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Realizar formação e capacitação de forma gratuita, para jovens de 15 a 29 anos, moradores da periferia e da RIDE de Brasília, em estado de vulnerabilidade, visando a inclusão profissional nas diversas area da economia criativa. Serão realizadas 8 oficinas: Dramaturgia, Iniciação Teatral, Palhaçaria, Confecção de Bonecos, Produção Cultural, Iluminação Cênica e Operação de Som, Teatro de Sombras e Acessibilidade Audiodescrição, com certificação de 20 horas aulas para cada oficina, oferencendo bolsa aprendiz para 10 alunos que participarem das 4 oficinas técnicas que ocorrerão no Gama. Contará com 4 apresentações de espetáculos da Cia Cidade dos Bonecos, todas com interprete de libras e audiodescrição.
Release dos espetáculos A Flor do Sertão Ambientado no sertão brasileiro, a peça conta as peripécias de Chumbinho, aspirante ao bando de Lampião. Para salvar sua amada Flor da posse de Capitão Hardes Ardente da Brasa Quente, o corajoso rapaz conhece diferentes personificações da cultura brasileira. Homem da meia noite, Bumba meu boi e Capitão Virgulino são personagens que cruzam o caminho de Chumbinho. O romance e a perseverança envolvem o público em uma aventura cheia de música e alegria. Contos, histórias e canções Peça infanto-juvenil, aonde contadores de histórias vêm ilustrado com bonecos e sonoplastia ao vivo. O tema da peça é o incentivo à leitura, com histórias que falam de preservação à natureza (O Conto do Pescador e da Serpente) e sobre a importância do livro e do trabalho em equipe (A História da Bela Borboleta) e de como os contos populares podem ser divertidos e atuais. Estação Brasil O espetáculo se passa em uma estação antiga de trem em que o público é levado numa viagem através dos estados do Brasil. Em cada destino, são contadas histórias, lendas, contos e crenças populares, curiosidades culturais e a diversidade de cada região do país. A proposta é criar um ambiente interativo onde os espectadores tenham a sensação de imersão na cultura popular. Espetáculo cênico musical, com atores, contadores de histórias e música ao vivo. A história do Mané Bocó O espetáculo conta a história de um jovem camponês chamado Mane Bocó e da linda (tristonha) princesa Catarina, seus destinos se cruzam quando a princesa acaba sendo vítima de um feitiço do atrapalhado mago Ming Mingau. É com a ajuda de um peixe mágico que Mane Bocó tentara salvar a Princesa. Atores e manipuladores dão vida a oito bonecos de luva e utilizam instrumentos de corda, sopro e percussão para executar a trilha sonora do espetáculo.
Objetivo Geral : O projeto visa a capacitação e formação profissional em atividades culturais e artísticas sobre vários aspectos da produção teatral, promover a inclusão produtiva dos participantes no mercado da ecomonia criativa, oferecendo gratuitamente oficinas nas diversas areas da produção cultural, para jovens de 15 a 29 anos, moradores da periferia e das regiões que compõem a RIDE de Brasília, prioritariamente em situação de vulnerabilidade. Objetivos Especificos: - Oferecer 01 oficina de Dramaturgia, com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na cidade do NOVO - GO. - Oferecer 01 oficina de Palhaçaria, com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na CIDADE OCIDENTAL-GO . - Oferecer 01 oficina de Iniciação Teatral, com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na cidade do SANTA MARIA-DF. - Oferecer 01 oficina de Produção Cultura, com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na cidade do SAMAMBAIA - DF. - Oferecer 01 oficina de Construção de Bonecos,com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na cidade do GAMA-DF. - Oferecer 01 oficina de Iluminação Cênica e Operação de Som,,com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na cidade do GAMA-DF. - Oferecer 01 oficina de Teatro de Sombras, com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na cidade do GAMA-DF. - Oferecer 01 oficina de Acessibilidade, com duração de 20 horas aulas presenciais e com certificação na cidade do GAMA-DF. - Oferecer 160 horas de curso de formação e capacitação em diversas areas da cadeia produtiva da economia criativa. -Oferecer 10 bolsas aprendiz, no valor de R$ 400,00, para os participantes que se matricularem nas 4 oficinas técnicas que ocorrerão na Cidade do Gama, no Espaço Cultural Cidade dos Bonecos. - Público: Atender aproximadamente 80 jovens e adultos, entre 15 e 29 anos, prioritariamente em estado de vulnerabilidade, moradores da periféria e da RIDE de Brasília. - Realizar Mostra de Espetáculos contendo 4 sessões, com espetáculos do repertório da Cia Cidade dos Bonecos. SEM CUSTO AO PROJETO - Público : Oferecer espetaculos gratuitos para aproximadamente 300 pessoas da comunidade e participantes das oficinas.
O projeto Caminho das Artes é ancorado na necessidade ampliação do número de trabalhadores especializados nas diversas areas de produção do mercado da economia criativa, em especial entre os moradores da periferia e da RIDE de Brasília. O enquadramento da RIDE-DF esta amparado na Lei complementar 94/1998 que destaca a necessidade de realização de políticas públicas em conjunto nas cidades integrantes da região, como é o caso da Cidade Ocidental e do Novo Gama. Em Brasília o mercado da ecomonia criativa vem crescendo, porém a escassez de mão de obra qualifificada aumenta na mesma proporção, assim o projeto pretende oferecer o conhecimento técnico, nas principais areas da produção cênica, como Acessibilidade , Iluminação e Som, Confecção de Bonecos, Teatro de Sombras, Dramaturgia, Palhaçaria, Iniciação Teatral, Produção Cultural,malém de fomenta trabalhos de grupo local com apresentações de teatro. Visando a ampliação das possibilidades de inserir os participantes do projeto no mercado da economia criativa, serão oferecidas 10 bolsas aprendiz , no valor de R$ 400,00, para os alunos que participarem, das 4 oficinas técnica que ocorrerão no Gama, totalizando 80 horas aulas com ceritficação. O projeto se enquadra com o Art. 1º da Lei 8313/91, vejamos : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto carrega em seu escopo, oficinas de formação sem a cobrança de mensalidades para os participantes, além de apresentações teatrais gratuitas. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto será realizado em uma região periférica de Brasilia, em cidades que não tem nenhum equipamento cultural público para acesso da comunidade como o Gama e o Céu Azul; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto crealizará apresentações teatrais, de um grupo local com mais de 22 anos, cujos integrantes são maioria negros e moradores da periferia. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; As apresentações teatrais visa difundir a produção cultural local, cujo protagonista é o artista negro. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto alcançará os seguintes objetivos dentro do Art. 3.º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; O projeto oferecerá bolsa aprendiz para 10 participantes c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; As oficinas de formação estão destinadas a formação de pessoas na area cultural. d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) Projeto realizado por entidade sem fins lucrativos, as apresentações valorizam a participação dos artistas locais e regionais. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte,, de música e de folclore; O projeto valoriza a produção cultural e a identidade local ao promover apresentações teatrais de artistas locais. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Os cursos de formação e capacitação serão gratuitas.
