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O projeto "Jamais - Calabar, um elogio à Traição" consiste na montagem e circulação de um espetáculo teatral inédito, escrito pelo consagrado dramaturgo e roteirista Doc Comparato, um dos principais nomes do audiovisual internacional. A direção é assinada por Caio Blat, que também interpreta o protagonista Domingos Fernandes Calabar, ao lado de um elenco renomado e diversificado formado por nomes como Caco Ciocler, Guta Stresser, Caio Manhente, Raphael Logam, além de uma atriz indigena e outra negra. A peça propõe uma releitura histórica e contemporânea da figura de Calabar, explorando o conceito de traição sob diferentes prismas, utilizando recursos multimídia com projeções legendadas e direção de arte minuciosa para recriar a atmosfera do século XVII. O projeto prevê 28 apresentações em quatro capitais brasileiras, aliando teatro, acessibilidade e reflexão sobre a formação histórica do Brasil. Uma análise crítica sobre a arqueologia do ser humano. É enganosa ou verdadeira?
"JAMAIS – Calabar, um elogio à traição" é um espetáculo teatral inédito, baseado no texto de Doc Comparato, um dos mais importantes roteiristas da televisão brasileira. Com direção de Caio Blat, que também interpreta o protagonista, a peça oferece uma releitura crítica da figura histórica de Domingos Fernandes Calabar, militar acusado de traição por ter se aliado aos holandeses durante a ocupação do Nordeste brasileiro no século XVII. A narrativa alterna cenas do Brasil colonial com trechos contemporâneos, apresentados como transmissões ao vivo do fictício Professor Eric Nidle, antropólogo cultural. A montagem combina recursos multimídia, projeções legendadas, trilha sonora original e uma direção de arte minuciosa, que valoriza os objetos históricos descritos no texto. Com classificação indicativa de 14 anos, o espetáculo trata de temas como colonização, ética, lealdade, identidade e exclusão social, propondo uma reflexão crítica sobre a construção da História e da memória nacional.Produtos do ProjetoEspetáculo Teatral:Realização de 28 apresentações presenciais nas seguintes capitais brasileiras:Rio de Janeiro (16), São Paulo (08) e Recife (02).Ingressos a preços populares, com cota de gratuidade para estudantes, instituições públicas e públicos em situação de vulnerabilidade.Classificação indicativa: 14 anos.Ensaio Aberto:04 ensaios abertos (um por cidade), gratuitos e voltados a escolas públicas, ONGs e coletivos culturais.Debates Pós-Espetáculo:04 rodas de conversa, realizadas após sessões selecionadas, com participação do elenco, da direção e de convidados especialistas, aprofundando os temas tratados na peça.Acessibilidade de Conteúdo:Presença de intérprete de Libras em sessões específicas.Projeções legendadas durante as cenas multimídia.
