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O projeto trata da produção do média-metragem"Humanitech: uma revolução cultural" (40 minutos, linguagem documental, formato digital Full HD), que investiga como as novas tecnologias e a transformação digital estão mudando as experiências humanas e a relação entre as pessoas - uma revolução que está apenas começando e precisa ser melhor compreendida, para que possamos colocá-la a serviço da vida e das pessoas. Terá distribuição gratuita pelo Youtube.
O média-metragem "Humanitech: uma revolução cultural" mostrará como as novas tecnologias e a transformação digital estão mudando as experiências humanas e a relação entre as pessoas, entrando em profundidada em alguns temas: - Amor: Há décadas a ficção retrata histórias de amor entre homens e máquinas - “Mulher nota 1000”, “Blade Runner” e “Ela” narram o imaginário popular - que nem é tão imaginário assim. No Japão, Senji Nakajima, de 61 anos, deixou esposa e dois filhos para viver com Saori, uma boneca de silicone. Autor de “Amor e sexo com robôs”, David Levy diz que acredita que o casamento entre pessoas e máquinas será considerado legal em alguns países em torno de 2050. Também há quem esteja encontrando o amor na inteligência artificial. Chatbots como o Replika prometem criar "a melhor versão de um amigo" e mimetizar a fase do apego de um relacionamento humano, agindo como parceiros leais e previsíveis. Isso começa ser realidade somente após 10 anos de lançamento do pioneiro Tinder, que normalizou, junto de outros tantos aplicativos semelhantes, os relacionamentos digitais. O avanço da inteligência artificial no campo dos relacionamentos está desligando as pessoas delas mesmas? As relações com máquinas, ou os relacionamentos virtuais, são refúgios da realidade? Desvio patológico? Podem constituir amor genuíno? Ou tudo não passa de uma perigosa ilusão? - Fé: O templo de Kodaiji, em Kyoto, no Japão, “contratou” um andróide de mais de 1 milhão de dólares para atrair os jovens. O robô "nasceu" na Universidade de Osaka para propagar os sermões dos Sutras do Coração em japonês, com versões traduzidas para inglês e chinês. Missas e cultos online ajudaram a manter as pessoas conectadas com sua espiritualidade quando elas mais precisavam. E teve igreja que não precisou fechar suas portas com a pandemia, pois, na realidade, elas nunca tinham sido abertas. É o caso da VR Church, igreja em realidade virtual criada pelo pastor DJ Soto. Já o aplicativo Tree of Life AR, lançado pela Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias, utiliza realidade aumentada para aproximar os membros - principalmente crianças e jovens - dos ensinamentos das escrituras. A Umbanda EAD, plataforma online criada em 2006 para disseminar os conhecimentos da umbanda, propagou os conhecimentos sobre a religião de raízes africanas para mais 40 mil alunos em 15 anos. E tem AI substituindo o padre no serviço na igreja e escrevendo sermão, uma oração coletiva e até música para um culto na Alemanha. O quão estranho tudo isso pode parecer para a tradição da fé, presente desde os primórdios da humanidade? - Luto: De auxílio nas tarefas burocráticas que envolvem o falecimento a novas formas de eternizar memórias nos túmulos, as "death techs" levam a transformação digital a um setor que não é para qualquer um - e ajudam a resolver problemas que ninguém tem estômago para cuidar. Tornar os túmulos verdadeiros memoriais é a proposta da QR Memories, criada em 2012 no Reino Unido. A pessoa faz a leitura de um QR Code colocado no túmulo, acessando fotos e até músicas preferidas da pessoa homenageada. Até aí, tudo bem. Mas esse conceito está indo além. A realidade virtual imersiva, combinada com estimulação multissensorial, permitirá a interação visceral com pessoas amadas que partiram. Chatbots hiper realistas, como o Project December, usam ainda a IA para emular conversas com os mortos. Estamos criando novas formas de viver o luto ou de escapar dele? Viveremos para sempre no mundo virtual?
