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PRONAC 256348Projeto incluído em pauta para avaliação da CNICMecenato

Expressarte

INSTITUTO ECO AMBIENTAL E SOCIAL
Solicitado
R$ 984,4 mil
Aprovado
R$ 984,4 mil
Captado
R$ 187,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

19.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-03-01
Término
2027-03-30
Locais de realização (5)
Campinas São PauloItirapina São PauloMogi Mirim São PauloMogi das Cruzes São PauloSumaré São Paulo

Resumo

Realização de oficinas de grafite, voltada para a divulgação e execução do mesmo enquanto artes plasticas. Realização de oficinas de fotografia em escolas publicas como contrapartida social.

Sinopse

Não Aplicavel

Objetivos

Objetivo Geral: A oficina de Graffite tem como objetivo proporcionar aos jovens da comunidade um estudo de desenho, onde será abordado todos os elementos necessários para se chegar a técnica do graffite (estudo de cores e formas por exemplo). Também estará trabalhando o olhar dos jovens para o seu cotidiano, procurando fazer da oficina um observatório da comunidade,afim de valorizar a identidade local e ajudando na formação de cidadãos participativos. Somado a isso a descoberta das artes plasticas como ferramenta de conhecimento e envolvimento da comunidade. Tirar a mistica do graffiti como arte secundaria.Objetivo ESpecifica:=> Realizar cinco oficinas de grafite / Artes plasticas em cinco cidades diferentes, com a participação de no minimo 50 jovens por localidade=> Realizar aulas teoricas com os participantes do projeto sobre artes plasticas/ Graffite e seu reconhecimento enquanto arte no Brasil e no Mundo.=> Realização de cinco oficinas de fotografia com estudantes de escolas publicas com aulas teoricas e praticas e impressão do conteudo.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Serão alcançados os objetivos previstos no Artigo 3º da referida Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;, por meio da doação do acervo. O projeto preve duas ações relacionadas as artes plasticas: Uma é a desenvolvimento da grafitagem enquanto arte e outro são oficinas de fotografia para estudantes de escolas publicas. Todas as ações são gratuitas e abertas a comunidade. Neste sentido, o projeto traz um olhar circular nas ações culturais, levando em conta todos os aspectos do conhecimento e ação da cultura.

Estratégia de execução

Todos as ações e ferramentas serão disponibilizadas sem custos. O Propoente possui ampla capacidade na realização dos eventos

Especificação técnica

A execução da grafitagem será feita preferencialmente em muros e paredes publicas, com autorizações locais. Sua extensão será de no minimo 45 m².Antes de cada execução de oficina, haverá a preparação das paredes e tratamento para que haja uma maior durabilidade do resultado obtido no projeto.

Acessibilidade

OFICINAS DE GRAFITEO projeto é de caráter inteiramente gratuito, de acesso irrestrito e a seleção dos espaços de realização, obedece a critérios que privilegiam locais públicos com farta capacidade de acomodação e sempre que possível, dotados de planejamento arquitetônico voltados à acessibilidade. Outra medida prevista é a articulação com as prefeituras,na busca do publico mais adequado para o projeto. =>Aspecto arquitetônico - Os espaços utilizados são publicos. Estes espaços ja se encontram em sua maioria adaptados e de acordo com a legislação federal ou municipal. A escolha dos espaços seguirá este precedente, garantindo acessibilidade plena. =>Aspecto comunicacional ->Recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual - Haverá espaço para acomoda-los juntamente com seus tutores. O som será em volume reduzido em caso de presença deste publico =>Recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência auditiva - Será disponibilizado interprete de libras, caso haja participantes com esta necessidade. =>Recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência visual - Será disponibilizado serviço de audiodescrição em caso de necessidade. OFICINA DE FOTOGRAFIA =>Aspecto arquitetônico - Os espaços utilizados são publicos. Estes espaços ja se encontram em sua maioria adaptados e de acordo com a legislação federal ou municipal. A escolha dos espaços seguirá este precedente, garantindo acessibilidade plena.=>Aspecto comunicacional -Os oficineiros contratados deverão ser aptos em Libras para comunicação com os participantes que tiverem necessidades especias. Portadores de restriçoes motoras participam da oficina de forma normal em função do espaço publico (escola) de sua execução.

Democratização do acesso

Conforme a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 29, DE 29 DE JANEIRO DE 2026, estas são as ações a serem desenvolvidas no projeto para a democratização do acesso:Art. 42. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 41, caput, inciso III, desta Instrução Normativa, totalizando 20% (vinte por cento);III - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Considerando as premissas acima, declaramos que a garantia da democratização de acesso esta estabelecida tendo que em vista que todas as ações são gratuitas e abertas e a comunidade, sem nenhuma cobrança de ingressos. Outro aspecto, e que a propria comunidade vai poder usufruir do resultado, pois o mesmo se encontra em via pública. O público dos ações, serão mensurado através de fotos, além de declaração dos gestores do espaço de realização.

