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PRONAC 256507Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Samba Djanira

ALA COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 3,78 mi
Aprovado
R$ 3,78 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-08-26
Término
2026-06-26
Locais de realização (5)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Samba Djanira é o novo projeto da cantora Illy, que celebra as raízes do samba brasileiro com a cadência e o tempero da Bahia. O projeto consiste na realização de 11 espetáculos musicais com ingressos a preços populares e oficinas com acesso gratuito em cinco cidades brasileiras, três regiões do país. O show e as oficinas destacam a sonoridade afro-baiana e o legado das mulheres no samba, trazendo artistas convidados para uma homenagem à força do samba como expressão cultural e popular.

Sinopse

1) SHOW: Samba Djanira é um espetáculo musical idealizado pela cantora Illy que celebra o samba brasileiro a partir do olhar e do fazer baiano. Com um repertório que reverencia a tradição do gênero e destaca sua força estética, rítmica e poética, o projeto realizará 11 shows e oficinas sobre o Samba da Bahia com ingressos a preços populares em 05 cidades diferentes. Em Salvador, os eventos ocorrerão nos dias 26 de outubro, 20 de dezembro, 3 de janeiro, 7 de fevereiro e 28 de fevereiro, em espaços como a Casa de Itália ou o Trapiche Barnabé (a definir). Em São Paulo, os shows estão marcados para os dias 13 de dezembro e 24 de janeiro, na Casa de Francisca. No Rio de Janeiro, as apresentações acontecerão nos dias 14 de dezembro e 25 de janeiro, no Kingston. Em Belo Horizonte, o evento será no dia 18 de janeiro, e em Brasília, no dia 8 de fevereiro (locais a confirmar). O espetáculo contará com participações especiais de artistas convidados e traz ao palco uma proposta sensível, contemporânea e popular, promovendo encontros musicais e a valorização do samba como patrimônio imaterial brasileiro.2) OFICINA: Como parte das ações formativas do projeto Samba Djanira, será realizada a oficina “O Samba da Bahia”, ministrada pelos músicos da banda da artista Illy. A atividade propõe uma imersão nos ritmos, histórias e linguagens que compõem o universo do samba baiano — um dos pilares da identidade cultural afro-brasileira.A oficina abordará aspectos musicais, históricos e estéticos do samba da Bahia, com destaque para suas vertentes tradicionais e suas intersecções com a música contemporânea. Serão discutidos temas como os toques característicos da percussão baiana, as influências do samba de roda do Recôncavo, o papel das mulheres no samba e a trajetória de artistas que ajudaram a construir essa herança musical.Com uma abordagem prática e interativa, os participantes terão contato direto com instrumentos, arranjos e processos criativos utilizados nas apresentações, além de reflexões sobre a importância do samba como instrumento de resistência, pertencimento e afirmação cultural.Voltada para músicos, estudantes, agentes culturais e interessados em geral, a oficina reforça o compromisso do projeto com a formação de público, a valorização das expressões populares e a transmissão de saberes entre gerações.Com ingressos a preços populares, linguagem inclusiva e ações de acessibilidade (como intérprete de Libras e acessibilidade física), Samba Djanira convida o público a vivenciar a força e a beleza do samba feito na Bahia.Breve currículo de quem ministrará a oficina: Vitor Menezes, conhecido como Vitinho, é um talentoso percussionista baiano com uma trajetória marcada pelo samba e pelo compromisso com a educação musical. Iniciou sua carreira aos 8 anos no grupo Sexta Som, no bairro do Garcia, e aos 12 já atuava em estúdios com os tios Giba e Gilson Conceição. Tocou em diversas bandas de bairro e participou de projetos importantes, como o DVD da Roda de Samba Mucung, turnê pela África com a banda Parangolé e apresentações no Percpan com Baco Exu do Blues e na Banda Cangaia de Jegue. Paralelamente à carreira artística, Vitinho se dedica à formação de jovens músicos, com oficinas e aulas de percussão em instituições como o Cecom e a Escola Emi dos Irmãos Macedo. Atualmente, integra as bandas Chicafé, Samba Djanira e Dom Chicla.Fábio Silva, mais conhecido como Neném Batucada, é um músico e percussionista de talento único, com uma quebradeira e um suingue marcantes que construiu ao longo de uma trajetória impressionante. Sua carreira passou por grandes bandas do pagode baiano, como Raça Pura, Pagode em Família, Psirico e Escandurras, além de parcerias com ícones do axé, como Adelmo Casé e Tuca Fernandes. Neném é um artista carismático e versátil, que leva alegria e balanço por onde passa, conquistando todos com seu ritmo envolvente e sua energia contagiante. Ele encanta com sua música e talento, mantendo viva a essência do seu som único.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar 11 edições do Samba Djanira com shows e oficinas sobre o Samba da Bahia em 5 cidades, promovendo o samba como uma manifestação artística e cultural de relevância nacional, com foco na valorização do samba produzido na Bahia - patrimônio cultural imaterial brasileiro - suas raízes afro-brasileiras e a presença feminina na música popular.Objetivos Específicos:1. Democratizar o acesso à cultura por meio da realização de 11 exibições do show Samba Djanira e de oficinas (5 unidades) sobre o Samba da Bahia em 5 cidades baianas, garantindo ingressos a preços populares e ações gratuitas de formação cultural, conforme previsto no Art. 18 da Lei Rouanet.2. Celebrar e atualizar a tradição do samba da Bahia, evidenciando suas raízes e influências afro-baianas, por meio da interpretação da cantora Illy e de repertórios que dialogam com a contemporaneidade, fortalecendo a identidade musical do estado.3. Valorizar e dar visibilidade à produção artística de mulheres sambistas, reconhecendo e ampliando o protagonismo feminino no gênero, alinhando-se às diretrizes de promoção da diversidade e equidade de gênero.4. Estimular a preservação e transmissão das matrizes culturais afro-baianas presentes no samba, promovendo ações que resgatem, difundam e contextualizem suas expressões e narrativas, contribuindo para a salvaguarda de patrimônio imaterial.5. Promover uma experiência sensorial e multidisciplinar, integrando música, artes visuais e elementos da cultura popular, para envolver o público de forma ampla e proporcionar vivências artísticas enriquecedoras.6. Contribuir para a formação de público e o fortalecimento da cena musical baiana, incentivando a apreciação do samba e ampliando a base de espectadores e consumidores de cultura.7. Fomentar a circulação e a projeção nacional do samba baiano, criando condições para que o projeto se expanda para outras cidades brasileiras, fortalecendo sua presença no circuito cultural e musical do país.

