Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 256434Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Conexões Perigosas - Websérie documental

LAURENT MIS
Solicitado
R$ 501,0 mil
Aprovado
R$ 501,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de websérie
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-10-27
Término
2027-10-26
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Conexões Perigosas é uma websérie de 12 episódios que pretende ampliar o olhar crítico e o debate quanto ao uso seguro das redes sociais e riscos vivenciados por seus usuários, especialmente pessoas em idade escolar e jovens adultos. A obra contará com edição atrativa que simula a usabilidade das redes sociais, considerando as vivências individuais e coletivas deste fenômeno, e intercalará relatos em primeira pessoa com entrevistas junto a especialistas de diferentes campos do conhecimento, com o propósito de tornar as redes sociais um ambiente mais seguro para todos. O projeto também disponibilizará material digital com links de acesso, sinopse dos episódios e referências bibliográficas dos conteúdos abordados para aprofundamento dos interessados.

Sinopse

Abertura dos episódios: Montagens dinâmicas, simulando efeito randômico com imagens da world wide web e seu inventor, Tim Berners-Lee, que idealizou a internet para livre utilização, sem controle ou monitoramento de atividades dos usuários sem seu prévio consentimento. O narrador introduz o tema do episódio, destacando a dualidade das redes sociais como ferramentas de conexão e aprendizagem, mas também como fonte de potenciais perigos.Aqui está um resumo de cada um dos 12 episódios:1. O Ecossistema Digital: Explora o impacto das redes sociais e a manipulação por algoritmos, que resultam em depressão, isolamento e vício, especialmente em jovens. Entrevista com Kenji do canal Normose sobre as "câmaras de eco" criadas pelos algoritmos.2. Uso de Dispositivos Digitais e Dependência: Discute os efeitos do uso excessivo de celulares e a dependência tecnológica, com entrevista ao psicólogo Cristiano Nabuco, autor de um guia sobre como lidar com essa dependência.3. Violência Escolar e o Uso do Celular: Debate o impacto negativo do uso de celulares nas escolas e a proposta de proibição para prevenir bullying e violência. Inclui reflexões da psicóloga Maria Clara Silveira.4. Cyberbullying e Assédio: Relatos de vítimas e análise do anonimato como incentivo à agressão online. Mesa-redonda sobre medidas de combate ao cyberbullying com Telma Vinha, autora de obras sobre convivência democrática.5. Exploração Emocional e Conteúdo Violento: Analisa como redes sociais incentivam conteúdos emocionais e violentos para aumentar o engajamento, destacando o impacto negativo sobre a saúde mental.6. Economia da Atenção: Explica a economia da atenção, onde o tempo do usuário é “vendido” para manter o engajamento, resultando em vícios e problemas emocionais. Reflete sobre o papel de redes sociais