| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 20346524000146 | KINROSS BRASIL MINERACAO S/A | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
Realização de atividades culturais com a temática da história e cultura negra, composta por: curso de artes cênicas com produção e circulação de espetáculos e Oficina de criação literária infantil.
O projeto não dispõe de obras prontas, as mesmas serão construídas coletivamente com a participação de educadores e alunos, no decorrer do desenvolvimento do projeto, através das apresentações culturais.
Promover a valorização e preservação da cultura de origem africana e afro-brasileira além de incentivar a desconstrução de estereótipos em torno da mesma, através da realização de atividades socioeducativas e culturais que proporcionem o recontar da história a partir do olhar africano. Objetivos Específicos Produto _ CURSO/OFICINA: Realizar durante 22 meses curso de teatro, 3 vezes por semana totalizando 792 horas durante a execução do projeto. Realizar oficina de criação literária, com carga horária total de 4 horas, durante 22 meses de execução do projeto.
Os povos africanos escravizados e trazidos nos porões dos navios negreiros por colonizadores e contrabandistas de escravo, traziam consigo muito mais do que braços fortes para o trabalho árduo e desumano nas lavouras de cana. Traziam dentro de seu "ori" (cabeças) e corações, um patrimônio cultural imaterial riquíssimo inscrito nos objetos, hábitos, textos orais e escritos, rituais, jogos, folguedos e muitas histórias, que quase foram extintos devido à opressão dos senhores canavieiros. A organização dos quilombos no Brasil foi à forma encontrada pelos negros para enfrentarem essas opressões físicas, culturais e morais impostas pelos senhores, representando hoje uma das formas de resistência, preservação da cultura e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África. Os Quilombos foram ainda a base da formação cultural do povo brasileiro, as várias tradições culturais trazidas para o Brasil relacionadas à África, formam um mosaico no qual demonstra a diversidade cultural e social deste povo e estas passam a marcar a história deste país, seus costumes, sua língua, sua religião, suas comidas, suas danças, enfim, sua cultura em geral faz parte da realidade e da história brasileira. O Brasil é portando, reconhecidamente uma nação multicultural que consolidou em sua formação a curiosa mistura de elementos europeus, indígenas e africanos. Entretanto o que vemos no dia-a-dia é um país ainda preconceituoso que privilegia a cultura europeia em detrimentos das demais, manifesta em uma formação social e cultural historicamente baseada em valores europeus. Estudamos sobre a mitologia greco-romana, sabemos quem foi Atenas, Zeus, Apolo, mas quem sabe o nome de uma divindade africana? Ogum, Omolu, Oxossi? Estudamos os imperadores romanos, ouvimos falar de Nero, Marco Aurélio, mas poucos de nós saberiam dizer o nome de um rei africano como Haile Selassie. No Brasil, a história da população negra foi amplamente documentada por sua condição escrava. Mais do que isso, na literatura sobre escravidão predominou uma visão que insistiu em circunscrever o negro e a negra, primeiro, na esfera econômica como mercadorias e, posteriormente, na esfera da cultura como exóticos, e na esfera política como grupo destituído de capacidade organizativa e propositiva. A longa vivência na escravidão e as questões decorrentes da exclusão social dos negros ainda marcam profundamente o ser negro em nossa sociedade, evidenciando um tipo de representação social calcada na associação do ser negro à condição de escravo. Aguçando ainda mais a dependência da cultura eurocêntrica no Brasil, que ocasiona uma depreciação da cultura afro-brasileira e indígena, e esta por sua vez, resulta num processo sutil e cruel da discriminação na vida de negros e índios, que não se vêm e não se gostam e o seu ideal social é o embranquecimento. Sabemos que a cultura é elaborada socialmente, é um produto coletivo que interiorizamos desde o nascimento e que faz parte de nossa personalidade como membros de um grupo social. É um instrumento importante para respondermos a pergunta: Quem sou eu? Neste contexto, a Fundação Conscienciarte propõe o projeto Negras Raízes, um projeto de cunho sócio cultural que visa contribuir para a valorização e preservação da cultura afro-brasileira, bem como auxiliar na desconstrução de estereótipos e recontar a história a partir do olhar africano. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do artigo1 da lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O projeto prevê a realização de oficinas de arte cênica para adolescentes e jovens de comunidades de baixa renda, assim segue projeto pedagógico e plano de execução de oficina:PROJETO PEDAGÓGICO PROJETO “NEGRAS RAÍZES”JUSTIFICATIVAOs povos africanos escravizados e trazidos nos porões dos navios negreiros por colonizadores e contrabandistas de escravo, traziam consigo muito mais do que braços fortes para o trabalho árduo e desumano nas lavouras de cana. Traziam dentro de seu “ori” (cabeças) e corações, um patrimônio cultural imaterial riquíssimo inscrito nos objetos, hábitos, textos orais e escritos, rituais, jogos, folguedos e muitas histórias, que quase foram extintos devido à opressão dos senhores canavieiros.A organização dos quilombos no Brasil foi à forma encontrada pelos negros para enfrentarem essas opressões físicas, culturais e morais impostas pelos senhores, representando hoje uma das formas de resistência, preservação da cultura e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África. Os Quilombos foram ainda a base da formação cultural do povo brasileiro, as várias tradições culturais trazidas para o Brasil relacionadas à África, formam um mosaico no qual demonstra a diversidade cultural e social deste povo e estas passam a marcar a história deste país, seus costumes, sua língua, sua religião, suas comidas, suas danças, enfim, sua cultura em geral faz parte da realidade e da história brasileira. O Brasil é portando, reconhecidamente uma nação multicultural que consolidou em sua formação a curiosa mistura de elementos europeus, indígenas e africanos. Entretanto o que vemos no dia-a-dia é um país ainda preconceituoso que privilegia a cultura europeia em detrimentos das demais, manifesta em uma formação social e cultural historicamente baseada em valores europeus. Estudamos sobre a mitologia greco-romana, sabemos quem foi Atenas, Zeus, Apolo, mas quem sabe o nome de uma divindade africana? Ogum, Omolu, Oxossi? Estudamos os imperadores romanos, ouvimos falar de Nero, Marco Aurélio, mas poucos de nós saberiam dizer o nome de um rei africano como Haile Selassie.No Brasil, a história da população negra foi amplamente documentada por sua condição escrava. Mais do que isso, na literatura sobre escravidão predominou uma visão que insistiu em circunscrever o negro e a negra, primeiro, na esfera econômica como mercadorias e, posteriormente, na esfera da cultura como exóticos, e na esfera política como grupo destituído de capacidade organizativa e propositiva.A longa vivência na escravidão e as questões decorrentes da exclusão social dos negros ainda marcam profundamente o ser negro em nossa sociedade, evidenciando um tipo de representação social calcada na associação do ser negro à condição de escravo. Aguçando ainda mais a dependência da cultura eurocêntrica no Brasil, que ocasiona uma depreciação da cultura afro-brasileira e indígena, e esta por sua vez, resulta num processo sutil e cruel da discriminação na vida de negros e índios, que não se vêm e não se gostam e o seu ideal social é o embranquecimento.Sabemos que a cultura é elaborada socialmente, é um produto coletivo que interiorizamos desde o nascimento e que faz parte de nossa personalidade como membros de um grupo social. É um instrumento importante para respondermos a pergunta: Quem sou eu? Neste contexto, a Fundação Conscienciarte propõe o projeto Negras Raízes, um projeto de cunho sócio cultural que visa contribuir para a valorização e preservação da cultura afro-brasileira, bem como auxiliar na desconstrução de estereótipos e recontar a história a partir do olhar africano. OBJETIVO GERAL:Promover a valorização e preservação da cultura de origem africana e afro-brasileira além de incentivar a desconstrução de estereótipos em torno da mesma, através da realização de atividades socioeducativas e culturais que proporcionem o recontar da história a partir do olhar africano.CLIENTELA - PÚBLICO ALVOCurso Artes cênicasSerão atendidos 14 adolescentes e jovens com idade entre 12 e 18 anos de ambos os sexos, em situação de vulnerabilidade social e integrante de famílias de baixa renda. APRESENTAÇÃO METODOLÓGICA 1.1 Metodologia Proposta Segundo a concepção de educação de Paulo Freire, educar é construir, é libertar o homem do determinismo, passando a reconhecer o papel da História, é onde a questão