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PRONAC 256083Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MONUMENTO À MEMÓRIA DE CHICA DA SILVA EM DIAMANTINA

MARCIAL DA LUZ DE AVILA JUNIOR
Solicitado
R$ 497,2 mil
Aprovado
R$ 497,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-10-17
Término
2026-06-17
Locais de realização (1)
Diamantina Minas Gerais

Resumo

O Projeto Cultural "Monumento ? Mem?ria de Chica da Silva em Diamantina" visa criar e produzir um Monumento (escultura) a esta personagem da nossa hist?ria e uma s?rie de pinturas da Chica, inauguradas com um ?baile de ?poca?. Destaca-se que os produtos finais do projeto ser?o instalados/realizados na Casa Chica da Silva (im?vel tombado pelo IPHAN) em Diamantina. Trata-se de uma repara??o hist?rica da imagem e da mem?ria de Chica da Silva a partir de uma a??o art?stico-cultural.A cidade de Diamantina ser? mobilizada por meio de iniciativas de participa??o (concurso para a modelo para composi??o das pinturas e escultura, abertura da exposi??o e inaugura??o do Monumento), que contar? com a participa??o de uma das atrizes que atuaram como Chica da Silva (ex: Zez? Motta, Ta?s Ara?jo), de membros das irmandades que Chica fazia parte e de familiares da Chica. Tamb?m ser? produzido um livreto c/ textos sobre a concep??o do monumento e a import?ncia desta repara??o a imagem da Chica da Silva.

Sinopse

PRODUTO PRINCIPAL Produção de obras e Exposição: Criação artística de 07 telas em tamanhos variados, que retratem Chica da Silva em diferentes situações cotidianas, quando do auge de sua vida adulta em Diamantina: esposa, mãe, dama da sociedade, etc. As obras serão expostas na Casa da Chica da Silva (atual sede do IPHAN Diamantina), cuja abertura contará com um baile de época.Ciração e instalação do Monumento:Criação de uma escultura em bronze, em tamanho natural (Monumento a Chica da Silva), retratando-a em pé, com todo seu auge e esplendor da idade adulta, a ser instalada na área externa da Casa Chica da Silva (Atual sede do IPHAN Diamantina) para visitação pública em horários e dias definidos pelo IPHAN.___________________________________________________________________________________PRODUTO SECUNDÁRIOLivretoProdução do livreto contendo textos sobre a concepção do monumento e a importância deste resgate da imagem da Chica da Silva. Também constará um pequeno relato sobre a pesquisa documental e bibliográfica que subsidiaram a elaboração dos textos que comporão uma publicação.Formato 20X28cm; Papel couchê brilhante; Capa papel 250 grs.; Miolo 150 grs.; 34 páginas; Imagens: 07 Fotos coloridas das pinturas, foto dos artistas, foto do croqui da Estátua; Tiragem - 1000 exemplares. Distribuição gratuita de 20% da tiragem para escolas públicas de Diamantina, especialmente de regiões periféricas da cidade e dos distritos.____________________________________________________________________________________Edital de Seleção de modelo artísticoMINUTA EDITAL O Lapidário das Artes, espaço cultural inovador, dedicado ao diálogo e à criação artística, CNPJ 20.081.949/0001-70, localizado à Rua São Francisco, 49 – Centro. Diamantina, MG – 39100.000, visando fomentar a cultura e o desenvolvimento artístico diamantinense, lança o Edital de SEleção de Modelo Artístico para atuar no projeto MONUMENTO À MEMÓRIA DE CHICA DA SILVA EM DIAMANTINA, de autoria do artista Marcial Ávila, conforme condições abaixo descritas. Do objeto1- seleção de pessoa jurídica que atuará como modelo artístico para composição de quadros e escultura de Chica da Silva. 2- o trabalho terá duração de xx dias e será remunerado em XXXXX reais.Do cronograma Atividade Período Publicação do Edital a definirInscrições 20 diasAnálise das candidaturas 15 diasResultado preliminar a definirRecurso resultado preliminar 03 dias úteisAnálise dos recursos 03 dias úteisResultado final a definirContratação a definirDos pré-requisitosTer idade igual ou superior a 18 anos no ato de inscrição.Possuir fenótipo semelhante ao de Chica da Silva;Ter disponibilidade para atuar/posar como Modelo Vivo para os artistas que criarão suas obras;Residir na cidade de Diamantina;Das inscriçõesAs inscrições serão realizadas na sede do Lapidário das Artes, presencialmente ou por procuração simples. A documentação para inscrição deve constar: RG e CPF, comprovante de residência em Diamantina, Portfólio.Do processo seletivoO processo seletivo será realizado de acordo com os critérios abaixo:Apresentação da documentação de inscrição conforme disposto no edital;Análise de portfólio;Participação de entrevista presencial em horário e data agendados posteriormente e de comum acordo com a equipe do Lapidário, com o Artista e com os membros do Júri.Os(as) candidatos(as) aprovados(as) serão classificados(as) na ordem decrescente das notas obtidas no processo seletivo. Em caso de empate, serão considerados os seguintes critérios: maior experiência em atividades relacionadas à temática do edital; e maior idade. Sendo indicado o mais bem classificado, enquanto que os demais aptos são automaticamente considerados suplentes em caso de desistência.Dos ResultadosO resultado preliminar será divulgado no site do Lapidário das Artes conforme data definida no cronograma deste edital. Os (As) candidatos(as) poderão interpor recurso contra o resultado preliminar na data definida pelo cronograma do edital, presencialmente na sede do Lapidário das Artes.Após análise dos recursos apresentados (se houver) será divulgado no site do Lapidário das Artes o resultado final conforme data definida no cronograma do edital.Da contrataçãoO primeiro classificado deverá se apresentar para contratação na data indicada no cronograma do Edital, no horário de xxxx as xxxx com documentação pessoal original para elaboração do contrato e início das atividades. _______________________________________________________________________________Classificação etária: livre para todos os públicos (conforme a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990). Acesso livre e gratuito a todas as atividades culturais do projeto e a seus produtos. Em todo material de divulgação do projeto (impresso ou digital) serão inseridas as marcas da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), do Ministério da Cultura e do Governo Federal conforme Manual do Uso das Marcas do Programa Nacional de Apoio à Cultura.