A oficina de Audiodescrição ocorrerá com dois formadores, um especialista em audio descrição e outro como consultor de audiodescrição sendo uma pessoa com deficiencia visual, esta oficina fará a audiodescrição como atividade prática das 4 apresentações teatrais da Cia Cidade dos Bonecos, nãosendo necessário custo com audiodescritor na planilha orçamentaria. As oficinas de Iluminação e Som será realizada dentro de um teatro não havendo necessidade de aluguel de outros equipamentos além da locação do espaço previsto na planilha. A oficina de Confecção de Bonecos será realizado em uma oficina MAKE que será locada devido a necessidade de vários maquinários. A oficina de Sombras serpa realizada no Teatro que será locado pelo projeto. As 4 oficinas serão realizadas, no espaço cultural da Cia Cidade dos Bonecos, concentradas para o mesmo periodo e será oferecido 10 bolsas aprendiz para os participantes que participarem desse bloco de oficinas. PLANO DE DIVULGAÇÃO A divulgação será realizada por meios físicos e digitais, com produção de materiais acessíveis, como panfletos em Braile e conteúdos digitais com audiodescrição, legendas e Libras. As ações incluirão: Textos jornalísticos, releases e fotos serão produzidos e distribuídos tanto em mídias digitais quanto impressas. Serão elaborados 5 textos jornalísticos, 15 releases e 15 fotos em alta resolução. A distribuição será feita na pré-produção e durante a produção, com veiculação em redes sociais (Instagram, Facebook, sites, blogs) e veículos como Correio Braziliense, Metrópoles, Jornal de Brasília e Globo Brasília. Vídeos promocionais com duração entre 30 segundos e 2 minutos, gravados via smartphone, serão produzidos em quantidade de 5 unidades e veiculados em canais de TV como Globo Brasília e telejornais locais (DFTV 1ª e 2ª Edição). Áudios gravados (spots de rádio) e entrevistas ao vivo serão usados em rádios como CBN Brasília e Rádio Nacional. Serão produzidos 2 áudios com conteúdo da programação e informações dos grupos e espetáculos, também com duração de até 2 minutos. Material gráfico será impresso, incluindo 100 panfletos em Braile, formato 20x30 cm, em policromia, para distribuição nos locais das apresentações. Camisetas promocionais em algodão malha fria (modelos P, M, G, GG e XG), serão produzidas 20 unidades como parte da identidade visual do projeto. Banners de lona vinílica, com QR codes para audiodescrição e vídeos legendados, serão impressos em diferentes tamanhos (1,5x2,5m; 1,0x1,5m; 4,0x1,0m), somando 16m² de material. Um vídeo de acessibilidade com 5 minutos de duração (editável para 2 minutos) será produzido com imagens dos espetáculos e oficinas. Esse conteúdo terá Libras e legenda, e será publicado no canal do projeto no YouTube, além das redes sociais. Postagens patrocinadas no Facebook e Instagram (10 publicações em cada plataforma) incluirão fotos, textos e informações sobre o evento, com audiodescrição das imagens ("Para Todos Verem"). Um vídeo patrocinado no YouTube via Google Ads será publicado com imagens da programação e recursos de acessibilidade (Libras e legendas), com 5 minutos de duração (editável para 2 minutos). Gestão de redes sociais
PRODUTO PRINCIPAL : 1- OFICINA DE INICIAÇÃO A AUDIODESCRIÇÃO Informações GeraisCarga Horária Total: 20 horas Duração: 1 mês Aulas: - Terças e quintas à noite: 2 horas por aula - Sábados pela manhã: 4 horas por aula (2 sábados) Objetivos• Compreender o conceito, a importância e as especificidades da audiodescrição para o teatro.• Vivenciar a prática de elaboração de roteiros e performances com audiodescrição ao vivo.• Refletir sobre a relação entre teatro, estética e acessibilidade cultural. Referenciais- Degasperi, Marisa Helena (2024). Caminhos da Tradução Visual Acessível.- Vigata, Helena Santiago; Alves, Soraya Ferreira (2021). Tradução e Acessibilidade: métodos, técnicas e aplicações.- Teixeira, Charles Rocha (2020). Audiodescrição para o Teatro: Análise do Roteiro de AD da peça Cora Dentro de Mim. Cronograma de AulasAula 1 – Terça (2h)· Tema: O que é Audiodescrição? Fundamentos e objetivos · Conteúdos: · Conceito de audiodescrição · Audiodescrição como prática de inclusão · Exemplos em diferentes áreas · Atividades: · Roda de conversa: experiências com acessibilidade · Análise de pequenos trechos audiodescritos de filmes · Sugestão de Textos: · Degasperi (2024), Capítulo de Introdução · Disponível no PDF 'Caminhos da Tradução Visual Acessível' Aula 2 – Quinta (2h)· Tema: A História da Audiodescrição e sua evolução no teatro · Conteúdos: · Breve história da AD · AD para teatro: especificidades · Presença física do audiodescritor · Atividades: · Discussão sobre peças e suas possíveis descrições · Sugestão de Textos: · Teixeira (2020), Capítulo 1 · Disponível no PDF 'Audiodescrição para Teatro' Aula 3 – Sábado (4h)· Tema: Elementos teatrais e a criação da audiodescrição · Conteúdos: · Iluminação, cenografia, figurino · Como descrever cenas · Atividades: · Descrição prática de fotos teatrais · Criação de pequenas cenas imaginárias · Sugestão de Textos: · Teixeira (2020), Capítulo 2 Aula 4 – Terça (2h)· Tema: Técnicas e Linguagem na Audiodescrição para Teatro · Conteúdos: · Linguagem clara e estética · Evitar julgamentos de valor · Atividades: · Oficina de descrição: objetivo x subjetivo · Sugestão de Textos: · Degasperi (2024), Seções sobre Métodos de AD Aula 5 – Quinta (2h)· Tema: Construção de roteiro de audiodescrição para teatro · Conteúdos: · O que incluir no roteiro · Planejamento de pausas e falas · Atividades: · Criação coletiva de um roteiro de cena curta · Sugestão de Textos: · Teixeira (2020), Capítulo 3 Aula 6 – Sábado (4h)· Tema: Oficina de Interpretação e Performance da Audiodescrição · Conteúdos: · Técnicas de interpretação vocal para AD · Ensaios ao vivo · Atividades: · Prática de audiodescrição de trechos teatrais · Sugestão de Textos: · Vigata & Alves (2021), Capítulo 7 Aula 7 – Terça (2h)· Tema: Audiodescrição e estética teatral · Conteúdos: · Preservação da estética da obra teatral · Atividades: · Debate sobre respeito ao estilo das peças · Sugestão de Textos: · Degasperi (2024), Reflexões sobre Estética Aula 8 – Quinta (2h)· Tema: Simulação de audiodescrição em teatro · Conteúdos: · Preparação para trabalho final · Formação de grupos · Atividades: · Escrita de roteiros de cenas teatrais · Sugestão de Textos: · Sugestão: utilizar pequenos roteiros de peças conhecidas Aula 9 – Sábado (4h)· Tema: Apresentação de Roteiros de Audiodescrição · Conteúdos: · Apresentação prática · Feedback coletivo · Atividades: · Audiodescrição ao vivo e avaliação final · Sugestão de Textos: · Material próprio dos alunos Estratégias Metodológicas• Aulas dialogadas• Oficinas práticas• Simulações e dramatizações• Trabalho em grupo• Feedback construtivo Avaliação• Participação e envolvimento nas atividades práticas• Qualidade da construção dos roteiros• Clareza e adequação da audiodescrição realizada na prática fina ARTE EDUCADORES FORMADORES: VIVIANE QUEIROZ ( CONSULTORA DE AUDIODESCRIÇÃO PCD) MARIA AMPARO ( AUDIODESCRIÇÃO) 2- OFICINA DE DRAMATURGIA PLANO DE CURSO/OFICINA EMENTA: Na oficina o participante aprende como passar suas ideias para o papel e como organiza-las em uma estrutura de roteiro. Os principios básicos para a criação de um texto teatral, roteiro de cinema, costrução de diálogos, conflitos e resoluções. OBJETIVOS: O principal objetivo do curso é fazer com que o participante consiga expressar suas ideias de forma coesa e organiza-las dentro de uma estrutura de roteiro. PÚBLICO ALVO: Pessoas que querem escrever seu primeiro texto teatral, roteiro ou esquete mas não sabe como organizar suas ideias. FAIXA ETÁRIA: de 15 a 29 anos PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO: Formulário de inscrição com dados do participante. Nº DE TURMAS: 01 Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20 METODOLOGIA: Estudo sobre tipos de dramaturgia: televisiva, teatral e contemporanea. Estudo sobre dramatrugos teatrais e leitura de textos para entender os estilos. Escrita de ideias soltas Escrita em grupo e individual Elementos chaves do texto Elaboraçao da estrutura do texto Construção de sinopses e argumentos Escrita de cenas e criação de ações e diálogos Criação de esquete. Escrita de texto teatral. RECURSOS DIDÁTICOS: Cadernos, folha chamex A4, canetas, retroprojetor. PERIODICIDADE: SEMANA 01- TERÇA –FEIRA DE E QUINTA-FEIRA DE 14h ÁS 18h- 4 HORAS SEMANA 02- TERÇA-FEIRA E QUINTA-FEIRA DE 14h ÀS 18h- 4 HORAS SEMANA 03- TERÇA-FEIRA E QUINTA-FEIRA DE 14hÀS 18h- 4 HORAS SEMANA 04- TERÇA- FEIRA E QUINTA-FEIRA DE 14h ÀS 18h- 4 HORAS SEMANA 05- TERÇA- FEIRA E QUINTA-FEIRA DE 14h ÀS 18h- 4 HORAS CONTEÚDO: Semana 01- Escrita livre e exposição de ideias para construção de uma sinopse ou argumento. Criação coletiva a partir de um tema. Criação de uma história a partir de elementos. Semana 02- Leitura de texto de comédia e entendimento da estrutura do texto.Construção de esquete cômica a partir de um tema e construção de diálogos com intervensão de elementos. Semana 03- Leitura de texto dramático e entendimento da estrutura do texto. Construção de texto teatral com três cenas. Continução do texto com mais 03 cenas, escrita por outro participante. Semana 04- Escrita de texto ou roteiro com os elementos principais que compoe a estrutura. Semana 05- Leitura coletiva dos roteiros e textos. AVALIAÇÃO: 1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: 2. Estrutura da sinopse/argumento 3. Estrutura do texto com elementos principais. 