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PRONAC 255970Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Pipoca, Pião!

CGC-CSA CONSULTORIA E ASSESSORIA LTDA
Solicitado
R$ 747,0 mil
Aprovado
R$ 747,0 mil
Captado
R$ 172,6 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

23.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-05-11
Término
2027-05-10
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O projeto "Pipoca, Pião!" propõe a produção e realização de performances cênicas com dramaturgia envolvendo histórias da tradição oral, realizadas em ambiente hospitalar pediátrico.

Sinopse

"Brinquedos e jogos carregam em si a história e a engenhosidade que a humanidade levou muito tempo para construir. Quando a criança está de posse de um brinquedo ou toma parte em um jogo, ela tem a possibilidade de apropriar-se da cultura produzida por sua geração e pelas gerações anteriores a ela. Pode fazer uso desses objetos ou jogos de uma maneira particular, fruto de sua expressão, de sua maneira de pensar, e assim interagir com o que a humanidade produziu”.Adriana Klisys A dramaturgia das performances cênicas do projeto “Pipoca, Pião! Brinquedos Vivos na Palma da Mão” será desenvolvida a partir de pesquisa de tradições lúdicas da cultura da infância, representativas de diversas regiões do Brasil, com ênfase na arte dos brinquedos feitos à mão. Piões e bilboquês esculpidos no torno de antigos artesãos, caleidoscópios criados com a delicadeza e precisão de um ourives, aviões de lata que encantam com a leveza de seu voo, corrupios nascidos do reaproveitamento dos botões do paletó que o avô não usa mais, desafios que despertam a curiosidade e instigam a interação com o público. A proposta é despertar um diálogo lúdico com a plateia, provocando uma construção colaborativa para desvelar a trama das brincadeiras e estabelecer uma ponte com o brincar das crianças de hoje.A surpresa provocada pelo encontro com os “atores-brincantes” será o ponto de partida para a tessitura do enredo. No mirabolante carrinho de “brinquedos muito além do tempo” estão os enigmas, as provas e as soluções possíveis dos desafios a serem vencidos. Afinal, ninguém duvida de que brinquedos ensinam a viver. A pequena bola de gude, por exemplo, oferece o tratado da precisão ao alcance dos dedos. A boneca de pano, trabalho dedicado da avó costureira, introduz a arte do convívio, da cumplicidade, do ouvir atento e sempre disponível. O caleidoscópio abre o jogo da diversidade. Com suas miniaturas de flores sempre novas, aguça o olhar para perceber a transformação. O catavento, amigo de brisas e ventos, gira alegre anunciando a estação. Gira o tempo, gira o planeta, gira também o pião. Desenha histórias sem fim bem aqui, pertinho do peito, na palma da minha mão. Brinquedos têm história. Como companheiros de viagem carregam a centelha primordial: brinco, logo existo! Entre fantasia e realidade revelam a essência de que somos feitos: simplicidade. Com um pau se faz uma canoa. E com um barbante, um caco de vidro, algumas pedrinhas e um pedaço de pano... começamos a decifrar o mundo. A dramaturgia irá propor um percurso repleto de provações, descobertas e encantos, sempre com a possibilidade de recomeçar e tentar de novo. Nem sempre é fácil, pois estes brinquedos não são movidos à pilha ou controle remoto, não têm um botão que basta apertar para ativar o movimento. Sua força motriz é a vontade, sua graça é o desejo de superação, sua magia é algo que mora entre o sonho e a realidade, e que só a palavra poética consegue descrever.Não existe manual ou tutorial que dê conta de garantir o sucesso no enfrentamento desses desafios. O segredo da superação mora na soltura, no desapego e na espontaneidade de se permitir a experiência e a brincadeira. Os atores-brincantes serão guias desta viagem lúdica, sempre dispostos a soprar ventos de alento que encurtam a distância que nos separa de nossas raízes culturais. Assim, com música, coragem e deleite, a montagem “Pipoca, Pião!” nos conduzirá por veredas há muito esquecidas, que guardam em suas esquinas e vielas, verdadeiras pedras preciosas da memória cultural de nosso povo. Pedrinhas, bambu, areiaCordões, papel, madeiraA simplicidade guarda segredos E os revela a quem tem o gosto de criarPião, bilboquê, petecaBola, ioiô, cata-ventoGira e giraTempo eterno no momentoRoda e rodaComo é bom transformarUma gotinha em marAdriane Havro

Objetivos

Objetivo Geral Oportunizar a crianças, jovens e seus familiares, bem como educadores e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe a vivência de encenações teatrais engajadas em um projeto de formação de novas plateias, com a realização de performances cênicas.Objetivos Específicos - Realizar 60 performances cênicas no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba/PR, difundindo a linguagem teatral para o público formado por pacientes do hospital, seus familiares e colaboradores da instituição. - Democratizar o acesso à arte e à cultura para cerca de 2.500 pessoas por meio das performances cênicas realizadas gratuitamente em ambiente hospitalar.

