Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizaremos a circulação da exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho no Museu Oscar Niemeyer (MON), na cidade de Curitiba/PR, na sala número 8, espaço cedido ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC), que se encontra em reforma, no período de agosto a novembro de 2026. Com Curadoria Geral de Kamilla Nunes, Curadoria Adjunta de Gabi Bresola e Curadoria Assistente de Aline Natureza a exposição parte da noção de arquipélago-sistema solar, no qual ilhas-planetas são formadas por aspectos pessoais, artísticos, sociais, profissionais, políticos e históricos da vida e da obra do artista plástico Meyer Filho, Ernesto (Itajaí,SC 1919 - Florianópolis,SC 1991). O projeto inclui a realização de seminário, programa educativo com oficinas e cursos e publicação de catálogo.
Exposição Arquivos Implacáveis Meyer FilhoA exposição ARQUIVOS IMPLACÁVEIS MEYER FILHO foi criada a partir da noção de arquipélago-sistema solar, no qual ilhas-planetas são formadas por aspectos pessoais, artísticos, sociais, profissionais, políticos e históricos da vida e da obra de Meyer Filho. Ilhas-planetas estas que remontam à geografia dos lugares em que o artista viveu: a Ilha de Santa Catarina e o planeta Marte. Estes movimentos, da ilha ao cosmos, organizam situações e discursos que questionam as noções de local e universal, de cultura popular e erudita e, por que não, as noções de loucura e processo artístico.Algumas perguntas simples, mas de respostas complexas, norteiam este arquipélago: Quem foi Meyer Filho?; O que ainda não foi dito sobre Meyer Filho?; Que textos, imagens, histórias e depoimentos ainda não vieram a público?; Que outras coisas poderão ser criadas, articuladas e remontadas a partir destas ilhas? Meyer Filho criou uma linguagem marciana para nós, meros terráqueos, e o que pretendemos com esta exposição é abrir alguns feixes de luz para que sua obra seja vista por lentes estéticas, gelatinosas, multifocais, côncavas e convexas, mas também de contato. Por isso, os títulos das ilhas–planetas foram apropriados de seus escritos, são frases que ele utilizou em diferentes contextos, tais como: PLANTANDO DÁ, PESSOAL!; QUEM FALOU QUE OS ANJOS NÃO TÊM SEXO?; EMBAIXADA DE MARTE NO PLANETA TERRA; RESPEITÁVEL PÚBLICO; ILHA DE CASOS E OCASOS RAROS, DE SOL, CHUVA E VENTO SUL; HORA DE UM CERTO CAFÉZINHO e É VERDADE! É TUDO VERDADE!!!!O implacável, dos arquivos de Meyer Filho, é a maneira como ele foi construído e preservado, a forma como ele decidiu contar sua própria história. Meyer não nos deixa esquecer a extensão de sua obra. Um exemplo disso é quando faz uma colagem de desenhos, com o comentário: “Estes são alguns dos 30.000 (TRINTA MIL) desenhos rápidos e rapidíssimos que fiz no período de 30.4.1941 a 2.7.1971, quando, para ganhar a VIDA, fui um (BOM) bancário….”.A obra de Meyer Filho tem pelo menos duas fases principais, a que ele produziu antes da aposentadoria, “sem nenhuma falta ao serviço, nenhuma úlcera no estômago e nenhuma promoção por merecimento”, e a que produziu depois, um período de “libertação”. Ser bancário, para Meyer, era uma necessidade, uma maneira de sustentar sua família e a si próprio, uma vez que poucos artistas tinham condições de viver de sua arte, como ele mesmo dizia e repetia: não é porque Victor Meirelles morreu de fome, em um domingo do carnaval carioca, que ele o imitaria, morrendo de fome, em uma quarta-feira de cinzas, do carnaval de Floripa.Nos atemos, ainda, aos procedimentos de Meyer Filho, ao seu modus operandi, aos aspectos de seus arquivos que nos permitiram chegar até aqui e criar um microcosmo, real e imaginário, ao mesmo tempo, sem desconsiderar o tanto que já foi dito, pensado e escrito. É por isso que esta exposição tem os pés na terra, a cabeça em Marte, e um corpo que atravessa o espaço.Classificação indicativa: LIVRESeminário Arquivos Implacáveis Meyer Filho O evento contará com palestrantes convidados para discutir a arte moderna e contemporânea a partir de um pensamento descolonial, focando não apenas nos grandes centros, como o eixo Rio-São Paulo, mas sobretudo nas margens, a exemplo do sul do país. Esta é uma maneira de dar visibilidade tanto para artistas como Meyer Filho, quanto para movimentos latino-americanos que mais recentemente começam a ser mais valorizados frente à História hegemônica da arte. O evento será presencial com palestras de 3 (Três) profissionais convidados e aberto ao público. Palestrante já confirmada: Clarissa Diniz.Classificação indicativa: LIVREOficina DazibaoA oficina é voltada ao público jovem para criação de cartazes e lambes a partir da obra de Meyer Filho e das questões que ela suscita na contemporaneidade. A operação de crítica cultural