4. Coesão e coerência. ARTE EDUCADOR : ELMO FERRRER 2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina:Formulário CERTIFICAÇÃO: Certificado será entregue para quem tiver presença pelo menos em seis das oito aulas REFERÊNCIAS: Dramaturgia e teatro: intersecções.André Luiz Gomes Textos e técnicas do dramaturgo Elmo Férrer (instrutor) Dramaturgia 01- SESC Dramaturgia: conceitos e princípios.Alex Giostri Comédias da vida privada. Luís Fernando Verissimo 3-OFICINA DE FORMAÇÃO DE INICIAÇÃO TEATRAL- OFICINA DE INICIÇÃO TEATRAL – A ATRIZ E O ATOR NEGRO EM CENA EMENTA: Esta oficina tem como objetivo proporcionar uma introdução ao universo do teatro voltada para a iniciação teatral, abarcando o universo das políticas afirmativas e a contribuição do artista negro para sociedade de forma prática e teórica abordando elementos fundamentais da linguagem cênica, expressão corporal, improvisação e noções básicas de interpretação. OBJETIVOS: Aplicação ao método da linguagem da cênica, como recurso de pesquisa cênica para Atores e Não-Atores. Promover a iniciação teatral e sua linguagem da comunicação da expressão no palco. Instigar a prática do movimento de palco e incentivar estudo teórico e praticos sobre as artes cênicas, livros, vídeos, peças e outras várias vertentes e linguagens da área, bem como a trajetoria do negro no teatro. PÚBLICO ALVO: JOVENS DE 15 A 29 ANOS No DE TURMAS: 1 No DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20 METODOLOGIA: Introdução sobre a iniciação teatral com bases de expressão vocal e corporal ( gestos, ações, movimentos e tons de voz ) A criação e elaboração do diário de bordo (anotações, impressões e registros diversos)Preparação vocal e corporal, ambientação, aquecimento noções iniciais sobre tipos de peças e textos de teatro (drama, comedia, tragicomédia, sátira e outros gêneros) Jogos cênicos iniciais de interaçãoIntrodução básica sobre a os tipos de personagens e sua composição, com foco em personagens e personalidades negras de nossa historia . leituras e pesquisas diversas obras e acervos sobre o teatro (conteúdo teórico de base utilizando o TEN e outros seguementos da mesma linha )A importância de trabalho em grupo no teatro.Pesquisa sobre o TEN – Teatro Experimental NegroRaízes, pesquisas, realizações e protagonismo do artista negro nos palcos de teatro do BrasilPesquisa sobre Abdias do Nascimento e sua Importância para o Teatro e outras figuras importantes para o teatroIntrodução a pesquisa de expressão Corporal e Vocal:Exercícios de consciência vocal, corporal, postura e movimento.Pesquisa sobre emoções e expressão corporal, movimentos e postura física e emocional no palco. Introdução a cenas curtas , Jogos e Improvisação Teatral 1 Introdução de textos e leituras para criações de cenas com foco em políticas afirmativas Jogos teatrais para estimular a espontaneidade, a criatividade e a comunicação. Exercícios de improvisação individual e em grupo. Montagem de cenas curtas baseado em material já aplicado. Jogos e Improvisação Teatral 2 Escolha da peça e composição das cenas Ensaios e Práticas de ensaio, direção e coordenação cênica. Desenvolvimento e ensaio de cenas. RECURSOS DIDÁTICOS: ( sem custo para o projeto) Espaço adequado para as atividades teatrais (sala de ensaio) Materiais de apoio, livros, artigos e outros como bolas, balões, adereços cênicos simples, figurinos,folhas de papel, lápis, equipamento de som, iluminação. Aparelho de som para reprodução de trilhas sonoras ou música ambiente, quando necessário. Sala de Vídeo, Tv para reprodução de matérias de pesquisas e espetáculos conhecidos. PERIODICIDADE: (indique a duração do curso/oficina: dias, semanas ou meses).Será ministrada 01 meses de oficina com duracao de 1:40hs cada encontro no período da noite e dias desabadoCARGA HORÁRIA: 20 horas As aulas da oficina,serão ministradas nos aos sábados, com aulas de 4 horas cada CONTEÚDO: A importância do teatro para sociedade e sua funçao como ferramenta inclusiva A importância do processo criativo e coletivo O TEN – Teatro Experimental Negro e sua colaboracao para os palcos de teatro no Brasil e seus efeitosna sociedade A importância dos exercícios físicos e vocais na preparar do ator e atriz na prática teatral. Introdução as linguagens cênicas: Noções básicas de construção de personagens, leituras e pesquisas Iniciação aos Jogos teatrais e improvisação: Atividades diversas para estimular a espontaneidade, acriatividade e a comunicação entre os participantes. Estudos e pesquisas sobre autores, dramaturgos e grupos de teatro no teatro negro no Brasil A importância do diário de bordo para o ator e atriz O jogo cênico e sua importância para o processo de criação A personagens e suas possibilidades de criação por parte da atriz e do ator Introdução a pesquisa corporal: a expressividade do ser ( a presença do corpo vivo em cena ) Noções básicas de construção de personagens, leituras e pesquisas A importância do Trabalhos em grupo A expressão emocional: Exploração de emoções e expressão afetiva por meio de exercícios vividos, improvisações e criações coletivas e individuais. O que é a Interpretação e criação de cenas: Desenvolvimento de técnicas de interpretação teatral ecriação coletiva de cenas curtas. A Apresentação e os resultados finais de uma peça cênica: Preparação e encenação de uma pequenamostra teatral com as cenas criadas pelos participantes. AVALIAÇÃO:1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: Rodas de conversa para avaliação em grupo e andamento dos trabalhos, bem como a entrega de cópia de diáriode bordo2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: Ao fim do curso todo o grupo apresentara uma peça de teatro para conclusão do curso bem como todos osparticipantes vão entregar uma cópia do diário de bordo, onde será relatado através de observações própriassuas experiencias durante o curso. CERTIFICAÇÃO: 80% de frequencia e faltas justificadas. ARTE EDUCADOR : DENIS BUENO REFERÊNCIAS: NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: trajetória e reflexões. In.: Estudos Avançados. Vol. 18. N.o50. São Paulo: 2005.Patrocínio, Soraya Martins - P314d Dramaturgias contemporâneas negras: um estudo sobre as váriaspossibilidades de pensar-ser-estar em cena / Soraya Martins Patrocínio. Belo Horizonte, 2021. 218 f. : il.Munanga, Kabengele - Negritude : usos e sentidos / Kabengele Munanga. – 3. ed. – 1. reimp. – Belo Horizonte :Autêntica Editora, 2012. – (Coleção Cultura Negra e Identidades)SPOLIN, Viola. Improvisação para o Teatro. Tradução de Roberto Mallet. São Paulo: Perspectiva, 2010.Grotowski, Jerzy. Em busca de um teatro pobre. Grupo Editorial RecordROUBINE, Jean-Jacques. A Arte do Ator. Tradução de Maria Lúcia Pereira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.STANISLAVSKI, Constantin. A Construção da Personagem. Tradução de Pontes de Paula Lima. Rio de Janeiro:Civilização Brasileira, 2013.STANISLAVSKI, Constantin. A Preparação do Ator. Tradução de Pontes de Paula Lima. São Paulo: CivilizaçãoBrasileira,2011BOAL, Augusto. Jogos para Atores e Não Atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019.FO, Dario. Manual Mínimo do Ator. Tradução de Maria Helena Kühner. São Paulo: SENAC, 2001 4- OFICINA DE FORMAÇÃO DE ILUMINAÇÃO E SOM - EMENTA: O curso de Capacitação Técnica oferecerá uma formação abrangente, abordando temas como, montagem e afinação de luzes, programação, criação de mapas de luz, manutenção deequipamentos, iluminação como elemento cenográfico, montagem de equipamentos de Som e equalização para eventos. Além disso, incluirá exercícios práticos e ensaios, com o objetivo de capacitarpessoas das periferias de Brasília e fomentar o desenvolvimento da área técnica nessas regiões. Serão ministradas aulas, com carga horária de 4h aula, totalizando 20 horas de curso. OBJETIVOS: Elevar a autoestima e o desenvolvimento cultural, intelectual e técnico de pessoas comidade entre 15 a 29 anos de regiões periféricas de Brasília como Gama, Núcleo Rural Ponte Alta, SantaMaria, Samambaia transformando a realidade por meio da capacitação técnica. PÚBLICO ALVO: Pessoas do Gama, Núcleo Rural Ponte Alta, Santa Maria, Samambaia e arredoresFAIXA ETÁRIA: 15 a 29 anos No DE TURMAS: 01 turmaNo DE PARTICIPANTES POR TURMA: Até 20 pessoas por TurmaMETODOLOGIA: Os alunos passarão por um período de adaptação ao professor e à linguagem técnica. Serão apresentados ao conceito de iluminação cênica, sua importância nos espetáculos e a história da luz noteatro.Após essa fase inicial, dará início às primeiras aulas práticas. Os alunos conhecerão os equipamentos de iluminação e aprenderão a criar mapas de luz para teatro e shows, programar a iluminação e mapearcenas. Além disso, aprenderão a manutenção básica dos equipamentos e continuarão a praticar com a iluminação.Em seguida, os alunos serão introduzidos ao som e à mixagem, entendendo sua importância em espetáculos e shows.Serão apresentados equipamentos de som, como amplificadores, retornos de palco, microfones, sistemas PA e mesas de mixagem. As aulas abrangerão a montagem e operação de toda a estrutura de som paraeventos, além da equalização do equipamento. RECURSOS DIDÁTICOS:( Equipamentos do teatro que será alugado para as aulas) ● Refletores;● Refletores Led DMX● Cabos de energia;● Mesa DMX:● Mesa de Luz:● Microfones:● Caixa de Som PA● Mesa Mix● Sala de aula;● Data show; PERIODICIDADE: 4 SEMANAS, DUAS VEZES POR SEMANACARGA HORÁRIA: 20 H DE CURSO AULA 01:● Apresentação do professor e dos alunos● Introdução a Iluminação Cênica● Conhecendo o Equipamento de Iluminação AULA 02:● Criação de Mapas de Luz● Montagem e Afinação de Luz● Programação de Luz/Montagem de Cenas● Aulas Praticas com Equipamentos ● Manutenção de Equipamento● A Luz como Elemento Cenográfico ● Aulas Praticas com Equipamentos AULA 03:● Apresentação a Equipamentos de Som● Mecânica do Som● Criação de Rider Técnico AULA 04: ● Montagem de Estrutura de Som● Mixagem e Equalização AULA 05:● Aulas Praticas com Equipamentos● Resultado Final do Curso CONTEÚDO:● Introdução a Iluminação Cênica;● Conhecendo Equipamento de Luz;● Montagem de cenas com a luz;● Criação de Mapas e Programação de Luz● Manutenção de Equipamento de Luz● Criação de Rider Técnico;● Equipamentos de Palco● Montagem e Desmontagem de Equipamentos● Gestão de Cabos e Conexões● Gerenciamento de Tempo e Logística● Resolução de Problemas Técnicos● Trabalho em Equipe e Comunicação● Criação de Rider Técnico AVALIAÇÃO:1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: ● A avaliação se dará durante todo o período do curso sendo analisados; periodicidade e realização das atividades propostas. 