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Este projeto prevê a montagem e itinerância do espetáculo "Quem Matou Amélie de Camembert", de autoria de Marcos Caruso, em diversas cidades brasileiras.
Dois escritores que, além de parceiros profissionais, já foram um casal no passado, têm a urgência de finalizar o roteiro de uma série erótico-policialdentro de um prazo apertado. Para superar os bloqueios criativos, adotam um método peculiar: representar as cenas que escrevem. Mas à medida que os personagens ganham vida, memórias do relacionamento vêm à tona, misturando ficção e realidade de forma cada vez mais caótica. Com diálogos afiados e situações inesperadas, QUEM MATOU AMÉLIE DE CAMEMBERT é uma comédia que brinca com os limites entre criação e criador, desejo e ressentimento, arte e vida. Afinal, quando os mistérios do roteiro se entrelaçam com os da própria relação, será que eles conseguirão terminar a série ou reescrever a própria história?
OBJETIVOS GERAIS . Promover a difusão e valorização do teatro brasileiro por meio da montagem e itinerância do espetáculo "Quem Matou Amélie de Camembert" em diversas cidades do país, contribuindo para a ampliação do acesso à cultura, a formação de público e o fortalecimento das manifestações artísticas nacionais. Além disso, buscamos promover a integração cultural entre diferentes regiões brasileiras, fomentando a inclusão social e o desenvolvimento cultural em âmbito nacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS . Realizar montagem e itinerância do espetáculo teatral "Quem Matou Amélie de Camembert" em 12 cidades brasileiras, sendo: 24 apresentações em São Paulo (dois meses de temporada); 24 apresentações no Rio de Janeiro (dois meses); 02 apresentações em cada uma das cidades de: Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Fortaleza, Natal, Belém e Vitória. Total de 68 apresentações para até 500 espectadores cada uma, totalizando até 34.000 beneficiários.
Este projeto se enquadra no seguinte inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; eIX - priorizar o produto cultural originário do País.Para tanto, atenderemos ao seguinte inciso do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres."Quem Matou Amélie de Camembert", de Marcos Caruso, é um espetáculo teatral que levará também a supervisão geral do artista. Com uma equipe de grande contribuição para o cenário teatral, pretende-se a criação e realização de um espetáculo de excelência artística. Vivemos uma era em que as fronteiras entre realidade e ficção estão cada vez mais borradas - nas redes sociais, na arte, nos relacionamentos. QUEM MATOU AMÉLIE DE CAMEMBERT mergulha com humor e inteligência nesse território ambíguo, explorando o quanto nossas histórias pessoais influenciam - e são influenciadas - pelas narrativas que criamos.Em um mundo acelerado, onde a produtividade é exigida a qualquer custo, a peça também reflete sobre o processo criativo, o desgaste emocional e as pressões de produzir conteúdo que seja ao mesmo tempo relevante, excitante e vendável. E faz isso com ironia, erotismo e um toque de mistério.Além disso, o reencontro entre os protagonistas - marcados por uma história de amor, frustração e cumplicidade - oferece ao público uma investigação divertida (e por vezes dolorosa) sobre o que permanece quando o romance acaba, mas o afeto e a parceria persistem.Realizar essa peça hoje é provocar riso e reflexão sobre o amor, a arte e as máscaras que usamos para sobreviver - no palco e fora dele.
Texto teatral em anexo.
Espetáculo de artes cênicasAcessibilidade física: locaremos teatros que contem, necessariamente, com medidas de acessibilidade física em seus espaços (assentos preferenciais, banheiros PNE, rampas de acesso e sinalização);Acessibilidade de conteúdo: uma (01) apresentação em cada localidade será mediada por intérprete de libras, com data prevista no material de divulgação; haverá, ainda, uma (01) apresentação com audiodescrição na cidade de São Paulo, cujo público-alvo será de instituições convidadas que atendam pessoas cegas ou de baixa visão. Em todas as apresentações, haverá disponível na bilheteria a sinopse da peça em braile. Em todas as apresentações, haverá disponível abafadores de ruído para pessoas dentro do espectro autista ou com outras necessidades específicas. Contrataremos equipe capacitada para realizar o acompanhamento de pessoas com deficiência física e/ou cognitiva, de forma a garantir a fruição de todos os públicos.Contrapartidas sociais Acessibilidade física: locaremos teatro que conte, necessariamente, com medidas de acessibilidade física em seus espaços (assentos preferenciais, banheiros PNE, rampas de acesso e sinalização);Acessibilidade de conteúdo: caso haja estudantes surdos inscritos, os ensaios abertos serão mediados por intérpretes de libras; caso haja estudantes cegos inscritos, os ensaios também serão mediados por audiodescrição e os participantes cegos convidados para visitar a cenografia do palco para uma visita sensorial.
