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Contação de História é uma prática, que encontra sua origem nos primórdios da civilização e compõe a tradição oral dos povos. Ultrapassou o tempo e o espaço, sobreviveu à criação e ao domínio da escrita, foi aperfeiçoada e chegou até o presente, integrando também o rico leque da arte brasileira, que precisa ser permanentemente divulgada e preservada. Esta proposta visa, pois, contribuir com a perpetuação e maior popularização da arte da Contação de Histórias, como elemento da cultura brasileira e como instrumento artístico de suporte à educação e à assistência como ferramenta lúdica na atenção a crianças, pessoas com necessidades especiais e idosos. Para tal, serão realizadas, sessões de Contação de Histórias em escolas, asilos, hospitais, clínicas, bibliotecas e instituições diversas e complementarmente, serão ofertadas palestras de divulgação e realizadas oficinas praticas direcionadas especialmente, para professores, cuidadores, educadores sociais e interessados etc.
OBJETIVO GERALPromover, difundir e valorizar a arte da Contação de Histórias através de apresentações e oficinas desta arte, que também se apresenta como importante ferramenta de atenção às pessoas com necessidades especiais, idosos e às crianças e adolescentes, particularmente sujeitas à vulnerabilidade social. OBJETIVOS ESPECIFICOS:Realizar 20 (vinte) sessões de "Contações de Histórias" gratuitas em bibliotecas, universidades, escolas, instituições beneficentes, instituições de acolhimento e similares, visando-se alcançar diretamente 350 pessoas.Realizar gratuitamente, 06 oficinas sobre a prática da Contação de História e 05 palestras de divulgação dessa arte, buscando-se alcançar aproximadamente 630 pessoas.Realizar 05 palestras sobre a arte de Contar Histórias como ferramenta para a educação e a assistência., buscando-se alcançar aproximadamente, 200 pessoas.Realizar de 01 (um) Concurso Literário, de nível nacional, para novos contos aplicáveis à Contação de Histórias.
A Contação de Histórias tem sua origem na ancestralidade humana quando povos desprovidos de escrita, transmitiam seus conhecimentos através da fala. Era a forma de manter vivos seus feitos, suas normas, suas crenças, seus heróis... Além de manter sua memória preservada, oferecia aos membros do grupo a sensação de pertencimento e identificação e instigava o imaginário de cada um. (Fonte; Störig,Hans Joachin; A Aventura das Linguas, Melhoramentos,1993).Contar histórias, faz parte da tradição dos povos desde os mais antigos tempos. Narrativas orais são passadas de geração à geração desde o início da humanidade com o propósito de manter vivos os fatos, os feitos e os eventos da própria cultura, antes da escrita. Celtas, gregos, tribos indígenas das américas, povos africanos e asiáticos, todos contaram suas histórias e muitas delas deram origens às lendas e mitos da cultura mundial.Os teatros grego e romano, (criado para a adoração de Dionísio/Baco, deus do vinho) agregaram à "contação de histórias", a dramaticidade e a elevaram, por assim dizer, à categoria de arte e como tal se manteve viva. Contar história, como arte é conhecida no Brasil como "contação de histórias", e no inglês "storytelling". Consiste em narrar histórias reais ou ficcionais de forma oral, utilizando palavras, expressões faciais e corporais e até mesmo fantoches, bonecos, cartazes e um sem fim de outros elementos lúdicos e ilustrativos.A contação de história estimula a imaginação, a criatividade e o desenvolvimento emocional, além de contribuir para o aprendizado e a compreensão do mundo.Na Educação, auxilia "no desenvolvimento físico, cognitivo e socioemocional das crianças" e "se destaca como uma importante aliada da Educação Infantil", além de ser considerada difusora "de valores tidos como necessários para o