Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 256035Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Projeto Ser Âmica - 2026

SER AMICA LTDA
Solicitado
R$ 548,6 mil
Aprovado
R$ 548,6 mil
Captado
R$ 220,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

40.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-01
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Ser Âmica consiste em oficinas de arte de cerâmica para adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Sinopse

Não se aplica ao projeto

Objetivos

Objetivo Geral Promover e fomentar a cultura através da realização de oficinas de artes e exposições de artes visuais, baseadas na arte milenar da cerâmica.Objetivos Específicos - Realizar, nas oficinas de cerâmica, 2.400 atendimentos (96 oficinas, 25 atendimentos por oficina) - Realizar 4 exposições de artes visuais, atendendo 800 pessoas (200 por exposição) - Realizar 2 visitas anuais a Feiras ou Exposições que tratem da arte da cerâmica, atendendo 40 pessoas por visita.

Justificativa

Justificativa Este projeto cumpre os objetivos do Art. 3o da Lei 8313/91 por realizar:"II - fomento à produção cultural e artística, mediante: " c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;" Esta proposta cultural também se enquadra no inciso I do Art. 1o da Lei 8313/91 por:"I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; " O projeto Ser Âmica desempenha um papel essencial na oferta de oficinas profissionalizantes de arte em cerâmica para jovens em situação de vulnerabilidade social. Desde sua criação em 2007, mais de 1.250 jovens foram atendidos gratuitamente, possibilitando que muitos deles encontrassem caminhos profissionais promissores por meio do projeto. As estatísticas sobre jovens em comunidades carentes evidenciam a necessidade urgente de projetos culturais e educacionais que ofereçam alternativas concretas ao abandono escolar e à inserção precoce em atividades de risco. O Ser Âmica atua como uma ponte para a construção de um futuro mais promissor, proporcionando não apenas o aprendizado técnico da cerâmica, mas também fortalecendo o desenvolvimento psicossocial dos participantes. O projeto prevê a realização das oficinas de cerâmica, realizadas de segunda à sexta-feira, com duas oficinas diárias, atendendo a 50 pessoas por oficina e 4.000 atendimentos em 6 meses. Além das oficinas serão realizadas exposições de artes visuais, expondo as obras criadas; e saídas culturais para eventos e feiras relacionadas ao tema.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico:Carga Horária:Serão realizadas 4 oficinas por semana, nas manhãs e tarde das quintas e sábados. Cada oficina possui 3 horas de duração e atende a 25 pessoas. A proposta pedagógica do projeto Ser Âmica mantém e aprimora a integração entre ensino, extensão e atividades práticas, consolidando-se como uma iniciativa que vai além do aprendizado técnico da cerâmica. A abordagem metodológica continua a promover a arte como uma ferramenta de transformação social, incentivando os jovens a desenvolverem habilidades manuais enquanto compreendem o impacto cultural, social e econômico de suas criações.Um dos principais diferenciais do projeto permanece no incentivo à comercialização das obras criadas pelos jovens, revertendo integralmente os valores arrecadados para os participantes. Porém, a proposta educacional do Ser Âmica ultrapassa a geração de renda: busca-se valorizar cada aluno como indivíduo, ensinando que o verdadeiro valor da arte está na capacidade de transformação, realização pessoal e construção de histórias singulares. A partir da perspectiva destacada por Marie-Christine Josso, o projeto é simultaneamente "singular e plural", atendendo às demandas individuais dos jovens ao mesmo tempo em que fortalece uma coletividade inclusiva e colaborativa. Princípios da Proposta Pedagógica:Arte como catalisadora do desenvolvimento humano:As oficinas promovem mais que o domínio técnico: tornam-se laboratórios criativos e reflexivos, onde os participantes exploram sua expressividade e sua relação com a arte.Os jovens são estimulados a refletir sobre suas produções, conectando-as a questões sociais, históricas e culturais.Reconhecimento e visibilidade:Exposições e eventos culturais são componentes essenciais da metodologia, ampliando o alcance do projeto e proporcionando aos participantes o reconhecimento de seu potencial artístico.O contato com o público durante essas exposições aumenta a autoestima dos jovens e oferece uma introdução ao universo profissional das artes.Transversalidade do conhecimento:O contato interdisciplinar continua sendo um marco da metodologia do projeto, promovendo diálogos entre a cerâmica e outras áreas do conhecimento, como matemática, química, história, filosofia, português e educação física.A arte da cerâmica é utilizada como ferramenta de ensino para compreender conceitos complexos de forma prática e acessível, especialmente para jovens com déficits educacionais aprofundados.Responsabilidade educacional:A frequência escolar e o desempenho acadêmico continuam sendo critérios fundamentais para a permanência dos adolescentes no projeto. Isso estimula responsabilidade, comprometimento e fortalece o vínculo entre a educação formal e informal.Atividades pedagógicas são adaptadas para acolher todos os participantes, incluindo aqueles em situação de semi-analfabetismo, utilizando estratégias que mesclam teoria e prática de forma acessível e lúdica.Metodologias dinâmicas e adaptativas:Aulas expositivas dialogadas, práticas com ateliê, visitas a museus, oficinas com artistas renomados e reflexões sobre a história da arte formam um modelo dinâmico de aprendizado, ajustado às necessidades e realidades dos participantes.Para os alunos com mais experiência, as aulas incluem desafios técnicos e