha técnica, contexto sociocultural da obra, curiosidades sobre a produção e informações sobre os artistas envolvidos. O material será distribuído por canais digitais e enviado a escolas e bibliotecas comunitárias.
Objetivo GeralPromover e difundir a cultura paraense por meio da produção e apresentação do espetáculo "Musical Popular Paraense _ Cultura e Ritmos Amazônicos", valorizando expressões culturais amazônicas, fomentando a cadeia produtiva local, ampliando o acesso à arte e à formação de plateia, assegurando acessibilidade plena e contribuindo para a consciência ambiental e o desenvolvimento sustentável na Região Norte.Objetivos EspecíficosApresentações: Produzir e realizar 5 sessões públicas no Teatro Margarida Schivasappa, sendo 4 com ingressos a preços populares e 1 sessão gratuita destinada a estudantes da rede pública e beneficiários do CadÚnico, para público estimado de 2.500 pessoas.Geração de trabalho e renda: Gerar 52 empregos diretos e 80 indiretos, contemplando elenco, músicos, bailarinos, diretores, técnicos e equipe de produção.Contratação local: Contratar 100% da equipe artística e técnica residente no Pará, fortalecendo a economia criativa regional.Acessibilidade: Garantir acessibilidade em 100% das sessões, com intérprete de Libras, audiodescrição (ao vivo/gravada), material digital acessível e abafadores de ruído, além de equipe de recepção treinada.Contrapartida socioambiental: Distribuir 1.000 mudas de árvores nativas da Amazônia ao público, com orientação educativa de plantio.Comunicação e visibilidade: Executar campanha de comunicação (online/offline) com materiais audiovisuais e peças gráficas acessíveis, ampliando o alcance do projeto e a visibilidade aos patrocinadores.Entrega artística e técnica: Conceber e produzir cenografia modular (5 unidades), 25 figurinos e trilha sonora executada ao vivo, integradas à dramaturgia e às coreografias autorais.Ensaios e montagem: Realizar ensaios integrados e montagem técnica conforme cronograma aprovado (pré-produção, execução e pós-produção), com roteiros técnicos formalizados.Sustentabilidade: Adotar práticas sustentáveis (não impressão de ingressos físicos, reutilização de elementos cênicos e figurinos, coleta seletiva), minimizando impactos ambientais da produção.Conteúdos acessíveis: Produzir e disponibilizar um PDF acessível (taggeado) com sinopse e ficha técnica e um minidocumentário do processo e bastidores (divulgação digital gratuita), alinhados ao plano de distribuição.Gestão orçamentária sem sobreposição: Aplicar os Custos Vinculados por percentual (acessibilidade/comunicação/divulgação acessíveis; administração; captação), sem duplicidade com itens dos produtos culturais, observando a IN vigente e as regras do SALIC.Receita prevista: Destinar integralmente a receita prevista de bilheteria (R$ 52.500,00) à execução do projeto, sem abatimento do valor incentivado solicitado, conforme normativas aplicáveis.Transparência e comprovação: Registrar e comprovar todas as etapas com relatórios técnicos e financeiros, registros visuais, listas de presença e documentação fiscal, atendendo às diretrizes da IN nº 23/2025 para prestação de contas.
