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O projeto Incorpore _ diversidade em movimento é uma mostra de dança voltada à inclusão na arte e à valorização da diversidade. A programação contempla oficinas de formação em dança para professores e alunos de APAEs, bem como apresentações artísticas realizadas pelas escolas participantes e por uma companhia profissional convidada. O objetivo é estimular reflexão, diálogo e práticas inclusivas por meio da dança, além de aproximar diferentes públicos desse universo. As apresentações serão exibidas gratuitamente para alunos de escolas públicas do 4º ao 9º ano, com classificação etária livre, garantindo acesso democrático e amplo à experiência cultural.
SINOPSE DA PEÇA A SER APRESENTADA: DESAPEGO A Cia de Dança Lápis de Seda apresenta "Desapego", que representa as diversas versões de nós mesmos, a energia que despendemos no esforço de nos enquadrar nos moldes socialmente estabelecidos e a necessidade de rompê-los. A importância de encontar nossa identidade, a forma própria de atuar no mundo. Desapegar do que não é genuíno, apegar ao que faz parte da nossa construção de identidade. Nessa ciração, o trabalho da coreógrafa se desenvolveu a partir dos movimentos trazidos pelos próprios bailarinos por meio de imp0orvisações e laboratórios produzidos com o tema do espetáculo. A linguagem visual enfatiza a ideia de fluidez, de ocupação gradual do espaço, tanto em apresentações em auditório quanto a céu aberto. PORTFOLIO CIA LÁPIS DE SEDAFundada em Florianópolis, a Cia de Dança Lápis de Seda é reconhecida por seu compromisso com a dança inclusiva e a valorização da diversidade corporal. Com mais de 15 anos de trajetória, a companhia desenvolve espetáculos e projetos pedagógicos que integram artistas com diferentes habilidades e vivências, promovendo a inclusão social por meio da arte. Seu trabalho tem sido apresentado em diversos festivais nacionais e internacionais, recebendo elogios pela inovação estética e pelo impacto social. A Lápis de Seda se destaca pelo diálogo constante entre a dança contemporânea e as questões de acessibilidade, ampliando o conceito de corpo e movimento no cenário artístico.A companhia já se apresentou em importantes palcos e eventos, como:Festival Internacional de Dança de Joinville (SC)Mostra Cena Contemporânea (São Paulo)Festival Dança em Foco (Rio de Janeiro)SESC Vila Mariana (São Paulo) CURRÍCULO OFICINEIRO E BAILARINA ANA LUIZA CISCATO (oficineira curso para professores e alunos)*Diretora da Lápis de Seda Cia. de Dança Inclusiva, coreógrafa, professora de dança e expressão corporal, terapeuta do movimento, coordenadora do departamento de dança da APAE Florianópolis (2004-2019). *Psicopedagoga, arte-educadora e professora de dança formada pela Royal Academy of Dance/Londres (1985) e metodologia Cubana de Dança Clássica (Havana, 1993). *Trabalha com a inclusão social através da dança há mais de trinta anos. Especializou-se também em Psicoballet, técnica de apoio a pessoas consideradas com deficiência (Cuba, 1993) e Danceability (Florianópolis, 2011); *Pós-graduada em Educação na Perspectiva do Ensino Estruturado para autista (Infoco - 2014) e intervenção em ABA para desenvolvimento atípico 2016;*Coordenadora do departamento de dança da APAE de Florianópolis, diretora artística e coreógrafa do “APAE Dança Floripa”, desde 2006. CURRÍCULO OFICINEIRO E BAILARINA ROBERTA NASTARIFormada pela Royal Academy of Dance entre 2003 e 2009, obteve graus de distinção em seus exames; iniciou seus estudos de Ballet Clássico em 2003 com a professora e diretora artística Ana Luiza Ciscato, na Escola de Dança Estação Dançar.Professora de dança na APAE de Florianópolis durante o ano de 2013; bailarina do Grupo APAE Dança Floripa de 2011 a 2014; participou do espetáculo “A Bela e a Fera” em 