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PRONAC 256265Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Vozes do Opará: As Louceiras Kariri-Xocó

CENTRO DE CULTURA SABUKA KARIRI XOCO
Solicitado
R$ 992,6 mil
Aprovado
R$ 992,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
AL
Município
Porto Real do Colégio
Início
2026-01-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Porto Real do Colégio Alagoas

Resumo

"Vozes do Opará: As Louceiras Kariri-Xocó" é um projeto de valorização cultural que fortalece e difunde a prática ancestral da cerâmica indígena do povo Kariri-Xocó, em Alagoas. Com oficinas, formações, intercâmbios, produção audiovisual e geração de renda para jovens e mestras louceiras, o projeto busca preservar a cultura tradicional do barro sagrado e dos cantos de trabalho, impulsionando o protagonismo feminino e jovem no território indígena.

Sinopse

O projeto “Vozes do Opará: As Louceiras Kariri-Xocó” é uma vivência artística e comunitária em torno da cerâmica tradicional e dos cantos de trabalho (rojões) do povo Kariri-Xocó. O conjunto de ações — oficinas, intercâmbios e documentários — registra e atualiza saberes ancestrais femininos, envolvendo juventudes indígenas na criação de peças cerâmicas autorais, experimentações audiovisuais e vivências interculturais. Produtos principais: vivências, oficinas, intercâmbios, coleção de cerâmica, curtas documentais e site. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Fortalecer e difundir a cerâmica tradicional Kariri-Xocó através de oficinas, intercâmbios, registros audiovisuais, criação de produtos culturais e estratégias de geração de renda sustentável. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Realizar 5 (cinco) ciclos de Oficinas de Canto Rojão com mestras louceiras, envolvendo jovens da comunidade e público externo em residências artísticas. 2. Criar uma coleção de peças cerâmicas com identidade visual coletiva e lançamento em feiras e plataformas digitais. 3. Desenvolver um site e estratégia de comunicação que busque dar visibilidade às atividades e que respeite os valores simbólicos e espirituais da tradição indígena. 4. Implantar um espaço de produção e formação continuada dentro do Centro Cultural Kariri-Xocó, estimulando o protagonismo da juventude Kariri-Xocó por meio da criação de um núcleo jovem de formação cultural e expressão criativa, conectando tradição e contemporaneidade. 5. Beneficiar 10 (dez) jovens da comunidade Kariri-Xocó com bolsas mensais de agentes jovens, valorizando a permanência dos jovens na aldeia com ações que promovam autoestima identitária, aprendizado técnico, expressão artística e geração de renda; 6. Promover 5(cinco) intercâmbios na aldeia com ceramistas, artistas indígenas e educadores, por meio de residências criativas e rodas de saberes. 7. Produzir de 5 (cinco) vídeo de curta-metragem sobre as Louceiras e o ciclos de Oficinas de Canto Rojão; 8. Realizar um intercâmbio de mobilidade artística/cultural com participação em evento internacional de artesanato.

Justificativa

O projeto nasce da urgência de reconhecer, proteger e difundir os saberes ancestrais das mulheres Kariri-Xocó, que moldam a terra com as mãos e cantam para curar o corpo e o território. Às margens do sagrado rio Opará (São Francisco), essas mulheres transmitem há séculos sua arte milenar: a cerâmica utilitária, feita com barro colhido em rituais de canto e trabalho, os chamados rojões. A prática das louceiras vai além da produção de utensílios. É um campo de transmissão espiritual, afetiva e comunitária. Cada peça carrega uma história, um canto, um gesto ancestral. Este projeto surge para potencializar as ações já desenvolvidas pelo grupo, como as Oficinas de Canto Rojão, e ampliar seu alcance por meio de intercâmbios culturais e estratégias de geração de renda sustentável. Envolver a juventude Kariri-Xocó é um dos pilares deste projeto, pois deles depende a continuidade dos saberes. A prática da cerâmica tem se tornado escassa entre os mais jovens, pressionados por dificuldades econômicas, invisibilidade cultural e ausência de políticas públicas voltadas à juventude indígena. Este projeto propõe resgatar o sentimento de pertencimento por meio da escuta ativa, da criação coletiva e do reconhecimento, mostrando que tradição também é futuro — e que cultura indígena viva é aquela que pulsa nos corpos de hoje. Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3º III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.

