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PRONAC 256172Projeto suspensoMecenato

fHist

STRATEGIA CULTURA E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 1,44 mi
Aprovado
R$ 1,44 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Nova Lima
Início
2026-01-01
Término
2026-08-31
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisDiamantina Minas Gerais

Resumo

O projeto fHist propõe a realização de um festival cultural e educativo dedicado à difusão da História e das Humanidades por meio de mesas de debate, conferências, oficinas, apresentações artísticas e produção de conteúdo digital. O evento acontecerá em diferentes cidades do país e será ofertado de forma gratuita e acessível, reunindo historiadores, autores, educadores, artistas e o público em ações voltadas à valorização da memória, da democracia e da diversidade cultural.

Sinopse

A seguir apresentamos uma estimativa de programação das ações e os principais temas a serem norteadores do fHist. Cumpre destacar que as datas sofrem a alteração em virtude da confirmação de patrocinio e viabilidade de execução por este mecanismo de fomento.CIDADE DE DIAMANTINA 22 de outubro (Quarta-feira) 19h30 – Encerramento do XIII Perspectivas do Ensino de História - Abertura do fHist20h00 – Conferência: O futuro é ancestral 21h30 – Sessão de autógrafos e prosa com o autor23 de outubro (Quinta-feira) 10h00 – Aulão: África Brasil: História da diáspora e os 22 anos da Lei 10.63915h00 – Mesa de debates: O passado em disputa17h00 – Sessão de autógrafos e prosa com os autores21h00 – Show com grupo de música regional 24 de outubro (Sexta-feira)10h00 – Minicurso: Escravos abolicionistas nas terras diamantinas15h00 – Mesa de debates: 2013, o ano que não acabou 17h00 – Mesa de debates: Mãe-coragem: a luta da estilista Zuzu Angel 21h00 – Show com grupo nacional (Chico César)25 de outubro (Sábado) 10h00 – Mesa de debates: O racismo nosso de todo dia CIDADE DE BELO HORIZONTE 08 de abril/2026 (Quarta-feira)19h30 – Abertura20h00 – Conferência: O futuro é ancestral 21h30 – Sessão de autógrafos e prosa com o autor09 de abril (Quinta-feira)10h00 – Mesa de debates: O passado em disputa 15h00 – Mesa debates: Narciso em tempos de colonialismo digital, stories e reels 17h00 – Sessão de autógrafos e prosa com os autores21h00 – Show com grupo regional 10 de abril (Sexta-feira)10h00 – Minicurso: A educação como prática da liberdade 15h00 – Mesa de debates: 2013, o ano que não acabou 17h00 – Aulão: A cultura como prática da liberdade 21h00 – Show com grupo nacional 11 de outubro (Sábado)10h00 – Mesa de debates: O racismo nosso de todo dia

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a valorização do conhecimento histórico e da memória social por meio de atividades culturais, educativas e artísticas acessíveis, visando formar públicos, fomentar o pensamento crítico e democratizar o acesso à cultura e às humanidades em diferentes territórios do Brasil.Objetivos EspecíficosPRODUTO: FESTIVALa) Viabilizar espaços para livreiros e sessões de autógrafos com autores convidados;b) Produzir e divulgar 6 vídeos-entrevistas com palestrantes e curadores para difusão online no canal do fHist;c) Desenvolver uma ação especial temática com recorte histórico-cultural diferenciado (ex: Conexões Afro-Atlânticas ou História Urbana e Memória do Cotidiano);d) Garantir a acessibilidade física, comunicacional e digital em todas as atividades do projeto;e) Distribuir gratuitamente conteúdos educativos e de memória produzidos durante o festival.PRODUTO: SEMINÁRIOf) Realizar 12 mesas de debate com autores, historiadores e pesquisadores sobre temas relevantes da história e da atualidade, em 2 cidades distintas;g) Promover 3 conferências magnas com convidados de renome nacional ou internacional;h) Oferecer 6 oficinas/aulões de formação voltadas para educadores, estudantes e público em geral;i) Realizar 12 mesas de debate com autores, historiadores e pesquisadores sobre temas relevantes da história e da atualidade, em 2 cidades distintas;j) Promover 2 conferências magnas com convidados de renome nacional ou internacional;l) Oferecer 6 oficinas/aulões de formação voltadas para educadores, estudantes e público em geral;PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALm) Apresentar 10 espetáculos musicais com artistas regionais e nacionais com repertório conectado à temática do evento;

