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Pré-produção, produção e finalização do curta-metragem "O Último Andar", um curta-metragem de terror fantástico com duração aproximada de 12 minutos. A obra é uma adaptação do Mito da Iara, resultado da combinação entre a cultura indígena da região norte do Brasil e influências da cultura grega e portuguesa. O filme entrelaça o realismo urbano da cidade de São Paulo com o folclore do norte brasileiro. A narrativa provoca reflexões sobre a relação do ser humano com a natureza, suas forças ocultas e o impacto dessa conexão na vida urbana moderna.
Em uma noite comum, Valmyr, um porteiro de meia-idade, é chamado para resolver um problema em um dos apartamentos da cobertura de um prédio antigo no centro de São Paulo. A água está vazando debaixo da porta, e o morador, um estrangeiro excêntrico, não responde ao interfone. Relutantemente, Valmyr decide investigar.Ao entrar no apartamento, Valmyr se depara com um cenário perturbador: o ambiente está alagado e há indícios de que algo muito estranho aconteceu. Enquanto segue o rastro de água, ele começa a perceber elementos que o ligam a uma história antiga e mitológica — a lenda da Iara, a mãe das águas, conhecida por seduzir e desaparecer com os homens.Conforme Valmyr se aproxima da origem do vazamento, ele é transportado para uma visão ancestral, onde se vê no corpo de um indígena em uma cena de perseguição e sacrifício nas margens de um rio. Quando ele finalmente encontra a fonte da água, uma caixa de container no centro de uma sala hermética, ele se depara com a própria Iara, presa e furiosa, cantando uma melodia hipnotizante que o coloca em transe.Incapaz de resistir, Valmyr é atraído para a caixa, onde encontra seu destino. A narrativa culmina em uma revelação de que o apartamento do estrangeiro era na verdade a casa de uma caçador e uma prisão mística, onde Iara aguardava o momento de se libertar.Título: O Último AndarDuração: 12 minutosFormato: Curta metragem ficcional em Full HD (1920x1080), colorido, com captação de som direto e trilha sonora originalIdioma: Português (com legendas em inglês e português)Classificação indicativa: 10 anosAno de produção: 2026
Objetivo GeralO projeto visa produzir o curta-metragem "O Último Andar", uma obra de terror fantástico que promove a valorização do folclore brasileiro a partir da releitura contemporânea da lenda da Iara. Embora o folclore e as culturas indígenas sejam parte fundamental da identidade brasileira, essas narrativas ainda têm pouca presença nas produções audiovisuais voltadas ao público jovem urbano, principalmente no gênero proposto. O filme busca apresentar o diálogo entre o mito ancestral e a realidade urbana da cidade de São Paulo, destacando a importância da preservação das histórias locais e a reflexão sobre a relação do homem com a natureza e o sagrado. Ao explorar esses saberes e símbolos culturais, o curta fortalece a identidade cultural brasileira e fomentar o interesse do público jovem por narrativas que conectam tradição e contemporaneidade.Objetivos EspecíficosDesenvolver uma obra de curta-metragem do gênero terror fantástico que integre os elementos do folclore brasileiro e da cultura indígena do Norte do Brasil, especialmente a lenda da Iara, à ambientação urbana contemporânea, criando uma narrativa que dialogue com as vivências e interesses do público.Selecionar e reunir uma equipe técnica e elenco diversos, promovendo inclusão e representatividade em todas as etapas da produção.Realizar as filmagens em locações na cidade de São Paulo e arredores, que reforcem a atmosfera de tensão e mistério característica do gênero terror fantástico, preservando e valorizando o patrimônio cultural urbano.Construir uma linguagem audiovisual marcante, com atenção especial à fotografia, sonorização e efeitos visuais, para potencializar o impacto sensorial e emocional do curta.Finalizar o curta-metragem com qualidade técnica profissional, por meio da edição, mixagem sonora, efeitos e correção de cor, garantindo uma experiência imersiva para o público.Promover a circulação do curta em festivais de cinema, mostras culturais e plataformas digitais, ampliando o acesso a narrativas que valorizam a cultura brasileira e fortalecem a identidade cultural.Promover oficina de efeitos especiais.Promover a exibição do curta-metragem em quatro CEUS em regiões periféricas da cidade, com roda de conversa com os diretores e atores.
