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PRONAC 256104Expirado o prazo de captação totalMecenato

1ª Jornada de Arte Contemporânea

ASSOCIACAO CANDANGA DE ARTISTAS VISUAIS - ACAV
Solicitado
R$ 440,8 mil
Aprovado
R$ 440,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-10-15
Término
2026-04-30
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

A 1ª JORNADA DE ARTE CONTEMPORÂNEA busca promover o desenvolvimento da expressão artística individual na arte contemporânea, estruturando-se em uma residência artística com duração de 2 meses — com foco no processo criativo por meio de oficina, mentoria e produção de obras autorais —, que resulta em uma exposição com duração de 30 dias. Dentro da programação aberta ao público, inclui um seminário sobre criatividade e linguagens contemporâneas, ações de formação de público como contação de histórias e visitas escolares com transporte gratuito.

Sinopse

1. RESIDÊNCIA ARTÍSTICA (48h | 30 ARTISTAS) - Tema Central: “Exploração e reflexão sobre os limites, linguagens, e práticas da arte contemporânea”. AULA 1: INTRODUÇÃO À ARTE CONTEMPORÂNEA E TÉCNICAS INOVADORAS - Reconfiguração da Matéria: A transição da materialidade tradicional (tela, tinta) para suportes inusitados (resíduos urbanos, elementos orgânicos) como ato político. A plasticidade do lixo eletrônico ou tecidos descartados questionando hierarquias de valor. - Morte da Autoria Única: O legado de Danto e Foster sobre a desierarquização do "gênio criador", substituído por processos colaborativos e apropriações críticas. - Arte como Campo Expandido: Fronteiras dissolvidas entre arte/vida, artista/observador, em diálogo com a escrevivência de Evaristo – onde o cotidiano vira matéria-prima. AULA 2: DESCONSTRUÇÃO, RELEITURA E APROPRIAÇÃO - Violência Simbólica na Apropriação: Análise de Fonte (Duchamp) e Sopa Campbell (Warhol) como deslocamentos que expõem mecanismos de exclusão cultural. - Corpo Colonizado em Sherman: A encenação fotográfica de estereótipos femininos como espelho da fabricação social da identidade. - Lixo como Linguagem em Muniz: A ressignificação de detritos em retratos monumentais – ecoando a literatura de Evaristo sobre vidas invisibilizadas. AULA 3: HIBRIDISMO E INTERATIVIDADE - Tecnologia como Ritual Contemporâneo: Interfaces digitais que resgatam estruturas ancestrais de participação coletiva (ex.: obras de Rafael Lozano-Hemmer). - Público como Cúmplice: A passividade do espectador desmontada em obras como Soma (Ernesto Neto), onde tato/olfato criam pactos sensoriais. - Oralidade Digitalizada: Apps que transformam poemas de Evaristo em paisagens sonoras interativas, atualizando tradições orais afro-diaspóricas. AULA 4: PERFORMATIVIDADE E O CORPO NA ARTE - Corpo-Archivo: A obra de Abramović como catalisadora de memórias traumáticas coletivas – paralelos com o corpo negro em Ponciá Vicêncio. - Gestualidade como Escrita: Danças rituais yorubá traduzidas em performances urbanas, onde movimentos codificam histórias de resistência. - Ferida como Suporte: A automutilação em Rhythm 0 (1974) em diálogo com a dor política na poesia Insubmissas Lágrimas de Mulheres. AULA 5: ESPAÇO, TEMPORALIDADE E INSTALAÇÕES SITE-SPECIFIC - Arquitetura como Cúmplice: O site-specific enquanto crítica à neutralidade dos espaços institucionais (ex.: obras de Doris Salcedo em museus coloniais). - Tempo Não-Linear: Instalações que embaralham passado/presente (como enterrar cartas de escravizados sob o Plano Piloto). - Brasília como Palimpsesto: Intervenções no Eixo Monumental revelando camadas de apagamento da história negra na capital. AULA 6: ARTE, POLÍTICA E SOCIEDADE - Estética do Desastre em Ai Weiwei: Remembering (2009) – 9.000 mochilas infantis denunciando a cultura do esquecimento. - Iconoclastia de Banksy: Slave Labour (2012) e a indústria do turismo como nova forma de colonialismo. - Arte como Arma Jurídica: O uso de evidências artísticas em tribunais internacionais (caso de Fernando Botero em Abu Ghraib). AULAS 7-8: PROJETOS AUTORAIS E EXPOSIÇÃO - Curadoria como Ato Político: Seleção de obras que confrontam a "cena branca" das galerias – estratégias de ocupação decolonial. - Montagem como Narrativa: Disposição espacial que recria percursos de quilombos urbanos, subvertendo lógicas museais eurocêntricas. - Documentação como Resistência: Registro de processos (não apenas produtos) em catálogos que revelam falhas e recomeços – anti-ilusão da obra perfeita. 3. EXPOSIÇÃO FINAL (30 DIAS | 50 ARTISTAS PARTICIPANTES) 2. OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS (3 SESSÕES | 20 CRIANÇAS MÁXIMO EM CADA) 3. OFICINA DE CRIATIVIDADE (3 SESSÕES | 20 CRIANÇAS MÁXIMO EM CADA) 4. SEMINÁRIO (1 DIA | 100 PARTICIPANTES)

