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PRONAC 256317Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Arena de Verão Lance de Craque

INSTITUTO SOPLOS
Solicitado
R$ 681,3 mil
Aprovado
R$ 681,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 699,8 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Montenegro
Início
2025-11-01
Término
2026-02-28
Locais de realização (1)
Xangri-lá Rio Grande do Sul

Resumo

Realização de quatro shows de música regional durante a Arena de Verão Lance de Craque, no Litoral Norte do RS, reunindo artistas representativos da cultura gaúcha. A iniciativa reforça a música regional como elo de preservação e renovação das tradições, além de difundir a diversidade cultural brasileira. O projeto fortalece a integração comunitária e promove um espaço de celebração coletiva em torno da arte e da identidade regional.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar apresentações musicais de música regional durante a Arena de Verão Lance de Craque, no litoral norte do RS, promovendo a valorização das tradições culturais gaúchas e garantindo o pleno exercício dos direitos culturais por meio de espetáculos que representem a identidade artística do Rio Grande do Sul.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Realizar 4 (quatro) shows de música regional com artistas representativos da cultura gaúcha, contemplando diferentes estilos ligados às tradições do Estado.Valorizar ritmos, modos de vida e expressões artísticas regionais, assegurando ao público acesso a espetáculos de qualidade, com preços acessíveis e gratuidades em conformidade com a legislação cultural vigente.Proporcionar estrutura técnica e artística adequada para os espetáculos, garantindo condições de segurança, acessibilidade e inclusão, em conformidade com as normas legais e técnicas aplicáveis.Promover a difusão da música regional gaúcha em ambiente de convivência comunitária, ampliando o alcance da cultura local para veranistas e moradores do litoral norte do RS.Integrar as apresentações culturais a uma arena multiuso que também sediará atividades esportivas financiadas por outras fontes de recursos, qualificando a experiência coletiva de lazer e fortalecendo a ocupação cidadã do espaço público.