de Meyer Filho incluía a sua íntima relação com os meios de comunicação de massas: jornal, rádio, televisão e outdoors. Inspirado pelo icônico jornal chinês o artista elaborou seu próprio meio de comunicação, o Dazibao, mencionado em um dos banners pintados à mão, a ser exposto na mostra. Classificação indicativa: 10 anosCatálogo O catálogo descreverá a proposta curatorial e educativa, criado a partir da noção de arquipélago-sistema solar, no qual ilhas-planetas são formadas por aspectos pessoais, artísticos, sociais, profissionais, políticos e históricos da vida e da obra de Meyer Filho. Constarão propostas pedagógicas para promover o acesso e potencializar as experiências a serem ativadas por professores visitantes e alunos, além do público em geral.Classificação indicativa: LIVREPrograma Educativo - Curso preparatório para monitores:Capacitação de Monitores com aula sobre Meyer Filho e proposta curatorial da exposição para recepção das escolas e público em geral na exposição. Conteúdo programático: Meyer Filho e o contexto social de sua época. O artista e seu acervo. O modernismo e a contribuição de Meyer Filho. Modernismo e contemporaneidade na obra do artista.Classificação indicativa: LIVREPrograma Educativo - Curso preparatório para professores: Capacitação de docentes da rede pública e particular de ensino para que possam reconhecer e desdobrar o percurso do artista Meyer Filho. Conteúdo programático: Metodologias consonantes com o ensino de artes na contemporaneidade; Construção coletiva de modos e atravessamentos que emergem da obra do artista Meyer Filho, como disparadores para fruição da Arte.Classificação indicativa: LIVRE
- Objetivo GeralRealizar a exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho na sala 8 do Museu Oscar Niemeyer (MON), no espaço cedido ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC), de agosto a novembro de 2026, com duração de 4 (quatro) meses, com o intuito de propiciar ao público paranaense e nacional a oportunidade de conhecer o legado do artista plástico catarinense Meyer Filho. O acervo por ele organizado e a ser exposto no MON possui relevância artística e histórica, pela sua representatividade e contribuição à arte moderna brasileira. Meyer Filho chamou de Arquivos Implacáveis um conjunto de obras e documentos por ele arquivados, que guarda importantes fatos de sua trajetória e dos movimentos artísticos ocorridos em Santa Catarina entre os anos de 1943 a 1991 (ano de sua morte), dentre manuscritos, impressos, charges, fotografias, vídeos, pinturas, desenhos e uma série de documentos que sustentam sua história de inserção no surgimento da arte moderna catarinense. O projeto pretende dar visibilidade a este acervo histo´rico ainda pouco conhecido e estudado, e democratizar o seu acesso por meio de aço~es gratuitas no Museu Oscar Niemeyer, envolvendo exposiça~o, programa educativo, semina´rio, oficina e publicaça~o de catálogo.- Objetivos Específicos1. Realizar a Exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, no espaço cedido ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC), por conta de reforma em sua sede original, no ano de 2026, com duração de 4 meses. Com Curadoria Geral de Kamilla Nunes, Curadoria Adjunta de Gabi Bresola e Curadoria Assistente de Aline Natureza a exposição parte da noção de arquipélago-sistema solar, no qual ilhas-planetas são formadas por aspectos pessoais, artísticos, sociais, profissionais, políticos e históricos da vida e da obra do artista Meyer Filho.2. Realizar o Seminário Arquivos Implacáveis Meyer Filho com 3 palestrantes convidados/as, com duração de um dia, para discutir arte moderna e contemporânea a partir de um pensamento descolonial, focando não apenas nos grandes centros, como o eixo Rio-São Paulo, mas sobretudo nas margens, a exemplo do sul do país, em especial Santa Catarina e Paraná. Esta é uma maneira de dar visibilidade tanto para artistas como Meyer Filho, quanto para movimentos latino-americanos que mais recentemente começam a ser mais valorizados frente à história hegemônica da arte. O seminário gratuito acontecerá durante o Quartas públicas - projeto do MAC Paraná que consiste em se apropriar das quartas-feiras, onde os ingressos são gratuitos, para promover atividades educativas como: oficinas, palestras, rodas de conversa, entre outras.3. Promover a Oficina Dazibao, voltada ao público jovem para criação de cartazes e lambes a partir da obra de Meyer Filho e das questões que ela suscita na contemporaneidade, ministrada pelo artista e design catarinense Pedro Franz. A operação de crítica cultural de Meyer Filho incluía a sua íntima relação com os meios de comunicação de massas de sua época: jornal, rádio, televisão e outdoors. Inspirado pelo icônico