Objetivo Geral- Promover a difusão da obra teatral "Jamais - Calabar, Um Elogio à Traição", de autoria de Doc Comparato, através de uma montagem contemporânea, acessível e de alta qualidade artística, com circulação nacional, fomentando o debate sobre a formação histórica e ética do Brasil, democratizando o acesso à cultura e ampliando a reflexão crítica da nossa arqueologia através das artes cênicas.Objetivos específicos- Realizar a montagem completa da peça com cenários, figurinos, direção de arte detalhista, recursos multimídia e acessibilidade em Libras.- Realizar 28 apresentações teatrais em quatro capitais brasileiras:Rio de Janeiro (16 apresentações)São Paulo (08 apresentações)Recife (02 apresentações)- Incluir intérprete de Libras em sessões específicas- Garantir legendas nas projeções das cenas multimídia, assegurando acessibilidade para pessoas surdas.- Gerar oportunidades para artistas e técnicos, incluindo elenco de renome nacional (Caio Blat, Caco Ciocler, Guta Stresser, Caio Manhente, Raphael Logam) e equipe técnica especializada.- Realizar 4 rodas de conversa pós-espetáculo (uma em cada cidade) com elenco e especialistas locais convidados para debater o tema da peça: a traição, a verdade histórica, tanto no Brasil quanto no mundo, ampliando a experiência cultural dos espectadores.- Oferecer a cada espectador o ebook da peça em português, inglês e espanhol
O projeto "JAMAIS _ Calabar, um elogio à traição" apresenta grande relevância artística, histórica e social, trazendo ao palco um texto inédito do consagrado autor e roteirista Doc Comparato, referência na dramaturgia nacional e internacional. A peça propõe uma reflexão profunda sobre um episódio controverso da História do Brasil, através da análise crítica da nossa arqueologia, revisitando o significado de traição, lealdade, identidade e, por consequência, de qualquer verdade histórica. Por meio de uma encenação contemporânea, acessível e de qualidade técnica reconhecida, teremos elenco de destaque no cenário teatral e audiovisual brasileiro.A montagem requer um investimento expressivo em cenografia, figurinos, trilha sonora original, recursos multimídia, intérprete de Libras e legendagem, garantindo acessibilidade cultural e excelência artística. Considerando a complexidade do projeto, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei 8.313/91 torna-se indispensável para viabilizar a produção e circulação nacional do espetáculo, democratizando o acesso à arte e fomentando a economia criativa.Enquadramento Legal - Art. 1º da Lei 8.313/91O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º:Inciso II: Estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais, garantindo acesso da população às artes cênicas, pois: O projeto envolve a produção completa de um espetáculo teatral inédito, de alto valor artístico e histórico, assinado por um dos mais importantes roteiristas do país e internacionalmente, Doc Comparato.- A proposta prevê 28 apresentações em 4 capitais brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo e Recife), ampliando o acesso da população a um bem cultural de relevância nacional.- A circulação do espetáculo permite que diferentes regiões do país tenham contato com um texto original, montado por um elenco e equipe renomados, contribuindo para a formação de público e a descentralização da oferta cultural.Inciso III: Apoio a projetos que promovam a difusão cultural e a ampliação do mercado de trabalho para profissionais da cultura, pois: A montagem gera empregos diretos e indiretos, envolvendo mais de 30 profissionais entre artistas, diretores, técnicos de iluminação, sonoplastia, cenografia, figurino, intérprete de Libras e equipe administrativa.O espetáculo promove a difusão cultural ao apresentar um episódio da História do Brasil de forma crítica e inovadora, utilizando teatro, multimídia e recursos de acessibilidade.Além das apresentações, serão realizadas 4 rodas de conversa pós-espetáculo em diferentes cidades, com participação de elenco, especialistas em história e antropologia, ampliando o alcance do conteúdo cultural e educativo.Inciso V: Incentivo à formação de plateia, possibilitando o contato do público com obras de relevância histórica e social, pois: A peça revisita um episódio real da colonização brasileira, pouco explorado no teatro contemporâneo, trazendo reflexões sobre ética, poder e identidade nacional e de qualquer nação do mundo.O projeto oferece ingressos a preços acessíveis ou distribuição gratuita em parte