Objetivos

GeralPromover uma repara??o hist?rica da imagem e da mem?ria de Chica da Silva a partir de uma a??o art?stico-cultural que engloba a produ??o e exposi??o de pinturas (quadros) que ir?o retratar um percurso hist?rico da personagem ao longo de sua vida e a cria??o e instala??o de uma escultura em tamanho natural (monumento a Chica da Silva) retratando-a em p? em todo seu auge e esplendor da idade adulta.Espec?ficos- Promover atividades art?stico-culturais visando realizar uma repara??o hist?rica a imagem e a mem?ria de Chica da Silva;- Fazer uma homenagem a Chica da Silva, por meio de um conjunto de atividades art?sticas a serem desenvolvidas na Casa da Chica da Silva (sede o IPHAN Diamantina);- Realizar uma mostra de pinturas retratando Chica da Silva em situa?es cotidianas na Casa da Chica da Silva (sede o IPHAN Diamantina);- Instalar um monumento (escultura de bronze) de Chica da Silva na ?rea externa da Casa da Chica da Silva (sede do Escrit?rio T?cnico do IPHAN em Diamantina);- Realizar a abertura da exposi??o e inaugura??o do Monumento ? Chica da Silva na Casa da Chica da Silva (sede o IPHAN Diamantina) com um ?baile de ?poca?, contando com a participa??o de uma das atrizes que atuaram como Chica da Silva (Ta?s Ara?jo e Zez? Motta), de membros das irmandades que Chica fazia parte e de familiares da Chica da Silva;- Produzir um livreto com composi??o e representatividade do monumento em termos da hist?ria e da imagem de Chica da Silva - 20% dsitribui??o gratuitas para escolas p?blicas de Diamantina, especialmente de regi?es per?f?ricas da cidade e dos distritos;?- Contribuir para a difus?o, frui??o e preserva??o do patrim?nio cultural material e imaterial diamantinense;- Estimular o (re)conhecimento da personagem Chica da Silva em suas m?ltiplas facetas - mulher, m?e, membro da sociedade diamantinense;- Contribuir para facilitar o acesso da popula??o ?s fontes da cultura e para promover o pleno exerc?cio dos direitos culturais;- Contribuir para a?produ??o e para a difus?o de bens culturais que s?o formadores e informadores de conhecimento, cultura e mem?ria;- Contribuir na promo??o e no est?mulo a regionaliza??o da produ??o cultural e art?stica brasileira, bem como com a valoriza??o de recursos humanos e conte?dos locais.