da identidade cultural, tanto em sua dimensão individual, como em relação à classe dos educandos é essencial à prática pedagógica proposta. Sem respeitar essa identidade, sem autonomia, sem levar em conta as experiências vividas pelos educandos, o processo será inoperante, somente meras palavras despidas de significação real. A intencionalidade está na capacidade de admirar o mundo, ao mesmo tempo desprendendo-se dele, nele estando, que desmistifica, problematiza e critica a realidade admirada, gerando a percepção daquilo que é inédito e viável. Por acreditar que o mundo é passível de transformação, a consciência crítica liga-se ao mundo da cultura e não da natureza. O educando deve primeiro descobrir-se como um construtor desse mundo da cultura. Essa concepção distingue natureza de cultura, entendendo a cultura como o acrescentamento que o homem faz ao mundo, ou como o resultado do seu trabalho, do seu esforço criador. Essa descoberta é a responsável pelo resgate da sua autoestima, pois, tanto é cultura a obra de um grande escultor, quanto o tijolo feito pelo oleiro.Alinhada às diretrizes Educacionais e Culturais, o projeto, tem por finalidade contribuir para o processo de formação de protagonistas juvenis, através de ações de mobilização social e conscientização popular através da implantação de ações afirmativas, levando-se em consideração a existência de populações “especiais” nos municípios, sendo observadas as diversidades.A metodologia se sustenta na relação teoria-prática, tendo sempre como foco as atividades culturais dos municípios contemplados e região, será totalmente interativa. Busca-se atingir objetivos pré-determinados através de diferentes momentos, alternando exposição de conteúdos, reflexão, discussão e execução de tarefas práticas com vistas à consolidação do aprendizado e à incorporação de conhecimentos, baseando-se nos fundamentos da reorientação coletiva, contemplando acompanhamento humano, cultural, social e econômico do (a) jovem.Como parte do trabalho, será realizada avaliação prévia dos (as) participantes no que diz respeito ao status do conhecimento. Espera-se poder, a partir disso, realizar um detalhamento dos conteúdos e atividades que serão desenvolvidos nas oficinas de forma a atender as expectativas e contribuir efetivamente para a melhoria do processo. 1.2 Princípios PedagógicosA função de qualquer iniciativa na área de capacitação e qualificação deve ser formar indivíduos críticos, capazes de aprender, autônomos (as), com iniciativa e capacidade para imaginar, buscar e implementar soluções para os problemas que se apresentarem no seu dia-a-dia. Da mesma maneira, deve preparar esse indivíduo para viver em um mundo em constantes e rápidas transformações no tocante ao conhecimento e à tecnologia, valorizando o desenvolvimento de habilidades e competências que lhe permitam sobreviver no mundo do trabalho e exercitar, de forma consciente, sua cidadania.Nossa proposta vê o aluno (a) como construtor (a) de seu conhecimento, mediado pelo(a) professor(a) e pelos elementos da nossa cultura. Para tanto, definimos conteúdos que têm significado para o(a) jovem e aplicamos técnicas que valorizam os conhecimentos por ele(a) já construídos, para que se estabeleçam relações significativas entre as situações vivenciadas no seu cotidiano e outros saberes sistematizados historicamente. A partir disso, o (a) jovem constrói novos saberes e é sujeito de sua aprendizagem. Com base nesses princípios, nos propomos a:Ø Trabalhar a partir de problematizações e situações conhecidas pelo (a) educando, a fim de compreender qual o conhecimento que este tem sobre os conteúdos propostos, buscando motivá-lo (a) para a construção de novos saberes;Ø Utilizar técnicas variadas que propiciem momentos coletivos e individuais, trabalhando com a sensibilidade e a criatividade, de forma a tornar o espaço da sala de aula algo prazeroso e produtivo;Ø Compor as turmas com o máximo de 15 alunos (as), o que permitirá uma atenção mais individualizada aos jovens e às jovens;Ø Capacitar periodicamente os educadores promovendo avaliações sistemáticas sobre o trabalho, de maneira a sanar quaisquer dúvidas que porventura surjam quanto aos conteúdos, objetivos propostos e técnicas, adequando o planejamento às diferentes localidades e grupos de jovens, pois qualquer planejamento em contato com a realidade sofre alterações;Ø Avaliar sistematicamente o processo de ensino e aprendizagem, buscando cumprir os objetivos propostos. 