Justificativa

O projeto Samba Djanira, da cantora Illy, propõe a valorização e difusão do samba brasileiro sob a perspectiva da Bahia — território de forte expressão afro-brasileira e berço de diversas manifestações culturais fundamentais para a identidade nacional. Através do projeto, o evento celebra o samba como expressão popular viva, conectada às tradições, à resistência e à potência criativa do povo baiano.A Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) se justifica como instrumento fundamental para a viabilização do projeto por diversos motivos:Relevância cultural e simbólica: o projeto promove uma leitura contemporânea do samba, com foco em suas raízes afro-baianas, reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil, e destaca o protagonismo de uma artista mulher nesse processo.Acesso e democratização: ao realizar o evento em espaço público ou de ampla circulação a preços populares, o projeto amplia o acesso da população à produção cultural de qualidade, cumprindo o papel social da cultura.Fomento à economia criativa: a realização do espetáculo envolve diretamente artistas, técnicos, produtores, profissionais da cadeia produtiva da cultura e fornecedores locais, gerando trabalho, renda e movimentação econômica.O samba, em suas diversas manifestações — como a roda de samba tradicional, o samba de raiz, o samba de terreiro e o samba chula — constitui um patrimônio cultural imaterial brasileiro, reconhecido oficialmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão. Essas práticas musicais e performáticas carregam saberes, valores e modos de sociabilidade que atravessam gerações, sendo fundamentais para a preservação da memória coletiva e para a valorização de mestres e mestras detentores de conhecimento tradicional.Este projeto busca documentar, valorizar e difundir tais expressões, promovendo apresentações, oficinas, rodas de conversa, registros audiovisuais e ações formativas, de modo a garantir a continuidade e a transmissão desses saberes. As ações contemplam também a salvaguarda da memória oral e musical, fortalecendo a identidade cultural brasileira e incentivando a participação comunitária, especialmente de jovens e novos aprendizes, no universo do samba.O enquadramento no Artigo 18 da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) se justifica pela pertinência do projeto às áreas culturais previstas nos incisos II e IV do § 3º do Art. 18, que contemplam:Art. 18, § 3º, inciso II _ "projetos de produção de espetáculos de artes cênicas, música erudita ou instrumental, e populares de reconhecido valor cultural";Art. 18, § 3º, inciso IV _ "projetos de preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial".Além disso, o Art. 1º da Lei Rouanet estabelece que é dever do Estado garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais, apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais. O projeto se insere nesse propósito, atuando de forma direta na valorização e promoção de práticas culturais reconhecidas como fundamentais para a identidade nacional.Artigo 3º, incisos I, III e IV _ que incentivam a formação, o desenvolvimento e a difusão da cultura nacional, bem como a preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro., com o samba e seus derivados: roda de samba tradicional, samba de raiz, samba de terreiro, samba chula.Dessa forma, esta iniciativa atende ao interesse público, respeita as diretrizes de preservação e difusão cultural e assegura a ampla fruição dos bens culturais, em consonância com os princípios e dispositivos da Lei Rouanet, contribuindo para a salvaguarda de um dos mais importantes legados musicais e sociais do Brasil.

Estratégia de execução

O projeto "Samba Djanira" reforça o compromisso da artista Illy com a promoção da diversidade cultural, da equidade de gênero e da valorização das tradições populares do Brasil. A proposta surge em um momento de fortalecimento da presença feminina na música e reconhece a importância de reverenciar as raízes afro-brasileiras do samba, especialmente no contexto baiano.Reconhecido oficialmente como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e da Humanidade, o samba representa muito mais que um gênero musical: é expressão de memória, resistência e identidade coletiva. Nesse sentido, o projeto reafirma a centralidade do samba como um dos pilares da cultura nacional, valorizando sua potência de gerar encontros, diálogos intergeracionais e fortalecimento comunitário.Além dos espetáculos e oficinas, o projeto prevê a geração de conteúdo audiovisual (fotos e vídeos) com potencial de desdobramento em ações futuras de difusão digital e educativa, ampliando o alcance da proposta para além das cidades visitadas. Este material será disponibilizado para redes sociais, imprensa e canais de comunicação cultural, contribuindo para a memória e a continuidade do projeto.A proposta também se conecta a circuitos e festivais culturais relevantes nos territórios onde será realizada, possibilitando articulações com políticas públicas de cultura, inclusão social e economia criativa. A circulação nacional de um projeto com essa identidade fortalece o intercâmbio entre regiões e reafirma a importância do samba como patrimônio vivo da cultura brasileira.Por fim, a equipe envolvida conta com ampla experiência na realização de projetos culturais, o que garante capacidade técnica e responsabilidade na execução, gestão e prestação de contas. O histórico da artista Illy e da produtora em ações de impacto social e cultural atesta a seriedade e a relevância desta iniciativa.