Justificativa

Esta proposta tem como finalidade fazer uma justa homenagem a uma das grandes personalidades da hist?ria brasileira: Chica da Silva, figura central para a composi??o da identidade nacional. Sua hist?ria, marcada pela ascens?o social e pela vida na cidade, ? parte integrante da cultura local e do imagin?rio coletivo de Diamantina, podendo ser considerada um patrim?nio imaterial da cidade que foi palco de sua vida, de seus filhos e de sua influ?ncia social.?Ainda que Chica da Silva seja uma personagem multifacetada e tenha sido objeto de diferentes interpreta?es, sua presen?a em Diamantina ? ineg?vel, de forma que o territ?rio e a hist?ria da cidade encontram-se intrinsecamente ligadas ? trajet?ria de Chica da Silva, e seu legado ? relevante para a compreens?o da identidade diamantinense.?A ideia ? trazer um novo olhar sobre Chica da Silva, um contraponto ? narrativa hegem?nica que a retrata(va) de forma biologizante (sensualidade e sexualidade) e preconceituosa (ra?a e classe social).?No caso de Chica da Silva sua inser??o enquanto personagem da hist?ria e da mem?ria nacional perpassa mais o lado da sensualidade e da sexualidade do que seu lado de influenciadora dos modos de vida de uma ?poca. Desde o memorialista Joaquim Felipe dos Santos (mulher feia e maldosa, sem dentes e sem cabelo) at? o novelista Walcyr Carrasco, que a apresenta como uma mulher extremamente sexy e sensual, concubina do contratador Jo?o Fernandes.?Para muitos pesquisadores da hist?ria, estas narrativas resultam de preconceitos de g?nero, classe e etnia que estruturam a sociedade brasileira e desqualificam a trajet?ria de Chica da Silva enquanto mulher negra que marcou uma ?poca, uma sociedade, tendo obtido grande prest?gio social e detentora de grande riqueza.Recentemente as narrativas da hist?ria das sociedades t?m inclu?do as mulheres como agentes s?cio-pol?ticas. Entretanto ainda se tem muito pouco a inclus?o das mulheres negras.?Alguns autores t?m nas ?ltimas d?cadas trabalhado a rela??o entre discurso e participa??o efetiva, dentre eles destaca-se: E. P. Thompson, que introduziu a ideia de que a cultura ? constru?da na experi?ncia; G. Duby, cujos escritos relacionados ? Nova Hist?ria e aos Annales, observa que a inser??o das mulheres pode ser percebida nas contribui?es dos medievalistas pelo estudo das damas e das feiticeiras.?Como consequ?ncia desse alargamento um estilo de escrita, as biografias, colocam em evid?ncia as mulheres enquanto protagonistas da hist?ria e o feminino passa a ter um papel na cena pol?tica por meio da constru??o de uma imagem positiva das mulheres. As biografias passam a ser percebidas como relatos de rela?es sociais, prop?em um novo olhar sobre a trajet?ria das mulheres e sobre o papel importante do feminino ao trazer novas informa?es sobre essas personagens. A proposta destes escritos ? tornar conhecida a hist?ria das personagens e desmistific?-las.?No Brasil h? uma vertente de pesquisadores, como J?nia Furtado, que buscam jogar luz sobre aspectos da vida e do car?ter da personagem hist?rica Chica da Silva de forma menos romanceada e/ou m?tica. Estes pesquisadores buscam em fontes hist?ricas narrativas que permitam estruturar a biografia da Chica da Silva semelhante a de outros personagens hist?ricos.?Embasado nessa nova perspectiva de historiografia, este projeto traz uma vis?o de Chica da Silva em conson?ncia ?s ideias dos pesquisadores atuais: olhar a personagem para al?m de suas caracter?sticas biol?gicas, deslocando o conceito de feminino do biologizante para o cultural.?Com base nestas coloca?es, a proposta ? representar Chica da Silva a partir de sua inser??o familiar e social: a m?e, a senhora da casa, os cuidados com a fam?lia, dentre outros. Com isso, se possibilitar? uma nova compreens?o sobre a vida da Chica da Silva e um novo olhar sobre sua rotina em Diamantina, que contrasta e rev? a usual ideia de sexualiza??o e sensualiza??o da figura da Chica t?o em voga