2013 e 2014, realizado por bailarinos profissionais e alunos da APAE de Florianópolis.Professora de ballet clássico na Escola de Dança Aline Mombelli em Florianópolis desde 2015.Professora de dança para PCDs na ACV (Associação Caminhos para a Vida - instituição que atende pessoas consideradas com deficiência intelectual ou múltipla), no ano de 2017.Integrante da Lápis de Seda Cia. de Dança Inclusiva desde sua formação, em 2013, executando as funções de professora, ensaiadora e bailarina (currículo em anexo). CURRÍCULO OFICINEIRO E BAILARINO FABIO YOKOMIZOFábio Yudi Iokomizo é dançarino, ator e professor graduado no curso de Licenciatura e Bacharelado em Teatro pela UDESC, nascido em em 1993. Foi dançarino do grupo de hip-hop da Sociesc em 2009. Integrou o grupo de danças urbanas Laut! entre os anos 2011 e 2012. Em 2013, participou da Formação Compartilhada em Artes Presenciais e em 2014 da Ação Performática: Colônia, ambas com o Grupo Cena 11 Cia. de dança. Em 2014, participou da oficina com Wagner Schwartz, integrante do Projeto Solidão Pública, financiado pelo Edital Elisabete Anderle 2013. Entre 2013 e 2015 produziu e integrou o elenco do espetáculo de dança teatro “Assemblage”, com direção de Jussara Xavier. Desde 2019, é bailarino da cia inclusiva Lápis de Seda, com elenco de 60% de pessoas com deficiência. É DJ, performer e produtor de eventos para o público LGBTQIA+ em Florianópolis e região, desde 2013 CURRÍCULO OFICINEIRO E BAILARINA MAURA MARQUESProfessora de dança, artes visuais e bailarina. É integrante da Lápis de Seda Cia de Dança Inclusiva desde sua formação, em 2014, compondo o elenco do espetáculo Desapego, que viajou por diversas cidades do estado de Santa Catarina. Em 2022 circulou por 10 cidades do sul de Santa Catarina com o Espetáculo Nós, em formato híbrido, que combinou audiovisual e performance num espetáculo multi-artístico, em 2021. Participou das duas edições do projeto Um Novo Olhar para a Pessoa com Deficiência da Lápis de Seda Cia de Dança Inclusiva, como professora das oficinas de dança e como Bailarina nos espetáculo Coração (2023) e Leva (2024). Também integrou o elenco da Lápis de Seda nos espetáculos Convite ao Olhar (2014) e Será que é de Éter? (2017), que circularam por diversas cidades do país, e Casa (2020), espetáculo em vídeo, captado em formato remoto durante a pandemia de COVID-19. CURRÍCULO OFICINEIRO E BAILARINA LUIZA MARIA DA ROCHA ZUNINOArtista da dança (DRT 14001/SC). Possui experiência em ballet clássico (1996-2012) e, desde 2013, pesquisa dança contemporânea. Participou do “grupo MEME, pesquisa do movimento” em Porto Alegre (2015-2018), “Cia. Grito” de teatro musical (2022) e o “grupo CIRCAR - artes do corpo” (2023). Com este último atuou como intérprete-criadora no espetáculo "Iminência do agora" no Festival Internacional SESC de Circo em São Paulo (Junho/2023). Cursou diversas oficinas, workshops, residências na região sul e sudeste em que destaca-se: dança contemporânea com Diana Gilardenghi (2013-2014); Laboratório de Composição cênica - Dramaturgia do espaço com Adriano Basegio (março-maio/2019); residência artística "corpo acúmulo" com Kênia Dias e Ricardo Garcia(Setembro/2019); Dança, Educação Somática E Criação, por Cibele Sastre e Laura Backes (UFRGS, 2019) Extensões Corporais pelo Grupo Cena 11 Cia. de Dança (SC, 2020); ; Cadê - Imersão de Pesquisa Cênica Circense por Johnatan Uriarte e Marilia Storck (Casa Ventana, 2024); Oficina "Todos os Corpos Dançam - Práticas Inclusivas de Capacitação para Criação em Dança” com Analu Ciscato; e, residência de dança com Morena Nascimento no festival Arte Serrinha (julho/2024). CURRÍCULO OFICINEIRO E BAILARINA Carini Pereira – Registro Profissional: 12152 - Graduada em Dança- Licenciatura - UFRGS. Bailarina Profissional com 24 anos de experiência em Cias e grupos pelo Brasil, Argentina e China. Investiga movimentos experimentais apoiada às práticas do Hio-Hop Dance, Dança Contemporânea e abordagens de educação Somáticas. Massagem Indiana- Técnica Gisele de Menezes. -Diretora de Dança do Sindicato dos Artistas e Técnicos em espetáculos de diversões do RS SATED- 2024/2027- - Diretora, coreógrafa e professora- proprietária da Arte & Dança – Canos- www. Artdança.com- Bailaria no grupo Geda Cia de Dança Contemporânea- Ministrante de workshop para professores e alunos PCDs.
