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O projeto ?Eu, Beija-Flor? propõe a criação de um livro de memórias, um acervo audiovisual e uma exposição fotográfica dedicados aos baluartes da Beija-Flor de Nilópolis. Trata-se de um registro inédito de personalidades que, com mais de meio século de dedicação, ajudaram a construir a história da escola e do carnaval brasileiro. Com depoimentos em primeira pessoa, retratos exclusivos e distribuição gratuita, o projeto busca preservar, valorizar e divulgar a memória viva do samba.
Sinopse LivroTrata-se de um tributo visual e afetivo aos baluartes da Beija-Flor de Nilópolis, os guardiões da memória, da arte e da ancestralidade de uma das mais emblemáticas escolas de samba do Brasil. Por meio de retratos sensíveis e narrativas breves, a obra eterniza as faces e vozes daqueles que construíram, com talento e resistência, a história da agremiação e da cultura afro-brasileira. Um encontro entre imagem e palavra que convida o leitor a reconhecer, respeitar e se emocionar com as trajetórias de vida que fazem do samba um verdadeiro ato de identidade e luta.Sinopse ExposiçãoA exposição reúne fotografias inéditas dos baluartes da Beija-Flor de Nilópolis, revelando em cada olhar, gesto e expressão, a força de quem transformou o samba em legado e o barracão em território de cultura e afirmação negra. Mais que retratos, as imagens celebram vidas que resistem, ensinam e inspiram. A mostra convida o público a um mergulho poético na história viva da escola, promovendo o encontro entre gerações e valorizando a potência do samba como movimento social e cultural.Sinopse DocumentárioUm registro que dá voz e corpo aos personagens centrais da história do carnaval brasileiro e da cultura afrodescendente. Por meio de depoimentos sinceros e imagens de arquivo e bastidores, o filme reconstrói memórias pessoais e coletivas, revelando como o samba ultrapassa o desfile para se tornar ferramenta de resistência, educação e transformação social. Um registro audiovisual potente e sensível, que preserva histórias que precisam ser contadas e jamais esquecidas.
Objetivo geralA Beija-Flor de Nilópolis, atual campeã do Grupo Especial do Carnaval carioca, será homenageada em um projeto inédito de memória e valorização cultural. Intitulado ?Eu, Beija-Flor?, o projeto propõe transformar em livro, exposição e acervo audiovisual as histórias de vida dos grandes nomes que ajudaram a construir a trajetória vitoriosa da escola ? considerada uma das mais importantes do samba brasileiro.A ideia nasceu do impacto gerado por um ensaio fotográfico coletivo realizado em janeiro deste ano, no barracão da agremiação. A imagem, que reuniu os principais baluartes da Beija-Flor, ganhou destaque na imprensa nacional. As fotos foram clicadas pelo fotógrafo paulistano Eduardo Vieira, especialista em retratos, que capturou com delicadeza a força simbólica desses personagens. Dando continuidade a esse movimento de valorização, ?Eu, Beija-Flor? reunirá retratos individuais inéditos e entrevistas profundas com nomes fundamentais da escola.Além da publicação de um livro com tiragem gratuita, que será distribuído em escolas públicas, bibliotecas, museus e agências de turismo, o projeto prevê também dois grandes eventos de lançamento. As ações contarão com coletiva de imprensa, exposição fotográfica e uma apresentação especial da própria Beija-Flor. ?Eu, Beija-Flor? é mais do que um registro documental ? é um gesto de reconhecimento, escuta e resistência cultural.Objetivo específicoProdução de um documentário completo com base nos depoimentos colhidos, reunindo as histórias individuais de cada baluarteLivro com tiragem de 3.000 exemplares, com entrevistas em primeira pessoa e retratos fotográficos dos entrevistados;Exposição fotográfica em dois eventos de lançamento (Nilópolis e Rio de Janeiro);
A Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis representa um dos maiores patrimônios imateriais da cultura popular brasileira. Mais do que uma agremiação vitoriosa no Carnaval carioca, a Beija-Flor é um símbolo de resistência negra, de valorização das raízes afro-brasileiras e de transformação social. Em meio a um contexto histórico de desigualdade e invisibilidade das comunidades negras e periféricas, a escola tem sido, há décadas, um espaço de afirmação cultural, pertencimento e geração de oportunidades.Este projeto propõe a valorização da memória viva da Beija-Flor de Nilópolis por meio de seus baluartes, figuras fundamentais na construção da escola e de sua identidade cultural. São homens e mulheres que preservam saberes, práticas e histórias fundamentais para a compreensão do papel da escola como movimento de resistência e força comunitária.Desta forma, o projeto visa preservar a memória oral e visual da Beija-Flor, fomentar o reconhecimento de seus personagens históricos e fortalecer a autoestima da comunidade de Nilópolis e do povo negro brasileiro. Além disso, busca promover o acesso à cultura e à educação por meio de produtos acessíveis e de forte potencial didático, sobretudo para jovens e estudantes da rede pública.Valorizar os baluartes da Beija-Flor é também reconhecer o valor da ancestralidade, da coletividade e da resistência. Ao contar suas histórias, o projeto reafirma o compromisso com a justiça social, a diversidade cultural e o combate ao apagamento histórico de vozes negras no Brasil.Em 2025, a Beija-Flor de Nilópolis recebeu uma carta de agradecimento do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) pelo enredo escolhido para o carnaval de 2026, em que homenageará o Bembé do Mercado ? celebração de matriz afro-brasileira reconhecida como patrimônio cultural da Bahia e do Brasil. Esse reconhecimento reforça o papel histórico da escola na valorização da cultura negra e na construção de narrativas de resistência no carnaval.