Justificativa

Este projeto, "Pipoca, Pião!", propõe a produção e realização de performances cênicas com dramaturgia envolvendo a tradição dos brinquedos artesanais e os desafios lúdicos da cultura popular. As sessões itinerantes irão delinear um percurso interno no Hospital Pequeno Pr?ncipe, provocando interações e ativando espaços diversos de convívio da instituição. A montagem contará com a participação de uma trupe de atores-brincantes que apresentarção de maneira cativante e interativa a história, a beleza e a cultura própria destes brinquedos de sempre, que são a expressão viva de uma cultura ancestral. Pião, mané-gostoso, escada-de-jacó, bilboque, avião de lata, corrupio são alguns dos brinquedos que serão vivenciados pelo público. Esses brinquedos e modos de brincar, que são encontrados nas mais diversas regiões do país, carregam a memória de gerações e comunidades, e revelam um reaproveitamento extremamente rico e variado de expressões e materiais. Essa produção, feita por artesãos e por brincantes anônimos, tem uma tradição de anos, mas está em vias de transformação ou mesmo, de desaparecimento gradativo, em face da produção industrializada de brinquedos. Essas transformações, ligadas ao domínio da indústria cultural, são cada vez mais rápidas, a ponto de não ser tão fácil localizar as manifestações populares na nossa realidade urbana. Existem registros de brinquedos infantis, provenientes de diversas culturas, que remontam a épocas pré-históricas, demonstrando assim que é natural ao homem brincar, independentemente de sua origem e de seu tempo. Sabe-se por estudos arqueológicos realizados em busca das perdidas civilizações da Idade da Pedra e do Bronze, terem sido encontrados piões, bolas e bonecas que certamente teriam alegrado os dias das crianças daquelas remotas eras. Antigamente os brinquedos estavam relacionados com as crenças e a religiosidade, chegando a ser oferecidos aos deuses. Porém, com o advento da industrialização, o brinquedo passou a ser produzido em escala e virou mercadoria dentro do nosso universo de consumo. O estímulo para a compra através da televisão, outdoors e vitrines de lojas é constante: o adulto e igualmente as crianças são atingidas. O comércio está abarrotado de brinquedos de todos os tipos imaginados. Há os que falam, andam, dão tiros, enfim, brincam sozinhos. A criança não precisa mais imaginar, basta apertar um botão e observar passivamente a "performance" do brinquedo.A redescoberta do brinquedo artesanal, voltado para a experiência lúdica plena, respeitando a criançaa em sua expressão livre e promovendo sua socialização, compreende todo um lado antropológico e cultural que merece ser aprofundado. Não se trata apenas de uma questão estética, ou de uma opção de materiais. Portadores da identidade local e difusores de uma cultura ancestral, os brinquedos artesanais ao mesmo tempo que encantam crianças de todas as classes sociais, são estigmatizados como "brinquedos do passado". O brinquedo é um dos veículos de transmissão de cada cultura e, segundo Gilles Brougére, ele reflete a cultura do meio no qual é produzido e inserido: "A produção artesanal de brinquedos sempre terá lugar importante em qualquer sociedade, pois é concebida num ritmo humano, como produto da habilidade manual, da fantasia e da capacidade criadora de cada um". Os artesãos responsáveis pela manutenção desta produção e desta cultura estão espalhados pelo Brasil, em situações tão diversas como a própria produção que concretizam, enfrentando os problemas e colhendo os frutos de estar à margem da cultura de massa. Seus brinquedos são modelados pela história, lixados pelo tempo, pintados por cores da memória e do invento. Assim, o projeto "Pipoca, Pião!" pretende, por meio de performances cênicas itinerantes, disseminar essa herança cultural e os valores humanistas que a cercam. É uma proposta que favorece a superação de preconceitos gerados pela industrialização em relação ao artesanato, valoriza manifestações culturais da comunidade e revitaliza a ligação com a cultura dos brinquedos tradicionais. Sendo um projeto com distribuição integralmente gratuita e sem apelo mercadológico por se realizar em instituição hospitalar, só é possível viabilizar sua realização por meio da Leis de Incentivo à Cultura. Dentre os incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em: * Inciso I- uma vez que prevê a realização gratuita de performances cênicas no interior de instituição hospitalar; * Inciso II- uma vez que as performances serão realizadas por artistas locais, com base em pesquisa sobre a cultura popular; *Inciso IV- ao trazer a público manifestações diversas e diversificadas das tradições populares; * Inciso VI- entendendo a cultura popular e as tradições orais como patrimônio imaterial de uma sociedade; * Inciso IX- o projeto será realizado por artistas locais. Para o cumprimento destas finalidades, o projeto atende aos seguintes objetivos (Art. 3 da referida lei): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore - o projeto prevê a realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos- no caso específico,distribuição gratuita das performances cênicas;

Estratégia de execução

> O item Coordenação Geral será pago ao proponente do projeto.

