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PRONAC 256515Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Plano Anual do Zumví­ Arquivo Fotográfico

ZUMVI ARQUIVO FOTOGRAFICO
Solicitado
R$ 2,63 mi
Aprovado
R$ 2,57 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Com a aprovação deste Plano Anual, a Associação Zumví Arquivo Fotográfico busca recursos para seu projeto de manutenção. O objetivo é garantir a preservação de seu acervo de mais de 30.000 fotografias sobre a memória afro-brasileira e dar continuidade às oficinas de formação em fotografia para jovens negros. Os fundos serão usados na manutenção da sede e no tratamento técnico do acervo, além de fortalecer o empoderamento do olhar da comunidade negra sobre sua própria história pelo período de um ano.

Sinopse

Formações: Segundo o estatuto da juventude para os efeitos da Lei, são consideradas jovens as pessoas com idade entre 15 (quinze) e 29 (vinte e nove) anos de idade. Entre a população negra essa faixa etária registra altos índices de mortalidade, para a situação da juventude negra, 30.873 jovens, com idade entre 15 e 29 anos, foram mortos. De 2008 a 2018, o índice de mortes dessa parcela da população passou de 53,3 para cada 100 mil jovens, para 60,4. Ainda segundo o Atlas da Violência, do total de óbitos, 55,6% das mortes foram de jovens homens entre 15 e 19 anos. Ser jovem no Brasil é estar em constante risco, principalmente se for negro. Esse contexto de mortes está relacionado com o envolvimento dos jovens com o mundo do crime, As causas desses altos índices estão diretamente ligadas a falta de políticas públicas e de programas e projetos direcionados a juventude. A fotografia e o audiovisual tem sido um grande parceiro na batalha para enfraquecer esses dados.

Objetivos

Geral:Garantir a continuidade das atividades da Associação Zumví Arquivo Fotográfico, assegurando a preservação e valorização da memória afro-brasileira por meio da manutenção de seu acervo e da formação de novos fotógrafos negros, fortalecendo o protagonismo da comunidade na narração de sua própria história.Específicos:- Efetuar a manutenção preventiva e corretiva da sede da Associação Zumví Arquivo Fotográfico, garantindo um ambiente adequado e seguro para a conservação do acervo e a realização das atividades.- Manter uma equipe dedicada e capacitada para a gestão e execução das atividades do projeto, assegurando a continuidade e a excelência dos trabalhos de manutenção, digitalização e formação.- Limpar, acondicionar, digitalizar e catalogar 30.000 fotogramas do acervo existente do Zumví.- Continuar o processo de digitalização e catalogação do acervo, com o objetivo de disponibilizar o material de forma organizada e segura para consulta e pesquisa.- Criar e executar um plano de atividades de formação em fotografia, visando ao fortalecimento da identidade e do olhar de jovens negros de Salvador.- Realizar 15 oficinas em fotografia para jovens negros, abordando tanto a técnica quanto a história e o papel da fotografia na representação da cultura afro-brasileira.

