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Este projeto tem o objetivo de realizar a 8ª Edição do Festival Parauapebas em Dança. O festival é composto por um conjunto de atividade atísticas e arte educativas que tem por fundamento a linguagem artística da dança. Ao longo dos anos o projeto tem se consolidado como um dos eventos de dança mais importantes do Estado do Pará, tendo em vista tem sido um ambiente e um espaço de oportunidades para a apresentaçao de grupos locais, regionais e nacionai. Todas as programações do projeto são dispnibilizadas de maneira gratuita.
O Parauapebas em Dança é um festival que acontece a alguns anos na cidade de Parauapebas no estado do Pará e este projeto tem a intenção de viabilizar a realização de sua oitava edição. O festival é composto por uma série de atividade que vão desde apresentações artísticas, oficinas artes educativas, palestras e muito mais. Todas as atividades do projeto serão disponibilizadas de maneira gratuita para a comunidade em geral.
OBJETIVO GERAL:- Realizar a 8ª Edição do Festival Parauapebas em DançaOBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Apresentar 15 (quinze) espetáculo de dança;- Realizar 05 (cinco) oficinas arte educativas;- Realizar 03 (três) palestras sobre relações entre artes, cultura, produção e saúde de artistas.
O Projeto Festival Parauapebas em Dança vem ao longo dos anos promovendo uma série de atividades artísticas e arte educativa que tem como base a linguagem artística da dança. Pelas diversas edições do projeto já passaram e participaram dezenas de artistas, produtores onde cada um e cada uma deixou um pouquinho da sua arte para um público que a cada ano vem crescendo e se consolidadno em torno das programações e atividades do projeto. Contudo, ao longo de todo esse tempo produtores e artistas têm encontrado muitas dificuldades em promover e manter o projeto de maneira viva e pulsante. Evidentemente que um das principais barreiras que tem de se ultrapassar a cada edição do festival é a busca por recursos financeiros, doações, apoios e patrocínios. Essas dificuldades não é uma exclusividade apenas deste projeto e desta proposta, mas de certa forma um reflexo de todo um contexto em que projetos culturais que não tem perfil ou objetivos que se adequam aos da cultura de massa e consequentemente aos de empresas dos ramos de entretenimento que tem como principais ativos produtos culturais dessa cultura de massa. Sediado em uma região remota do país onde o aceso a bens culturais ainda é bastante problemático, um outro reflexo bastante sentido pelo projeto é também o de uma distribuição desigual e desproporcional de recursos provenientes de leis e mecanismos de incentivo à cultura, esse fato é tão real que nos últimos anos o próprio Ministério da Cultura tem realizado editais especificos para regiões do país onde artistas e produtores ainda tem bastante dificuldades de acessar a estes recursos. Mesmo com todas estas dificuldades nos é motivo de muita satisfação e até mesmo orgulho ter conseguido em uma localidade muito distante dos grandes centros de produção e acesso a bens culturais um projeto desta magnitude. Estando assim motivados e sem se deixar abater pelas dificuldades colocadas, pretendemos inaugurar um novo momento em nossa trajetória, sobretudo com a busca de apoio e patrocinios por meio da Lei 8.313/1991 a qual fora justamente promulgada para finalidades de incentivo e apoio de projetos artísticos tal como o aqui apresentado.Para além de agregar e realizar um conjunto de atividades sejam elas artísticas ou arte educativas o projeto se coloca como uma oportunidade de produção, fruição e difusão de bens culturais que perpassam pela produção artística, em especial da dança. Evidentemente que isso é algo inerente a nossa cidadania consagrada na Constituição Federal de 1988 onde garante a todos brasileiros e brasileiras o direito pleno dos exercícios dos direitos culturais. Porém, a partir de informações que frequentemente acessamos sabemos de que a realização de um projeto desta natureza não encontra apoio e viabilidade plena através de governos e também de entes privados que protagonizam os mercados de produção e difusão de bens culturais, tais como os da cultura de massa. E diante disso se faz necessário para a concretude da proposta artística e arte educativa que aqui se apresenta a mobilização de aportes financeiros de mecanismos de incentivo à cultura tal como os inerentes à Lei 8.313 de 1991. Haja vista que, são importantes mecanismos ao qual acreditamos ser possível viabilizar este projeto que agrega a si tanto dimensões artísticas como também de sustentabilidade. Evidentemente que respeitando a todos os parâmetros e requisitos legais em especial os inerentes as legislações de incentivo à cultura como a Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 e o Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023. Nesse sentido o projeto fora elaborado atentando minuciosamente para o enquadramento em finalidades da legislação mencionada como por exemplo as que constam nos Incisos I, II, III, IV, VII e IX do Artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 conforme a seguir in verbis: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Certamente essas finalidades serão cumpridas mediante o atendimento também de objetivos contidos na alínea "C", do Inciso II do Artigo 3º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 que nas suas devidas proporções a presente proposta se enquadra, à medida em que pretende fazer: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Diante destes elementos históricos, institucionais, artísticos e legais colocados não nos resta dúvida que a proposta é viável e interessante do ponto de vista local em diversos aspectos como: o artístico, o social e o econômico. Na sua realização serão estabelecidas muitas boas conexões, sejam elas locais, globais, reais ou virtuais. Além de que surgirão excelentes oportunidades de trabalho, conhecimento, entretenimento, pois acima de tudo pretende ser um projeto de promoção e oportunidade de acesso a bens culturais que boa parte do público alvo certamente não tem. Contudo, para a realização deste projeto os incentivos cultural e fiscal são fundamentais e é nesse diapasão que confiamos e esperamos a sua aprovação e realização.
