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PRONAC 256028Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Minha Terra tem Palmeiras

22.742.737 ERIK FERNANDO TAVERNARO
Solicitado
R$ 388,3 mil
Aprovado
R$ 388,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itu
Início
2026-01-01
Término
2027-04-01
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalCuritiba ParanáCampinas São Paulo

Resumo

Minha Terra tem Palmeiras é um projeto que prevê a realização de 03 exposições de arte contemporânea, compostas por 24 obras produzidas pelo artista Alexandre Frangioni. Com a curadoria de Sylvia Werneck, a exposição pretende itinerar por três cidades brasileiras.

Sinopse

Minha Terra tem Palmeiras é uma exposição individual do artista Alexandre Frangioni, composta por 24 obras que carregam em si o tensionamento das relações sociais, econômicas e culturais que historicamente foram - e continuam sendo - construídas em terras tupiniquins, desde a invasão européia em Santa Cruz Cabrália, no ano de 1500. Expograficamente, a montagem é planejada para evidenciar as inquietações entre todas as forças conflitantes ali presentes, oferecendo ao público uma significativa contribuição à reflexão, ao pontuar as relações existentes entre diferentes contextos históricos e culturais, com a intenção de abordar os seus impactos na construção dos valores cidadãos da sociedade brasileira contemporânea. A classificação indicativa é livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivos Gerais:Compreendendo a arte visual como um campo do conhecimento e ferramenta crítica de reflexão e consciência sobre o mundo, Minha Terra tem Palmeiras busca como objetivo estimular o público a refletir sobre o diálogo existente entre a arte contemporânea e os temas históricos diretamente relacionados ao nosso cotidiano e à construção da sociedade brasileira, tais como cidadania, democracia, direitos individuais, cultura política, relações sociais e econômicas, entre outros. A exposição também pretende lançar luz às questões relacionadas a materialidade da própria obra de arte, uma vez que os materiais utilizados pelo artista na sua produção também assumem um papel narrativo perante a obra em si.Objetivos Específicos:a) realizar uma exposição de arte contemporânea composta por 24 obras, em três cidades brasileiras com entrada gratuita;b) promover ações de acessibilidade e mediação cultural para o público visitante, a partir da realização de 06 visitas guiadas gratuitas - sendo 03 delas com intérprete em Libras - visando a comunidade docente e estudantil, além do público em geral;c) produzir 600 unidades de folder ilustrativo da exposição, com fotos e texto curatorial, disponibilizado gratuitamente ao público nos espaços expositivos;d) produzir catálogo impresso (500 exemplares) e digital, contendo textos críticos, conceituais e curatoriais, imagens das obras e depoimentos do artista e curadora;e) realizar 03 ações educativas gratuitas - uma em cada cidade da itinerância - voltadas aos docentes, estudantes da rede pública e privada de ensino e público em geral;f) criar uma página específica sobre a exposição no site do artista, contendo depoimentos, vídeos e fotos das exposições, textos críticos, imagens das obras com descrições técnicas e catálogo para download gratuito;

Justificativa

O título Minha Terra tem Palmeiras faz referência à "Canção do Exílio", poema de Gonçalves Dias, escrito em 1843, quando este vivia em Portugal. Concebido em um momento pós independência, marcado pela busca de uma identidade própria, o sentimento nativista presente na obra e que caracteriza o Romantismo da época, valorizava a natureza exuberante e a cultura do Brasil, ambas exaltadas como símbolos de um paraíso perdido. No entanto, o Brasil ao qual Gonçalves Dias se refere era um Brasil idealizado, que existia mais na imaginação do poeta do que na realidade. Profundamente marcado pela construção e manutenção de desigualdades estruturais que remontam aos primórdios da sua colonização, o território brasileiro tornou-se palco de um processo sistemático de exploração, agravado com a imposição da escravidão sobre populações africanas e indígenas. Essa herança brutal estruturou uma sociedade baseada na violência e na concentração de riquezas, perpetuando a discriminação e exclusão social em diversos âmbitos, como educação, mercado de trabalho e acesso à justiça. Lançando mão de materiais impregnados de sentidos e significados na constituição de suas obras, como por exemplo a peroba rosa, utilizada na construção de Brasília (Utopia, 2020); madeira de demolição oriundas das antigas fazendas mineiras (Congresso Nacional, 2019); ou cédulas de dinheiro, que substituem as penas de um cocar (Cocar, 2022), a exposição Minha Terra tem Palmeiras busca promover uma investigação dos possíveis diálogos entre os efeitos das ações políticas e econômicas do passado e suas consequências para a sociedade nos dias de hoje.Portanto, diante do exposto, acreditamos que nossa proposta atende duas finalidades específicas, previstas no art. 1º da Lei nº 8313/1991, a saber: inciso I (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais); e inciso VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória). Além disso, a realização de uma exposição de arte contemporânea, vai ao encontro do que determina o art. 3º da referida Lei, ao atingir seu objetivo de "fomentar a produção cultural e artística", conforme expresso em seu inciso II.