jornal chinês o artista elaborou seu próprio meio de comunicação, o Dazibao, mencionado em um dos banners pintados à mão, a ser exposto na mostra. Estão previstos 2 (dois) encontros de 4h/a, totalizando carga horária de 8h, com máximo de 30 participantes (total 60). A Oficina gratuita acontecerá durante o Quartas públicas - projeto do MAC Paraná que consiste em se apropriar das quartas-feiras, onde os ingressos são gratuitos, para promover atividades educativas como: oficinas, palestras, rodas de conversa, entre outras.4. Organizar e publicar catálogo contendo informações sobre o artista, a proposta curatorial e proposições pedagógicas da exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho, a ser distribuída gratuitamente durante o período de exposição para professores e interessados em geral.5. Realizar um Programa Educativo em parceria com o MAC/MON, contendo: 5.1. Curso preparatório para capacitação de Monitores (a serem selecionados e contratados pelo projeto) e para Estagiários do MAC com aula sobre Meyer Filho e proposta curatorial da exposição para recepção das escolas e público em geral na exposição em visitas guiadas previamente agendadas com Setor Educativo Do MAC;5.2. Curso preparatório para professores para capacitação de docentes da rede pública e particular de ensino para que possam reconhecer e desdobrar o percurso do artista Meyer Filho (projeto MASC). O curso será inserido no programa do MAC Permanência em arte - Projeto de Formação Continuada para Educadores em Arte Contemporânea. O projeto é pensado para professores de todas as etapas da educação (da educação infantil ao ensino superior) que têm interesse em arte contemporânea, especialmente aqueles que desejam incorporar esse tema em suas abordagens pedagógicas.O programa educativo e a oficina serão realizados no próprio espaço expositivo da mostra Arquivos Implacáveis, previsto no projeto expográfico, a fim de integrar estas ações à proposta curatorial e às obras e documentos de Meyer Filho expostas.
O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto se justifica na medida em que Meyer Filho é referência no contexto do surgimento da arte moderna catarinense, tendo sido um dos seus precursores. Ele acumulou durante as décadas de 1940 a 1980 inúmeros documentos, imagens e obras os nomeando como Arquivos Implacáveis de Meyer Filho. Este acervo revela acontecimentos relativos às estratégias de atuação do artista fora do eixo hegemônico das artes de sua época e do desenvolvimento da arte moderna no estado de Santa Catarina. O projeto Arquivos Implacáveis Meyer Filho foi realizado em 2022, como parte das comemorações dos cem anos de nascimento do artista Meyer Filho [Itajaí, 1919 _ Florianópolis, 1991]. A exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho ocorreu de forma inédita no Museu de Arte de Santa Catarina _ MASC, de 29 de setembro a 20 de dezembro de 2022, em Florianópolis/SC. Foi realizada pelo Instituto Meyer Filho, Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Governo do Estado de Santa Catarina e Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Pronac n. 184679).Todas estas ações estão documentadas e disponibilizadas no site https://meyerfilho.org.br.A escolha da cidade de Curitiba para a circulação da exposição, para além da visibilidade e importância do Museu Oscar Niemeyer, se justifica na medida em que Meyer Filho residiu na capital paranaense na segunda metade dos anos 1940, tendo sido lá que decidiu ser artista, conciliando por anos a carreira de artista com a de bancário. Em seu acervo é possível visualizar este momento inaugural, descrito por ele com um "Estalo de Vieira", ao visitar uma exposição de artistas franceses na cidade. Constam em seus arquivos implacáveis alguns desenhos realizados em Curitiba. Durante a sua trajetória, em especial nos anos 1970 e 1980, Meyer Filho expôs em Curitiba em alguns locais, tais como a Galeria Acaiaca, ocasião em que colecionadores puderam adquirir suas obras. Importa ressaltar que Meyer Filho foi um dos maiores dinamizadores da arte moderna de seu estado natal, Santa Catarina, e sua história está intimamente relacionada com importantes fatos como a criação do Museu de Arte de Santa Catarina (primeiro museu de arte moderna no País criado em 1949 por decreto de lei do Governo Estadual). Sua exposição, em 1958, foi a primeira individual de artista catarinense no mesmo Museu, na época chamado de Museu de Arte Moderna de Florianópolis. Foi fundador e presidente do Grupo de Artistas Plásticos de Florianópolis, tendo organizado em 1958 e 1959 os dois primeiros salões de arte moderna de Santa Catarina, fora do Estado, sendo um deles realizado no Paraná. Em 1957 realizou a primeira exposição de Pinturas e Desenhos de Motivos