possibilidades de explorar expressões autorais. Já os novatos seguem um percurso mais básico e introdutório, garantindo a inclusão de todos no processo formativo.Destaques Metodológicos:Parte Teórica: A componente teórica reflete a importância de construir repertório cultural e histórico. Artistas como Joan Miró, Antoni Gaudí, Paul Gauguin e o brasileiro Francisco Brennand continuam como referências no ensino, promovendo inspiração e análise crítica nos alunos. A cada mês, um artista será eleito pelos jovens para estudo mais aprofundado, incentivando pesquisa e escrita como parte do aprendizado.Parte Prática: A experimentação prática do barro permite que os jovens desenvolvam habilidades técnicas e explorem sua criatividade. Desde as primeiras modelagens livres até técnicas avançadas como acordelado, torno, esmaltação e queima, os participantes vivenciam cada etapa do processo criativo.A Dimensão Transformadora do Ser Âmica:Formação para além da técnica:O projeto fornece uma experiência formativa que estimula a autonomia, a criatividade e o senso crítico dos jovens, consolidando a cerâmica como um pilar do desenvolvimento humano e do empoderamento social.Inclusão social e identidade: O Ser Âmica respeita a singularidade de cada jovem, auxiliando-os a reconhecerem suas potencialidades e a utilizarem a arte como forma de expressão pessoal e construção de identidade.Impacto coletivo: Como espaço de aprendizagem dinâmica, o projeto atua tanto na transformação individual quanto no fortalecimento de laços comunitários, estendendo seus efeitos para além dos jovens atendidos, beneficiando suas famílias e a sociedade de maneira mais ampla.Valorização do esforço e comprometimento: Redações, pesquisas e entregas práticas incentivam os jovens a progredirem de forma autônoma e criativa. Os vínculos com contrapartidas “invisíveis”, como passeios culturais em troca de participação ativa, criam um ciclo motivacional que equilibra aprendizado e diversão. OBJETIVO GERALO objetivo geral da 13ª etapa do Projeto Ser Âmica é expandir e consolidar sua atuação como um espaço de pertencimento, aprendizado e transformação social, promovendo a democratização do acesso à cultura e à arte cerâmica para adolescentes em situação de vulnerabilidade social e para a comunidade em geral.Como artista plástica e arte-educadora, o compromisso continua sendo o uso da arte cerâmica como uma ferramenta poderosa de desenvolvimento pessoal, social e cultural, criando oportunidades concretas para os jovens se integrarem de forma plena e ativa em espaços culturais e sociais.O principal desafio permanece na criação de vínculos sólidos entre os jovens e a cultura, incentivando sua permanência tanto no ambiente educacional formal quanto em práticas culturais continuadas, contribuindo assim para a redução das altas taxas de evasão escolar. A experiência acumulada ao longo das etapas anteriores — desde a primeira etapa realizada pelo ProAC em 2010 — evidencia a capacidade do Ser Âmica de criar engajamento e adesão dos participantes, onde muitos projetos sociais enfrentam desistências significativas. Por meio de um ambiente acolhedor e participativo, o Ser Âmica fortalece a construção coletiva de autoestima, identidade e autonomia, alinhado às práticas pedagógicas que colocam o jovem como protagonista de seu próprio aprendizado.A metodologia do projeto privilegia o reconhecimento dos participantes pelo valor de suas produções artísticas. O sistema de avaliação prioriza a prática, a reflexão e o engajamento, evitando reprovações convencionais e garantindo que os jovens encontrem motivação ao apresentarem seus trabalhos em exposições e ao verem suas criações reconhecidas pela comunidade e por espaços culturais distintos. Nesse cenário, a integração entre teoria e prática permite não apenas aprendizado técnico, mas também a reflexão sobre o impacto cultural, econômico e social da arte cerâmica.Ao longo da etapa, o Ser Âmica segue seu compromisso de transformar marginalização em protagonismo, permitindo que os jovens transitem de um contexto de vulnerabilidade para um reconhecimento efetivo por meio de suas aptidões artísticas e realizações criativas. Esse envolvimento contribui para fomentar talentos individuais, fortalecer a identidade coletiva e garantir perspectivas mais amplas e promissoras para o futuro.A 13ª etapa reafirma o compromisso de usar a arte como um instrumento de transformação e empoderamento, promovendo um impacto efetivo que vai além do aprendizado técnico, capacitando os jovens para ocuparem com confiança e pertencimento os espaços culturais, sociais e econômicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS .A 13ª etapa do projeto Ser Âmica tem como foco a consolidação e expansão do impacto artístico, pedagógico e social, garantindo que a arte cerâmica continue a transformar vidas, desenvolver talentos e fomentar inclusão cultural e profissional. Para isso, os seguintes objetivos específicos serão priorizados:1. Aprimorar a Profundidade Técnica e Criativa:Oferecer um aprofundamento técnico nas práticas de modelagem, torno, acordelado, esmaltação e queima cerâmica.Expandir as possibilidades expressivas e criativas dos participantes, incentivando a experimentação de novas tecnologias e técnicas na produção artística.2. Desenvolvimento de Projetos Autorais e Identidade Artística:Incentivar os jovens a criarem projetos autorais e coletivos, promovendo a reflexão sobre sua identidade artística e a construção de um portfólio profissional.Proporcionar um ambiente de aprendizado que valorize a criatividade individual e fortaleça a autonomia criativa.3. Inserção no Mercado e Profissionalização:Ampliar oportunidades de inserção no mercado cultural, por meio de parcerias com galerias de arte, feiras culturais, redes de produção cerâmica e eventos