estabelecimento de uma convivência harmoniosa entre os humanos". É tratada como "uma dessas experiências que contribuem para a permanência do gosto pela literatura para além da infância". Contribui diretamente como incentivadora do habito da leitura, tão necessário na atualidade quando crianças, jovens e adolescentes são bombardeados pelas telas. (Qual a importância da contação de histórias na educação infantil?por Caetano Garcia | fev 1, 2021 | Gestão Escolar).Nos adultos, surte efeitos agradáveis, ativa memórias emocionais e oferece oportunidade para revivê-las, bem como serve para ressignificar percepções de si, dos outros e do mundo.Contar história não é o mesmo que "ler histórias." O contador de histórias, através do improviso e da interpretação, cria imagens mentais para os ouvintes que os "ajudam a despertar as sensações e a ativar (...) os sentidos: paladar, audição, tato, visão e olfato". (In Contação de histórias, de Maria Elisa de Araújo Grossi, Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG / Centro Pedagógico). Elementos como gestos, ritmo, entonação, expressão facial, silêncio são ferramentas robustas da narração de histórias que permitem criar mais que uma interação direta entre artista e o público; permite criar uma sinergia do "humano" do contador com o "humano" do ouvinte, pois na contação de histórias, o contador recria o conto junto com seus ouvintes que assumem forte protagonismo no processo de contar a história..Desta forma esta proposta, busca permitir que a sensibilidade dos artistas contadores de histórias, ‘construtores de mundos felizes’ encontre àqueles que precisam dela. Permitir que a arte, envolva a realidade e ofereça um mergulho nos universos da imaginação, do fantástico e do maravilhoso.A contação de história se apresenta assim, ao mesmo tempo: para professores, educadores, cuidadores, assistentes, como instrumento de apoio a educação para alunos, como impulso no aprendizado; para doentes, internados, esquecidos, ameaçados, agredidos ou abandonados, desassistidos ou simplesmente entristecidos, como ato de carinho e atenção que oferece lenitivo que encanta, empodera, reaviva e acaricia a alma. Assim, diante do apresentado, esta proposta tem com o objetivo valorizar a "contação de história" como forma de expressão artística, especialmente por buscar suporte para a manutenção de um grupo de artistas locais que já oferecem o seu saber, sua técnica e principalmente a sua humanidade às pessoas de sua comunidade. Visa atender diretamente os alunos e pessoas alinhadas ao perfil do projeto e ao mesmo tempo, capacitar professores, cuidadores e educadores multiplicando os "contadores de histórias". E a Lei de Incentivo à Cultura, de n. 8313/91 oferece a possibilidade desse suporte ser encontrado. Criada para fomentar a cultura no Brasil esta proposta alinha-se ao objetivo da Lei, seja em suas intenções, sejam em seus resultados. A Lei 8312/91 é, pois a ferramenta ideal para contribuir com a manutenção e valorização da "Contação de Histórias" uma das manifestações culturais que compõe o rico leque da cultura brasileira.Esta proposta ainda, estimula a conexão da arte e do artista com seu público e desse, com suas histórias, tradições e memórias; combate a exclusão social pelo livre acesso às atividades; promove o empoderamento do artista e do publico ouvinte, sempre respeitando a diversidade.O projeto atende ao Art. 1o. da Lei n. 8.313/91, nos incisos I; II; III e V, quais sejam: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e, V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira".Atende ainda ao Art. 3º. da mesma lei, no inciso II, letras: que contempla a "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; no inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante letra a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".