O projeto "Musical Popular Paraense _ Cultura e Ritmos Amazônicos" propõe a criação e apresentação de um espetáculo de teatro musical inédito que homenageia e difunde as expressões culturais do Pará, promovendo identidade, diversidade, acessibilidade e sustentabilidade. Com dramaturgia original, banda ao vivo, elenco e equipe integralmente paraense, o espetáculo combina música, dança e teatro em uma narrativa que valoriza o patrimônio cultural amazônico, ao mesmo tempo em que amplia o acesso à arte e fomenta a cadeia produtiva local.A realização deste projeto demanda recursos técnicos e financeiros significativos que não podem ser integralmente supridos por bilheteria ou recursos próprios, sobretudo porque a proposta prioriza o acesso democrático com preços populares e sessões gratuitas. A arrecadação prevista com ingressos (R$ 52.500,00) será integralmente reinvestida na execução do projeto, sem qualquer abatimento do valor incentivado solicitado, atendendo às diretrizes legais e garantindo que o patrocínio via Lei de Incentivo cubra a estrutura artística, técnica, logística e ações de acessibilidade previstas.O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é imprescindível para assegurar a qualidade artística e técnica, viabilizar a participação de um público diverso, remunerar de forma justa os profissionais envolvidos e manter ações inclusivas e sustentáveis. O projeto aplicará os Custos Vinculados conforme percentuais estabelecidos pela legislação vigente (acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis; administração; captação de recursos), evitando sobreposição com itens já descritos nos produtos culturais, em conformidade com as regras do SALIC e da Instrução Normativa nº 23/2025.A proposta está alinhada às finalidades do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente: _ Inciso I: fomentar e difundir manifestações culturais regionais, promovendo a cultura popular paraense e suas linguagens musicais e cênicas; _ Inciso II: valorizar a produção artística local, gerando trabalho e renda para artistas e técnicos da Região Norte; _ Inciso III: estimular a universalização do acesso aos bens e serviços culturais, com sessões gratuitas, acessibilidade plena e preços populares; _ Inciso IV: preservar e difundir bens culturais imateriais da cultura amazônica, como o carimbó, o brega, o lundu, o siriá e o teatro de pássaro junino.Também atende aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, entre eles: _ Inciso I: incentivar a formação artística e cultural da população, por meio da vivência teatral e valorização da identidade local; _ Inciso III: estimular a ampliação do acesso da população aos bens culturais, com sessões gratuitas e ações de mediação; _ Inciso V: preservar e difundir os bens e valores culturais, estéticos e artísticos do país, especialmente os ligados à cultura amazônica; _ Inciso VII: desenvolver a economia da cultura, promovendo trabalho decente e dinamizando a cadeia produtiva local; _ Inciso IX: estimular iniciativas culturais com práticas sustentáveis e de impacto ambiental positivo, como a distribuição de 1.000 mudas de árvores nativas e o uso de cenografia reaproveitável.A pertinência do uso da Lei de Incentivo se reforça ao observar que o projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com destaque para: _ ODS 4: Educação de Qualidade, ao promover acesso e formação de plateia; _ ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico, pela geração de empregos diretos e indiretos; _ ODS 10: Redução das Desigualdades, por meio de ações inclusivas e acessibilidade plena; _ ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis, com a preservação do patrimônio cultural e ações ambientais; _ ODS 13: Ação Contra a Mudança Global do Clima, com práticas de produção sustentáveis e doação de mudas nativas.Por tudo isso, a Lei nº 8.313/91 é o instrumento legítimo e necessário para viabilizar este projeto de forma pública, inclusiva e acessível, garantindo excelência artística, relevância cultural, impacto social e retorno institucional aos patrocinadores que compartilham dessa visão transformadora.