2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: Cada participante ao final das atividades irá receber um questionário com questões a serem respondidas referentes a relevância da oficina, conteúdo apresentado, dinâmica da aplicação dametodologia e preparação dos ministrantes da oficina. E Ao final todos participaram de uma roda para um bate papo aberto com foco na percepção individual de cada participante sobre a própriaoficina. CERTIFICAÇÃO: Ter cumprido com a carga horária 80% de presença e realizado de forma integral as atividades proposta. ARTE EDUCADOR : LUCAS DIAS REFERÊNCIAS: • Belligrot, Aldo: “Curso de Formação Inicial e Continuada em ILUMINAÇÃO DE PALCO,ministrado pelo Centro de Educação Profissional / Escola de Música de Brasília(CEP/EMB)”.2017• Olivia Hernández Fernández: “Oficina de Som Direto do Projeto Cinema é Ralação, realizadopela Cinese Audiovisual, Candiá Produções e AICON Ações Cinematográficas”. 2024 5-OFICINA DE FORMAÇÃO DE PRODUÇÃO CULTURAL- EMENTA: Oficina direcionada aos alunos participantes do Caminho das Artes. Produção de eventos, Gestão e Elaboração de projeto culturais, serão os conteúdos ministrados, com carga horária de 20h/semanais. O objetivo é estimular o empreendedorismo cultural, geração de renda e continuidade das atividades culturais; OBJETIVOS: • Capacitar os participantes na Elaboração de Projetos Culturais e captação de recursos;• Ensinar conceitos sobre Gestão Cultural e prestação de contas;• Fornecer informações básicas sobre legislação para o setor cultural tendo foco na Lei Orgânica daCultura do DF, fontes de recursos e patrocínios;• Apresentar aos participantes conceitos e práticas da Produção Executiva;• Fornecer os caminhos para divulgação de Projetos Culturais; PÚBLICO ALVO: ● Habitantes das regiões administrativas que tem dificuldades de acesso a apresentações artísticas, salas de teatro, shows e eventos culturais devido a distancia de suas residências dos locais prestigiados por eventos dessa natureza;● Cidades e/ou comunidades que registram um baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH);● Jovens que estão na linha de risco social e convivem com aspectos de violência doméstica/familiar;● Famílias pertencentes às classes C, D e E;● Famílias de baixa renda beneficiados por projetos sociais; FAIXA ETÁRIA: 15 a 29 anos No DE TURMAS: 01No DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20 METODOLOGIA: Fornecer uma noção básica aos participantes a respeito das etapas de elaboração e execução de um projeto cultural, capacitando na elaboração, produção e gestão de projetos culturais em suas localidades.Instrumentalizando os participantes a possibilitando a manutenção da continuidade e sustentabilidade de projetos culturais em suas comunidades, gerando oportunidades de trabalho e renda.As aulas da oficina serão divididas em cinco momentos específicos. Sendo o primeiro com o acolhimento dos participantes e apresentação do roteiro de atividades do dia, duração de 10 minutos. O segundo apresentação e estudo da teoria de cada conteúdo com duração de 30 minutos. O terceiro, realização de estudo de caso por meio de análise de eventos, vídeos, fotos e depoimentos de produtores culturais eartistas, com duração de 30 minutos. O quarto momento dedicado a prática da atividade, com duração de 1h e 30 minutos. O quinto e último momento é dedicado a uma avaliação em grupo sobre a aula do dia,duração de 20 minutos. Tendo carga horária diária de 3h/a.A aula programada para (aula final) será dividida em três momentos específicos, sendo o primeiro com o acolhimento dos participantes e apresentação do roteiro de atividades do dia. O segundo voltado àrealização prática referente a execução de um projeto a ser produzido pela turma do curso.Ao final do curso será aplicado aos alunos um teste com 10 questões objetivas valendo 30% da nota final juntamente com a avaliação do curso. RECURSOS DIDÁTICOS: ● Quadro branco● Notebook● Projetor de vídeo e aúdio PERIODICIDADE: Durante 1 mês, com 20h/aula . CARGA HORÁRIA: 20 HORAS TEMA / CONTEÚDO DATA 1a Aula - Elaboração de Projetos Produção Executiva Legislação para liberações e autorizações para realização de eventos culturais 2ª Aula- Gestão financeira de projetos eespaços culturais Marketing Cultural, divulgação deeventos culturais 3ª Aula Legislação sobre o setor cultural e leis de incentivo, fontes de captação, editais e patrocínios 4ª Aula- Planejamento de Logística para shows e eventos culturais Gestão e Produção Executiva Divulgação de Projetos Culturais 5ª Aula- Apresentação de projetos construido pela turma CONTEÚDO: • Elaboração de Projetos• Produção Executiva• Legislação para liberações e autorizações para realização de eventos culturais• Gestão financeira de projetos e espaços culturais• Marketing Cultural, divulgação de eventos culturais• Legislação sobre o setor cultural e leis de incentivo, fontes de captação, editais e patrocínios• Logística para shows e eventos culturais• Prova teórica (avaliação)• Emissão de certificados digitais AVALIAÇÃO:1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: (descreva a forma de avaliação do curso/oficina, indicando como osprofessores/oficineiros avaliarão os participantes).Prova teórica com 20 questões objetivas valendo 80% da nota final;Atividades de produção individual (exercícios) 20 % da nota final;2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: (descreva a forma como os participantes avaliarão ocurso/oficina, opinando sobre os instrutores, material didático, organização da ação formativa, instalações, dentreoutros).Ao final do curso os participantes irão fazer uma avaliação teórica com 20 questões objetivas referentes aos aspectosgerais da oficina tais como:• Apresentação do conteúdo ministrado;• Metodologia do ministrante;• Organização das atividades da oficina;• Auto avaliação; CERTIFICAÇÃO: Ter assistido a 80% aulas ARTE EDUCADOR- THAIS VELOSO Referências bibliográficas OLIVEIRA JÚNIOR, J; CAMINHA, L. Projetos culturais para a diversidade: pensar e planejarpara agir com a cultura. In: BARROS, José Márcio e OLIVEIRA JÚNIOR, José (Org.). Pensar eagir com a cultura: desafios da gestão cultural. Belo Horizonte: Observatório da Diversidade Cultural, 2011.SILVA, L.S.e. Seção gestão cultural. Coleção Viva Cultura Viva. São Paulo: CENPEC, 2010.NATALE, E. OLIVIERI, C. (Orgs.). Guia brasileiro de produção cultural. In Capítulo 1 - Planejamento, 2010-2011. São Paulo:SESCP SP, 2010.CARVALHO, C., Pesquisa e diagnóstico econômico do turismo de eventos da cidade de São Paulo, 1999/2000. Gráfico 1.1Sazonalidade dos eventos em São Paulo – em %. Estado de S. Paulo. Disponível em:http://www.estadao.com.br/arquivo/suplementos/2000/not20000516p14411. html. Acesso em 21. fev. 2014.BRANT, L. Presente e futuro da produção cultural 2013. Cultura e Mercado: Artigos. Disponível em:http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/passado-presente-e-futuro-da-producaocultural-no-brasil/. Acesso em21 .fev. 2014.JORDAO, J.; ALLUCI, R (Orgs.). Panorama Setorial da Cultura Brasileira, disponível em: http://www.panoramadacultura.com.br/pscb11.html#livro_panorama. Acesso em 21. fev. 2014.FOLETTO, L. O que é um produtor cultural 2012. Produção Cultural Posts. Disponível em: http://www.producaocultural.org.br/no-blog/o-que-e-um-produtor-cultural/ Acesso em 21. fev. 2014.BRANT, L. O poder da cultura. São Paulo: Peirópolis, 2009. CALVOCORESSI, P. Política mundial – a partir de 1945. PortoAlegre: Penso, 2012. COELHO, T. Dicionário crítico de política cultural. São Paulo: Iluminuras, 2004.GUIMARÃES, T. C. Comunicação e linguagem. São Paulo: Pearson, 2012. KOTLER, P. Marketing 3.0. Rio de Janeiro:Elsevier, 2010. KOTLER, P. A administração do marketing. São Paulo: Prentice Hall, 2000.LAS CASAS, A. L. Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 2010. MCQUAIL, D. Teorias da comunicação de massa.Porto Alegre: Penso, 2013.OGDEN, J. R.; CRESCITELLI, E. Comunicação Integrada de Marketing. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. WILLIAMS,R. Cultura e sociedade. São Paulo: Editora Nacional, 1969.YANAZE, M. H. Gestão de marketing e comunicação. São Paulo: Editora Saraiva, 2011. 6-OFICINA DE FORMAÇÃO EM TEATRO DE SOMBRAS OFICINA SOMBRA EM CENA ApresentaçãoA oficina desenvolve a compreensão das possibilidades de gerar cenas a partir dos códigos e ferramentas do teatro de sombras contemporâneo. Osexercícios práticos partem da exploração das diversas maneiras de criar sentido treinando o reconhecimento da própria sombra, das sombras dos objetos planose dos tridimensionais. Posteriormente a manipulação de figuras e luzes móveis, a transformação da sombra pela sobreposição de objetos e luzes, até aconstrução de pequenas cenas, se complementam com reflexões teóricas que outorgam uma capacidade maior de apropriação dos conteúdos da linguagem. ObjetivosO objetivo principal da oficina é difundir uma linguagem que oferece imensas possibilidades para a comunicação, trabalhando com os componentesbásicos essenciais de uma produção audiovisual: luz e sombra. Os objetivos específicos são: • Treinar os participantes na leitura e manejo da imagem-sombra.