Catarinenses, com o artista plástico Hyedi de Assis Corrêa /Hassis. Participou como ilustrador da Revista Sul, editada pelo grupo que liderou o movimento de arte moderna em Santa Catarina nas décadas de 1940 e 50 - Círculo de arte de Moderna, mais tarde conhecido como Grupo SUL, tendo sido um dos integrantes deste grupo.O que são os arquivos implacáveis? Meyer Filho chamou de Arquivos Implacáveis um conjunto de obras e documentos por ele arquivados, que guarda importantes fatos de sua trajetória e dos movimentos artísticos ocorridos entre os anos de 1943 a 1991, ano de seu falecimento. É composto de mais de 4.000 itens, dentre escritos, impressos, charges, fotografias, vídeos, pinturas, desenhos e uma série de documentos que sustentam sua história de inserção no surgimento da arte moderna em Santa Catarina, acervo este pertencente a família e sob os cuidados do Instituto Meyer Filho. O acervo está devidamente cadastrado, indexado e disponível para acesso digital no site do Instituto Meyer Filho: https://meyerfilho.org.br. Parte deste acervo será exposto na mostra prevista por este projeto. Ressaltamos ainda que a presente proposta se enquadra no Art. 1o da Lei 8313/91, nos incisos:I _ "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", por meio de ações oferecidas gratuitamente à comunidade envolvendo a exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho, a realização de Seminário Arquivos Implacáveis Meyer Filho, a oficina Dazibao e a publicação de catálogo da exposição, todos gratuitos.II _ "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", ao enaltecer a obra e trajetória de Meyer Filho, expoente da arte catarinense cuja singularidade poética não apresenta similar no circuito dos artistas plásticos de sua geração no Brasil;III _ "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", ao propiciar à comunidade paranense e nacional a expansão da produção artística de Meyer Filho a partir de uma leitura na contemporaneidade, conforme previsto no projeto curatorial;VI _ "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro", considerando que o acervo deixado por Meyer Filho, composto por mais de 4.000 mil itens de acervo, dentre documentos, obras, manuscritos, fotos, videos, que se mante´m devidamente preservado e acondicionado na reserva te´cnica do Instituto Meyer Filho, em Florianópolis, sendo que parte deste acervo sera´ exposto à comunidade paranaense na presente proposta;IX _ "priorizar o produto cultural originário do País", e, mais do que isso, priorizar um artista que deixou um legado não somente artístico, mas cultural, pois sua trajetória pioneira inclui uma dimensão política ligada a movimentos sociais em prol da valorização da arte e da cultura no país.Quanto aos quais objetivos do Art. 3o da Lei 8313/91 serão alcançados por meio do inciso II ‐ fomento à produção cultural e artística, mediante:(b) "edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes", com a publicação de catálogo da exposição; (e) "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres", por meio da realização de uma exposição de Meyer Filho no Museu Oscar Niemeyer (MON);Quanto ao inciso IV ‐ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais:(a) "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". O Museu Oscar Niemeyer (MON) atende aos critérios da Lei Rouanet quanto à disponibilização da quantia de ingressos gratuitos para além do mínimo exigido. A maior parte dos ingressos é distribuído gratuitamente (crianças e idosos não pagam, e toda quarta feira a entrada é de graça para todos os públicos), conforme disposto em relatório público: https://www.museuoscarniemeyer.org.br/sobre/relatorio-e-balanco-anual, o que resulta numa porcentagem maior que 10% de entrada gratuíta. Fora que os preços cobrados pelos ingressos estão na categoria de preços populares. Salientamos que as atividades de seminários, cursos e oficinas serão realizadas nas quartas-feiras, dia de entrada gratuita no museu.(b) "levantamentos, estudos e pesquisas na a´rea da cultura e da arte e de seus va´rios segmentos", a proposta curatorial da exposiça~o, semina´rio, oficinas e livro envolve uma pesquisa ampla relacionada na~o somente a obra e vida de Meyer Filho, mas ao contexto das artes de seu tempo e suas interlocuço~es com a contemporaneidade.A Oficina de Criação será voltada ao público jovem para criação de cartazes a partir da obra de Meyer Filho, a ser ministrada pelos monitores da exposição. A oficina atende ao inciso VII do Art. 21 da IN n. 05/2017 do MinC, "realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil", visto que a sua oferta gratuita abarca alunos de ensino fundamental e médio da rede pública e será oferecida no dia de gratuidade do MON, ou seja, nas quartas-feiras.