Em razão dos deslocamentos das equipes técnicas, de produção e artistas algumas pessoas poderão fazer o uso de passagens aéreas e também terrestres, das quais ainda não se tem os nomes definidos para o recebimento de tais passagens. Também serão necessárias locações de ônibus para transporte dos grupos que participarão do festival.
O projeto consiste na realização da 8ª Edição do Festival Parauapebas em Dança, que é composto por um. conjunto de atividades artísticas e arte educativas fundamentadas na linguagem artística da dança. Dentre este conjunto de atividades estão a apresentação de artistas ou grupos de dança, a realização de oficinas arte educativas e a realização de palestras. Estão previstas 15 (quinze) apresentações de dança com duração entre 30-40 minutos, 05 (cinco) oficinas arte educativas que vão perpassar por diversos temas e temáticas que vão desde fundamentos, história, técnicas e estilos da linguagem artística da dança com carga horária de pelo menos 8 (oito) horas, 03 (três) palestras que abordarão temas relacionados a produção e gestão cultural e também de relatos de experiências de produtores, artistas e colaboradores ao longo dos anos de existência do Festival Parauapebas em Dança. As classificações etárias das atividades ainda serão definidas pela curadoria do festival, mas a prioridade é fazer programações que não tenham restrição de faixa etária de idade para os expectadores e participantes. Todas as atividades do projeto serão disponibilizadas para a comunidade de maneira gratuita.
1. Espetáculos de Dança - Produto Principal1.1 Acessibilidade Física: de modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do projeto serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.1.2 Acessibilidade de Conteúdo: Os espetáculos contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os espetáculos de dança.1.3 Todas as despesas e itens necessários para o cumprimento das medidas de acessibilidade serão atendidas pelo recurso vinculado de medidas de acessibilidade de acordo com a necessidade de cada atividade do projeto.2. Palestras2.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.2.2 Acessibilidade de Conteúdo: As palestras contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante a realização das palestras.2.3 Todas as despesas e itens necessários para o cumprimento das medidas de acessibilidade serão atendidas pelo recurso vinculado de medidas de acessibilidade de acordo com a necessidade de cada atividade do projeto.3. Oficinas3.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do projeto serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio.3.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante a realização das oficinas.3.3 Todas as despesas e itens necessários para o cumprimento das medidas de acessibilidade serão atendidas pelo recurso vinculado de medidas de acessibilidade de acordo com a necessidade de cada atividade do projeto.
Conforme visto nos objetivos específicos, no plano de distribuição e na sinopse do projeto todas as atividades serão disponibilizadas à comunidade de maneira gratuita, além de garantir medidas de acessibilidade, segurança, conforto e sustentabilidade para todos. Entretanto, para além disso a fim de ampliar o acesso por meio das medidas de sua democratização conforme exige a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 - INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, em especial nos incisos IV e V do Artigo 47 que estabelece a: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; No que concerne a contrapartidas sociais todas as atividades do projeto serão disponibilizadas de maneira gratuita.