como Instagram e Twitter.7. Questões sociais e algoritmos: Explora o mecanismo de funcionamento dos algoritmos que contribuem para amplificar preconceitos, discursos de ódio, notícias falsas e a superficialização de importantes debates para a esfera pública. Inclui a visão de Tarcízio Silva sobre discriminação algorítmica.8. Roubo de Identidade e Vazamento de Dados: Discute o risco de roubo de dados e crimes cibernéticos, com depoimentos sobre vazamentos que expõem usuários a riscos como exploração e sequestros.9. Erosão da Privacidade e Rastreamento de Dados: Detalha práticas de rastreamento e publicidade que comprometem a privacidade. Debate a manipulação de usuários por meio de anúncios personalizados.10. Discurso de Ódio e Realidade Econômica Oculta: Analisa como o discurso de ódio e a polarização nas redes sociais beneficiam elites econômicas, desviando o foco de questões sociais essenciais.11. Desalinhamento das Redes com o Bem-Estar Social: Avalia o impacto negativo das redes sobre a autoestima e saúde mental. Sugere mudanças para otimizar algoritmos a favor do bem-estar social.12. Caminhos para um Futuro Seguro: Propõe estratégias para um uso mais seguro das redes, como a otimização dos algoritmos, educação digital e controle pessoal sobre o tempo de uso, incentivando a conscientização e regulação. Créditos FinaisTexto de agradecimento, ficha técnica do projeto, inserção de marcas de apoio.Referenciais teóricosAMBROSI, Dino. The Battle for Your Time: Exposing the Costs of Social Media. Palestra no TED Talks, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=4TMPXK9tw5U BLYTH, Mark. Austeridade: a história de uma ideia perigosa (2014)FISHER, Max. A máquina do caos: Como as redes sociais reprogramaram nossa mente e nosso mundo (2023).HAIDT, Jhonatan. A geração ansiosa - Como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais (2024).ABREU, Cristiano Nabuco de. Como lidar com a dependência tecnológica: guia prático para pacientes, familiares e educadores (2020).VAROUFAKIS, Yanis. Technofeudalism: what killed capitalism (2024).VINHA, Telma Pileggi. Da escola para a vida em sociedade: o valor da convivência democrática (2017).ZUBOFF, Shoshana. A Era do Capitalismo de Vigilância (2021). Listagem de entrevistados (previsão inicial)Prof. Dr. Cristiano Nabuco de Abreu, psicólogo clínico pós-doutorado pelo Departamento de Psiquiatria da Universidade de São Paulo.Profª Drª Telma Vinha, doutora em Educação, professora do Departamento de Psicologia Educacional da Unicamp.Prof. Dr. Pablo Ortellado, filósofo, professor e pesquisador do Departamento de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo.Tristan Harris, diretor e fundador da Center for Humane Technology.Influenciadores: Sheylli Caleffi (comunicadora), Matheus Sodré (comunicador), Wanderson Dutch (conteúdos de filosofia), Maria Clara Silveira (psiquiatra), entre outros em fase de prospecção.Especialista em mídias digitais e algorítmos: a definir.