O presente projeto prevê a circulação na cidade de Curitiba do projeto realizado na capital catarinense em 2022, no Museu de Arte de Santa Catarina - MASC, em comemoração aos 100 anos de nascimento do artista (1919-1991), adiado em função da pandemia. Todas as ações estão documentadas e disponibilizadas no site https://meyerfilho.org.br.O projeto realizado em Florianópolis contou com um programa educativo com acessibilidade voltado às escolas públicas e privadas com apoio do Núcleo de Arte-Educação (MASC) e Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE/UDESC); formação para professores e mediadores com distribuição de material pedagógico; oficina de cartazes; seminário; tratamento arquivístico e catalogação do acervo de documentos, desenhos e pinturas de Meyer Filho; elaboração de plataforma digital (website) para disponibilização do acervo via plataforma Tainacan-IBRAM (https://meyerfilho.org.br); publicação do livro Arquivos Implacáveis de Meyer Filho e vídeos documentais. Os Arquivos implacáveis de Meyer Filho possuem uma importância histórica ainda pouco conhecida nacionalmente. Como salienta a pesquisadora Clarissa Diniz, o conjunto de suas práticas inscreveram Meyer Filho no cotidiano de Florianópolis de modo significativamente amplo, contrariando parte da perspectiva moderna da arte enquanto existência política e esteticamente autônoma e, mais adiante, fundando o lugar do artista como prática inscrita no social, paradigma fundante da matriz pós‐moderna da arte. Por sua vez, toda essa complexidade esteve constantemente documentada e refletida por Meyer no que ele chamou de Arquivos Implacáveis, hoje aos cuidados do Instituto Meyer Filho. Meyer Filho inventou taxonomias, originárias da botânica e da zoologia, da agricultura e da astronomia, da história da arte e da mineralogia por meio das incursões feitas pelas enciclopédias artísticas e compêndios científicos de sua biblioteca. Há também uma interlocução com os estudos locais e antropológicos, em particular o imaginário da Ilha de Santa Catarina e sua cultura popular. Investigou sua linguagem afastando-se cada vez mais das matrizes modernas ditadas pelo movimento de arte moderna de São Paulo (Semana de 22) para adentrar em um universo fantástico e onírico. Fato este que permite pensá-lo como um outsider, por conta do escape de influências hegemônicas modernistas no período de sua atuação, conformando uma arte genuína.De acordo ainda com Clarissa Diniz, além de sua produção visual, Meyer Filho atuou performativamente. Realizou happenings provocativos à cultura ilhéu, sendo que sua performance mais significativa se deu no ano de 1964, na rádio A Verdade, quando Meyer participou do programa Mesa Quadrada para anunciar o encontro do artista com os marcianos. Ao auto-intitular-se Embaixador do Planeta Marte na Terra, sua intervenção fazia ainda uma autocrítica à condição do artista brasileiro, comparando os assimétricos regimes de legitimidade vivenciados por ele e Orson Welles, (ao anunciar numa rádio nova iorquina a presença de marcianos). Suas primeiras exposições no Rio de Janeiro, na Galeria Penguin, em 1960, no Museu de Arte de Belo Horizonte, em 1961, e na Casa do Artista Plástico, em 1963 e 1964, receberam críticas entusiásticas, publicadas na Folha de S.Paulo, Revista Habitat e na Revista Módulo, periódicos mais importantes da época, com textos de Flávio de Aquino e Theon Spanudis. Esta história está documentada nos arquivos do artista e atesta o pioneirismo de Meyer Filho. As obras do artista fazem parte de acervos particulares e de alguns museus nas cidades acima citadas. Meyer Filho lutou em vida pela valorização da arte em seu estado natal. Em uma de suas entrevistas nos anos 1980, ele enfatiza que a arte de Santa Catarina "é tão boa quanto a de qualquer outra parte do Brasil" [...] “Agora, se o Governo patrocinasse, nós poderíamos fazer muito sucesso em todo o país. Nós temos que acabar com essa palhaçada de que o sujeito, para ser artista, tem que ser carioca, paulista ou mineiro. Está faltando apoio do governo do estado, para que a gente possa realizar uma exposição fora daqui e mostrar que a nossa arte tem tanto valor quanto o que se faz no resto do Brasil”.Para mais informações sobre o artista Meyer Filho, Instituto Meyer Filho e a exposição Arquivos Implacáveis acessar: https://meyerfilho.org.br/acervo-meyer-filho/
CATÁLOGO Conterá informações sobre o artista, a proposta curatorial e proposições pedagógicas da exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho, a ser distribuída gratuitamente durante o período de exposição para professores e interessados em geral. CAPA: fechado: 15 x 23 cm + orelha: 14 cm / 4x4 cores / papel triplex / hot stamping MIOLO: fechado: 15 x 23 cm / 128 páginas, destas: 80 páginas 4x4 couchê fosco 170g e 48 páginas 1x1 em papel pólen 90g.Tiragem: 1000 unidades
ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Museu Oscar Niemeyer possui recursos e serviços destinados a tornar a visita mais confortável e acessível por meio do programa MON Para Todos. O museu possui vagas exclusivas de estacionamento para pessoas com deficiência, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo em ambos os estacionamentos. Conta com atendimento prioritário para pessoas com deficiência, dificuldade de locomoção, idosos, obesos, gestantes, lactantes e pessoas com crianças ao colo (lei 10.048/2000). O espaço conta com rampas amplas e elevadores que permitem acesso às salas expositivas e demais espaços da instituição. Para mais informaçoes acessar: https://www.museuoscarniemeyer.org.br/sobre/acessibilidadeACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O Museu Oscar Niemeyer possui o programa MON Para Todos, desenvolvido pelo museu para ampliar o acesso das pessoas com deficiência ao acervo e às atividades oferecidas pela instituição. O MON Para Todos oferece, mediante agendamento, atividades com tradução em Libras para pessoas com deficiência auditiva. Para atendimento específico de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), conta com uma Sala de Acomodação Sensorial (SAS), espaço planejado especialmente para pessoas neurodivergentes que precisam de um local reservado e com estímulos reduzidos, para se reorganizarem em uma eventual crise despertada pela visita. Também foi criada uma cartilha com normas e orientações para o atendimento a esse público, bem como passou a ser disponibilizado o cordão de girassóis, acessório reconhecido mundialmente para a identificação de pessoas com deficiências ocultas, como o autismo. O principal objetivo do Museu ao desenvolver ações como o programa MON Para Todos é aumentar a acessibilidade e aproximar a instituição dos mais variados públicos. O museu disponibiliza atendimento na chegada ao museu (na bilheteria ou quiosque de entrada) para atender pessoas com deficiências visuais e pessoas surdas. A disponibilidade pode ser verificada por meio de agendamento pelo e-mail educativo@mon.org.br. Para pessoas com cegueira ou baixa-visão, o programa conta com legendas em braile, maquete tátil, audioguia, esculturas originais e réplicas em miniaturaEXPOSIÇÃO:A exposição prevê um espaço onde estarão presentes algumas das obras em desenho e pintura de Meyer Filho replicadas em 3 dimensões, em materiais diversos, com vistas a permitir o contato de pessoas com pessoas não visuais ou com baixa visualidade. Cada setor curatorial da exposição contará com um impresso QR code onde será disponibilizado um áudio da proposta curatorial correspondente para pessoas com deficiência visual (cegueira e baixa visão). Estes áudios foram produzidos para a exposição homônima realizada no MASC em 2022 e serão disponibilizados no MON.VÍDEOS DOCUMENTAIS (com acessibilidade): Para a ocasião da exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho no MASC (2022) foram produzidos 3 (três) filmes de 10 minutos cada que agrupam entrevistas recentes e imagens de arquivo com entrevistas e depoimentos sobre a vida e obra de Meyer Filho.Os vídeos Plantando dá, pessoal! e Hora de um certo cafézinho, com roteiro de Kamilla Nunes e Sandra Meyer, e direção e montagem de Sandra Alves retrata questões ligadas à relação de Meyer Filho com Santa Catarina e o espaço doméstico, familiar e bancário como um espaço de criação a partir de sua vida pessoal. Ambos os vídeos possuem tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras).o vídio É verdade, é tudo verdade!!!!, com roteiro de Otropicalista (Marco D. Julio e Marcelo Fialho), concebido por Hedra Rockenbach e Sandra Alves traz experimentações com imagens e sons da sua obra e de acervos externos propondo ver a obra de Meyer Filho como algo sinestésico e expandido. Este vídeo possui audiodescrição, legenda e tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras).SEMINÁRIO: Será realizado presencialmente no auditório do MON com os serviços de 2 (dois) profissionais de tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras) para permitir que deficientes auditivos acessem o conteúdo do evento, constituído de conferências e debates.OFICINA DAZIBAO:A fim de promover o acesso aos conteúdos das ações pedagógicas o projeto irá contratar um profissional especializado em mediação de deficiência visual para a Oficina de criação de cartazes DAZIBAO, voltada ao público jovem para criação de cartazes (A2/Offset 90g) a partir da obra de Meyer Filho e das questões que ela suscita na contemporaneidade. Este serviço será disponibilizado por meio da parceria com o Museu Oscar Niemeyer (MON), que possui vasta experiência em projetos de inclusão, especialmente em relação à deficiência visual e visitas sensoriais. Mediante agendamento o MON fornece intérprete de libras. Contudo, o projeto prevê a contratação de um profissional desta área para reforço da acessibilidade. CURSO PARA MONITORES:O programa MON Para Todos disponibiliza atendimento na chegada ao museu (na bilheteria ou quiosque de entrada) para atender pessoas com deficiências visuais e pessoas surdas. A disponibilidade pode ser verificada por meio de agendamento pelo e-mail educativo@mon.org.br.CURSO PARA PROFESSORES:O programa MON Para Todos disponibiliza atendimento na chegada ao museu (na bilheteria ou quiosque de entrada) para atender pessoas com deficiências visuais e pessoas surdas. A disponibilidade pode ser verificada por meio de agendamento pelo e-mail educativo@mon.org.br.CATÁLOGO / MATERIAL PEDAGÓGICOO catálogo terá versão impressa e versão digital e inclui a utilização de fontes de fácil leitura, cores contrastantes para facilitar a visualização e versão resumida em braile, recursos estes para garantir que o conteúdo seja compreendido por pessoas com baixa visão e cegueira.