Especificação técnica

1) SHOWFormato: Show musical ao vivo com a cantora Illy Acesso: Via ingressos a preços popularesLocais: Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte Duração: Aproximadamente 1h30 por apresentaçãoNúmero de apresentações: 11Público estimado por apresentação: Até 1500 pessoas, de acordo com a capacidade do espaçoPalco: Estrutura de palco ao ar livre, com cobertura, sonorização e iluminação profissionalEquipe artística: Cantora Illy, banda base (formação com violão, percussão, cavaquinho, baixo, sopros), e convidadosEquipe técnica: Produção executiva, técnica de som e luz, assessoria de imprensa, social media, intérprete de LibrasMaterial de apoio: Release de imprensa, peças gráficas digitais (card, banner para redes sociais), registros fotográficos e em vídeoAcessibilidade: Intérprete de Libras no palco durante toda a apresentação; linguagem inclusiva nas peças de divulgação e acessibilidade física, com rampas de acesso. Distribuição: Gratuita e aberta ao público, com ampla divulgação por meio de redes sociais, mídias locais e digitaisProjeto pedagógico: Não se aplica diretamente, mas o projeto tem caráter formativo e cultural ao valorizar o samba como expressão artística e patrimônio imaterial, promovendo o acesso democrático à música brasileira de qualidade.2) OFICINAFormato: PresencialLocais: Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte Acesso: LivreDuração: Aproximadamente 2h cadaNúmero de oficinas ministradas: 5Público estimado por oficina: 20 pessoas

Acessibilidade

Acessibilidade Física e Acessibilidade de ConteúdoO projeto Samba Djanira assume o compromisso com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, adotando medidas que garantem uma experiência mais ampla e acolhedora para diferentes públicos.As ações previstas incluem:Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) no palco durante todo o espetáculo, possibilitando a compreensão do conteúdo musical e das falas da artista por pessoas surdas ou com deficiência auditiva;Uso de linguagem clara e inclusiva nos textos institucionais e materiais informativos, facilitando a compreensão por todos os públicos, inclusive pessoas com deficiência intelectual ou baixa escolaridade;Acessibilidade física nos locais dos eventos, com circulação facilitada para cadeirantes e áreas reservadas para pessoas com deficiência (PCD), garantindo conforto, visibilidade e segurança durante os espetáculos.Compromisso com a Inclusão e a Lei de Incentivo à CulturaO projeto Samba Djanira está em conformidade com a Lei nº 8.313/1991 (Lei de Incentivo à Cultura), que fomenta o acesso democrático à cultura, especialmente para pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social e econômica. Ao promover ações inclusivas e acessíveis, o projeto reafirma o compromisso da artista e da produtora com a construção de uma sociedade mais justa, plural e acolhedora.Mais do que cumprir exigências legais, Samba Djanira nasce do desejo genuíno de ampliar o acesso à arte para todos os públicos — incluindo pessoas com deficiência, populações periféricas, comunidades tradicionais, pessoas negras, mulheres, jovens de baixa renda e outros grupos minorizados que historicamente enfrentam barreiras para usufruir de bens culturais.A produtora e a artista mantêm, ao longo do ano, ações que fortalecem esse compromisso, desenvolvendo iniciativas voltadas à inclusão, ao pertencimento e à valorização da diversidade cultural brasileira.Dessa forma, o projeto não apenas promove a riqueza e a potência do samba como expressão artística, mas também assegura que essa experiência seja acessível a quem mais precisa — contribuindo de forma efetiva para a democratização cultural e o fortalecimento da cidadania.

