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PRONAC 256084Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Trilha Caipira

ISABELLA HIDEKO PADUA YABU
Solicitado
R$ 115,8 mil
Aprovado
R$ 115,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santa Rita do Passa Quatro
Início
2025-10-01
Término
2026-10-01
Locais de realização (1)
Santa Rita do Passa Quatro São Paulo

Resumo

O projeto Trilha Caipira _ Rotas do Interior propõe ações de educação patrimonial voltadas à valorização dos saberes, práticas e memórias de comunidades rurais e periféricas do interior paulista, tendo como ponto de partida o mapeamento cultural participativo de capelinhas e outros marcos simbólicos locais. A proposta promove oficinas intergeracionais e a produção de conteúdos culturais gratuitos — site educativo, aplicativo com rotas georreferenciadas, cartilhas e documentário — que registram tradições orais, religiosidade popular, espiritualidade, práticas de cuidado e gastronomia regional. Com foco no protagonismo feminino e na ativação da economia criativa nos territórios mapeados, o projeto articula cultura, memória e pertencimento, incentivando a apropriação simbólica do território e o fortalecimento da identidade local.

Sinopse

1. Oficinas de Capacitação ComunitáriaSerão realizadas oficinas formativas presenciais em diferentes territórios, com foco na qualificação de moradores locais para atuação como agentes culturais, anfitriões e mediadores das rotas. Os temas abordados incluem:Gestão cultural e organização comunitáriaTurismo de base comunitária e hospitalidadeEconomia criativa e protagonismo femininoPatrimônio imaterial, memória social e religiosidade popularComunicação digital e mídias sociaisPreservação ambiental e práticas sustentáveisAs oficinas serão desenvolvidas com metodologias participativas e intergeracionais, promovendo escuta ativa, troca de saberes e fortalecimento dos vínculos territoriais. Serão voltadas a jovens, mulheres, pessoas idosas e outros moradores interessados em atuar na gestão e promoção cultural de seus territórios. Classificação indicativa: Livre. 2. Materiais Educativos e PromocionaisO projeto prevê a produção e distribuição gratuita de materiais gráficos e digitais voltados à valorização do patrimônio imaterial e à sensibilização sobre o turismo responsável. Entre os produtos, destacam-se:Cartilhas educativas com informações sobre as rotas, tradições locais, práticas de cuidado e preservação ambientalGuias ilustrados com mapas e descrições culturais dos pontos de interesseFolhetos e painéis informativos com orientações práticas para visitantes e moradoresConteúdos digitais em formato de cards, textos curtos e imagens para redes sociaisMateriais promocionais acessíveis para uso em feiras, eventos e pontos de culturaTodos os conteúdos serão produzidos com linguagem simples e sensível à realidade local, estimulando o reconhecimento do território como espaço de cultura viva. Classificação indicativa: Livre. 3. Plataforma Digital e Aplicativo Trilha CaipiraSerá desenvolvida uma solução tecnológica integrada composta por um site educativo e um aplicativo gratuito, com foco em acessibilidade, usabilidade e valorização dos territórios culturais. A ferramenta terá como diferencial a geolocalização das rotas e um mapa interativo, permitindo ao usuário explorar trajetos temáticos e pontos de interesse associados ao patrimônio imaterial, às manifestações populares, às capelinhas rurais, às agroindústrias familiares, aos saberes tradicionais e às experiências culturais oferecidas pelas comunidades.Principais funcionalidades:Rotas culturais georreferenciadas, com trajetos sugeridos, filtros temáticos e conteúdos educativos integradosAgenda cultural comunitária, com datas de festas, encontros e eventos locaisCadastro de produtos e serviços locais, como hospedagens, alimentação típica, vivências culturais, guias e artesanatoÁrea educativa multimídia, com textos curtos, imagens e ilustrações que contextualizam os territórios, saberes e tradiçõesFerramentas de monitoramento de impacto e canal de feedback, estimulando o aperfeiçoamento coletivo da soluçãoA plataforma será responsiva, compatível com celulares, tablets e computadores, com recursos de acessibilidade como contraste, aumento de fonte, descrição de imagens e leitura simplificada. Classificação indicativa: Livre. 