OBJETIVO GERAL: Promover a inclusão social por meio da dança, oferecendo formação, difusão artística e valorização da diversidade corporal em um festival de dança inclusiva realizado em Chapecó, que oportunize experiências culturais e educativas a alunos e professores de APAEs da região. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Viabilizar 1 espetáculo gratuito com grupo de dança profissional de reconhecimento nacional que tenha como premissa a inclusão de corpos diversos em seus trabalhos. - Oferecer 1 oficina de dança (8h) para os professores das 12 APAEs convidadas, ministrada por profissional reconhecido na área. - Realizar 1 Mostra de Dança com 12 APAEs, dividida em 2 dias, oportunizando que os alunos apresentem seus trabalhos em estrutura profissional, com pagamento de cachê - Oferecer 1 oficina prática de dança aos alunos das 12 APAEs, divididos em 6 grupos de até 24 participantes por dia, totalizando 288 alunos, adaptada às diferentes habilidades e necessidades, estimulando a expressão corporal, criatividade e interação social.-Garantir alimentação completa e adequada para 312 participantes — 288 alunos e 24 professores (dois) por APAEs assegurando bem-estar, energia e inclusão durante todas as atividades. - Custear o transporte das 12 APAEs convidadas, assegurando deslocamento seguro e confortável para alunos e professores, eliminando barreiras de acesso. - Conceder cachê às 12 APAEs participantes pelas apresentações artísticas, valorizando o protagonismo dos alunos e incentivando a continuidade das práticas culturais inclusivas.
O corpo é singular. Pensar nele como potência de comunicação é abarcar sua diversidade e compreender que sua poética está além do virtuosismo virilidade que nos foi incutido durante muito tempo na história da dança. Essa noção de corpo perfeito criou um cenário de exclusão, onde a peculiaridade do indivíduo por muito tempo foi homogeneizada para um modelo único de bailarino. Assim, as marcas que nossos corpos carregam como a idade, as condições sociais, a identidade individual, as deficiências sejam elas físicas, sensoriais ou múltiplas sofreram exclusão por não se enquadrarem nos modelos impostos. Pessoas com deficiência física, que possuem singularidades diretamente ligadas à forma e expressão do corpo, sofrem estigma no âmbito social, cultural e afetivo, tendo seus corpos rotulados como impotentes para a expressão. Ignorar as marcas de um corpo é limitá-lo a um corpo vazio, sem história e consequentemente sem discurso. A dança é o discurso do corpo, portanto é sua pluralidade que possibilita o diálogo universal, que abarca as inquietações de todos e que possibilita momentos de significação e transcendência, papel fundamental da arte. A inclusão tem sido muito discutida nos últimos anos e traz questões fundamentais para o desenvolvimento humano, tendo em vista que as relações se constroem a partir da complexidade, da corporeidade, do poder e da incompletude, portanto pode-se dizer que a mesma articula e tenciona elementos da história de nossa civilização, da ordem política, social e econômica, cultural e filosófica. Assim, a arte apresenta-se como uma ferramenta potente de desconstrução de paradigmas, pois busca diluir tabus, sociais ou culturais e ampliar os horizontes das