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A Biblioteca Cultiva é uma plataforma híbrida — física e digital — dedicada à valorização da leitura, da cultura e da formação cidadã. Com foco em professores, estudantes da rede pública e comunidades de territórios periféricos, o projeto se propõe a ser um espaço de referência na produção e disseminação de conteúdos formativos e experiências culturais acessíveis e participativas.A Biblioteca Cultiva estrutura suas ações em três eixos complementares: Formação e Disseminação, Produção Cultural e Advocacy Educacional. Por meio deles, articula atividades que incentivam o pensamento crítico, fortalecem práticas pedagógicas e contribuem para a formulação de políticas públicas voltadas à educação de qualidade e à democratização do acesso à cultura.A iniciativa une atividades presenciais e remotas, incluindo oficinas de audiovisual, fotografia e editoração, integradas à mediação de leitura e à formação de leitores críticos. Também será desenvolvida uma plataforma digital colaborativa, com conteúdos abertos, acessíveis e replicáveis, ampliando o alcance do projeto e promovendo uma rede ativa de educadores e agentes culturais.
A Biblioteca Cultiva é uma iniciativa sociocultural e educacional que propõe a criação de um espaço híbrido — físico e digital — voltado à valorização da leitura, à formação continuada de educadores e à promoção da diversidade cultural. Implantada na cidade de São Paulo, a proposta atua de forma integrada por meio de três eixos principais: Formação e Disseminação, Produção Cultural e Advocacy Educacional.O eixo Formação e Disseminação concentra ações voltadas à capacitação de professores da rede pública, com oficinas, mediação de leitura e acesso a acervos físicos e digitais. Já o eixo de Produção Cultural promove oficinas artísticas em literatura, audiovisual, fotografia e editoração, estimulando a expressão crítica e o protagonismo de estudantes e comunidades locais. Por fim, o eixo de Advocacy Educacional articula redes de educadores, sistematiza experiências e produz conteúdos estratégicos para o fortalecimento de políticas públicas de educação e cultura.Combinando atividades presenciais e remotas, a Biblioteca Cultiva propõe-se a ser um polo de transformação coletiva, estimulando o pensamento crítico, o pertencimento e a cidadania, especialmente em territórios periféricos e em contextos de vulnerabilidade social.Classificação indicativa: Livre.
Objetivo geral:O objetivo geral do projeto é a implantação de um centro cultural e educacional voltado à democratização do acesso ao conhecimento, à valorização da diversidade cultural brasileira e ao fortalecimento da educação pública. A partir de um acervo físico e digital, o projeto visa oferecer suporte pedagógico e cultural a professores e estudantes da rede pública de ensino, promovendo o estímulo à leitura, à produção cultural e à inovação em práticas educativas.Além disso, o projeto busca fomentar a formação continuada de educadores por meio de ações formativas presenciais e online, voltadas à mediação de leitura, tecnologias educacionais e construção de repertórios críticos. Por meio de ações culturais acessíveis, da criação de uma plataforma digital colaborativa e da articulação com redes públicas e sociedade civil, a Biblioteca Cultiva se propõe a produzir conhecimento, fortalecer políticas de leitura e desenvolver ações de advocacy em prol de uma educação mais inclusiva, criativa e transformadora.Objetivos específicos:- Mobilizar 10 escolas da rede pública de ensino;- Realizar 30 oficinas presenciais e online de mediação de leitura, cultura digital e metodologias ativas e inclusão;- Realizar 01 encontro mensal e trilhas formativas assíncronas;- Realizar 5 rodas de leitura com autores convidados e encontros com temáticas contemporâneas;- Realizar curadoria de acervo digital distribuído via plataforma Cultiva Digital;- Realizar 30 oficinas de Audiovisual (curtas educativos), Fotografia (registro do território) e Editoração (zines e livros artesanais);- Realizar residências com educadores-artistas para projetos interdisciplinares nas escolas parceiras;- Realizar 01 evento de culminância com exposição de projetos escolares, apresentações culturais e lançamentos de produções autorais.- Realizar 02 seminários e publicação de 04 notas técnicas com propostas de políticas públicas de leitura;- Produzir 300 materiais pedagógicos, como: e-books, podcasts, zines e vídeo-aulas sistematizadas sobre leitura, cultura e educação crítica;- Construir e disponibilizar a Plataforma Cultiva Digital, um ambiente digital colaborativo com acesso aberto a formações, publicações e experiências replicáveis.- Desenvolver relatórios de impacto com dados qualitativos e quantitativos.