Informamos que a distribuição de ingressos atenderá o previsto no Art. 46 da IN 23/2025. Em complemento, realizaremos dois bate-papos com a equipe técnica e artística, em atendimento ao Art. 47, inciso V, da referida instrução: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.Os eventos acontecerão em São Paulo, antes ou depois das apresentações e contemplarão até 1.000 espectadores (500 por bate-papo). A medida será disponibilizada no material de divulgação. Informamos, ainda, que a ação não se confunde com os ensaios abertos de contrapartida social.
. VANESSA VELLONI - DIRETORA DE PRODUÇÃOFormação superior em Administração de Empresas pela Universidade de Guarulhos, iniciou na área artística como sócia da Velloni Produções Artísticas, fundada em maio de 1999, juntamente com o produtor teatral Rodrigo Velloni. Idealizadora e produtora do premiado projeto “Ensaiando um País Melhor!”, Prêmio ADVB Top Social SP 2008 e Prêmio ADVB Top Social RJ 2009, projeto realizado desde 2006, do projeto “O Futuro está em Jogo!”, desde 2008. No ano de 2009, assinou a produção do espetáculo “O Colecionador de Crepúsculos”, que cumpriu temporada no teatro Popular do Sesi, que foi indicado em 13 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, sagrou-se vencedor em 4, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2009. No ano de 2010, assinou a produção do espetáculo “O Meu Amigo Pintor”, de Vladimir Capella, que foi indicado em 4 categorias do Prêmio Femsa, incluindo Melhor Espetáculo e Melhor Produção 2010. Em 2011, produziu o espetáculo teatral “Píramo e Tisbe”, também de Vladimir Capella, que cumpriu temporada no Teatro Popular do Sesi, que sagrou-se vencedor em 4 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2011. Idealizou e produz o espetáculo “Atreva-se!”, com direção de Jô Soares, que realizou temporada na capital paulista no ano de 2012, no Teatro das Artes do Shopping Eldorado, e cumpriu temporada na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2013, no Teatro do Leblon, e cumpriu turnê nacional por 18 capitais. Entre outras produções, destacam-se Histeria, com Jô Soares, Troilo e Créssida, com Jô Soares, e As Cangaceiras Guerreiras do Sertão, de Newton Moreno, ”Acorda Pra Cuspir”, de Eric Bogosian, direção de Daniel Herz, monólogo com Marcos Veras, 2015 e 2016. “Admirável Nino Novo”, monólogo de escrito e dirigido por Mauricio Guilherme, protagonizado por Cassio Scapin, 2017 e 2018.“ Só de Amor” , monólogo escrito e interpretado por Mariana Santos, com direção de Rodrigo Velloni. “Teatro Para Quem Não Gosta” , espetáculo de Marcelo Médici, 2019 e 2020, dentre outras produções.RODRIGO VELLONI - DIRETOR ARTÍSTICOProdutor, diretor e ator, com formação em produção cultural, técnica de ator, bacharelado e licenciatura em artes cênicas, iniciou suas atividades em 1999. Idealizador e produtor do premiado projeto de ação cultural “Ensaiando um País Melhor!”, Prêmio ADVB Top Social SP 2008 e Prêmio ADVB Top Social RJ 2009, projeto realizado de 2006 a 2014, e do projeto “O Futuro está em Jogo!”, de 2008 a 2014. Ambos projetos eram voltados a crianças moradoras das periferias urbanas com pouco acesso as artes. Assinou a produção de O Colecionador de Crepúsculos, O Meu Amigo Pintor e Píramo e Tisbe, de Vladimir Capella. Assinou a produção de Atreva-se, Histeria, Tróilo e Créssida e A Noite de 16 de Janeiro, com direção de Jô Soares. Produziu A Comédia das Maldades, direção de Victor Garcia Peralta, Acorda Pra Cuspir, com Marcos Veras e direção de Daniel Herz, Pergunte ao Tempo, de Otávio Martins, Admirável NINO Novo, com Cassio Scapin, Teatro para Quem Não Gosta, com Marelo Médici, e As Cangaceiras Guerreiras do Sertão, de Newton Moreno. Produziu e dirigiu Só de Amor, com Mariana Santos.Marcos Caruso - Dramaturgo Ator, autor e diretor brasileiro. Recebeu vários prêmios, incluindo um Prêmio APCA, um Prêmio Qualidade Brasil, dois Prêmios Shell, e um Troféu Imprensa, além de ter recebido indicação para um Prêmio Guarani de Cinema. Começou a atuar no teatro em 1973 e estreou na televisão em Aritana (1978). Continuou na carreira teatral nos palcos de São Paulo e foi membro de alguns grupos teatrais, com créditos que incluem Maroquinhas Frú-Frú (1974), O Diário de Anne Frank (1977) e Sua Excelência, o Candidato (1987), sendo essa