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PRONAC 256203Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ecos do Sertão

PAULO RICARDO LIMA FREITAS
Solicitado
R$ 499,7 mil
Aprovado
R$ 499,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
São Domingos
Início
2026-01-05
Término
2026-07-30
Locais de realização (1)
São Domingos Bahia

Resumo

O projeto Ecos do Sertão realiza um festival cultural e ambiental no distrito de Santo Antônio, em São Domingos (BA), reunindo artistas populares, agricultores e a comunidade em torno da valorização da cultura sertaneja e da preservação da caatinga. A proposta inclui a criação do Viveiro Comunitário da Cascaeira, o plantio de 2000 mudas nativas, a realização da FECAST (feira de artesanato e cultura), shows musicais, a tradicional Missa do Vaqueiro e rodas de conversa no CEEP Semiárido e no Centro Cultural Dona Nêga. O projeto promove educação ambiental, sustentabilidade e fortalecimento da identidade local.

Sinopse

O distrito de Santo Antônio, localizado no município de São Domingos/BA, integra o Território do Sisal, uma das regiões mais impactadas pela seca e pelo processo de degradação da caatinga. Apesar das dificuldades socioambientais, a comunidade mantém viva uma rica tradição cultural sertaneja, com destaque para a música, a religiosidade popular e o artesanato. O Festival Ecos do Sertão nasce como resposta a duas demandas urgentes: a necessidade de criar espaços de valorização da cultura local e o desafio de fortalecer ações de educação ambiental e sustentabilidade. Inspirado por movimentos comunitários, culturais e ambientais já existentes na região, o projeto articula arte, cultura, meio ambiente e inclusão social.O evento também busca ampliar a visibilidade dos artistas locais e regionais, gerar empregos temporários e fortalecer a economia criativa no território.

Objetivos

2. Objetivo GeralPromover a valorização da caatinga por meio de ações integradas de cultura, educação ambiental e mobilização comunitária, fortalecendo a identidade local e incentivando práticas sustentáveis no território do sisal na Bahia. 3. Objetivos Específicos1. Realizar um festival cultural gratuito de dois dias com música, feira de artesanato e Missa do Vaqueiro para público de 5.000 pessoas.2. Implantar o Viveiro Comunitário da Cascaeira, com capacidade inicial de produção de 2.000 mudas de espécies nativas da caatinga.3. Executar o plantio de 2.000 mudas em áreas de uso comunitário e preservação ambiental, com envolvimento de escolas e organizações locais.4. Realizar a FECAST _ Feira de Exposição Cultural e Artesanato, com no mínimo 20 expositores locais e regionais.5. Promover 4 rodas de conversa sobre cultura sertaneja e sustentabilidade, no CEEP Semiárido e no Centro Cultural Dona Nêga.6. Oferecer 2 oficinas infantis sobre cultura popular e educação ambiental.7. Produzir um mural artístico, em homenagem à família guardiã da Cascaeira, com execução de Jhonatan Carneiro.

Justificativa

O Festival EcoSertão é um projeto cultural e ambiental que nasce a partir da escuta e da vivência com comunidades rurais de São Domingos (BA), especialmente o distrito de Santo Antônio e o Quilombo Vila África. A proposta busca valorizar a caatinga como patrimônio natural e cultural, promovendo ações integradas de arte, educação ambiental e mobilização social.O projeto atende às finalidades públicas da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991), com foco nas seguintes frentes:Acesso à cultura (Art. 1º, § 1º da Lei Rouanet) _ Garantindo programação gratuita para a população, com shows, feiras, oficinas e rodas de conversa abertas ao público.Valorização da cultura popular e da identidade local (Art. 1º, inciso II da Lei Rouanet) _ Reconhecendo e promovendo os saberes, práticas e expressões culturais sertanejas, como o artesanato, o aboio, o reisado e a Missa do Vaqueiro.Formação e capacitação cultural (Art. 1º, inciso V da Lei Rouanet) _ Realizando atividades formativas como oficinas infantis, palestras e rodas de conversa, com participação de estudantes, agricultores e mestres populares.Preservação ambiental com interface cultural (Art. 1º, inciso III da Lei Rouanet) _ Implantação do Viveiro Comunitário da Cascaeira e realização da campanha Ecoa Caatinga, com o plantio de 2.000 mudas nativas, envolvendo a comunidade de forma educativa e participativa.Fortalecimento da economia criativa local (Art. 1º, inciso IV da Lei Rouanet) _ Por meio da FECAST _ Feira de Exposição Cultural e Artesanato, promovendo geração de renda para artesãos, artistas e produtores locais.Além disso, o projeto cumpre os princípios da democratização de acesso (Art. 1º, § 1º) e da descentralização territorial (Art. 1º, § 2º), por ocorrer em um município de pequeno porte, com baixo IDH e historicamente fora do eixo das grandes produções culturais.