O curta-metragem O Último Andar é uma adaptação do gênero terror fantástico do Mito de Iara, fruto da junção da cultura indígena da região norte do Brasil e a cultura grega/portuguesa, entrelaçando o realismo urbano de São Paulo com o folclore brasileiro. Inspirado na lenda da Iara, a mãe das águas, o filme propõe uma releitura contemporânea desse mito, trazendo à tona questões sobre a natureza e o poder de sedução dessa figura mitológica.Em um país onde a riqueza da cultura indígena muitas vezes é sub-representada no cinema, O Último Andar se destaca por explorar narrativas pouco abordadas pelo audiovisual nacional. Ao situar a história em um contexto urbano, o curta cria um contraste entre o cotidiano de Valmyr, um porteiro comum, e a presença de forças míticas que transcendem o tempo e o espaço.O Último Andar oferece uma abordagem inovadora ao revisitar esse conto, entrelaçando temas contemporâneos com o resgate da cultura brasileira. O filme destaca-se por trazer um elenco indígena e explorar um gênero raramente associado a essa narrativa.O Último Andar tem grande potencial para alcançar tanto o público nacional quanto internacional, especialmente em festivais de cinema que privilegiam narrativas curtas, mas densas, e culturais. O curta busca valorizar a cultura brasileira de maneira original, inventiva e atrativa para seu público-alvo (jovens e adultos), oferecendo uma nova perspectiva sobre mitos populares através de uma produção rica e elaborada.O projeto está diretamente alinhado às finalidades do Art. 1º da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente nos incisos:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI _ preservar os bens imateriais do patrimônio cultural brasileiro;IX _ priorizar o produto cultural originário do País.Além disso, cumpre objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei, notadamente:II, alínea "a" _ fomento à produção cultural e artística por meio da produção de obras cinematográficas de curta-metragem;III, alínea "d" _ proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV, alínea "a" _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante ações de distribuição e exibição pública;"O Último Andar" contribui para difundir o folclore brasileiro em diversos contextos, reafirmando a identidade cultural do país e atendendo plenamente aos princípios e objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).
Título: O Último Andar Formato: Curta-metragem ficcional Duração: 12 minutos Gênero: Terror fantástico Resolução: Digital Full HD (1920x1080), colorido, som estéreo Idioma original: Português Legendas: Português e Inglês Classificação indicativa: 12 anos (medo e tensão moderados, sem violência gráfica) Ano de produção: 2026 Entrega: Arquivo digital para exibição pública, festivais e plataformas online Captação: Som direto e trilha sonora original
Acessibilidade: Garantir legendas em português, e janela de libras, audiodescrição e legendas descritivas ou LSEs.Promoção digital: Desenvolver uma campanha de comunicação para divulgar o lançamento online. Utilizar redes sociais e sites de cinema, terror e folclore para aumentar o alcance.Plataformas sugeridas: YouTube, Vimeo, e redes sociais.O material de divulgação do curta-metragem será produzido com base em diretrizes de acessibilidade, de modo a eliminar barreiras na comunicação interpessoal, escrita e/ou virtual. As peças de comunicação contemplarão linguagem simples e demais requisitos de acessibilidade, de forma a atender o máximo de pessoas com deficiências físicas, auditivas, visuais, intelectuais e psicossociais.Todas as peças de comunicação passarão por uma revisão cognitiva feita por pessoas com deficiência, garantindo a validação prévia à divulgação para o público. O material será disponibilizado nos seguintes formatos acessíveis:01 Imagem estática com texto alternativo: para uso em WhatsApp, Facebook, Instagram, LinkedIn e outras redes sociais.01 Arquivo de áudio em formato MP3: contendo uma descrição acessível.01 Vídeo-convite simples (1 minuto): com locução profissional e recursos de acessibilidade, como Libras, legendas e audiodescrição.Durante a divulgação, todas as peças informarão claramente os recursos de acessibilidade disponíveis.Itens de acessibilidade comunicacional contemplados nas peças:Linguagem simples;Tamanho adequado de fontes (seguindo as limitações das redes sociais ou aplicativos);Tipografia acessível;Imagens que representem pessoas com deficiência;Contraste mínimo para pessoas com baixa visão e daltonismo;Alinhamento de texto acessível para pessoas com autismo, dislexia e outras deficiências psicossociais;Descrições ou textos alternativos para imagens estáticas;Audiodescrição para vídeos ou imagens animadas;Legendas e janela de Libras em vídeos com locução.2. Produção de recursos de acessibilidade para vídeoSerá produzida a acessibilidade completa para 1 vídeo com duração total de 10 minutos, incluindo:Janela de Libras;Audiodescrição;Legendas descritivas ou LSE (Legendas para Surdos e Ensurdecidos).