Especificação técnica

1. Oficinas de Canto Rojão e Cerâmica Tradicional: Duração: 5 ciclos de 4 dias cada;Local: Centro Cultural Kariri-Xocó;Participantes: até 20 por ciclo;Materiais: barro local, ferramentas tradicionais e moldes. 2. Intercâmbio/residência artística: Duração: 5 a 7 dias cada;Local: Centro Cultural Kariri-Xocó;Participantes: até 30 por atividade;Conteúdo: valorização da identidade e das tradições, audiovisual e design gráfico, ministrado por artistas convidados (palestrantes). 3. Curtas Documentais (4 unidades): Duração média: 8 a 12 minutos por vídeo;Formato: digital HD;Conteúdo: registro poético e documental das mestras, juventudes e vivências com o barro;Recursos de acessibilidade: legenda descritiva, Libras e audiodescrição. 4. Site institucional: Estrutura: páginas em português, inglês e idioma indígena;Conteúdo: galeria de peças, perfis de artistas, acervo audiovisual e glossário cultural;Acessibilidade: compatível com leitores de tela, fonte ampliada e leitura sonora.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: As ações presenciais, como as oficinas, rodas de conversa e eventos de exibição audiovisual, ocorrerão no Centro Cultural Kariri-Xocó, que dispõe de áreas de circulação livre para cadeirantes e espaços preferenciais durante os encontros e exibições. Acessibilidade de Conteúdo: 1. Os curtas documentais serão disponibilizadas nas redes sociais com a inclusão de legenda descritiva; audiodescrição; e tradução em Libras. 2. O site do projeto será desenvolvido com foco em acessibilidade digital: contraste adequado de cores, fontes ampliadas, navegação simplificada e possibilidade de ativar leitura em voz alta. 3. Durante o ano haverá a opção de uma atividade mediada, com visita sensorial para pessoas com deficiência visual, com manuseio das peças cerâmicas e vivência sonora dos cantos tradicionais.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso Distribuição dos produtos culturais, conforme o inciso IV do art. 46: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Medidas de Ampliação de AcessoComplementando a democratização, o projeto adotará as medidas do art. 47: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis;