Justificativa

Em uma sociedade onde a representação da população negra é historicamente marcada pela estereotipia ou pela ausência, a apropriação dos meios de produção de imagem torna-se um ato político de auto afirmação. O projeto de manutenção bianual da Associação Zumví Arquivo Fotográfico transcende a simples preservação de um acervo. Trata-se de uma ação estratégica e fundamental para a salvaguarda da memória, o fortalecimento da identidade e a promoção da cidadania da população negra no Brasil. O Zumví, com mais de 30.000 imagens e três décadas de atuação, é um importante acervo de resistência do povo negro da Bahia. Reconhecido nacional e internacionalmente, o Zumví preserva a memória negra e difunde a história de lutas e resistência, gerando identificação com populações que também viveram a diáspora africana. Uma instituição idealizada, em 1990, por Lázaro Roberto, Aldemar Marques e Raimundo Monteiro, três jovens negros das periferias de Salvador, que viveram em um contexto histórico adverso em meio à ditadura Militar e os percalços de serem negros na cidade mais Negra fora do continente Africano. Fotógrafos afrodescendentes comprometidos com o registro das atividades culturais políticas e produção de imagens da cultura Afro-Brasileira. Tudo girava em torno do campo da documentação e memória: "Fotografar hoje para o futuro", era assim que eles pensavam. Sem esta pretensão esses fotógrafos criaram um "Quilombo visual", desenvolvendo uma afromaneira de registrar e criando um arquivo de memórias imagéticas dos negros, algo jamais feito no Brasil contemporâneo. Infelizmente, a fotografia não se mostrou como um meio de sobrevivência para os outros jovens negros e periféricos, por isso Aldemar e Raimundo seguiram caminhos diferentes na vida e deixaram suas fotografias sob a guarda de Lázaro Roberto, que se manteve fotografando e guarda a memória da cultura e dos movimentos negros baianos desde os anos 1970. A atuação do Zumví vai além das fronteiras estaduais, sendo reconhecido nacional e internacionalmente como um catalisador da história e da resiliência negra. A instituição é uma referência na preservação da memória e na difusão das lutas dessa população, gerando identificação e reconhecimento em diversas comunidades que também vivenciaram a diáspora africana. O Zumví está presente nas principais exposições nacionais nos últimos anos, como Carolina Maria de Jesus (do Instituto Moreira Salles), Dos Brasis, Brasil Futuro, Defeitos de Cor e a 35ª Bienal de São Paulo, e também em uma exposição coletiva no Instituto de Artes de Chicago, que também adquiriu várias fotografias para sua coleção. Para dar continuidade ao cumprimento de sua missão de "Preservar e Promover a memória afirmativa afro-brasileira através da educação, do fomento e da difusão da fotografia feita pelo povo negro", buscamos na lei de incentivo fiscal uma oportunidade para firmar parcerias com empresas que tenham uma visão de futuro em consonância com a nossa, que é a de "Uma sociedade antirracista que respeite o protagonismo e a dignidade das pessoas negras" para que possamos juntos buscar uma sociedade mais justa. O percurso ainda é longo e para manter o acervo no espaço próprio e em condições realmente corretas, facilitar o acesso de pesquisadores e fomentar atividades arte-educativas voltadas ao fomento da prática fotográfica de novas gerações da população negra e periférica da Bahia, é preciso um substancial investimento financeiro para que a instituição possa se fortalecer e adquirir sustentabilidades de suas atividades. O apoio ao projeto do Zumví Arquivo Afro Fotográfico oferece ao patrocinador uma série de benefícios estratégicos, divididos em contrapartidas de imagem, relacionamento e sociais, que reforçam seu posicionamento como empresa socialmente responsável e engajada com a cultura e a educação antirracista.

Estratégia de execução

Este projeto visa assegurar a manutenção e a expansão das atividades da Associação Zumví Arquivo Fotográfico, uma instituição dedicada a preservar e promover a memória afirmativa afro-brasileira através da fotografia produzida pelo povo negro.A nossa atuação se concentra em dois eixos estratégicos:Preservação e Gestão do Acervo: Buscamos recursos para a manutenção de nossas sedes, espaços fundamentais para o trabalho de limpeza, digitalização e acondicionamento adequado de nosso acervo. Atualmente com mais de 30.000 fotogramas em constante crescimento, este acervo é um patrimônio vital da cultura afro-brasileira que exige cuidado contínuo.Formação e Empoderamento: Propomos dar continuidade ao nosso projeto pedagógico de formação em fotografia, voltado especificamente para jovens negros. As atividades visam não apenas o desenvolvimento de habilidades técnicas, mas, sobretudo, o fortalecimento e o empoderamento do "olhar negro" como ferramenta de expressão e transformação social.Em resumo, este projeto é essencial para garantir a infraestrutura necessária à preservação da memória e para impulsionar a formação de novos fotógrafos negros, consolidando o legado e o futuro da representatividade afro-brasileira. A solicitação de recursos para a manutenção da sede e do acervo não é um luxo, mas uma condição essencial para a sobrevivência e continuidade deste trabalho. Um espaço físico seguro e adequado é a base para abrigar o acervo, realizar as oficinas, fazer exposições e receber a comunidade. O tratamento técnico, por sua vez, garante a integridade e a acessibilidade das fotografias. Financiar este projeto significa assegurar que a Associação Zumví possa continuar a desempenhar seu papel insubstituível como guardiã da memória e promotora de futuro para a comunidade negra.Em suma, apoiar a Associação Zumví Arquivo Fotográfico é investir na preservação de um legado, na formação de novos protagonistas e na construção de uma sociedade mais justa e consciente de sua própria diversidade. É reconhecer que a memória não é apenas o que passou, mas a matéria-prima com a qual se constrói um futuro com mais equidade e representatividade.