Objetivos

OBJETIVO GERALFomentar o processo criativo individual na arte contemporânea, capacitando 30 artistas através de vivências práticas e reflexivas, com ênfase na autonomia, experimentação e expressão autoral. Tendo como resultado uma exposição dos trabalhos criados e eventos abertos ao público que promovam troca e diálogo sobre as artes visuais no DF. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Ministrar a Residência Artística em 8 aulas teórico-práticas sobre arte contemporânea (6h cada encontro, uma vez por semana, durante 2 meses) ministradas por Wagner Barja, abrangendo: - Técnicas inovadoras (como colagem digital, instalação, etc.) - Linguagens artísticas contemporâneas.- Noções de autogestão e divulgação de trabalhos. (Exigência: Certificação mediante 75% de participação nas atividades.) 2. Orientar a produção de 30 obras artísticas, sendo: - 30 individuais (1 por artista, com técnicas aprendidas); (Critério de qualidade: obras deverão refletir os conceitos trabalhados em aula). 3. Organizar 1 exposição pública em Museu no Plano Piloto, com: - Curadoria por Wagner Borja;- Exposição (até 50 artistas, sendo 30 residentes);- Produção de1.000 Catálogos impressos; - Catalogação das obras (folder digital e físico); (Meta: 500 visitantes presenciais e divulgação em veículos locais por assessoria de imprensa especializada). 4. Realizar 1 seminário interdisciplinar com: - 2 palestras sobre identidade, resistência e arte. - Participação de convidados especialistas. (Meta: 100 espectadores presenciais)5. Realizar 3 oficinas e 3 contações de história para público infantil;6. Garantir transporte gratuito (ônibus) para 6 (seis) escolas públicas que irão participar das oficinas.

Justificativa

A 1ª JORNADA DE ARTE CONTEMPORÂNEA configura-se como uma iniciativa cultural estratégica e socialmente relevante, plenamente alinhada aos objetivos da Lei Federal 8.313/91 (Lei Rouanet). Sua essência reside na valorização do processo criativo individual como ferramenta de transformação social. O projeto atende a sete incisos do Art. 1º da Lei Rouanet. No Inciso I, referente ao acesso democrático à cultura, oferecemos uma residência gratuita para 30 artistas, transporte adaptado para estudantes de escolas públicas para acesso as oficinas e exposição com entrada franca, eliminando barreiras econômicas e geográficas que excluem comunidades periféricas do circuito cultural. Com relação ao Inciso VIII, sobre difusão de bens culturais universais, as obras produzidas discutem desigualdades raciais e de gênero, temas alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 5, 10 e 11), posicionando a produção artística do DF em circuitos globais de reflexão sociocultural. O seminário fortalece a conexão entre arte contemporânea e narrativas negras, combatendo a invisibilidade histórica de grupos marginalizados, como versa no Art. 3º, "b", sobre a formação de identidade cultural. O projeto cria 12 empregos diretos (entre artistas orientadores, monitores, mobilizadores) e capacita 30 criadores para atuar no mercado de artes visuais, fomentando microempreendedorismo cultural no Distrito Federal, como presumido no Art. 3º, "e", acerca de geração de renda. Esta iniciativa é um modelo paradigmático de aplicação da Lei Rouanet ao conjugar inovação artística, impacto social e sustentabilidade. Seus resultados tangíveis _ formação de artistas locais, democratização de acervos e fomento à economia criativa _ materializam os princípios da Lei 8.313/91, transformando incentivos fiscais em mecanismos de justiça social. Ao priorizar grupos historicamente excluídos e valorizar narrativas afro-brasileiras, o projeto não apenas atende a marcos legais, mas também fortalece a cultura como pilar de uma sociedade equitativa, conforme preconizado pela UNESCO em seu Relatório Global "Repensar as Políticas para a Criatividade" (2022).

