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PRONAC 256372Autorizada a captação total dos recursosMecenato

QUEM TE FAZ RIR

MP2 PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 930,7 mil
Aprovado
R$ 930,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-06-01
Término
2027-08-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

No começo do mundo, os homens não sabiam rir. Foi a primeira gargalhada que separou em definitivo os seres humanos dos outros animais. QUEM TE FAZ RIR revira o imaginário do povo brasileiro em busca dos personagens que ao longo da nossa história, são motivo de piada. No Brasil, a teoria se confirma através de um universo interminável de piadas de conhecimento geral, passadas de geração em geração, que atacam dez personagens em específico: o português, a loira, o negro, a sogra, o malandro, o gaúcho, o baiano, o corno, o caipira e o argentino. Todos eles projetam características bem definidas no imaginário do brasileiro comum. O português é burro, o baiano é preguiçoso, o gaúcho é afeminado _ aprendemos a rir disso, mesmo que não corresponda com a realidade. Partindo desses dez protagonistas é possível mapear, através do humor, rusgas e rachaduras históricas na formação cultural do nosso país.

Sinopse

QUEM TE FAZ RIR elege dez personagens, que representam grupos específicos dentro da sociedade, como ponto de partida para um documentário investigativo. As principais vítimas do humor popular - o português, a loira, o negro, o corno, o baiano, o malandro, o gaúcho, a sogra, o caipira e o argentino – serão conhecidas muito além do riso e do estereótipo proposto pelas piadas. O objetivo é explorar o vasto terreno do humor, visando não ao riso, mas à reflexão sobre a natureza do riso e sobre o ser humano que está do outro lado da piada. O documentário será divido em segmentos que tratam de pontos de vista radicalmente diferentes. Primeiro, a anedota é apresentada por um contador “amador” ou posta em cena por atores, em uma interface entre documentário e ficção, diante de uma plateia variada, composta por sociólogos, representantes dos grupos de direitos humanos, pelos próprios alvos das piadas e pela voz do povo. Em seguida, a câmera se desloca do estúdio para as ruas: buscando no mundo a origem da piada, os lugares por onde ela passa (um bar, um subúrbio, um colégio, uma pracinha de cidade pequena, um prostíbulo, um bloco de carnaval, um show de stand-up comedy, etc.) e também quem tenha algo a acrescentar sobre ela (os que contam, os que ouvem, os que riem, os que estudam os chistes fora das rodas populares, na universidade), ao som de clássicos da música popular que abraçam todos os estereótipos nacionais. Enquanto isso, o público conhecerá, alternadamente, depoimentos das personalidades que escutaram a piada em primeira mão, ainda no início do programa. Em um debate livre, pesquisadores, figuras públicas, humoristas e apreciadores do humor trocam opiniões e histórias, com resultados frequentemente surpreendentes. Já em um último momento, a situação se inverte: é hora das vítimas se colocarem diante da piada e de uma questão ainda maior – há limites para o humor? QUEM TE FAZ RIR se aproxima de um tema inusitado munido das ferramentas ideais fornecidas pelo documentário contemporâneo. O filme propõe variados recursos de abordagem – encenação, entrevista com pessoas comuns, depoimentos de autoridade (historiadores, pesquisadores, humoristas), visita a locais de interesse, narração de passagens emblemáticas do nosso processo de formação histórica e ideológica, material de arquivo e iconografia correlatos – e, dessa maneira, abre para o audiovisual um universo de possibilidades tão amplo (ou quase tão amplo) quanto o repertório de anedotas que povoam o imaginário do povo brasileiro. QUEM TE FAZ RIR é uma documentário que reúne características informativas, investigativas e também performáticas. Por isso, o projeto conta com uma malha de referências, tanto do cinema quanto da televisão e da internet, que apontam em direções divergentes para atender as diversas necessidades desse produto em especial. Trata-se de um filme híbrido, que concilia interesses variados. Primeiro será selecionado para o público um certo recorte de anedotas de origem popular. O modo como elas serão apresentadas ao espectador é, assim como na vida, por meio de um interlocutor. Seja ele um piadista de porta de botequim ou um humorista profissional, o mais importante é deixar que a anedota em si, feita apenas com palavras, ganhe uma presença quase material na imagem. São nossas referências para as encenações: os poemas e as músicas de Vinícius de Morais conforme são declamados no documentário Vinícius de Miguel Faria Jr.; a simplicidade e o despojamento com que a obra poética de Carlos Drummond de Andrade foi abordada no DVD comemorativo Consideração do Poema, dirigido por Gustavo Rosa de Moura e produzido pelo Instituto Moreira Salles (os vídeos separadamente foram, mais tarde, disponibilizados na internet); a sutil construção do humor ou, pelo menos, do timing cômico no documentário de leituras (o vento lá fora), de Marcio Debellian. QUEM TE FAZ RIR também propõe uma investigação teórica a respeito do humor popular. Nessa busca, encontra pessoas, escuta conversas e visita lugares que nos ajudam a entender a origem e o pensamento por trás das anedotas que se perpetuaram no imaginário do brasileiro comum. Quando a câmera vaga pela cidade, procurando erraticamente seus personagens, o documentário A Opinião Pública, de Arnaldo Jabor, é uma grande referência. Assim como, durante as entrevistas com pessoas comuns, não é possível perder de vista o trabalho de Eduardo Coutinho, em filmes como Edifício Master, O Fim e o Começo e sua obra-prima final As Canções. Por outro lado, a maneira como o filme lida com a história do Brasil – através de documentos de época e imagens de arquivo – é inspirada no “realismo fantástico”, por assim dizer, de Nós que Aqui Estamos por Vós Esperamos, um filme de ficção de Marcelo Masagão, feito apenas com material de acervo. Se a palavra do historiador estará fundamente ancorada na sua pesquisa, o que dá estofo ao depoimento da autoridade, as imagens de arquivo serão ilustrações com menos compromisso de fidelidade, trazendo um lado lúdico e bem-humorado ao exercício do documentário.