da plateia, incluindo o ebook traduzido para três idiomas, ampliando o acesso para estudantes de escolas públicas, universidades e comunidades locais.A presença de intérprete de Libras e projeções legendadas garante inclusão do público surdo, ampliando o alcance social do espetáculo.A realização das rodas de conversa após as sessões contribui para a formação de pensamento crítico, incentivando o diálogo entre arte, história e sociedade.Objetivos alcançados - Art. 3º da Lei 8.313/91O projeto contribui diretamente para:Inciso II: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formando acervo que expressa a diversidade cultural brasileira. Como o projeto se enquadra:O espetáculo parte de um episódio real da história do Brasil colonial, após 400 anos do projeto de ocupação do Nordeste brasileiro pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, revisitando a trajetória de Domingos Fernandes Calabar e abordando conceitos universais como ética, traição, lealdade, poder e identidade, temas que transcendem fronteiras e são de interesse global.A peça contribui para o acervo cultural brasileiro ao registrar e difundir um texto inédito do renomado roteirista Doc Comparato, reconhecido internacionalmente, fortalecendo a dramaturgia nacional com obra de valor histórico e literário.A circulação por quatro capitais amplia a difusão geográfica do espetáculo, permitindo que diferentes públicos tenham acesso à obra e ao debate que ela propõe, contribuindo para a preservação da memória e diversidade cultural do país.Inciso III: Garantir meios para democratização do acesso às fontes da cultura nacional, com apresentações a preços populares e acessibilidade para surdos.Como o projeto se enquadra:O projeto prevê ingressos a preços populares e a distribuição gratuita de parte da bilheteria para estudantes e grupos sociais em situação de vulnerabilidade, garantindo que diferentes faixas da população tenham acesso ao espetáculo.A presença de intérprete de Libras em todas as apresentações, além das projeções legendadas nas cenas multimídia, garante que a peça seja acessível a pessoas com deficiência auditiva, algo ainda pouco comum no teatro brasileiro.Essa iniciativa amplia a inclusão cultural, permitindo que o público surdo participe integralmente dos debates promovidos por especialistas, que também contarão com o auxílio de intérprete de libras.Inciso V: Apoiar e valorizar artistas, técnicos e autores brasileiros, promovendo a integração entre diferentes áreas culturais.Como o projeto se enquadra:A produção envolve mais de 30 profissionais da cadeia produtiva da cultura, incluindo atores renomados (Caio Blat, Caco Ciocler, Guta Stresser, Raphael Logam), equipe técnica (cenografia, sonoplastia, iluminação, figurino, intérprete de Libras), e a dramaturgia de Doc Comparato, fortalecendo o trabalho de artistas brasileiros.A integração entre teatro, audiovisual, literatura e acessibilidade promove um diálogo interdisciplinar, unindo linguagens cênicas tradicionais com recursos multimídia, legendagem e interpretação simultânea em Libras.O projeto também valoriza a dramaturgia nacional, difundindo a obra de um autor brasileiro reconhecido, incentivando novas produções teatrais de temática histórica.Inciso VII: Propiciar condições para o desenvolvimento da arte teatral brasileira, incentivando a inovação estética e a reflexão crítica sobre a História do país.Como o projeto se enquadra:A encenação propõe um formato inovador, alternando cenas históricas com transmissões contemporâneas ("lives" do professor Eric Nidle), utilizando projeções legendadas e recursos multimídia, explorando novas possibilidades estéticas para o teatro brasileiro.O espetáculo incentiva a reflexão crítica sobre a História do país, apresentando um episódio da colonização a partir de perspectivas pouco abordadas (traição, colonialismo, violência contra povos escravizados e indígenas), questionando narrativas oficiais, tanto nacionais quanto mundiais. Ao circular por quatro capitais, o projeto contribui para a formação de plateia e o fortalecimento do mercado teatral brasileiro, estimulando o consumo de produções nacionais de alto padrão artístico.Assim, o projeto justifica plenamente sua inscrição na Lei Rouanet, por promover a preservação e difusão da memória cultural brasileira, fomentar o setor teatral, criar oportunidades de trabalho para profissionais da área e assegurar a formação de público, utilizando o incentivo fiscal como ferramenta essencial para sua realização.
