Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Plano Bianual do Palácio da Liberdade propõe a manutenção das atividades realizadas no e pelo Palácio da Liberdade, na cidade de Belo Horizonte, nos anos de 2026 e 2027, com foco na difusão do conhecimento sobre o patrimônio cultural e histórico do Estado de Minas Gerais. O projeto prevê a continuidade do programa de visitação ao espaço, das atividades desenvolvidas pelo educativo, além da implementação de outras ações que incentivam e fortaleçam o diálogo entre o patrimônio, sua história e o público.
As ações previstas serão realizadas ao longo de 24 meses e contemplam atividades educativas e culturais no Palácio da Liberdade, todas com acesso gratuito e atenção às medidas de democratização e ampliação de acesso previstas na legislação vigente.1. Ações Educativas•Definição na pré-produção: Existe uma proposta inicial das 12 oficinas, que estão indicadas no campo “Descrição da Atividade do Produto”. Porém essas atividades só serão definidas na pré-produção, tendo seus conteúdos, metodologias e formatos oficialmente definidos e estruturados durante a etapa inicial do projeto, em alinhamento com a Coordenação do Educativo do Palácio da Liberdade• Plano pedagógico de referência: O Plano Pedagógico do ano de 2025, que acompanha esta proposta em anexo, servirá como referência para a definição dos temas e metodologias, assegurando coerência com a política educativa do espaço.• Possíveis formatos: Oficinas práticas, palestras interativas, seminários, rodas de conversa e atividades de campo que promovam a aproximação do público com o patrimônio histórico e cultural.• Públicos contemplados: Escolas públicas e privadas, grupos comunitários, instituições culturais, estudantes, turistas e visitantes espontâneos.2. Ações Culturais• Definição na pré-produção: As 16 ações culturais – que poderão incluir apresentações musicais, exibições de filmes, visitas teatralizadas, exposições temporárias e outras intervenções – serão definidas a partir do calendário anual e da programação do espaço.• Critérios curatoriais: Seleção de atividades que dialoguem com o patrimônio e seu acervo, valorizem a diversidade cultural, ampliem a participação social e contemplem diferentes linguagens artísticas.• Acessibilidade e inclusão: Serão adotadas medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, bem como as cotas de democratização de acesso previstas no Art. 46, incisos I a IV, e medidas de ampliação de acesso previstas no Art. 47, como a realização de atividades culturais gratuitas e a oferta de materiais acessíveis.3. Capacitações• Serão realizadas 8 capacitações voltadas à acessibilidade e à ampliação do acesso para mediadores, integrando conhecimentos técnicos e práticos para aprimorar o atendimento e a mediação cultural no espaço.
OBJETIVO GERAL:O Plano Bianual do Palácio da Liberdade tem como objetivo preservar, valorizar e difundir seu patrimônio histórico e cultural por meio da implementação de ações de gestão e manutenção, continuidade do programa do educativo e da visitação, atualização expográfica e audiovisual, produção de de um catálogo do acervo para promoção do patrimônio material do Palácio, além da realização de atividades culturais que fortaleçam o diálogo entre o espaço, sua história e os diversos públicos.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Produto: Plano Anual - Patrimônio Cultural - Ações de Educação Patrimonial1. Manutenção das atividades culturais e educativas do Palácio da Liberdade2. Elaborar o Plano de Gestão e Manutenção do espaço.3. Realizar o Programa Educativo, com visitas mediadas, para ampliar a visitação.4. Executar a atualização expográfica, incluindo a sinalização geral, a expografia da linha do tempo e conteúdos audiovisuais.5. Elaborar e disponibilizar materiais acessíveis de apoio à visitação e à mediação.6. Realizar 16 ações culturais (apresentações musicais, exibições de filmes, visitas teatralizadas, exposições, entre outras).Produto: Manutenção de Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico7. Produzir e disponibilizar o Catálogo do Acervo do Palácio da Liberdade em formato físico e digital.Produto: Curso/Oficina/Estágio8. Realizar 8 capacitações em acessibilidade e ampliação do acesso para mediadores.9. Desenvolver 12 ações educativas (palestras, seminários, oficinas, entre outras).Este projeto se alinha, portanto, aos seguintes incisos do Art. 3º do Decreto 11.453:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais;XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento;XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;.