Democratização do acesso

A proposta do projeto Samba Djanira tem como princípio central a celebração da cultura brasileira, assegurando que pessoas de diferentes contextos sociais e econômicos possam vivenciar uma experiência artística de qualidade, acessível e transformadora.Todos os shows serão realizados com ingressos a preços populares (R$30), e as oficinas terão acesso gratuito, o que viabiliza o acesso, sobretudo, de comunidades periféricas e grupos historicamente excluídos das programações culturais. A política de preços acessíveis busca garantir que a arte chegue a quem mais precisa, promovendo equidade no acesso aos bens culturais.A estratégia de divulgação será centrada em canais acessíveis e de amplo alcance, como redes sociais, mídias locais e materiais digitais, com foco na mobilização de públicos de regiões periféricas, juventudes negras, mulheres, trabalhadores informais e demais segmentos em situação de vulnerabilidade social.O projeto reafirma seu compromisso com a formação de público, o fortalecimento da cidadania cultural e a valorização do samba como patrimônio imaterial acessível a todos. Além dos espetáculos, o projeto prevê ações de mediação cultural e atividades formativas, que aprofundam o vínculo entre arte e comunidade, e potencializam o impacto social da proposta.Ao garantir o acesso à cultura de forma inclusiva, Samba Djanira contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente nos seguintes pontos: ODS 4 – Educação de Qualidade, ODS 5 – Igualdade de Gênero, ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ODS 10 – Redução das Desigualdades, ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes, ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação.Essas ações reafirmam o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura, promovendo uma vivência artística inclusiva, cidadã e respeitosa dos valores e bens culturais, em conformidade com os princípios estabelecidos pela Lei nº 8.313/1991.

