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PRONAC 256393Autorizada a captação total dos recursosMecenato

II Feminacine - Mostra de Cinema Feminino de Países de Língua Portuguesa

HANNAH DA CUNHA TENORIO CAVALCANTI
Solicitado
R$ 295,1 mil
Aprovado
R$ 295,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-09-01
Término
2026-06-27
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A Feminacine é uma mostra de cinema feminino (cis e trans) com o propósito de dar visibilidade e fomentar o intercâmbio entre realizadoras dos países de língua portuguesa. Na segunda edição a Mostra acontecerá em formato híbrido (online e presencial), com duração de 10 dias no total, sendo 5 dias presenciais em 3 espaços culturais públicos a serem definidos no Rio de Janeiro (um na região central, um na zona norte e um na zona oeste) e 10 dias em Streaming. Além das exibições dos filmes selecionados, ofereceremos 5 bate-papos temáticos e 6 oficinas. Também teremos uma equipe especializada realizando atividades pedagógicas com o público infantil durante a programação presencial. Toda a programação será gratuita.

Sinopse

O projeto é uma Mostra de Cinema e suas obras serão inscritas no período devido pelas realizadoras, sendo selecionadas pela curadoria; as oficinas e os debates/bate papos serão definidos em equipe no período de pré-produção.A classificação e todas as informações sobre a programação serão divulgados no site e nas redes sociais da Mostra.

Objetivos

O objetivo geral é realizar uma Mostra de cinema feminino com realizadoras de países de língua portuguesa em formato híbrido com duração total de 10 dias, sendo 5 dias em formato presencial em três espaços públicos a serem definidos no Rio de Janeiro e 10 dias em streaming.Objetivos específicos: - Exibir cerca de 70 filmes de realizadoras brasileiras e de países de língua portuguesa; - Realizar seis oficinas de audiovisual, oferecendo 240 vagas no total; - Realizar cinco debates envolvendo 15 realizadoras; - Realizar uma sessão com audiodescrição e legendas descritivas seguida de bate-papo sobre acessibilidade no audiovisual; - Selecionar o máximo de produções com legendas descritivas possível e oferecer intérprete de libras em todas as oficinas e bate-papos; - Dar visibilidade à produção audiovisual de mulheres cis e trans, de todas as raças, etnias, identidades de gênero, oriundas de países de língua portuguesa; - Promover o intercâmbio entre realizadoras brasileiras e de diversos países de língua portuguesa;

Justificativa

A desigualdade de gênero e raça na produção audiovisual tanto no Brasil quanto em outros países do mundo é alarmante. Dados recentes da Ancine (2016 e 2019) sobre participação feminina no audiovisual demonstram que apesar de mais qualificadas, as mulheres estão em menor número em quase todas as funções; os orçamentos de filmes dirigidos por mulheres são menores e quando se trata de mulheres negras e/ou trans, o abismo é ainda maior. Isso não significa que elas não estejam produzindo, mas que têm menos oportunidades no mercado e menos reconhecimento. Algumas iniciativas vêm buscando mudar esse cenário, e a Feminacine se insere nesse movimento de dar visibilidade e valorizar as produções femininas no audiovisual, buscando abranger a diversidade das mulheres dos países de língua portuguesa. A Feminacine é a única mostra de cinema feminino (cis e trans) com recorte lusófono, sem deixar de problematizar também a própria noção de lusofonia e a enorme diversidade linguística e cultural dos países envolvidos, possibilitando um intercâmbio ímpar entre realizadoras independentes do audiovisual. A Mostra dá relevância especial às narrativas de mulheres LGBTQIAPN+, negras, indígenas, periféricas e com deficiência, buscando fomentar reflexões sociais e trocas enriquecedoras entre realizadoras e público, possibilitando espaço de fala de pessoas e grupos que nem sempre têm suas produções reconhecidas, prezando sempre pela qualidade das produções exibidas. A preocupação com o público também é marca da Mostra, já que prevemos várias ações concretas de inclusão. Além disso a Mostra promove diálogos com a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), com o IACA (Instituto Angolano do Cinema e do Audiovisual), a Associação de Cinema e Audiovisual de Cabo Verde, além de diálogos com universidades/escolas de cinema nacionais e internacionais, como o Instituto Universitário de Arte, Tecnologia e Cultura de Cabo Verde (M_EIA).A proposta enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelece os objetivos da Política Nacional de Cultura:Inciso I _ "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais."A mostra será gratuita e acontecerá em formato híbrido (presencial e online), ampliando o acesso da população às obras audiovisuais de realizadoras dos países de língua portuguesa. A programação será oferecida em três regiões distintas da cidade do Rio de Janeiro (Centro, Zona Norte e Zona Oeste), além de permanecer disponível por 10 dias em streaming, garantindo capilaridade e acesso ao conteúdo por diferentes públicos. Inciso III _ "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores." O projeto valoriza o trabalho de mulheres cis e trans no audiovisual, promovendo a difusão de suas obras cinematográficas e proporcionando reconhecimento às realizadoras de países lusófonos, fortalecendo suas trajetórias artísticas e promovendo visibilidade de suas expressões culturais.Inciso IV _ "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional." A curadoria prioriza produções de mulheres (cis e trans), grupo historicamente marginalizado no audiovisual, promovendo a inclusão e o reconhecimento de suas narrativas como parte integrante e essencial do pluralismo cultural brasileiro e lusófono.Inciso VII _ "Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações." A mostra promove o intercâmbio cultural entre realizadoras dos países de língua portuguesa, fortalecendo os laços entre as nações lusófonas e possibilitando ao público brasileiro o contato com diferentes realidades e perspectivas do universo feminino e trans nas diversas culturas do espaço lusófono.Inciso IX _ "Priorizar o apoio a projetos culturais destinados às crianças e aos jovens." Durante a programação presencial, será oferecida uma agenda de atividades pedagógicas voltadas ao público infantil, conduzidas por uma equipe especializada. Essas ações buscam estimular o interesse das crianças pela cultura e pelo audiovisual de maneira lúdica e educativa.Inciso X _ "Garantir a democratização do acesso aos produtos da cultura e o respeito aos direitos dos autores." Toda a programação será oferecida gratuitamente, tanto nos espaços físicos quanto na plataforma digital, promovendo o acesso democrático ao cinema e às atividades culturais. O projeto também contempla a valorização das autoras das obras exibidas, garantindo o reconhecimento de suas produções e direitos autorais.Inciso XII _ "Reconhecer o papel da arte e da cultura como agentes promotores da inclusão social e econômica." A proposta atua diretamente na promoção da diversidade de gênero e inclusão de grupos minorizados no setor cultural. Além de gerar oportunidades para profissionais do audiovisual, da educação e da produção cultural, o projeto contribui para a inserção social e o empoderamento das realizadoras participantes.