Especificação técnica

Para a Residência Artística teremos 8 encontros (6h cada); os materiais necessários são: suportes recicláveis, pigmentos naturais, recursos digitais.Para a Exposição serão realizadas 30 obras (telas, instalações, etc); haverá catalogação em folder em Português e Braile.O seminário será realizado em 1 dia (8h); e contará com estrutura de sonorização, projeção multimídia e tradução simultânea.

Acessibilidade

O projeto assegurará acessibilidade mediante a seleção criteriosa de espaços preexistentes que atendam integralmente às normas de acessibilidade física da ABNT NBR 9050/2020. Que já disponham de infraestrutura adequada, incluindo rampas de acesso e corrimãos bilaterais, banheiros acessíveis com dimensões mínimas de 2,00m x 2,20m e portas de 0,90m de largura, além de pisos podotáteis em áreas de circulação no Museu. As exposições ocorrerão em ambientes com obras posicionadas entre 0,80m e 1,20m de altura, garantindo aproximação segura para cadeirantes, e o seminário em espaços com assentos reservados na primeira fila. Para acessibilidade de conteúdo, teremos recursos presenciais e humanos. Contrataremos intérpretes de Libras para todas as atividades presenciais, incluindo as oficinas, visitas guiadas e o seminário. Ofereceremos mediação especializada para visitantes com deficiência visual, com descrições orais detalhadas das obras por educadores treinados. Para deficiência intelectual, produziremos folhetos em linguagem simplificada, distribuídos gratuitamente no local. Para acessibilidade de conteúdo em mídias, implementaremos: legendagem descritiva (closed caption) em todos os vídeos institucionais; audiodescrição pré-gravada para 100% dos materiais promocionais; e descrição de imagens (alt text) em redes sociais.A estratégia de acessibilidade fundamenta-se no Art. 1º, V da Lei Rouanet (salvaguarda de modos de fruição cultural) e no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Art. 42), garantindo que as limitações técnicas não comprometam o acesso democrático. O relatório final documentará as soluções inclusivas adotadas para replicação em futuros projetos. PRODUTO: EXPOSIÇÃOA Acessibilidade FÍSICA deve oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico: banheiros adaptados, rampas, portas amplas, piso tátil.A Acessibilidade de CONTEÚDO deve prever medidas para compreensão do projeto: arte educador/intérprete de libras, audiodescrição das obras a partir de QR code, caderno em braile.PRODUTO: CATÁLOGOA Acessibilidade FÍSICA: não se aplica.A Acessibilidade de CONTEÚDO: audiodescrição em QR code.PRODUTO: CAPACITAÇÃO/OFICINAS/CURSOA Acessibilidade FÍSICA deve oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico: banheiros adaptados, rampas, portas amplas).A Acessibilidade de CONTEÚDO: intérprete de libras.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Oficinas com quantidade de vagas para artistas periféricos, negros e LGBTQIAPN+. - Ônibus gratuito para 400 estudantes de escolas públicas. - Ingressos gratuitos para exposição e seminário.