Ficha técnica

Jorge Velloso (diretor geral) é jornalista, assessor de imprensa, gestor de carreiras e escritor. Com uma carreira consolidada no jornalismo, passou por veículos como *Correio da Bahia* e Tribuna da Bahia*, além de atuar em gravadoras de renome, como Sony Music e Som Livre. Jorge é CEO da Alá Comunicação e Cultura, empresa que atua como selo, editora, agenciamento de artistas e assessoria de imprensa. Ele é responsável pela assessoria de artistas como Baco Exu do Blues e Jovem Dionísio, e já trabalhou com nomes como Alice Caymmi, Black Alien, Gilsons, Rico Dalasam, Lagum, Os Garotin, Duda Beat, Caetano Veloso, Baby do Brasil, entre outros.Jorge também é responsável pelo selo Selva Music, criado em parceria com o artista Rennan da Penha. O selo é dedicado a celebrar a música oriunda da periferia, dando voz à sonoridade e aos artistas que vêm do morro, dos becos, dos conjuntos habitacionais e das encruzilhadas. Com esse projeto, Jorge faz parte de um movimento que busca dar visibilidade a artistas menos favorecidos e à música genuinamente produzida para o povo.Jorge teve um papel fundamental no início das carreiras de Marina Sena e Rachel Reis e, atualmente, é empresário de artistas como Illy, Sued Nunes, Rennan da Penha, Zeca Veloso, Nabiyah Be, Luísa Nascim, Gabriela, Clara Valverde, Mari Jasca e Majur.Além de sua atuação como gestor e assessor, é autor da biografia *Ivete Pura Paixão Sangalo* e do livro-reportagem *Candomblé de Rua – O Bembé de Santo Amaro*.Illy (cantora e artista principal) Nascida e criada na Cidade Baixa em Salvador, Illy canta desde criança. Já puxou trio elétrico, liderou banda de samba e se lançou no mercado fonográfico em 2016 com o EP “Enquanto você não chega”, abre alas para o primeiro álbum de estúdio da artista, “Voo longe”. Produzido por Kassin e Moreno, o disco foi sucesso de crítica e figurou nas principais listas de melhores discos do ano. Ali Illy apresentava todo o frescor pop tropical com raízes fincadas na MPB que seu som traz.Seu segundo álbum, “Te adorando pelo avesso” é uma homenagem a Elis Regina e desconstrói o repertório de uma das maiores cantoras da história. Em 2022 Illy lançou “O que me cabe”, disco de treze faixas com canções de nomes como Caetano Veloso, Arnaldo Antunes, J. Velloso, Chico César, Marina Sena e Ana Frango Elétrico.Além dos seus discos, Illy tem parcerias importantes com Baco Exu do Blues e Arnaldo Antunes - “Devagarinho 2.0”, Silva - Nós dois aqui e Duda Beat - “Só eu e você na pista”.Recentemente Illy vem se dedicando ao samba através do projeto Samba Djanira, a roda mais libertária do Brasil, que mostra o samba do Brasil como é feito da Bahia com o repertório formado por canções que contam um pouco da história do samba nacional com clássicos que vão de Batatinha a Belo, passando por Arlindo Cruz, Xande de Pilares, Conexão Negra, Clara Nunes, entre outros. O projeto teve uma temporada de shows lotados em Salvador, e deu origem a um disco lançado em maio de 2024.Felipe Guedes (Diretor musical, violonista e guitarrista) é multi-instrumentista e compositor baiano, com atuação destacada na cena musical da Bahia. Formado nas tradições afro-baianas e influenciado por gêneros como jazz, afrobeat e funk, é reconhecido pela versatilidade e pela fusão entre ritmos tradicionais e linguagens contemporâneas.Participou de projetos com artistas como Ivete Sangalo, Lazzo Matumbi, Saulo