Justificativa

A nova do fHist - Festival de História reafirma seu caráter singular no cenário cultural brasileiro como evento literário pioneiro voltado à disseminação do conhecimento histórico em diálogo com diversas linguagens artísticas. Com a proposta de transpor os muros da academia, o festival se consolida como um espaço aberto ao grande público, promovendo o encontro entre a produção historiográfica e manifestações musicais, cênicas e literárias que abordam, de forma crítica e sensível, temas históricos centrais para a compreensão do Brasil e do mundo contemporâneo.Nesta edição bienal, o fHist propõe como eixo curatorial a reflexão sobre a História da luta pela liberdade e pela democracia, temática de enorme relevância em tempos marcados por disputas narrativas sobre o passado, pelo avanço de práticas negacionistas e pelo surgimento de novas formas de manipulação da realidade _ as chamadas pós-verdades. Essas disputas não apenas desafiam os campos da História e das Ciências Sociais, como também impactam profundamente o tecido social, reacendendo preconceitos estruturais como o racismo, o sexismo, a homofobia e outras formas de intolerância.Ao lado desses retrocessos simbólicos e políticos, surgem também novos desafios e responsabilidades para historiadores, pesquisadores e autores comprometidos com a produção e a difusão do conhecimento. As tecnologias de comunicação, a expansão das redes sociais digitais, os algoritmos das big techs e os usos da inteligência artificial não apenas redefinem as formas de acesso à informação, mas também moldam as percepções históricas e culturais do presente. Nesse sentido, o fHist propõe incorporar transversalmente esses debates em sua programação, discutindo o papel das mídias digitais e das novas tecnologias na construção - ou na distorção - da memória coletiva e da democracia.Mais do que um festival de história, o fHist constitui-se como uma plataforma de valorização do conhecimento histórico como ferramenta civilizatória e libertária, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e ao saber. Ao promover diálogos interdisciplinares e ações formativas acessíveis a diversos públicos, o projeto responde de forma contundente aos princípios estabelecidos pela Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente aos seguintes incisos do Artigo 1º:I. Facilitar o acesso às fontes da cultura e garantir o exercício dos direitos culturais;VII. Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e nações;VIII. Estimular a produção e a difusão de bens culturais com valor universal, formadores de conhecimento, cultura e memória.Adicionalmente, o projeto atende ao Artigo 3º, nos incisos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;E se enquadra no Artigo 18, §3º, especialmente nos segmentos:b) livros de valor artístico, literário ou humanístico;c) música erudita, instrumental ou regional;O fHist se compromete, portanto, a seguir fortalecendo o papel da História como agente de transformação social e instrumento de resistência democrática, ampliando os horizontes do debate público e incentivando a construção coletiva de um futuro mais plural, justo e informado.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art.42 da IN 23/2025 o projeto estará atento aos dispostos nos termos os arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decretonº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a adotar para o pleno acesso do público PCD as seguintesmedidas:APLICÁVEL A TODOS OS PRODUTOSO projeto mapeará e selecionará espaços que sejam dotados de toda infraestrutura necessária para o pleno atendimento do público PCD, podendo este projeto adotar de forma complementar:Acessibilidade arquitetônica:- Instalação provisória de rampas de acesso- Implementação provisória de desníveis em calçadas;- Instalação provisória de corrimãos em áreas que se façam necessárias dentro dos espaços ;- Disponibilização de banheiros químicos adaptados ao público PCDs;- Reserva de espaços à cadeirantes e reserva de cadeira especiais à idosos, lactantes, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida em todas as áreas doFestival/Evento;- Reserva de vagas (estacionamento) destinadas ao PCD.Acessibilidade comunicacional:- Sinalização luminosa e/ou tátil em conformidade com o espaço a ser utilizado;- Acompanhamento por profissional/assistente capacitado;- Disponibilização dos programas impressos em Braile e em formato digital e-reader para acesso à leitores de tela (QRCode);- Disponibilização de Profissional treinado em LIBRAS para atendimento e recepção do deficiente auditivo no evento.