Objetivos

Objetivo Geral O que faz o ser humano rir? O humor está conectado com o processo histórico vivido em sociedade. Homens e mulheres riem das transgressões _ às autoridades, ao bom gosto, aos valores morais de seu tempo _ principalmente quando tais transgressões não representam ameaça à sua visão de mundo. O humor é um retrato do outro, mas pode ser, ao mesmo tempo, um autorretrato de um povo e de um país. No Brasil, um repertório inesgotável de piadas ataca um pequeno grupo de personagens: a loira, a sogra, o argentino, o baiano, o caipira, o corno, o gaúcho, o malandro, o negro e o português. Todos eles projetam ideias distorcidas no imaginário popular. O português e a loira são burros, o baiano é preguiçoso, o gaúcho é afeminado, o negro é inferior ao branco... Tais imagens parecem estar à serviço da manutenção de uma sociedade na qual a figura do homem branco urbano heterossexual é central. Grupos minoritários _ mulheres, população LGBTQ, comunidade negra -tornam-se alvo por incomodar o status quo. Quem te Faz Rir é um documentário sobre a relação entre humor e preconceito social na formação da identidade brasileira, tendo como pano de fundo um país cada vez mais pautado por extremos. O projeto tem como objetivo geral, e estimamos extremamente pertinente, dar visibilidade aos preconceitos que permeiam a sociedade brasileira e ainda problematizar as questões que se encontram naturalizadas na nossa forma de enxergar e conviver com o outro. Objetivo específico QUEM TE FAZ RIR é um documentário que tem como seu principal objeto um patrimônio imaterial: as anedotas que nos contam o Brasil. Quem as inventou e quem as mantem vivas hoje? O que pensam as minorias frequentemente atingidas por elas? De onde partem e para onde vão as piadas? Qual é a face do humor num país de tantos rostos e tantas vozes como o nosso? Em busca de respostas, QUEM TE FAZ RIR vai das universidades às pracinhas de cidade pequena, da cultura letrada à voz popular, e, nesse caminho, faz descobertas sobre o Brasil de ontem, de hoje, de sempre. QUEM TE FAZ RIR é um documentário sobre a origem, os contadores e os principais personagens que, no Brasil, mantêm viva a tradição popular da piada. Muito se pensa a respeito de preservar a memória dos povos que não deixam nada escrito para as gerações vindouras. Todo um universo de cerimônias, histórias e costumes _ tantas vezes exóticos aos olhos de quem tenha crescido perto dos centros urbanos _ corre o risco de desaparecer, principalmente por ter na palavra sua tênue linha de sobrevivência. No entanto, os mitos e as lendas indígenas ou mesmo o folclore, diferente em cada região do país, não são a única expressão da nossa memória oral. Contadas nas casas de família, nas ruas e em qualquer lugar, as anedotas também representam, à sua maneira, uma leitura de mundo popular. Se lidam com preconceitos ou ajudam a formá-los, as piadas também nos permitem ter acesso a uma "caixa preta": o inconsciente coletivo do povo brasileiro. O projeto é composto por um documentário média metragem que se destina aos canais fechados de televisão, mas também contempla um trabalho educativo em dez escolas públicas de ensino médio, onde será trabalhado o conteúdo junto aos alunos com a presença de multiplicadores formados por nossa equipe que expandirão o trabalho para outras escolas sob nossa supervisão, assim o nosso objetivo é discutir os preconceitos embutidos na "inocente linguagem cotidiana ". Além do documentário teremos ainda os seguintes materiais: 1- Um DVD terá o filme em sua totalidade e ainda alguns extras que facilitem e esclareçam o trabalho dos multiplicadores. 1000 unidades. 2- A publicação terá como conteúdo principal as partes mais relevantes de cada subtema e ainda guia que ajudará aos multiplicadores o trabalho nas escolas e ainda a tirar o melhor partido do material. 1000 unidades.