Ficha técnica

Coordenação Geral: ACAV - PROPONENTECoordenação de Produção: Teresa PessoaMaria Teresa Pessoa Gonçalves – Artista plástica formada pela FAAP, com trajetória de mais de 40 anos integrando arte, educação e gestão cultural. Atua na criação de peças autorais em madeira descartada, resina epóxi e flores desidratadas do cerrado, valorizando sustentabilidade e preservação ambiental. Proprietária da marca Teresa Pessoa Arte em Resina, participou de exposições de relevância como CASACOR Brasília, Salão de Artesanato Brasileiro, Galeria Fernanda Curado e eventos internacionais como a Jornada Brasil Feito à Mão (Lisboa). Finalista do Prêmio Sebrae de Artesanato (2023 e 2024), também atuou em projetos culturais e educacionais com UNESCO, PNUD, MEC e Secretarias de Cultura, com ampla experiência em curadoria, oficinas e promoção de arte.Curadoria, Direção Artística e Assistente de Produção: Cida Carvalho A artista plástica Cida Carvalho projeta e executa mosaicos para o Brasil e Exterior e forma novos mosaicistas a cada dia. E tem como foco elaboração e execução de projetos de mosaicos, capacitação de mão de obra, aulas para o público que queira ter o contato com a arte. Como artista plástica profissional há 27 anos, é habilitada pela Secretaria de Estado e de Cultura do DF, cadastrada sob o número 188/07 no cadastro de Artistas Plásticos profissionais conforme constantes no processo nº 150.001.120/2007, estando apta a projetar e ou executar qualquer projeto artístico para entidades particulares, empresas ou organismos nacionais e internacionais. É artista plástica especializada em mosaicos e esculturas de qualquer natureza com capacidade técnica de administrar e gerir projetos. Trabalha com materiais como cerâmica, metais como cobre, latão, aço escovado, prata, ouro etc., pedras naturais, mármores granitos projetos de esculturas em ferro, cerâmica esculturas em mosaicos planos para piso e paredes, bidimensionais e tridimensionais. É sócia-fundadora da ACAV (Associação Candango de Artes Visuais), Coordenadora de Cultura da Associação internacional sem fins lucrativos e de empoderamento feminino BPW (Business Professional Women) e sócia proprietária da marca Biena, que traduz as artes de mosaico em estamparias. Coordenação de Comunicação Shirley PontesAdministradora, Mestre em Marketing, Gestora de projetos, professora universitária em várias universidades de Brasília; Foi pesquisadora participou de equipes na Univ. de Brasília- UnB e da Univ. Católica de Brasília – UCB; Foi consultora na Recursos Humanos e Planejamento estratégico; Em 1995 iniciou como produtora cultural em Brasília; Mestre em Gerontologia e formação em fitoterapia; Formação em Master Programação Neurolinguística, Hipnoterapia, e outras técnicas comportamentais; É Gestora do Instituto de Medicina Biológica e atende pacientes; É palestrante e aborda temas como: empreendedorismo feminino, temas de saúde para a família, Empoderamento da mulher, proteção da mulher, Saúde do Homem, Cidadania é para todos. Etica e cidadania, entre outros temas. É Presidente da Academia Internacional de Cultura, conduz a agenda anual da instituição e promove.Coordenação Pedagógica: Celza ChavesProfissional com perfil para atuar nas áreas de saúde integrativa, educação e artes, com formação em Biomedicina, Medicina Integrativa e Arte-Educação. Membro do Academic Consortium for integrative & health, atua com práticas integrativas e complementares de saúde e detém conhecimento em laboratório (coletas e análises clínicas). Prestou consultorias ao Ministério da Educação, ao Governo do Amapá e à Prefeitura Municipal de Belém. Nessa última, no âmbito da Secretaria Municipal de Educação. Dentre outras habilidades, destacam-se: facilidade para desenvolver trabalhos em equipe, perfil conciliador, dinâmico e proativo. Além disso, está sempre em busca de qualificar e incrementar as suas competências profissionais, por meio da realização de cursos, participação em palestras, leituras e outros meios. Recentemente adquiriu Certificação Internacional em Mentorias, voltadas a orientar pessoas para o autodesenvolvimento, com base em metodologias criativas, incluindo dentre as suas