Justificativa

O projeto Arena de Verão Lance de Craque nasce da necessidade de ampliar o acesso a bens culturais de qualidade durante a temporada de verão no litoral norte do Rio Grande do Sul. A região recebe um fluxo intenso de veranistas, que se soma à população local, mas ainda carece de uma programação estruturada e gratuita de atividades culturais que promovam a diversidade artística e a valorização das expressões regionais. Assim, a iniciativa propõe a realização de quatro shows musicais de música regional gaúcha, reforçando a identidade cultural e garantindo acesso democrático à arte.A escolha pela música regional não é fortuita: trata-se de um gênero que expressa os modos de vida, tradições e sentimentos do povo gaúcho, reconhecido como manifestação artística de relevância nacional. Ao trazer artistas que dialogam diretamente com esse patrimônio cultural imaterial, o projeto reforça o papel da arte como instrumento de memória, pertencimento e fortalecimento da identidade local. O evento acontecerá no Litoral Norte do RS, local de forte concentração populacional no verão, o que garante capilaridade e impacto social. Estima-se que milhares de pessoas, entre moradores locais e visitantes de diferentes regiões do Estado e do Brasil, tenham acesso às apresentações, criando um ambiente de integração comunitária. A descentralização da oferta cultural é um dos pontos centrais da proposta, visto que a maior parte das produções musicais ainda se concentra nos grandes centros urbanos.Outro aspecto relevante é que a arena permanecerá de acesso livre ao público durante toda a programação esportiva e nos períodos de convivência comunitária. A cobrança de ingressos ocorrerá exclusivamente nos horários destinados aos shows musicais, de acordo com as regras de democratização de acesso da Lei Rouanet. Dessa forma, assegura-se que diferentes perfis sociais possam usufruir tanto das atividades esportivas e de lazer quanto das apresentações culturais, respeitando os parâmetros de acessibilidade e inclusão. Estão previstas medidas como tradução em LIBRAS, materiais em braile e estrutura física adaptada, garantindo a participação de pessoas com deficiência e o pleno exercício dos direitos culturais.A proposta também está articulada com iniciativas esportivas que acontecerão na mesma arena, por meio da realização de torneios e atividades de lazer financiados por outra fonte de recursos: a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE). Essa integração entre cultura e esporte amplia o alcance social do projeto, pois atrai públicos diversos e estimula a convivência em um espaço de uso coletivo. Ressalte-se, no entanto, que as ações esportivas possuem orçamento próprio e independente, sem qualquer vinculação financeira com o presente projeto cultural inscrito na Lei Rouanet.Do ponto de vista econômico, o projeto fomenta a cadeia produtiva da cultura no Rio Grande do Sul, priorizando a contratação de artistas e profissionais técnicos locais. Isso contribui para a circulação de renda, o fortalecimento da economia criativa e o incremento de setores complementares, como hospedagem, alimentação e comércio, que se beneficiam do aumento da movimentação gerada pelo evento.No campo simbólico, o projeto promove a valorização da música regional gaúcha, ampliando sua difusão e aproximando o público de tradições que compõem a identidade cultural do Brasil. A presença de artistas representativos garante a transmissão de saberes, a preservação da memória coletiva e o estímulo à formação de novos públicos. Ao mesmo tempo, a realização em um espaço de lazer e convivência fortalece vínculos comunitários, reforçando o papel da cultura como elemento de coesão social.Por fim, a perspectiva de continuidade da Arena de Verão Lance de Craque é concreta, considerando o engajamento de patrocinadores, o envolvimento comunitário e a consolidação de Xangri-lá como polo cultural durante o verão. Ao integrar cultura e esporte em um mesmo ambiente, a proposta não apenas qualifica a oferta cultural, mas também amplia os horizontes de participação cidadã. Trata-se de um investimento em inclusão, acesso e valorização das tradições regionais, que contribui de forma efetiva para a difusão da diversidade cultural brasileira e para a garantia dos direitos culturais de toda a população.O projeto vai de encontro ao Art. 1º da Lei nº 8.313/91, em seus incisos I, II e IV:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;O projeto também contribui para o alcance das finalidades do Art. 3º da referida Lei no que diz respeito ao Inciso II (letra c):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Sobre as atividades esportivas:A Arena de Verão Lance de Craque contempla, além desta programação cultural, atividades esportivas financiadas pela Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), realizadas em horários distintos dos shows.Conforme projeto esportivo protocolado junto ao Ministério do Esporte, a arena contemplará as atividades de: Torneios recreativos nas modalidades de futevôlei, beach tennis e futebol de areia; Jogos de exibição nestas mesmas modalidades, com a participação de atletas de renome; atividades recreativas com crianças e uso recreativo do espaço esportivo durante os dias de semana.A cobrança de ingressos ocorre exclusivamente nos horários das apresentações musicais; as atividades esportivas e períodos de convivência mantêm acesso livre ao públicona Arena de Verão.As estruturas do projeto cultural (Lei Rouanet) e das atividades esportivas (LIE) são fisicamente separadas e operacionalmente independentes. O palco de shows possui montagem exclusiva para as apresentações musicais. As atividades esportivas utilizam estrutura própria (quadras/arena, demarcações, alambrados/arquibancadas esportivas, som de arena, arbitragem e demais insumos), custeadas exclusivamente pela LIE, com equipe, cronograma e fornecedores distintos. Não há sobreposição de despesas.Todos os itens orçamentários apresentados estão diretamente relacionados à realização das atividades artísticas e culturais previstas, não incluindo custos de infraestrutura geral do evento, ações institucionais, promocionais ou comerciais, nem despesas vinculadas a outras áreas temáticas não culturais. Com isso, a proposta reafirma seu alinhamento técnico e legal com os princípios da Lei nº 8.313/91 e com a regulamentação vigente.Em anexo o projeto protocolado junto à Lei de Incentivo ao Esporte - que possui o detalhamento das rubricas esportivas.

