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PRONAC 256378Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Curta Café - Encontro de Cinema do Sudoeste de Minas

DGT FILMES LTDA
Solicitado
R$ 324,7 mil
Aprovado
R$ 324,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-10-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (1)
Nova Resende Minas Gerais

Resumo

O projeto Curta Café - Encontro de Cinema do Sudoeste realizará uma mostra gratuita em Nova Resende, MG, com exibição de curtas-metragens e realização de oficinas de audiovisual para jovens, no centro e na periferia da cidade. Serão produzidos 2 curtas-metragens durante as oficinas, exibidos na cerimônia de encerramento. Todas as atividades contarão com estrutura do Cinesolar, promovendo acesso, formação e sustentabilidade.

Sinopse

1. Mostra de Curtas-Metragens – Curta CaféConteúdo: Exibição de curtas-metragens de realizadores independentes de Minas Gerais e São Paulo, com diversidade de gêneros, temas e formatos. Inclui uma sessão especial infantojuvenil e rodas de conversa entre realizadores e público ao final de cada sessão. Classificação indicativa: Livre (com atenção à curadoria da sessão infantojuvenil).1.2 Cerimônia de Encerramento com PremiaçãoConteúdo: Evento de encerramento com exibição dos curtas produzidos nas oficinas e do curta vencedor da mostra, entrega de prêmios, agradecimentos aos participantes e parceiros, seguido de coquetel de confraternização.Classificação indicativa: Livre2. Oficinas de Audiovisual para Jovens (a partir de 15 anos)Conteúdo: Atividades formativas voltadas à introdução prática no universo do cinema, abordando roteiro, direção, fotografia, som e edição. Durante as oficinas, os participantes realizarão dois curtas-metragens com orientação de profissionais da área. Classificação indicativa: 15 anos3. Produção de 2 Curtas-Metragens ColetivosConteúdo: Filmes produzidos pelos alunos das oficinas durante o evento, com temáticas livres e orientação técnica da equipe formadora. Serão exibidos na cerimônia de encerramento e posteriormente disponibilizados online.Classificação indicativa: A definir conforme os conteúdos abordados pelos participantes, com recomendação inicial Livre ou 10 anos.

Objetivos

Objetivo GeralPor meio do curta-metragem, jovens cineastas têm a oportunidade de ingressar no universo do cinema, explorando novas linguagens, indicando tendências e consolidando suas visões sobre arte e cultura. Em todo o mundo, festivais de curta-metragem revelam talentos emergentes e são reconhecidos como espaços de formação das futuras gerações de realizadores.Além de contribuir diretamente para a formação desses jovens, os festivais exercem dois papéis fundamentais: promover o intercâmbio cultural, ao reunir realizadores de diferentes regiões, e aproximar o público dos artistas, uma vez que um dos pilares do evento é proporcionar a participação presencial dos cineastas responsáveis pelos filmes exibidos.Objetivo específico1) Produto: Festival Audiovisual- Exibir 16 curtas-metragens produzidos em diversas regiões dos estados de Minas Gerais e São Paulo, utilizando a infraestrutura do Cinesolar, promovendo o acesso à cultura por meio de tecnologia limpa e sustentável;- Exibir os dois curtas produzidos durante as oficinas, valorizando a produção local e o protagonismo juvenil;- Premiar o melhor curta-metragem do evento com base no voto popular, incentivando a participação ativa do público.2) Produto: Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual- Realizar seis oficinas de produção cinematográfica, sendo três no centro e três na periferia da cidade, democratizando o acesso à linguagem audiovisual;- Estimular a formação de jovens realizadores, fornecendo ferramentas teóricas e práticas para que possam desenvolver suas próprias obras;- Incentivar a integração entre participantes e profissionais do setor, promovendo a troca de experiências e a difusão do conhecimento.