Este projeto propõe complementarmente, incentivar a leitura, visto que os índices desse hábito salutar, no Brasil, conforme o último senso, são preocupantes.Mesmo que em Santa Catarina a leitura esteja acima da média nacional, se despontando como estado com melhor habito de leitura da Federação, todo e qualquer esforço em favor desse hábito, deve ser considerado. Até a escola, que até pouco tempo era considerada o maior estimulador à leitura, tem falhando na tarefa de “ensinar a ler”.Assim, no embate com as telas, o livro físico e a leitura de obras literárias (mesmo que em suportes tecnológicos) tem perdido a batalha.O Projeto Contar é Amar, apresenta a Contação de Histórias como sendo uma oportuna, eficiente e acessível ferramenta a ser usada no enfrentamento do “entretenimento vazio do rolar a tela”, pois ao apresentar “literatura falada” posiciona o texto, a criatividade, a narrativa ficcional (que sempre imita a vida) na frente do potencial leitor, principalmente jovens e crianças, mostrando a leitura como chave de acesso a um portal para infinitas possibilidadesEste projeto propõe complementarmente, incentivar a leitura, visto que os índices desse hábito salutar, no Brasil, conforme o último senso, são preocupantes. Mesmo que em Santa Catarina a leitura esteja acima da média nacional, se despontando como estado com melhor habito de leitura da Federação, todo e qualquer esforço em favor desse hábito, deve ser considerado. Até a escola, que até pouco tempo era considerada o maior estimulador à leitura, tem falhando na tarefa de “ensinar a ler”. Assim, no embate com as telas, o livro físico e a leitura de obras literárias (mesmo que em suportes tecnológicos) tem perdido a batalha. O Projeto Contar é Amar, apresenta a Contação de Histórias como sendo uma oportuna, eficiente e acessível ferramenta a ser usada no enfrentamento do “entretenimento vazio do rolar a tela”, pois ao apresentar “literatura falada” posiciona o texto, a criatividade, a narrativa ficcional (que sempre imita a vida) na frente do potencial leitor, principalmente jovens e crianças, mostrando a leitura como chave de acesso a um portal para infinitas possibilidades.
A oficina RECEITA MILENAR DO CONTADOR DE HISTÓRIAS visa ofertar aos cursistas informações sobre a memória da oralidade, seus elementos e sua importância; apresentar o processo de transformação da oralidade em arte e sua importância como ferramenta de suporte a educação, a atenção a pessoas com necessidades especiais e para idosos; conceitos e técnicas para a prática da Contação de Histórias, bem como atividades práticas para a confecção de recursos lúdicos para a Contação, buscando preparar o participante para que possa fazer da Contação uma atividade encantadora, cativante, envolvente e produtiva, tanto para os ouvintes como para o contador. Com carga horaria de 5h , as oficinas serão gratuitas e realizadas sempre que possível em parceria com escolas, instituições, conselhos comunitários, grupos de mães e secretarias municipais e outras.As Contações de Histórias, se caracterizam por encontro entre os Contadores de Histórias e o seu público. Serão sessões de duração estimada de uma e duas horas cada e serão realizadas em número mínimo de 20, no período de realização do projeto. O conteúdo dos Encontros serão histórias da literatura infantil e juvenil universais, e outras adequadas ao público adulto (idosos e doentes), sempre dando espaço especiais às histórias de autores catarinenses regionais e locais. A história a ser contada variará de acordo com o público assistente considerando especialmente a idade e a capacidade cognitiva do grupo.O Concurso Literário de Contos e Histórias será aberto a todos os escritores, profissional ou amador, em categorias. A divulgação será feita pelas redes sociais e tradicionais. As inscrições serão gratuitas e on-line, assim como o recebimento dos textos. Os participantes deverão ser maiores de 18 anos. Regulamento a ser elaborado. A Banca de Avaliadores será composta por pessoas com expertise na área, a serem definidas. O evento de divulgação dos vencedores será realizado em espaço com acesso gratuito ao público, quando serão apresentados e lidos os textos dos seis finalistas e divulgados os textos vencedores.
Todas as atividades serão realizadas em locais com acessibilidade física, pois serão sempre concretizados em parceria e nas instalações de escolas, hospitais, clínicas, bibliotecas entidades beneficentes, abrigos e asilos, por exemplo. O estabelecimento escolhido deverá estar adequado à lei de acessibilidade. Em havendo atividades destinadas a públicos sem amparo de instituição, esse público será alocado em lugar adequado à Lei de Acessibilidade.