• Outorgar uma nova ferramenta para se expressar, que possa aplicar na criação de cenas com musica ou texto.• Reconhecer as possibilidades de utilização do corpo e as figuras no Teatro de Sombras contemporâneo.• Estimular a visão das sombras como matéria tangível de ser utilizada na criação dramática.• Introduzir os participantes nas possibilidades de criação dramatúrgica partindo da imagem simbólica como potencialidade expressiva. Justificativa O Teatro de Sombras é uma Arte interdisciplinar que conjuga elementos das artes plásticas, cênicas e musicais em uma produção audiovisual.De tradição muito antiga, o teatro de sombras existiu sempre ligado a uma manifestação religiosa. No século XIX, sua chegada no ocidente modifica essaessência, inovando a técnica e elaborando imagens referentes a outra cultura visual, mas ainda teriam que transcorrer mais de um século para adquirircaracterísticas modernas.A partir da década de 70, com os avanços tecnológicos e a aparição de luzes que permitem uma definição do contorno da sombra a distância, o teatrode sombras se viu profundamente transformado. Tradicionalmente o manipulador movimentava as figuras como bonecos e através deles contava ahistória. Com as mudanças técnicas, são as luzes, telas e corpos os que adquirem movimentos e assim novos protagonismos. “A cena transformou-se em um dispositivo de projeção que permitiu ao manipulador afastar-se da tela e agir no espaço, multiplicando as própriaspossibilidades performáticas”. É a partir de nossa experiência trabalhando com teatro de sombras contemporâneo, que nasce a necessidade de compartilhar as ferramentas epossibilidades de expressão artística que contem esta linguagem. Cronograma (Também pode ser ministrada em um intensivo de dois dias, 8 horas por dia) Primeiro dia (4h):• Reconhecimento da sombra do próprio corpo e dos outros como elementode trabalho na cena teatral.• Conceptualização teórica dos diferentes estilos de teatro de sombras,desde a milenar tradição oriental ate os dias atuais.• Reconhecimento do cone de luz (espaço onde se iluminam os corpos eas figuras) como campo de trabalho.• Exercícios de interação entre sombras corporais com múltiplas fontesluminosas, trabalho grupal para superposição de sombras e manipulaçãoda luz para gerar movimento. Segundo dia (4h):• Início de realização de uma figura simples e cenários básicos (opacos).• Diferenciação entre sombra de objetos planos e tridimensionais.• Manipulação de figuras e objetos; deslocamento, profundidade e tamanhodas sombras para dar sentido a cena.• Treinamento da manipulação de objetos e silhuetas dentro e fora do conede luz. Terceiro dia (4h):• Inicio de construção de matérias de cena mais complexos (translúcidos).• Apresentação de uma outra fonte luminosa: o retroprojetor.• Manipulação de figuras e cenários no retroprojetor e edição de imagenscom outras fontes luminosas.• Improvisações entre sombras corporais e silhuetas projetadas noretroprojetor.• Apresentação dos tipos de luzes existentes e seus diferentes efeitos naprojeção de sombras.1 Montecchi, Fabrizio. “Em busca de uma identidade: reflexões sobre o teatro de sombrascontemporâneo”. Quarto dia (4h):• Apresentação teórica dos elementos necessários para a construção defoco de luz móvel para teatro de sombras.• Iniciação à construção de cenas com os matérias de cena construídos.• Compreensão das possibilidades de transformação das sombrasmediante a superposição de objetos e luzes, utilizando as diferentesfontes luminosas apresentadas durante a oficina.• Aprofundamento teórico e finalização da construção de matérias de cenasimples e complexos. Quinto dia (4h)• Introdução a construção de dramaturgias para teatro de sombras:concepto, imagens simbólicas e ralação com movimento.• Realização de projetos grupais para a montagem de cenas finais.• Construção de materiais necessários para cenas finais.• Ensaio das cenas grupais realizadas durante a oficina utilizando astécnicas e códigos próprios da linguagem.• Mostra de cada uma das cenas realizadas pelos grupos. Carga horária total: 20 horas Faixa etária: 15 a 29 anos Necessidades técnicas:-30 min para montagem ou desmontagem de equipamentos (tela, luz e som);-Espaço amplo (para 20 pessoas área mínima 80 m2);-Pé direito (ideal de 4m e mínimo de 2,5m);-Possibilidade de fixação de tela de tecido no local (pontos para amarrar);-Controle total de iluminação externa – Escuridão (espaço escuro comisolamento prévio das aberturas);-Ambiente com o mínimo de interferência externa (ruído e movimentação).Material necessário para cada participante (solicitado no momento dainscrição)- Tesoura, estilete, caneta e caderno de notas (material individual);- Roupa preta ou escura (neutra e confortável);- Sapato de solado baixo (tênis confortável); Arte/Educadores- Soledad GarciaAtriz, artista plástica e diplomada em Teatro de Títeres e objetos pelaUniversidade de San Martin na Argentina, fundadora e sombrista da Cia. LumiatoTeatro de Formas Animadas (2008).- Thiago BresaniDiplomado em Teatro de Títeres e objetos pela Universidade de San Martin naArgentina, é fundador e Sombrista da Cia Lumiato Teatro de Formas Animadas(2008), que atualmente pesquisa o teatro de sombras contemporâneo no Brasil. 7-OFICINA DE FORMAÇÃO DE TEATRO DE BONECOS A oficina é composto por aulas práticas e teóricas sobre teatro de animação em especial Bonecos. O curso aborda• Em aulas Teóricas:- Breve história do Teatro de Formas Animadas- Breve história de Bonecos- Breve história do Teatro de Bonecos Brasileiro (Mamulengo)- Técnicas de Manipulação• Em aulas práticas:- Experimentações com teatro de objetos- Estética da construção do espetáculo- Confecção e manipulação de Bonecos- Montagem de cenas de teatro de formas animadasCRONOGRAMASEMANA 1 - História do Teatro de Formas Animadas- História do Teatro de Bonecos- Experimentações com teatro de objetos- Estética da construção do espetáculoSEMANA 2 - História do Teatro de Bonecos Brasileiro (Mamulengo)- Técnicas de Manipulação- Confecção e manipulação de BonecosSEMANA 3 - - Confecção e manipulação de Bonecos SEMANA 4 - - Montagem de uma cena de 5 minutos SEMANA 5- - Apresentação e avaliação do processo OBJETIVOS: -Articular a prática do conhecimento científico do ensino e da pesquisa com a linguagem do Teatro de Formas Animadas,interagindo com a realidade social de cada localidade;- Ampliar a formação artística, cultural, social e crítica da comunidade por meio da atuação cênica nas atividades docurso;- Desenvolver projeto de encenação e montagem de espetáculo;-Democratizar o acesso à produção e fruição de trabalhos artísticos, estimulando a formação de público nas artes; PÚBLICO ALVO: jovens moradores da periferia e da RIDE-DF, em estado de vulnerabilidadeFAIXA ETÁRIA: de 15 a 29 anosPRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO:Ter 15 anos ou mais, ser estudante de artes (cênicas, visuais) ou interessado no assunto.Nº DE TURMAS: 01 TurmaNº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20 Pessoas METODOLOGIA: Intercalando leituras indispensáveis ao estudo do teatro de formas animadas, debates, rodas de conversa eaulas explicativas com experimentações práticas os arte-educadores constroem nos estudantes um arcabouço deconhecimentos claros que os leva a ter discernimento e segurança nos assuntos abordados.Os arte-educares também os guiarão na construção, confecção e manipulação dos bonecos, o que os conceberáconfiança para a realização e apresentação do espetáculo final, que será idealizado de forma coletiva em todos seusaspectos. RECURSOS DIDÁTICOS: Materiais escolares, materiais naturais, materiaisrecicláveis, ferramentas para a construção, ferramentas elétricas,ferramentas manuais e material para desenho. PERIODICIDADE: Um mês de duração / 4 semanas CARGA HORÁRIA: 4 semanas, com carga horária de 20h/a semanais CONTEÚDO: Conceitos do Teatro de Formas AnimadasOrigem Histórica do Teatro de BonecosOrigem Histórica do Teatro de Bonecos Brasileiro (Mamulengo)Técnicas de ManipulaçãoHistória do Teatro de SombrasNoções de animação para objetos;Noções de criação, animação e dramaturgia para bonecos;Estudo das possibilidades de criação de bonecos com material reciclado;Modelagem da cabeça e outras partes do corpo do boneco e outros objetos;Preparação e pigmentação de tinta;Pintura e composição do boneco;Secagem e cura das partes;Estética da construção do espetáculoPintura e montagem final do objeto;Exposição do material criado no curso; AVALIAÇÃO:1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: (descreva a forma de avaliação do curso/oficina, indicando como osprofessores/oficineiros avaliarão os participantes).Os participantes alimentarão ao longo do curso um diário de bordo a ser apresentado aos arte-educares no fim do cursoe realizarão a apresentação final da montagem produzida.2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: (descreva a forma como os participantes avaliarão ocurso/oficina, opinando sobre osinstrutores, material didático, organização da ação formativa, instalações, dentre outros).Cada participante ao final das atividades irá receber um questionário com questões a serem respondidas referentes arelevância do curso, conteúdo apresentado, dinâmica