Estratégia de execução

A primeira edição da Mostra foi realizada gratuitamente online pela plataforma de streaming Todes Play em 2021, através do edital Fomenta Festival da SECEC – RJ. Foram 462 filmes inscritos, tendo sido selecionados e exibidos 65 filmes de realizadoras do Brasil, Angola, Portugal, Moçambique e Cabo Verde. A homenageada foi a cineasta Adélia Sampaio. Sucesso de público, a mostra foi assistida em 13 países e contou também com oficinas e debates, além de um bate papo entre todas as realizadoras num encontro online na plataforma Zoom, estabelecendo uma troca direta entre cineastas desses países. A programação pode ser acessada pelo site www.feminacine.com

Especificação técnica

Exibições de filmes: a Mostra será composta por curtas e longas metragens, com classificações indicativas diversas.Oficinas: terão duração máxima de 3 horas, podendo ser presenciais ou online, de acordo com os temas e oficineiros definidos.Bate-papos: terão duração média de 1h30 min, havendo sempre três pessoas convidadas e 1 mediadora.Atividades infantis: ocorrerão durante a programação presencial em horários pré-definidos, mediante inscrição e termo de responsabilidade dos responsáveis. Sessão especial seguida de bate-papo com audiodescrição e intéprete de libras: será realizada presencialmente no espaço cultural escolhido, o evento terá duração de aproximadamente 4 horas, incluindo a sessão, o bate-papo e um coffee break. A equipe entrará em contato com as instituições de ensino especializado do Rio para definir a logística do encontro e disponibilizará transporte gratuito.

Acessibilidade

No aspecto arquitetônico,no aspecto arquitetônico:Os espaços culturais em que haverá programação presencial terão banheiros adaptados, barras laterais, e assentos especiais reservados para pessoas que fazem uso de cadeira de rodas ou tem mobilidade reduzida.No aspecto comunicacional e de conteúdo: Realizaremos sessões com legenda descritiva e 1 sessão especial com audiodescrição e legenda descritiva seguida de bate-papo sobre acessibilidade no audiovisual com a presença de instituições representativas da área, oferecendo transporte para a sessão.No aspecto de comunicação e divulgação acessíveis:Todos os vídeos de divulgação terão narração e legendas descritivas; todos os textos terão texto alternativo. Os filmes da programação com legenda descritiva serão divulgados.

Democratização do acesso

conforme artigo 47 da IN 23/2025: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Além disso as sessões ficarão disponíveis gratuitamente em uma plataforma de streaming durante 10 dias possibilitando o acesso ilimitado.