Objetivos

Objetivo geral:O principal objetivo da websérie é promover a reflexão crítica do público quanto aos potenciais riscos decorrentes do acesso, interação com conteúdos e uso excessivo das redes sociais. As análises serão amparadas e conduzidas a partir do ponto de vista de especialistas no tema (pesquisadores, psicólogos e educadores, sobretudo), mediante análise objetiva e amparada em evidências. De forma complementar, serão apresentados relatos de jovens e familiares já impactados pelo uso não seguro das redes, visando respaldar o conhecimento teórico apresentado com as consequências vivenciadas por estas pessoas.Objetivo específico:1. Desenvolvimento de roteiro e produção de websérie de 12 episódios (aprox. 6 min de duração cada).2. Criação de canal de streaming do projeto para veiculação da websérie em alta definição, de forma gratuita e acessível, atingindo ao menos 20.000 visualizações espontâneas, dentre o conjunto dos episódios, nas redes sociais.3. Disponibilizar o produto a educadores e população interessada na difusão dos conteúdos produzidos através de link para download, gratuito em alta resolução dos episódios, acompanhados de material digital com resumo dos episódios e referências bibliográficas dos conteúdos abordados.O desenvolvimento do roteiro e a produção da obra se baseia nos seguintes objetivos e metas:I. Conscientização quanto ao uso seguro das redes sociaisO principal objetivo da websérie é promover a reflexão crítica do público quanto ao uso seguro das redes sociais a partir de entrevistas com especialistas (análise objetiva amparada em evidências) e relatos em primeira pessoa de vítimas e familiares (análise empírica), lançando luz aos seguintes temas:a. Responsabilidades no consumo e criação de conteúdos nas redes sociaisCompreender os riscos envolvidos no compartilhamento e consumo de informações em perfis das redes sociais, canais de streaming, fóruns de discussão e demais comunidades. Identificar ambientes propícios para interação com determinados usuários, conteúdos e contas/canais que promovem desinformação, golpes, discursos de ódio, incitação à violência e desrespeito aos direitos humanos e às leis brasileiras.b. Como o jovem se torna público-alvo da violência no ambiente virtualExpor os determinantes algorítmicos e a gamificação das interações para engajamento e viralização de conteúdos em comunidades específicas, bem como as controversas ferramentas de inteligência artificial. Reconhecer polarizações, extremismos, formas de violência praticadas e comportamentos que despertam a atenção de familiares e educadores para possíveis intervenções. Estimular o diálogo, a supervisão ativa e a limitação do tempo de uso de telas.c. A autorregulação das redes sociais e o paradoxo da liberdade de expressãoApresentar mecanismos de prevenção à violência nas redes, analisando os dilemas éticos do anonimato e da censura envolvidos na moderação das comunidades. Refletir sobre a suficiência dos termos de uso das plataformas e sua responsabilidade na disseminação da violência digital.II. Compreensão e combate às polarizaçõesQuestionar se uso seguro das redes sociais deve depender unicamente da cooperação voluntária das Big Techs e do aprofundamento de sua autonomia na regulação individual de cada plataforma. Apresentar os conflitos de interesse por trás da autorregulação, na medida em que estas grandes empresas tem poder de infuência com narrativas e estratégias camunicacionais que podem favorecer interesses políticos e econômicos privados, considerando seu controle sobre dados e informações facilmente acessadas por grande parcela da população mundial. Evidenciar situações com implicações significativas na esfera pública que trouxeram à tona a necesidade deste debate.III. Narrativa em dois temposAssociada à linguagem acessível, a obra pretende utilizar tempos narrativos que, apesar de opostos, buscam se conciliar:O tempo da vida nas redes: conteúdos extensos são condensados por meio de cortes e acelerações, eliminando lacunas de tempo para enfatizar a velocidade da produção e absorção de conteúdo nas redes sociais, à semelhança de aplicativos de edição de vídeos das redes sociais.O tempo da vida analógica: absorção de conteúdos densos, como a explicação de um especialista, em tempo estendido que assemelha ao vivenciado por gerações anteriores na duração de um filme ou de uma leitura, sem as interrupções ansiosas das notificações de hoje em dia.Esta alternância busca humanizar a narrativa na busca de um encontro de gerações menos distanciadas no tempo cronológico do que na forma de se comunicar entre si. Haverá ainda uma vinheta de introdução com recursos de animações que simulam a usabilidade das redes sociais para maior familiaridade e engajamento dos espectadores.IV. Amparo em evidências e informações previamente checadasTodos os episódios contarão com entrevistas junto a especilalistas e usuários com vivências análogas às temáticas abordadas, com tratamento das informações coletadas amparado em evidências, estudos de caso, informações confiáveis.O produto será finalizado no formato seriado para veiculação dos episódios em playlists de canal de streaming de gratuito, com vistas a atingir ao menos 24.000 visualizações completas no conjunto dos episódios (este indicador contabiliza apenas as reproduções dos vídeos, as exibições em ambientes coletivos e de aprendizagem possuem maior alcance, porém seus indicadores são imprecisos).