Estratégia de execução

DESLOCAMENTOS / BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS:1) São Paulo / Brasília (02 deslocamentos) - Artista; Curadora; Produtor Executivo; Assistente de Produção;2) Brasília / São Paulo (02 deslocamentos) - Artista; Curadora; Produtor Executivo; Assistente de Produção;3) São Paulo / Curitiba (02 deslocamentos) - Artista; Curadora; Produtor Executvo; Assistente de Produção;4) Curitiba / São Paulo (02 deslocamentos) - Artista; Curadora; Produtor Executivo; Assistente de Produção;

Especificação técnica

a) FOLDER: 600 unidades | 66cm x 23,5cm (aberto) - 4 folhas/3 dobras | Papel couché com verniz fosco, 250gr; 4x4;b) CATÁLOGO: 500 exemplares | 23x23 (fechado) - 30 folhas | Papel couché 130g; 4 cores revestido (opção capa dura e capa mole);c) AÇÕES EDUCATIVAS: "Ressonâncias do Exílio": Três(03) atividades;Público: Jovens entre 12 a 16 anos;Duração: 90min;Objetivo: Promover a reflexão sobre os processos históricos que moldaram o Brasil e sua conexão com o presente, incentivando a leitura crítica do poema "Canção do Exílio" e das obras da exposição;Descrição: Os estudantes iniciarão com uma roda de conversa mediada sobre o poema "Canção do Exílio", abordando seus elementos líricos e sua representação idealizada do Brasil. Em seguida, serão guiados pela exposição, destacando as conexões entre as obras e os temas históricos, como escravidão, exclusão territorial e racismo. Após a visita, realizarão uma atividade prática em grupos, criando seus próprios versos ou desenhos inspirados na exposição, refletindo sobre o Brasil atual e os desafios de construir uma sociedade mais inclusiva. Esta ação será coordenada por um historiador, um(a) docente da área de letras, acompanhados pela curadora da exposição.

Acessibilidade

Os espaços expositivos que farão parte da itinerância contarão com acessibilidade física. Uma etiqueta em braile, colocada ao lado de cada obra da exposição, apresentará sua respectiva ficha técnica ao público cego ou com baixa. O recurso audiodescritivo, narrando as características físicas e materiais das obras, será disponibilizado ao visitante, por meio do escaneamento de um QR Code. Além disso, "para cego ver", serão disponibilizados objetos que compõem as obras Congresso Nacional; Cova Rasa; Utopia; Bandeira do Brasil II; Ouro de Tolo e Oratório, para que sejam tateados e, assim, possibilitar uma fruição completa dessas obras, bem como a composição dos seus materiais. Para cada um dos 03 eventos de abertura, assim como em 03 visitas guiadas pelo artista, pela curadora e por um historiador - no total de 06 visitas previstas - serão disponibilizados dois intérpretes em libras, visando o conforto do público surdo.

Democratização do acesso

Visando garantir as medidas de democratização de acesso ao produto cultural, conforme o art. 46 da IN nº 23/2025, a proposta prevê:i) entrada gratuita durante a itinerância das três exposições;ii) impressão e distribuição gratuita de 500 catálogos da exposição, além da sua disponibilização digital, via download, no site do artista e nas redes sociais da equipe;Ainda em complemento às medidas de democratização de acesso, mencionadas acima, conforme determinado pelo inciso III do art. 47 da referida instrução normativa, o projeto prevê, por meio de página específica criada no site do artista, disponibilizar imagens da exposição, das obras, textos críticos e material audiovisual de depoimentos do artista e curadora, devidamente legendados. No mesmo artigo, atendendo aos termos dispostos no inciso V, também serão realizadas 06 visitas guiadas gratuitas - duas em cada cidade da itinerância - com a presença do artista, da curadora e de um historiador, a fim de mediar a fruição do público à exposição e seus temas. Em três dessas visitas, intérpretes de Libras facilitarão a mediação do público surdo. Visando ainda a ampliação do acesso da qual trata o artigo, o projeto prevê a realização de TRÊS(03) ações educativas gratuitas - uma em cada cidade da itinerância - voltadas aos docentes, estudantes da rede pública e privada de ensino e público em geral.