no pa?s.Para melhor desenvolvimento do processo art?stico o projeto prev? a realiza??o de pesquisa hist?rica e imag?tica de modo a melhor compor os ?retratos de Chica? para a mostra e o monumento, bem como para composi??o de uma publica??o a ser lan?ada junto com a inaugura??o do monumento.?A utiliza??o da Lei Rouanet como forma de obter o financiamento deste projeto reside no fato de que esta Lei ? uma ferramenta importante para o desenvolvimento da cultura no Brasil, oferecendo benef?cios para projetos culturais, como o aqui apresentado, que n?o poderia ser executado com recursos pr?prios. O uso da Lei 8.313/91 se aplica a este projeto por se tratar de uma iniciativa de repara??o a mem?ria de uma personagem feminina que em muito influenciou os modos de fazer e viver da sociedade diamantinense e brasileira, com isso atende aos Artigos 1? e 3? da Lei 8313/91 nos seguintes incisos:?Artigo 1?I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ?s fontes da cultura e o pleno exerc?cio dos direitos culturais;Todas as atividades do projeto s?o de acesso livre e gratuito para a popula??o brasileira - abertura e visita??o da mostra, inaugura??o e visita??o do monumento, distribui??o do Livreto.II - promover e estimular a regionaliza??o da produ??o cultural e art?stica brasileira, com valoriza??o de recursos humanos e conte?dos locais;O fato de o projeto se realizar fora do eixo Rio-SP, no interior do estado de MG, demonstra que a proposta promove a regionaliza??o da produ??o art?stico-cultural brasileira. Al?m disso, sua realiza??o contar? com a contrata??o de recursos humanos da cidade de Diamantina: modelo, coordenadora do processo de sele??o, fot?grafo, al?m do pr?prio artista ser natural da cidade.?IV - proteger as express?es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e respons?veis pelo pluralismo da cultura nacional;Ao resgatar a mem?ria de Chica da Silva, fazendo uma repara??o hist?rica de sua imagem, este projeto est? contribuindo para proteger uma personagem de sua hist?ria que contribuiu para o pluralismo da cultura nacional.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrim?nio cultural e hist?rico brasileiro;Este projeto ser? realizado em im?vel tombado pelo IPHAN (sem interven??o na edifica??o) pela refer?ncia a mem?ria coletiva brasileira e o foco principal ? recuperar um dos s?mbolos mais conhecidos do per?odo de extra??o de diamantes nas Minas Gerais, per?odo da hist?ria que guarda s?mbolos da na??o que influenciaram a conforma??o da nossa identidade nacional. Chica da Silva ? um s?mbolo importante da mem?ria brasileira por sua hist?ria que desafia a possibilidade de que uma mulher negra, ex-escrava, alcan?ar o sucesso e a riqueza na sociedade colonial; por representar a luta por liberdade e a busca por ascens?o social, mesmo em meio a um sistema racista, mis?gino e escravagista; porque sua hist?ria ? frequentemente romantizada e utilizada em diversas manifesta?es art?sticas e culturais: filmes, novelas e enredos de escolas de samba, o que a torna um ?cone popularArtigo 3?II - fomento ? produ??o cultural e art?sticaA proposta em tela fomentar? a produ??o cultural e art?stica em Diamantina, quer seja pelas a?es propostas, quer seja por gerar emprego e renda - economia criativa;III - preserva??o e difus?o do patrim?nio art?stico, cultural e hist?ricoAo realizar as atividades na Casa da Chica da Silva, o projeto promover? maior visibilidade e difus?o deste patrim?nio em termos locais, regionais e nacionais, quer seja pelos turistas que visitar?o a mostra, quer pela comunidade local que participar? ativamente das a?es desenvolvidas.IV - est?mulo ao conhecimento dos bens e valores culturaisA elabora??o do Livreto e sua distribui??o alcan?ar?o um p?blico para al?m do per?odo de visita??o da exposi??o, e por seu conte?do poder?o ampliar seus conhecimentos sobre composi??o art?stica e sobre a personagem e simbolismo de Chica da Silva para a sociedade brasileira em geral.

