| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07110438000171 | BTG PACTUAL HOLDING PARTICIPACOES S/A. | 1900-01-01 | R$ 2,04 mi |
| 43815158000122 | BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A | 1900-01-01 | R$ 1,68 mi |
| 59281253000123 | BTG Pactual Serviços Financeiros S.A | 1900-01-01 | R$ 1,60 mi |
Realização do 33º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira que homenageará em sua edição de 2026 o legado artístico de Cazuza, celebrando sua importância para a música e a cultura nacional. O evento premiará a excelência musical brasileira em 12 categorias e 29 subcategorias, concedendo troféus e premiações em dinheiro aos vencedores, durante uma cerimônia marcante. Com uma curadoria trabalhada durante um ano, o espetáculo contará com apresentações dos maiores nomes da música brasileira e será apresentado por um ou dois mestres de cerimônias consagrados. Transmitido nacionalmente, o prêmio reafirma seu papel como principal reconhecimento da diversidade e qualidade da produção musical do Brasil. Além do concurso e apresentação musical, consolidamos esta edição com um Livro sobre o 33º Prêmio da Música Brasileira.
A premiação, com duração aproximada de 120 minutos, reunirá no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro, os maiores nomes da música nacional, apresentando performances exclusivas que dialogam com a obra do homenageado.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.Mais do que uma premiação, o 33º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira é um marco na preservação da nossa memória cultural e na descoberta de novos talentos, celebrando a música como expressão máxima da identidade brasileira em sua diversidade e pluralidade.
OBJETIVO GERALO 33º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira tem como objetivo central fomentar e celebrar a diversidade da produção musical brasileira, atuando como catalisador do desenvolvimento artístico nacional. Através de sua premiação abrangente distribuída em 12 categorias e 29 subcategorias, o projeto reconhece tanto os novos talentos que renovam a cena musical quanto os artistas consagrados que constroem nosso legado cultural.Nesta edição, o evento prestará uma homenagem especial a Cazuza, figura seminal cuja obra encarna a identidade cultural do Rio de Janeiro em sua essência. Seu regionalismo urbano, tão autêntico quanto as manifestações tradicionais do interior, traduz a alma carioca em suas contradições e belezas: das noites de Ipanema aos becos da Lapa, da euforia dos bares à melancolia das madrugadas. Como Luiz Gonzaga foi voz do sertão, Cazuza foi cronista poético dessa cidade-território com seu sotaque musical único, revelando como o "regional" se manifesta também nas paisagens urbanas e em suas subjetividades. Esta celebração não apenas reverencia seu impacto cultural, mas também ressalta a pluralidade de nossas raízes musicais.O projeto se destaca por seu compromisso com a democratização cultural, materializado na transmissão multiplataforma (YouTube e em negociação com TV aberta) e na disponibilização gratuita do conteúdo musical gerado. A curadoria especializada, realizada por um Conselho de Notáveis multigeracional e plurissetorial, garante a excelência e a representatividade do processo seletivo.Como resultado concreto, o Prêmio estimula a cadeia produtiva musical através da premiação em dinheiro, que possibilita aos artistas emergentes investirem em suas carreiras. Paralelamente, o registro das performances em álbum digital preserva para as futuras gerações um retrato qualificado da música brasileira contemporânea.Ao integrar reconhecimento artístico, preservação da memória cultural e fomento à produção musical, o 33º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira consolida-se como instrumento vital para o desenvolvimento e a valorização da cultura nacional em sua mais autêntica expressão.OBJETIVOS ESPECÍFICOSPREMIAÇÃO:- Identificar e avaliar artistas em todas as regiões do Brasil, abrangendo os gêneros MPB, Funk, Instrumental, Pop, Rap/Trap, Reggae, Raízes, Canção Popular, Rock, Samba, Sertanejo, categorias especiais e Prêmio do Músico Brasileira.- Constituir um Conselho de Notáveis com 38 jurados multigeracionais e multi gêneros.- Utilizar sistema de avaliação exclusivo para análise das obras e artistas, a partir de material pesquisado ao longo de 1 ano.