4. Eventos Culturais ComunitáriosSerão promovidos eventos culturais abertos ao público, realizados nas comunidades mapeadas, com o objetivo de fortalecer os vínculos locais, visibilizar a produção artística e celebrar o patrimônio imaterial vivo. As ações incluirão:Apresentações musicais e artísticas de grupos locaisRodas de conversa com mestres da cultura popular e saberes tradicionaisVivências comunitárias abertas, como culinária, contação de histórias, rezas, canto e dançaFeiras da economia criativa, com exposição de produtos locais e trocas simbólicasOs eventos terão entrada gratuita, caráter comunitário e foco no estímulo à apropriação simbólica do território pelas comunidades e visitantes. Classificação indicativa: Livre. 5. Ensaios Abertos e Oficinas ParalelasComo medida de democratização de acesso, o projeto prevê a realização de ensaios abertos das apresentações culturais e oficinas paralelas em formato compacto, voltadas a públicos com mobilidade reduzida, idosos, mães com crianças pequenas ou moradores impossibilitados de participar das oficinas principais. Essas ações ocorrerão nos próprios territórios, com escuta ativa das demandas locais. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Promover a valorização do patrimônio cultural imaterial em comunidades rurais e periféricas do interior paulista, a partir do mapeamento participativo de capelinhas e de práticas culturais associadas, articulando ações educativas, oficinas intergeracionais e produção de conteúdos acessíveis que fortaleçam a memória social, a economia criativa e o protagonismo feminino. Objetivos EspecíficosMapear e registrar, com participação comunitária, no mínimo 3 rotas culturais a partir de capelinhas rurais e seus entornos simbólicos, incluindo festas, histórias locais, tradições e práticas espirituais.Realizar 3 diagnósticos territoriais participativos, com encontros presenciais e levantamento de práticas culturais, bens imateriais, saberes tradicionais e potenciais da economia criativa local.Identificar e cadastrar hospedagens familiares, produções artesanais e serviços comunitários vinculados às rotas, com foco na atuação de mulheres como anfitriãs e agentes culturais locais.Oferecer 5 oficinas formativas gratuitas sobre hospitalidade, mediação cultural, turismo de base comunitária, cultura alimentar e práticas de cuidado, voltadas a moradores e lideranças locais.Desenvolver e disponibilizar uma plataforma digital gratuita (site e aplicativo) com mapa interativo das rotas, agenda cultural, conteúdos educativos e espaço de divulgação para produtos e serviços locais.Produzir e distribuir 500 materiais educativos e promocionais (cartilhas impressas e digitais) com conteúdos sobre memória cultural, preservação ambiental e valorização das rotas.Criar e divulgar 1 documentário audiovisual com registros das vivências, histórias, saberes e práticas das comunidades envolvidas.Estabelecer parcerias institucionais com ao menos 5 organizações (universidades, órgãos públicos, coletivos culturais) para apoio técnico, difusão e sustentabilidade das ações.Realizar ações de comunicação multicanal para visibilidade do projeto e das rotas mapeadas, com foco em redes sociais, materiais gráficos e canais comunitários.Monitorar e avaliar todas as etapas do projeto com indicadores qualitativos e quantitativos, gerando relatórios e produtos de sistematização replicáveis.