O espetáculo "JAMAIS – Calabar, um elogio à traição" conta com um texto inédito e inestimável de Doc Comparato, um dos mais premiados e respeitados roteiristas da dramaturgia brasileira, com carreira internacional consolidada e trajetória marcada pela inovação narrativa e pela crítica social. O projeto proporciona o resgate e a difusão de sua obra teatral — ainda pouco conhecida pelo grande público —, colaborando para o fortalecimento da dramaturgia nacional contemporânea.A direção artística é assinada por Caio Blat, ator e diretor de ampla trajetória no teatro, cinema e televisão brasileira, o que contribui não apenas para a qualidade do espetáculo, mas também para seu potencial de atrair público e atenção da imprensa especializada.Outro diferencial é o uso de linguagem híbrida, combinando elementos teatrais tradicionais com recursos multimídia (como projeções das “lives” do personagem fictício Eric Nidle), o que torna a experiência inovadora, interativa e compatível com o público contemporâneo, especialmente jovens.A direção de arte do espetáculo terá como princípio a fidelidade aos elementos descritos no texto original, valorizando os detalhes históricos, objetos cênicos e figurinos de época, o que fortalece o projeto como instrumento de valorização da memória histórica e da educação patrimonial.Além disso, a proposta se destaca por seu compromisso com acessibilidade cultural de forma estrutural e não pontual, garantindo que todas as sessões sejam plenamente acessíveis a pessoas com deficiência auditiva, o que amplia o alcance social e a efetiva democratização do acesso à arte.Por fim, o projeto será executado por uma produtora com sólida experiência na gestão de projetos culturais aprovados em mecanismos de incentivo, com equipe técnica qualificada para assegurar o cumprimento de cronograma, orçamento e contrapartidas sociais.
Espetáculo Teatral: "JAMAIS – Calabar, um elogio à traição"Formato: Teatro dramático com linguagem híbrida (presencial + recursos audiovisuais).Texto original: de autoria de Doc Comparato.Direção: Caio Blat.Elenco previsto: 5 a 8 atores em cena (incluindo Caio Blat, Caco Ciocler, Guta Stresser, Caio Manhente e Rafael Logam).Classificação indicativa: 14 anos.Duração média: 90 minutos.Paginação: Texto dramático com 75 a 85 páginas, dividido em 45 cenas curtas e intercaladas.Cenografia: Modular, composta por elementos simbólicos que representam armazéns coloniais, cortinas de sombra, e espaços contemporâneos (como estúdios de live). Estrutura portátil para circulação.Figurinos: Inspirados no século XVII (Brasil colonial), confeccionados com tecidos naturais, envelhecidos, com adereços e armaduras.Iluminação: Cênica e pontual, com suporte a projeções, focos dirigidos e jogos de sombra.Trilha sonora: Original, com experimentações sonoras contemporâneas.Recursos multimídia: Projeções sincronizadas para representar as "lives" do personagem Professor Eric Nidle, com legendas embutidas.Equipamentos: 2 projetores de alta definição, notebook de disparo, sistema de som com microfones headset e monitores laterais.Sessões previstas: 28 (RJ – 16 / SP – 08 / Recife – 02).Público estimado por sessão: de 200 a 600 pessoas, conforme a capacidade dos teatros parceiros.Acessibilidade: Libras ao vivo, audiodescrição, legendas descritivas, material em Braille e digital acessível.Ensaio AbertoFormato: Apresentação parcial ou integral do espetáculo, com caráter formativo.Duração média: 90 minutos + 20 minutos de conversa com a equipe (ao final).Público-alvo: estudantes de escolas públicas, coletivos culturais, grupos comunitários.Local: mesmo teatro das apresentações oficiais.Material de apoio: versão simplificada do programa da peça com glossário, perguntas-guia e cronologia histórica.Paginação do material de apoio: 4 páginas (digital e impresso).Projeto pedagógico: Os ensaios abertos têm o objetivo de estimular o pensamento crítico dos jovens espectadores, oferecendo material preparatório (digital) com base na BNCC (Base Nacional Comum Curricular), especialmente nos campos de História, Arte e Sociologia.Quantidade prevista: 4 (1 por cidade da circulação).Acessibilidade: Sessões com Libras e possibilidade de audiodescrição (mediante agendamento prévio com instituições).Rodas de Conversa Pós-EspetáculoFormato: Bate-papo aberto com a plateia após apresentações selecionadas.Duração média: 45 minutos.Mediadores: diretor do espetáculo, 1 ator convidado e 1 especialista (historiador, antropólogo ou curador convidado localmente).Temas abordados:A construção da figura de Calabar na História do BrasilO conceito de traição e identidade nacionalA linguagem cênica e suas possibilidades de leitura contemporâneaPúblico estimado: até 100 pessoas por encontro (prioritariamente público da sessão).Material de apoio: disponibilizado por QR code no programa da peça (com links para textos complementares, vídeo