1.3 Conteúdo programático e carga horária:Conteúdo Programático: Ø Teatro: Comunicação teatral, construção de personagens, improvisação, expressão corporal e vocal, jogos teatrais, espaço cênico, elaboração do roteiro cênico, construção de espetáculos; universo simbólico dos contos de fada, reflexão e instrumentalização, contando histórias populares e contos autorais, dinâmicas de produção literária, a voz e o corpo: conscientização corporal e vocal, seleção de repertório; construção da narrativa: transposição da narrativa escrita para a narrativa oral; manipulação de objetos; a escolha de uma história: critérios para a seleção de histórias, contação, expressão corporal e vocal, jogos teatrais, teatro de bonecos, espaço cênico, apresentações culturais.Paralelo a capacitação, os jovens atuarão como multiplicadores, realizando intervenções em escolas, praças, teatros e em outros espaços públicos, que possibilitem o atendimento a comunidade. A atividade atenderá 14 adolescentes e jovens. Carga horária total: 792 horaS MATERIAL DIDÁTICO UTILIZADOSerá elaborado e reproduzido material didático específico abrangendo todos os conteúdos propostos. No início de cada oficina o educador receberá um conjunto contendo material necessário para o desenvolvimento das oficinas: como figurino, maquiagem, cenário, papel, cartolinas, canetas, tesouras, cola, cds, entre outros. CAPACITAÇÃO DE EDUCADORES“É preciso (...) que o formando, desde o princípio de sua experiência formadora, assumindo-se com sujeito também da produção do saber, se convença definitivamente de que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção”. (A Pedagogia da Autonomia – Saberes necessários a prática docente)- Paulo FreireCom esta mesma visão a coordenação e toda equipe serão capacitados continuamente conforme critérios previamente definidos, em especial para a função de educador, o que facilitará a legitimação dos trabalhos a serem desenvolvidos no local. É fundamental que os instrutores tenham um desempenho homogêneo nas competências exigidas para ministrar o conteúdo programático do projeto, independente do local de sua realização. Também serão capacitados quanto à metodologia de trabalho e a realidade do público participante, a fim de que estejam preparados para acompanharem suas turmas durante as oficinas.A periodicidade das reuniões será definida com base na avaliação de desempenho, realizada constantemente pela equipe de coordenação.Os instrutores terão um papel importante nesta formação, já que eles serão os mediadores de uma construção de conhecimento e de identidade de cada grupo de jovens que atendidos. Para isso nos propomos à integração de cada instrutor com os adolescentes e jovens atendidos buscando interagir com os mesmos, apreendendo juntamente com eles a conhecer a sua realidade, a respeitar as diferenças, a propor ações de intervenção, ou seja, de transformação social, fazendo com que todos que participarão deste processo, ao final do projeto saiam com uma nova visão de mundo. CURRÍCULO DO RESPONSÁVELNome: Fabiane de Miranda Silva RodriguesFormação Acadêmica:· Graduada em pedagogia – conclusão em 2012 · Faculdade FINON Paracatu MG Experiencia Profissional· Paroquial Senhor Bom Jesus – Paracatu MG· Coordenadora Catequética – 2007/2011· Escola Girassol – Parauapebas PA· Educadora – agosto a dezembro – 2013· Colégio Conexão - Parauapebas PA· Assistente – janeiro a julho – 2014· Educadora – agosto – outubro -2014· Fundação Conscienciarte – Paracatu MG· Assistente de Projeto – 2016· Coordenadora de Projeto – 2016/2017· Coordenadora de Projeto – 2020/2021· Coordenadora de Projeto – 2022/2023· Analista Administrativo - Atual PLANO DE EXECUÇÃOOficina de Criação Literária InfantilTítulo da Oficina: "Inventando Histórias: Pequenos Autores em Ação"Público-alvo: Crianças de 7 a 12 anosDuração:total de 4 horasLocal de realização: Espaço cultural, escola, biblioteca comunitária ou tenda em evento cultural Objetivos:Estimular a criatividade e o gosto pela leitura e escrita;Valorizar a cultura local e as raízes étnicas por meio da produção de narrativas;Incentivar a expressão oral e escrita de forma lúdica e acessível;Promover o protagonismo infantil através da autoria de histórias. Conteúdo programático:Encontro 1 – Inspiração e ImaginaçãoBoas-vindas e dinâmica de apresentaçãoRoda de leitura com contos afro-brasileiros e histórias infantis de tradição oralAtividade "Quem sou eu no mundo das histórias?": as crianças criam