Quanto ao acesso democrático às atividades, todas as atividades contidas nesta proposta de projeto, serão inteiramente gratuitas, seja para o público assistente, seja para os participantes, como no caso do concurso. Todas as pessoas, sem qualquer tipo de distinção, terão possibilidade de acesso. As apresentações serão realizadas em locais com diversidade de público e todos os presentes serão beneficiados, sem qualquer restrição a pessoas ou grupos (respeitadas as normas específicas do local da conntação). O conteúdo das contações, por sua vez será sempre não discriminatório e não preconceituoso, de forma que não afronte ou desrespeite minorias ou quem quer que seja, antes, será revestido de ações e comportamentos inclusivos e respeitosos. Os vídeos, destinados às redes sociais, da mesma forma seguirão os mesmos balizadores que as apresentações no que tange a conteúdo e seu acesso será universal, tais quais as redes sociais.Os concursos, terão suas inscrições gratuitas e sua realização, abertas ao público e serão realizados em espaço multicultural.
Proponente: Julia Maria Damázio Rodrigues: pedagoga com mais de 30 anos de atuação, é também, narradora de histórias, artesã, foi apresentadora do programa televisivo: “ERA UMA VEZ...” da UNISULTV, de 2007 a 2022. Pós-graduada em Educação Infantil e Mídias na Educação. Atuou no programa de TV, “Era uma vez...”, por 15 anos, junto com a contadora de histórias Juliana Mendonça, no qual encantaram e reinventaram o universo da contação de história, bem como divulgaram talentos adultos e infantis da região (Tubarão/SC e região da Amurel). Como artesã produz recursos visuais para contação de história em: feltro, EVA, biscuí, papelão e material alternativo e também ministra oficinas e cursos de contação de história para professores, acadêmicos e público afins. Mantém o Espaço e o grupo informal de contação de história, ERA UMA VEZ, situado no município de Tubarão, bairro São Martinho, onde realiza eventos literários e culturais para crianças, jovens e adultos com o intuito de resgatar a cultura oral e literária através da Arte de Contar histórias e imaginar. Já desenvolveu vários projetos literários e culturais, entre eles: Maratonas de Histórias (SESC, biblioteca municipal de Porto Alegre, municípios, etc.); Sabores do Brasil( SESC); Tesouros de memórias vividas!(TRACTEBEL ENERGIA); A contação de histórias na formação do professor que encanta (UNIASELV - FUCAP -UNINTER- SECRETARIAS MUNICIPAIS de vários municípios), entre outros trabalhos. A Contadora de estórias e histórias, Julia, vê na leitura e na arte a oportunidade de trazer cultura a vários públicos, adaptando textos, incentivando às boas maneiras, o respeito às pessoas, à natureza, usando a criatividade de forma lúdica. Tem atuação destacada com crianças e adolescentes e também com idosos promovendo a socialização e a democratização de democratização de oportunidades à pessoas em vulnerabilidade social, que tem nas atividades culturais momentos de integração e desenvolvimento saudável.Contadora de Histórias: Juliana Rodrigues Mendonça, artesão, contadora de história; professora da rede municipal de ensino desde 2009; integrante do Grupo Era Uma Vez, desde 2015, graduanda em pedagocia.Contadora de Histórias: Amanda Elíbio, professora no CEI Castelo Kids e Contadora de Histórias do Grupo Era Uma Vez, em atuação desde 2021.Coordenador do Projeto: Silvana Zardo Francisco, com formação em direito e com pós-graduação em Direito Processual Civil; pós-graduanda em Gestão de Projetos, em fase de apresentação do TCC e cursando pós-graduação em Gestão em Elaboração de Projetos Sociais. Exerce a função de coordenadora de projetos da Associação Tubaronense de Integração do Deficiente Visual/ATIDEVI e da Sociedade