Especificação técnica

Este projeto tem como escopo exclusivo a realização de apresentações 100% de música regional, conforme definido pela Súmula nº 32 da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), em consonância com os critérios da Lei nº 8.313/91 e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025.De acordo com a Súmula 32, entende-se por música regional: I – os gêneros musicais associados a bens de natureza imaterial registrados como Patrimônio Cultural, nas esferas federal, estadual, distrital ou municipal;II – as manifestações musicais produzidas que reflitam as tradições, os modos de vida, as múltiplas realidades e as características de determinada região, de uma comunidade ou por ela recebida e interpretada, resultando na criação de produtos culturais que respeitam as características daquela região e sua tradição.Neste sentido, as quatro atrações musicais selecionadas se enquadram integralmente nessa definição, compondo uma programação inteiramente dedicada à valorização das expressões culturais regionais do Rio Grande do Sul. São elas:Rock de Galpão – cachê de R$ 12.000,00: projeto que revisita clássicos da música regionalista gaúcha (milonga, chamamé, xote, vaneira), em arranjos contemporâneos, mantendo a essência das letras e melodias regionais.Samba Tri – cachê de R$ 9.500,00: trio que resgata o samba de raiz e o pagode tradicional em formato de roda, com repertório de clássicos e releituras, preservando práticas e sonoridades da cultura popular brasileira.Cristiano Quevedo – cachê de R$ 15.000,00: cantor e compositor referência da música nativista gaúcha, com repertório de milongas, xotes e chamamés que retratam os modos de vida do pampa e a tradição campeira.Grupo Mas Bah – cachê de R$ 10.000,00: intérpretes e compositores da música regional gaúcha, com repertório autoral e participações em festivais nativistas; linguagem moderna que aproxima o público jovem das tradições locais.Serão realizadas 04 (quatro) apresentações ao vivo de música regional cantada, com duração média de 60 minutos por show, totalizando aproximadamente 04 horas de programação artística. As apresentações ocorrerão na Arena de Verão Lance de Craque, em Xangri-lá/RS, como parte da programação cultural do evento.Assim, a proposta reafirma seu compromisso com a promoção da música regional em sua integralidade, contribuindo para a preservação e difusão das tradições culturais do povo gaúcho e para a circulação de repertórios identitários. O acesso do público observará as regras de democratização da Lei Rouanet, com cotas de gratuidade, meia-entrada e preços populares exclusivamente nos horários dos shows, garantindo participação ampla e inclusiva.

Acessibilidade

Em atenção ao Art. 42 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº23, de 05 de fevereiro de 2025, o projeto prevê:Acessibilidade Física:O evento acontecerá em espaço locado, que possui piso nivelado, com montagem de estrutura temporária, incluindo pirâmide coberta e palco para apresentações. Para garantir o pleno acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas, serão implementadas as seguintes ações:Rampas de acesso com inclinação adequada e corrimãos para entrada na pirâmide e na área frontal ao palco;Espaço reservado e sinalizado para cadeirantes e seus acompanhantes, com visibilidade adequada para o palco e acesso prioritário;Sanitários acessíveis com portas largas, barras de apoio e espaço para manobra de cadeira de rodas;Estacionamento próximo com vagas reservadas, devidamente identificadas e sinalizadas;Iluminação adequada nas áreas de circulação, com destaque para escadas, rampas e acessos;Sinalização visual em altura acessível e com contraste de cores para orientação do público.ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Audiodescrição de elementos do ambiente e das atrações musicais, seja ao vivo ou por meio de fones de ouvido com narração descritiva, destacando cenário, movimentações no palco e interação dos artistas com o público;Material de comunicação acessível - 01 card digital da programação com descrição alternativa (alt text) para leitores de tela, e versão em áudio disponibilizada nas redes sociais e canais online do evento;Mapas táteis simplificados, identificando a localização dos principais espaços (entrada, palco, banheiros acessíveis), disponíveis mediante solicitação na recepção do evento;Equipe de apoio treinada para condução e orientação de pessoas cegas ou com baixa visão até os locais apropriados.ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Disponibilização de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante os shows musicais, posicionado de forma visível ao público, garantindo a mediação comunicacional entre os artistas e pessoas surdas;Material de comunicação acessível - 01 vídeo da programação com interpretação em Libras, disponibilizado nas redes sociais e canais online do evento;Equipe de recepção orientada para atender e direcionar pessoas surdas, com identificação visível e instruções básicas de acolhimento inclusivo.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Disponibilização de cadeiras na primeira fileira do espaço reservado para PCDs para pessoas com TEA e seu acompanhante;Atendimento preferencial e direito a acompanhante, com facilitação no acesso, deslocamento e permanência em espaços prioritários;Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA;Disponibilização de óculos escuros para diminuir a exposição à luz para pessoas com TEA;Monitoria especializada e inclusiva, com equipe treinada para auxiliar pessoas com TEA e deficiências intelectuais, oferecendo orientação acolhedora, comunicação alternativa e suporte em situações de crise ou sobrecarga sensorial;Na divulgação do projeto constará a informação das medidas de acessibilidade. Destacamos que as medidas de acessibilidade propostas são compatíveis com as características do objeto e tecnicamente possíveis.