Democratização do acesso

Todas as ações elencadas pelo projeto, serão ofertadas gratuitamente a todos os públcos e de todas as camadas sociais, sem distinção de raça, etnia, credo,genêro ou condição social. As ações serão realizadas em espaços reconhecidos pelo público local , sendo locais com fácil acesso, que possuem infraestrutura pública plena e acessível ao PCDs, atendidas por linhas do sistema modal de transporte público(veículos com opção de adptados ao PCD) o que contribui para o acesso irrestrito as ações do projeto.Produto Festival/Mostra, Apresentações Musicais, Seminário/Simposio/CongressoEm atenção ao Art. 46 da IN 23/2025, o projeto cultural declara que não haverá comercialização de ingressos, tendo todas as ações ofertadas gratuitamente à população.Em cumprimento ao Art. 47 da IN 23/2025, o projeto cultural adotará: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Os convidados conferencistas, palestrantes, escritores e artistas convidados, bem como os demais profissionais do projeto serão definidos pela curadoria e pela coordenação na etapa de préprodução do projeto. Equipe principal do projeto:Américo César Antunes | Stratégia (Coordenação Geral e Gestão físico-financeira) Jornalista Profissional formado pela PUC-MG, Belo Horizonte, 1975/1979. Coordenador geral da Expedição Halfeld, promovida pelo jornal Hoje em Dia, 2011; Coordenador geral do fHist desde sua criação em 2011; Consultor da Conferência Estadual de Comunicação de Minas Gerais, 2009; Coordenador geral do II Prêmio Comunicador do Futuro, 2009; Concepção e coordenação geral do I Prêmio Comunicador do Futuro, 2008; Concepção, coordenação e elaboração da Lista Indicativa dos caminhos do ouro e dos diamantes da Estrada Real para o seu reconhecimento como itinerário cultural, realizado para o Instituto Estrada Real e SEBRAE-MG, 2007/2008; Coordenação do Seminário Rotas Culturais e Caminhos Históricos, promovido pelo IPHAN, Diamantina, 2007; Concepção e coordenação geral da expedição de pesquisa histórica, cultural e natural Caminhos Antigos das Minas à Bahia, realizada pelo Instituto Terrazul com patrocínio do Programa Monumenta, 2006; Concepção e coordenação geral da Expedição Jequitinhonha, de pesquisas históricas, culturais e naturais no Vale do Jequitinhonha, 2003; Coordenação do Fórum Nacional das Águas, Poços de Caldas, 2003; Coordenação do Simpósio Nacional de Jornalismo Ambiental - Imprensa Verde II, Belo Horizonte, 2002; Integrante do Grupo de Trabalho Caminhos do Sertão, instituído pelos Ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, 2002; Concepção e coordenação geral da Expedição Engenheiro Halfeld, 2001/2002, de pesquisas históricas, culturais e naturais no Vale do São Francisco; Coordenação geral da Campanha Diamantina Patrimônio Cultural da Humanidade, Diamantina, 1997/1999; Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ, Brasília, 1992/1995, 1995/1998; Coordenador do Congresso Internacional de Jornalistas, Recife, 1998; Coordenador do Encontro Internacional de Imprensa, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Green Press, Belo Horizonte, 1992; Presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1990/1992; Diretor da Stratégia Jornalismo, 2011; Coordenador-geral de Difusão e Projetos do IPHAN, 2010/2011; Diretor da Stratégia