Especificação técnica

Especificação técnica das encenações (produto principal) 60 apresentações gratuitas realizadas no interior do Hospital Pequeno Príncipe, sendo cada performance com duração de 1 hora.

Acessibilidade

De acordo com os termos do Art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 e do Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e com a intenção de proporcionar o pleno exercício dos direitos culturais aos idosos e portadores de deficiência, o projeto irá garantir condições de acessibilidade com as seguintes ações: ACESSIBILIDADE FÍSICA e INTELECTUAL - Realizar atividades com este perfil em instituição hospitalar, em si, garante a descentralização e o acesso à arte e à cultura para pacientes e familiares em situação de vulnerabilidade e de circulação restrita. Por se tratar de um ambiente hospitalar, a instituição atende também pessoas com diversas deficiências e variadas necessidades especiais, garantindo todos os equipamentos, adaptações e suporte profissional necessários para recebe-los e a seus acompanhantes, quando idosos. > ACESSIBILIDADE VISUAL – O projeto não inviabiliza a participação de deficientes visuais e o acesso ao conteúdo de voz e som das performances. > ACESSIBILIDADE AUDITIVA – O projeto não inviabiliza a participação de deficientes auditivos e o acesso ao conteúdo coreográfico e performático das performances.*Sobre a instituição beneficiada: O Hospital Pequeno Príncipe destina 70% de seu atendimento a pacientes do Sistema único de Saúde (SUS). A instituição dispõe de 370 leitos e, por ano, garante que cerca de 13.000 familiares adultos acompanhem os pequenos pacientes. Muitos destes acompanhantes são idosos – avôs e avós. O Pequeno Príncipe é uma instituição de referência em diversas especialidades médicas. Além do atendimento ambulatorial acolhe, por exemplo, pacientes de nefrologia que necessitam utilizar o hospital 3 vezes por semana, bem como portadores de doenças raras, com grande índice de retorno aos leitos e pacientes de diferentes especialidades que precisam, às vezes, passar seis meses ou mais internados. Uma vez que a hospitalização é uma condição que restringe a circulação, a oferta destas performances em instituição hospitalar irá contribuir fundamentalmente para garantir a arte e a cultura como direito dos pacientes e de seus acompanhantes.

Democratização do acesso

O projeto cumpre todos os limites exigidos pelo art. 46 da IN no23/2025 do Ministério da Cultura, tendo a totalidade de suas ações realizadas gratuitamente.Em complemento, seguindo Art 47 da IN 23/2025, o projeto atende aos seguintes incisos:VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