Democratização do acesso

Democratização do acesso:Em atenção ao Art. 46 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, informamos que o acesso ao produto cultural do projeto observará integralmente as regras de democratização de ingresso, garantindo cotas de gratuidade, meia-entrada e preços populares. Serão disponibilizados ingressos gratuitos nas proporções estabelecidas, além de comercialização a valores acessíveis (R$ 40,00 – inteira; R$ 20,00 – meia; respeitado o teto de R$ 50,00 do inciso IV), assegurando que o público beneficiário tenha amplo e democrático acesso às apresentações musicais do projeto. A cobrança de ingressos ocorrerá exclusivamente nos horários dos shows; a arena esportiva e os períodos de convivência comunitária permanecerão de acesso livre ao público.Em cada apresentação (capacidade de 900 lugares), o projeto observará os parâmetros do Art. 46 da IN MinC nº 23/2025, adotando a seguinte distribuição - por show:• 5% de ingressos gratuitos promocionais para patrocinadores = 45 ingressos• 5% gratuitos promocionais para divulgação pelo proponente = 45 ingressos• 20% gratuitos com caráter social/educativo direcionados a públicos prioritários = 180 ingressos • 70% comercializados = 630 ingressosPara os 630 ingressos comercializados (por show), será assegurada reserva mínima de 40% de meias-entradas para estudantes, além do cumprimento integral dos direitos de meia-entrada para idosos, pessoas com deficiência e beneficiários do ID Jovem, conforme legislação aplicável.Estimativa de receita máxima (por show): • Meias mínimas (50%): 315 × R$ 20,00 = R$ 6.300,00 • Inteiras (50%): 315 × R$ 40,00 = R$ 12.600,00 • Receita máxima por show: R$ 18.900,00 Total (4 shows): R$ 75.600,00Nota: a receita efetiva pode variar conforme a demanda por meia-entrada (idosos, PcD, ID Jovem e estudantes).A distribuição gratuita de caráter social observará critérios públicos e transparentes, priorizando escolas públicas, organizações comunitárias e públicos em situação de vulnerabilidade, com registros para prestação de contas.AMPLIAÇÃO DE ACESSO – Art. 47, Inciso VI da IN MinC nº 23/2025Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, transcrevemos o Inciso I, cuja medida o projeto adotará para fins de ampliação de acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento).Por isso prevemos na democratização de acesso 20% de ingressos gratuitos para este público, além dos 10% mínimo exigidos.CONTRAPARTIDA SOCIALSerá realizada a Oficina “Ritmos do Sul” com o Grupo Mas Bah, em 3 escolas públicas. Objetivo: Promover a fruição e o aprendizado da música regional gaúcha, apresentando origens, instrumentos e estruturas rítmicas de milonga, vaneira e chamamé, e estimulando a participação prática (percussão corporal e canto coletivo) como experiência de cidadania e valorização cultural.Público-alvo:Estudantes e professores da rede pública. A oficina ocorrerá em 3 escolas distintas, até 120 participantes por edição (total 360 beneficiários).Classificação indicativa: Livre. Realização em período letivo, sem cobrança.Conteúdo Programático:Contexto histórico e identitário dos ritmos (território, tradições e referências).Instrumentação típica (violão, acordeon, baixo, percussões) e funções no arranjo.Estruturas rítmicas: compasso, células/levadas e marcações (palmas).Canção e poesia: temas, linguagem e identidade regional.Prática guiada: percussão corporal, canto coletivo e dinâmica em roda; mini-apresentação final com participação dos alunos.Metodologia e duração:Ensaio aberto comentado (60 min) + prática rítmica (30 min); abordagem dialógica e expositiva, com os músicos do grupo. Total 1h30 por oficina.Haverá registro audiovisual integral de uma das oficinas para divulgação gratuita na internet, com termos de imagem conforme LGPD. Comprovações: listas de presença, fotos e link dos vídeo publicado.Recursos Didáticos:Sonorização leve (voz/violão), microfones, possível projeção de slides/figuras, instrumentos do grupo musical.