Justificativa

O Curta Café - Encontro de Cinema do Sudoeste de Minas é uma proposta de caráter formativo e difusor, que visa democratizar o acesso ao audiovisual contemporâneo, promover o intercâmbio entre realizadores de diferentes territórios e estimular a formação de público e novos talentos no campo do cinema. A escolha pela Lei de Incentivo à Cultura como mecanismo de financiamento é fundamental para viabilizar um projeto desta natureza em uma cidade de pequeno porte como Nova Resende (MG), onde não há histórico de eventos audiovisuais regulares e onde o acesso a recursos privados diretos é extremamente limitado.A realização do projeto depende do engajamento de empresas incentivadoras, uma vez que os valores necessários à produção (transporte, hospedagem, oficinas, estrutura de exibição, equipe técnica e premiações) estão além das possibilidades de financiamento público local ou de arrecadação autônoma. A Lei Rouanet permite conectar o setor produtivo ao desenvolvimento cultural regional, tornando possível a implementação de ações de impacto social e artístico como esta.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91, inciso II, pois promove a difusão da cultura nacional ao estimular a realização de um encontro que valoriza o curta-metragem brasileiro e contempla produções independentes de diferentes estados do país. Também se alinha ao inciso III, pois estimula o conhecimento dos bens culturais e fomenta o acesso à produção artística contemporânea, especialmente em uma região de escassez de equipamentos culturais voltados ao audiovisual.Em relação ao Art. 3º da mesma Lei, o Curta Café contribui diretamente para os seguintes objetivos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura nacional: por meio da exibição gratuita de filmes e da realização de debates e oficinas abertas ao público;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: ao acontecer no interior de Minas Gerais, com incentivo à participação de realizadores locais e à formação de jovens da comunidade;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira: ao promover a diversidade de gêneros e formatos dos filmes exibidos, além de ações educativas voltadas ao público jovem;V - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: ao integrar exibição, formação e reflexão crítica sobre a linguagem audiovisual.Portanto, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura não é apenas adequada, mas necessária para garantir que o projeto cumpra seus objetivos com qualidade e alcance social. Trata-se de uma iniciativa que consolida uma política de descentralização da cultura, articula ações de impacto em comunidades fora dos grandes centros urbanos e contribui para o fortalecimento do setor audiovisual como ferramenta de transformação social e formação cidadã.

Estratégia de execução

O Curta Café – Encontro de Cinema do Sudoeste de Minas é uma iniciativa da DGT Filmes, produtora com mais de 25 anos de atuação no audiovisual, agora conectando sua experiência em formação e produção cultural às identidades e narrativas do interior mineiro. O projeto surge como um espaço de exibição, formação e diálogo, valorizando talentos emergentes e promovendo o acesso descentralizado à cultura cinematográfica no Sul de Minas.Com uma curadoria que privilegia a diversidade estética, territorial e social, o Curta Café cria pontes entre cineastas independentes consolidados, cineastas iniciantes e o público, impulsionando o protagonismo de realizadores da região. A proposta vai além da tela: é um convite ao encontro, entre artistas, moradores, educadores e agentes culturais, que compartilham da mesma paixão pela arte e pela transformação social por meio do cinema.Reconhecendo a importância da sustentabilidade cultural e ambiental, o Curta Café incorpora a parceria com o CineSolar, o primeiro cinema itinerante do Brasil movido a energia solar. Com mais de uma década de colaboração com a DGT Filmes, o CineSolar potencializa o alcance do projeto ao levar sessões gratuitas e ações educativas a comunidades de Nova Resende, no Sul de Minas, promovendo um evento ecologicamente responsável, acessível e inclusivo.A programação do Curta Café integra oficinas de audiovisual para jovens, sessões abertas ao público, rodas de conversa com realizadores e ações de sensibilização em escolas, universidades e espaços comunitários. Os curtas produzidos durante as oficinas são exibidos na mostra, reafirmando o compromisso com a formação de novos talentos e com o estímulo à criação local.Mais do que um festival, o Curta Café se propõe como plataforma de fomento ao cinema regional, fortalecendo a cadeia produtiva do audiovisual e oferecendo oportunidades reais de inserção no mercado, especialmente no contexto das novas demandas por conteúdo digital e independente. Ao unir arte, educação e sustentabilidade, o projeto se consolida como um encontro transformador, com potencial de se tornar referência no circuito cultural do estado.Nosso modelo é pensado para ser sustentável e replicável: a cada edição, fortalecem-se as redes locais, as parcerias e as metodologias de atuação. O Curta Café visa se estabelecer como um evento anual, democrático e descentralizado, comprometido com a valorização do cinema como instrumento de expressão, desenvolvimento humano e inclusão sociocultural no Sul de Minas.