Coordenação Geral: CGC‐CSA Consultoria e Assessoria LTDA.A coordenação geral será responsável pelo planejamento e gerenciamento do projeto como um todo, contratando, articulando e supervisionando todas as equipes envolvidas na realização de cada um dos produtos previstos. Irá coordenar o projeto de modo a garantir o cumprimento das atividades e prazos, bem como a adequação de todos os processos às especificidades exigidas pela Lei de Incentivo, incluindo o gerenciamento de prestação de contas e administração financeira do projeto. *o proponente do projeto irá receber a rubrica destinada a esta função. COORDENAÇÃO GERAL: Diretora Ety Cristina Forte Carneiro Brasileira, casada, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná. Fez MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Diretora de Relações Institucionais e Marketing do Hospital Pequeno Príncipe (entidade do 3º Setor). Em 2002 inaugura no Hospital Pequeno Príncipe o setor de Educação e Cultura, onde são desenvolvidas atividades artísticas, educativas, leitura, lúdicas e recreativas. Responsável por parceria entre Fundação Cultural de Curitiba e Hospital, para fazer parte do calendário de eventos culturais da cidade. Permitindo o acesso aos bens culturais aos pacientes e a toda comunidade do Hospital. PUBLICAÇÕES: Um Hospital de Crianças realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura/Curitiba‐PR; Catálogo Criando Asas: Fazendo Arte no Hospital Pequeno Príncipe ‐ Realizado por meio da Lei Rouanet; Família participante Programa do Hospital, que trata da Humanização Hospitalar como Resgate da Dignidade, Exercício da Cidadania e Transformação da Gestão Hospitalar; ‐ Comida de Afeto: lembranças embaladas para viagem, livro publicado por meio da Lei Rouanet. OFICINAS DE ARTES: Oficina de jogos aplicados à educação, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de música, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de artes circenses, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de artes plásticas, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de música, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de jogos, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de artes plásticas, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de música, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de artes circenses, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de artes Criando Asas, Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba‐PR; Oficina de artes Volpi, Hospital Pequeno Príncipe/Museu Oscar Niemeyer, Curitiba‐PR. PRODUÇÃO EXECUTIVA: Isadora Hofstaetter Jornalista e produtora cultural, mestre em Antropologia – Imagem e Comunicação pelo ISCTE-IUL, de Lisboa, Portugal. Entre 2012 e 2015 dedicou-se ao intercâmbio cultural entre Brasil e Portugal, sendo a idealizadora e coordenadora das duas edições do Ciclo da Fotografia Portuguesa no Brasil, realizadas em 2013 e 2014, evento que internacionalizou para o Brasil 22 artistas visuais portugueses em exposições realizadas no Rio de Janeiro (RJ), em Curitiba (PR) e em Águas da Prata (SP) – www.ciclodafotografia.com. Participou da concepção e curadoria da Galeria Reserve Fine Art (www.reservefineart.com) e idealizou os projetos poético-fotográficos Bonito Português (www.bonitoportugues.com.br) e Imagem da Palavra. Foi a curadora da exposição do Imagem da Palavra, na Biblioteca Pública do Paraná (2010), da exposição Bahia LOMO Cuba, na Galeria Ponto de Fuga, em Curitiba (2010), da exposição Museum Insigths, de Rodrigo Bettencourt da Câmara, na Galeria Ponto de Fuga em Curitiba (2012). Atuou como produtora cultural no Carpe Diem Arte e Pesquisa, em Lisboa. Em 2014, concebeu o projeto Entre Cultura, através do qual ocupou residências com exposições de artes visuais. Desde 2015 atua como produtora executiva e assistência de produção em projetos culturais que beneficiam instituições hospitalares voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes. DIREÇÃO CÊNICA: Luis Teixeira Como Diretor Teatral foi responsável por inúmeras montagens como “Morte e Vida Severina”, “Dom Chicote Mula Manca”, “Büchner – Uma Evocação Cênica”, “O Marinheiro”, “O Príncipe Feliz”, entre outras, recebendo premiações e indicações para melhores do ano. Criou e dirigiu o Lusco-Fusco Teatro Laboratório do SESC (Menção Honrosa no Troféu Gralha Azul – 1988, por sua contribuição ao desenvolvimento do Teatro Paranaense) – (1986 a 1990). Foi secretário e sócio fundador da ATINJ (Associação de Teatro para a Infância e Juventude do Paraná – 2012 a 2015); é fundador e gerente da Malasartes – Educação Sensível, e responsável pelo Ponto de Cultura Aprendiz Semeador – convênio MinC e Fundação Cultural de Curitiba. Tem atuado como diretor cênico de ações no Hospital Pequeno Príncipe como os projetos: Pipocas de Histórias (2013), Pipocas de Histórias – Novos Sabores (2016), Pipocas de Histórias – Teatro de Lã (2017), Pipocas de Histórias - Teatro de Papel (2018). DRAMATURGIA E ATRIZ: ADRIANE HAVRO Área de atuação: Teatro, Educação, Manifestações Culturais Tradicionais. Formação/titulação Atriz profissional com registro no SATED‐PR. Licenciada em Pedagogia. Formada em Pedagogia Waldorf pelo Seminário de Formação de Professores. Atuação profissional Empreendedora e coordenadora de projetos da Malasartes Projetos Culturais e da Associação Malasartes – Educação Sensível – Ponto de Cultura Aprendiz Semeador. Coordenadora de vários projetos pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Atriz e preparadora corporal do Grupo Malasartes. Coordenadora de oficinas e contadora de histórias em vários projetos pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura (área de Folclore e Manifestações Culturais Tradicionais, Artes Cênicas e Literatura).Roteirista e dramaturga em espetáculos teatrais voltados ao público infantil. Mencione os últimos trabalhos realizados Atriz e coordenadora da montagem “Artesão da Alegria – A Magia dos Brinquedos Artesanais” – Grupo Malasartes ‐ Edital CAIXA Cultural ‐ realizou apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. 2011. Preparadora corporal na montagem “O Colecionador de Novidades” – Grupo Malasartes ‐ Mecenato Municipal – 2010‐2011. Coordenadora e atriz do projeto “Histórias de Bolso” – Lei Rouanet – apresentações para crianças internadas no Hospital Pequeno Príncipe. 2009 / 2010 / 2011. Dramaturga e preparadora corporal na montagem “O Rouxinol da Floresta” ‐ Grupo Malasartes ‐ Lei de Incentivo à Cultura. 2012‐2013. Atriz e preparadora corporal da montagem “Terra do Saci” ‐ Grupo Malasartes ‐ Lei de Incentivo à Cultura. 2013‐2014. Atriz nos projetos Pipocas de Histórias – Grupo Malasartes – Lei Rouanet – 2014 a 2018.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$172.576,69 em 01/04/2026.