Justificativa

A presente proposta, Trilha Caipira _ Rotas do Interior, fundamenta-se na necessidade de promover ações de educação patrimonial, memória social e fortalecimento cultural em territórios rurais e periféricos do interior paulista, por meio da escuta ativa, da produção de conteúdos acessíveis e do reconhecimento de práticas tradicionais como expressões legítimas de identidade e pertencimento.A proposta surge da constatação de que, em muitas comunidades interioranas, há um vasto acervo de bens imateriais — como saberes populares, religiosidade, festas, capelinhas, gastronomia e espiritualidade rural — que seguem invisibilizados ou subvalorizados nos circuitos culturais institucionais. Esse patrimônio, no entanto, representa um importante eixo de coesão comunitária e pode se tornar vetor de desenvolvimento sociocultural, especialmente quando articulado a processos educativos, tecnologias acessíveis e protagonismo local.Neste sentido, o projeto utiliza o mapeamento participativo de capelinhas rurais e suas práticas simbólicas associadas como ponto de partida metodológico e afetivo para a construção de rotas culturais comunitárias, envolvendo oficinas presenciais, diagnósticos coletivos, produção de cartilhas, desenvolvimento de um site educativo e de um aplicativo gratuito com funcionalidades de georreferenciamento, agenda cultural, conteúdos formativos e vitrine de produtos locais.A articulação entre cultura e território, proposta aqui, não apenas preserva o patrimônio cultural imaterial, mas também ativa redes de economia criativa comunitária, promovendo a valorização de saberes femininos, ofícios tradicionais, hospitalidade rural e produção artesanal. Ao oferecer capacitação gratuita para anfitriãs e lideranças locais, o projeto contribui para o fortalecimento da base social e produtiva da cultura popular, com foco em mulheres, pessoas idosas, jovens rurais e comunidades em situação de vulnerabilidade cultural.A utilização do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 é justificada pela natureza pública, formativa e não comercial das ações propostas. A iniciativa não é autossustentável financeiramente em sua fase inicial, pois prioriza o acesso gratuito aos bens culturais, a gratuidade das oficinas e a distribuição de materiais educativos para populações com baixa inserção em circuitos de financiamento cultural tradicional.A proposta se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao:fomentar e difundir a produção cultural independente no interior do país (inc. I),apoiar a preservação e valorização do patrimônio cultural brasileiro (inc. II),e estimular a formação de recursos humanos na área da cultura (inc. III).Quanto aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma Lei, o projeto cumpre os seguintes:Inciso I: contribuir para a formação da identidade cultural brasileira;Inciso II: garantir o acesso democrático aos bens culturais;Inciso III: preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural;Inciso IV: apoiar iniciativas culturais regionais e locais;Inciso V: estimular a produção cultural com ênfase na inclusão e na diversidade;Inciso X: promover o desenvolvimento cultural do Brasil em todas as suas regiões.Além disso, a proposta está integralmente alinhada ao ponto 8 do Anexo II da IN MinC nº 23/2025, ao promover ações educativas intergeracionais, com metodologias baseadas em observação, registro, interpretação, apropriação simbólica e produção de sentidos coletivos a partir da valorização da cultura local.Por seu caráter formativo, acessível, descentralizado e alinhado a políticas públicas de cultura e desenvolvimento, o projeto Trilha Caipira _ Rotas do Interior representa uma oportunidade de investir em processos transformadores, com impacto duradouro na vida das comunidades envolvidas e capacidade de replicação em outros territórios.O uso da Lei de Incentivo à Cultura, portanto, é fundamental para garantir a realização de um projeto que une memória, tecnologia, participação popular e educação patrimonial, promovendo o reconhecimento da cultura como direito e como ferramenta de construção de futuro.