EXPOSIÇÃO: O Museu Oscar Niemeyer (MON) atende aos critérios da Lei Rouanet quanto à disponibilização da quantia de ingressos gratuitos para além do mínimo exigido. A maior parte dos ingressos é distribuído gratuitamente (crianças e idosos não pagam, e toda quarta feira a entrada é de graça para todos os públicos), conforme disposto em relatório público: https://www.museuoscarniemeyer.org.br/sobre/relatorio-e-balanco-anual, o que resulta numa porcentagem maior que 10% de entrada gratuíta. Fora que os preços cobrados pelos ingressos estão na categoria de preços populares. Salientamos que o seminário, os cursos e oficinas serão realizados nas quartas-feiras, dia de entrada gratuita do museu. O Museu Oscar Niemeyer possui o programa MON Para Todos, desenvolvido pelo museu para ampliar o acesso das pessoas com deficiência ao acervo e às atividades oferecidas pela instituição. SEMINÁRIO:O seminário Arquivos Implacáveis Meyer Filho será realizado presencialmente em uma quarta-feira no mês de abertura da exposição, em agosto/2026. Haverá palestrantes e interação com o público. O seminário gratuito acontecerá durante o Quartas públicas - projeto do MAC Paraná que consiste em se apropriar das quartas-feiras, onde os ingressos são gratuitos, para promover atividades educativas como: oficinas, palestras, rodas de conversa, entre outras, de forma a potencializar o acesso ao evento.OFICINA DAZIBAO:A Oficina gratuita acontecerá durante o Quartas públicas - projeto do MAC Paraná que consiste em se apropriar das quartas-feiras, onde os ingressos são gratuitos, para promover atividades educativas como: oficinas, palestras, rodas de conversa, entre outras, de forma a potencializar o acesso ao evento.PROGRAMA EDUCATIVO em parceria com o MAC/MON, que possui programa de acessibilidade, contendo: Curso preparatório para capacitação de Monitores (a serem selecionados e contratados pelo projeto) e para Estagiários do MAC com aula sobre Meyer Filho e proposta curatorial da exposição para recepção das escolas e público em geral na exposição em visitas guiadas previamente agendadas com Setor Educativo Do MAC;Curso preparatório para professores para capacitação de docentes da rede pública e particular de ensino para que possam reconhecer e desdobrar o percurso do artista Meyer Filho (projeto MASC). O curso será inserido no programa do MAC Permanência em arte - Projeto de Formação Continuada para Educadores em Arte Contemporânea. O projeto é pensado para professores de todas as etapas da educação (da educação infantil ao ensino superior).CATÁLOGO:O catálogo da exposição será distribuído gratuitamente ao público visitante e aos participantes das atividades de formação - cursos, seminário, oficina - durante o período da exposição.
Instituto Meyer Filho [Proponente] Será responsável pela Coordenação Geral do projeto: execução, gestão administrativa e financeira, pagamentos e prestação de contas. Fará a gestão dos produtos - principal e secundários - previstos no projeto. Supervisionará a execução de todas as etapas do projeto referente à obra de Meyer Filho, sediará reuniões com a equipe de trabalho e curadores. INSTITUTO MEYER FILHO - IMF [Proponente] Associação civil de direito privado sem fins econômicos criada em 2004. Desenvolve e valoriza o patrimônio cultural-histórico e artístico de Santa Catarina nas suas variadas expressões, contribuindo para a consolidação da economia gerada pela arte e pela cultura. Promove visibilidade ao legado deixado por Meyer Filho, democratizando o seu acesso por meio de ações gratuitas, envolvendo exposições, seminários e publicações. O acervo se mantém devidamente preservado e acondicionado na reserva técnica do Instituto Meyer Filho, e vem sendo sistematicamente exposto à comunidade. O IMF é presidido pela filha do artista, a pesquisadora doutora Sandra Meyer. Desde 2004 a instituição vem desenvolvendo projetos nas áreas de artes visuais em espaços públicos e privados, com instituições culturais e de ensino, envolvendo parcerias.(Ver portfólio nos anexos). SANDRA MEYER NUNES [Coordenação Geral] [Florianópolis, 1957] é artista, pesquisadora, professora e produtora. Preside o Instituto Meyer Filho e coordena o Memorial Meyer Filho, espaço expositivo em homenagem ao artista localizado em Florianópolis. Coordena eventos, projetos e exposições de artistas na área de artes plásticas e dança. É doutora e mestre em Artes, Comunicação e Semiótica pela PUC /São Paulo, com estágio na Universidade Paris 8, na França. É professora aposentada do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Co-organizou os livros: Meyer Filho - Um Modernista Saído da Lira (2007), pela editora Nauemblu Ciência & Arte; Exercício de Imaginação: Meyer Filho (2011), editados pelo Instituto Meyer Filho. Produziu os livros Arquivos Implacáveis Meyer Filho (2022); ABACV, SJEAG, SIZEZ, SOCYO, SNEPA, MABUI