relações humanas. A arte fomenta a prática da empatia, trazendo questões e reflexões que promovem a capacidade das pessoas se colocarem "no lugar de", exercendo o respeito e a tolerância às diferenças. A dança inclusiva surge para romper com o estereótipo de "corpos perfeitos", dialogando diretamente com a dança contemporânea, onde a capacidade de expressão exige a presença de corpos múltiplos. A capacidade de transcendência da arte está no reconhecimento e na capacidade de assimilação dos mundos, portanto é na troca e na pluralidade que o diálogo se amplia e comunica de forma subjetiva, porém aproximada às realidades. Apresentamos este projeto por acreditarmos na capacidade de criação de microevoluções, onde a desconstrução se dá numa esfera reduzida, porém potente. Discutir inclusão já é pauta de diversos canais da mídia, mas como este discurso é muito amplo e "romantizado", pode-se tornar algo esvaziado, já que não traz a problemática para o real. Não desmerecendo o movimento que busca um mundo de mais igualdade, acreditamos que nosso papel seja de promover micro ações que estabeleçam o convívio, o diálogo e a poesia destes corpos tão plurais. O projeto Incorpore tem como propósito promover a inclusão e a valorização da diversidade por meio da dança, reunindo professores e alunos de 12 APAEs da região em um evento formativo e artístico no Teatro Municipal de Chapecó, com acesso totalmente gratuito. A programação será estruturada de forma a potencializar a troca de experiências e a qualidade das apresentações. No primeiro dia, será realizada oficina intensiva exclusiva para 24 professores integrantes das APAEs convidadas, antecedendo a atividade dos alunos, com o objetivo de oferecer formação e ferramentas pedagógicas que possam ser aplicadas em sala de aula e nos grupos de dança das APAEs. Cada instituição indicará até 2 professores para participar, totalizando até 24 profissionais beneficiados. As 12 APAEs participantes serão selecionadas por meio de convite dirigido às instituições situadas na região Oeste de Santa Catarina, priorizando aquelas com histórico de participação em projetos culturais e que demonstrem interesse e capacidade para mobilizar alunos e professores nas atividades propostas. Caso haja mais instituições interessadas do que vagas disponíveis, a seleção considerará critérios como diversidade territorial, tamanho da instituição e experiência prévia com dança ou atividades artísticas inclusivas. O projeto custeará o transporte das APAEs localizadas em até 150 km de distância da cidade de Chapecó, garantindo deslocamento dos alunos e professores para participação integral no evento. Para instituições situadas além desse limite, a participação poderá ser viabilizada mediante contrapartida da própria APAE ou de outros parceiros locais. Além do custeio do transporte, as 12 APAEs receberão um cachê no valor de R$ 900,00 cada, como reconhecimento pela participação e apresentação dos trabalhos na mostra, valorizando o protagonismo dos alunos e incentivando a continuidade das práticas culturais nas instituições. Nos dois dias seguintes, ocorrerão as atividades voltadas aos alunos. Ao todo, cerca de 288 estudantes das 12 APAEs participarão de oficinas de dança e apresentações na mostra. Tanto oficinas quanto apresentações serão organizadas de forma escalonada: 6 APAES/dia, resultando em 6 mostras de dança por tarde. As oficinas serão realizadas no turno da manhã sendo os alunos divididos em 6 turmas e as mostras serão realizadas no turno da tarde e voltadas ao público formado por alunos do 4º ao 6º ano da rede pública municipal de Chapecó, possibilitando a vivência e apreciação de trabalhos que dialogam com inclusão, arte e diversidade. No quarto dia do evento, turno da manhã, será apresentada a performance da cia. de dança Lápis de