Especificação técnica

1. Mostra de Curtas-Metragens – Curta CaféDuração: 3 noites de exibição, com aproximadamente 2 horas por sessão (4 filmes por sessão) + 1 sessão temática infantojuvenil de 2 horasMaterial: Filmes em formato digital (mp4, ProRes ou equivalente), projetor digital, sistema de som compatível para salas de exibição ao ar livre ou fechadasPaginação: Programação impressa em formato de folder (A5), incluindo sinopses, ficha técnica e cronograma das sessõesProjeto Pedagógico: Discussões após as sessões entre realizadores e público para troca de conhecimentos e experiências, incentivando a formação de público crítico e participativo1.2 Cerimônia de Encerramento com PremiaçãoDuração: Cerca de 3 horas, incluindo exibição dos curtas, entrega de prêmios e coquetelMaterial: Espaço para exibição com infraestrutura audiovisual (projetor, telão, som), material gráfico para entrega de certificados e prêmios, credenciais e convites para convidadosPaginação: Programa do evento com roteiro da cerimônia e lista dos premiados em formato impresso e digitalProjeto Pedagógico: Incentivo à valorização do trabalho audiovisual local e fortalecimento da rede de realizadores e público2. Oficinas de Audiovisual para Jovens (a partir de 15 anos)Duração: 3 manhãs consecutivas, cerca de 4 horas por dia (total 12 horas)Material: Filmagem com celular (celular, microfones, tripés), computador e HD para ediçãoProjeto Pedagógico: Metodologia prática e colaborativa, com acompanhamento individual e em grupo; foco na produção audiovisual como ferramenta de expressão cultural e formação técnica:- 4h horas de aulas teóricas sobre o fazer cinematográfico e a história do cinema;- 4h de escrita de roteiro e aulas práticas;- 4h de gravação dos 2 filmes.3. Produção dos 2 Curtas-Metragens ColetivosDuração: Realizados durante as oficinas e exibidos no encerramento (duração de até 5 minutos cada curta)Material: Equipamentos utilizados nas oficinas; arquivos digitais dos filmes editados e finalizados em formato padrão para exibição e arquivamentoProjeto Pedagógico: Aplicação prática dos conhecimentos adquiridos nas oficinas, estimulando criatividade, trabalho em equipe e domínio técnico.

Acessibilidade

O projeto prevê ações de acessibilidade física e de conteúdo, em conformidade com a Lei nº 8.313/91, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade FísicaFestival Audiovisual- A estrutura será montada pelo CineSolar, com espaços adaptados para garantir circulação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida;- Haverá rampa de acesso à área de projeção;- Serão reservados assentos preferenciais e espaços para cadeirantes na plateia;- Haverá sinalização tátil e visual para facilitar a orientação do público;Oficinas/Workshops Audiovisuais- Realizadas em locais com acessibilidade arquitetônica, contemplando rampas, corrimãos e banheiros adaptados;- Disponibilização de mobiliário adequado, garantindo conforto para pessoas com mobilidade reduzida;- Ambientes de fácil circulação, permitindo o deslocamento seguro de cadeirantes;- Sinalização acessível para facilitar a orientação dos participantes. Acessibilidade de ConteúdoFestival AudiovisualTodos os filmes exibidos contarão com as três medidas obrigatórias de acessibilidade de conteúdo:- Intérprete de Libras;- Legenda descritiva;- Audiodescrição;- Nas cerimônias de abertura e encerramento, bem como nas rodas de conversa com os realizadores, haverá intérprete de Libras.Oficinas/Workshops Audiovisuais- Materiais didáticos serão disponibilizados em versão digital acessível, compatível com leitores de tela;- Os dois curtas-metragens produzidos nas oficinas serão lançados já com legenda descritiva, audiodescrição e Libras.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto serão gratuitas e abertas ao público, sem qualquer forma de cobrança direta ou indireta. As ações ocorrerão tanto no centro da cidade quanto em regiões periféricas e mais afastadas, garantindo o acesso descentralizado à cultura.As exibições serão realizadas em espaços públicos acessíveis, com estrutura completa fornecida pelo CineSolar, o primeiro cinema itinerante do Brasil movido a energia solar, que une arte e sustentabilidade ao percorrer diferentes territórios. O CineSolar dispõe de infraestrutura própria, incluindo sistema de projeção, assentos, tendas e sonorização, criando um ambiente inclusivo, sustentável e acessível para todos.Não haverá comercialização de produtos durante as atividades. Os filmes exibidos e os dois curtas produzidos nas oficinas serão apresentados em sessões públicas durante a mostra e, posteriormente, disponibilizados online, em plataformas de acesso gratuito, com recursos de acessibilidade: legenda descritiva, audiodescrição e tradução em Libras.Medidas para Ampliação de Acesso:- Oficina prática de audiovisual, gratuita, voltada a jovens a partir de 15 anos, mediante inscrição prévia;- Exibição pública e gratuita dos curtas produzidos nas oficinas, durante a mostra;- Rodas de conversa com realizadores, abertas ao público, com a presença de intérprete de Libras;- Ações de divulgação ativa em escolas, universidades, redes sociais e comunidades locais, com foco em públicos com menor acesso a equipamentos e espaços culturais.- A proposta reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura, promovendo formação, difusão e diálogo por meio do audiovisual e do cinema itinerante.