O projeto Biblioteca Cultiva surge em resposta aos profundos desafios enfrentados pela educação pública no Brasil, especialmente nas regiões periféricas, onde o acesso a materiais pedagógicos de qualidade, à formação continuada de professores e a oportunidades culturais é frequentemente limitado. A defasagem na aprendizagem, a evasão escolar e o desinteresse crescente de estudantes estão diretamente relacionados à ausência de espaços que estimulem a leitura, o pensamento crítico e a valorização da diversidade cultural.Além disso, a falta de articulação entre os campos da educação e da cultura compromete a formação integral de crianças, jovens e adultos, dificultando o desenvolvimento de competências socioemocionais e cognitivas essenciais para a cidadania plena no século XXI. Nesse contexto, a Biblioteca Cultiva apresenta-se como uma proposta estruturada, inovadora e de impacto sociocultural, ao criar um espaço híbrido — físico e digital — que integra formação, linguagem cultural e engajamento comunitário.Ao combinar atividades presenciais com ações remotas acessíveis por meio de uma plataforma digital gratuita, o projeto amplia seu alcance territorial e promove maior capilaridade, respeitando as especificidades e necessidades de diferentes contextos. As oficinas em audiovisual, fotografia, literatura e editoração incentivam a apropriação das linguagens culturais como instrumentos de expressão, empoderamento e transformação social.O investimento em mediação de leitura, construção de acervo e qualificação docente fortalece a escola pública como um polo difusor de conhecimento, cultura e identidade. As ações de advocacy educacional complementam essa atuação ao fomentar o diálogo com redes públicas e gestores, contribuindo para o aprimoramento de políticas educacionais baseadas em práticas concretas e participativas.Dessa forma, a Biblioteca Cultiva se justifica como um projeto de alta relevância social e cultural, com potencial para promover a equidade no acesso à educação de qualidade, fortalecer as expressões culturais locais e colaborar na construção de uma sociedade mais justa, criativa e democrática.O projeto atende aos Incisos I e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, vejamos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Além das finalidades expressas no Art.3º, Inciso III, alínea a, da referida norma:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Proposta MetodológicaProposta Pedagógica – Eixo 1: Formação e DisseminaçãoO Eixo 1 do projeto Biblioteca Cultiva tem como objetivo qualificar e inspirar educadores da rede pública de ensino por meio de processos formativos que integrem práticas pedagógicas inovadoras, mediação de leitura e cultura digital. A proposta visa estimular o pensamento crítico, a valorização da diversidade cultural e a promoção da inclusão em ambientes escolares, combinando ações presenciais e online de forma acessível e replicável.1. Oficinas Presenciais e Online para EducadoresAs oficinas serão organizadas em encontros mensais (presenciais ou virtuais) e trilhas formativas assíncronas, com temas como:- Mediação de leitura e formação de leitores críticos;- Cultura digital e produção de conteúdo em sala de aula;- Metodologias ativas (como aprendizagem baseada em projetos e gamificação);- Inclusão e acessibilidade nas práticas pedagógicas.As trilhas assíncronas serão disponibilizadas na plataforma Cultiva Digital, em formatos acessíveis e com certificação ao final de cada ciclo.2. Clube de Leitura e Encontros LiteráriosSerá estruturado um Clube de Leitura permanente, com foco na leitura crítica de obras literárias e não literárias, conectadas a temáticas sociais, ambientais e culturais contemporâneas. A cada ciclo, haverá:- Rodas de leitura com autores convidados;- Encontros literários híbridos, com transmissão ao vivo e possibilidade de participação remota de escolas públicas.