- Entregar 29 troféus e prêmios em dinheiro, considerando as seguintes 12 categorias: MPB (artista / lançamento)Funk (artista / lançamento)Instrumental (artista / lançamento)Pop (artista / lançamento)Rap/Trap (artista / lançamento)Reggae (artista / lançamento)Raízes (artista / lançamento)Canção Popular (artista / lançamento)Rock (artista / lançamento)Samba (artista / lançamento)Sertanejo (artista / lançamento)Especiais (lançamento eletrônico / lançamento erudito / lançamento língua estrangeira / projeto audiovisual / projeto especial / revelação )Prêmio do Músico Brasileiro- Realizar tributo musical exclusivo a Cazuza, com participação de artistas convidados.APRESENTAÇÃO MUSICAL:- Realizar uma apresentação musical de 120 minutos, com a participação de artistas consagrados premiando artistas vencedores, com performances ao vivo, incluindo o tributo a Cazuza, e a projeção de imagens dos artistas concorrentes em painéis de LED.- Realizar a transmissão online AO VIVO da premiação através da plataforma YouTube, para uma meta de público de 1 milhão de visualizações.- Realizar a transmissão AO VIVO da premiação em TV aberta (em negociação), ampliando ainda mais seu potencial de alcance de público.LIVRO:- Assegurar a perenidade do projeto, eternizando a 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira em uma edição exclusiva e colecionável - Registrar ensaios, entrevistas e textos sobre Cazuza, além de registros de bastidores e fotografias inéditas de artistas e brasileiras em toda a sua intensidade. - Realizar a impressão de 2000 exemplares distribuídos de forma gratuitaMEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE ACESSO- Como medida de democratização de acesso, realizar a distribuição gratuita da quantidade referente a 10% do total de ingressos disponibilizados, para ONGs de escolas públicas de música.- Como medida de ampliação de acesso, serão disponibilizados para o público, na internet, registros audiovisuais realizados durante a premiação, acompanhados de libras e audiodescrição.
O Prêmio da Música Brasileira, com 32 edições realizadas em 36 anos de trajetória, consolida-se como ação cultural fundamental para a valorização da diversidade musical brasileira. Nesta 33ª edição, o evento inova ao ressignificar o conceito de música regional, homenageando Cazuza como expressão máxima do regionalismo urbano carioca.Entendida muitas vezes a partir de um olhar limitado e preconceituoso, a noção de "música regional" deve ser vista de forma mais alargada. De fato, regional, na verdade, é o que nasce de um território — geográfico, simbólico, histórico, afetivo — e, enraizado nele, emite um canto com sotaque, memória e identidade. Nesse sentido profundo, que é também o sentido assumido pela Instrução Normativa da Lei de Incentivo à Cultura de 2025, a obra de Cazuza pode ser lida como música regional.O Rio de Janeiro é um desses territórios. Cidade com identidade cultural, o Rio tem sotaque, ritmo e visão de mundo próprios — assim como o sertão de Luiz Gonzaga, o litoral baiano de Dorival Caymmi, o Pará de Dona Onete. Ser regional não é ser periférico: é ser situado. E o Rio é situado. Com uma tradição musical marcada por figuras como Noel Rosa, Cartola, Paulinho da Viola, Bezerra da Silva e Luiz Melodia, a cidade construiu ao longo do tempo uma linguagem estética própria, enraizada em sua geografia social, afetiva e simbólica. A obra de Cazuza se inscreve plenamente nessa linhagem, da qual ele é o grande representante de sua geração. O Rio da década de 1980, em suas particularidades regionais e únicas, se revela com precisão nos versos do poeta. Há em Cazuza uma vivência da cidade que se converte em linguagem, e essa linguagem é profundamente regional: expressão de um modo carioca de existir que, embora cosmopolita, é particular e identificado com um lugar específico.Cazuza é, portanto, tão regional quanto Luiz Gonzaga. A diferença está no cenário, não na raiz. Enquanto o pernambucano canta a seca, o baião, o vaqueiro, as danças de sua gente e os santos de sua fé, o carioca descreve a fauna da noite urbana: os malandros e os otários, as garotas de Ipanema e os garotos de programa, os becos de ressaca e os bares de euforia, o sabor salgado de uma caminhada no Arpoador. Se Gonzaga traduziu a geografia emocional do sertão nordestino, Cazuza traduziu o espírito inquieto da Zona Sul