Justificativa

QUEM TE FAZ RIR aborda temas urgentes, como liberdade de expressão, direitos humanos, discurso de ódio, discriminação e representatividade, o documentário articulará uma grande diversidade de materiais. Além de depoimentos de personalidades, entrevistas de rua, esquetes de humor, memes e vídeos das redes sociais, material iconográfico histórico e, sobretudo, notícias do Brasil atual darão relevância ao debate. Atualmente, tanto o politicamente correto quanto os discursos de ódio dominam as redes sociais e a mídia. O humor se vê limitado pelo ativismo, que reconhece nas piadas um braço do preconceito, e pelos setores conservadores da sociedade, que desejam criminalizar quem faz graça com suas figuras de culto. Por um lado, a militância exige posicionamento frente às pautas contemporâneas. Por outro, políticos e religiosos tentam proibir que os comediantes do Porta dos Fundos retratem Jesus como um homem gay, levando a questão dos limites do humor à esfera da justiça. Se somos todos iguais, por que rimos de coisas diferentes? A resposta está o tempo todo ao nosso redor. O humor é também uma construção de cada sociedade e fruto do processo histórico vivido por seus habitantes. Por isso, o humor é um relato sobre o outro: sua matéria-prima está, sobretudo, nas caricaturas e nos preconceitos fundamente plantados na história das nossas sociedades. No Brasil, a teoria se confirma através de um universo interminável de piadas de conhecimento geral, passadas de geração em geração, que trazem os mesmos personagens: o português, a loira, o negro, a sogra, o malandro, o gaúcho, o baiano, o corno, o caipira e o argentino. Partindo desses dez protagonistas, que refletem muito do nosso quadro social, o que podemos descobrir sobre o Brasil? QUEM TE FAZ RIR fala do nosso tempo, mostra um Brasil atual, contemporâneo, e traz à tona algumas das questões mais pertinentes que estão ao nosso lado. As justificativas são inúmeras, a pertinência do projeto também, esperamos realizá-lo e contribuir com o avanço do pensamento sobre nós mesmos.

Especificação técnica

Produto principal: Filme documentário de 70 minutos, colorido, áudio 5.1, finalizado em FULL HD; Produto secundário 1: DVD contendo o filme documentário para distribuição gratuita; Produto secundário 2: Livro encarte de 80 páginas capa dura, folhas de 90 g/m², tamanho A-4+ 22,2 x 29,7 cm, papel 100 % celulose de madeira.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: A pré-estreia do documentário deverá ocorrer na cidade do Rio de Janeiro, em locais a serem definidos, contemplando salas de exibição comercial e auditórios, de fácil acesso a toda a população, equipados com rampas e elevadores para receber idosos, pessoas com mobilidade reduzida e deficientes físicos. Também as ações paralelas de formação de público serão realizadas em espaço acessíveis. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O documentário em média-metragem contará com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em libras, ampliando o público que poderá ter acesso e usufruir da obra. As ações de formação de plateia, reunindo educadores e os produtores da obra, desenvolverão atividades que incluam o público com deficiência cognitiva, apresentando o produto e o tema do projeto de maneira acessível também a esse grupo e tornando o conteúdo da proposta um bem a ser usufruído por todos. A proponente se compromete a apresentar informações sobre acessibilidade em todo o material de divulgação, orientado o público com necessidades especiais de que maneira será possível usufruir do projeto.