do autor, bibliografia e fichas pedagógicas para professores).Projeto pedagógico: As rodas de conversa promovem a reflexão crítica, estimulando o diálogo entre arte, história e sociedade. Indicadas especialmente para estudantes de ensino médio, universitários e professores.Quantidade prevista: 4 (1 por cidade).Acessibilidade de ConteúdoRecursos aplicados durante todas as sessões públicas do espetáculo e ensaios abertos:Intérprete de Libras: Atuação com preparação prévia e ensaios integrados com elenco.Projeções com legendas descritivas: Incorporadas às cenas multimídia (lives) e falas principais, para atender ao público surdo e ensurdecido.Audiodescrição: Disponível em sessões específicas, com narrador em canal de áudio individual.Material acessível: Versões digitais dos materiais (PDFs) compatíveis com leitores de telaSinopse em áudio disponível no site e por QR codeDistribuição de ebooksQuantidade de sessões acessíveis: 100% das 28 sessões contarão com Libras e legendas;Equipe técnica envolvida: intérprete de Libras, designer editorial e consultor em acessibilidade.
Acessibilidade FísicaPara garantir que o público com mobilidade reduzida ou deficiência física tenha pleno acesso às apresentações, serão adotadas as seguintes medidas:Locais acessíveis: Escolha de teatros que possuam rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida e vagas exclusivas de estacionamento para PCDs.Guias táteis e sinalização: Sempre que disponível no espaço, utilização de pisos táteis e sinalização visual e tátil para facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual.Apoio de equipe treinada: Disponibilização de equipe de apoio preparada para orientar o público com necessidades específicas durante a entrada, deslocamento interno e saída dos espetáculos.Acessibilidade de ConteúdoO espetáculo foi concebido para ampliar a experiência cultural de pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual, adotando medidas que garantam compreensão e fruição do conteúdo:Libras em cena: Participação de intérprete de Libras em todas as sessões, assegurando comunicação direta com o público surdo.Projeções legendadas: As cenas multimídia, incluindo as “lives” do Professor Eric Nidle, contarão com legendas descritivas para pessoas surdas e ensurdecidas, sincronizadas com o áudio original.Distribuição do ebook da peça em dois idiomas (inglês e português), permitindo o acesso ao texto teatral em diversos dispositivos, inclusive em celulares.Audiodescrição: Disponibilização de sessões com audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso à narrativa, descrição de cenários, figurinos e ações de cena.Material informativo acessível: Programas da peça e sinopses em versão digital acessível (compatível com leitores de tela) Visita sensorial pós espetáculo: Em sessões específicas, realização de visita guiada ao palco, permitindo que pessoas com deficiência visual conheçam o espaço cênico, os figurinos e objetos antes da apresentação, enriquecendo a experiência sensorial.
O projeto "Jamais – Calabar, Um Elogio à Traição" foi concebido para garantir que o maior número possível de pessoas tenha acesso à obra, não apenas por meio da bilheteria tradicional, mas também através de ações complementares de formação de público e inclusão social.Distribuição e Comercialização dos IngressosPreços populares: Parte significativa dos ingressos será comercializada a preços acessíveis, com valores reduzidos para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e beneficiários de programas sociais.Gratuidade parcial: Em cada cidade da circulação, será disponibilizado um percentual mínimo de 10% da capacidade do teatro para ingressos gratuitos, destinados a escolas públicas, universidades, ONGs, instituições de apoio a PCDs e grupos sociais de baixa renda.Parcerias institucionais: Serão firmadas parcerias com secretarias de educação, cultura e organizações sociais para garantir a distribuição equitativa dos ingressos gratuitos, promovendo a inclusão de públicos historicamente afastados do consumo teatral.Ações Complementares de Ampliação de AcessoAlém das apresentações, o projeto oferecerá experiências paralelas para democratizar o contato do público com a obra:Ensaio aberto: Realização de 1 ensaio aberto por cidade, com entrada gratuita, permitindo que estudantes e comunidades acompanhem o processo criativo do espetáculo e conheçam os bastidores da montagem.Debates pós-espetáculo: Após apresentações selecionadas, serão promovidas rodas de conversa com elenco, diretor e especialistas convidados (historiadores, antropólogos), fomentando reflexão crítica e interação direta com o público.Acessibilidade cultural: Inclusão de intérprete de Libras, projeções legendadas, audiodescrição e material informativo em formato digital acessível, garantindo que pessoas com deficiência possam usufruir plenamente da experiência artística.