Especificação técnica

Festival Cultural Ecos do SertãoFormato: Evento presencial gratuito com programação cultural diversificada (shows, vivências, missa, feira de artesanato e exposições)Duração: 2 dias (30 e 31 de maio de 2026)Local: Distrito de Santo Antônio, São Domingos/BAMaterial: Infraestrutura de palco, som, iluminação, estandes para expositores, espaços para vivências e oficinas, material gráfico (cartazes, flyers, programa impresso e digital)Projeto Pedagógico: Coordenado por Milena Soares Cardoso, com foco na valorização da cultura sertaneja e na educação ambiental. O projeto respeitará e promoverá a oralidade dos vaqueiros, estimulando o diálogo intergeracional e o fortalecimento dos saberes tradicionais da comunidade rural.

Acessibilidade

1. Acessibilidade FísicaPalco com rampa de acesso para artistas com mobilidade reduzidaCamarim climatizado acessívelBanheiro químico acessível disponível durante o festivalEspaço reservado e sinalizado na plateia para cadeirantes e acompanhantesToldos com piso plano e circulação acessível, organizados para facilitar o deslocamentoMapeamento e organização dos espaços em parceria com pessoas da comunidade com deficiência, garantindo a escuta ativa sobre acessos e limitações. 2. Acessibilidade ComunicacionalMateriais gráficos com contraste de cor e fonte legível (mínimo 14 pt) nos impressos (cartazes e panfletos)Linguagem clara e objetiva em todos os textos de divulgaçãoUtilização de ícones visuais nos panfletos para facilitar a leitura por pessoas com baixa escolaridade ou neurodivergênciaVídeos com legendas para redes sociais e materiais institucionaisPossibilidade de disponibilização de áudio-descrição em ao menos um vídeo institucional pós-evento. 3. Acessibilidade Programática e CognitivaOficinas e rodas de conversa adaptadas ao ritmo e linguagem dos públicos diversosOficinas infantis com mediação lúdica e inclusivaGarantia de espaços acolhedores para pessoas neurodivergentes, com ambiente visual mais calmo (área de sombra e acolhimento)Incentivo à participação de pessoas com deficiência na programação (como convidados, oficineiros ou mediadores). 4. Acessibilidade Atitudinal e ComunitáriaCapacitação prévia da equipe de produção e recepção para acolhimento de públicos diversos, com foco em respeito, escuta e empatiaInclusão de lideranças e moradores com deficiência nos processos de consulta e avaliaçãoDivulgação em rádios e carro de som, facilitando o acesso da população com baixa escolaridade e conectividadeValorização de saberes locais sobre cuidado e inclusão, reconhecendo que a acessibilidade também se constrói na relação comunitária.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto terão acesso gratuito.Além disso, ofereceremos atividades formativas em escola pública.CEEP SEMIÁRIDO (abril de 2026)Mesa de Conversa: Cultura Sertaneja e Sustentabilidade – Diálogos para o FuturoMediação: Milena CardosoParticipações: Paulo Freitas e convidadosRoda de conversa com estudantes sobre a valorização da cultura sertaneja e práticas sustentáveis, discutindo o papel da juventude rural no fortalecimento de territórios resilientes.CAPACIDADE: 200 pessoasPalestra: A Vida de um Vaqueiro – Memórias, fé e resistência no sertãoConvidado: Zé Miolo, ex-vaqueiro de Santo Antônio. Compartilhamento de experiências, histórias e saberes ligados ao vaqueiro nordestino, suas relações com a terra, o gado e os rituais da vida sertaneja, além de falar do bumba meu boi, seu legado precioso. CAPACIDADE: 200 pessoasRoda de Conversa: O aboio que ecoa Convidados: Aboiadores do território do SisalDiálogo sobre a importância da oralidade, da música e da memória nas tradições sertanejas, com apresentações ao vivo de aboios e toadasCAPACIDADE: 200 pessoasRoda de Conversa: O artesanato e o respeito à naturezaConvidados: Agenilda Lopes, Ivan MonteiroA conversa propõe refletir sobre como o artesanato pode ser uma forma de cuidado com o meio ambiente e de valorização da cultura sertaneja, com relatos de experiências, técnicas de trabalho com madeira e práticas de manejo sustentável.CAPACIDADE: 200 pessoas