carioca — com sua sensualidade, seus excessos, suas gírias, sua solidão. Ambos são cronistas de seus territórios: cantam um mundo que conhecem com o corpo. A música de Cazuza tem cheiro, cor e som do Rio, como a de Gonzaga tem do sertão. Há no rock de Cazuza o mesmo enraizamento que há no baião de Gonzaga: são modos de cantar que nascem de um lugar e falam a partir dele. O regionalismo, nesse sentido, não se mede pela ruralidade, mas pela densidade cultural do pertencimento.Identificado legitimamente como um roqueiro, Cazuza é, sob um olhar mais fundo e preciso, um roqueiro brasileiro — e mais especificamente, um roqueiro carioca. Sua presença como cantor e compositor é ancorada em tradições musicais diversas, espalhadas pelo território do país, mas sempre filtradas por sua escuta de mundo a partir do Rio. "Faz parte do meu show" é uma bossa nova no sentido mais pleno, com harmonia insinuante e fraseado cool. Já "Preciso dizer que te amo", composta com Bebel Gilberto e Dé Palmeira, é uma bossa renovada, com ar mais pop e origens no violão de João Gilberto — sinal de que a fronteira entre o Brasil profundo e o cosmopolita é mais fluida do que se costuma imaginar, e que é um equívoco pensar a ideia de regionalismo como se esses dois Brasis fossem opostos.Em "Brasil", a percussão de samba se instala dentro de uma canção de protesto roqueira, demonstrando como sua música também dialoga com práticas culturais oficialmente reconhecidas como patrimônio imaterial. O samba, presente em sua formação desde a infância através do contato com grandes nomes da MPB, revela-se no modo como suas canções trabalham a oralidade, o ritmo da fala, a articulação entre a experiência íntima e a crítica social.A linguagem carioca em sua obra funciona como patrimônio afetivo. Cazuza escreve como quem conversa, desabafa, utilizando gírias e gestos verbais típicos do Rio. Este localismo, longe de limitá-lo, projeta-o nacionalmente, transportando a cidade no espelho do país.Importante também registrar que o Prêmio da Música Brasileira, em sua edição que homenageia Cazuza, contará com número instrumental. Esse elemento reforça o vínculo com o Art. 18, linha c, da Lei de Incentivo à Cultura, que contempla música erudita, instrumental ou regional. A presença da música instrumental nesse contexto não apenas cumpre uma exigência formal da Lei, mas dialoga com a própria natureza da canção brasileira como forma híbrida, em que melodia, harmonia e arranjo são portadores de sentido tanto quanto a palavra. Trata-se, ainda, de uma oportunidade rara de se explorar sua obra por esse viés, já que esse território permanece quase inédito: há apenas o registro isolado de uma versão instrumental de "Exagerado" num vinil promocional de 1985, e não há, até hoje, projetos relevantes de música instrumental dedicados a seu repertório.O instrumental, nesse caso, não é um apêndice, mas uma maneira de traduzir — para além da palavra — a poética de Cazuza, sua tessitura emocional, seu percurso entre a contenção lírica e o excesso dramático. Ao incluir essa dimensão no espetáculo, o projeto inscreve-se na linhagem da música brasileira que reconhece no instrumental um modo legítimo de narrativa cultural, de evocação afetiva e de afirmação estética. Trata-se, assim, de ampliar o campo expressivo da homenagem e de reforçar seu pertencimento a uma tradição regional que também se constrói por meios não verbais — como o timbre, o ritmo, o silêncio, a textura sonora.Em suma: a obra de Cazuza é regional porque nasce de um lugar, o solo carioca, e o reflete — em letra e música — com verdade, beleza e fúria. Sua canção é urbana, mas enraizada; moderna, mas ligada à tradição. Ele é herdeiro e inovador da canção brasileira. Sua voz e sua poesia representam uma cultura com sotaque e chão. Cazuza é uma voz regional que não se cala — porque fala, a partir de um olhar marcadamente carioca, de um Brasil que éramos décadas antes dele, fomos com ele e ainda somos hoje.Assim sendo, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei Rouanet (Lei 8.313/91), é essencial para viabilizar a realização deste projeto, que se enquadra em diversos incisos do Art. 1º e atende a vários objetivos do Art. 3º da referida lei, da seguinte forma:Art. 1º:I. Democratização do acesso cultural via transmissões multiplataformaII. Valorização do regionalismo urbano carioca na obra de