O Palácio da Liberdade, integrante do Conjunto Arquitetônico da Praça da Liberdade, é um dos mais expressivos marcos históricos e culturais de Minas Gerais. Construído no final do século XIX para sediar o Governo do Estado, tornou-se símbolo da transferência da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte e testemunho vivo de um momento decisivo na história política e urbana do Estado. Tombado pelo IEPHA/MG e pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte, o edifício representa um patrimônio material de relevância nacional, cujo valor extrapola a dimensão arquitetônica, abrangendo significados históricos, artísticos e simbólicos.Ao longo das últimas décadas, o Palácio consolidou-se como espaço de visitação pública, atividades educativas e programação cultural, desempenhando um papel fundamental na democratização do acesso à cultura e na promoção da educação patrimonial. As visitas mediadas permitem que estudantes, pesquisadores, moradores e turistas conheçam de perto não apenas a arquitetura, o patrimônio e a história política de Minas Gerais, mas também aspectos simbólicos e narrativos que conectam passado e presente. O trabalho do educativo, por sua vez, amplia essa experiência ao propor mediações que valorizam a participação ativa, o pensamento crítico e o reconhecimento do patrimônio como elemento vivo da identidade cultural.A manutenção contínua dessas atividades é essencial para que o Palácio da Liberdade cumpra plenamente sua função social. Programações regulares garantem o fluxo constante de visitantes e fortalecem a relação afetiva e cultural entre o público e o espaço. Sem esse trabalho, o Palácio corre o risco de se restringir a um papel meramente contemplativo, reduzindo seu potencial de diálogo com a sociedade. Ao contrário, quando vivo e ativo, o patrimônio torna-se ferramenta de formação cidadã, inclusão social e valorização da memória coletiva.O Plano Bianual ora proposto garante a continuidade e o fortalecimento dessas ações, reunindo iniciativas de gestão e manutenção, continuidade do programa educativo e da visitação, atualização expográfica e audiovisual, divulgação qualificada do acervo e realização de atividades culturais e educativas diversificadas. A programação prevista, com exposições, apresentações artísticas, visitas teatralizadas, palestras, seminários e oficinas, cria oportunidades de fruição cultural que alcançam públicos distintos, estimulando o turismo cultural e integrando o Palácio às dinâmicas contemporâneas de produção e circulação de cultura.Todas essas atividades garantem que a imersão e a compreensão da grandeza deste patrimônio tombado, aconteçam de maneira envolvente, dinâmica e fluida para os visitantes.A execução deste plano conta com a atuação da APPA _ Arte e Cultura, organização reconhecida por sua experiência e competência na gestão de projetos culturais e patrimoniais de grande porte em Minas Gerais. Ao longo de sua trajetória, a APPA tem conduzido ações de preservação, manutenção e programação cultural em espaços e bens tombados, sempre alinhada às diretrizes técnicas e legais que regem a salvaguarda do patrimônio. Essa expertise garante que as atividades previstas sejam planejadas e executadas com rigor técnico, transparência e efetividade, assegurando resultados consistentes e de impacto para a sociedade.Ao investir na manutenção das atividades do Palácio da Liberdade, este projeto atende às diretrizes das políticas culturais nacionais e internacionais, que reconhecem a importância de aliar preservação física ao uso social do patrimônio. Mais do que conservar um edifício histórico, trata-se de assegurar que ele continue a ser um espaço de encontro, troca e aprendizado, que projeta para o futuro o legado histórico e cultural de Minas Gerais. Essa continuidade fortalece a economia criativa, amplia o acesso à cultura, valoriza a memória e contribui para que a sociedade se reconheça em seu patrimônio.Assim, a relevância desta proposta reside em manter o Palácio da Liberdade como um espaço vivo e ativo, capaz de dialogar com a comunidade e de inspirar novas gerações, garantindo que sua história e seu significado permaneçam presentes no cotidiano cultural da cidade e do Estado.Em consonância ao Art. 1º da Lei 8.313, este projeto visa:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Alinhado ao disposto no Art. 3º da Lei 8.313, configura-se como objetivo do projeto:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativosII - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;Dessa forma, compreende-se que este projeto enquadra-se no Art. 18º da Lei 8.313, visto que seus objetivos contemplam o seguinte segmento cultural:g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial.b) livros de valor artístico, literário ou humanístico;d) exposições de artes visuais;-Com relação à classificação do presente projeto como Plano Anual de Atividades, ampara-se no disposto no Art. 54 do Decreto 11.453/23:Art. 54. O fomento por meio do mecanismo de incentivo fiscal poderá contemplar planos anuais ou plurianuais de atividades apresentados por pessoa jurídica sem fins lucrativos, pelo período de doze, vinte e quatro, trinta e seis ou quarenta e oito meses, coincidentes com os anos fiscais, com vistas à:I - manutenção:a) de instituição cultural, incluídas suas atividades de caráter permanente e continuado e demais ações constantes do seu planejamento;b) de espaços culturais, incluídos sua programação de atividades, ações de comunicação, aquisição de móveis, aquisição de equipamentos e soluções tecnológicas, serviços de reforma ou construção e serviços para garantia de acessibilidade, entre outras necessidades de funcionamento; ou(...)-Na mesma forma, em seu art. 6º e seguintes, da IN nº 23/2025:Dos Planos Anuais e Plurianuais de AtividadesArt. 6º Pessoas jurídicas sem fins lucrativos poderão apresentar propostas culturais na forma de plano anual ou plurianual de atividades, conforme o art. 54 do Decreto nº 11.453, de 2023, de modo a contemplar:I - a manutenção de:a) instituições culturais, incluindo atividades de caráter permanente e continuado;b) espaços culturais, abrangendo programação de atividades, elaboração de plano museológico, execução de educação museal, ações de comunicação, aquisição de móveis, equipamentos e soluções tecnológicas, serviços de reforma ou construção e garantias de acessibilidade; e§ 4º Será admitida a coexistência de planos anuais ou plurianuais para equipamentos culturais diversos apresentados pelo mesmo proponente com equipe técnica e orçamentos distintos.