Especificação técnica

O projeto Pedagógico transcende o ensino técnico da fotografia, propondo-a como uma poderosa ferramenta de autoconhecimento, disputa de narrativas e construção de futuros. Partindo do vasto acervo do Zumví, conectamos o passado ao presente, estimulando os participantes a se tornarem cronistas visuais de suas próprias histórias e de suas comunidades, fortalecendo a memória afirmativa afro-brasileira.A prática pedagógica se inspira em uma Pedagogia Crítica de Paulo Freire, entendendo a educação como um ato de diálogo e transformação. Os participantes não são "alunos", mas sujeitos ativos na construção do conhecimento, partindo de sua "leitura de mundo" para recriá-lo através da fotografia. Tem inspiração também no pensamento de Lélia Gonzalez e Abdias do Nascimento, ao adotar uma perspectiva "amefricana" e quilombista, que valoriza os saberes e as tecnologias sociais da diáspora africana como centrais para a nossa pedagogia. Estabelece ainda o letramento Visual e a Noção de "Olhar Opositor" (bell hooks): Ensinamos a ler imagens de forma crítica, a decodificar as relações de poder nelas inscritas e a construir um "olhar opositor" que desafia a narrativa hegemônica.A metodologia será ativa, participativa e afetiva, combinando:Oficinas Teórico-Práticas: Momentos de exposição de conteúdo técnico e conceitual.Rodas de Conversa: Espaços horizontais de troca, reflexão e construção coletiva de conhecimento.Saídas Fotográficas: Atividades práticas em campo para exercitar o olhar e produzir imagens.Laboratórios de Edição: Aulas práticas de pós-produção e curadoria.Mentorias: Acompanhamento personalizado para o desenvolvimento dos projetos autorais.A avaliação será contínua, processual e qualitativa, considerando:A participação e o engajamento nas discussões e atividades.A evolução técnica e conceitual ao longo dos módulos.O desenvolvimento e a coerência do ensaio fotográfico final (portfólio).A autoavaliação do participante sobre seu próprio percurso de aprendizagem.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:O local para o acesso ao acervo é estruturado com piso tátil direcional e adaptações para pessoas com dificuldade de mobilidade com rampas de acesso. Esses itens não se encontram previstos no orçamento, porque já estão disponíveis em nosso espaço. O espaço onde acontecerão as atividades de formação é todo em andar térreo (Galeria no Pelourinho) o que permite acesso às pessoas com dificuldade de locomoção. Acessibilidade de Conteúdo:Para as formações, teremos o apoio de intérpretes de LIBRAS durante as aulas e o material pedagógico a ser confeccionado, se necessário, terá tradução em Braille para ser distribuído à inscritos que necessitem dessa ferramenta para acompanhar as aulas. No caso da necessidade de acesso ao acervo, um funcionário da instituição, treinado, acompanhará o pesquisador/curador que tenha necessidade de descrição das imagens das fotografias acessadas em razão de deficiência visual parcial ou total. Também será feita audiodescrição de 54 fotografias do acervo, para facilitar o acesso das pessoas com deficiência visual ou baixa visão. Acessibilidade atitudinal:A equipe terá uma capacitação (realizada por um profissional especialista em acessibilidade cultural, que também é PCD) sobre acessibilidade para a área cultural, com o intuito de melhor atender as pessoas com deficiência que desejem acessar o espaço.

Democratização do acesso

Vale enfatizar que todas as atividades previstas nesse projeto são de acesso gratuito. Ressalta-se também que o acesso ao acervo fotográfico do Zumví é aberto à todos os públicos, havendo apenas necessidade de pré-agendamento para melhor organização das visitas à galeria que fica situada no Centro Histórico de Salvador. Além disso, parte do nosso acervo digitalizado está disponível para acesso gratuito em nosso site (www.zumvi.com.br) buscando assim ampliar cada vez mais o acesso à memória da história negra da Bahia e do Brasil. Em relação aos incisos da IN nº 01/2023, iremos realizar o descrito no item III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. No caso das formações, ao público geral forneceremos o valor referente à duas passagens de transporte urbano municipal (uma para ida para o curso e outra para o retorno para suas residências). Em caso de ter estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida inscritos nas atividades de formação, disponibilizaremos um transporte específico e adaptado que fará um roteiro de traslado de ida e volta.