Objetivo Geral A tecnologia invadiu mais do que nossa rotina; ela se infiltrou em nossa humanidade. Essa é uma revolução cultural que tem impactos na forma como vivemos, trabalhamos, amamos, acreditamos e até lidamos com o luto. Assim, o documentário média-metragem "Humanitech: uma revolução cultural" mostrará as mudanças que já estão presentes na vida das pessoas e as que devem emergir em um futuro não distante. Trata-se de um ponto de ruptura na história humana, disso não há dúvidas, e é preciso entender melhor para onde essa transformação irá nos levar. Queremos que este projeto expanda esse conhecimento de forma leve, simples e acessível, empoderando as pessoas para que elas decidam de que maneira vão lidar com essas novas possibilidades. O tema está profundamente conectado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, onde há metas específicas relativas às tecnologias da informação e comunicação, incluindo objetivos ligados à saúde e ao bem-estar. Só que tais conceitos acabam limitados a uma discussão exclusivamente técnica, enquanto a transformação digital é, na verdade, um fenômeno cultural. Explicaremos esse ponto no documentário. Vamos investigar: que tipo de hábitos e rotinas estão nascendo? Essas práticas estão forçando as pessoas ao isolamento e à solidão? Que outras formas de confusão e escassez, mas também de união, prazer e abundância, podemos descobrir? A tecnologia será parte de nós ou seremos nós parte da tecnologia? Objetivos Específicos - Produzir o documentário (média-metragem) de 40 minutos- Contar histórias que mostram, na prática, como a tecnologia mudou a relação das pessoas com o amor, a fé, o trabalho, a morte- Mostrar como essas experiências estão remodelando a cultura de nossa sociedade, independentemente de origem e classe social- Distribuir gratuitamente o filme pelo Youtube- Atingir uma audiência de ao menos 200 mil expectadores, via ações de divulgação de naturezas orgânicas e inorgânicas (impulsionamento, ads)
A transformação digital é um fenômeno multifacetado que está impactando todos os setores da economia. A Oxford Economics aponta que a economia digital irá representar 24,3% do PIB global até 2025. Essa tendência se fortalece com a expansão da conectividade e das formas de extrair dados do mundo, com o desenvolvimento de dispositivos que se plugam ao nosso corpo e se tornam parte dele, com uma experiência virtual que transcende as limitações humanas. A economia não é apenas uma ciência teórica, é uma ciência social - nós estamos dentro dela. Por isso, falar sobre tecnologia e economia digital é formular o que nos tornaremos, em um futuro breve, à medida que paradigmas fundamente humanos se transformam. Conectar a inovação e os avanços tecnológicos à nossa forma de viver é, portanto, inevitável. Porém, está longe de apresentar obviedades. O documentário Humanitech vem para desenvolver essa ideia, evidenciando alegrias, dores e dilemas de nossa época. A obtenção dos recursos via lei de incentivo é essencial para a realização da obra, uma vez que ela não possui caráter comercial. Além disso, a produção do filme via investimentos convencionais seria bastante dificultada, em função do alto valor que representa uma produção audiovisual de qualidade. A obra foi desenhada para contribuir com a produção cultural e artística brasileira, estando em consonância com os seguintes incisos presentes no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac): Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Plano de divulgação: - Contratação de assessoria de imprensa - Criação de canais diretos do projeto nas mídias sociais (Youtube, Instagram, TikTok) - Contratação de profissional de social media para produção de conteúdo de divulgação - Investimento em campanhas pagas (anúncios, influenciadores e demais ações publicitárias)
Média-metragem documental Duração estimada: 40 minutos Classificação livre
Acessibilidade física: não pertinente ao produto. Acessibilidade para deficientes visuais: narrador de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: legendagem.
Não há fins comerciais nesse projeto. O produto cultural será disponibilizado de forma totalmente gratuita e sem interrupção em plataforma aberta - Youtube. Também é importante que o vídeodocumentário em si faça uso de uma linguagem simples e acessível, especialmente se tratando de um tema que permeia tecnologia, que geralmente é abordada de uma maneira muito técnica.
Proponente - Essensea Mkt de Conteúdo Ltda ME - vai realizar a coordenação geral e administrativo-financeira do projeto A coordenação do projeto é de Silvia Noara Palladino de Souza, sócia-proprietária da agência essense, que soma produção de livros-reportagens, biografias, perfis, webséries e podséries, curadoria de conteúdo de grandes eventos e outros projetos de conteúdo em texto e mídias sociais em geral. Ela é jornalista especializada em narrativas de não-ficção, com pós-graduação em Escrita Criativa pela Universidade de Berkeley, na Califórnia, e tem mais de 20 anos de atuação na área literária. É autora de três biografias de empresários brasileiros e editora de outras obras do gênero. Ainda como jornalista, tem o mesmo tempo de atuação no mundo da tecnologia, tanto como repórter quanto editora, acompanhando a revolução tecnológica das últimas duas décadas. Ela cobriu diversos eventos de tecnologia na América Latina, Estados Unidos e Europa, e colaborou com veículos setoriais e da grande mídia, como Folha de S. Paulo. Já a direção do filme será de Lucas Chimento Mendes. Diretor e Roterista formado pela FAAP com certificado de curso presencial de Robert Mckee, é diretor publicitário há mais de 10 anos, fazendo campanhas de grandes marcas nacionais e internacionais. Tem 2 shortlist em Cannes no currículo das campanhas “torneirinha da Kaiser” e “ Uber 6 estrelas”. Sócio da Ultra Filmes ( www.ultrafilmes.com.br) uma produtora conceituada no mercado publicitário brasileiro, assina campanhar mundiais da Nivea, Uber, Hyundai e muitas outras. Como roteirista vendeu uma série original chamada Burnning Rio para a Village Roadshow, contribui para o longa Amores Imperfeitos de Marcio de Lemos, participou da produção de 2 longa metragens indianos e também atuou como colaborador do roteiro American Sicario. Filmes em destaque: Netflix – Campanha de lançamento da Série Arcane para a Netflix, com a agencia Wunderman Boticário – Campanha Nacional para a Boticário Uber – Campanha para o projeto 6 estrelas da Uber, entrando no shortlist de Cannes Sthorm – Camapanha para a Startup de impact Sthorm. Roteiro, direção e finalização pela Ultra Filmes (informações completas em documentos anexos neste projeto)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.