O projeto “Musical Popular Paraense – Cultura e Ritmos Amazônicos” foi concebido para oferecer ao público uma experiência artística de excelência e, simultaneamente, gerar impacto social, ambiental e econômico na cadeia produtiva da cultura local. Trata-se de uma proposta que articula ações culturais, formativas e de inclusão social, contribuindo diretamente com políticas públicas culturais e educacionais.Receita prevista e destinação A receita prevista de R$ 52.500,00 com ingressos populares será integralmente reinvestida na execução do projeto, cobrindo despesas de produção, manutenção técnica e logística, sem qualquer abatimento do valor incentivado solicitado. Essa estratégia garante que o patrocínio captado via Lei de Incentivo seja direcionado ao fortalecimento artístico, às ações de acessibilidade, à comunicação inclusiva e à remuneração justa dos profissionais envolvidos.Aplicação dos Custos Vinculados O projeto aplicará os Custos Vinculados em conformidade com os percentuais estabelecidos pela legislação (20% para acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis; 15% para custos de administração; 10% para captação de recursos). Esses valores serão calculados sobre o custo total aprovado e não representam duplicidade com itens de orçamento já alocados nos produtos culturais, assegurando conformidade com as normas do SALIC.Alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) A proposta contribui diretamente para: – ODS 4 – Educação de Qualidade: oficinas artísticas gratuitas, visitas guiadas aos bastidores e material pedagógico acessível; – ODS 10 – Redução das Desigualdades: acesso gratuito e ações inclusivas para pessoas com deficiência, estudantes e beneficiários do CadÚnico; – ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis: distribuição de mudas nativas e sensibilização ambiental; – ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico: geração de empregos diretos e indiretos na economia criativa; – ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima: práticas de produção sustentáveis e ações de educação ambiental.Impacto na formação profissional e na economia criativa A equipe é composta exclusivamente por profissionais do Pará, garantindo fortalecimento da economia criativa regional. Além dos empregos gerados, haverá transferência de conhecimento por meio das oficinas e da participação ativa dos técnicos e artistas no processo formativo, beneficiando diretamente cerca de 50 profissionais contratados e estimulando a circulação de saberes.Articulação com a rede pública de educação e cultura As sessões gratuitas e as oficinas serão realizadas em articulação com escolas públicas e secretarias de educação e cultura, envolvendo professores, gestores e agentes culturais, fortalecendo o vínculo comunitário e ampliando o alcance pedagógico e cultural do projeto.Fortalecimento da identidade amazônica O espetáculo utiliza dramaturgia original ancorada em elementos da cultura amazônica, como o Círio de Nazaré, ritmos tradicionais (carimbó, siriá, lundu), o tecnobrega e o teatro de pássaro junino, incentivando o orgulho pela identidade cultural local e promovendo a valorização de saberes e práticas artísticas regionais.Comunicação democrática e acessível A divulgação será realizada com linguagem inclusiva e formatos acessíveis, contemplando redes sociais, materiais audiovisuais, rádio, mídia impressa e online. O plano de comunicação assegura visibilidade institucional aos patrocinadores e reforça a mensagem de democratização do acesso.Histórico da proponente e capacidade de execução A Casa de Artes Tiago de Pinho possui sólida trajetória na produção teatral e formação artística, com estrutura física, equipe técnica qualificada e rede de parceiros. A instituição mantém regularidade fiscal e jurídica, estando apta a firmar parcerias e captar patrocínios via Lei de Incentivo.Transparência e avaliação A prestação de contas seguirá rigorosamente os critérios do Ministério da Cultura, com relatórios técnicos e financeiros, registros visuais e indicadores de impacto. O projeto já prevê mecanismos de monitoramento e avaliação desde a fase inicial.Potencial de replicabilidade A metodologia das oficinas, o roteiro e os materiais desenvolvidos permitem que o projeto seja replicado em outros municípios da Região Norte, ampliando o legado cultural e formativo, inclusive em ciclos futuros com novos patrocínios.
Especificações Técnicas do Produto1. Espetáculo “Musical Popular Paraense – Cultura e Ritmos Amazônicos”Formato: Espetáculo de teatro musical com dramaturgia original, banda ao vivo, elenco jovem e elementos de dança e performance.Duração: Aproximadamente 90 minutos por sessão.Classificação Indicativa: Livre (indicação preferencial a partir de 10 anos).Local de apresentação: Teatro Margarida Schivasappa – Belém/PA.Número de sessões: 5 apresentações (4 sessões com ingressos a preços populares e 1 sessão gratuita).Equipe envolvida: Mais de 50 profissionais, incluindo elenco, direção, músicos, equipe técnica e produção.Cenografia: Modular e adaptável ao palco do teatro, composta por estruturas reaproveitáveis, painéis móveis, elementos de ambientação amazônica e iluminação cênica com controle digital.Figurinos: Produzidos com tecidos regionais, acessórios recicláveis e referências à cultura paraense (brega, carimbó, festividades religiosas).Iluminação e som: Equipamento digital com operação ao vivo. Mesa de som com múltiplas entradas, microfones headset e projetores de LED.Acessibilidade: Todas as sessões contarão com intérprete de Libras, audiodescrição, material descritivo acessível e abafadores sonoros para autistas. Uma sessão terá bastidores acessíveis com visita guiada. 