Estratégia de execução

A proposta é criar e produzir um Monumento a esta personagem da nossa história e uma série de pinturas da Chica, inauguradas com um grande “baile de época”. Destaca-se que os produtos finais do projeto (monumento, pinturas e baile) serão instalados/realizados na Casa Chica da Silva, localizada em Diamantina. O proponente, Marcial Ávila, é um artista múltiplo e grande referência sobre o assunto Chica da Silva não apenas em Diamantina, mas em todo o território nacional. O artista, pelo seu grande conhecimento sobre Chica da Silva, realizou inúmeras ações culturais voltadas para o enaltecimento da memória desta grande mulher, que influenciou sobremaneira a vida da cidade de Diamantina e do Brasil, tendo, inclusive, reconhecimento internacional. A proposta visa promover uma reparação histórica da imagem e da memória de Chica da Silva a partir de uma ação artístico-cultural que engloba a produção de pinturas (quadros) que retratem um percurso histórico da personagem ao longo de sua vida e a criação e instalação de uma escultura em tamanho natural (monumento a Chica da Silva) retratando-a em pé, com todo seu auge e esplendor da idade adulta. Estas criações artísticas estarão embasadas em um contexto historiográfico ancorado na tese de Júnia Furtado e perpassado pelos escritos de Cecília Meireles e de outros literatos.A criação artística do Monumento ocorrerá utilizando uma modelo que será escolhida por concurso na cidade de Diamantina e sob a consultoria do artista Marcial Ávila, expert do tema Chica da Silva.Mobilizar a cidade de Diamantina para esta “nova” concepção da Chica da Silva, por meio de iniciativas de participação da sociedade tais como a realização de um concurso para a modelo e produção de um evento de abertura da exposição e da inauguração do Monumento a Chica, que contará com a participação de uma das atrizes que atuaram em novelas e filmes sobre Chica da Silva (ex: Zezé Motta, Taís Araújo), de membros das irmandades que Chica fazia parte e de familiares da Chica. Também será produzido um livreto contendo textos sobre a concepção do monumento e a importância deste resgate da imagem da Chica da Silva.Trazer à tona uma nova visão da imagem de Chica da Silva, revisando aquelas definidas nos escritos de Joaquim Felício dos Santos e no enredo do filme de Cacá Diegues que a retratavam por vieses de: exotismo, erotismo, sexualização exacerbada, racismo e selvageria. Ainda que a Contrapartida não seja uma exigência para esta modalidade de projeto, o proponete se compromete a realizar uma oficina de pintura aquarela para 30 alunos da rede pública de ensino do Estado em Diamantina; realizar a doação das 07 pinturas que comporão a mostra para o ET-IPHAN Diamantina; distribuir gratuitamente 20% da tiragem dos livretos sobre a composição e representatividade do monumento.Destaca-se que na seleção dos produtos resultantes do projeto (Plano de Distribuição) somente foi possível incluir Exposição (que, portanto, abrange tanto a mostra das pinturas (07 telas) quanto a instalação do Monumento) e Livro (não existe a categoria livreto).Ressalta-se que ainda que este projeto tenha como foco principal a realização de uma mostra de pinturas e a instalação de um Monumento a Chica da Silva, não há necessidade de envio de carta de anunência visto que as obras deverão ser criadas após a aprovação do projeto. Tal fato também corrobora o não envio do Relatório de Obras que serão expostas, visto que não foram confeccionadas, logo não se encontram definidas. No que concerne a Ficha técnica, informa-se que ela foi elaborada com alguns dados dos CVs e Portfólio dos membros da equipe principal do projeto e os currículos detalhados foram apensados como anexo.Em relação a cenografia/museografia, informa-se que foi anexado a esta proposta um arquivo contendo tanto o pré-projeto museográfico da exposição quanto o pré-projeto de instalação do Monumento (escultura) com alguns detalhamentos, visto que a versão definitiva será elaborada após aprovação do projeto e contará com a colaboraçào de membros da equipe do IPHAN de Diamantina. Quanto a Classificação das atividades informa-se que todas serão livre para todos os públicos (conforme a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990). O acesso será livre e gratuito a todas as atividades culturais do projeto e a seus produtos. Em todo material de divulgação do projeto (impresso ou digital) e no Livreto serão inseridas as marcas da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), do Ministério da Cultura e do Governo Federal conforme Manual do Uso das Marcas do Programa Nacional de Apoio à Cultura. Neste material também será inserida a marca do patrocinador do projeto, que também receberá 10% da tiragem da publicação (Livreto).

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - EXPOSIÇÃO DE ARTE E INSTALAÇÃO DO MONUMENTOExposição Retratos de Chica – Ecos da HistóriaLocal: Casa de Chica da Silva – IPHAN, Diamantina-MGArtista: Marcial da Luz de Ávila JúniorPeríodo: A definirTécnica: Óleo sobre telaNúmero de obras: 07 pinturasA exposição “Retratos de Chica – Ecos da História” propõe um reencontro com a figura de Chica da Silva, agora sob um novo olhar, baseado em pesquisa histórica aprofundada. Inspiradas no livro Chica da Silva e o contratador de diamantes da historiadora Júnia Ferreira Furtado e em retratos de famílias negras do século XIX feitos por Chichico Alkimim, as sete obras propõem uma representação simbólica e plural da mulher histórica, contrapondo-se aos estereótipos cristalizados ao longo do tempo.Esta nova coleção dialoga com a já instalada no interior da Casa de Chica da Silva, Exposição Sete Vezes Chica, criando um percurso sensorial e reflexivo sobre ancestralidade, memória, resistência e identidade. Os quadros estarão dispostos de maneira que uma visão não sobressaia mais do que a outra, portanto a montagem ainda que não tenha uma ordem sequencial, permitirá ao visitante/observador estabelecer uma relação de proximidade e reconhecimento da concepção artística que o autor deseja transmitir. Ciração e instalação do Monumento à Memória de Chica da SilvaLocal: Casa de Chica da Silva – ET-IPHAN - Diamantina-MGArtista: Léo Santana - Fundição Ana VladiaPeríodo: A definirTécnica: Bronze Número de obras: 01 Monumento à Memória de Chica da Silva (Estátua)Para homenagear Chica da Silva e realizar uma reparação histórica de sua trajetória, este projeto prevê a criação de uma escultura em bronze, em tamanho natural (Monumento a Chica da Silva), retratando-a em pé, com todo seu auge e esplendor da idade adulta, a ser instalada na área externa da Casa Chica da Silva (Atual sede do IPHAN Diamantina) para visitação pública em horários e dias definidos pelo IPHAN.A proposta é trazer ao público um novo olhar sobre Chica da Silva, um contraponto à narrativa hegemônica que a retrata(va) de forma biologizante (sensualidade, sexualidade) e embasado em preconceitos (raça, classe social). PRODUTO SECUNDÁRIOLivretoProdução do livreto contendo textos sobre a concepção do monumento e a importância deste resgate da imagem da Chica da Silva. Também constará um pequeno relato sobre a pesquisa documental e bibliográfica que subsidiaram a elaboração dos textos que comporão uma publicação.Formato 20X28cm; Papel couchê brilhante; Capa papel 250 grs.; Miolo 150 grs.; 34 páginas; Imagens: 07 Fotos coloridas das pinturas, foto dos artistas, foto do croqui da Estátua; Tiragem - 1000 exemplares;Distribuição gratuita de 20% da tiragem para escolas públicas de Diamantina, especialmente de regiões periféricas da cidade e dos distritos.

