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"Rir para Não Censurar: A História de Jaguar" é um documentário biográfico de Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, o Jaguar, ícone do humor gráfico brasileiro, cartunista de traço inconfundível e afiado, crítico da ditadura militar, e um dos fundadores do histórico jornal O Pasquim. Ao longo de 54 minutos, o público será conduzido por sua infância, juventude, ascensão profissional, atuação política através do humor, amizade com outros intelectuais e artistas, os desafios de saúde e sua atual rotina de vida.
ArgumentoO documentário Rir para não Censurar: A história de Jaguar terá linguagem dinâmica, misturando entrevistas, animações de cartuns históricos, imagens de arquivo, leituras dramatizadas de textos, trilha sonora original e trechos de intervenções públicas de Jaguar e seus contemporâneos. O tom será informativo, emocionante e bem-humorado, respeitando o espírito irreverente do artista. E apresentará blocos temáticos e cronológicos:- Infância, juventude e primeiros rabiscos – origem, formação artística e as influências iniciais no Rio de Janeiro.- Os anos de ouro da imprensa alternativa – criação de O Pasquim e o papel do jornal como resistência e combate à ditadura militar.- Amizades, bastidores e histórias hilárias – relatos de colegas como Jal, Miguel Paiva; e Ziraldo, Millôr (via arquivo); de familiares e de críticos culturais.- Doença, reclusão e resistência – as fases mais difíceis da vida pessoal, incluindo questões de saúde e seu afastamento progressivo da vida pública.- Legado e impacto cultural – a importância de Jaguar para a liberdade de imprensa, para o humor gráfico e para a formação do pensamento crítico no Brasil.
Objetivo Geral: Reconhecer, Registrar, Homenagear e Difundir o trabalho de crítica social e humorística do cartunista Jaguar, iniciado em 1952.Objetivo Específico: Realizar um Documentário, com duração de 54 minutos, resolução 4K, a ser disponibilizado gratuitamente ao público em geral, via internet.
O Documentário enquadra-se nos seguintes incisos do: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E nos incisos do:Art. 3º: Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;O apoio do Ministério da Cultura via Lei 8.313/91 é mais um atrativo para patrocinadores, que poderão abater o investimento do Imposto de Renda, viabilizar a realização do documentário, e poder oferecer gratuitamente ao público.
Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, conhecido como Jaguar, é um dos maiores nomes do humor gráfico brasileiro. Cartunista, cronista e cofundador do jornal O Pasquim, Jaguar usou a inteligência afiada de seu traço e sua verve crítica para retratar, questionar e entender o Brasil ao longo do século XX.O humor de Jaguar é ácido, irônico, politizado, trazendo à tona as contradições sociais e políticas do país com um estilo direto, sagaz e original. É um dos principais expoentes da geração de artistas que, durante a ditadura militar, ousou rir do autoritarismo, da hipocrisia e da repressão. Seu trabalho, muitas vezes censurado, tornou-se símbolo de resistência e liberdade de expressão.Ao longo de sua carreira, Jaguar colaborou com importantes publicações como o Jornal do Brasil, O Cruzeiro, e fundou revistas e jornais que marcaram época. Além disso, foi mentor e parceiro de outros grandes nomes do humor gráfico nacional, como Millôr Fernandes, Henfil, Ziraldo, Paulo Francis e Tarso de Castro. Sua produção atravessa décadas, sempre mantendo a relevância, o olhar crítico e a inquietação criativa que o tornaram uma referência.Preservar, registrar e difundir a trajetória de Jaguar é celebrar a liberdade, o humor como ferramenta de crítica social, e valorizar um dos maiores patrimônios vivos da cultura brasileira.Para nossa tristeza e consternação, ontem mesmo (24 de agosto) estávamos terminando de incluir itens da proposta cultural, quando seu grande amigo Jal, também cartunista (quem teve a ideia de realizar o documentário), nos informou sobre a morte de Jaguar. Assim, o Documentário também será uma singela homenagem póstuma a esse respeitável brasileiro.
Duração: 54 minutos. Resolução em 4k.