artísticos.Promover a visibilidade e sustentabilidade dos jovens artistas, possibilitando que suas criações ganhem reconhecimento no mercado de arte e cultura.4. Realização de exposições e eventos:Organizar quatro grandes exposições públicas e/ou participações em feiras culturais (como eventos promovidos pelo SESC), valorizando as produções artísticas dos participantes.Proporcionar experiências reais de exposição, onde os jovens possam vivenciar o reconhecimento de sua criatividade, fortalecer sua autoestima e adquirir vivência no circuito artístico.5. Capacitação para empreendedorismo e sustentabilidade:Realizar oficinas sobre gestão de carreira artística, precificação de obras, marketing digital, estratégias de vendas e sustentabilidade na produção cerâmica.Capacitar os jovens para alcançarem autonomia financeira, incentivando a continuidade de sua prática cerâmica como profissão.6. Impacto Social e Multiplicação do Conhecimento:Estimular os jovens a atuarem como multiplicadores do conhecimento adquirido, promovendo oficinas, workshops e ações sociais que expandam o impacto do projeto para outros públicos e comunidades.Contribuir para a disseminação da arte cerâmica como ferramenta de inclusão cultural e transformação social. ATIVIDADES EXTRA-ATELIÊ: Atividades externas como visitas a exposições; visitas a museus; visitas a ateliês de ceramistas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS AULAS TEÓRICAS: A Cerâmica Aplicada No Ateliê – Conteúdos Programáticos Durante O Processo De AprendizagemDefinição - Cerâmica compreende todos os materiais inorgânicos, não metálicos, obtidos geralmente após tratamento térmico em temperaturas elevadas.A HISTÓRIA DA CERÂMICA As peças de cerâmica mais antigas são conhecidas por arqueólogos foram encontradas naTchecoslováquia, datando de 24.500 a.C. Outras importantes peças cerâmicas foram encontradas no Japão, na área ocupada pela cultura Jomon há cerca de oito mil anos, talvez mais. Peças assim também foram encontradas no Brasil na região da Floresta Amazônica com a mesma idade. São objetos simples. A capacidade da argila de ser moldada quando misturada em proporção correta de água, e de endurecer após a queima, permitiu que ela fosse destinada ao armazenamento de grãos ou líquidos, que evoluíram posteriormente para artigos mais elaborados, com bocais e alças, imagens em relevo, ou com pinturas vivas que possivelmente passaram a ser considerados objetos de decoração. Imagens em cerâmica de figuras humanas ou humanóides, representando possivelmente deuses daquele período também são frequentes.Parte dos artesãos também chegou a usar a argila na construção de casas rudes. Em outroslugares como na China e no Egito, a cerâmica tem cerca de 5000 anos. Tendo destaque especial o túmulo do imperador Qin Shihuang e seus soldados de terracota. No Egito, a arte de vidrar é datada em cerca de 3000 anos a.C. Colares de faianças vidradas aparecem entre as relíquias do 3o. milênio, juntamente com estatuetas e amuletos. O mais velho fragmento de cerâmica vidrada foi feito em policromia, trazendo o nome do rei Mens do Egito. Outras manifestações importantes na história da cerâmica foram os Babilônicos e os assírios que utilizavam cerâmica com ladrilhos esmaltados em azul, cinza azulado e creme e ainda relevos decorados (século VI a.C.), bem como os persas com sua fabricação de objetos em argila cozida em alto brilho, e das cores obtidas misturando óxidos metálicos, método usado ainda nos nossos dias. Com o tempo, a cerâmica foi evoluindo e ganhando os nossos dias, mas não sem contar com os esforços dos gregos, romanos, chineses, ingleses, italianos, franceses, alemães e norte-americanos. A esmaltação industrial teve início por volta de 1830, na Europa Central. Por muitos anos, as placas cerâmicas foram conhecidas como sinônimo de requinte e luxo. Após a segunda GuerraMundial, houve um grande aumento da produção de revestimento cerâmico, por consequência do desenvolvimento de novas técnicas de produção. Isso fez com que os preços começassem a baixar, possibilitando a uma faixa maior de classes sociais a condição de adquirir o produto cerâmico. Nesta época, as placas cerâmicas eram utilizadas primordialmente em banheiros e cozinhas. Com o passar dos anos, a indústria cerâmica se desenvolveu com grande rapidez.Novas tecnologias, matérias-primas, formatos e design foram desenvolvidos, o que proporcionou a migração da cerâmica do banheiro e cozinha para outras partes da casa, aliás, acabou migrando também para fora dos portões das residências, indo para shoppings, aeroportos, hospitais, hotéis, entre outros locais. No tocante da tecnologia atual, o uso da cerâmica não se restringe apenas aos tijolos refratários, mas também em aplicações aeroespaciais e de tecnologia de ponta, como na blindagem térmica de ônibus espaciais, na produção de nano filmes, sensores para detectar gases tóxicos, varistores de redes elétricas entre outros. No Brasil colonial havia em cada engenho de açúcar um forno de tijolos para a confecção de louças de barro. Famílias abastadas utilizavam porcelanas da Índia. (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cer%C3%A2mica). A história da Escultura no Brasil Escultura Contemporânea Brasileira A acelerada expansão do abstracionismo marcou os anos 50 são marcados, tanto de linhas geométricas como informais. O Concretismo, um estilo de abstração geométrica, se torna a moda do momento, sendo louvado por críticos e artistas e dominando os salões e galerias. Paralelamente assistiu-se ao desenvolvimento de uma abstração informal, de tendência lírica ou onírica, e logo se notou também um grupo de artistas que, não desejando abandonar de todo a figuração, passaram a incorporar estilizações abstratizantes a umaestrutura ainda figurativa, seguindo o exemplo de mestres