Democratização de AcessoPlano de Exibição e Democratização do Curta-Metragem consiste em exibir o curta-metragem de forma gratuita, primeiramente em regiões periféricas da cidade de São Paulo, seguido pela distribuição em festivais e plataformas online, promovendo o acesso à cultura e ampliando o alcance do projeto.Ação: Exibição gratuita em 4 regiões periféricas de São Paulo.Locais sugeridos: CEUs (Centros Educacionais Unificados), casas de cultura, centros comunitários e praças públicas.Atividades complementares: Debates e rodas de conversa com diretores, produtores, atores e outros envolvidos no curta para fomentar discussões sobre o tema abordado.Distribuição Online GratuitaAção: Após a participação em festivais, disponibilizar o curta em plataformas online de acesso gratuito.Intérpretes de LibrasIntérpretes de Libras estarão presentes durante a oficina para garantir a acessibilidade comunicacional para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.
Rodrigo Beck - Assistente de Direção Rodrigo Beck, brasileiro, 47 anos, possui curso superior completo de Bacharel em Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda, bem como bacharelado inconcluso em Artes Visuais, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).Dentro da área da comunicação, trabalhou como Ilustrador, Designer, Gerente de Comunicação, Fotógrafo e Videomaker, tendo participado de diversas coberturas de grandes festivais musicais, produzindo fotografia, vídeo e resenhas críticas. Co-roteirizou e co-dirigiu os videoclipes das músicas "A Sete Palmos" (de Roudini e os Impostores, 2016), "She Put a Spell on Me (My Babe)" (de Red Lights Gang, 2019) e "Mestiço" (de Moreno Morais, 2020). Dentro do Universo da Capoeira, iniciou seu aprendizado prático em 1996 quando também passou a pesquisar independentemente tópicos relacionados à Capoeira Angola, tendo feito do assunto, o tema do seu trabalho de conclusão de curso na Comunicação Social, no ano de 2000, intitulado "A Simbologia Visual da Capoeira Angola Contemporânea como Linguagem Particular ao Espaço da Roda". Como aluno do Professor Renato Vieira e integrante do Grupo de Capoeira Angola Sabedoria Popular, de Porto Alegre, participou ao longo dos anos de diversas vivências e oficinas ministradas por renomados Mestres da Capoeira Angola, tais como Mestre Moraes, Mestre Augusto Januário, Mestre Barba Branca e Mestre Moa do Katendê. Participou dos onze Encontros de Capoeira com Mestre Lua de Bobó realizados pelo Grupo Sabedoria Popular em Porto Alegre desde 2000 até 2023 e no que diz respeito aos Encontros realizados pelo Mestre Lua de Bobó em Arembepe, esteve presente como participante nas edições de 2016, 2017 e 2018. Em 2017 roteirizou e co-dirigiu o curta documentário "Movement for the Movement" acompanhando uma oficina de Capoeira Angola ministrada pelo Mestre Lua de Bobó nos Estados Unidos e explorando seu estilo particular e as aplicações de seus ensinamentos às lutas do dia-a-dia da pessoa comum.Rafael Beck - DireçãoRafael Beck é cineasta, roteirista e diretor de fotografia baseado em São Paulo, com mais de 20 anos de experiência na indústria audiovisual. Sua carreira é marcada pela criação de narrativas impactantes, inovadoras e visualmente provocantes, combinando técnicas cinematográficas tradicionais com novas tecnologias.Graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em Direção de Fotografia pelo Centro Cultural b_arco, Rafael lidera atualmente o Estúdio Gaveta, produtora audiovisual onde atua como diretor criativo, responsável por roteiros originais, direção e edição de diversos projetos.Em 2017 co-dirigiu o curta documentário "Movement for the Movement" acompanhando uma oficina de Capoeira Angola ministrada pelo Mestre Lua de Bobó nos Estados Unidos e explorando seu estilo particular e as aplicações de seus ensinamentos às lutas do dia-a-dia da pessoa comum.Recentemente, Rafael expandiu suas fronteiras criativas para a utilização da inteligência artificial em suas obras audiovisuais. Entre