O projeto promove o registro e a valorização de personagens históricos do universo do Carnaval, reconhecendo seu papel fundamental na preservação da cultura afro-brasileira e na resistência social por meio do samba. A iniciativa se desdobra em três ações integradas: um livro fotográfico, uma exposição e um documentário com depoimentos dos baluartes.Por meio de retratos autorais e relatos de vida, o projeto dá visibilidade a personagens muitas vezes esquecidos pela história oficial, mas que são verdadeiros pilares da cultura popular e da identidade negra. A exposição estimulará o acesso à arte e à memória comunitária. Já o documentário preserva em vídeo a voz e a experiência desses personagens, como forma de educação, representatividade e pertencimento.Mais do que uma homenagem, o projeto é um instrumento de fortalecimento da autoestima da população negra, de educação patrimonial e de preservação da memória coletiva, reafirmando o samba como expressão de luta, identidade e transformação social.
Especificações técnicas do livro:Título: Eu, Beija-florPáginas: 256 páginasFormato: 20x25Acabamento: Capa dura, laminação fosca, 4/0 coresMiolo: Miolo couche matte 150gImpressão: 4/4 coresTiragem: 3 mil exemplaresExposição: 15 fotografias plotadasDocumentário:Média-metragem de aproximadamente 30 minutos.
A exposição nos eventos de lançamento serão realizadas em locais adaptados ao acesso de pessoas com deficiência, com presença de intérprete de libras. O documentário contará com legendas e audiodescrição.
Distribuição gratuita de 50% da tiragem para escolas, bibliotecas e centros culturais;Oficinas e rodas de conversa com os baluartes durante os lançamentos;Uso dos materiais em atividades educativas em escolas e projetos sociais;Disponibilização online dos vídeos com acessibilidade (legendas e audiodescrição).
Coordenação editorial e gráfica: Juliana TeixeiraJULIANA TEIXEIRA é formada em Jornalismo e possui especialização em gestão editorial. Atua no mercado editorial há 16 anos. Trabalhou como produtora editorial e de projetos especiais em algumas editoras cariocas e atualmente, dirige a agência editorial Odoyá Edições, especializada em gestão e produção de projetos especiais. Trabalhou, em 2016, no Comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, atuando como produtora editorial e gráfica das revistas de cerimônias de abertura e encerramento Olímpicos e Paralímpicos e na produção do jornal Village Life durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Atuou como produtora editorial freelancer e na administração de projetos especiais da editora Bazar do Tempo nos anos de 2015 e 2016. Em outubro de 2014, foi convidada para coordenar a produção da editora Sou.l, de onde saiu em setembro de 2015. Em 2014, exerceu na editora Edições de Janeiro as funções de administradora de projetos especiais, produtora editorial e pesquisadora iconográfica. Trabalhou na editora carioca Casa da Palavra de 2009 a 2014, atuando em diversas funções, como administração de projetos especiais, produção editorial, social media e assessora de imprensa.Coordenação de projeto, pesquisa e textos: Bruno LauratoBRUNO LAURATO é jornalista com sólida experiência em assessoria de imprensa e produção de conteúdo, atuando há mais de sete anos em áreas como cultura, entretenimento, governo, educação, tecnologia, negócios, música e recursos humanos. É autor do livro Verde, amarelo, azul e rosa (Editora Viseu, 2018), que evidencia seu olhar atento às questões culturais e sociais.Ao longo da carreira, trabalhou em redações importantes como iG, UOL e Marie Claire, além de colaborar com startups e iniciativas governamentais, incluindo a Semana de Inovação ENAP 2021, realizada em parceria com a Enap e o Ministério da Infraestrutura.Tem experiência na gestão de imagens de artistas como Ludmilla, Jorge Vercillo e a banda Maneva, além de participar de lançamentos culturais, como o Teatro B32 em São Paulo e os espetáculos ST Tragédias e Amazônia.Com expertise em gestão de crises, desenvolvimento estratégico de comunicação e amplo relacionamento com a mídia, Bruno busca sempre contribuir para o sucesso e visibilidade dos projetos em que atua.Fotografia: Eduardo VieiraEDUARDO VIEIRA tem 40 anos é empresário, jornalista e fotógrafo. Em 2012, fundou a ePlay Studio, uma empresa audiovisual publicitária e, em 2024, criou o Studio Aram, especializado em fotografia. Atualmente é responsável por produzir e criar campanhas para clientes como Nubank, XP, Itaú, Alcoa, TOTVS, Allianz Seguros, Unimed, Banco BV.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.