Areia Produções Artísticas - Gestão e Coordenação Geral Contratação de assessoria jurídica para elaboração de contratos referentes a direitos autorais referentes ao uso do texto, além de outras finalidades como contratação de equipe. Planejamento global do projeto, incluindo cronograma, metas e etapas de execução. Coordenação entre todas as equipes (artística, técnica, produção executiva, comunicação, acessibilidade).Doc Comparato - Autor e IdealizadorConsiderado um dos principais roteiristas da televisão brasileira. Realizou alguns trabalhos no exterior na década de 80 e também na Rede Globo, onde foi um dos fundadores da Casa de Criação. Entre outros trabalhos na emissora, é um dos criadores da série Plantão de Polícia, exibido de 1979 a 1981. Prêmios Nacionais (Brazil)- APCA/ Association of Art Critics of São Paulo. Best new author, TV,1982.- SNT (Serviço Nacional de Teatro) menção honrosa, Estudo sobre portas e janelas (Beijo da louca), 1980.- SNT (Serviço Nacional de Teatro) menção honrosa, Novíssimo Testamento (Pléides), 1979. Concurso de Contos do Paraná, Short story prize,1978.Prêmios Internacionais- FyMTI - Buenos Aires. Festival y Mercado de TV-ficción Internacional. International Achievement Award for Contribution to TV Fiction. 2012.- LALIFF - (11th Annual Los Angeles Latino International Film Festival) – Best Film Script, Corazón de la tierra. 2007.- ANA MAGNANI Award for best stage production, Nostradamus – Italy. 2003.- DAAD - Deutsch Adademic Art Development - Teaching Fellowship, Munich Film School, 2002. Caio Blat - Direção e Elenco (Calabar) T r a b a l h o u n o t e a t r o c o m Bia Lessa, em GRANDE SERTÃO: VEREDAS, pelo qual recebeu os prêmios Shell e APTR de melhor ator. Trabalhou com Fauzi Arap em CHORINHO e O MUNDO É UM MOINHO, com Felipe Hirsch em PUZZLE D e A TRAGÉDIA LATINO-AMERICANA. Trabalhou também sob direção de Hámilton Vaz Pereira em A LEVE e MORDENDO OS LÁBIOS, Vladimir Capella em MIRANDA e O HOMEM DAS GALOCHAS, Domingos Oliveira em ULTIMATO e UM CORACAO FRACO. Dirigiu os espetáculos ÊXTASE de Walter Carrasco, KARMA de Betito Tavares, A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ de Mário Bortolotto e OS IRMÃOS KARAMAZOV de Dostoievski.Caco Ciocler - Elenco (Willen, o Conselheiro) No teatro profissional, atuou em mais de quarenta peças e dirigiu sete, sendo indicado ao prêmio SHELL de melhor ator por OS SETE AFLUENTES DO RIO OTTA e ao prêmio APCA por A SENHORA DA VAN. No cinema, foram mais de 35 longas metragens como ator e mais de uma dezena de prêmios. Como diretor/autor de cinema, venceu o Festival do Minuto com TRÓPICO DE CÂNCER, ganhou o prêmio de melhor documentário no festival de Málaga, na Espanha, com PARTIDA e o de melhor filme na MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SP com O MELHOR LUGAR DO MUNDO É AGORA.Guta Stresser - Elenco (Marquesa) Começou no teatro em Curitiba, aos 13 anos de idade e, desde então, tem vários trabalhos reconhecidos por público e crítica como: "O Vampiro e a Polaquinha", de Dalton Trevisan, com direção de Ademar Guerra, espetáculo este que foi o maior sucesso da história do teatro paranaense; O Casamento de Nelson Rodrigues com direção de Antonio Abujamra