Ficha técnica

DGT FilmesA DGT Filmes é uma produtora audiovisual que desde 1999 gera conteúdos ligados à cultura, representatividade e relevância socioambiental. Realizou mais de 30 filmes no Brasil, Índia, Ásia Central, Europa e China, com prêmios de melhor filme, direção de fotografia e roteiro em diversos festivais nacionais e internacionais de cinema. Produziu a série de 42 episódios CIRCULAR PERIFÉRICO (TV Cultura SP - 2008 a 2010) e a série CULTURA DE PERIFERIA para o SPTV (Rede Globo - 2011 e 2014), além de diversos telefilmes.Realizou também encontros e mostras de cinema com o objetivo de difundir a linguagem cinematográfica e de formar novos públicos para o cinema nacional, consolidando sua posição como agente produtor, difusor e indutor do audiovisual.Sérgio Gag - DGT FilmesDocumentarista, diretor, montador e roteirista de cinema e TV, estudou na FAU - USP e desde 2004 atua na DGT Filmes, produtora da qual é sócio.Dirigiu, roteirizou e editou os longas-metragens: KATI RAPARI KIN - inédito; BOOM SHANKAR – O FILME PERDIDO DO GUARÁ (2024) - Melhor Edição e Menção Honrosa de Melhor Filme - Satyricine 2024, 19º CineOP Ouro Preto; NADA QUE EU QUERIA DIZER (2021) - 6º Santos Film Fest, Cinema of Nations – Alemanha; FIOS DE ALTA TENSÃO (2018) – Melhor Direção de Documentário e Melhor Fotografia de Documentário - OFFCINE 2019, 42º Festival Guarnicê de Cinema, 5º Festival Pan Amazônico, Feed Dog 2019 – Brasília, 1º Festival de Cinema de Alter do Chão, 5º MIRA FilmFest Bonn, 50º Festival de Brasília – Ambiente de Mercado; CONVICTO (2016) – 8º IN-Edit Brasil, 2º FICA.VC; FAIR PLAY? (2016) – Exibido no History Channel; QUALÉ O TEU NEGÓCIO? (2012) – 9º CINEMAISSI - Finlândia.Fez a montagem, dentre outros, dos longas-metragens:A ALEGRIA É A PROVA DOS NOVE (Helena Ignez); O GRANDE ESPANTO DE DOROTHY BOOM (Os Albertos); O MEL É MAIS DOCE QUE O SANGUE (André Guerreiro Lopes); A SENHORA QUE MORREU NO TRAILER (Os Albertos); FAKIR (Helena Ignez); SELVAGEM (Diego da Costa); A MOÇA DO CALENDÁRIO (Helena Ignez); BERENICE (Well Darwin); RALÉ (Helena Ignez).Realizou a direção, roteiro e montagem de mais de 20 curtas, médias, séries e videoclipes, selecionados em festivais no Brasil e no exterior, exibidos em Cinema, TV e streaming.Ministra cursos e oficinas de edição e de documentário em instituições como a Casa Guilherme de Almeida e o coletivo Kinoférico.Organizou o 1º Encontro de curtas de Camburi, em São Sebastião-SP, o 1º Festival de Curtas LGBTQIA+ de Bauru–SP e a Mostra O BAÚ DA DGT, no Cine Satyros Bijou, em São Paulo–SP.Well Darwin - DGT FilmesMembro do ICine – Fórum de Cineastas do Interior Paulista, cineasta e produtor, é bacharel em História pela PUC-SP e pós-graduado em Educação Ambiental pelo SENAC, é formado em Cinema pela ELCV. Realizou curso de roteiro com o cineasta Orlando Senna. Trabalhou com Suzana Amaral em curso de documentário. Dirigiu e produziu dezenas de filmes na região do ABC. É sócio da Dgt Filmes, produtora com 25 anos, onde realizou filmes em longa, média e curta-metragem e acumulou dezenas de prêmios. Seu primeiro longa foi pré-selecionado para o 45º Festival International de Cinema de Roterdã (IFFR), além de passar por festivais na Alemanha, Holanda, Espanha, Índia, México e Colômbia. Em sua trajetória como produtor se destacam: “Inaudito”, de Gregório Gananiam e Dani Omm (Melhor Filme na Mostra