seus mais destacados trabalhos nesta área estão os curtas-metragens "Fire Walk With Me" e "Midnight Station". Ambos escritos, dirigidos e editados por Rafael, foram selecionados em diversos festivais internacionais. "Midnight Station" ganhou destaque especial ao conquistar o prêmio de Melhor Super Curta no Florence Film Awards e East Village New York Film Festival.Rodrigo Prata - Diretor de FotografiaRodrigo Prata nasceu em 1986, na cidade de São Paulo, onde viveu sua vidainteira. Em 2005, ingressou no curso de cinema da Fundação Armando ÁlvaresPenteado, onde se formou em 2008 na função de Diretor de Fotografia.Desde então, vem atuando no mercado como Diretor de Fotografia empublicidades, curtas metragens, campanhas políticas e vídeo clipes. Seusmelhores trabalhos podem ser vistos no link: https://vimeo.com/rodrigoprataAlém de atuar como Diretor de Fotografia no mercado, Rodrigo Pratatambém é professor de Direção de Fotografia desde 2011, e já ministrou cursose workshops nas escolas Inspiratorium, L.A. Cinema, no Museus da Imagem edo Som, e também em diversas produtoras pelo país.Em 2016, roteirizou e produziu o teaser "CIDADE ESQUECIDA" um "proof ofconcept" de um projeto de franquia audiovisual de terror brasileiro. Desdeentão vem agregando pessoas ao projeto para tentar viabilizá-lo.De 2018 a 2019, atuou como Diretor de Cena na empresa VIX Midia LTDA - ME,onde dirigiu dezenas de vídeos para plataformas digitais.Em 2020, com a intenção de expandir suas áreas de conhecimento, cursou aformação de roteiristas da escola Roteiraria.Em 2021, realizou a direção de fotografia de seu primeiro longa metragem,"Amor na Quarentena" do premiado diretor Miguel Rodrigues: https://www.imdb.com/title/tt13805662/?ref_=ext_shr_lnkMiguel “Niper” Boaventura Júnior - SoundDesigner Músico, brasileiro, produtor musical, sound designer e locutor com mais de 14 anos de experiência no mercado.Meu portfólio inclui clientes como KIA, Hyundai, Sony, Puma, Nike, Samsung, Hellman’s, Caixa, Cielo, entre muitosoutros. Fez parte de trabalhos premiados em grandes festivais como Cannes Lions, ADC Festival, Gran Prix eoutros.Daniele Louzada - ProdutoraDaniele Louzada é assistente de direção, produtora e comunicadora, com experiência em curadoria, gestão e produção de projetos audiovisuais e culturais. Atuou na organização do Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM), um dos maiores festivais do setor no Brasil, e em produtoras como Estúdio Gaveta e Ovo em Pé, participando de curtas-metragens, videoclipes, campanhas publicitárias e projetos autorais.Formada em Artes Cênicas pela Escola de Artes Célia Helena, com treinamento em apresentação e locução, atualmente cursa Direção de Cinema, TV, Publicidade e Mídias Digitais, além de Direção Artística para TV e Mídias Digitais, na Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia – EBAC. Sua atuação une olhar artístico e organização estratégica, com interesse em narrativas inovadoras, diversidade e impacto sociocultural, aplicados tanto em produções audiovisuais quanto em projetos culturais aprovados em leis de incentivo.Vinnie Negrão - Maquiagem de efeitos Vinne Negrão, 25 anos, é natural de Avaré-SP e reside em São Paulo há mais de cinco anos, onde vem trilhando o caminho para realizar seus sonhos. Apaixonado pelo universo da maquiagem e da caracterização, construiu uma carreira dedicada à criação de personagens e efeitos visuais capazes de impactar e emocionar o público.Formado em Maquiagem Profissional pelo Senac Osasco, segue constantemente se especializando em cursos voltados para maquiagem de efeitos especiais e caracterização. Ao longo de sua trajetória, colaborou com diversos streamers e produções publicitárias, aprimorando suas habilidades e expandindo seu repertório criativo.Seu objetivo é continuar explorando novas possibilidades dentro da maquiagem e da caracterização, contribuindo para produções marcadas pela originalidade e pela qualidade visual.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.