da aplicação da metodologia e preparação dos ministrantes daoficina. E Ao final todos participaram de uma roda para um bate papo aberto com foco na percepção individual de cadaparticipante sobre a própria oficina. CERTIFICAÇÃO:Ter cumprido 80% da carga horária e realizado de forma integral as atividades propostas. ARTE EDUCADOR : DOMINGOS RODRIGO REFERÊNCIAS: (Indique a bibliografia – livros, artigos, periódicos, folhetos, monografias, dissertações, teses - ou outrositens, a exemplo de sites, blogs, vídeos, vivências, saberes, etc., que serão utilizados como referência na ação formativa).AMARAL, Ana Maria, O ator e seus duplos-Máscara, Bonecos e Objetos.Ed.SENAC 2002.AMARAL, Ana Maria, Teatro de Formas Animadas- Máscaras, Bonecos e Objetos. Ed. USP 1996.AMARAL, Ana Maria, Teatro de Animação- Da teoria à prática. Ateliê Editorial 1997.BERTHOLD, margot, História Mundial do Teatro.Ed. Perspectiva 2000.BOAL, Augusto, técnicas Latino-Americanas de teatro popular.Ed.Hucitec 1984.DIVERSOS AUTORES, Revista Móin-Móin no 01, 02,03,04,05,06,07,08,09,10,11,12,13,14 e 15 -SCAR e UDESC- Jaraguá do Sul/SC 2005 a 2016.APOCALIPSE, Álvaro, Cartilha Construção Artesanal de Bonecos. Ed. 2009PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais / Arte. Brasil. Ensino Médio Brasília: MEC/SEF, 1998.LDBVYGOTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. Trad. M. Resende, Lisboa, Antídoto, 1979. A formação social da mente.Trad. José Cipolla Neto et alii. São Paulo, Livraria Martins Fontes, 1984.BALARDIM, Paulo. Relações de vida e morte no teatro de animação. Porto Alegre: Edição do autor, 2004.FREIRE, Paulo Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa / Paulo Freire. – São Paulo: Paz eTerra, 1996. – (Coleção Leitura)BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB. 9394/1996. 8-OFICINA DE FORMAÇÃO DE PALHAÇARIA EMENTA: A Oficina Básica de Palhaçaria propõe uma introdução teórica e prática à arte do palhaço, com foco em elementosfundamentais da linguagem teatral. O conteúdo é dividido em duas principais etapas:Estudo Histórico e Referencial: Análise do contexto histórico e legado de artistas negros como: o palhaço "Benjamin deOliveira" e a palhaço "Xamego" entre outros artistas cômicos negros, destacando as suas contribuições para a palhaçaria noBrasil.Prática Teatral e Técnica de Palhaçaria: Atividades práticas envolvendo expressão corporal, técnicas de improvisação,jogos teatrais e criação de gags. Os participantes serão guiados através de exercícios que exploram o ridículo, foco cênico,estado cômico e a triangulação cênica, afim de chegar no resultado da: criação de gags em solos ou duos. OBJETIVOS:Objetivo central: proporcionar uma introdução teórica e pratica à vertente cênica da palhaçaria, abordando elementosfundamentais da linguagem teatral como: estudo referencial, expressão corporal, jogos teatrais, prática de gags. A oficinatem como ênfase, trazer referênciais explorando a história e as contribuições de palhaço(a)s negro(a)s no Brasil. Objetivos Específicos:1- Contextualizar historicamente a contribuição de artistas negros Brasileiros, na arte da palhaçaria.2- Ensinar técnicas básicas da base Clownesca.3- Noção de Desenvolvimentos de Gags em solos e duos4- Criar um espaço de trocas e saberes entre os participantes.5- promoção de novos artistas na linguagem da palhaçaria PÚBLICO ALVO: JOVENS ENTRE 15 e 29 anos Artistas e entusiastas da palhaçaria, preferencialmente negros, pardos e indígenas, residente das cidades satélites como:Gama, Santa-maria, Recanto das emas, Riacho fundo 2, Ponte alta norte (gama). No DE TURMAS: 1No DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20METODOLOGIA:Estudo Histórico e Biográfico:Contextualização histórica da contribuição de artistas negros brasileiros na arte da palhaçaria, utilizando materiaisbibliográficos, artigos científicos e registros audiovisuais.Exercícios Práticos de Técnicas de Palhaçaria:1- Aquecimento Corporal: Alongamentos corporais e vocais para preparar os participantes fisicamente.2- Expressão Corporal: Atividades que lidam com o ridículo e o estado cômico, promovendo a consciência corporal, fococênico e a expressividade. 3- Triangulação Cênica: Utilização do olhar como ferramenta direcional da plateia.4- Estudo de Referências Cênicas: Análise de vídeos e imagens pré-selecionados que ilustram técnicas e estruturas depalhaçaria.5- Lógica do Palhaço: Desenvolvimento de gags (piadas físicas) em solos ou duos, incentivando a prática da improvisaçãoe a aplicação das técnicas aprendidas. RECURSOS DIDÁTICOS: Espaço adequado para as atividades teatrais práticas (sala de ensaio) Materiais de apoio: Lápis, borracha, folha A4 Sala de vídeo – para aulas audiovisuais Aparelho de som para reprodução de trilhas sonoras ou música ambiente, quando necessário. PERIODICIDADE: Oficina terá a duração de 2 meses. CARGA HORÁRIA: 20 horas CONTEÚDO: (indique os assuntos que serão trabalhados no curso/oficina).1- Introdução à palhaçaria: história e técnicas básicas2- A contribuição dos palhaços negros na história do Brasil3- Exercícios de: Estado cômico, triangulação, foco cênico e o ridiculo.4- Análise de performances históricas de palhaços negros e artistas internacionais.5- Bate papo com artista convidado.5- Apresentação de Trabalho em solo ou duo para apresentação de gags – finalização de curso. AVALIAÇÃO:1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: (descreva a forma de avaliação do curso/oficina, indicando como osprofessores/oficineiros avaliarão os participantes).Avaliação contínua através de observação das práticas e participação nos exercícios, além de uma avaliação final baseadano entendimento teórico através do “Diario de bordo – Oficina Básica de palhaçaria” e apresentação de Gags (solo ou duo)2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: (descreva a forma como os participantes avaliarão ocurso/oficina, opinando sobre os instrutores, material didático, organização da ação formativa, instalações, dentre outros).-Relatório final sobre: a qualidade do curso, materiais utilizados, eficácia dos instrutores e infraestrutura oferecida. ARTE EDUCADOR r : THIAGO BERLLARGO PRODUTO SECUNDARIO : APRESENTAÇÃO DO REPERTÓRIO DO GRUPO CIA TEATRAL CIDADE DOS BONECOS As apresentações ocorrerão no Espaço Cultural Cidade dos Bonecos, situado na Ponte Alta Norte, aos finais de semana, dias em que o transporte público é gratuito. As apresentações serão destinadas ao público espontaneo, moradores da periferia e da RIDE de Brasilia e aos participantes das oficinas que terão a oportunidade de aplicar os conhecimentos de forma prática auxiliando na produção, executando a iluminação e a sonoplastia, analisando a dramaturgia e a interpretação e realizando ou acompanhando&
Produto: OFICINAS DE FORMAÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais das oficinas serão escolas públicas ou espaços culturais que tenham acessibilidade, como rampas, banheiros adaptados e placas em brailler. Será disponibilizada cadeira de rodas para deslocamento interno, nos dias do espetaculo. ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Caso seja necessário, serão instaladas sinalizações através de placas com números e/ou letras e também pictogramas com sinais em texto e relevo, incluindo em braile. Sempre de acordo com as normas vigentes. Além disso, o Arte Educador responsável pela Oficina de Audiodescrição fará a preparação da equipe visando melhor acolhimento das pessoas com necessidades especiais( sem custo adicional ao projeto ) Será produzido um Vídeo de Acessibilidade e disponibilizado QR, contendo toda a programação do projeto com Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Postagens nas redes sociais com descrição e legendas; Será produzido um Vídeo de Acessibilidade e disponibilizado QR, contendo toda a programação do projeto com Legenda em português e Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: As apresentações serão planejadas para que todas as pessoas possam participar, ou como integrante do projeto ou como plateia. Assim, serão consideradas as adaptações necessárias tais como linguagem mais acessível, mais simples, iluminação e som adequados. Produto: APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULOS DA CIA CIDADE DOS BONECOS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A programação que será realizada no núcleo Ponte Alta Norte do Gama ( Zona Rural) ocorrerá no Espaço Cultural Cidade dos Bonecos, onde já se encontram banheiro adaptado para PCD e rampa de acesso para o local das apresentações.Será disponibilizada cadeira de rodas para deslocamento interno, nos dias do espetaculo. No espaço Cultural Cidade dos Bonecos será destinado e identificado assento exclusivo para PCD, será permitida a entrada de cão guia. Reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida; As intensidade das luzes e dos sons serão adequados para o acolhimento de pessoas autistas, bem como reservado lugares que facilitem a entrada e saída em caso de necessidade. ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Caso seja necessário, serão instaladas sinalizações através de placas com números e/ou letras e também pictogramas com sinais em texto e relevo, incluindo em braile. Sempre de acordo com as normas vigentes. Além disso, será contratado um profissional para a preparação da equipe visando melhor acolhimento das pessoas com necessidades especiais. Será produzido um Vídeo de Acessibilidade e disponibilizado QR, contendo toda a programação do projeto com Legenda em português, Libras e Audiodescritor Será contratado audiodescritor com as seguintes funções: a)Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas;b). Audiodescrição das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário) que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas;c). Visita ao cenário: 30 minutos antes do início da peça, pessoas cegas e com baixa visão são convidadas para subir no palco e tocar o cenário orientadas por profissional de audiodescrição; ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Será contratado um profissional em Libras para todas as apresentações teatrais. Postagens nas redes sociais com descrição e legendas; Será produzido um Vídeo de Acessibilidade e disponibilizado QR, contendo toda a programação do projeto com Legenda em português, Libras e Audiodescritor ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: As apresentações serão planejadas para que todas as pessoas possam participar, ou como integrante do projeto ou como plateia. Assim, serão consideradas as adaptações necessárias tais como linguagem mais acessível, mais simples, iluminação e som adequados. Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída);