e João Fonseca; Mais Perto, de Patrick Marber. com direção de HectorBabenco; Rita Formiga, de Maria Gladys e Domingos de Oliveira, que além de autor também dirige o espetáculo; e Primeira Chuva no Deserto, de Ana Paula Pedro, com direção de Camilla Amado. Em "A Grande Família," Guta Stresser interpretou a personagem BebelCaio Manhente - Elenco (Xesc, o Aprendiz)No ano de 2024, Manhente se juntou ao elenco de Garota do Momento, interpretando Edu, rapaz sensível e romântico que gosta de ciência e de poesia, e se apaixona por Celeste, vivida por Débora Ozório. Ele também fez uma participação especial no filme Tudo por um Pop Star 2, vivendo o empresário Rômulo. O ano também marcou a estreia da peça teatral Ensaio Para um Adeus Inesperado, um drama no qual ele viveu o filho recém falecido da personagem de Natália Lage, e foi dirigido por Ana Beatriz Nogueira.Raphael Logam - Elenco (Professor Eric Nidle) Começou sua carreira no teatro aos 14 anos, ao atuar na peça O Despertar da Primavera, com direção de Luisa Thiré, Carlos Arthur Thiré e Cadú Fávero. Em 2004 participou da montagem de Beijo na Boca, de Carlos Arthur Thiré, e em 2012 foi indicado como melhor ator ao prêmio Zilka Salaberry, por sua atuação na peça Macunaima: uma história de amor, com direção de Lúcia Coelho. André Paixão - Coordenação (Areia Produções Artísticas) Sócio da Areia Produções Artísticas, André Paixão é artista, compositor, interprete, produtor e idealizador de projetos artísticos como o Festival Bodas de Ouro. Em 2024, lançou o primeiro álbum de música brasileira do ano, o “Fora do Ritmo” (com nomes como Wilson das Neves, Pupillo, Kassin, Lucio Maia, Guto Goffi), realizou a primeira edição do Bodas de Ouro com recursos próprios - e de amigos - no Espaço Cultural Sério Porto e levou seu espetáculo “Nervoso ao Piano” para o BNDES. Além disso, atua como consultor em desenvolvimento de projetos culturais para empresas e artistas. Sua contribuição como colunista na revista Audio, Música e Tecnologia reflete sua dedicação em compartilhar conhecimento na área. Foi o idealizador e diretor musical do espetáculo infanto juvenil “O Médico Que Tinha Letra Bonita”Marcia Marinho - Gerente Financeira Artéria Produções Artísticas Eireli (Rinoceronte Produções); Administrativo/financeiro, contas a pagar e receber, cálculo de impostos e retenções, Word, Power Point e Excel, relatórios de demonstrações financeiras, projeção de receitas e despesas, controle de caixa e conta corrente, administração de projetos incentivados. Espiral Criação e Produção Cultural Ltda; Administrativo/financeiro, contas a pagar e receber, cálculo de impostos e retenções, Word, Power Point e Excel, relatórios de demonstrações financeiras, projeção de receitas e despesas; Coordenação Financeira, Contoller e Coordenação de Produção da obra audiovisual Black Rio! Black Power! (em produção); Coordenação Financeira e Coordenação de Produção da obra audiovisual Gilberto Gil Antologia Vol. 1; Coordenação Financeira e Coordenação de Produção da obra audiovisual Favela é Moda; Coordenação Financeira e Coordenação de Produção da obra audiovisual Uma Garota Chamada Marina
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.