Estratégia de execução

O projeto Trilha Caipira – Rotas do Interior apresenta um modelo inovador e articulado de valorização do patrimônio cultural imaterial, com base na escuta ativa, no protagonismo comunitário e na integração entre cultura, tecnologia e território. Entre os principais diferenciais da proposta está o compromisso com a formalização e a proteção institucional, consolidado pelo registro de marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) nas Classes Nice 41 e 42. Isso garante, de forma estratégica, tanto a proteção da identidade cultural do projeto (eventos, oficinas, publicações e conteúdos formativos), quanto a da solução tecnológica desenvolvida (aplicativo, plataforma, sistema de certificação digital e interface interativa de rotas). Essa formalização reforça a seriedade da iniciativa, sua capacidade de sustentabilidade e sua prontidão para parcerias com o setor público e privado.Outro aspecto relevante é a aderência da proposta a marcos legais e políticas públicas contemporâneas, como a Política Nacional de Cultura Viva, a Política Nacional de Turismo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030) e os princípios da economia do cuidado. O projeto atua na convergência entre cultura, inovação social e desenvolvimento territorial sustentável, promovendo impacto de forma descentralizada e com linguagem acessível. A estrutura metodológica foi desenhada para dialogar com os territórios de forma respeitosa e horizontal, incorporando práticas de salvaguarda do patrimônio imaterial, formação cultural comunitária, educação patrimonial e mobilização intergeracional, com foco em mulheres, jovens, idosos e saberes ancestrais.O Trilha Caipira aposta na tecnologia como aliada da inclusão cultural. Um de seus principais produtos é o desenvolvimento de um aplicativo e de uma plataforma digital interativa, que funcionarão como ambientes de valorização e difusão das rotas mapeadas. A ferramenta terá geolocalização dos pontos culturais, mapa interativo das rotas, agenda comunitária, catálogo de produtos e serviços locais, além de área educativa com cartilhas digitais, vídeos, materiais de apoio e conteúdos produzidos pelas próprias comunidades. A plataforma será gratuita, responsiva e acessível, com recursos como aumento de fonte, contraste, descrição de imagens e arquitetura amigável a diferentes perfis de navegação. Isso amplia o alcance da proposta, garante acessibilidade digital e democratiza o acesso ao patrimônio imaterial de forma contínua.A proposta também incorpora estratégias sólidas de comunicação cultural, combinando ações presenciais e digitais. Estão previstas campanhas nas redes sociais, materiais gráficos de divulgação, cartilhas em versão impressa e digital e a articulação com escolas, pontos de cultura e instituições públicas e comunitárias. A comunicação será multicanal e multicultural, adaptando-se às especificidades dos territórios atendidos.A programação cultural descentralizada do projeto é outro ponto de destaque. As atividades ocorrerão diretamente nos territórios, respeitando calendários simbólicos locais e conectando as rotas a festas tradicionais, celebrações religiosas, datas de colheita, práticas de cuidado e marcos históricos das comunidades. Os eventos terão entrada gratuita, classificação indicativa livre e ocorrerão em espaços públicos ou comunitários, com duração de 3 a 6 horas. A programação inclui apresentações de grupos locais, mestres da cultura popular, feiras de saberes e sabores, rodas de conversa e oficinas abertas. Tudo é desenhado com base na escuta ativa e na corresponsabilidade das lideranças locais.No campo da formação, o projeto prevê oficinas, minicursos e rodas de formação sobre temas como turismo cultural, economia do cuidado, gestão cultural, comunicação popular, direitos culturais, inovação social e tecnologias aplicadas à cultura. A metodologia é inspirada na educação popular, em processos participativos e na valorização de práticas pedagógicas horizontais. Haverá também ações paralelas e oficinas adaptadas a públicos com menor mobilidade ou com necessidades específicas, como mães com crianças pequenas, pessoas idosas ou moradores de regiões com acesso restrito.A proposta também se compromete com a documentação e a devolutiva das ações. Será produzido um conjunto de materiais (relatórios, registros fotográficos, vídeos institucionais, sínteses formativas) que serão entregues às comunidades, aos parceiros e disponibilizados na plataforma digital. Isso fortalece a memória das ações e permite a replicação de metodologias por outras organizações e territórios. As práticas desenvolvidas serão sistematizadas como modelo metodológico replicável, com potencial de expansão para outros municípios e regiões, e possibilidade de aplicação em redes de turismo cultural, programas educacionais, consórcios intermunicipais ou roteiros de base comunitária.Destaca-se, ainda, o potencial de geração de capital simbólico e institucional do projeto. O Trilha Caipira foi estruturado para atuar como uma vitrine de inovação cultural com raízes locais, capaz de articular saberes populares e soluções contemporâneas. Ao valorizar o protagonismo feminino, os vínculos intergeracionais, a escuta afetiva e o pertencimento aos territórios, a iniciativa se consolida como um projeto de impacto social, ambiental e econômico.A formalização jurídica, o registro de marca, a tecnologia acessível, o compromisso territorial e o potencial de replicação tornam o Trilha Caipira – Rotas do Interior um projeto estratégico, consistente e alinhado às diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura. Sua execução representa um investimento seguro na transformação cultural de base comunitária, com resultados sustentáveis, ampla capacidade de visibilidade pública e sólida articulação institucional.