personagens baseados em si mesmas ou em figuras da cultura negra (heróis, anciões, animais encantados etc.)Desenho e descrição dos personagens criadosIntrodução à estrutura básica de uma história (início, meio e fim)Encontro 2 – Criação e CompartilhamentoRetomada dos personagens criadosEscrita coletiva ou individual de pequenas histórias com os personagensIlustração dos contosLeitura compartilhada (cada criança lê sua história ou escolhe alguém para ler)Encerramento com entrega de certificados simbólicos de “Pequeno(a) Autor(a)” Metodologia:Aprendizagem lúdica e participativaMediação da leitura com linguagem acessívelUso de recursos visuais (cartazes, livros ilustrados, papel kraft)Integração de escrita, oralidade e desenhoValorização da identidade e cultura das crianças Materiais necessários:Livros infantis com temática afro-brasileiraPapel A4, papel colorido, cartolinaLápis, borracha, canetinhas, lápis de cor e giz de ceraRevistas para recorte (opcional)Cola, tesoura (com ponta arredondada)Caixinha de som para ambientação musicalCrachás ou etiquetas com nomeCertificados simbólicos
PRODUTO – CURSO/OFICINA/ESTÁGIOCURSO ARTES CÊNICAS - As atividades periódicas de capacitação serão realizadas na sede instituição, que têm localização central, dispondo ainda de adaptação básica para o atendimento a portadores de necessidades especiais. OFICINA CRIAÇÃO LITERÁRIA INFANTIL - Atividade itinerante que priorizará por espaços que possuam: Rampas, corrimões e banheiros adaptados.Além disso, os materiais pedagógicos disponibilizados para o desenvolvimento das atividades, compreenderão também materiais adaptados caso necessário. E a metodologia de ensino será diversificada respeitando os diferentes graus de dificuldades.ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões e banheiros adaptados.Itens da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral e material em braile.Itens da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Material de apoio pedagógicoACESSIBILIDADE PARA DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Linguagem de sinaisItens da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE INTELECTUAL: Uso de linguagem simples, clara e objetiva.Itens da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Professor de apoio
Em atenção ao Art 28 da INNº 01/2023, será adotada a seguinte medida: VIII realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. Além disso, todas as atividades do projeto serão inteiramente gratuitas, tendo como prioridade de atendimento pessoas de baixa renda e oriundas de comunidades vulneráveis no município.
O projeto será totalmente desenvolvido pela Fundação Conscienciarte, instituição proponente. Será coordenado por profissional qualificado estando este sob a supervisão do dirigente da instituição, a senhora Nilma Pereira Braga, tendo em vista que o mesmo desempenha função voluntária assim como os demais integrantes do conselho da instituição.CURRICULO PRINCIPAIS PARTICIPANTESNome completo: Karla Mendes MoraisFunção no projeto: Coordenadora Currículo resumido: Graduada em Pedagogia - (UniAtenas); Curso de Alfabetização na Educação Infantil (Prime Cursos); Pós - Graduada Gestão em Educação: Coordenação Pedagógica e Supervisão Educacional ( Faculdade Serra Geral); Pós - Graduada: Educação de Jovens e Adultos- EJA ( Faculdade Serra Geral). Experiência profissional: Fundação Conscienciarte: Função: Supervisora Pedagogica do Projeto Adolescente Aprendiz 2021 e 2022; Função Atual: Coordenadora Administrativa; Colégio Atenas funções: Função: Setor disciplinar do Ensino Médio 2016 a 2017; Função: Setor Administrativo 2017 a 2018; Função: Biblioteca 2018 a 2020.Nome completo: Mikaely Aparecida Gonçalves Dias de AquinoFunção no projeto: Professora de teatroCurrículo resumido: Gestão das Organizações do terceiro setor (cursando)Uni Cesumar; Licenciatura em Teatro (cursando) Uni Cesumar; Cursos: Teatro - Fundação consciênciarte Teatro/técnicas de expressão corporal Grupo In cena; Teatro de Objetos – Sesc; Artes Cênicas e Audiovisual Transposição da Cena - Sesc Experiencia Profissional: Prefeitura municipal de Paracatu E.M.Joaquim A. Botelho Cargo: professora de oficinais; Prefeitura Municipal de Paracatu - AABB Comunidade Cargo: Educadora Social; Instituto do Teatro Brasileiro ITB Pedagoga: produção cultural; Fundação Consciênciarte Cargo: Educadora Social\ Professora de Teatro.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$300.000,00 em 27/03/2026.