Justificativa

Conexões Perigosas é um título que sintetiza bem a ideia central desta websérie destinada ao público em idade escolar e jovens adultos, bem como suas comunidades e redes de apoio (familia, professores, diretores, gestores, poder público). A série se desenvolve com base na pesquisa, no diálogo e na análise aprofundada das diferentes formas de se vivenciar riscos no ambiente virtual e mesmo na vida real, destacadamente a partir das redes sociais.A narrativa propõe uma conscientização quanto aos perigos da rede com enfoque educativo, porém de forma visualmente prazerosa e cativante a todos. Para torná-la palatável na linguagem e simular o efeito viciante da experiência do usuário das redes, a realização precisará contar com grande parte dos recursos concentrada nas atividades de pós produção, que utilizarão majoritariamente como base de criação artística dos recursos de animação a ferramenta de renderização de games Unreal. Profissionais de edição com conhecimentos aplicados nesta ferramentas são cada vez mais valorizados no mercado do audiovisual e de games. Se considerarmos que os valores isolados das etapas do projeto (pré, produção e pós) e que estas poderiam ser objeto de finaciamento específico, o valor pleiteado para o conjunto de etapas na Lei Federal de Incentivo à Cultura pode ser considerado vantajoso.A série pretende oferecer uma narrativa que fomente o pensamento crítico a respeito da cultura digital e seus elementos implícitos, que muitas vezes encontram respaldo em discursos e ideologias políticas contrárias aos interesses e à proteção dos próprios usuários das redes sociais. O intuito não seria apresentar uma visão política ou ideológica quanto aos usos destas plataformas, mas fomentar o protagonismo dos usuários em sua autopreservação diante dos riscos de violência neste universo desprovido de regulação, também para que se sintam motivados ao exercício da cidadania nos debates públicos no quanto isso se revelar importante para cada um.Sabemos que a temática é sensível e contrária aos interesses de possíveis patrocinadores, bem como mecanismos de financiamento à cultura no âmbito dos estados e municípios, pois o projeto preza pelo combate à desinformação com que, infelizmente, diversos agentes tem se beneficiado. Por esta razão, a Lei de Incentivo à Cultura, no contexto de um governo democrático que fez a retomada ministerial da agenda cultural, é tão importante para a consecução do projeto, de forma que priorizaremos seleções de patrocínio cultural promovido por estatais e instituições alinhadas à perspectiva dos direitos humanos.Em se tratando de uma websérie que tem como meio de distribuição plataformas gratuitas de streaming, o projeto está alinhado ao Art. 1°, inciso I da Lei 8313/91 por contribuir para o livre acesso aos produtos culturais patrocinados e para o pleno exercício dos direitos culturais. A proposta também coaduna com o Art. 3°, incisos II e IV, alíneas a) e b), por objetivar a produção de uma obra audiovisual de caráter documental sobre práticas culturais no ambiente digital, promovendo o acesso a este conhecimento por meio da veiculação gratuita a um material derivado de ampla e aprofundada pesquisa realizada por especialistas de diferentes campos acadêmicos.Para isso, Conexões Perigosas se propõe a promover:a) Ampliação do debate público para segurança das redes: Introduzir os debates atualmente em voga no Brasil e a experiência comparada de outros países na decisão por regulamentar ou não a atuação das Big Techs, bem como os interesses por trás da autorregulação. Evidenciar a ausência de responsabilidade destas plataformas em diversos contextos de risco aos seus usuários, mesmo quando consequências graves se desdobraram a partir de interações e conteúdos das redes sociais. Estimular a participação social na criação de mecanismos eficazes para a segurança de todos nas redes. Apresentar o princípio da liberdade de expressão e traduzir seu sentido na forma discursada pelos opositores deste debate público, expondo sua parcialidade. Comparar políticas e debates públicos de outros países, de forma a convidar o público-alvo a se apropriar deste debate no Brasil, tão logo se perceba uma peça fundamental para ele.b) Formato acessível: Produzir a websérie com conteúdo e formato facilmente acessíveis, em consonância com a proposta de ampliar a conscientização do público sobre o tema. Seus episódios terão duração aproximada de 6 minutos cada, de modo a facilitar a reprodução espontânea não apenas de todo o conteúdo em sequência linear (playlist completa), mas também de cada temática isolada, de acordo com a curiosidade pontual do público em plataformas gratuitas de streaming.c) Linguagem acessível: Para assegurar o engajamento e viralização de Conexões Perigosas, o conteúdo será apresentado em linguagem de fácil assimilação pelo público-alvo, valendo-se do uso de gírias e expressões utilizadas nos meios digitais, bem como sua "tradução", o que servirá para que pais, responsáveis e professores passem a se familiarizar com o vocabulário, as plataformas e as referências da cultura digital.

Especificação técnica

WebsérieFormato digital, 12 episódios, aproximadamente 6 minutos de duração cada, captação em 4K, disponibilização em resolução HD em canal de streaming popular e de acesso gratuito. Material de apoioFormato: digital, colorido, em diagramação compatível para impressão em A4 e projeção de slides (paisagem).Tamanho: de 8 a 10 páginas, contendo orientações quanto aos episódios e materiais de referência para aprofundamento da abordagem, resumo dos conteúdos e temáticas abordadas por cada um dos episódios. O material se propõe a orientar a melhor forma de aproveitamento dos conteúdos, disponibilizando links de acesso direto ao conteúdo para reprodução em tempo real ou mesmo offline.