Ficha técnica

Alexandre Frangioni (Artista): Vive e trabalha em São Paulo. Iniciou suas atividades nas artes visuais em 2005 com orientação de projeto por João Carlos de Souza. Exposições individuais: Exodus in NY, Chashama, curadoria Carly Aguilera, NY, USA, 2023; Cópia Fiel, curadoria Rejane Cintrão, Galeria Babel, SP, Brasil, 2023; Brasil Império, curadoria Sylvia Werneck, Pinacoteca de São Bernardo do Campo, São Bernardo do Campo, Brasil, 2023; Dois tempos, um mesmo olhar, curadoria Adriana Rede, Museu Casa Alfredo Andersen, Curitiba, Brasil, 2021; Exodus, Tribeca, curadoria Carly Aguilera, New York, USA, 2019; Códigos, Casa do Olhar Luiz Sacilotto, Santo André, Brasil, 2017; Moedas, Museu de Arte Contemporânea de Jataí, Jataí, Brasil, 2017; Moedas, Museu Arte Contemporânea de Campo Grande, Campo Grande, Brasil, 2016; Moedas, Museu de Arte Contemporânea de Blumenau, Blumenau, Brasil, 2016. Exposições coletivas: Cama de Gato, Edifício Vera, São Paulo, Brasil, 2024; 19ª Edição temporada de Exposições, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Brasil, 2022; Transitório, Galerie Brésil, SP, Brasil, 2019; Memória e Engajamento, Galerie Brésil, SP, Brasil, 2018; iMaterial, Museu de Arte de Goiânia, Brasil, 2018; 3D, Pinacoteca Municipal de São Caetano do Sul, Brasil, 2018; Temporada de Exposições 2017, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Brasil, 2017; Brazil Generations, Pinacoteca Benedito Calixto, Santos, Brasil, 2017; 13o Salão de Arte de Jataí, MAC Jataí, Brasil, 2015; 60o Salão de Abril, Fortaleza, Brasil, 2009; 41o Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, MAC Piracicaba, Brasil, 2009. Prêmios: RespirArte, FUNARTE, SP, Brasil, 2020; Referência especial do júri, MAC Piracicaba, Brasil, 2009. Obras em acervos de instituições: Pinacoteca de São Bernardo do Campo, SBC, Brasil; Escola de Música e Belas Artes do Paraná, EMBAP, Curitiba, Brasil; Casa Museu Alfredo Andersen, Curitiba, Brasil; Museu de Arte de Campo Grande, MARCO, Campo Grande, Brasil.Sylvia Werneck (Curadora): Crítica de arte, curadora independente, professora e pesquisadora especializada em arte contemporânea da América Latina. É membro das Associações Brasileira e Internacional de Críticos de Arte (ABCA e AICA), correspondente da Revista ArtNexus, colunista da babEL, co-fundadora e diretora artística do espaçotempo (Itu) e curadora do Lux Espaço de Arte (São Paulo). Graduada em Artes Plásticas (Mackenzie), tem especialização em Estudos de Museus de Arte (MAC-USP), mestrado em Estética e História da Arte (PGEHA-USP) e doutorado em Integração da América Latina – Comunicação e Cultura (Prolam-USP). Faz curadorias em instituições e espaços independentes desde 2008, Foi professora universitária e parecerista de diferentes editais e projetos de artes visuais em diferentes cidades do Brasil e exterior. Autora dos livros “De dentro para fora – a memória do local no mundo global” (Ed. Zouk, 2011, contemplado pelo 1º Prêmio para Publicações sobre Arte da Fundação Bienal de São Paulo) e “Pensamentos sobre arte” (Alter Edições, 2023, contemplado pelo ProAC Editais 2021).Erik Tavernaro (Produtor Executiva/Proponente): Gestor Cultural e Diretor de Projetos do espaçotempo - incubadora de arte e cultura, localizado em Itu/SP. É pós-graduado em Gestão Cultural (SENAC), cursou Cinema e Vídeo (FAP/Unespar) e graduou-se em História (Unesp). Em 2015 fundou a Perigeu Conteúdos Culturais, produtora dedicada à captação de recursos, escrita e produção executiva de projetos culturais, onde atua como produtor executivo e consultor de espaços culturais independentes, produtores e artistas. Ministra cursos de produção cultural, desenvolvimento e gestão de projetos e linguagens artísticas, como história do cinema e roteiro de documentário.Erico Marmiroli (Assessor de Imprensa): Fundador e CEO da Marmiroli Comunicação, trabalha há 22 anos como assessor de imprensa no mercado cultural de São Paulo. Divulgou o livro "O Brasil dos Correspondentes - 30 Anos da Associação dos Correspondentes Estrangeiros (ACE)", a chef de cozinha Martha Bender (Banqueting!) e exposições de diversos artistas plásticos como Arnaldo Battaglini, Takashi Murakami, Yayoi Kusama, Nazareno, Manoel Veiga,Sergio Niculitcheff, Shima, Francisco Hurtz, James Kudo, Nobuo Mitsunashi, entre outros. Empresa/instituições que trabalhou: Núcleo de Estudos Marcello Grassmann, Fundação Japão em São Paulo, Casa Contemporânea, Adelina Instituto, Galeria Deco, Galeria Mezanino, Galeria Berenice Arvani, Casa Triângulo, Condomínio Cultural, Galeria FitaTape, Galeria nuvem, Programa Novos Curadores, Oficina Cultural, Oswald de Andrade, Associação de Correspondentes Estrangeiros (ACE), Jornal de Borda, entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.