Ficha técnica

José Edenilton Tinga da Silva - Pawana (Proponente) Função: Coordenador geral Coordena as atividades do Centro de Cultura Sabuka Kariri-Xokó. Verena Barros Hauschild Coordenação de Produção Comunicadora e gestora com mais de 20 anos de experiência, Verena atua na articulação de projetos culturais, socioambientais e indigenistas com enfoque em desenvolvimento institucional, planejamento estratégico e gestão colaborativa. É mestranda em Divulgação Científica e Cultural pela UNICAMP (LabJor), pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV e bacharel em Comunicação Social pela ESAMC. Fundadora da iniciativa Travessias Regenerativas, desenvolve consultorias para organizações e associações indígenas no Alto Rio Negro (AM), Baixo São Francisco (AL) e São Paulo, atuando em ações de fortalecimento territorial, governança associativa e economia da sociobiodiversidade. Tem experiência na produção cultural indigenista junto ao Instituto Sawé e na execução de projetos com juventudes e populações vulneráveis. Verena é também terapeuta integrativa com formações em Reiki, Florais de Bach, Comunicação Não Violenta, Sociocracia e Design Regenerativo, e tem forte atuação na valorização de saberes ancestrais e práticas culturais regenerativas. Coraly Pedroso Função: Produtora Executiva e consultora Natural de São Paulo, Coraly Pedroso é empresária com mais de 30 anos de experiência na área artística-cultural, direção de companhias e organizações não governamentais. Presidiu ao Instituto Plataforma Brasil, sendo responsável pela aprovação de projetos em editais na área de esporte e cultura, com destaque para o convênio com o Ministério da Cultura Pontão de Interações Estéticas Internacionais que representou mais milhares de pontos de cultura na Europa, África e nas Américas. Nos últimos anos, foi diretora, produtora-executiva e captadora de recursos de mais de 40 projetos de cultura, esporte e educação, entre eles as 7 edições do Olinda Jazz, as 3 edições do Sampa Jazz, o festival de dança Conexão Internacional da Dança, o jogo holandês de futebol street Panna Knock Out Brasil, Exposição e Monitoria Anne Frank, 7 edições do Quitutes e Batuques, além de turnês de músicos e intercâmbio de artistas internacionais e brasileiros. Desenvolveu programas para o SESC na área de educação artística. Trabalhou na área comercial junto a artistas plásticos e projetos para empresas adquirindo vasta experiência no mercado. Atuou nas áreas de marketing e publicidade de veículos de comunicação durante 11 anos. É presidente do Pontão de Cultura Nix Diversidade e Economia Social, em São Paulo. Fabricio Addeo Ramos Função: Coordenador Artístico e consultor Gestor de projetos em cultura, diversidade e economia criativa. Formado em Comunicação com ênfase em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, especialização em gestão de projeto pela Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM. Cursou produção cinematográfica no King’s College (Reino Unido, 2003). Autor e coordenador do estudo: Diversidade & Inclusão: Desafios e Conquistas da Comunidade LGBTQIA+ no Esporte, que servirá de base para o desenvolvimento do livro LGBTQIAP+ no Esporte. Realizou coordenação de produção para os projetos: festival de intercâmbios artísticos Quitutes e Batuques de 2009 a 2022 (3 edições), festival de música Olinda Jazz de 2008 a 2012 (4 edições), Sampa Jazz de 2008 a 2009 (2 edições) Festival Conexão Internacional da Dança em 2009, em museu virtual do Moleque de Rua, em 2013, turnês internacionais do Quinteto Violado na Coreia do Sul, Paraguai e Turquia de 2015 a 2017. Coordenou a comunicação dos projetos: Cortejo Cultural de Barretos, em 2019, Espetáculos e exposição dos 40 anos do Projeto Sol, 2019 e Feira Literária do Sol, em 2021. Realizou a produção dos documentários Ateus e Agnósticos no Brasil (2019), Bye Bye Desemboque - Lima Duarte e suas Veredas (2020) e Palavras ao Mar (2021) de direção de Ariane Porto. Atualmente, é diretor artístico dos projetos Quitutes e Batuques, desde 2021, e do Programa Internacional de Intercâmbios Artísticos e Criativos – PRINTA, desde 2008. É diretor executivo da Nix Diversidade e Economia Criativa, na qual lidera a gestão de coletivos inclusivos de esporte LGBTQIA+ e o Mapeamento de Coletivos de Esporte Inclusivo no Brasil. Maria Alice Campos Função: Coordenação de comunicação e consultora Jornalista e escritora luso-brasileira. Possui 11 (dez) livros e ebooks publicados pela AMAZON. Já fez mentoria para mais de 15 (quinze) escritores de diferentes países (Portugal, Brasil, EUA). Doutoranda em Ciências da Comunicação, Mestre em ciências da comunicação, Especialista em Direito para a comunicação, jornalista (DRT 9030/DF),historiadora, produtora e artista (DRT 2158/BA). Experiência de mais de 21 anos com o desenvolvimento, implantação e gestão de projetos, desenvolvimento de planos de comunicação para organizações não-governamentais e empresas de comunicação. Roteirista para ficção e documentário, produção para rádio, TV e cinema, possui dois livros publicados. Foi diretora da Rádio Cultura de Brasília e coordenou a equipe de roteiros nos testes da TV Digital Brasileira. Produziu e coordenou projetos em Lisboa, na área de cultura hispânica e cinema, neste momento atua em formação de redes, na área audiovisual e direitos humanos, para países de língua portuguesa. Atualmente, compõe a equipe internacional de consultores em projetos da PRUMOPRO, reside em Portugal. https://www.linkedin.com/in/maria-alice-campos/

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.