Ficha técnica

Proponente: desempenhará a função de COORDENAÇÃO GERAL.O dirigente da Pessoa Jurídica proponente do projeto será o responsável por toda decisão operacional, administrativa, financeira e técnica do projeto, e que não incorre na prática de intermediação, interditada pelo Art. da Lei 8.313/91.Principais funções - Coordenador Geral: responsável pela gestão do processo decisório; responsável pela gestão financeira (pagamentos); realizar as contratações necessárias à execução do projeto; coordenar toda a equipe do projeto; coordenar as ações de divulgação do projeto a serem realizadas; na execução, controlar o cumprimento das metas estabelecidas e gerenciar o registro das atividades para comprovação em prestação de contas. Breve currículo: Alex Fabiano Machado Mello é consultor, gestor cultural e articulador social com ampla experiência na estruturação, coordenação e execução de projetos incentivados em todo o Brasil. Atua desde 2012 com foco técnico e estratégico na viabilização de iniciativas por meio das principais leis de incentivo fiscal nas áreas da cultura, esporte, assistência social, saúde, direitos da criança e do adolescente e da pessoa idosa. É também fundador e presidente do Instituto Soplos, onde atua diretamente na realização de projetos de alto impacto social, sobretudo por meio das leis de incentivo, ampliando o acesso a direitos, cultura, esporte e educação para populações vulneráveis. Ao longo da última década, liderou projetos de grande impacto, como: Made In RS – voltado à reforma e equipagem de escolas públicas atingidas pelas enchentes, com a realização de oficinas educativas e de audiovisual para crianças e adolescentes; Capacitar – que prevê a capacitação técnica de 120 mulheres em Mecânica e Elétrica Industrial, promovendo inclusão produtiva e geração de renda; Arco-Íris – que realizou a reforma de 50 casas de pessoas idosas afetadas por desastres climáticos, além de atendimentos psicossociais e oficinas de convivência; Construindo Música, São João do Montenegro, Sonho Encantado de Natal, Vôlei Transforma e Desafio Verão Vôlei de Praia – projetos com foco em cultura, lazer e desenvolvimento social. Nome completo: Mario Bini - M. ALBERTO BINI ARAUJO LTDAFunção no projeto: Produtor ExecutivoBreve Currículo: Profissional com mais de 12 anos de experiência nas áreas comercial e de marketing, com atuação destacada na produção e no desenvolvimento de estratégias de comunicação para eventos culturais e esportivos. Participou da concepção e execução de projetos que integraram ações culturais a grandes marcas e nomes do esporte, ampliando o alcance e a relevância das iniciativas junto ao público. Atuou na gestão de imagem de mais de 110 atletas do futebol profissional — incluindo Rafinha, Guerrero, Oscar, Raphael Veiga, entre outros — com inserções em campanhas e eventos com forte apelo cultural e social. Por meio de sua agência, conectou empresas como Heineken, Mercado Livre, Nívea, Netshoes, Superbet, KTO, Warner, Motorola, Zaffari e Brahma a projetos que dialogam com cultura urbana, música, esportes e inclusão social. Sua trajetória demonstra capacidade técnica e operacional para a produção executiva de eventos, especialmente aqueles com componentes integrados entre cultura, esporte, lazer e formação de público. Está plenamente qualificado para a função de produtor executivo no presente projeto.ARTISTAS dos SHOWS DE MÚSICA REGIONAL:Nome: Rock de GalpãoBreve currículo: Banda gaúcha (Porto Alegre/RS). O Rock de Galpão é um projeto que une a tradição musical do Sul com a força do rock. O grupo revisita clássicos da música regionalista gaúcha — como milongas, chamamés, xotes e canções de autores como Vitor Ramil e Lupicínio Rodrigues — em arranjos contemporâneos. A proposta é valorizar a identidade cultural gaúcha em um formato moderno, com performances vibrantes, guitarra distorcida e acordeon lado a lado, levando a música do Sul para novos públicos.Nome: Grupo SambatriBreve currículo: Banda gaúcha (Região Metropolitana de Porto Alegre/RS) O Samba Tri é um trio musical que resgata o samba de raiz e o pagode tradicional em apresentações animadas. O repertório inclui clássicos de Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Fundo de Quintal, entre outros, com interpretações descontraídas que convidam o público a participar. O grupo se destaca por manter a essência das rodas de samba, celebrando a cultura popular com ritmo contagiante.Nome: Cristiano QuevedoBreve currículo: Artista gaúcho (Santana do Livramento/RS). Cristiano Quevedo é um dos grandes nomes da música regionalista gaúcha. Cantor, compositor e intérprete, tem mais de 20 anos de carreira celebrando as raízes da cultura campeira, com milongas, xotes, chamamés e poesias que retratam a vida no campo. Seu trabalho é reconhecido por manter vivas as tradições sulinas, levando a música do pampa para festivais, rodeios e palcos de todo o Brasil.Nome: Grupo Mas BahBreve currículo: Banda gaúcha (São Leopoldo). O Mas Bah é um grupo que traduz a irreverência do gaúcho em forma de música. Com um som que mistura rock, pop e pitadas de ritmos regionais, o grupo se destaca por letras bem-humoradas e apresentações que valorizam expressões e costumes típicos do Rio Grande do Sul. O repertório inclui composições autorais cheias de identidade, além de versões criativas de clássicos, sempre com arranjos animados que convidam o público a cantar e dançar junto. A Mas Bah tem como proposta aproximar a nova geração da cultura gaúcha, celebrando tradições com uma linguagem jovem, moderna e cheia de atitude.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.