2. Kit Sustentável – “Amazônia Viva”Formato: Kit distribuído gratuitamente ao público presente no espetáculo.Quantidade: 1.000 unidades.Composição:1 muda de árvore nativa da Amazônia (andiroba, ipê, açaí ou samaúma);Encarte impresso com orientações de plantio e descrição ambiental;Embalagem sustentável com alça.Distribuição: Realizada durante todas as sessões, com apoio da equipe técnica.Objetivo: Incentivar práticas sustentáveis e reforçar a identidade amazônica como valor cultural. 3. Oficinas de Teatro Musical – Formação de Jovens e Formação de PlateiaPúblico-alvo: Jovens de escolas públicas, estudantes de teatro e dança, e comunidade local.Carga horária: 20 horas totais.Formato: Oficinas presenciais integradas, divididas em três módulos:Módulo 1 – Canto e Preparação Vocal para Teatro Musical (6h);Módulo 2 – Corpo e Movimento Cênico (6h);Módulo 3 – Integração cênica: atuação e interpretação musical (8h).Equipe: Ministradas por artistas da própria equipe do espetáculo (direção musical, direção coreográfica, elenco).Local: Casa de Artes Tiago de Pinho.Metodologia: Aprendizado prático, dinâmicas de grupo, exercícios cênico-musicais, avaliação de desempenho coletivo e estímulo à produção autoral.Recursos: Instrumentos musicais, figurinos pedagógicos, material gráfico de apoio.Certificação: Entrega de certificados ao final com chancela da proponente. 4. Sessão com bastidores acessíveisPúblico-alvo: Pessoas com deficiência, estudantes da rede pública e grupos comunitários.Formato: Visita guiada aos bastidores do espetáculo com interação com a equipe e elenco.Duração: 40 a 60 minutos (prévia à apresentação).Conteúdo: Demonstração de bastidores, conversa sobre os processos de montagem, produção, figurino e trilha sonora. Tradução em Libras e audiodescrição disponíveis. 5. Material Digital AcessívelFormato: Arquivo PDF acessível (taggeado), com versão em vídeo contendo tradução em Libras.Conteúdo:Sinopse e ficha técnica do espetáculo;Informações sobre a cultura paraense;Apresentação dos artistas e depoimentos;Curiosidades sobre a trilha sonora e elementos cênicos.Distribuição: Gratuita, via redes sociais, QR Code nos programas de mão e envio a escolas e bibliotecas. 6. Cobertura Audiovisual e Comunicação InstitucionalItens previstos:Filmagem de trechos das sessões;Produção de minidocumentário com depoimentos do público, equipe e patrocinadores;Ensaios fotográficos e vídeos promocionais;Divulgação contínua nas redes sociais da Casa de Artes Tiago de Pinho.Objetivo: Documentar o projeto, dar visibilidade às ações e cumprir as exigências de comunicação para fins de contrapartida aos patrocinadores e transparência pública.
Acessibilidade Física e de ConteúdoO projeto “Musical Popular Paraense – Cultura e Ritmos Amazônicos” foi planejado com o compromisso de promover acessibilidade plena e inclusiva, assegurando que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam participar integralmente das ações culturais previstas. A acessibilidade será garantida em todas as etapas da realização do espetáculo, desde a circulação nos espaços físicos até a fruição do conteúdo artístico. Acessibilidade FísicaTodas as sessões do espetáculo acontecerão no Teatro Margarida Schivasappa, equipamento cultural que conta com estrutura arquitetônica acessível, incluindo:Rampa de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Banheiros adaptados para pessoas com deficiência;Sinalização visual clara e pontos com guias táteis em áreas de circulação;Poltronas reservadas para pessoas com deficiência física e seus acompanhantes;Equipe de recepção treinada para orientação de público PCD e identificação de necessidades específicas.A acessibilidade física será verificada previamente por checklist técnico da produção e será registrada com fotos e relatórios para fins de prestação de contas no SALIC. Acessibilidade de ConteúdoTodas as cinco sessões públicas do espetáculo contarão com recursos de acessibilidade comunicacional e sensorial, assegurando compreensão e fruição da obra artística por pessoas com deficiência auditiva, visual, sensorial ou intelectual.As ações previstas incluem:Intérprete de Libras em todas as sessões, posicionado de forma visível ao público e em sintonia com a narrativa do espetáculo;Audiodescrição ao vivo e gravada, com roteiro previamente produzido e ensaiado por profissional especializado, garantindo que pessoas com deficiência visual possam acompanhar a narrativa com autonomia;Material digital acessível, com sinopse da peça, ficha técnica, informações sobre elenco e equipe, disponibilizado em formato compatível com leitores de tela;Legendas descritivas integradas aos vídeos promocionais veiculados em redes sociais