Especificação técnica

1. Oficinas de Capacitação ComunitáriaFormato: Oficinas presenciais em territórios rurais e periféricosNúmero previsto: Mínimo de 5 oficinas presenciais com turmas distintasDuração de cada oficina: 12 a 16 horas, divididas em 2 ou 3 encontrosPúblico-alvo: Moradores locais adultos (com ênfase em mulheres, jovens e idosos)Classificação indicativa: LivreMateriais didáticos: Apostilas impressas e digitais (10 a 15 páginas cada), recursos visuais, mapas culturais e materiais de apoio (papel, caneta, quadro, dinâmicas)Projeto pedagógico: Metodologia participativa e dialógica baseada em educação popular, com ênfase em escuta ativa, mapeamento afetivo, produção colaborativa de conteúdos e valorização de saberes locais. Abordagem intergeracional, com técnicas de roda de conversa, vivência prática, registro coletivo e mediação cultural sensível. 2. Cartilhas Educativas e Guias das RotasFormato: Impressas e digitais (PDF acessível e interativo)Tiragem prevista: 500 exemplares impressos e distribuição digital gratuitaPaginação estimada: 20 a 30 páginas por cartilha/guiaConteúdo: Apresentação das rotas culturais, pontos de interesse, práticas tradicionais, mapas ilustrados, calendário cultural, dicas de hospitalidade e turismo responsávelMaterial: Papel couché 150g (miolo), capa em papel mais resistente com laminação fosca; impressão coloridaProjeto gráfico: Ilustrações, fotos autorais das comunidades, design acessível e leitura ampliadaClassificação indicativa: LivreProjeto pedagógico: Conteúdo organizado em linguagem simples e acessível, com recursos visuais e orientações educativas. Incentiva o pertencimento, a preservação ambiental e a valorização do patrimônio imaterial. Adaptado para diferentes níveis de letramento. 3. Plataforma Digital e Aplicativo Trilha CaipiraFormato: Solução tecnológica integrada (site + app gratuito)Acesso: Público, gratuito e permanenteFuncionalidades técnicas:Mapa interativo com rotas georreferenciadasAgenda de eventos culturaisCadastro de produtos e serviços locaisConteúdos educativos e roteiros de visitaFeedback e avaliação comunitáriaPlataforma: Responsiva, compatível com Android e navegadores webAcessibilidade: Ajuste de contraste, aumento de fonte, descrição de imagens e navegação simplesEquipe envolvida: Desenvolvedores, pesquisadores, educadores e comunicadores culturaisProjeto pedagógico: Interface educativa baseada em roteiros temáticos, trilhas de conteúdo e interação territorial. Estímulo ao reconhecimento do território como patrimônio cultural vivo. Integra educação patrimonial com economia criativa e inclusão produtiva. 4. Materiais Promocionais e Gráficos de ApoioFormatos previstos:Folders explicativos (2 a 4 páginas, dobrável, A4)Painéis informativos (para feiras e eventos)Banners com identidade visual do projetoCartazes de divulgação das oficinas e rotasMaterial: Impressão colorida em papel resistente, com acabamento fosco ou plastificado, conforme uso previstoClassificação indicativa: LivreProjeto pedagógico: Comunicação acessível e estética que valoriza os elementos visuais dos territórios (flora, religiosidade, expressões populares). Veiculam informações práticas e educativas, com destaque para os aspectos culturais e socioambientais das rotas. 5. Eventos Culturais ComunitáriosFormato: Ações presenciais abertas ao públicoNúmero previsto: Pelo menos 3 eventos regionais, vinculados às rotas mapeadasDuração: De 4 a 6 horas por evento, em praças, escolas ou espaços comunitáriosAtividades: Apresentações culturais, feiras de economia criativa, rodas de conversa com mestres da cultura popular, vivências com práticas locais (culinária, canto, rezas, etc.)Infraestrutura: Som, iluminação básica, tenda (quando necessário), materiais de divulgação e apoio logístico localClassificação indicativa: LivreProjeto pedagógico: Ações de articulação comunitária, resgate da memória coletiva e celebração das identidades locais. Estímulo à escuta intergeracional, à sociabilidade e à apropriação simbólica dos espaços públicos como territórios de cultura viva. 6. Ensaios Abertos e Oficinas ParalelasFormato: Atividades de extensão compactas das oficinas principaisNúmero previsto: Mínimo de 3 ações por rota implementadaDuração: De 2 a 4 horas, conforme o público e local de realizaçãoPúblico-alvo: Pessoas com mobilidade reduzida, mães com crianças, idosos ou moradores com limitações de deslocamentoEspaços: Salões comunitários, escolas, espaços religiosos ou de uso coletivoMateriais: Versão simplificada dos conteúdos das oficinas, com linguagem oral, ilustrações e mediação culturalProjeto pedagógico: Formatos adaptados que respeitam os ritmos, necessidades e singularidades dos participantes. A inclusão não é apenas física, mas também simbólica, pedagógica e afetiva.