Fernandes, Roberto Mendes e Caetano Veloso — este último o definiu como “o ápice da música instrumental soteropolitana, a música em pessoa”. Foi integrante de iniciativas como a Jam no MAM, núcleo central da música instrumental baiana, e é presença constante em festivais e colaborações de destaque.Gravou e se apresentou com Caetano Veloso no álbum Caetano Veloso & Ivan Sacerdote (2020) e lançou com Ivan o disco Ao Vivo no Festival de Jazz do Capão (2021), reunindo clássicos da música brasileira e composições autorais. Seu trabalho consolida-se como pilar da renovação da música instrumental na Bahia, aliando excelência técnica, criatividade e compromisso com a preservação e reinvenção das matrizes culturais afro-baianas.Vitor Menezes (percussão) conhecido como Vitinho, é um talentoso percussionista baiano com uma trajetória marcada pelo samba e pelo compromisso com a educação musical. Iniciou sua carreira aos 8 anos no grupo Sexta Som, no bairro do Garcia, e aos 12 já atuava em estúdios com os tios Giba e Gilson Conceição. Tocou em diversas bandas de bairro e participou de projetos importantes, como o DVD da Roda de Samba Mucung, turnê pela África com a banda Parangolé e apresentações no Percpan com Baco Exu do Blues e na Banda Cangaia de Jegue. Paralelamente à carreira artística, Vitinho se dedica à formação de jovens músicos, com oficinas e aulas de percussão em instituições como o Cecom e a Escola Emi dos Irmãos Macedo. Atualmente, integra as bandas Chicafé, Samba Djanira e Dom Chicla. Fábio Silva (percussão) mais conhecido como Neném Batucada, é um músico e percussionista de talento único, com uma quebradeira e um suingue marcantes que construiu ao longo de uma trajetória impressionante. Sua carreira passou por grandes bandas do pagode baiano, como Raça Pura, Pagode em Família, Psirico e Escandurras, além de parcerias com ícones do axé, como Adelmo Casé e Tuca Fernandes. Neném é um artista carismático e versátil, que leva alegria e balanço por onde passa, conquistando todos com seu ritmo envolvente e sua energia contagiante. Ele encanta com sua música e talento, mantendo viva a essência do seu som único.Yuri Sá (baixista) brasileiro com sólida formação técnica e acadêmica, possuindo formação técnica em contrabaixo pelo Colégio Manoel Novaes e atualmente cursando bacharelado em contrabaixo na Universidade Federal da Bahia (UFBA).Com uma trajetória artística diversificada, Yuri já integrou projetos como Rumpilezz, Rumpilezzinho e Neojibá, além de colaborar com artistas renomados como Luiz Caldas, Saulo Fernandes, Elba Ramalho, ILLY e Aila Menezes. Ele também esteve presente em gravações marcantes e eventos de destaque, como o Festival de Trombone, acompanhando Marshall Gilkes. Seu trabalho não se limita às performances ao vivo; Yuri também atua em estúdios, contribuindo para produções de artistas como Ventura Profana, Dom Chicla e Genard. Como diretor musical, assumiu projetos como o álbum “É Diferente o Pagode da Gente”, da Lactosamba, onde trouxe sua visão criativa e sua sensibilidade musical.Combinando técnica apurada, experiência prática e constante desenvolvimento acadêmico, Yuri se destaca como um músico completo, dedicado a enriquecer e expandir o cenário da música brasileira.Duda Almeida é (cavaquinista), compositor e arranjador, bacharel em Música Popular pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com habilitação em composição