Seda de Florianópolis, cuja proposta artística contempla a inclusão de corpos diversos. Esta sessão será destinada a estudantes do 7º ao 9º ano do ensino fundamental da rede pública municipal de Chapecó, ampliando o alcance e o impacto educativo da iniciativa. Tanto a mostra das APAEs quanto o espetáculo de dança terão entrada gratuita e classificação livre, garantindo acesso democrático a toda a comunidade. Estima-se que aproximadamente 5.000 estudantes da rede pública de ensino de Chapecó participem dessas atividades, ampliando o alcance do projeto e promovendo a inclusão cultural e artística em larga escala. A estrutura do evento, que inclui custeio de transporte, alimentação e cachês para as APAEs participantes, foi pensada para eliminar barreiras de acesso, valorizar o trabalho artístico desenvolvido nas instituições e oferecer condições dignas para que todos os participantes vivenciem plenamente a experiência. Sendo assim, por acreditar que o projeto Incorpore apresenta-se como uma ousada e significativa proposta de atividade cultural, capaz de promover largas discussões perspectivas para o universo artístico e sociocultural, faz-se necessária sua execução através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91, pois somente por meio dele será possível garantir a viabilidade financeira da proposta, sua democratização de acesso e sua abrangência social. No intuito de alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se nos incisos I, II, III e IX do Art. 1º, que versam sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; priorizar o produto cultural originário do País. Da mesma forma, acreditamos que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante: a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; em conformidade com o Art. 3º, inciso II, alínea b, e inciso IV, alínea a da referida Lei
OFICINA DANÇA INCLUSIVA – PÚBLICO-ALVO: professores das 12 APAEs participantes no projetoDuração: 8 horasAs aulas serão compostas de duas etapas que se atravessam: uma teórica, em que são expostos os embasamentos da pesquisa de mais de 30 anos da ministrante em dança inclusiva; e uma prática, em que a ministrante e os bailarinos convidados propõem movimentos para os participantes.O objetivo é proporcionar a vivência dos participantes com a metodologia aplicada aos bailarinos com deficiência da Cia. Discutir e ampliar conceitos e práticas pedagógicas pertinentes à educação inclusiva. Demonstrar, por meio de exercícios e jogos corporais, que todos podem ampliar suas relações com o meio social e físico em que estão inseridos, explorando o senso de pertencimento, tão importante para o desenvolvimento humano. Expor de forma lúdica como a diferença (tanto corporal como intelectual) pode se tornar matéria prima para um bom trabalho e desenvolvimento a todos envolvidos; apresentar as potencialidades da arte para promover a inclusão da pessoa com deficiênciaA oficina de dança inclusiva é destinada a pessoas com ou sem deficiência física e/ou mental. Busca sensibilizar o grupo para o movimento, dentro de suas possibilidades. Para tanto, serão trabalhados princípios de Contato-Improvisação e Body-Mind Centering (BMC), que busca na interação entre os corpos a criação de movimentos, encorajando corpos muitas vezes embotados e contidos, estimulando a sensibilidade ao toque e a interação com outras pessoas; jogos rítmicos e coletivos, em que se trabalha a musicalidade no movimento dançado e senso de grupo; e propostas de movimento a partir do Sistema Laban/Bartenieff, pois a partir deste é possivel reconhecer todo e qualquer movimento dentro de um viés poético e expressivo. Busca-se dar enfoque ao potencial criativo de cada participante, valorizando as questões específicas de cada um como diferencial para uma organicidade de movimento própria