Todas as atividades serão gratuitas, as oficinas serão descentralizadas em regiões periféricas de Brasília, a mostra de espetáculo ocorrer aos domingos, dia cujo o transporte público é gratuito no DF, os espetáculos serão abertos ao público geral, incluindo crianças e adolecentes. As medidas de “ampliação de acesso” será adotada no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); - Todas as oficinas de capacitação e as apresentações teatrais serão gratuitas II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; - As apresentações serão no domingo quando o transporte público do DF é gratuito VI -realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; - O projeto está destinado a pessoas entre 15 e 29 anos, prioritariamente em sutuaçõa de vulnerabilidade, moradores da periféria e da RIDE do DF.VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; - As oficinas serão realizadas em pontos de cultura e escolas públicas IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; -O projeto oferecerá 10 bolsas aprendiz VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - As apresentações teatrais contemplarão o publico infantil e infantojuvenil
PRODUTOR CULTURAL - JOSANIA CASTRO - Produtora cultural, atriz e arte-educadora com sólida formação em Artes (licenciatura e bacharelado pela Faculdade Dulcina de Moraes) e em Direito, além de especializações em Gestão Cultural. Atua na cena cultural do Distrito Federal desde os anos 1990 e tem ampla experiência na idealização, coordenação e execução de projetos artísticos financiados por editais públicos, como FAC e Lei de Incentivo à Cultura. É integrante da Cia. Teatral Cidade dos Bonecos, onde atua como produtora executiva em projetos como Arte no Parque, Bonecos na Rural, Estação Leitura, Estação Brasil e Sangue, Suor e Letras. Também organizou e produziu a Roda de Teatro de Bonecos Online e a Mostra Itinerante Cidade dos Bonecos. Em sua trajetória, alia competências administrativas, sensibilidade artística e comprometimento com a democratização do acesso à cultura. Além da produção, coordena ações de acessibilidade e mediação, promovendo o diálogo entre arte, território e público. Atualmente, é presidente da Comissão de Cultura da OAB Gama/Santa Maria e fundadora da Central de Inventários. COORDENADOR GERAL- DOMINGOS RODRIGO-Dom Rodrigo atua há mais de duas décadas no campo da produção cultural, com ampla experiência na coordenação de projetos socioculturais e artísticos no Distrito Federal e em outros estados. Iniciou sua trajetória em 1994, integrando companhias teatrais locais e, ao longo dos anos. Formado em Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, especializou-se em gestão cultural com pós-graduação pelo SENAC-SP. Fundador da Cia. Teatral Cidade dos Bonecos e da Associação Cultural SONART, lidera iniciativas que promovem acessibilidade à arte em comunidades periféricas. Coordena todas as etapas de projetos, desde a elaboração até a prestação de contas, com forte atuação junto ao Ministério da Cultura e à Secretaria de Cultura do DF. Realizou importantes projetos como “Arte na Ponte”, “Circuito de Arte e Cultura do Gama” e “Festival Itinerante Teatro de Lona”. Atuou também na produção executiva de eventos financiados por leis de incentivo como FAC, Lei Aldir Blanc e MROSC. Possui sólida formação em produção executiva de shows, logística, elaboração de projetos e planejamento cultural. Sua atuação combina eficiência na gestão, sensibilidade artística e compromisso com a democratização do acesso à cultura. COORDENADOR PEDAGÓGICO- JOSANIA CASTRO - Formada na Faculdade de Artes Dulcina de Morais em Bacharelado e Licenciatura, em 2000. Formada em Direito na FACIPLAC, em 2010. Pos Graduada em Direito e Direito Processual do Trabalho, na Faculdade ATAME, em 2013. Professora concursada da Secretaria de Educação do Distrito Federal desde 1997, atuou como Coordenadora da Escolas Rurais de 1999 A 2000, Diretora da Escola classe 04 do gama 2003 a 2004 e Coordenadora das Oficinas Pedagógicas .Nesse período, também iniciou e aprofundou uma pesquisa sobre teatro de formas animadas aplicado ao contexto escolar, estabelecendo vínculos entre linguagem artística e práticas pedagógicas. Como arte-educadora, coordenou oficinas em diversos projetos, como Teatrando nas Escolas Rurais, Arte no Parque, Mostra Itinerante Cidade dos Bonecos e Arte Vivencial, promovendo atividades interativas com foco em mediação cultural e inclusão. Atualmente, integra a Cia. Cidade dos Bonecos, onde atua como atriz manipuladora, produtora e pesquisadora, mantendo seu compromisso com processos educativos por meio da arte. Sua trajetória evidencia sensibilidade pedagógica, gestão cultural e dedicação à formação cidadã por meio das artes ASSISTENTE DE PRODUÇÃO- VITOR HUGO- Graduando em Licenciatura Plena em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília e tem se destacado como jovem produtor cultural no Distrito Federal. Desde 2022, atua como assistente de produção em diversos projetos financiados pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), como Arte no Parque, Edição de Música Legado, Estação Leitura, Estação Brasil e o 5º Festival Bonecos de Todo Mundo. Nessas iniciativas, colabora diretamente na organização logística, acompanhamento de atividades e suporte à execução de eventos culturais. Sua vivência prática é complementada por experiências como ator em montagens universitárias e no grupo Húmus de Teatro, o que lhe confere uma visão sensível e integrada dos processos artísticos e de bastidores. Além da produção, também atuou como monitor de exposição em instalações performáticas, reforçando sua versatilidade nas artes e na mediação cultural. Sua trajetória demonstra engajamento com a cena cultural local e crescente amadurecimento na área da produção executiva. ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE DRAMATURGIA- ELMO FÉRRER - DRT 3702/DF- Formado na Faculdade de Artes Dulcina de Morais, em 2012. Iniciou sua carreira na dramaturgia ainda na escola, escrevendo peças de teatro para montagens no grupo de teatro escola “CAMP”, no Colégio Estadual José Carneiro Filho. Aos poucos foi sendo conhecido por grupos teatrais de outros estados através das publicações no site Recanto da Letras. Em 2009 ministrou um oficina de dramaturgia na Casa das Artes, na Asa Sul e foi convidado para ser instrutor no Festival de Teatro de Araguari, com uma oficina de dramaturgia aberta. Autor das seguintes obras: 2009- Me&Mrs Jones é montado em Limeira/SP e concorreu como melhor texto. O espetáculo foi premiado como melhor espetáculo, melhor ator e melhor atriz. 2011-“Estranhos “ganha o Festival de Teatro de Congonhas/MG com melhor dramaturgia e “Nós” é montado pela Cia Inspiral/DF tendo uma segunda temporada em 2012. 2015- Afinidades”, espetáculo do Grupo Caras é contemplado pelo FAC/DF e “Abismo”, espetáculo da Cia. Dois encena, ganha como melhor dramaturgia no Festival de teatro de Conselheiro Lafaitte. 2016- “Milagreiro” é montado no teatro Dulcina de Moraes. 2017- “Zezinho e o livro mágico”, espetáculo do Grupo Caras, contemplado pelo FAC/DF 2018- “Nós” é montado pela Cia. Meraki, em São Paulo/SP, Recebe Moção de Aplausos da Câmara de Vereadores de Luziânia. 2020 - “Afinidades” e “Zezinho e o livro mágico” são contemplados pelo FAC/DF 2023- “O amigo imaginário” é contemplado pelo FAC/DF pela Cia.Barril, “Cindi é ela” é montado pela Trupe de Humor da Paraíba, É homenageado com nome do troféu do 1º FestCaras, Recebe “medalha de honra ao mérito”, da Câmara Municipal de Luziânia 2024- “Eternos”, é contemplado pelo FAC/DF e É homenageado com nome do troféu do 2º FestCaras 2025- “Zezinho e o livro mágico” e “Eternos”, são contemplados pelo FAC/DF ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE PALHAÇARIA- THIAGO BELLARGO- Ator , palhaço, contador de histórias e produtor cultural com trajetória iniciada em 2014, no Gama (DF), pela Cia. Semente de Teatro. Desde 2018, dedica-se à pesquisa e prática da palhaçaria, tendo realizado oficinas importantes com artistas como Antônia Vilarinho, Denis Camargo e pelo curso “O cômico como linguagem”, ministrado por Bete Dorgam, Caco Mattos e Dagoberto Feliz. É cofundador do Trio Tchuto de Palhaços, grupo com atuação no Distrito Federal, com destaque para intervenções como no projeto Outubro Rosa/Novembro Azul do SESC e apresentações no SESC Ceilândia. Participou do espetáculo infantil "O Palhaço e a Bailarina" e "Trio Tchuto", ambos com a Cantinho Produções. Atuou também em diversos projetos de contação de histórias, espetáculos de rua e festivais, sempre integrando comicidade e linguagem clownesca. Seu trabalho mescla humor, sensibilidade e crítica social, com ênfase em projetos voltados à infância e à promoção do riso como ferramenta de afeto e transformação. Atualmente é membro da Cia. Cidade dos Bonecos. ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL- THAÍS VELOSO- é produtora cultural, atriz e bonequeira, com forte atuação em projetos de teatro, contação de histórias, audiovisual e ações educativas no Distrito Federal. Cursa licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB) e, desde 2017, atua na produção de diversos projetos culturais. Sua trajetória inclui trabalhos como assistente de produção e produção executiva em projetos financiados por leis de incentivo, como Sangue, Suor e Letras (2021), Edição de Música Legado (2022), Circuito de Arte e Cultura do Gama, Arte Vivencial, Arte no Parque, Bonecos na Rural e Para Gostar de Ver. Colabora com grupos como a Cia. Cidade dos Bonecos e Cantinho Produções, assumindo funções que vão da coordenação de equipes à organização logística e execução das ações culturais. Também contribui com projetos em audiovisual, desenvolvendo edição de vídeos, audiodescrição, fotografia e direção de curtas e webséries. Sua atuação é marcada pela versatilidade, sensibilidade estética e capacidade de integrar processos criativos e operacionais de maneira eficaz. ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE ILUMNAÇÃO E SOM - LUCAS DIAS - Iluminador cênico com sólida experiência técnica em espetáculos de teatro, dança e música. Iniciou sua trajetória em 2012 e desde então atuou em produções relevantes no cenário cultural do Distrito Federal. Formado pela Escola de Música de Brasília, cursou “Iluminação de Palco” com o professor Aldo Bellingrodt e está em formação continuada em “Elementos de Palco – Práticas e Projetos”. Trabalhou como iluminador em espetáculos do Instituto Candango de Artes (Peter Pan, Chopiniana), no Ballet Mylene Leonardo (Era Uma Vez, A Fantástica Fábrica de Chocolate) e em produções da Cia. Cidade dos Bonecos. Também desempenhou funções técnicas em eventos como Teatrando nas Escolas Rurais, Bonecos na Rural e Arte no Parque. Sua atuação alia conhecimento técnico a uma sensibilidade artística refinada, contribuindo para a ambientação e narrativa visual dos espetáculos. Além da iluminação, atua como sonoplasta e coordenador técnico, demonstrando versatilidade e domínio técnico em montagens cênicas. ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE CONSTRUÇÃO DE BONECOS- DOMINGOS RODRIGO-Dom Rodrigo é licenciado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília e pós-graduado em Gestão Cultural pelo SENAC-SP. Com base nos princípios da Arte-Educação de Ana Mae Barbosa, tem uma longa trajetória como educador e formador de público por meio das artes. Desde 2001, ministra oficinas de teatro para professores e adolescentes da rede pública, com destaque para comunidades carentes do Distrito Federal. Atuou como professor em diversas instituições, como Colégio Objetivo (Gama-DF) entre 2007 e 2015 e em várias escolas públicas do DF em contratos temporários pela SEDF entre 2008 e 2013. Desenvolveu metodologias próprias em teatro de formas animadas, promovendo inclusão, expressão criativa e desenvolvimento crítico. Como fundador da Cia. Cidade dos Bonecos, integrou ações pedagógicas e apresentações artísticas em projetos como Teatrando nas Escolas Rurais, Arte Vivencial e Bonecos na Rural, sempre com foco em acessibilidade cultural. Sua prática alia formação sensível, atuação social e compromisso com uma educação artística transformadora ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE TEATRO DE SOMBRAS- LUMIATO- A companhia de teatro Lumiato foi criada no ano de 2008, em Buenos Aires, Argentina, por Thiago Bresani e Soledad Garcia, durante sua formação como bonequeiros na Universidade de San Martin, onde estudaram várias linguagens do teatro de formas animadas. É a primeira companhia à pesquisar, produzir e difundir o teatro de sombras na região centro-oeste do Brasil. Com dramaturgias originais em seus espetáculos e uma abordagem moderna, resultando em performances visualmente deslumbrantes e emocionalmente impactantes, aborda questões sociais, políticas e emocionais, oferecendo uma reflexão profunda sobre a condição humana. Além disso, a Lumiato é conhecida por colaborar com outros artistas e instituições, ampliando ainda mais os limites do teatro de sombras. Seus espetáculos são frequentemente elogiados pela originalidade, beleza estética e impacto emocional, cativando públicos de todas as idades ao redor do mundo. No cenário nacional e internacional, a Companhia Lumiato tem conquistado prêmios e reconhecimento pela sua contribuição para o enriquecimento das artes cênicas e por sua capacidade de encantar espectadores de todas as idades. ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE ACESSIBILIDADE AUDIODESCRIÇÃO- VIVIANE QUEIROZ - graduada em Letras Tradução Inglês e Letras Inglês Licenciatura pela Universidade de Brasília (UnB), com formação em Pedagogia e pós-graduação em Metodologia de Ensino pela Faculdade Unyleya. Atua como professora de informática acessível no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) da Secretaria de Educação do Distrito Federal, além de trabalhar como consultora profissional em audiodescrição, adaptação de materiais acessíveis e educação inclusiva. Membro da Comissão de Assessoramento Pedagógico de Adaptação de Avaliações do INEP e revisora de livros didáticos digitais acessíveis pelo Ministério da Educação (MEC). Experiência em projetos culturais e educacionais, como o Festival de Cinema de Brasília, o projeto Cine AD, e cursos de formação em audiodescrição. Também atuou como consultora de acessibilidade na área da saúde e participei de pesquisas acadêmicas na área de audiodescrição. ARTE EDUCADOR DA OFICINA DE INICIAÇÃO TEATRAL- DENIS BUENO- Licenciado em Artes Cênicas pela Faculdade Dulcina de Moraes e desenvolve uma trajetória consistente como arte-educador, oficineiro e formador cultural no Distrito Federal e entorno. Desde 2002, atua em escolas públicas com projetos como Teatro na Escola, oferecendo oficinas de interpretação teatral, preparação corporal e mediação cultural para estudantes do ensino médio. Também trabalhou com crianças entre 6 e 15 anos na instituição Obras Beneditinas Cambiagio, no Gama-DF. Sua metodologia une teatro de formas animadas, contação de histórias, teatro de sombras e técnicas do Teatro do Oprimido, com foco em comunidades periféricas. Destacam-se oficinas realizadas em projetos como Arte Vivencial, Bonecos na Rural, Arte no Parque, Teatrando nas Escolas Rurais e Oficinart, todos apoiados pelo FAC. Além de sua atuação com jovens, Denis também realiza formações com grupos de teatro, contribuindo com preparação corporal, expressão cênica e criação colaborativa. Sua prática evidencia um compromisso com a arte como ferramenta de educação, inclusão e transformação social. APRESENTAÇÃO TEATRAL- CIA CIDADE DOS BONECOS - A Cia. Teatral Cidade dos Bonecos foi fundada em 2001 por Dom Rodrigo, ator e gestor cultural, com foco na pesquisa e difusão do Teatro de Formas Animadas. O grupo tem forte atuação nacional, participando de festivais como FESTINECO, FESTIBRA e o Festival Internacional de Bonecos de Brasília. Seus espetáculos mesclam manipulação de bonecos e teatro de sombras, com consultoria de grupos como Giramundo (MG) e Cia. Lumbra (RS). A companhia realizou diversas montagens como Sombras do Destino, A Flor do Sertão e A História de Mané Bocó. Também promoveu projetos de circulação cultural como Arte Vivencial, Bonecos na Rural e Pra Gostar de Ver, com uso de Teatro de Lona Itinerante. A equipe inclui artistas e técnicos como Denis Bueno, Jôsania Castro, Lucas Dias e outros. Ao longo de mais de duas décadas, o grupo levou arte cênica a diversas regiões do Brasil (DF, GO, MG, MT, MS, TO), consolidando-se como referência em teatro popular com bonecos. INTERPRETE DE LIBRAS- REGIANE ALVES - Regiane Alves é tradutora-intérprete de Libras e audiodescritora com mais de oito anos de experiência em acessibilidade cultural no Distrito Federal. Atua principalmente em projetos financiados por instituições como o FAC, Ministério da Cultura, Ministério do Turismo e Secretarias de Cultura do DF e de Goiás, totalizando mais de 700 trabalhos realizados. Sua atuação contempla espetáculos teatrais, festivais, mostras, formações e eventos diversos, sempre com o foco em garantir o acesso pleno de pessoas surdas e cegas às produções culturais. Em 2021, concluiu curso de especialização em Libras no Teatro no Complexo Cultural de Samambaia (40h), aprimorando sua atuação no contexto cênico. Além de tradutora e intérprete, Regiane também exerce o papel de coordenadora de acessibilidade em produções culturais e formou-se como produtora cultural em 2023. Fluente em Libras e capacitada em audiodescrição pela ENAP, alia competência técnica, sensibilidade artística e comprometimento com a inclusão. Sua trajetória fortalece a acessibilidade como eixo fundamental das políticas culturais no DF. AUDIODESCRIÇÃO- MARIA AMPARO- Maria do Amparo Santos Almeida Queiroz, pedagoga e professora de informática acessível no CEEDV. Sou especialista no atendimento a pessoas com deficiência visual, atuo no ensino de Braille e Soroban e tenho ampla experiência em audiodescrição e acessibilidade. Realizei diversas formações na EAPE voltadas à inclusão e ao uso de tecnologias assistivas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.