Acessibilidade

Em relação a acessibilidade este projeto prevê as seguintes ações:Material de divulgação nas redes sociais com linguagem simples, narração e descrição (#paracegover);Legendas em braile para cada uma das pinturas da exposição;Descrição em áudio de cada uma das obras expostas acessíveis por QRCodeA publicação também trará textos em linguagem simples.O local de instalação do Monumento à memória de Chica da Silva é a Casa da Chica e tem uma entrada acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Mas como se trata de equipamento do poder público, que hoje além de sede o ET-Diamantina do IPHAN também abriga o Museu do Diamante (unidade cultural do Ibram), por ser uma propriedade cujo pleno domínio e/ou gestão do imóvel, não recai sobre o proponente, a acessibilidade física deixa de ser obrigatória para o projeto - § 1º do Art. 42 da IN 23/2025.Cumpre destacar que para a implementação das ações de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, serão utilizadas as orientações contidas no Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

Democratização do acesso

No que se refere a Democratização e Ampliação do Acesso, o projeto estabeleceu as seguintes atividades:Acesso livre e gratuito a todas as atividades do projeto;Postagens nas redes sociais acessíveis e com linguagem simples, narração e descrição (#paracegover) para melhor acesso do público aos conteúdos;Distribuição gratuita dos livretos na abertura da mostra e na inauguração do Monumento;Entrega de 30% da tiragem do Livreto para a Secretaria Municipal de Educação de Diamantina;Comercialização de 20% da tiragem do Livreto a preços populares (até R$50,00) e 50% a preços não superiores a R$100,00;Realização de oficina de pintura aquarela para 30 alunos da rede pública de ensino do Estado em Diamantina;Oferecimento de visita guiada à mostra durante o período em que estiver aberta a visitação.