última de sua autoria, que lhe rendeu o Prêmio Molière de melhor autor, o principal prêmio do teatro nacional à época. Ao mesmo tempo, desenvolveu uma carreira na televisão, sendo destaque nas novelas Pantanal (1990), A História de Ana Raio e Zé Trovão (1990) e Éramos Seis (1994). Em 1993, junto com Jandira Martini, escreveu e protagonizou o espetáculo Porca Miséria, que o consagrou como melhor autor, com os prêmios APCA, Mambembe e Shell. Em 1998 atuou em Honra, protagonizando a peça ao lado de Regina Duarte. O papel no espetáculo lhe rendeu um convite para participar da minissérie Presença de Anita (2001), sua estreia na TV Globo. No início dos anos 2000, fez importantes parcerias com o autor Manoel Carlos. No papel de Carlão em Mulheres Apaixonadas (2003), novela do horário nobre, ganhou grande destaque. Foi em Páginas da Vida (2006) que ele se consagrou, no papel de Alex. Por esse trabalho, foi aclamado pela crítica, recebendo indicações aos principais prêmios, além de receber o Troféu Imprensa de melhor ator. No cinema, Caruso protagonizou o filme Depois Daquele Baile (2006), em um triângulo amoroso com Irene Ravache e Lima Duarte. Seu desempenho lhe rendeu a indicação da crítica ao Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante. Também se destacou em outros papéis coadjuvantes em filmes de comédia, como Polaróides Urbanas (2008), pelo qual venceu o Prêmio Qualidade Brasil. Em 2016, foi aclamado por sua atuação na peça O Escândalo Philippe Dussaert, recebendo vários prêmios, incluindo o Prêmio Shell de melhor ator. Na televisão, o ator se tornou um dos mais recorrentes, estando no elenco principal das novelas Cordel Encantado (2011), Avenida Brasil (2012), Pega Pega (2017), O Sétimo Guardião (2018), Quanto Mais Vida, Melhor! (2021) e Travessia (2022).Marcos Veras - AtorAtor, humorista, apresentador, roteirista e dublador. Marcos começou a carreira em 1999, destacando-se como radialista na Rádio Tupi e no teatro em peças de comédia, sendo um dos primeiros humoristas a fazer stand-up no Brasil. Além disso, no início de sua carreira, também trabalhou no mercado de dublagem brasileira dublando alguns personagens pequenos, pontas e afins. Paralelamente fez diversas participações especiais na televisão em Linha Direta, Sítio do Picapau Amarelo, Tecendo o Saber, Bicho do Mato, Alta Estação, Vidas Opostas e Luz do Sol, até ganhar seu primeiro papel fixo em Amor e Intrigas, na Record TV, onde interpretou o advogado Márcio. Em 2008 tornou-se apresentador do Shoptime e criou seu show de Stand-Up solo Falando a Veras. Entre 2009 e 2014 esteve no elenco de apoio do Zorra Total e em 2010 estrelou a peça Atreva-se, dirigida por Jô Soares. Em 2012 ganhou reconhecimento nacional ao fazer parte do elenco original da produtora Porta dos Fundos, onde ficou até 2015. No mesmo ano tornou-se comentarista no programa Encontro com Fátima Bernardes. Em 2013 retornou a rádio com o Tudo a Veras, na Nativa FM. Em 2015, integra no elenco de Babilônia. Em 2017, foi um dos antagonistas de Pega Pega.Mariana Santos - AtrizAtriz e humorista brasileira, conhecida por suas atuações em programas humorísticos da TV Globo e por participar do programa Amor e Sexo, além de interpretar a personagem Maria Pia na novela Pega Pega. Sua estreia na televisão ocorreu em 2005 no humorístico MMPT, no Canal Brasil. Em 2006, entrou para o elenco fixo do Zorra Total, onde ficou conhecida. No ano de 2012, estreou no programa Amor e Sexo, destacando-se entre os convidados e permanecendo na bancada ao lado de Otaviano Costa, Regina Navarro Lins, Xico Sá e diversos outros convidados. Dentre suas atuações no teatro, destacam-se Ópera as Malibrans, o musical Crioula, com direção de Stella Miranda, O Riso de Karl e Marx e The Rock Horror Show. Em 2013, foi dirigida por Jô Soares no espetáculo de comédia Atreva-Se. Em 2017, Mariana deixou o elenco do humorístico Zorra para interpretar a personagem Maria Pia na novela Pega Pega. Em 2019, Mariana integrou o elenco de Malhação: Toda Forma de Amar, interpretando Carla, mãe super protetora de Raissa (Dora Assis) e Thiago (Danilo Maia), os protagonistas jovens da trama. Em 2023, Mariana foi convidada para compor o elenco principal do reboot de Elas por Elas, interpretando Natália.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.