PLANO DE TRABALHOHorário Atividade Objetivo específico Método08:30-9:00 Recepção, acolhimento e Integração do grupo e apresentação Dinâmica de grupo Apresentação do curso Apresentação da programação 09:00-10:30 Fundamentos da Dança Compreender conceitos de Inclusão, Aula expositiva + debate Inclusiva Diversidade e Dança 10:30-10:45 INTERVALO10:45-12:30 Práticas corporais e Vivenciar exercícios que valorizam Oficina Prática Dinâmicas inclusivas Diferentes corpos 12:30-13:30 INTERVALO13:30-15:00 Criação coletiva e Desenvolver propostas para adaptar Oficina Prática + grupos Adaptação de Coreografias Dança às especificidades dos alunos 15:00-15:15 INTERVALO15:15-16:30 Planejamento pedagógico Planejar aulas e oficinas utilizando Workshop + Discussão Para Oficinas Inclusivas Metodologias Inclusivas 16:30-17:00 Avaliação formativa e Refletir sobre aprendizados e esclarer Rodas de Conversa Encerramento Dúvidas Conteúdo ProgramáticoIntrodução à Dança InclusivaConceitos de corpo e diversidadeImportância da inclusão nas artesO papel do professor na dança inclusivaPráticas Corporais e DinâmicasExercícios para percepção corporal e consciência espacialDinâmicas que valorizam diferentes habilidades motorasTécnicas de improvisação e expressãoCriação e Adaptação CoreográficaMetodologias para criação coletivaAdaptação de movimentos para diferentes necessidades e limitaçõesUso de recursos acessíveis e lúdicosPlanejamento Pedagógico para Oficinas InclusivasElaboração de planos de aula com foco na diversidadeEstratégias para motivação e engajamento dos alunosAvaliação participativa e contínua Plano Pedagógico· Metodologia: O curso combina exposições teóricas, práticas vivenciais e discussões reflexivas, garantindo uma aprendizagem dinâmica e significativa. A ênfase está na experiência corporal direta, troca de saberes e construção coletiva do conhecimento.· Avaliação: A avaliação será formativa, realizada por meio da participação ativa nas atividades, reflexões individuais e coletivas e aplicação prática do conteúdo, culminando em uma roda de conversa para feedback.· Recursos Didáticos: Material impresso com resumo do conteúdo, vídeos demonstrativos, músicas selecionadas, objetos para dinâmicas, espaço acessível para práticas e equipamentos audiovisuais para projeções.
Acessibilidade Física O evento será realizado no Teatro Municipal de Chapecó, que dispõe de rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados e guias táteis, garantindo mobilidade a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Será disponibilizado transporte adaptado para todas as APAEs participantes e o backstage contará com estrutura acessível para artistas com deficiência. Todas as atividades serão gratuitas, com cotas reservadas para pessoas com deficiência, público de baixa renda e instituições sociais, assegurando ampla democratização do acesso. Acessibilidade de Conteúdo Todas as atividades (oficinas, mostras e apresentações) contarão com intérprete de Libras, audiodescrição, legendas abertas e materiais digitais compatíveis com leitores de tela. A programação e as sinopses serão distribuídas também em braille e linguagem simples. Os materiais de divulgação trarão descrição de imagens, vídeos legendados com janela de Libras e publicações com texto alternativo descritivo, além de veiculação em rádios comunitárias e veículos locais. As oficinas de dança inclusiva utilizarão metodologias adaptadas, com recursos multissensoriais (táteis, sonoros e visuais), respeitando os diferentes ritmos e potencialidades dos participantes. Complementarmente, o projeto seguirá o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, implementará as medidas de forma progressiva até seis meses antes do evento e garantirá atividades complementares acessíveis, como ensaios abertos e rodas de conversa.