Ficha técnica

Instituto ECo Ambiental - Proponente - Será responsavel pela coordenação e execução do projeto, compra e contratos de produtos e serviços, organização das contrapartidas socias.Patricia Henrique - Coordenação do Projeto As rubricas "Custos de Administração" será executada diretamente pelo instituto. Outras rubricas, serão contratados profissionais no mercado. Paulo Reis - Consultor Tecnico Casa de Joana - Oficinas Juraci Moreira - Coordenador de CampoPatricia Henrique - Gestora e Produtora Cultural com sólida experiência na elaboração, planejamento, gestão administrativa, execução técnica e prestação de contas de projetos culturais e esportivos viabilizados por mecanismos de incentivo fiscal, com atuação destacada na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), ProAC e Leis de Incentivo ao Esporte (LPIE e LIE).Bacharel em Direito pela Universidade Anhanguera Educacional, com formação complementar em Direito Processual, Secretariado e Administração de Empresas. Possui experiência nas áreas administrativa e contábil, com domínio em controle orçamentário, conformidade fiscal, organização documental e acompanhamento financeiro de projetos incentivados. Atualmente exerce a função de Presidente do Instituto Eco Ambiental e Social (OSCIP), sendo responsável pela coordenação geral, gestão institucional, supervisão técnica, execução orçamentária, controle de contas vinculadas e acompanhamento de prestação de contas parcial e final junto aos órgãos competentes. Paulo Reis - Pós-Graduação em Comunicação e Marketing; Graduado em de Relações Públicas; Sólidos conhecimentos em marketing cultural, exercendo as funções de coordenador no âmbito cultural.Habilidade em liderar projetos culturais para apresentações em espaços abertos ou fechados. Experiência na coordenação de eventos, para realização de lançamentos de livros, exposições, vernissage, presentações teatrais e palestras culturais. Elaboração de projetos com o objetivo de exercer responsabilidade social, ambiental e cultural junto às empresas da região metropolitana de Campinas. Cursos de Aperfeiçoamento: Gestão e Marketing na Cultura; Palestras de marketing e gestão de pessoas; Workshop de Produção Audiovisual (Cinema e Vídeo); Gestão cultural, Elaboração de Projetos na formação especifica sobre projetos culturais, legislação e prestação de contas no Centro Cultural Casa de Joana em Hortolândia. Juraci Moreira - Jornalista, produtor e gestor cultural. Atuou em diversas organizações do terceiro setor. Atualmente participa da ONG de Arte, Cultura e Cidadania “Centro Cultural Casa de Joana”, onde coordena a produção de projetos e executa a administração geral. Coordenou inúmeros projetos de PROAC /SP em editais, Incentivo ICMS, projetos da Lei do Esporte e da Lei Rouanet. Atuou ativamente na Diretoria de Convênios e contratos da Prefeitura Municipal de Campinas, gerenciando o sistema de convênios federais – SICONV. Em 2012 prestou consultoria na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) a área de convênios públicos estaduais, federais e leis de incentivo. Possui especialização em cursos promovidos pela UNIBAN/Sindicato dos Jornalistas , Museu da língua portuguesa em São Paulo, Caixa Econômica Federal e Orzil. Fez a coordenação de todas as Mostras NaLona realizadas. Centro Cultural Casa de Joana - O Centro Cultural Casa de Joana nasceu da necessidade que artistas da cidade de Hortolândia sentiam de contribuir com o fomento da produção Cultural local, estadual e nacional, através da criação e manutenção de um espaço cultural para realização de oficinas, eventos direcionados a comunidade e produção de espetáculos teatrais, usando a cultura como ferramenta de geração de renda e desenvolvimento da comunidade através da economia criativa. Desde 2006 a entidade conta com a participação voluntária de artistas de vários segmentos, que oferecem oficinas para a comunidade, Saraus culturais, eventos gastronômicos e literários, entre outros. O espaço oferece oficina de iniciação teatral, música, dança e cursos de cinema, radio e gestão cultural, em sua maior parte gratuito e aberto a comunidade. Além das oficinas a casa realiza saraus, onde artistas locais e convidados se apresentam gratuitamente para toda a comunidade. Em 2010 a casa abriu espaço para o encontro "Acesso a Cultura Pela Sociedade", promovido pelo Ministério da Cultura, com apoio da Casa de Joana para debater o projeto de alteração na Lei de Direito Autoral no Brasil. Em 2011 apoiou e deu suporte a realização do 3º Fórum Paulista de Teatro do Interior, com presença de cerca de 60 grupos do estado de São Paulo. Ainda em 2011, a Biblioteca da casa foi contemplada pelo Edital 03/2011 da Biblioteca Nacional para aquisição de acervos. O espaço de leitura já conta com um número de exemplares totalmente montados com doações da comunidade, e membros da casa, tendo, portanto um dos maiores acervos de livros relacionados à arte. O Centro Cultural Casa de Joana, já apoiou a montagem de 14 espetáculos, com circulação nacional e mais de 450 apresentações gratuitas em cerca de 25 cidades. O Centro Cultural Casa de Joana também produz audiovisual, com artistas ligados a casa e convidados. Desde 2010 já produziu cerca de dez vídeos, entre curtas, animação e médias metragens. A Casa de Joana realiza anualmente a “Mostra Nacional de Teatro NaLona”, que reúne grupos do brasil inteiro em dez dias de apresentações, oficinas, e eventos abertos a comunidade de forma gratuita. Realizou um projeto com a terceira idade de Sumaré/SP onde resultou um espetáculos teatral construído a partir da história de vida dos idosos. Desenvolveu dois projetos importantes para geração de renda, sendo um a escola de Cinema e Comunicação, com cursos de direção, fotografia, roteiro, iluminação etc.. e outro o Centro de artes, escola de Teatro, dança e música gratuita que atende toda a comunidade. Foi vencedora do edital Nacional de ocupação do Céu Das Artes, tendo sido contemplado pela Funarte com uma das maiores notas. A Casa de Joana também esteve presente em Bragança Paulista/SP, Extrema/MG e Hortolândia/SP onde realizou trabalho de suporte ao desenvolvimento do Plano Municipal de Cultura e adequação ao Plano Nacional de Cultura. O Centro Cultural Casa de Joana é reconhecida de utilidade pública municipal desde o ano de 2011.

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.