- Essas ações promovem o fortalecimento do repertório cultural dos educadores e o estímulo ao uso da literatura como ferramenta de diálogo e transformação.3. Produção e Compartilhamento de Materiais DidáticosDurante o percurso formativo, os participantes serão incentivados a criar e compartilhar recursos pedagógicos autorais, como:- E-books, podcasts, zines e vídeo-aulas, que serão sistematizados em parceria com a equipe pedagógica do projeto;- Curadoria colaborativa de materiais sobre leitura, cultura e educação crítica, que comporão o acervo digital da plataforma Cultiva Digital.Esses conteúdos estarão disponíveis gratuitamente e poderão ser utilizados e adaptados por outros professores e escolas, promovendo a circulação do conhecimento e o fortalecimento de redes colaborativas.Proposta Pedagógica – Eixo 2: Produção CulturalO Eixo 2 do projeto Biblioteca Cultiva tem como foco central estimular o protagonismo de estudantes e comunidades escolares por meio da vivência com linguagens culturais diversas. A proposta é integrar práticas de audiovisual, fotografia e editoração a processos formativos e expressivos vinculados à realidade dos territórios e aos conteúdos curriculares previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).As ações promovem o acesso à criação artística como ferramenta de expressão crítica, pertencimento, inovação pedagógica e fortalecimento das identidades locais.1. Oficinas de Linguagem CulturalAs oficinas serão ofertadas para turmas de estudantes da rede pública e mediadas por educadores especializados em três linguagens principais:- Audiovisual: criação de curtas educativos ou ficcionais com temáticas ligadas ao cotidiano escolar, direitos humanos, meio ambiente e juventude.- Fotografia: registro sensível do território, com foco em identidade, memória e pertencimento comunitário.- Editoração: produção de zines, livros artesanais e materiais gráficos, como forma de compartilhar ideias, histórias e criações coletivas.As atividades serão articuladas com os componentes curriculares e habilidades da BNCC, promovendo um diálogo entre arte, cultura e educação formal.2. Residências Culturais e Intercâmbios ArtísticosO projeto contará com residências artísticas em escolas públicas, conectando educadores-artistas com a comunidade escolar para o desenvolvimento de projetos interdisciplinares. Durante essas residências, os artistas atuarão como facilitadores criativos junto a professores e estudantes, potencializando o uso das linguagens artísticas como ferramenta pedagógica e de transformação social.Também serão promovidos intercâmbios artísticos, presenciais ou virtuais, entre escolas de diferentes regiões da cidade, promovendo trocas de experiências, repertórios e processos criativos.3. Mostra Cultural CultivaAs produções desenvolvidas nas oficinas e residências culminarão na Mostra Cultural Cultiva, um grande evento de celebração, compartilhamento e visibilidade das criações dos participantes. A mostra incluirá:- Exposições fotográficas e audiovisuais;- Apresentações culturais e intervenções artísticas;- Lançamento de publicações produzidas durante o projeto;- Ações voltadas à acessibilidade e inclusão, com tradução em Libras, audiodescrição e materiais acessíveis;- Participação ativa de estudantes, professores e famílias, fortalecendo vínculos comunitários e ampliando o impacto do projeto.Proposta Pedagógica – Eixo 3: Advocacy EducacionalO Eixo 3 do projeto Biblioteca Cultiva tem como objetivo fortalecer a articulação entre sociedade civil, poder público e comunidade escolar por meio da incidência qualificada em políticas públicas de leitura, cultura e educação. Parte-se do entendimento de que práticas transformadoras, quando sistematizadas e conectadas em rede, podem gerar efeitos estruturantes no campo educacional.Esse eixo consolida a dimensão estratégica do projeto, promovendo a valorização de boas práticas pedagógicas, a produção de dados e a difusão de experiências com potencial de escala.1. Rede de Incidência EducacionalO projeto fomentará a criação de uma Rede de Incidência Educacional, envolvendo gestores públicos, educadores, ONGs, universidades, coletivos culturais e educacionais. Serão realizados:- Encontros e rodas de diálogo intersetoriais, com foco em leitura, acesso à cultura e inovação educacional;- Seminários temáticos, presenciais e híbridos, que abordarão desafios e soluções para a formação de leitores no contexto da escola pública;- Publicação de notas técnicas e recomendações de políticas públicas baseadas nas experiências desenvolvidas pelo projeto, sistematizadas a partir de práticas reais e dados coletados ao longo da execução.2. Plataforma Cultiva DigitalA Cultiva Digital será um ambiente virtual de acesso livre e colaborativo, com múltiplas funcionalidades:- Disponibilização de formações, publicações, materiais didáticos e metodologias replicáveis;- Criação de um espaço de rede entre educadores, promovendo trocas de experiências, fóruns temáticos e curadoria de boas práticas;- Acessibilidade como princípio: todos os conteúdos serão oferecidos com tradução em Libras, legendas e recursos visuais para facilitar a navegação e o uso por públicos diversos.