internacionais como Picasso, Henry Moore e Alberto Giacometti. Em termos de arte pública a construção de Brasília na década de 50, um ambicioso projeto arquitetônico, urbanístico e artístico, centralizou as atenções nacionais e abriu um mercado para a produção de uma escultura monumental, sendo o coroamento de uma onda de renovação arquitetônica em larga escala que vinha acontecendo desde o Estado Novo e se disseminou pelos grandes centros urbanos do país. Nos anos 60, acompanhando o surgimento da dita Nova Figuração na pintura, frutificou entre os escultores uma tendência irônica derivada da arte Pop norte-americana, e outra que resgatava aspectos do expressionismo, refletindo o clima tenso criado pelo regime militar imposto em 1964. Entre estes anos e a década de 80 o Brasil viu ainda aparecerem obras conceituais, minimalistas, poveras, land art, instalações, móbiles e obras que recuperavam elementos da arte popular. Tantas tendências operando num mesmo momento acabaram por se entrecruzar, formando uma variedade inextrincável de subtipos e gêneros mistos de arte que em maior ou menor grau fundiam, transformavam e aplicavam princípios, técnicas, materiais e recursos conceituais da escultura.Todas estas linhas de trabalho ainda estão presentes na escultura brasileira mais recente. Ao contrário de se esgotarem ou envelhecerem, sua fertilização mútua tem propiciado oaparecimento de soluções sempre novas que se adaptam à evolução da arte e da sociedade, e muitos artistas experimentaram mais de uma delas ao longo de sua trajetória, tornandoimpossível uma categorização excludente. Contudo pode-se citar alguns nomes que sedestacaram em especial em uma ou outra forma de expressão. Assim, na abstração geométrica, alinhados a princípios concretistas, neoconcretistas e minimalistas, foram ou são de importância Bruno Giorgi (que também na figuração deixou trabalhos notáveis), Amílcar de Castro, Lígia Clark , Emanoel Araújo , Haroldo Barroso, Yutaka Toyota , Sérgio de Camargo, Sérvulo Esmeraldo. Nitidamente conceituais são Willys de Castro e Waltércio Caldas, e a obra mista de escultura e pintura de Pedro Escosteguy, um dos pioneiros do conceitualismo politicamente engajado no Brasil. Na abstração de linha informal estão Caciporé Torres, Carlos Fajardo, Mário Cravo, Hsiao Hoara, Iole de Freitas e Akinori Nakatani. Produziram obras influenciadas pela arte Pop Gustavo Nakle, Maria Helena Chartuni e Rubens Gerchman; a figuração tinta de expressionismo foi cultivada por Francisco Stockinger, Carybé, e representando o realismo mágico ou o surrealismo estão Francisco Brennand e Fredy Keller. Continuando o figurativismo, em sínteses abstratizantes mais ou menos profundas, mas numa atmosfera classicista, trabalharam Aldemir Martins, Abelardo da Hora, Sonia Ebling, Vasco Prado, Felícia Leirner (que depois criou obra importante na abstração informal), Gaetano Fraccaroli e João Bez Batti. A geração mais recente de escultores tem utilizado à larga e em completa liberdade recursos e materiais novos oferecidos pela indústria e tecnologia, como o computador para projetar suas obras e as resinas, borrachas e plásticos para realizá-las, e tem incorporado, conforme sua necessidade expressiva, além de todo o enorme acervo de técnicas e formas herdadas da cultura anterior, procedimentos típicos do Pós-modernismo e a releitura. Dentre eles se alinham Sérgio Romagnolo, Sandra Cinto, Mauro Fuke, Carmela Gross e uma multidão de outros talentos emergentes.FORMAÇÃO DAS PEÇAS Existem diversos processos para dar forma às peças cerâmicas. Os métodos mais utilizados compreendem: placa, acordelado ou serpentina, escultura livre, criação livre de formas e objetos, secagem, lixamento, torneamento e esmaltação. Experimentamos durante o processo todas as técnicas.SECAGEM Após a etapa de formação, as peças em geral continuam a conter água, proveniente da preparação da massa. Para evitar tensões e, consequentemente, defeitos nas peças, é necessário eliminar essa água, de forma lenta e gradual, para após isto, passar pelo processo da queima. Há algumas peças que chegam a levar 2 meses secagem. Com certeza, esculturas com tamanhos próximos aos naturais, no caso da figura humana, serão necessárias várias técnicas que possibilitem uma secagem perfeita, sem rachaduras ou tricôs em partes que poderão comprometer a estrutura da obra.QUEIMA Nessa operação, conhecida também por sinterização, os produtos adquirem suas propriedades finais.As peças, após secagem, são submetidas a um tratamento térmico a temperaturas elevadas, que para a maioria dos produtos situa-se entre 800 ºC a 1300 ºC, em fornos contínuos ou intermitentes que operam em três fases: aquecimento da temperatura ambiente até a temperatura desejada; patamar durante certo tempo na temperatura especificada; resfriamento até temperaturas inferiores a 200 ºC. O ciclo de queima compreendendo as três fases, dependendo do tipo de produto, pode variar de alguns minutos até vários dias. Durante esse tratamento ocorre uma série de transformações em função dos componentes da massa, tais como: perda de massa, desenvolvimento de novas fases cristalinas, formação de fase vítrea e a soldagem dos grãos. Portanto, em função do tratamento térmico e das características das diferentes matérias-primas são obtidos produtos para as mais diversas aplicações. Nesta fase, onde muitas peças quebram em virtude de bolhas, alguns jovens deixam de vir no projeto, outros reagem de forma positiva. O papel como arte- educadora é fundamental para mostrar que defeitos, acontecimentos inesperados, que fogem ao nosso controle são de extrema importância.Neste momento, muitos jovens começas a se reconhecer em suas obras e a perda, muitas vezes está refletida diretamente em suas histórias de vida. Neste momento, alinhar a Arteterapia ao fazer