e arranjo. Ao loingo de sua carreira, tem se destacado no ensino de música, lecionando cavaquinho, percepção e teoria musical. Duda já integrou o corpo docente do projeto de extensão da Escola de Música da UFBA e da escola OPUS 35. Atualmente, oferece aulas particulares, tanto presenciais quanto online, para alunos de todas as idades.Além de sua atividade como educador, Duda é integrante da turma alpha do projeto Rumpilezzinho, dedicado à formação de jovens músicos, e se dedica aos estudos do Universo Percussivo Baiano (UPB), método desenvolvido pelo Maestro Letieres Leite, o qual inspira sua metodologia de ensino.Como músico profissional, Duda tem uma vasta experiência de palco e gravação, tendo se apresentado e colaborado com artistas como Riachão, Letieres Leite, Maria Rita, Armandinho Macedo, Dom Chicla, Aila Menezes e Illy. Sua trajetória também inclui participações em festivais e workshops, além de gravações e composições próprias.Duda é apaixonado pela música baiana e sua trajetória reflete o compromisso com a educação musical e a preservação e difusão das tradições musicais da Bahia.Nilton Azevedo (flautista), nascido em Salvador e criado em Cachoeira, no Recôncavo baiano, desde os três anos, iniciou sua trajetória musical aos 11 anos na centenária Filarmônica Lyra Ceciliana. Nesse ambiente, aprendeu percussão, flauta doce e flauta transversal, descobrindo-se como multi-instrumentista e compositor, e conquistando prêmios ao longo de sua carreira.Aos 32 anos, é graduado em flauta transversal pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e se destaca no cenário musical de Salvador, tocando com orquestras, grupos e artistas como Skanibais, Afrosinfônica, Saulo Fernandes, Dja Luz, Duda Diamba, Magary Lord, Illy, entre outros. Foi finalista em duas edições do Festival de Música da Rádio Educadora FM, em 2016 e 2023, com músicas autorais. Atualmente, lidera o seu projeto solo, Nilton Azevedo Quarteto, com um repertório baseado em composições próprias, que exploram influências da música brasileira. Além disso, integra a roda de choro *Batatinha*, no saxofone, uma atração semanal que, todas as quartas-feiras, promove a diversão, valorização e difusão do gênero na cidade.lRafael Gama de Santana (baterista), também conhecido como Bolota, nascido em 1988 em Salvador, Bahia, é um percussionista e multi-instrumentista formado pela escola Pracatum. Iniciou sua carreira musical aos 17 anos, no projeto Rumpilé Cia de Dança da Professora Silvia Rita, na FUNCEB, onde atuou por quatro anos. Desde então, se consolidou como músico de destaque, participando de diversas bandas e gravações de artistas renomados como Mariene de Castro, Harmonia do Samba, Júlia Rocha, Nelson Rufino, Jorge Aragão e Valmir Lima. Atualmente, integra os projetos Juliana Ribeiro, Grupo Botequim e Batifun. Entre suas participações de destaque, estão as canções "Da Boca pra Fora", de Ju Tavares, premiada por melhor arranjo na 15ª edição do Festival Educadora, "Para Sempre à Mim", finalista em 2022 no Festival de Washington Oliveira, e "O Samba antes do Samba", do Batifun. No campo dos álbuns, contribuiu para produções como "Bahia dá Samba", de Valmir Lima, Seu Regis de Itapuã e Guiga de Ogum, e "Preta Brasileira", de Juliana Ribeiro, além de "Batifun 20 anos". Em DVDs, seu trabalho é destacado em "Nelson Rufino 50 anos de Samba" e "Samba em Harmonia", do Harmonia do Samba.Sumo