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA – FESTIVAL ECOS DO SERTÃO 2026Direção Artística e Produção Executiva – Paulo FreitasProdução – Reinaldo CorreiaCoordenação Pedagógica – Milena SoaresAssistente de Produção – André LourençoArtistas Locais – Marli Cardoso, Jonathan Carneiro, Agenilza Lopes, Zé MioloAtuação do Proponente no ProjetoO proponente Paulo Freitas, enquanto dirigente do projeto e representante da instituição responsável, atuará diretamente na coordenação geral do Festival Ecos do Sertão 2026, assumindo as funções de direção artística e produção executiva. Suas atividades incluem:-Planejamento global do projeto, acompanhamento técnico e orçamentário-Definição da linha curatorial e da programação artística e formativa do festival-Coordenação das equipes envolvidas (produção, comunicação, montagem, curadoria e mediação)-Articulação com parceiros locais, escolas, artistas, lideranças comunitárias e órgãos públicos-Supervisão da implantação do Viveiro Comunitário da Cascaeira e das ações da campanha "Ecoa Caatinga"-Elaboração de relatórios, prestação de contas e representações institucionais durante todo o processoPaulo Freitas - Direção Artística e Produção ExecutivaProdutor cultural com foco em cultura popular, sustentabilidade e memória no território do Sisal. Pós-graduando em Política e Gestão Cultural pela UFRB, graduado em Produção Cultural pela FMU. Fundador do Centro Cultural Dona Nêga, onde desenvolve projetos de valorização da identidade sertaneja e atua em produção executiva de festivais, música e audiovisual.Reinaldo Correia - ProduçãoProdutor cultural e artista com formação em Dança pela UFBA (2023) e Design do Espetáculo pela UFRB (2025). Atua desde 2020 no Centro Cultural Dona Nêga, promovendo a valorização das culturas populares no território do Sisal. Sua experiência inclui produção artística, formação comunitária e preservação de saberes tradicionais no sertão baiano e periferias urbanas.Milena Soares Cardoso - Coordenação Pedagógica Pesquisadora e educadora, mestranda em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental pela UNEB. Com formação em Ciências Biológicas e História, atua em educação ambiental, conservação da biodiversidade e gestão de resíduos. É bióloga responsável por estudos de impacto ambiental e consultoria, além de conselheira ambiental dedicada à mobilização socioambiental no semiárido baiano.André Lourenço - Assistente de ProduçãoCom formação em Letras pela UNEB, residente do distrito de Santo Antônio, atuante em projetos culturais de juventude em São Domingos. Foi diretor de Cultura por 4 anos e é o atual presidente do conselho de cultura do município. Apoia a logística, o credenciamento e a organização do festival.Artistas LocaisMarli CardosoLíder do Grupo Reis de Moça, referência nas apresentações tradicionais de reisado durante o ciclo natalino em Santo Antônio e região. Promove a preservação das tradições religiosas e culturais locais, ampliando a visibilidade do grupo em eventos e plataformas digitais.Jonathan CarneiroArtista visual que estreou profissionalmente na Mostra Sertão em Detalhes, destacando-se pela representação sensível das paisagens e culturas do sertão baiano. Dedica-se à criação de obras que valorizam a identidade local por meio da arte contemporânea.Agenilza LopesArtesã reconhecida pelo trabalho com madeiras caídas, preserva saberes tradicionais do campo por meio do artesanato sustentável. Idealizadora da FECAST e apresenta exposições que celebram o cotidiano rural.Zé MioloMestre do Bumba Meu Boi desde os 15 anos, mantém a tradição cultural em Santo Antônio, organizando apresentações e atividades educativas nas escolas locais. Participa de eventos culturais regionais e ampliou a divulgação da manifestação por meio de documentário em parceria com o Centro Cultural Dona Nêga.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.