ferramentas de trabalho o desenho e a leitura de mandalas terapêuticas. É fundadora da empresa Criando: Saúde Integrativa e Arte, por meio da qual desenvolve mentorias de forma autônoma. Identidade Visual: Stefania Fernandes Designer gráfica, artista visual e arte-educadora graduada em Artes Visuais pela UnB. Realiza pesquisas e tem seu foco de atuação e experiência como designer gráfica, criando e desenvolvendo produtos de identidade visual voltados para temasrelacionados à gestão ambiental e à sustentabilidade. Já desenvolveu produtos para instituições como International Rivers, Coalizão pelos Rios, Ministério do Meio ambiente - MMA, IBRAM-DF, IBAMA, Núcleo de Gestão ambiental do SEBRAE DF dentre outros. Tutor da Residência: Wagner BarjaNotório Saber nLP9602213/ MEC-História da Arte - Plástica e Educação Artística concedido pelo Conselho Federal de Educação- MEC/ 1995. Mestrado em Arte e Tecnologia da Imagem / - D.pt. de Pós-graduação em Arte - Instituto de Artes VIS /IdA Universidade de Brasilia- 1999. Conselhos & Comissões. Membro representante da Universidade de Brasília no Conselho Nacional de Políticas Culturais ? MinC/ Gov. Federal. Membro representante da Universidade de Brasília na Comissão Intergovernamental do Conjunto Cultural da República. Foi Diretor do Museu Nacional da República-DF.Projeto Expográfico: Donizetti GarciaInteressou se cedo por Arte na Escola Parque de Brasília Estudou na Faculdade de Artes de Brasília, cursou Historyof Art pela University of Massachussets EUA, participou do curso de Arte Contemporânea na Itaú Galeria e do curso ver ecompreender Arte no Centro Cultural da Caixa É administrador de empresas, Arquiteto, e professor, especialista em Artes Visuais pela Faculdade SENAC, DF, especialista em peritagem em obras de artes, pelo Centro Técnico Templo da Arte, São Paulo, especialista em Design de Interiores pelo IPOG É artista plástico certificado pela Secretaria de Cultura do DF sob o número 0048 2001. Além de executar mosaicos, painéis artísticos, compõe obras em metal utilizando ácidos, madeiras e tintas Mantém um rico acervo em telas com retratos urbanos de Taguatinga, cidade pela qual cultiva fortes laços afetivos.Suas obras receberam destaque no VII salão de artes de Taguatinga, foram também objeto de reportagem do DF TV daRede Globo em junho de 1998 1999 2003 2007 e do Correio Braziliense em junho 2000 2008 e 2009 2021 e jornal de Brasília em 2010 Recebeu o título de Cidadão Taguatinguense e destaque cultural da cidade, além de destacados prêmios.Fotografia: Vinícius CarvalhoEmpresário no mercado da moda e fotógrafo. Fundador da marca Rebl +55 e especializado em fotografia de moda, viagem e feminino.Fotografia da Coleção de Carnaval 2020 para B.Plus.Fotografia de Coleção de Acessórios para Carol K.Fotografia de Produtos para SUIKA.Formação em fotografia pelo Espaço F/508, João Guilger e Lucas Pinhel.Coordenação Administrativa: Juana Rondon / Roda Gigante Marketing CulturalJuana Rondon é publicitária, produtora cultural, Mestre em Dança pela UFBA, com especialização em Gestão de Políticas Públicas com foco em Produção Cultural pelo MinC/UnB e Especialista em Direção Teatral pela Faculdade Dulcina de Moraes. É responsável pela Roda Gigante Marketing Cultural desde 2011. Empresa especializada em projetos culturais, atua com Gestão, Marketing e Produção. Dentre seus trabalhos de destaque estão: projeto sócio-cultural VAMOS AO CINEMA 2009, 2010 e 2011; peça de teatro A DESPEDIDA no Festival Cena Contemporânea 2011; lançamento da revistinha da Turma da Monica em parceria com a ONG Amigos da Vida e Maurício de Souza; show em holograma RENATO RUSSO SINFÔNICO no Estádio Mané Garrincha; temporada da Cia Mário Nascimento no teatro da CAIXA em Brasília em comemoração aos 15 anos e depois em comemoração aos 20 anos; produção do CD do cantor Alberto Salgado intitulado CABAÇA D’ÁGUA que ganhou Prêmio da Música Brasileira de Melhor Disco Regional em 2017, produção local do espetáculo CACHORRO ENTERRADO VIVO no CCBB Brasília que ganhou prêmio de Melhor Ator pela crítica de SP , etc. Realizou o FESTIVAL DESENHO VIVO em 2021 no CCBB Brasília.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.