CazuzaIII. Premiação da diversidade musical brasileira (12 categorias/29 subcategorias)IV. Preservação do pluralismo culturalVI. Documentação do patrimônio imaterial musicalVIII. Estímulo à produção de bens culturaisIX. Priorização da produção musical nacional.Art. 3º:I-b. Concessão de prêmios a artistas e obras musicaisII-c. Realização de espetáculo musical com homenagem a CazuzaIII-a. Formação de acervo cultural documentalIV-a. Distribuição gratuita de ingressos (190 para ONGs/escolas)Desta forma, o projeto se alinha integralmente aos objetivos da Lei Rouanet ao democratizar o acesso à cultura de qualidade, valorizar o regionalismo urbano como expressão legítima da brasilidade, documentar e preservar manifestações artísticas relevantes e estimular a cadeia produtiva da música nacional, fomentando a cultura como elemento dinâmico da identidade nacional que conjuga tradição e contemporaneidade.
Sobre o Produto Principal (Premiação):O evento será realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e terá sua transmissão ao vivo pelo YouTube, com negociações em andamento para exibição em rede de televisão aberta nacional. Na 29ª edição (2016), o prêmio alcançou audiência de aproximadamente 1 milhão de pessoas (Fonte: Kantar IBOPE/MW - 15 mercados/pay TV).Público Estimado:- Presencial: 1900 ingressos distribuídos.- Transmissão digital e televisiva: mínimo de 1 milhão de espectadores.Total estimado: 1.001.900 pessoas.Formato do Evento:- Premiação com 12 categorias e 29 subcategorias musicais.- Show musical com artistas consagrados e novos nomes da música brasileira.- Transmissão simultânea: plataforma YouTube e canal de TV aberta (em negociação).Processo de Seleção:- Realizado por um Conselho de Notáveis multigeracional.- Abrange todos os gêneros musicais brasileiros.- Inclui rigoroso trabalho de pesquisa.Categorias Premiadas:MPB (artista / lançamento)Funk (artista / lançamento)Instrumental (artista / lançamento)Pop (artista / lançamento)Rap/Trap (artista / lançamento)Reggae (artista / lançamento)Raízes (artista / lançamento)Canção Popular (artista / lançamento)Rock (artista / lançamento)Samba (artista / lançamento)Sertanejo (artista / lançamento)Especiais (lançamento eletrônico / lançamento erudito / lançamento língua estrangeira / projeto audiovisual / projeto especial / revelação )Prêmio do Músico BrasileiroDestaque da Edição:Nesta 33ª edição, o Prêmio homenageará Cazuza, celebrando seu legado como um dos maiores poetas da música popular brasileira e ícone do regionalismo urbano carioca. O evento mantém seu compromisso com a democratização cultural e o registro da diversidade musical brasileira.
Duração: 120 minutosLocal: Theatro Municipal do Rio de JaneiroCapacidade: 1.900 lugaresTransmissão Online Ao Vivo - Plataforma: YouTube, site oficial e rede de TV aberta (em negociação)Recursos de acessibilidade: libras, audiodescrição e legendas descritivasAcessibilidade física: rampas de acesso, banheiros acessíveis e assentos especiaisClassificação indicativa: livre para todos os públicos
O 33º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira assume o compromisso com a inclusão social através de medidas de acessibilidade física e de conteúdo, em conformidade com a Seção I do Capítulo IV Instrução Normativa MinC nº 23/2025 e o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/15).ACESSIBILIDADE FÍSICAO local do evento, oferecerá infraestrutura completa para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo:- Rampas de acesso- Banheiros acessíveis- Espaços reservados para cadeirantesACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO- Intérprete de Libras- Legenda descritiva na transmissão digital- Audiodescrição- Cadastro prévio dos convidados (incluindo ONGs e escolas de música) para identificação de necessidades específicas- Contratação de profissionais capacitados para atendimento ao público PCD- Sinalização clara e acessível em todo o espaço do eventoO projeto está em plena conformidade com o Art. 42 da Lei nº 13.146/15, garantindo não apenas o acesso físico, mas a plena participação cultural de todos os públicos. Comprometemo-nos ainda a avaliar continuamente as necessidades dos participantes e implementar melhorias que garantam uma experiência cultural inclusiva e acessível a todos, conforme os princípios da democratização cultural que norteiam o Prêmio da Música Brasileira.