- A plataforma funcionará como uma extensão do espaço físico da Biblioteca, garantindo alcance ampliado, capilaridade e memória das ações.3. Indicadores e MonitoramentoSerá desenvolvido um sistema de monitoramento e avaliação de impacto com base em indicadores qualitativos e quantitativos. Entre os objetivos:- Produção de relatórios periódicos de impacto sobre as ações do projeto, com dados sobre alcance, perfil dos participantes, engajamento e transformação percebida;- Geração de subsídios para pesquisas e avaliações educacionais, em parceria com instituições de ensino superior e centros de pesquisa.- Essas ações contribuirão para ampliar a legitimidade do projeto, fortalecer a sua sustentabilidade e apoiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências.
Atendimento ao Art. 42 da IN 23/2025 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência:BANCO DE DADOSACESSIBILIDADE FÍSICA: O local escolhido para a instalação da biblioteca física contará com acessibilidade para pessoas idosas, gestantes, com deficiência ou com mobilidade reduzida por qualquer razão. ACESSIBILIDADE VISUAL: A plataforma virtual contará com recursos para pessoas com deficiência visual, como: alto contraste e letras ampliadas. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: A plataforma virtual contará com recursos para pessoas com deficiência auditiva, como: VLibras ou Hand Talk.ACESSIBILIDADE NEUROINCLUSIVA: A plataforma virtual contará com recursos para pessoas com neurodivergências, como: uso de ícones, imagens e linguagem simples, que facilita o entendimento de conteúdos escritos.CURSO, OFICINA, CAPACITAÇÃOACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais escolhidos para a realização das oficinas contarão com acessibilidade para pessoas idosas, gestantes, com deficiência ou com mobilidade reduzida por qualquer razão. ACESSIBILIDADE VISUAL: As oficinas contarão com a participação de uma pessoa mediadora para fazer a descrição das imagens para pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: As oficinas contarão com a participação de uma pessoa intérprete de Libras para fazer a tradução das falas para pessoas com deficiência auditiva.ACESSIBILIDADE NEUROINCLUSIVA: Disponibilização de abafadores de ouvido e óculos de proteção para pessoas com sensibilidade ao som e a luz.EXPOSIÇÃO CULTURAL/ DE ARTESACESSIBILIDADE FÍSICA: O local escolhido para a realização da exposição contará com acessibilidade para pessoas idosas, gestantes, com deficiência ou com mobilidade reduzida por qualquer razão. ACESSIBILIDADE VISUAL: A exposição contará com a participação de uma pessoa mediadora para fazer a descrição das imagens para pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: A exposição contará com a participação de uma pessoa intérprete de Libras para fazer a tradução das falas para pessoas com deficiência auditiva.ACESSIBILIDADE NEUROINCLUSIVA: Disponibilização de abafadores de ouvido e óculos de proteção para pessoas com sensibilidade ao som e a luz.SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA/VERNISSAGEACESSIBILIDADE FÍSICA: O local escolhido para a realização dos seminários contará com acessibilidade para pessoas idosas, gestantes, com deficiência ou com mobilidade reduzida por qualquer razão. ACESSIBILIDADE VISUAL: Os seminários contarão com a participação de uma pessoa mediadora para fazer a descrição das imagens para pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Os seminários contarão com a participação de uma pessoa intérprete de Libras para fazer a tradução das falas para pessoas com deficiência auditiva.ACESSIBILIDADE NEUROINCLUSIVA: Disponibilização de abafadores de ouvido e óculos de proteção para pessoas com sensibilidade ao som e a luz.