e na campanha de comunicação do projeto;Distribuição de abafadores de ruído, mediante solicitação prévia, para pessoas neurodivergentes ou com hipersensibilidade auditiva, garantindo conforto acústico;Equipe de recepção capacitada, com treinamento básico em comunicação inclusiva, acolhimento de pessoas com deficiência intelectual ou sensorial e mediação de acessos;Sinalização visual clara e contraste de cor nos materiais gráficos físicos e digitais, respeitando as diretrizes de acessibilidade visual.Todas as ações serão documentadas por meio de registros fotográficos, relatórios de execução, roteiros de acessibilidade e comprovantes de contratação de profissionais especializados, em conformidade com a Instrução Normativa nº 23/2025.Compromisso com a Inclusão CulturalO projeto adota como princípio que a cultura deve ser acessível a todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, cognitivas ou socioeconômicas. Por isso, os recursos de acessibilidade serão implementados não como adição, mas como parte integrante do planejamento artístico e operacional do espetáculo.A acessibilidade é tratada como um eixo estruturante do projeto, assegurando democratização real do acesso, inclusão e valorização da diversidade humana.
Democratização de AcessoO projeto “Musical Popular Paraense – Cultura e Ritmos Amazônicos” foi planejado com o compromisso de promover o acesso democrático e inclusivo à cultura, contemplando diferentes perfis de público, especialmente pessoas em situação de vulnerabilidade social, estudantes de escolas públicas e pessoas com deficiência. A proposta vai além da realização artística ao implementar ações concretas e estruturadas para ampliar o acesso, formar plateias e garantir a fruição cultural com equidade. Distribuição e Comercialização dos IngressosSerão realizadas 5 sessões públicas do espetáculo no Teatro Margarida Schivasappa (Belém/PA), com capacidade de 500 lugares por sessão, totalizando um público estimado de 2.500 pessoas. A política de acesso será:4 sessões com ingressos a preços populares, fixados em R$ 40,00, como forma de viabilizar o acesso a públicos diversos, inclusive de baixa renda;1 sessão com ingresso gratuito, destinada exclusivamente a estudantes da rede pública de ensino e beneficiários do CadÚnico, selecionados em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e entidades sociais, mediante ofício, lista nominal e registro documental.Todos os ingressos serão distribuídos com antecedência por meio de plataforma online e pontos de retirada física com acessibilidade, visando atender pessoas com e sem acesso à internet. O controle de público será feito por meio de listagens, check-in e relatório de execução. Medidas de Ampliação de AcessoAlém da política de ingressos, o projeto prevê ações complementares para potencializar a fruição cultural, engajar a comunidade e deixar um legado educativo e social:Ensaio aberto com público convidado Realização de um ensaio técnico aberto com presença de alunos da rede pública e instituições sociais. A ação incluirá breve conversa com a equipe artística, com mediação sobre o processo criativo, incentivando o interesse pela linguagem teatral.Sessão com bastidores acessíveis Após uma das sessões, será oferecida uma visita aos bastidores do espetáculo, com breve conversa com elenco e equipe técnica, permitindo ao público conhecer os bastidores da produção teatral, desde iluminação até o processo de montagem cênica.Distribuição digital de materiais educativos e acessíveis Serão disponibilizados materiais digitais com sinopse do espetáculo, contextualização cultural, ficha técnica e informações de bastidores, em formatos acessíveis (PDF acessível e audiodescrição), com divulgação nas redes sociais da Casa de Artes Tiago de Pinho.Cobertura audiovisual para redes sociais e mídias comunitárias A proposta inclui a documentação em vídeo de trechos do espetáculo e depoimentos de público, artistas e convidados, com veiculação em redes sociais e portais culturais, ampliando o alcance do projeto para pessoas que não puderem comparecer presencialmente.Divulgação comunitária e em escolas Campanha de divulgação com foco em escolas públicas, redes comunitárias, equipamentos culturais, instituições que atendem pessoas com deficiência e rádios locais, buscando garantir o acesso de públicos tradicionalmente afastados da cena cultural. Compromisso com o Acesso e a Formação de PlateiaTodas essas medidas são pensadas para que o projeto não apenas seja assistido, mas também vivenciado, compreendido e apropriado por diferentes públicos, fortalecendo o pertencimento cultural e o engajamento social com a produção artística local. A democratização de acesso está integrada ao planejamento técnico e será monitorada com registros fotográficos, relatórios e listas de presença para prestação de contas.