Comunicação e Marketing (Prod Executiva/Gestão de Comunicação)Produtora criativa audiovisual com foco em produção de conteúdo visual estético e inovador. Atua como estúdio de animação e finalização, além de oferecer consultoria e execução em projetos culturais, com expertise em planejamento estratégico de comunicação e campanhas integradas, incluindo redes sociais e assessoria de imprensa.Produziu grandes eventos e exposições como: Copa das Confederações (FIFA): Produção Operacional para o Banco Itaú na Arena Fonte Nova (2013); Red Bull Paranauê-Capoeira; SBT Folia: transmissão do Carnaval (2014-2017); "Mariana" por Christian Cravo; "Êxodos" de Sebastião Salgado; Drag me as a Queen: Prod Executiva (2021); Caravana das Drags: Amazon Prime; Cinemóvel Bahia: Prod Executiva incentivado pelo Prêmio Riachão (2022); Filhas de Gandhy: Estratégia de comumincação e redes; Secom(BA): Carnaval (2024). Política: Olívia Santana (2018, 2022), Paulo Cezar (2020) e Daniel Almeida (2023-2024).Milena Palacios (Produção executiva)Fundadora da Sumo Comunicação Estratégica e produtora executiva com formação em Comunicação e Produção Cultural pela Universidade Federal da Bahia (2013). Com mais de 20 anos de experiência, atua na produção de eventos culturais, campanhas políticas, produções audiovisuais e publicitárias, além de redação, reportagem, apresentação e assistência de direção de cinema e TV. Já realizou projetos como o Cinemóvel Bahia – Metendo Arte pelo Celular (Prêmio Riachão/FGM), a produção da I Flipelô, campanhas políticas para Olívia Santana (2018 e 2022), e trabalhos para artistas como Duo Queindá. Atuou também em festivais como o VivaDança, mostras itinerantes e produções em Salvador e São Paulo.Hugo Torres (Coordenação de Comunicação)Formado em Direito, trabalhou com educação em organizações não governamentais e transitou pela filosofia e pela antropologia. Atua há mais de 8 anos como gestor de projetos audiovisuais e comunicação. Há 10 anos estuda e pensa o audiovisual na prática, possuindo em experiência projetos audiovisuais nas áreas política, comercial e cultural. Nessa trajetória, passeou pela fotografia, roteirização e captação de áudio, mas se consolidou na gestão e coordenação de comunicação e produção de campo. Fundador da Sumo Comunicação Estratégica (agência).Catriel Chamusca (Coordenação de Produção)Produtor cultural e executivo com ampla experiência em formatação, inscrição e gestão de projetos em editais como FSA, SPCine, ProAC, Promac, Fazcultura, Petrobrás e Lei Rouanet. Atuou na produção e coordenação de projetos para companhias como Movioca Casa de Conteúdo, Via Press, Maré Produções e Dimenti Produções, com passagem por importantes palcos e instituições culturais do Brasil. Possui trajetória que integra produção executiva, técnica e corporativa, destacando trabalhos com artistas como Elisa Lucinda e Cacá Carvalho, além de circulação nacional de espetáculos teatrais.Rafael Martins (Fotógrafo)Fotógrafo e bacharel em Comunicação e Cultura (UFBA), especialista em Narrativas Fotográficas. Premiado por SEBRAE, BNB, New Holland e CNT, seu trabalho figura na coleção do Museu Pierre Verger. Com experiência em fotojornalismo, colaborou com veículos como Correio da Bahia, Diario de Pernambuco, e A Tarde, e atua como freelancer para Mongabay Brasil, AFP, UOL, Folha de São Paulo, e O Globo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.