Ficha técnica

Equipe principal Coordenador do projeto - Sandra Martins FariasArtista plástico – artes visuais – pinturas da cronologia histórica da Chica – Marcial Ávila (proponente)Artista plástico – Monumento a Chica – Léo Santana/Fundição Ana VladiaPesquisador (pesquisa histórica, elaboração de textos para livreto) - Robson de BrittoFotógrafo – registros para divulgação nas redes sociais - Michel BecheleniCoordenadora técnica - Coordenação do Concurso (escolha de modelo artístico) - Lapidário das ArtesEquipe principal - Ficha técnica com mini CVCoordenador do projeto - Sandra Martins FariasFormação: Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1994) e especialista em Gestão do Patrimônio Cultural pela PUCMINAS (2003). Mestre em antropologia pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia e Arqueologia da UFMG (2008). Doutora em Integração da América Latina pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina - Universidade de São Paulo - USP (2013). Também realizou o II CEAM - Curso de Estudos Avançados em Museologia. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, ULHT, Portugal, iniciativa focada em aprofundar conhecimentos e práticas na área, com foco em museologia social e educação museal; é um programa de imersão, com disciplinas específicas e uma carga horária que varia entre 120 e 160 horas; visa a discussão de temas relevantes para a museologia contemporânea, como patrimônio, memória social, identidade, diversidade e multiculturalismo.Experiência Profissional: Diretora do Museu do Diamante/Ibram, Diamantina/MG entre 2017 e 2021, atuando na gestão institucional da unidade e em sua representatividade junto a outros órgãos; destaca-se a atuação na coordenação dos programas: expositivo, educativo, de pesquisa e de gestão do acervo. Coordenadora do Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte entre 2021 e 2022, atuando como gestora institucional da unidade, com destaque para a coordenação dos programas: expositivo, de parcerias, de internacionalização De 2022 a 2024 atuou na coordenação estratégica de implementação da Política Nacional de Cultura Viva em Belo Horizonte. De 2024 a 2025 atuou na assessoria estratégica da Diretoria de Políticas Culturais e Participação Social da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte.Pesquisa: Utilizando o arcabouço teórico e metodológico da antropologia realizou pesquisas na área da memória e patrimônio cultural, museus e museologia e ação educativa em museus. Dentre os museus investigados destaca-se: Museu Nacional dos Povos Indígenas (antigo Museu do Índio), localizado no Rio de Janeiro; Museu Nacional da Colômbia, localizado em Bogotá; Museu Nacional de Antropologia e Museu de América, ambos localizados em Madri.Artista plástico – artes visuais – Marcial ÁvilaGraduado em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Minas Gerais – UEMG / Escola Guignard. Especialista em Escultura, Desenho e Contemporaneidade da Arte. Pós graduado em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros pela PUC Minas. Poeta, cenógrafo, figurinista e ilustrador com participação em mais de cento e setenta obras, desenhista de estamparia há mais de 20 anos. Já expôs em várias galerias da capital e também em outras cidades do país. É um dos artistas de maior destaque no cenário das artes representativas da cultura negra de Minas Gerais. As obras podem ser vistas na Casa da Chica, como acervo permanente do IPHAN.Seu trabalho alcançou vários países do mundo, mais especificamente da Europa onde seus quadros fazem parte do acervo da embaixada do Brasil em Roma, Itália. Além de participar de festivais internacionais, como “Carnavele Del Polino” em Castrovillari, Itália, no “Dia Internacional da Mulher” em Besançón” e “Rencotres et Racines” em Audincourt, França, expondo e divulgando a arte e a cultura brasileira. Idealizador da Grife Chica da Silva, produzindo moda com estamparia inspirada em motivos étnicos. Participa de fóruns internacionais sobre cultura africana e afro-brasileira e também seminários sobre racismo e inclusão social por meio da arte.Artista plástico – Monumento a Chica – Léo Santana/empresa Ana VladiaLéo Santana é escultor desde 1990, iniciou trabalhos com bronze em 2000. Uma de suas obras mais conhecidas é a Estátua de Carlos Drummond de Andrade. É formado em publicidade e propaganda e desenho industrial. Possui obras em diversas capitais do Brasil, Europa e Estados Unidos. Ana Vladia é empresa especializada na fundição de esculturas em bronze, a Fundição Ana Vladia está instalada desde 2002 e realiza parcerias com diversos artistas plásticos para fazerem, em conjunto, o processo artístico completo e o ofício de fundir e transformar arte em obra eternizada. Leo Santana foi o primeiro artista parceiro da fundição, ao criar em 2002 a obra “Drummond no Calçadão”, para a cidade do Rio de Janeiro.Dentre as obras destaca-se: 2002 - Drummond no Calçadão - Homenagem da cidade do Rio de Janeiro ao centenário do poeta Carlos Drummond de Andrade.2004 - 20 anos das Diretas - Homenagem aos principais articuladores do movimento por eleições diretas no Brasil: Ulysses Guimarães, Teotônio Vilela e Tancredo Neves; Encontro Marcado - Homenagem a quatro escritores mineiros: Fernando Sabino, Otto Lara Rezende, Paulo Mendes Campos e Hélio Pelegrino. 