Democratização do acesso

1- Participação em festivais nacionais e internacionais 2-Veiculação em canais fechados, tais como, Canal Curta, Canal Brasil, Tv SESC, Cinebrasil, TV,Prime box e outros. 3- Veiculação nas plataformas de streaming, Netflix, Tamanduá, Looke, Amazon, UOL, etc. 4- Veiculação livre no Youtube 5-Amplo trabalho em escolas de ensino médio do município do Rio de Janeiro (públicas e privadas), exibindo o filme e promovendo debates, estimamos trabalhar inicialmente com 30 escolas. 6- Os debates realizados com as 30 primeiras escolas serão acompanhados por alunos multiplicadores que serão responsáveis cada um por promover mais debates em pelo menos 3 escolas, eles serão formados por nossa equipe. 7- Será distribuído a cada turma participante do programa um livro guia e um DVD com o filme.

Ficha técnica

A MP2 Produções será a responsável pela coordenação geral de todas as etapas administrativas do projeto desde a captação até a prestação de contas. Estará ainda atenta para que toda a proposta seja criteriosamente executada. Com grande experiência no setor de produção cultural estamos certos da boa execução e do êxito da empreitada. Aída marques terá como função a coordenação geral do ponto de vista artístico, cineasta premiada diversas vezes, responsável por projetos de filmes didáticos, exposições culturais, programas de televisão caberá a ela a responsabilidade por todos os produtos e pela adequada e eficiente aplicação aos diversos públicos. DIRETORA Aída Marques Cineasta e produtora com mais de 30 anos de carreira. Entre seus trabalhos estão: Expedito, Em Busca de Outros Nortes (2006), ganhador da Margarida de Prata - CNBB, Melhor Filme na Mostra Internacional do Filme Etnográfico, exibido no Festival do Rio, Mostra de Cinema de SP, Festival Autres Brésils , Abdias Nascimento (2011), exibido no Festival do Rio, e Trágicas (2019), lançado no Festival de Tiradentes e premiado no Festival El Ojo Cojo (Espanha). Foi idealizadora das exposições Expo(r) Godard (Oi Futuro), sobre o lendário cineasta francês, ícone da Nouvelle Vague, Vistas Lumière (Correios), trazendo pela primeira vez ao Brasil parte da coleção de filmes dos Irmãos Lumière, e da oficina de crítica cinematográfica Questão de Crítica (Caixa Cultural). Em 2007, publicou o livro Ideias em Movimento, referência no ensino de cinema no Brasil. recentemente, dirigiu a série Onde a Beleza Está (Canal Curta!) e prepara com Ivelise Ferreira um documentário sobre Nelson Pereira dos Santos ROTEIRISTA ROTEIRO| BERNARDO FLORIMBacharel em Cinema (UFF) e Mestre em Mídia Criativa(UFRJ), Bernardo Florim é roteirista, conhecido pelosdocumentários Missão 115, de Silvio Da-Rin, exibido noFestival É Tudo Verdade e lançado nos cinemas em 2018;Seu Nelson O Cinema e a Vida (co-produção Canal Brasile Globo Filmes); Trágicas, lançado no Festival deTiradentes; e pela série Onde a Beleza Está (2019), exibidano Canal Curta! Seu primeiro roteiro de ficção, AvenidaBeira-Mar, recebeu o Prêmio FRAPA de Melhor Roteiro deLonga-Metragem, o Prêmio Cabíria e foi um dos dez pro-jetos selecionados pelo Laboratório Novas Histórias2018. Seu segundo projeto de ficção, Animais da Noite,será distribuído pela O2 Filmes. Bernardo já lecionouroteiro na UFF, UFRJ e diversas unidades do SESC Rio,além de compor a comissão de seleção de projetos doSESC Argumenta e do SESC Novas Histórias. Comodramaturgo, é o único autor a ser 4 vezes indicado aoSeleção Brasil em Cena. Suas peças circularam porCCBBs do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. DIRETOR DE FOTOGRAFIA Tiago Scorza, formado em Cinema pela