Ficha TécnicaA instituição proponente, Casa de Artes Tiago de Pinho, será responsável pela gestão geral do projeto, atuando na coordenação executiva, articulação com parceiros e supervisão das etapas de produção, formação, comunicação e prestação de contas. Ao longo de seus 10 anos de existência, a Casa tem se consolidado como referência em teatro musical na Amazônia, promovendo dezenas de espetáculos formativos e de cunho profissional com forte repercussão social e cultural.Tiago Rodrigues de Pinho – Diretor Geral e Produtor Executivo Fundador da Casa de Artes que leva seu nome, Tiago é professor, diretor e produtor teatral com atuação em mais de 120 espetáculos. Produziu e dirigiu montagens de destaque no cenário amazônico, como Os Miseráveis, Leona Vingativa, O Cortiço, O Auto da Compadecida, Pra Quem é Addams e Geni de Todas as Almas, apresentados nos principais palcos do Pará. Coordenou festivais oficiais para prefeituras e empresas como Coca-Cola e Colégio Marista. No projeto, atuará na supervisão artística, direção geral e articulação institucional.Izabela Lobato Marçal – Diretora Coreográfica e Produtora Cultural Graduada em Educação Física e técnica em dança pela UFPA, Izabela é gestora cultural, bailarina e coreógrafa com trajetória consolidada nas artes cênicas. Atuou em mais de 50 espetáculos, entre eles O Despertar da Primavera, Encantada do Brega – O Musical, Jesus Cristo Superstar e Musical Popular Paraense (edição 2018), com reconhecimento em prêmios como Semear e Seiva. Na proposta, será responsável pela direção coreográfica, preparação corporal e produção pedagógica das oficinas de dança.Renata Del Pinho – Diretora Musical Cantora, atriz e preparadora vocal com trajetória em teatro musical e produção de shows autorais. Atua como docente na Casa de Artes Tiago de Pinho, onde desenvolve pesquisa em canto popular e formação vocal. Dirigiu musicalmente espetáculos como Heather’s, In The Heights, Pra Quem é Addams e Musical Popular Paraense, contribuindo para o protagonismo de jovens artistas amazônidas. No projeto, coordenará o trabalho vocal com os elencos e formandos, incluindo arranjos, ensaios e apresentações públicas.Weydson Nunes – Coordenador Técnico e de Produção Formado em Produção Cultural pela UFPA, atua na gestão de projetos artísticos e educativos. Possui experiência em projetos aprovados nas Leis Rouanet, Semear e Aldir Blanc. Atuará na coordenação de produção executiva, logística de oficinas, apoio à gestão de recursos e cronograma técnico.Thiago Fernandes – Designer e Coordenador de Comunicação Graduado em Design e com ampla experiência em comunicação visual para projetos culturais. Responsável pelas campanhas gráficas e audiovisuais da Casa de Artes Tiago de Pinho, cuidará da criação das peças de divulgação, identidade visual do espetáculo, vídeos promocionais e ações digitais que darão visibilidade ao projeto e aos patrocinadores.Além desses profissionais, o projeto contará com assistentes técnicos, monitores, oficineiros convidados e equipe de apoio administrativo, com foco em inclusão de jovens e profissionais locais da cadeia criativa da cultura. Todos os integrantes terão seus vínculos formalizados e serão capacitados para garantir a qualidade e o cumprimento dos objetivos da proposta.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.