Carlos Henrique Costa Monteiro - Produtor Executivo e ProponenteHomem, preto, homossexual, atua na Gestão e execução de projetos, coordenação de evento, relacionamento com patrocinadores, definição e contratação de equipes. Produtor Cultural, educador físico, bailarino e coreógrafo profissional sob DRT 0002040/AL, há mais de 15 anos desenvolve a dança dentro e fora do estado. Estudou balé clássico e dança contemporânea com renomados professores como Vera Torres, Toshi Kobayashi, Gisele Santoro, Ana Botoso, Jéssica Fadul, Mariana Moraes, Márcio Cunha, Flávia Tapias entre outros. Premiado em vários festivais de dança entre eles FIDA - Festival Internacional de Dança da Amazônia (PA), FENDAFOR - Festival Nacional de Dança de Fortaleza(CE), Dança Pará Festival, Tucuruí em Dança, FESDANTUC - Festival de Dança de Tucuruí, Festival Eva Chaves. Produziu e coreografou vários espetáculos tais como: Amazônia lendas cantos e encantos (2006), Vidas secas (2007), Contratempo (2008), 1° Mostra de Dança Contemporânea de Tucuruí (2009), Espetáculo "10" (2010), Almas que sangram (2022), Tamba-Tajá (2022), Divertissiment (2023), além de trabalhos em grupos Juninos, Comissões de frente entre outros. Atualmente é professor e Coordenador da IACCAHM (Instituto de arte cultura Carlos Henrique Monteiro, Conselheiro de Cultura do Seguimento Dança de Parauapebas e Idealizador / Diretor Geral do Parauapebas em Dança e da Noite Clássica. Joicilene Fernandes Machado- Direção GeralMulher negra, natural de Itaituba no Pará, formada em licenciatura plena em pedagogia, formação intensiva de metodologia de ensino para professores de ballet clássico (nível preliminar, 1 à 6), bailarina, coreógrafa e professora de dança. Há mais de 8 anos participa das manifestações artísticas culturais levando o ballet clássico, sapateado, jazz e contemporâneo. Desde julho de 2021 em Parauapebas participando do festival IACCAHM Parauapebas em dança e noite clássica. Premiada nos festivais como bailarina e coreógrafa: Festival Internacional de Dança da Amazônia - FIDA, Festival Nacional de Dança de Fortaleza – FENDAFOR, Festival de Dança Rainha da Amazônia – FESDRA, Conselho Brasileiro da Dança – Rio de Janeiro – CBDD RIO.Ana Paula da Silva Amorim - Direção ArtísticaMulher branca. Experiência Teatral e Direção (ATP e Teatro Mania). Desde 2023, faço parte da produtora C H Costa Monteiro Produções e Eventos em uma função multifacetada, assumindo responsabilidades de Direção Artística, Produção Executiva e Performance Cênica. Minha atuação focou na gestão e execução de eventos de grande escala, incluindo: Parauapebas em Dança Festival: Participei da produção deste festival anual, consolidado há oito anos no município. Noite Clássica: Contribuí para a produção e organização de três edições deste evento na cidade. Além da gestão, participei ativamente como dançarina em diversas produções: “Carnaval da Nossa Gente”: Apresentação realizada na Praça de Eventos. Performance “O Boto e a Ribeirinha”: Participação nos seguintes festivais: Festival Junino de Jacundá (PA). Festival Jeca-Tatu em Parauapebas.Samira Velask Sousa - Assistente de ProduçãoMulher Preta transgênero moro nessa cidade desde 2012, desde então faço parte da cultura do município de Parauapebas. Em vários segmentos culturais como: Carnaval, quadrilha junina, eventos culturais da semana da mulher, eventos LGBTQIA+, vindo assim a enriquecer a cultura do município sou uma mulher trans no meio dos renomados artistas plástico e artesões dessa cidade, conquistei meu espaço com muita luta e garra passando por cima de altas barreiras. No carnaval trabalho como carnavalesco da escola de samba Unidos do Liberdade, customizando fantasias e carros alegóricos, arranjos, chapéus e esplendores, enriquecendo assim o carnaval de nossa cidade, customizo fantasias para a musa da cidade blocos. Na quadra junina, trabalho em vários setores, produzo fantasias, trajes, arranjos, chapéus, adereços e trabalho na arte plástica de cenário, exerço diversas personalidades sendo elas mis, artesão, figurante, artista, brincante entre outra. Assim desempenho um papel de enriquecer e fazer abrilhantar as festas juninas que são tradições do município e do nosso povo. Trabalho a sete anos na produção do Parauapebas em Dança Festival e da Noite Clássica na produtora CH Costa Monteiro. Maria Andreina Pereira Pinto - Assistente de ProduçãoMulher preta lésbica, natural do Maranhão, meu primeiro contato com o mundo junino foi aos seis anos, mais so ingressei mesmo aos dez anos, são quatorze anos de história dentro do São João na modalidade Caipira e meu primeiro ano na modalidade Salão. Fui presidente e vice presidente de agremiação junina, doze anos como destaque sendo sete como noiva. Faço parte da produção do Parauapebas em Dança Festival e da produtora CH Costa Monteiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.