Tubaronense de Apoio a Família /STAN de Tubarão/SC. Exerceu a função de coordenação geral do Fórum das Entidades Não Governamentais de Tubarão/FENGT, de janeiro de 2019 a dezembro de 2022, e atual vice Coordenadora, com mandato eletivo até 2026. Exerceu a Coordenação Geral da Associação de Atendimento à Criança e Adolescente de Tubarão/COMBEMTU, de 2020 a 2021. Assessora de Projetos da Associação de Voleibol Tubaronense de 2019 a 2022; 2023/2024. Exerceu do Fórum das Entidades Não Governamentais de Tubarão e assessoria jurídica para a ADCRUS (2024) e ATIDEV (2024). Coordenadora técnica do Projeto “Pra Ver a Banda Passar”, da Sociedade Recreativa Lira Tubaronense, aprovado no Criança Esperança, subsidiado pela UNESCO, em execução no ano de 2025. Coordenadora dos projetos: “Batuque do Bem” – Programa de Incentivo à Cultura de Santa Catarina, em execução, em Tubarão SC, em parceria com a Escola Estadual Senador Gallotti e a Escola Municipal Arino Bressan, sob a responsabilidade do Educador Social Claudiomiro dos Passos Victalvino; “Inclusão Digital: Um olhar no Futuro”- Fundo da Infância e Adolescência de Santa Catarina, em execução sob a responsabilidade da ATIDEV/Tubarão-SC; “Vozes de Mulher” – Lei Federal de Incentivo à Cultura, da escritora Sibele Cristina Garcia, Tubarão-SC.Diretor Cultural: profissional de nível superior, na área de humanas, com experiencia na gestão\produção\coordenação de atividades socioculturais; responsável por gerir administrativamente e ou articular a execução dos produtos do projeto; identificar parceiros; solicitar documentos e providenciar e preparar ambientes para execução dos produtos e; contribuir com a perfeita aplicação de recursos; elaborar relatórios dos produtos para a Coordenação quando solicitado e auxiliar diretamente a coordenação do projeto.) A contratar.Assessoria Contábil: responsável por cumprimento das diretrizes legais e contratos, com especial atenção ao Marco Regulatório, Lei Geral de Proteção de Dados e Voluntariado; pela escrituração fiscal e contábil; por ofertar subsídios e zelar pela adequada prestação de contas financeira do objeto, por fornecer certidões e documentos afeitos ao projeto; por orientar sobre o adequado uso dos recursos e por elaborar relatórios financeiros, quando solicitado (a contratar).Assessoria Jurídica: responsável pelo cumprimento das diretrizes e ordenamentos legais pertinentes a todos os aspectos que envolve o projeto com a Lei Rouanet, com parceiros e contratados, em especial no Marco Regulatório, Lei Geral de Proteção de Dados e Voluntariado além de outras que abarquem o universo legal instituído (a contratar).Assessoria de Markting: responsável por criar a identidade visual do projeto em harmonia com a equipe do projeto; criar portifólios e materiais para impressão e divulgação; acompanhar e gerir as redes sociais e a página de humor; articular o projeto com as mídias virtuais e tradicional; co-criar com o videomaker, os procedimentos para viabilizar os conteúdos para divulgação em redes sociais (a contratar).Fotógrafo: responsável por acompanhar a execução dos produtos do projeto para registro das imagens que serão utilizadas para divulgação em meios tradicionais e eletrônicos, bem como para ser utilizados nos relatórios finais.VideoMaker: responsável por produzir os mini vídeos, com tradução em libras e com legenda; viabilizar o concurso literário de contos, on-line; criar as ferramentas digitais da página virtual para a divulgar o regulamento, receber as inscrições(vídeos); e para viabilizar a eleiçãodo melhor vídeo, em harmonia com a Assessoria de Marketing (a contratar).Interprete de libras para os vídeos: para elaborar a versão em libras dos vídeos (a contratar).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.