artístico tem muita relevância cognitiva, educacional e emocional. Esta fase é conhecida como “biscoito”.ACABAMENTO Normalmente, a maioria dos produtos cerâmicos é retirada dos fornos, inspecionada e remetida ao consumo. Alguns produtos, no entanto, requerem processamento adicional para atender a algumas características, não possíveis de serem obtidas durante o processo de fabricação. O processamento pós-queima recebe o nome genérico de acabamento e pode incluir polimento, esmaltação ou vidrado, fase que os alunos mais se envolvem, pois diante da possibilidade da transformação das cores. ESMALTAÇÃO E DECORAÇÃOApós a primeira queima, as peças recebem uma camada fina e contínua de um material denominado de esmalte ou vidrado, que após a queima adquire o aspecto vítreo. Esta camada vítrea contribui para os aspectos estéticos que tanto encantam e provocam a admiração dos jovens artistas. Muitos materiais também são submetidos a uma decoração, a qual pode ser feita por diversos métodos, como serigrafia, pincel e outros. Neste caso são utilizadas tintas que adquirem suas características finais após a queima das peças. Bibliografia ANDRADE, Liomar Quinto de. Terapias expressivas: Arteterapia. São Paulo: Vetor, 2000.ANGWIN, Roselle. Cavalgando o dragão: o mito e a jornada interior. São Paulo: Cultrix, 1994.ARCURI, Irene Gaeta. Arteterapia: um novo campo do conhecimento, 1ª ed. São Paulo: Vetor, 2006.BARBOSA, Ana Mae. Arte-Educação no Brasil: realidade hoje e expectativas futuras. Estud. av. [online]. 1989, vol.3, n.7, pp.170-182. ISSN 0103-4014. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40141989000300010. BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Tradução Luís Antero Reto, Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2016.BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.BERNARDO, Patrícia Pinna. Oficinas de Criatividade: desvelando cosmogonias possíveis– in: Revista Científica de Arteterapia Cores da Vida vol. 2 – artigo especial, p. 8 - 23. Disponível em: www.brasilcentralarteterapia.cjb.net, acesso em 31/05/2006.BERNARDO, Patrícia Pinna. A prática da arteterapia: correlações entre temas e recursos, volume I: temas centrais em Arteterapia, 4. Ed. São Paulo: Arterapinna Editorial, 2013.BERNARDO, Patrícia Pinna. A prática da arteterapia: correlações entre temas e recursos, volume II: mitologia indígena e arteterapia: a arte de trilhar a roda da vida, 3. Ed. SãoPaulo: Arterapinna Editorial, 2013.BERNARDO, Patrícia Pinna. A prática da arteterapia: correlações entre temas e recursos, volume III: mitologia africana e arteterapia: a força dos elementos em nossa vida. 2.ed. São Paulo: Arteterapinna Editorial,2012.BERNARDO, Patrícia Pinna. A prática da arteterapia: correlações entre temas e recursos, volume IV: arteterapia e mitologia criativa: orquestrando limiares, 2ª ed. São Paulo: Arteterapinna Editorial, 2012.BERNARDO, Patrícia Pinna. A prática da arteterapia: correlações entre temas e recursos,volume V: a alquimia nos contos e mitos e a arteterapia: criatividade, transformação eindividuação. 2ª ed. São Paulo: Arteterapinna Editorial, 2013.BERNARDO, Patrícia Pinna. A prática da arteterapia: correlações entre temas e recursos, volume VI: amor, sexualidade, o sagrado e a arteterapia: aproximações mitológicas entre Oriente e Ocidente. 2ª ed. São Paulo: Arteterapinna Editorial, 2013. BOZZA, Maria da Glória C. Argila: espelho para a auto expressão: um método para manifestação do inconsciente. Curitiba: Ed. do Autor, 2015.BROWN, D. Arteterapia: fundamentos. São Paulo: Vitória Régia, 2000.CALLIGARIS, C. A adolescência. São Paulo: Publifolha, 2000.CAMPOS, Márcia Regina Bozon de. Eutonia: experiência clínica e pedagógica. 1ª ed. São Paulo: Zagodoni, 2013.CARVALHO, Maria Margarida M. J. de Carvalho. A arte cura? Recursos artísticos e psicoterapia. Campinas-SP: Editorial Psy II, 1995.CHIESA, Regina Fiorezzi. Diágolo com o barro: o encontro com o criativo. 3. ed. São Paulo: Casa dopsicólogo, 2014.COSTA, Lucília Verdelho da. 25 séculos de cerâmica. Lisboa. Editorial Estampa, 2000.COTTIER- ANGELI, Fiorella. La cerâmica. Traducione Janine Muls de Liarás. España. Ediciones Rufino Torres, 1974DALGLISH, LALADA. Noivas da seca - cerâmica popular do vale do Jequitinhonha. São Paulo: Unesp, 2006.DAVID, Madeleine. Cerâmicas e porcelanas chinesas. Tradução de Pier Luigi Cabra, São Paulo: Martins Fontes, 1991. DAY, Jennifer. Visualização criativa com crianças. São Paulo: Cultrix,1997.DIMENSTEIN, Gilberto; ALVES, Rubem. Fomos maus alunos. Campinas, SP: Papirus, 2003.FINCHER, S.F. O Autoconhecimento Através das Mandalas. São Paulo: Pensamento, 1991.FONSECA, Eduardo Dutra da. Criança: desafios e respostas: um estudo fundamentado em convergência do eneagrama com a psicanálise. Rio de Janeiro: Quartet, 1999. FRONTANA, I.C.R.C. Crianças e Adolescentes nas ruas de São Paulo. São Paulo: Edições Loyola, 1999.GOUVÊA, Álvaro de Pinheiro. Sol da terra: o uso do barro em psicoterapia. São Paulo: Summus, 1989.GRINBERG, L. P. Jung - O homem criativo. São Paulo: FTD, 2003.GUTIERRA, B.C.C. Adolescência, Psicanálise e Educação – O Mestre “Possível” de Adolescentes. São Paulo: Avercamp, 2003.JAPIASSU, Hilton. Introdução ao pensamento epistemológico – 4ª edição. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1986. Pp. 63-158.JUNG, C.G. O Homem e seus Símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.LÉVI-STRAUSS, Claude. O cru e o cozido. (Mitológicas v.1). TraduçãoBeatriz Perrone-Moisés. São Paulo: Cosac Naify, 2010.LÉVI-STRAUSS, Claude. A oleira ciumenta. Tradução José António Braga Fernandes Dias. Lisboa: Edições 70, 2010.LONGENECKER, Gesina L. Drogas – ações e reações. São Paulo: Market Books, 2002.LOWEN, Alexander. Prazer: uma abordagem criativa da vida. Tradução Ibanez de Carvalho Filho. São Paulo: Summus, 1984.MATTAR, Sumaya. Sobre arte e educação: Entre a oficina artesanal e a sala de aula. Campinas, SP: Papirus, 2010.NACHMANOVITCH, S. Ser Criativo – O poder da improvisação na vida e na arte. São Paulo: Summus, 1993.PAÍN, Sara. Diagnósticos e tratamento dosproblemas de aprendizagem. Tradução Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artmed, 1984.PAÍN, S.; JARREAU, G. Teoria e técnica da arte: a compreensão do sujeito. PortoAlegre: Artes Médicas, 1996.PAREYSON, Luigi. Os Problemas da Estética. Tradução Maria Helena Nery Garcez. São Paulo: Martins Fontes, 1997.PAZ, Octavio. Os filhos do barro: do romantismo à vanguarda. Tradução: Ari Roitman e Paulina Wacht. São Paulo: Cosac Naify, 2013.PERRONE, Hugo César. Eutonia: arte e pensamento. Tradução MargaritaMaria GarciaLamelo. São Paulo: É realizações, 2005.PHILIPPINI, A. Para entender a Arteterapia – Cartografias da Coragem. Rio de Janeiro: Wak, 2004. QUEIROZ, J. P. O Equilíbrio do Temperamento através da Música – Uma nova maneira de ouvir música. São Paulo: Cultrix, 1997.SALLES. Cecilia Almeida. Gesto inacabado: processo de criação artística. 6ª ed. SãoPaulo: Intermeios, 2013.SALLES, L. M. F. Adolescência, Escola e Cotidiano – ContradiçõesEntre o Genérico e o Particular. Piracicaba: UNIMEP, 1998. SCOTT, Marilyn. Cerâmica: guia para artistas principiantes y avanzados. Barcelona: Evergreen, 2007.SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico, 21ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. THOR, T. Tarô das “Mandalas Talismânicas” – Os Círculos Mágicos da Sorte e do Poder. Rio de Janeiro: Pallas, 2002.URRUTIGARAY, M. C. Arteterapia – A transformação pessoal pelas imagens. Rio deJaneiro: Wak, 2003.VIENNE, Véronique. A arte de viver bem com as imperfeições. Tradução deLizia Bydlowski. São Paulo: Publifolha, 2002.VITTEL, Claude. Cerámica (pastas y vidriados). Traducido por Daniel Santano y Leon. Madrid: Paraninfo, 1986.WINTHER, M. e ZATYRKO, F. Mandala – A Arte do Conhecimento. São Paulo: Pensamento, 1997.ZEM, Ana Maria; FUNCK, Anna Thais. O ensino da cerâmica para crianças. Miriam B. B. GABBAI (Org.). Cerâmica – Arte da Terra. São Paulo: Editora Callis Ltda, 1987.

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto permitirá o acesso à cultura às pessoas com deficiência, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade Física - Realização das exposições em locais adequados para receber cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção; Acessibilidade para deficientes visuais - Todas as exposições serão preparadas para atender ao portador de necessidade visuais, com atividades pensadas para este público; PRODUTO OFICINAS DE ARTE Acessibilidade Física - Realização das oficinas em locais adequados para receber cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção; Acessibilidade para deficientes visuais - Todas as oficinas serão preparadas para atender ao portador de necessidade visuais, com atividades pensadas para este público; Acessibilidade para deficientes auditivos - Presença de arte-educador treinado em LIBRAS; Acessibilidade para pessoas com deficiência Intelectual - Pessoas com Deficiência intelectual necessitam de linguagem dinamizada e atuações que transmitam sentido (do início ao fim das oficinas), além dos recursos concretos que formalizem o conteúdo ao cérebro. Cada deficiência intelectual é atendida de forma que supra as necessidades específicas de cada atendido. Serão disponibilizadas vagas para o PCDI em cada uma das oficinas e este público terá prioridade de acesso.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso O projeto adota como ação de democratização de acesso os seguintes incisos do art. 47 da IN 23/2025:“I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); Todas as atividades são gratuitas – não existe nenhuma cobrança de ingressos, matriculas ou materiaise“VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;” As oficinas do projeto Ser Âmica são gratuitas, não existindo nenhuma cobrança para os atendidos (inscrições e materiais gratuitos). As inscrições são realizadas no local de realização das oficinas e possuem vagas preenchidas por ordem de inscrição. Uma fila de espera é criada na lotação das vagas. O projeto pretende realizar: - 2.400 atendimentos nas oficinas de cerâmica, com quatro oficinas semanais, de 3 horas de duração cada, atendendo à 25 pessoas por oficina, durante 6 meses. Todos os acessos serão gratuitos. - 800 pessoas em 4 exposições de artes visuais, - 80 pessoas em 2 visitas anuais a feiras e eventos relacionados com o tema Total de atendimentos: 3.280

Ficha técnica

Ficha TécnicaRealização: Ser Âmica (proponente do projeto e responsável por todo o processo decisório) Direção Geral: Elainy Mota PereiraCoordenação Pedagógica: Vera Lúcia Perino Barbosa PsicólogoCoordenação Administrativa: João NoronhaArte-Educadores: Gabrielli Alves, D´jane Durand e Jussara Coelho e Laura Seixas Elainy Mota PereiraFunção no Projeto: Direção Geral 2019 a 2023 – Doutorado em Artes no curso de Pós-Graduação em Artes no Instituto de Artes da UNESP/Universidade Estadual Paulista, na linha de Pesquisa Processos e Procedimentos Artísticos, sob orientação da professora Dra. Geralda Mendes Ferreira Silva Dalglish. 2016 a 2018 – Mestrado no curso de Pós-Graduação em Artes no Instituto de Artes da UNESP/Universidade Estadual Paulista, na linha de Pesquisa Processos e Procedimentos Artísticos, sob orientação da professora Dra. Geralda Mendes Ferreira Silva Dalglish. 2009 a 2010 – Lato Sensu em Formação de Professor para o Ensino Superior. (Carga Horária: 360h). Universidade Paulista, UNIP, Brasil. 2005 a 2006 – Lato Sensu em Arteterapia. (Carga Horária: 360h). Universidade Paulista, UNIP, Brasil. 1995 a 1998 - Graduação em Educação Artística Bacharel em Artes Plásticas. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, Brasil. FORMAÇÃO COMPLEMENTAR 1989 a 1995 – Piano clássico - Conservatório Mato-Grossense de Música. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL / CULTURAL: 2024 a 2025 - Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” 9ª etapa em São Paulo, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. 2010 a 2025 – Curadoria das exposições para o projeto Ser Âmica, através dos projetos aprovados e fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, bem como curadoria de diversas exposições que acontecem no projeto Ser Âmica. 2020 a atual – Professora de cerâmica dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes pela UNESP – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. 2013 a atual – Professora no curso de pós-graduação em Arteterapia Aplicada à Saúde, Artes, Educação e Organizações, ministrado na UNIP – Universidade Paulista. 2009 a atual - Gestora Cultural – Consultoria, captação, formatação e elaboração de projetos culturais via Lei de Incentivos Fiscais de cultura, esporte, saúde e social. 2020- Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” 7ª etapa em São Paulo, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. 2019- Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” 6ª etapa em São Paulo, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. 2018- Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” 5ª etapa em São Paulo, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. 2017- Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” 4ª etapa em São Paulo, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. 2015 – Ministrante das oficinas: Mecanismos de Financiamento, realizada pelo Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura e Museu da Imagem e do Som, no projeto PONTOS MIS. 2015 – Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” 3ª etapa em São Paulo, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. 2013 – Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” Ampliação do Projeto a Novos Jovens Artistas – Ampliação, em São Paulo, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. 2012 – Arte-Educadora e Arteterapeuta em diversas Instituições como Associação Beneficente Árvore da Vida, Associação Civil Moradia, Casas de Acolhida Taiguara e Taiguarinha e Joselito Lopes Martins. 2010 – Coordenadora do projeto “Ser Âmica: A Modelagem de Um Novo Amanhã” em Mogi das Cruzes, fomentado através do PROAC ICMS - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo.2007 – Arte-Educadora do Projeto Arte-Educação é Prevenção, DST – AIDS (Ministério da Saúde) – desenvolvido pela Casa Taiguara em parceria com CTA – Henfil, para atender jovens das Casas de Acolhida Taiguara, Taiguarinha e Joselito Lopes Martins.2006 a atual – Voluntária nas Casas de Acolhida Taiguara e Taiguarinha e Joselito Lopes Martins com atividades em Artes Plásticas associadas a recursos da Arteterapia. 2002 a 2007 – Gerente Administrativo da Empresa Sete de Abril Produções e Entretenimento LTDA - São Paulo – SP. 2001 – Ministrante da oficina “Argila pela qualidade de vida”, oferecida pelo SEBRAE - MS aos seus funcionários e técnicos. A oficina tinha como objetivo usar a arte como recurso terapêutico, visando a integralização, terapia e humanização no ambiente de trabalho. 1998 – Estagiária contratada pelo processo seletivo do SESC - MS (Serviço Social do Comércio do Mato Grosso do Sul). 1996 a 2001 – Supervisora de artes da Prefeitura Municipal de Campo Grande - MS, responsável pelas oficinas do Centro de Atendimento Bem Viver, projeto que atende menores em situação de risco social e pessoal e profissionaliza-os através da arte. Responsável por organização de exposições e vernissages. Ministrante das oficinas para a capacitação e preparação de educadores (do ensino médio) responsáveis por creches atendidas pela rede municipal de MS. ____________________________________________Vera Lúcia Perino BarbosaFunção no Projeto: Coordenação Pedagica• Conhecimento na área Ciências na Saúde com experiência pratica na elaboração e desenvolvimento de projetos científicos, produções científicas e desenvolvimento de indicadores de saúde.• Desenvolvimento de indicadores para projetos sociais nas áreas de nutrição, esporte, cultura, educação e saúde para setor privado e organizações sem fins lucrativos.• Vivência conceitual e prática com equipes interdisciplinares e gestão de projetos sociais/saúde. Ampla rede de relacionamento nestes temas no Brasil, Estados Unidos e França.• Experiência prática em comunidades, escolas e setor privado no desenvolvimento e na implementação de projetos; mapeamento, monitoramento, avaliação, acompanhamento e diálogo com públicos de interesse.• Habilidade e experiência prática em desenvolvimento de conteúdos, metodologia e cursos de capacitação na área de saúde.• Vivência e experiência de 17 anos em projetos de saúde, promoção do diálogo e iniciativas de sensibilização e mobilização de diversos públicos (empresas, ONGs e indivíduos).• Vivência e experiência nos últimos quatros anos em projetos culturais nas áreas de teatro, artes plásticas e atividades circenses. HISTÓRICO PROFISSIONAL Atual/2016 Consultora Consultora para projetos de saúde e gestão de projetos sociais. Concepção, coordenação e gestão do Instituto Movere, planejamento estratégico , posicionamento institucional, captação de recursos e desenvolvimento dos projetos: 2004-2009 Prevenção e Tratamento de Comorbidades e Melhoria da Qualidade de Vida em Crianças e Adolescentes Obesos – criação e desenvolvimento de metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Projeto reconhecido e premiado por importantes instituições, como Prêmio Saúde, Prêmio Betinho, ILSI, Kellogg´s, BrazilFoundation e Ashoka. Mais de 34.000 atendimentos. 