Ficha técnica

Hannah Cavalcanti - (Idealizadora/Coordenaçaõ Geral) Desenvolvedora Criativa de Projetos na Livre Essência Produções, escritora, roteirista, produtora cultural, pesquisadora. Doutora em Memória Social na Unirio, onde pesquisou sobre memória, gênero e relações étnico-raciais. Principais projetos realizados: Olhares Reabertos (edital de Fomento à Cultura Carioca, 2014) Mostra do Filme Marginal (produção executiva, realização da Corpo Fechado Produções - 2018, 2019, 2024); Poetização (Prêmio Arte Escola, 2021). FeminaCine – Mostra de Cinema Feminino de Países de Língua Portuguesa (Fomenta Festival - SECEC - 2021); Pequena África Viva (ISS/ Patrocínio Globo/Instituto Pretos Novos-2021). Foi produtora da Maloka Espaço Cultural onde realizou lançamentos de livros, saraus, shows entre 2021 e 2023. Foi assistente de produção da exposição “Corpo Popular” - Leandro Vieira (Museo Museologia e Museografia - FOCA 2023). É escritora premiada pelo Ministério da Cultura com o livro “Travessia Perene” (Multifoco, 2019); também é autora de “Verbo Intransigente” (Chiado, 2021) e “Telúrica” (Patuá). Integrou a organização do VI Encontro Nacional Mulherio das Letras (2023); Ministra oficinas de elaboração de projetos e oferece consultoria em captação de recursos para ONGs, associações, empresas, artistas, e produtores desde 2018. Monica Miranda (Idealizadora/ Produção executiva) Graduada em Educação Artística com formação em produção executiva pela UNIRIO; foi assistente produção na Rede Globo de televisão (1980); fundou a Acustica Produção e divulgação em 1998 em Belo Horizonte - passando a atuar também no Rio de Janeiro a partir de 2008. Principais projetos da empresa na área de artes visuais e audiovisual: FESTCINE – Festival de cinema universitário de Belo Horizonte – Intercâmbio Brasil-Portugal; Festcine – Festival de Cinema Universitário de Belo Horizonte-Rio de Janeiro (2008 a 2011) – as três edições realizaram intercâmbio com países de língua portuguesa como Moçambique, Guiné Bissau e Angola ; Imagem & Mulher em Foco – Exposição Fotográfica, ensaio fotográfico de mulheres com necessidades especiais (2010-2011); Projeto Registros e Diálogos tecendo a Igualdade (2010-2012); Olhares Reabertos (Programa de Fomento a Cultura Carioca, Prefeitura Rio de Janeiro, edital 2013). Trabalhou na prefeitura municipal de Belo Horizonte entre 1999 e 2004 e na FUNDEP – Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (UFMG) entre 2005 e 2008, como Analista de projetos culturais. Fez curso de Direção para cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro com o Diretor e roteirista Luiz Carlos Lacerda (Bigode). É idealizadora e produtora executiva da mostra FeminaCine. Rejane Neves - (Curadoria) Formada em Direção Cinematográfica pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro (2020). Atua como Conselheira Editorial da Revista Apan (Associação de Profissionais do Audiovisual Negro). Recebeu a premiação de melhor curta Memórias de Kalifa (2022) dado pelo júri técnico do Arquivo Nacional. Em 2022, desenvolveu roteiro da segunda temporada de Um Dia Qualquer II; é Pesquisadora cadastrada no CNPq História e Legislação da Ancine: reflexões pertinentes. Em 2021, fez curadoria nos Festivais de roteiro: Rota V e Rec Festival.Participou do Lab Narrativas Negras para Audiovisual - FLUP 2019, em parceria com a Rede Globo. Em 2019, foi assistente de produção do longa Um dia Qualquer; foi assistente de arte da série documental. Palmares: Coração brasileiro, Alma africana para o canal Curta! (2019). Fez a direção de fotografia dos filmes: #FicaDarcy (2020); Beijares (2019), No front (2019). Foi assistente de fotografia de Cassandra (2017); Devir (2017); Entre Ruínas e Raízes (2017) e A Diva do Meier (2015). Produziu a Mostra I Feminacine (2021) Mostra de Cinema #FicaDarcy (2020); Mostra de Cinema Ecdr Boladão (2017); Mostra de Cinema Tardes no Pará (fevereiro de 2017); Bia Marques (curadoria) Cineasta, diretora de fotografia e cineclubista. Formada em Jornalismo pela UFRJ, atuou por 10 anos no fotojornalismo carioca. Migrou para o audiovisual indo estudar Cinema na UFF. Atua como diretora de fotografia no cinema independente e periférico. Assina a fotografia das séries Futuro em Movimento, Noturnas e de vários curtas. Com Dez Elefantes foi contemplada com Prêmio ABC 2009 e Kodak Filmschool Competition 2008 (1o lugar Brasil e 2o lugar sulamericano). É uma das membras fundadoras do DAFB - Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia do Cinema Brasileiro e também associada à ABC - Associação Brasileira de Cinematografia. Ministra oficinas de cinematografia e iluminação tendo circulado por instituições como o Cinema Nosso, Ação da Cidadania, AIC/RJ, SENAI, NPD/Niterói, entre outras. Rosa Miranda (curadoria) Rosa Miranda é formada em licenciatura em Cinema e Audiovisual pela UFF, mestre em Cinema no PPGCINE - Programa de Pós Graduação em Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense. Foi suplente da setorial de Audiovisual no Conselho Municipal de Políticas Culturais de Niterói. Integrante do coletivo Quilombo Virtual das Artes e Cultura de Niterói. Associada da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro - APAN. Curadora de mostras e festivais de cinema, roteirista, produtora, cineasta e arte educadora.Essa é a equipe principal, os demais serão definidos no inicio do processo de pré-produção.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.