Olhos Livres, 21o Festival de Tiradentes; 41o Mostra de São Paulo, 40o Festival Internacional Del Nuevo Cine Latino Americano, dentre outros), “Selvagem”, de Diego da Costa (42º Festival Guarnice de Cinema – melhor filme e no 13o Festival Latino-Americano de São Paulo – melhor filme, dentre outros), “Eu me chamo Darwin”, de Well Darwin (20ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, 12º comKids, 54º Festival de Brasília, 21º FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, dentre outros) e “Engole o choro”, de Fabio Rodrigo (25º Festival do Rio 2023, 28º Inffinito Brazilian Film Festiva, 33ª Festival Curta Cinema - Grande Prêmio do Juri, se tornando o primeiro filme brasileiro qualificado ao Oscar 2025, dentre outros). Seu primeiro curta, “Górgonas”, soma quase 2,5 milhões de visualizações na plataforma de streaming asiática Vidsee. Atualmente produz duas séries documentais para televisão e dois telefilmes, além do longa-metragem documental “Eu não sou cineasta”, de Izabela Silva, uma coprodução Dgt Filmes (Brasil) e Escarlata Estudio (Espanha), com distribuição da Olhar Distribuição, e que teve marcante passagem pelo 15º Brasil CineMundi – DocBrasil Meeting.Gab Lourenzato - DGT FilmesCineasta e gestora cultural de origem periférica, queer e autista de São Paulo. Idealizadora do projeto, foi selecionada para especialização na EICTV, maior escola de cinema da América Latina. Esta formação qualificará sua atuação pedagógica no laboratório, garantindo que o conteúdo seja alinhado com padrões internacionais. Estudou Cinema e Audiovisual pelo Prouni na Universidade Anhembi Morumbi e Teatro na ETEC de Artes. É produtora e realizadora na DGT Filmes e membro da ABRA, associação brasileira de autores roteiristas. É diretora e roteirista do curta-metragem "O conforto das ruínas” (2020), ganhador do prêmio de Melhor Roteiro pelo Júri Popular no FRAPA, além de ter sido selecionado e premiado em diversos festivais no Brasil e no mundo. Também é diretora de "Dalva da Rua Sete" (2024), que teve sua estreia no 17º Festival Visões Periféricas e ganhou o Prêmio de Melhor Direção no 3º CineMarias, passando por festivais como 28º Festival de Cine de Zaragoza, 16º Brussels International Woman's Film Festival, 47° Festival Guarnicê de Cinema, 21a. Mostra do Filme Livre e outros. Seu roteiro de curta "Não é sobre você" esteve no Visões Lab, laboratório de desenvolvimento de projetos audiovisuais que integra a programação do Festival Visões Periféricas. Com o argumento de “Sapatour”, versão para curta-metragem, passou pela Sala de Roteiro Marginal do 35º Festival Internacional de Curtas de São Paulo - Kinofórum. Em 2025 esteve com o filme “Isso não é” na 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes e com “Luanda Maré” recebeu o prêmio de Melhor Roteiro não produzido no Loba Festival. Integrou a equipe das séries “Água SP” e “O Estuário”, como assistente de produção e assistente de direção, respectivamente, ambas realizações da DGT Filmes. Atualmente trabalha em documentário autobiográfico, que mistura live-action e animação. Nele, vó e neta refletem e dialogam por uma conversa de Whatsapp sobre o processo de descoberta do autismo da neta e o diagnóstico de metástase no câncer da vó, passando por temas como, memória, luto, partida, chegada, desencontros e afeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.