E MACAC - Arquivos Implacáveis de Meyer Filho (2017) e o Catálogo Memorial Meyer Filho (2017). KAMILLA NUNES [Curadora Geral] [Florianópolis, 1988]. É artista e curadora, doutora e mestre no Programa de Pós-Graduação do Ceart/Udesc, graduada em Artes Plásticas pela mesma universidade. Em 2022 criou o Grupo de Investigações Artísticas IMPOSSIBILIDADE DE ESGOTAMENTO e, em 2024, o Grupo de Orientações em Processos Artísticos e Curatoriais DESVIO. Foi Júri do Programa Residência Artística Delfina Foundation, Londres, ING, UK, 2022 e finalista da 5a Edição do Prêmio Sesi Senai Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (categoria curador). Foi Diretora do Instituto Meyer Filho [2010 a 2014]; Projetos curatoriais: Curadoria geral da exposição Arquivos Implacáveis Meyer Filho no MASC [2022]; Curadoria geral do 15o Salão Nacional de Artes de Itajaí [2021]; “Oficina Pública de Perguntas” [Florianópolis, São Paulo, Porto Alegre, 2015-]; “Sumidouro” [Laboratório Curatorial, SPArte, coordenação Adriano Pedrosa, SP, 2012]. Organizadora das publicações: Meyer Filho (2011), Arquivos Implacáveis Meyer Filho (2022); ABACV, SJEAG, SIZEZ, SOCYO, SNEPA, MABUI E MACAC - Arquivos Implacáveis de Meyer Filho (2017) e o Catálogo Memorial Meyer Filho (2017). kamillanunes.com GABI BRESOLA [Curadora adjunta] [Joaçaba, 1992]. É mestra e graduada em Artes Visuais (UDESC). Atua com produção cultural, publicações de artistas, documentários e projetos coletivos, entre o meio oeste catarinense e Florianópolis, em Santa Catarina. Fez curadoria e coordenação de projetos como o “Portal de Saberes Laklãnõ” [portaldesaberes.org], “Reminiscências Mira Schendel”, a Mesa Latina na Tijuana (Casa do Povo/SP), “Interior”, “Verada”, ‘Cidades ambulantes” e “Reles chão” que circularam pelo estado através da Rede Sesc de Galerias e Prêmio Elisabete Anderle. Foi curadora adjunta do 15º Salão Nacional de Itajaí, das exposições “Arquivos Implacáveis Meyer Filho" e “Hugo Mund: obra gráfica” no Museu de Arte de Santa Catarina (2022). Fundou a editora editora [editoraeditora.com] em 2014. Co-coordena e produz a flamboiã, projeto colaborativo de difusão das publicações de artista [feiraflamboia.com.br]. www.gabibresola.com/sobre STUDIO DE IDEIAS PRODUÇÃO CULTURAL [Produção e Produção Executiva]Fundado em 2004 em Florianópolis. Produtora Cultural que atua na idealização, desenvolvimento e produção de trabalhos e projetos artísticos e culturais, em especial a produção de exposições e atividades ligadas às artes plásticas e visuais. É coordenada por Marina Tavares da Cunha Melo e Arturo Valle Junior. Dentre sua atuação destaca-se: EXPOSIÇÃO WALMOR CORRÊA - “SOBRE PÁSSAROS, SINAPSES E ERVAS ENERGÉTICAS”. Instituto Tomie Ohtake. Produção Executiva / 2023; EXPOSIÇÃO ARQUIVOS IMPLACÁVEIS MEYER FILHO. Museu de Arte de Santa Catarina – MASC. Coordenação de Produção / 2022; 11º SALÃO NACIONAL VICTOR MEIRELLES. Museu de Arte de Santa Catarina – MASC. Produção Executiva e Coordenação de Produção / 2019; EXPOSIÇÃO DESTERRO DESATERRO – MASC 70 ANOS. Museu de Arte de Santa Catarina – MASC. Coordenação de Produção / 2018; EXPOSIÇÃO PALAVRA EM MOVIMENTO – Arnaldo Antunes. Museu de Arte de Santa Catarina – MASC Realização, Projeto Executivo e Produção / 2017; EXPOSIÇÃO GAUDÍ: BARCELONA 1900. Museu de Arte de Santa Catarina – MASC. Produção Local e Coordenação de Produção e Ações Educativas / 2016; EXPOSIÇÃO JOAN MIRÓ: A FORÇA DA MATÉRIA. Museu de Arte de Santa Catarina – MASC. Produção Local e Coordenação de Produção e Ações Educativas / 2015. JOANES BARAUNA [Produção Local - Curitiba]Curadora e performer. Bacharel em Artes Cênicas pela UNESPAR. Diretora Artística (2024) e coordenadora de Acervo (2022) do Museu de Arte Contemporânea do Paraná. Participou do Projeto de pesquisa Corpo, Performance e o Político em Implicação" (CPP_Implicações) - UNESPAR e UFPR. Membro representante da Secretaria de Estado da Cultura no Comitê de direitos LGBTQIAP+ do Paraná. Atua como curadora independente, com destaque a Buraco: exposição independente de artistas visuais e performers, com apoio da Bienal Internacional de Curitiba. Atua também como curadora de forma institucional no Museu de Arte Contemporânea do Paraná.LUCAS FABRIZZIO [Projeto Expográfico] Arquiteto formado pela FAU-USP, com mestrado em Cenografia pela ECA-USP e MBA em Gerenciamento de Projetos na Fundação Getúlio Vargas. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Design, Expografia e Cenografia. Acumula em sua trajetória mais de 215 projetos expositivos, seis deles premiados nacional e internacionalmente, sendo alguns deles: Histórias Afro Atlânticas, Instituto Tomie Ohtake e MASP (2018); Pablo Picasso, Instituto Tomie Ohtake e Caixa Cultural RJ (2016) e Salvador Dali, Instituto Tomie Ohtake SP e CCBB RJ (2015).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.