Acessibilidade física: Os locais onde será exibido o documentário devem possuir rampas, barras de proteção e banheiros adaptados, estando livres de obstáculos para facilitar a movimentação de pessoas com mobilidade reduzida e PcDs de locomoção.Acessibilidade de Conteúdo: O documentário contará com pacote de acessibilidade: legendas, audiodescrição e tradução em Libras, para público PcD Visual e Auditivo. Também será observado, na medida do possível, o uso de linguagem simples para facilitar o entendimento de PcD Intelectual.Divulgação: Serão confeccionados materiais de divulgação em formatos acessíveis (braile e áudio).
O documentário será disponibilizado gratuitamente pela internet, nas redes sociais (YouTube, Vimeo, Instagram, Facebook). Serão promovidas sessões de exibição online em escolas, universidade, centros culturais, cineclubes; em parceria com plataformas digitais de streaming culturais; e licenciamento gratuito para TVs públicas e cineclubes. Público: Estudantes, pesquisadores e professores de História, Jornalismo, Artes gráficas, Comunicação. Estudantes do Ensino Médio. Público em geral interessado em humor, política, direitos civis, cartuns. Estimativa de público: 80.000 pessoas.
Concepção e Direção geral: JAL (José Alberto Lovetro), é jornalista e cartunista e atual presidente da ACB - Associação dos Cartunistas do Brasil. Coordena o acordo “Mercosul do Humor” (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai). Seus primeiros trabalhos foram publicados no suplemento “Quadrinhos” da Folha de São Paulo em 1973. Foi chargista dos jornais Diário do Comércio e Indústria, Shopping News, O Estado de São Paulo, Jornal Paulista e colaborou para as revistas Veja, Marie Claire, Semanário, Visão, Contigo, PentHouse e The Brazilians. Produziu programas para a TV Tupi e trabalhou nas TVs Globo, Cultura e Gazeta, entre outras. Recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, entre eles o de Melhor Cartunista pelo jornal japonês Asahi Shimbun. Foi responsável pela página de humor do jornal Debate e pela volta do personagem Amigo da Onça, de Péricles. Apresentou, em parceria com o seu amigo Gual, um quadro sobre artes gráficas no programa TV MIX da TV Gazeta, comandado por Serginho Groisman e Astrid Fontenelle, entre 1987 e 1988. Nesse mesmo período criaram o troféu HQ MIX, hoje em seu 28º ano e considerado o mais importante troféu para as artes gráficas (charge, cartum, ilustração, quadrinhos e animação) da América Latina. Em 2011 criou a série Flashexpocartoon, exposições de cartuns temáticas para locais como o Metrô de São Paulo, Memorial da América Latina, SESC, Senac, e para países como Itália, Portugal, Espanha, Colômbia, Argentina e México. Atualmente, sua empresa de comunicação faz assessoria de comunicação para empresas, dentre elas Mauricio de Sousa Produções. Prêmios: Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos em 1984 pelo trabalho na Campanha das Diretas Já. Prêmio jornal Asahi Shimbum (12 milhões de exemplares diários) no Japão – cartunista mundial Prêmios em Salões de Humor nacionais e entidades internacionais. Premiado como roteirista em cinema por diversos festivais nacionais e internacionais.Direção artística: Louis Chilson (Luis Eduardo Torres Chilkowsky). Nascido na cidade de São Paulo em 1955. Estudou direção de cinema na University of Southern California, Los Angeles. Dirigiu curtas metragens premiados no Brasil e internacionalmente: “O Regime” (1978), “O Eterno Adeus” (1979), “A 10 Compassos da Morte” e “História Passional, Hollywood, California” (1983).Diretor de documentários: “O Pasquim: a Revolução pelo Cartum”, “Humor com Gosto de Pasquim” (2000), “De Piracicaba, com Humor” (2001). E série documental “Amor Raro” para a Aliança Distrofia Brasil (2020).Diretor de mais de 600 filmes publicitários para clientes como Nestlé, Citibank, Alpargatas, McDonald’s, GPA, Reckitt-Benckiser, Warner-Lambert, entre outros.O proponente Instituto Artividades será responsável pela coordenação geral e administração do projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.