UFF, atua no mercado audiovisual como diretor de fotografia e operador de câmera. Fotografou, entre outros, o longa metragem Copa 181 (2016), o especial para tv Manual Prático da Melhor Idade (TV Record-2014), os premiados curtas O nome do dia (2014) e Hooji (2012), todos de ficção, e os documentários de longa duração Vidas Extraordinárias (2016), Luto como Mãe (2010), L.A.P.A. (2008) e Memória para Uso Diário (2008). Operou câmera para séries televisivas como Detetives do Prédio Azul (Canal Gloob-2012/2013), 220 volts (Multishow-2012), Gentalha (Canal Brasil-2013), Vou rifar meu coração (Canal Brasil-2013) e algumas campanhas eleitorais. Por fim, realizou inúmeras filmagens e coberturas de encontros, eventos, seminários, festivais e palestras, além de gravações de vídeos institucionais, corporativos e para web. DIRETOR DE PRODUÇÃO Martha Ferraris Diretora de produção carioca com mais de 30 anos de experiência, atua em vários setores da produção audiovisual. Em TV, produziu séries como Estados da Arte (2018) e Cidades Possíveis (2020) para o canal Curta!, Saideira (2016) para o Canal Brasil, Casa Brasileira, Arte Brasileira e Morar (2014) para GNT A justiceira, primeiro seriado em 35mm, com direção geral Daniel Filho (1996) para a Central Globo de Produção, e os documentários Gold Diggers para o Discovery Channel inglês, À procura de orfeu negro para a TV francesa Arté, e Justiça para a TV holandesa, entre outros. No cinema produziu curtas-metragens como O cabeça de Copacabana (2000), Rosane Svartman, Palace 2 (2003), de Fernando Meirelles, além de longas metragens documentais e ficção, entre eles Missão 115 (2018), Silvio Da-Rin, Em Três Atos (2015), A memória que me contam 2011 e Maré, nossa história de amor (2007) de Lúcia Murat, O sonho de Rose 10 anos depois (1997), de Tetê Moraes e Bendito fruto 2004 de Sérgio Goldenberg PRODUTOR EXECUTIVO Andréa Camargo Como Produtora Executiva: A vida e a Dança de Angel Vianna Longa metragem documentário Direção de Cristina Leal Atualmente em finalização Lançamento previsto em setembro de 2018, Expo(r) Godard - Exposição multimídia com ênfase audiovisual realizada no Centro Cultural Oi Futuro Flamengo 2013, Vistas Lumière - Exposição multimídia com ênfase audiovisual realizada no Centro Cultural Correios RJ 2015, Era uma vez (Le Fresnoy em Brasil) Exposição multimídia com ênfase audiovisual realizada no Oi Futuro Ipanema 2011 Como Produtora Cultural: MPB de Câmara A Canção Brasileira - Longa metragem - Documentário – Direção Walter Lima Jr. 2011, Abdias Nascimento - Longa metragem Documentário - Direção Aída Marques 2011, Velhas guardas - Longa metragem Documentário - Direção Joatan Berbel 2009 MONTADOR Luiz Guimarães de Castro (Mineiro) Premiado nos maiores festivais do Brasil, entre eles Gramado e Festival de Brasília. Como diretor, ganhou prêmios por seus filmes Babaú na Casa do Cachaça e Eu sou assim em diferentes festivais nacionais. longas-metragens: 2010 ELVIS E MADONA, ficção de Marcelo Laffitte O ÚLTIMO ROMANCE DE BALZAC, documentário de Geraldo Sarno 2011 ABDIAS DO NASCIMENTO, documentário de Aída Marques. 2012 MPB DE CÂMARA, documentário musical de Walter Lima Jr. 2015 ÍDOLO, documentário de Ricardo Calvet 2016 MULHERES NO PODER, ficção de Gustavo Acioli 2018 ANJOS DE IPANEMA, documentário de Conceição Senna. A IDADE DA ÁGUA, documentário de Orlando Senna. 2019 TRÁGICAS, documentário de Aída Marques. NOTAS PARA PAIXÃO/PASSION, documentário de Aída Marques. SOL DA BAHIA, documentário de Orlando Senna. LONGE DO PARAÍSO, ficção de Orlando Senna.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.