Acessibilidade

Os projeto Conexões Perigosas contemplará os seguintes requisitos de acessibilidade:Janela de Libras: A partir da Língua Brasileira de Sinais em janela de projeção síncrona ao documentário, o público surdo e com deficiência auditiva poderá acompanhar e interpretar os diálogos e apresentações verbais que compõem o fluxo narrativo do documentário.Legendagem descritiva: Além da janela de Libras, o público surdo e com deficiência auditiva contará com o suporte da legendagem para fins de descrição textual dos efeitos de áudio, trilha sonora e sons presentes no ambiente das gravações, que escapam ao detalhamento dos diálogos pela tradução em Libras.Audiodescrição: O público cego e deficiente visual será contemplado com recursos de audiodescrição durante cenas de baixa percepção sonora ou desprovidas de diálogos e eventuais narrações, bem como, quando não comprometer a narrativa, a descrição de eventuais passagens inteiramente imagéticas e textuais.Os requisitos serão atendidos através da reprodução via streaming com recursos de acessibilidade acopláveis às plataformas ou, sendo inviável, por meio da disponibilização de links alternativos em listas de reproduções (playlists) específicas no canais criado pelo projeto.

Democratização do acesso

A proposta não prevê a comercialização dos produtos culturais, havendo amplo incentivo ao acesso do conteúdo produzido através da disponibilização da websérie em canais de streaming de acesso gratuito. Por esta razão, o projeto Conexões perigosas não se enquadra nas prerrogativas do Art. 32 da IN 11/2024.Quanto às medidas de ampliação de acesso previstas no Art. 30, o projeto contempla:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Direção e ediçãoLaurent MisMúsico e pesquisador de tecnologias generativas de composição e mixagem, com vasto portfólio de atuação no audiovisual, desde a pesquisa à direção de pós-produção. Atuou em obras como A Noite das vampiras (2023), Helen (2021), Fronteiras do pensamento (2018-2020), Universo preto paralelo (2017), Lugares de medo e ódio (2016), Di Melo, o imorrível (2012). Possui licenciatura em filosofia pela Sorbonne e, após a experiência de co-direção com Viviane Brito em uma das edições de Fronteiras do Pensamento, idealizou Conexões Perigosas como forma de comunicar os efeitos das redes sociais e as mudanças sutis, porém profundas que se verificam a partir do consumo cultural e das relações estabelecidas em ambientes virtuais. | Roteiro e co-direçãoRubens PássaroComunicador social e mestre em artes visuais pela Unicamp, atua na criação audiovisual e multimídia como pesquisador, roteirista e diretor, assinando obras como Black soul brother (2008), Di Melo, o imorrível (2011), Crack - Repensar (2015) e Universo preto paralelo (2017). Possui mais de 70 participações em festivais e mostras nacionais e internacionais, tendo participado de projetos para o Sesc-SP, Instituto Tomie Ohtake, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade do Futebol, Casas Taiguara e Gilead, entre outros. Produção ExecutivaTatiana GentilProdutora cultural, atuou na produção executiva de projetos audiovisuais como a IV Mostra de São Miguel do Gostoso - RN (2016, festival), História da alimentação no Brasil (2017), Ocupações (2018), Carcereiros (2018), Milton Nascimento e o Clube da Esquina (2018), I Festival de Cinema Coreano - KOFF (2023), Mostra CinEma de Gutemberg a Zuckerberg (2023) e Fronteiras do pensamento (2024). Possui formação em história e é especialista em gestão cultural pela USP. Edição 3DAnderson RohrComunicador social, fundador da Third Move Studios, generalista 3D e editor de vídeos com animações cinemáticas. Destaque no blog da NVIDIA e redes sociais da 80 Level, Unreal Engine, Reality Capture, Polycom, Motion Designers Community, onde elabora conteúdos sobre ferramentas de edição e seu portfólio de criações.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.