2008-2009 Curso de Aperfeiçoamento em Obesidade Infanto - Juvenil – Realização e coordenação do curso de capacitação para escolas, comunidades, ongs e setor privado. Desenvolvimento de conteúdo, metodologia e aferição de resultados. Capacitação de 400 profissionais na área de obesidade infantil. 2011-2012 Passos que Salvam - Uma Abordagem focada na saúde e baseada na família – criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Promover educação nutricional, aumento da atividade física e mudança de comportamento, às famílias em situação de risco social, cujos filhos estão com sobrepeso ou obesos. 2012-2015 Passos a Seguir – criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Promover a estimulação no desenvolvimento global e psicossocial de crianças e adolescentes com deficiências motoras, promovendo educação nutricional e mudança de comportamneto as famílias. 2012-2014 Educando para Saúde – criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Oferecer atendimento e orientação para crianças, adolescentes e famílias, sobre alimentação, atividade física e comportamento. 2012-2014 Brincando na Cozinha – criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Proporcionar as crianças e adolescentes um local de lazer a aprendizado, usando as oficinas como um instrumento para desenvolver habilidades culinárias 2012-2013 Alimentando Esperanças– criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Oferecer atendimento com equipe interdisciplinar às gestantes adolescentes com intuito de promover qualidade de vida para ela e para o bebê e a não reincidência da gravidez nesta faixa etária. 2013-2015 Atividades Circenses – criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Oferecer às crianças e adolescentes a oportunidade de vivenciar as atividades circenses em um processo criativo e prazeroso, colaborando para a democratização do acesso à cultura e para a formação de público, ao mesmo passo que traz em seu tema a possibilidade lúdica de reflexão sobre a construção de valores. Contribuirá também para a diminuição do sedentarismo e para melhorar as habilidades motoras, capacidades físicas e fatores de riscos para saúde. 2015-2016 Núcleo de Atenção contra a Violência em Crianças e Adolescentes Obesos – criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Oferecer suporte interdisciplinar adequado para crianças e adolescentes vitima de “bullying” para prevenir seus efeitos deletérios à saúde na vida adulta. 2015-2016 A tecnologia a favor da comunicação na reabilitação motora.– criação e desenvolvimento da metododologia, indicadores de saúde, conteúdos, avaliação, monitoramento e aferição de resultados. Proporcionar inclusão social e digital de crianças e adolescentes no tratamento da deficiência motora como a prevenção das doenças associadas Jun/08 – Dez/08 Nestlé Elaboração de conteúdos, indicadores de saúde e aferição de resultados em obesidade infantil). Set/04 – Jan/09 Pepsico do Brasil Elaboração de projeto, desenvolvimento de metododologia, indicadores de saúde, conteúdos,avaliação, monitoramento e aferição de resultados para projeto social no setor privado Programa Crescer. Set/03 – Dez/09 Movere Núcleo de Atividades Esportivas Concepção, coordenação e gestão do Movere, desenvolvimento de programas de saúde, diretora técnica do núcleo de atividades esportivas Movere. Nov/99 – Dez/03 Academia Turíbio Sports Coordenadora Técnica da Academia Turíbio Sports,técnica responsável pela área de avaliação física.____________________________________________João NoronhaFunção no Projeto: Coordenador Administrativo Produtor e Gestor Cultural especializado na elaboração de projetos culturais, coordenação administrativa de projetos de vários formatos, aprovação nas leis de incentivo e captação de patrocínios.Há 15 anos realiza consultoria para a elaboração de projetos culturais, captação de recursos, coordenação administrativa e prestação de contas para diversas instituições como o Museu Catavento, a OAK Educação e Cultura, o Instituto Terravista e o Instituto Nosso Olhar.Desde 2017 realiza a curadoria de projetos incentivados para a empresa Reckitt Benckiser do Brasil.Realizou a coordenação das atividades culturais da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS entre 2019 e 2024.Matemático formado pela Universidade de Campinas, gerente de Projetos certificado PMP (Project Manager Professional) desde setembro de 2005.Especialista em gestão de projetos pela USP com trabalho de final de curso relacionado à implantação de métodos de gerência de projetos em restauro arquitetônico. Implementou técnicas de gerência em projetos de restauro arquitetônico na Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, de 2005 a 2007.Especialista em Gestão Cultural pela ECA-USP com trabalho de conclusão de curso intitulado “Do Mecenato à Política Nacional das Artes – A Participação Popular nas Políticas Públicas de Fomento às Artes no Brasil”._______________________________________Gabrielli Alves, D´jane Durand, Jussara Coelho e Laura SeixasFunção no Projeto: Arte_EducadoresArte-educadores selecionados para a 9ª etapa do projeto e seguirão nas próximas etapas do projeto. Como são ex-alunas, tiveram a oportunidade do primeiro emprego, um currículo se formará a partir das experiências que eles tiverem com o projeto e indicações para futuras vagas em ateliês. Outros jovens que se destacarem, poderão também ser contratados para a 13ª etapa.Esta é uma das propostas do Ser Âmica: dar oportunidade aos excluídos, marginalizados e que não teriam chance no mercado de trabalho devido a falta de experiência, salvos empregos de ajudantes de lojas, mercados ou feiras livres.Hoje, já temos 18 ex-alunos trabalhando em ateliês de artistas / ceramistas renomados nacional e internacionalmente.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$220.000,00 em 13/03/2026.