O projeto Incorpore – diversidade em movimento assegura acesso gratuito e irrestrito a todas as suas atividades — oficinas, mostras, apresentações das APAEs e espetáculo profissional nacional — garantindo a participação plena do público, independentemente de sua condição social, econômica ou física.A distribuição de ingressos será feita de forma gratuita e antecipada em pontos físicos (bilheteria do Teatro Municipal de Chapecó e secretarias das APAEs convidadas) e em plataforma online acessível, permitindo maior alcance e organização do público. Serão reservadas cotas específicas de ingressos para pessoas com deficiência, público de baixa renda e instituições sociais, assegurando diversidade no acesso.Como medidas de ampliação de acesso, o projeto promoverá ensaios abertos, oficinas formativas paralelas e rodas de conversa voltadas à comunidade, além de realizar a transmissão online das apresentações em canais digitais parceiros, ampliando o alcance a públicos de outras localidades.A democratização também será fortalecida por meio de transporte gratuito adaptado para as APAEs participantes e por uma divulgação acessível e multiplataforma, com materiais em Libras, audiodescrição, legendas, rádios comunitárias e redes sociais com recursos de acessibilidade digital.Assim, o projeto se estrutura como uma ação cultural que alia gratuidade, inclusão e pluralidade de públicos, em total alinhamento com a IN nº 23/2025 e os princípios de democratização do acesso à cultura.
Instituto Brasilhana – Coordenação Geral e Gestão AdministrativaCom projetos aprovados pelo Ministério da Cultura, colabora na assessoria de pequenos produtores que necessitam de auxílio;- Projetos executados em parceria: Kumaras Collection- PNAB 2024 SC;- Garopaba Artemix- PNAB 2024- Garopaba- Quero Música- PRONAC 182364- Cultura Sem Idade- PRONAC 205097-Tinta e Grafitti: Culytura na Rua- PRONAC 192939- Turma do Blá- Edital SEDAC RS 07 Luciana Tondo – Coordenação de Produção e Coordenadora PedagógicaMestre em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFRGS; graduada em Teatro (Licenciatura – UFRGS).Atriz, pesquisadora, produtora e iluminadora com experiência em direção cênica e iluminação de espetáculos premiados.Diretora do Núcleo de Pesquisa BECKETT-WE e indicada ao Prêmio Açorianos de Melhor Direção (2018).Participou de grupos de teatro e produziu diversos espetáculos, incluindo Amargo Santo da Purificação e O Feio.Experiência em projetos culturais via leis de incentivo desde 2010, com atuação em projetos como Canto Livre, Mulher Encanto, Festival da Canção Cristo Redentor, Arte Movie, Concerto Didático – Orquestra de Bom Retiro do Sul, Dança para Todos e Musicalidades do Sul. Joice Rossato Lima – Direção Artística e de PalcoFormação em Direção Teatral pela UFRGS; especialização em Biblioterapia e Mediação da Leitura Literária.Artista cênica, mediadora cultural, produtora e contadora de histórias, com atuação em eventos como Festival Palco Giratório, 8ª Bienal do Mercosul e Circuito Arte e Palavra.Criadora de oficinas e performances literárias, incluindo Cartas pra Você, Gramado Park e programação de Páscoa da Villa Santa Claus.Fundadora do Ateliê de Encantos Criativos (2023) e criadora do Teatro de Encantos Confabulatórios (2025), utilizando técnicas de teatro Lambe-Lambe.Experiência consolidada em mediação cultural, teatro, literatura e experiências sensoriais para diferentes públicos. Márcia Giovana da Costa / Bouganville Produções – Direção Geral (Executiva)Experiência em coordenação pedagógica e artística desde 1989.Professora e coordenadora pedagógica da Escola de Música Recital (1989–2000).Regente e preparadora vocal de corais diversos (Coral Adulto da Escola Recital, Coral do SESC-Santa Rosa, Coral Infanto-Juvenil da Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima, Coral Oficina do Som de Cândido Godói).Coordenadora e elaboradora de projetos culturais via leis de incentivo (ex.: Cândido Godói em Canto – Encontro de Corais, Festivais de Música Popular Brasileira, CANTO LIVRE, Natal Dourado).Atuante como musicoterapeuta desde 2003.Consultora de projetos culturais em leis de incentivo estaduais e federal.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.