O 33º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira adota um modelo de acesso gratuito, garantindo a democratização cultural através de múltiplas plataformas:- No Theatro Municipal do Rio de Janeiro - evento incluindo: artistas indicados e premiados, profissionais da música, integrantes de ONGs e escolas beneficiadas.- Transmissão digital: YouTube (plataforma aberta e gratuita)- Transmissão em TV aberta (em negociação)Como medida de democratização de acesso, o projeto realizará a distribuição gratuita da quantidade referente a 10% do total de ingressos disponibilizados, para ONGs de escolas públicas de música.E como medida de ampliação de acesso, serão disponibilizados para o público, na internet, registros audiovisuais realizados durante a premiação, acompanhados de libras e audiodescrição.Estima-se assim um impacto social significativo: cerca de 1900 pessoas no No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, potencial de 1 milhão de espectadores online, com abrangência em todo território nacional. Esta estratégia abrangente cumpre integralmente as exigências da IN nº 23/2025, transformando o Prêmio da Música Brasileira em um verdadeiro instrumento de democratização cultural, com transparência, responsabilidade social e compromisso com a formação de novas plateias.
Nome: José Maurício MachlineFunção: Direção e Coordenação Geral Currículo: Idealizador da maior premiação da música brasileira, José Maurício Machline é um entusiasta da produção musical no país, diretor de marketing, cantor e apresentador brasileiro. Autor do livro Eu Não Acredito em Religião, é o criador do "Prêmio da Música Brasileira", intitulado como a maior premiação da Música Brasileira. Será responsável, além da direção, pela gestão geral do projeto. Edições anteriores:- 1ª edição - 1987 – Vinícius de Moraes- 2ª edição - 1988 – Dorival Caymmi- 3ª edição - 1989 – Maysa- 4ª edição - 1990 – Elizeth Cardoso- 5ª edição - 1991 – Luiz Gonzaga- 6ª edição - 1992 – Ângela Maria e Cauby Peixoto- 7ª edição - 1993 – Gilberto Gil- 8ª edição - 1994 – Elis Regina- 9ª edição - 1995 – Milton Nascimento- 10ª edição - 1996 – Rita Lee- 11ª edição - 1997 – Jackson do Pandeiro- 12ª edição - 1998– Maria Bethânia- 13ª edição - 2001 – Gal Costa- 14ª edição - 2003 – Ari Barroso- 15ª edição - 2004 – Lulu Santos- 16ª edição - 2005 – Baden Powell- 17ª edição - 2006 – Jair Rodrigues- 18ª edição - 2007 – Zé Kéti- 19ª edição - 2008 – Dominguinhos- 20ª edição - 2009 – Clara Nunes- 21ª edição - 2010 – Dona Ivone Lara- 22ª edição - 2011 – Noel Rosa- 23ª edição - 2012 – João Bosco- 24ª edição - 2013 – Tom Jobim- 25ª edição - 2014 – Samba- 26ª edição - 2015 – Maria Bethânia- 27ª edição - 2016 – Gonzaguinha- 28ª edição - 2017 – Ney Matogrosso- 29ª edição - 2018 – Luiz Melodia- 30ª edição - 2023 – Alcione- 31ª edição - 2024 – Tim Maia- 32ª edição - 2025 - Chitãozinho e XororóNome: Giovanna MachlineFunção: Direção Geral Currículo: Filha do idealizador do Prêmio da Música Brasileira, José Maurício Machline, Giovanna além de ser assistente do pai, também atuou como Diretora Geral do 32º Prêmio da Música Brasileira, realizou a direção no programa Geração Brasil e hoje faz a direção geral na novela "Babilônia" da emissora TV Globo. Foi diretora do Clipe Alma Sebosa, do artista Johnny Hooker, que foi uma revelação no Prêmio de Música no ano de 2015. Aos 38 anos já é reconhecida no meio artístico e musical.Nome: Marlene BarbosaFunção: Gestora Financeira e ControllerCurrículo: Nascida em 25 de fevereiro de 