Ficha técnica

Lázaro Roberto - Fotógrafo e Diretor artísticoFotógrafo e arte-educador, conhecido como “LENTE NEGRA”, teve sua inserção no universo da fotografia em meados dos anos 1970. Em 1990 foi co-fundador o Zumvi Arquivo Fotográfico, uma associação de fotógrafos negros, ainda em atividade. Em 1992 produziu a exposição O negro e o seu trabalho na Feira de Água de Meninos a São Joaquim, onde, no ano de 1995 circulou em Recife-PE. Em 2018 produziu a Exposição Memórias de Resistências Negras, Mafro-BA. Também participou dos festivais: Internacional da imagem do Valongo, São Paulo, 2018. Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, 2019. Festival Transatlântico de fotografia. Instituto Mario Cravo Neto, Salvador, 2019. Em 2021, além de revisitar, na versão digital, a Exposição Memórias de Resistências Negras, também publicou catálogo comemorativo aos 30 anos do Zumví e realizou vídeomapping com fotografias da visita de Nelson Mandela à Salvador. José Carlos Ferreira dos Santos Filho - Diretor InstitucionalJosé Carlos Ferreira dos Santos Filho, Licenciatura em História e Mestrado profissional em história da África, diáspora e dos povos indígenas, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Atuou com Professor/Pesquisador do curso de pósgraduação lato Sensu presencial em História da Àfrica, da cultura afro-brasileira e africana. UFRB/MEC/ FNDE/ UNIAFRO. Universidade Federal de Pernambuco- MEC – Atuou como diretor do projeto: Digitalização da Memória Fotográfica do Movimento Negro Baiano (1978 –2013). Organização do Fórum Pró- Igualdade Racial da UFRB nos anos de 2010, 2011 e 2012. Produção Exposição de fotográfica “Memorias de resistências Negras”, realizado 2018/ Banco do Nordeste. Organização de livro “Memorias de resistências Negras”, realizado 2015/ fundação cultural Palmares. Produziu rodas de conversas na galeria do Zumví. Atualmente é diretor institucional do acervo do “ZUMVI arquivo fotográfico”.Danielle Freire - Diretora ExecutivaMestre em Cultura e Sociedade pela UFBA e Bacharel em Arte e Mídia pela UFCG, possui formação Multidisciplinar no campo da arte e cultura, o que permitiu desenvolver versatilidade profissional. Com 16 anos de experiência, é capaz de transitar em diferentes áreas, sempre com foco em atividades de gestão, atuando em projetos culturais, sociais, no âmbito governamental (federal e estadual) e na produção de eventos. Também atua na elaboração de projetos e captação de recursos.Hailton de França Coltinho (Tom França) - Coordenador de PreservaçãoPossui graduação em Historia, Licenciatura e Bacharelado pela Universidade Católica do Salvador (2009). É Técnico Aux. Em Assuntos Culturais do Arquivo Publico do Estado da Bahia. Trabalha Como Arte Educador onde leciona disciplinas relacionadas a Consciência e Cidadania e Cultura. Atuou também como Professor na Modalidade Contrato Temporário na Rede Municipal de Ensino. Desenvolve pesquisas na área de Historiografia das Religiões de Matrizes Africanas. Membro da Posse de Conscientização e Expressão, do Instituto Búzios e do Núcleo de Estudantes Negros Makota Valdina Pinto - UCSAL, Membro Suplente do Conselho de Promoção da Igualdade Racial da SUPIR.Hugo Martins - Coordenador das Formações Nascido em São Bernardo do Campo - São Paulo em 1978 e atualmente morando em Salvador - Bahia. Graduado em Design Gráfico e fotografia e pós-graduado em Design Centrado no Ser Humano (Human Centred Design). Fotógrafo desde 2004, orientado pela fotografia e artes visuais no desenvolvimento de pesquisa de territórios e projetos em narrativas visuais. Hugo compreende a fotografia como ferramenta visual poderosa na construção de pontes através de narrativas visuais. Compreende as artes visuais como caminhos para uma maior articulação de pesquisas e narrativas decoloniais alinhadas com as agendas relevantes da nossa cultura e sociedade no Sul Global. Principalmente em Salvador-Bahia seu trabalho transita entre a fotografia de rua, a fotografia documental e a fotografia experimental, em diálogo com o retrato como identidade e representatividade. Autor do fotolivro ODÙ, 2020, resultado de um projeto de pesquisa de 15 anos documentando dentro da Feira de São Joaquim, compreende o fotolivro como possibilidade de legado da memória visual e documento histórico, amplificador deste legado.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.