O público-alvo principal são os professores da rede pública de ensino da cidade de São Paulo, especialmente aqueles que atuam na educação básica em escolas municipais e estaduais localizadas em regiões periféricas ou em contextos de vulnerabilidade social. A proposta visa atender educadores interessados em formação continuada em mediação de leitura, produção cultural e tecnologias educacionais.Além dos docentes, o projeto contempla também estudantes da rede pública, promovendo o acesso a atividades de leitura, oficinas culturais e ações de formação crítica. Outro segmento importante são os gestores escolares e técnicos das secretarias de educação e cultura, considerados público estratégico para a disseminação das práticas do projeto e fortalecimento das políticas públicas.A Biblioteca Cultiva também se dirige a educadores populares, agentes culturais e mediadores de leitura, envolvidos em iniciativas de arte-educação e cultura nos territórios onde o projeto atuará. Por fim, o projeto busca engajar a comunidade em geral dos bairros atendidos, promovendo a participação ativa dos moradores e a valorização das expressões culturais locais, tanto no espaço físico quanto nas atividades da plataforma digital.O projeto atende ao Art. 47 da IN nº 23/2025, Inciso VI, a saber:VI -realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.
Coordenação Geral: Rudá RicciCientista político formado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) na década de 80. Mestrado em Ciência Política pela Unicamp e Doutor em Ciências Sociais pela mesma instituição. Presidente do Instituto Cultiva em Minas Gerais. Em 2004, publicou a história da primeira Emater do país, a de Minas, chamada ACAR. Como consequência, foi procurado pela ala esquerda dos auditores fiscais – liderado por Maria Lúcia Fattorelli – e convidado a desenvolver um programa de formação da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco). Como resultado, tornou-se assessor político da associação. Em 2010, lançou o livro Lulismo – Da Era dos Movimentos Sociais à Ascensão da Nova Classe Média Brasileira.Por amalgamar aprofundamento teórico, prática de militância e vivenciar a política nacional por 35 anos, Rudá se tornou referência na ciência política. Atualmente, decodificou outra política, aflorada das manifestações de junho de 2013. No livro Nas Ruas, Rudá retoma a ideia de que o poder emana das camadas mais baixas da sociedade e por elas deve ser exercido. Seu mais recente livro, Memórias de 2014 - A eleição que não queria acabar, lançado em 2015, são artigos sobre as eleições para presidente em 2014 publicados por Rudá durante o período.Coordenação Pedagógica: Micaela GluzDoutoranda em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Educação pela Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Políticas Públicas e Gestão da Educação e Pedagoga pela UFRGS. Foi Analista Socioeducacional do programa Comunidades Educadoras, premiado pela UNESCO como uma das 16 experiências mais exitosas em educação no mundo (2016/2017). É Coordenadora da área de Ensino, Pesquisa e Extensão do Instituto Cultiva. Pesquisadora nas temáticas sobre políticas públicas educacionais, economia da educação, financiamento da educação, tramitação legislativa, gestão democrática, qualidade da educação e direito à educação. Atualmente pesquisa sobre as mudanças no Novo Fundeb Permanente, relações com os atores e a Complementação da União.Coordenação de Produção Cultural: Ademir CastellariAdemir Ângelo Castellari é sociólogo, mestre em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com bolsa CNPq e pesquisa voltada à relação entre tradição e modernidade no futebol brasileiro. Graduado em Ciências Sociais pela mesma instituição, pesquisa desde a graduação temas como torcidas organizadas e cultura popular. Atuou como vice-coordenador do Orçamento Participativo da cidade de São Paulo, coordenando processos de participação cidadã e políticas públicas, além de ter organizado eventos de destaque, como o II Seminário Internacional de Democracia Participativa. Tem ampla experiência em educação popular e tecnologias sociais, tendo coordenado projetos como o “Comunidades Educadoras” em Araraquara e no Rio Grande do Norte, além de projetos como o Portal do CEU e a gestão dos Telecentros Comunitários do programa Osasco Digital. Foi diretor da organização Sampa.Org por mais de 15 anos e é autor e coautor de diversas publicações sobre democracia participativa, cultura digital e inclusão social. Atualmente, é vice-presidente do Instituto Cultiva.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.