1960, Marlene Barbosa está na empresa há 42 anos. Acompanhou toda a idealização do Prêmio de Música Brasileira, junto ao Sr. José Maurício Machline. Realiza na empresa toda a parte burocrática, financeira e administrativa. Nome: Thayane FonsecaFunção: Produtora ExecutivaCurrículo: Com 18 anos de experiência, Thayane Fonseca atua com excelência na gestão de projetos, direção de produção executiva, coordenação de equipes e logística de grandes eventos nacionais e internacionais.Iniciou sua carreira na casa de show Vivo Rio e, desde então, esteve à frente de produções de destaque como: Prêmio da Música Brasileira – produção executiva de uma das premiações mais relevantes da cena musical nacional; Jogos Olímpicos Rio 2016 – logística operacional em um dos maiores eventos esportivos do mundo; e Réveillon de Copacabana – atuação artística em um dos eventos mais emblemáticos do calendário nacional.Além disso, Thayane acumula projetos corporativos para marcas como Globosat e L’Oréal, bem como produções executivas para artistas e turnês de abrangência nacional.Seu trabalho se destaca pela organização estratégica, visão integrada e capacidade de entrega em ambientes de alta complexidade.Nome: Gringo CardiaFunção: CenografiaCurrículo: Designer, artista gráfico, cenógrafo, arquiteto, diretor artístico, diretor de vídeos, teatro, ópera, moda e criador de shows. Trabalhou em mais de 100 peças de teatro com os diretores mais famosos do Brasil e criou designs para mais de 150 apresentações musicais para artistas renomados do Brasil e do exterior. Como designer gráfico, criou mais de 100 capas de disco para álbuns de artistas reconhecidos como Tom Jobim, Marisa Monte, Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Chico Buarque, Daniela Mercury, Xuxa e Maria Bethânia, entre outros.Fez a cenografia para a peça “Midnight's Summer Dreams”, do diretor alemão Werner Herzog, em 1993, e criou o filme “No Arms” para a campanha da Anistia Internacional em Nova York e Londres em 2006. Cardia desenhou e foi curador da exposição “Amazônia Brasil”, que mostra as experiências positivas na Amazônia e está em turnê desde 2004, passando por Paris, Nova York, Tóquio, Hannover e Lausanne. Desde 2002 dirige os shows da Xuxa e há 6 anos dirige os shows especiais de Natal no Maracanãzinho.Na Copa do Mundo de futebol de 2010, em Johanesburgo, na África do Sul, projetou a exposição Casa Brasil, onde apresentou nosso país como próxima sede da Copa. Em 2014 na Copa do Mundo do Brasil, projetou a Casa O Globo no Rio de Janeiro, onde apresentou a história do futebol e seus ídolos com instalações interativas e tecnológicas. É curador e designer de vários museus.Em 2000, Gringo, junto com a atriz Marisa Orth, criou a organização sem fins lucrativos Spectaculu – Escola de Arte e Tecnologia, que ensina arte e tecnologia com o objetivo de iniciar alunos de baixa renda do Rio de Janeiro nas técnicas das artes visuais e capacitá-los a concorrer no mercado de trabalho do setor cultural. Desde que a Spectaculu foi fundada, mais de 2.000 novos profissionais na área das artes visuais, de 16 a 22 anos de idade, se habilitaram a conquistar vagas como técnicos de iluminação e de cenografia, assistentes de adereço, entre outras ocupações. Com sua irmã Gringa Cardia, Gringo dirige o estúdio ACASAGRINGOCARDIA Design, localizado no Rio de Janeiro.Os demais participantes estão sendo definidos e os CVs serão encaminhados junto à prestação de contas final.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.