2006 - Juscelino Kubitschek - Busto do Presidente JK criado para a Bird (Sede) em Washington D.C., Estados Unidos.2010 - Portal Grande Sertão - Homenagem do Governo de Minas Gerais e da cidade de Cordisburgo ao escritor mineiro Guimarães Rosa.2013 - Zé Peixe - Escultura retratando um personagem popular da cultura sergipana. 2015 - Graciliano Ramos - Homenagem da cidade de Maceió ao romancista alagoano; Aurélio Buarque - Homenagem da cidade de Maceió ao lexicógrafo, filólogo, tradutor, ensaísta e crítico literário.2018 - Nise da Silveira - Homenagem à médica psiquiatra instalada em Maceió - AL;Jorge de Lima - Obra retratando o poeta e romancista brasileiro, em Maceió - AL2021 - Empreendedores do Sertão - Conjunto de quatro esculturas retratando os pioneiros da indústria, instalada em Delmiro Gouveia - AL. 2022 - Princesa Leopoldina - Homenagem instalada na cidade de Leopoldina - MG;José Bonifácio - Escultura retratando José Bonifácio tirando selfie para a cidade de Santos - SP.2023 - Dona Lucinha - Obra representando Dona Lucinha na entrada do Mercado Central de Belo Horizonte.Pesquisador (pesquisa histórica, elaboração de textos para livreto) - Robson de BrittoDoutorando em Educação pela FEUSP/SP. Mestre em Artes pela Guignard/UEMG-MG em 2023 com a dissertação "A iconografia de Marcial Ávila: uma leitura por meio da temporalidade do xirê", realizada com bolsa CAPES. É mestre Interdisciplinar em Humanidades pela UFVJM-MG em 2018 com a dissertação "Aproximação dialógica: cosmogonias grega e iorubá", na mesma instituição em modalidade de iniciação científica, com bolsa da FAPEMIG, pesquisou o comparativo mítico intertextual entre os orixás iorubanos e os deuses gregos. Letrista pela UNIP-SP em 2014, na mesma instituição, realizou pesquisa de iniciação científica com a investigação em comunicação digital entre Angola-Portugal-Brasil. Atualmente é membro do grupo de pesquisa CorpusLab na UEMG-MG. Professor e escritor de ensaios e outros gêneros. Dentre os livros publicados, destaca-se: Atua como escritor independente, tendo publicado: “Mãe, Pai & Lógunède” (Coletânea de poesias, 2015); “Sereia presa na caixa d’água: AXÉ I - A senhora da garrafa” (Romance afro-brasileiro, 2020); “Racismos e antirracismos nas infâncias” (material paradidático 2023), entre outras publicações.Fotógrafo – registros para divulgação nas redes sociais - Michel BecheleniFotógrafo e vídeo documentarista. Desde 2015 atua como produtor, diretor de fotografia e cinegrafista na Rupestre Imagens, produzindo materiais audiovisuais e contribuindo com organizações não-governamentais de cunho educacional, assistencial, social, cultural, sociocultural, ambiental e socioambiental na região do Vale do Jequitinhonha. Em 2018, realizou os registros fotográficos digitais de parte dos objetos do acervo do Museu do Diamante/Ibram, cujo resultado foi disponibilizado no repositório do Ibram - Tainacan (https://tainacan.org/blog/casos-de-uso/museu-do-diamante/). Foi responsável pela edição e tratamento das imagens que compõem doze livros publicados pelo fotógrafo Lori Figueiró sobre o Vale do Jequitinhonha e, também, sobre suas exposições que circularam pelo país até 2020. Participou da campanha solidária “Fotografias por Minas” realizada em 2020, no período da pandemia da Covid-19, auxiliando instituições do Estado de MG em situação de vulnerabilidade. Atuou como diretor de fotografia no curta: COSTS (Direção de Marilene Ribeiro. Belo Horizonte: Trem Chic. 2018. Divulgação on-line), que foi premiado em várias mostras nacionais e internacionais. Coordenação técnica - Coordenação do Concurso para escolha de modelo artístico - Lapidário das ArtesO Lapidário das Artes já é considerado em Diamantina como um dos espaços que mais tem movimentado a cena cultural local. Para tanto adota uma política de descentralização, trazendo uma programação diversa e variada, na curadoria das atividades artístico-culturais que abriga, seleciona aquelas comprometidas com a inclusão e com a formação artístico-cultural. Desde sua inauguração, em 2024, realizou inúmeras atividades: oficinas, palestras, exposições e cursos. Dentre as açòes realizadas destaca-se:Oficinas: Produção de portfólios (facilitadora Jéssica Bento); Criação Municipal (facilitador seu Ribeiro); Processo criativo (facilitador Jhonny Herno); Produção de Vídeos (facilitador Dilson Moreira); Gravação em estúdio (facilitador Eduardo Pelli); Muralismo (facilitador Monge).Apresentações artísticas: Teatro - Flávio Rabelo, Dilson Moreira, Mara Reis, Euro Pereira; Música: Pablo Aquiles, Tom Nascimento, Jhonny Hero; Joyce Santos, Pedro Murta, Saldanha Rolim, Daniel Vieira; Dança: Grupo Corpo Raiz, Há Braços Poéticos.Exposiçòes: Para Além dos Diamantes (fotografia) - Raquel Galiciolli; re PLANTar (Fotografia) - Mário Barila; Cais no Caos (pintura) - Monge; Brilho da Lama (ilustração) - Vavá Borges; Re-Existências (fotografia e grafismo) - Edgar Kanaykõ e Davi Tremembé.OBS.: Os currículos dos membros da equipe técnica principal encontram-se anexados a este projeto no arquivo: mails trocados_orcamentos_curriculos&portfolios_cartaZeze

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.