Acessibilidade

O projeto Trilha Caipira – Rotas do Interior adota o compromisso com a acessibilidade em todas as suas etapas, garantindo a participação de públicos diversos. Na dimensão física, as oficinas, encontros e vivências serão realizadas preferencialmente em espaços públicos ou comunitários com infraestrutura acessível, como banheiros adaptados, rampas e sinalização adequada. Quando necessário, serão feitas adaptações pontuais, como o uso de estruturas móveis de apoio e ajustes na disposição do espaço, assegurando conforto e mobilidade a todas as pessoas.Na acessibilidade de conteúdo, os materiais impressos serão disponibilizados em versão digital compatível com leitores de tela. Os vídeos educativos e promocionais contarão com legenda descritiva e audiodescrição, e as apresentações artísticas terão mediação cultural acessível. O site e o aplicativo do projeto serão desenvolvidos com design responsivo, opção de contraste, aumento de fonte e descrição de imagens, promovendo uma navegação inclusiva e segura para todos os usuários.

Democratização do acesso

O projeto Trilha Caipira – Rotas do Interior tem como princípio central a democratização do acesso aos bens culturais gerados, garantindo que ações e produtos cheguem de forma ampla, gratuita e inclusiva à população. Todos os materiais educativos e promocionais serão distribuídos gratuitamente às comunidades participantes, além de escolas públicas, bibliotecas, instituições culturais e pontos de cultura da região, tanto em formato impresso quanto digital acessível, disponível para download no site e no aplicativo do projeto.A plataforma digital e o aplicativo terão acesso livre e gratuito, funcionando como espaço permanente de difusão das rotas mapeadas, dos conteúdos culturais e dos produtos das comunidades locais. Os eventos culturais, oficinas e vivências serão de acesso aberto, com entrada gratuita e enfoque em participação comunitária.Como medidas complementares de ampliação do acesso, o projeto prevê: – ensaios abertos de apresentações artísticas, – oficinas paralelas em formato compacto para públicos com menor mobilidade, – e a transmissão ao vivo ou gravação de eventos e rodas de conversa para difusão em redes sociais e na plataforma digital.Tais estratégias ampliam o alcance territorial e social do projeto, garantindo que os conteúdos produzidos circulem entre diferentes públicos, inclusive aqueles que não podem estar presencialmente nas ações principais. A democratização do acesso está, assim, incorporada em todas as etapas do Trilha Caipira como prática contínua de inclusão cultural.

Ficha técnica

A dirigente e proponente do projeto, Isabella Hideko Pádua Yabu, será responsável pela coordenação geral do Trilha Caipira – Rotas do Interior, atuando diretamente na gestão executiva, supervisão técnica e acompanhamento integral das atividades. Suas atribuições incluem o planejamento estratégico, a articulação com comunidades e instituições, o acompanhamento da produção dos materiais educativos e promocionais, o monitoramento das ações de capacitação e comunicação, e a supervisão do desenvolvimento da plataforma digital e do aplicativo. Também exercerá, de forma voluntária, a representação institucional do projeto junto a órgãos públicos, patrocinadores e parceiros, garantindo o alinhamento das ações com os objetivos culturais propostos.Currículo resumido da proponente: Isabella Hideko Pádua Yabu é médica veterinária formada pela Universidade Camilo Castelo Branco (2010), com pós-graduações em Dermatologia Veterinária, Nutrição Animal e Homeopatia Aplicada aos Animais. Atua há mais de 15 anos na clínica e no cuidado de pequenos animais, com ênfase em saúde integrativa e bem-estar. É fundadora da Gerontopet e idealizadora do Trilha Caipira, com experiência em projetos voltados à saúde pública, inclusão produtiva, zooterapias, campanhas comunitárias e valorização de territórios tradicionais.A equipe do projeto conta ainda com profissionais das áreas de ciência política e ciência ambiental, que contribuirão na articulação institucional, no fortalecimento de redes comunitárias e na abordagem territorial e sustentável do projeto. Ambas atuarão em funções de apoio estratégico à coordenação geral, especialmente nos eixos de escuta ativa, sustentabilidade e integração entre cultura, meio ambiente e políticas públicas.No momento, o projeto não conta com outros participantes principais formalmente contratados. Está prevista a contratação futura de equipe técnica e consultores especializados (educadores, programadores, produtores culturais, oficineiros, entre outros) para a execução das etapas previstas no plano de trabalho.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.