Jornalismo, 2007/2010; Diretor da ASA Comunicação, 2003; Colunista do Caderno Brasília, do jornal Hoje em Dia, coluna Século JK, 2001/2002; Diretor executivo da Rede Marketing e Comunicação, 1999/2003; Repórter de O Globo, 1986/1988, 1989/1998; Editor do Diário de Minas, 1988; Repórter e editor do Diário do Comércio, 1983/1986; Repórter do Jornal de Casa, 1982. Outras atividades: Concepção, coordenação e edição do livro "Os Governadores - História de Minas", veiculado em 17 fascículos quinzenais no jornal Hoje em Dia, 2008/2009; Autor do livro "Do Diamante ao Aço, a trajetória do Intendente Câmara", 1999, Editora UNA; Autor do trabalho "Um Olhar sobre o Jequitinhonha", 1998, edição independente; Autor do trabalho "Liberdade de Imprensa, Meios de Comunicação e Jornalistas nas Américas", 1997, Edição FENAJ.Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva (curadoria)Graduada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com especialização em Gestão de sistemas Educacionais/PUC-MG. Foi professora de História em escolas privadas e públicas de 1976 a 2001, diretora do Centro de formação de Professores da Prefeitura da Cidade de Belo Horizonte e Secretária municipal de Educação (2002 a 2007). Presidente Nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação 2005 a 2007, Pilar foi Secretária Nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (2007 a 2012) e diretora da Fundação SM/Brasil. Consultora em Educação, atuou na curadoria das edições do Festival de História em 2013 e 2015 e na edição especial do Bicentenário da Independência.Maira Luiza da Fonseca e Corrêa (Produção Executiva)Publicitária graduada pela Unibh. Pós graduação CBA Marketing do IBMEC. Sócia da Pólobh desde 2003 possui vasta experiência na área cultural e produção executiva, na direção e coordenação de projetos como: Em 2004: "Exposição Umberto Nigi" (Palácio das Artes - PA) | "Série de Concertos TIM 2004" (PA) | " Mummenschanz" (PA) | "Fair Play" grupo Kataklo (PA e Teatro Municipal RJ) | "Orquestra Giovanille Italiana" (PA) | "Balé Folclórico de Sichuan e Cia de Dança Moderna de Pequim" (PA) | "Enzo Favata e Quinteto Atlântico" (PA). Em 2005: "Fulvio Albano Quartet" (PA) | "Momix" (PA) | "Elisa Monte" (PA) | "Concertos de Natal" (Pátio Savassi). Em 2006: Exposição "Arte Italiana do Masp" (Casa FIAT de Cultura) | "Mummenschanz" (PA) | "David Parsons Dance Company" (PA). Em 2007: "Ballet de Zurich" (PA) | "Momix" (PA) | Complexions" (PA). Em 2008: "Russian State Ballet" (PA) | "Circo Nacional da China" (Chevrolet Hall) | "Moscow City Ballet e Orquestra Sinfônica de MG" (PA). Em 2009: "Skank - Lançamento CD Estandarte" (Chevrolet Hall). Em 2010: Kataklô (PA) | Eva Yerbabuena (PA) | Orquestra de Câmara de Budapeste (PA) | New Orleans Jazz Orchestra (PA) | Companhia Brasileira de Ballet (PA) | Ballet Nacional da China (PA). Em 2011: Kataklô (PA) | Pilobolus (PA) | Ballet Kirov e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (PA) | Parsons Dance e Evoc (PA) | Companhia Antônio Gades (SESC Palladium) | fHist Festival de História (Diamantina, MG). Em 2012: Festival de Cinema Imagem dos Povos (Cine Humberto Mauro, Palácio das Artes e Conservatório de Música da UFMG). Em 2013: fHist Festival de História (Diamantina, MG).

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.