Sobre a APPA - Cultura & Patrimônio:A APPA - Cultura & Patrimônio é uma associação cultural com sede em Belo Horizonte, comprometida com a promoção de iniciativas culturais que estimulem o desenvolvimento socioeconômico em níveis local, regional e nacional. Com mais de três décadas de experiência, a APPA é especializada na gestão e execução de diversos mecanismos de financiamento cultural, como leis de incentivo à cultura, fundos culturais e patrocínios, entre outros. Em parceria com entidades públicas e privadas, a associação busca democratizar o acesso à arte e à cultura, assegurando a qualidade e a excelência dos projetos e ações que desenvolve.-Objetivos de Desenvolvimento Sustentável:ODS 4 – Educação de QualidadeMeta 4.7: Garantir que todos os aprendizados promovam o conhecimento e a valorização do patrimônio cultural.As visitas mediadas, capacitações e ações educativas do projeto contribuem para ampliar o acesso à educação patrimonial e promover a conscientização sobre a importância do patrimônio histórico e cultural.ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento EconômicoMeta 8.9: Promover o turismo sustentável que valorize a cultura local e os produtos associados.O projeto incentiva o turismo cultural e gera oportunidades de trabalho para profissionais da cultura, mediadores, educadores, artistas e técnicos especializados.ODS 10 – Redução das DesigualdadesMeta 10.2: Promover a inclusão social, econômica e política de todos.As ações de acessibilidade e ampliação de acesso garantem que diferentes públicos, incluindo pessoas com deficiência e grupos socialmente minorizados, possam usufruir do espaço e das atividades.ODS 11 – Cidades e Comunidades SustentáveisMeta 11.4: Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo.O projeto mantém viva a função social e cultural de um bem tombado, assegurando sua integração ao cotidiano da cidade e seu papel como espaço de fruição cultural e educativa.ODS 17 – Parcerias e Meios de ImplementaçãoMeta 17.17: Incentivar parcerias eficazes entre o poder público, a sociedade civil e o setor privado.A execução do projeto conta com a parceria entre a Fundação Clóvis Salgado, o Governo de Minas Gerais, a APPA e outros agentes culturais, fortalecendo redes de cooperação para a promoção e gestão do patrimônio.
Produto: Manutenção de Acervo Bibliográfico, Arquivístico, Documental, Museológico:Catálogo do Acervo do Palácio da Liberdade – Formato físico e digitalO catálogo reunirá e apresentará, de forma sistematizada e com rigor técnico, o conjunto de peças que compõem o acervo histórico do Palácio da Liberdade, incluindo obras de arte (quadros, esculturas), mobiliário, louças, pratarias, objetos decorativos, luminárias, tapetes e outros bens integrados. Trata-se de um acervo de alto valor histórico, artístico e cultural, que testemunham diferentes períodos da história política e social de Minas Gerais, além de refletir práticas, gostos estéticos e influências artísticas do final do século XIX e início do século XX.O objetivo do catálogo é garantir o registro qualificado e a difusão desse patrimônio material, permitindo que seu conhecimento ultrapasse os limites físicos do edifício e alcance públicos mais amplos. Sua produção seguirá padrões museológicos e editoriais adequados à documentação e divulgação de bens culturais, com fotografias de alta qualidade, fichas descritivas detalhadas, informações técnicas, históricas e contextuais, além de textos curatoriais que contextualizem a relevância das peças e sua relação com a história do Palácio.As especificações técnicas (paginação, formato, tiragem, tipo de papel, acabamento, projeto gráfico e identidade visual) serão definidas após a conclusão do escopo e alinhamento com a equipe de produção, design e comunicação, assegurando que o resultado final seja condizente com a importância e a representatividade do acervo. A versão física será acompanhada de versão digital, disponível gratuitamente para acesso público, fortalecendo a democratização do acesso e contribuindo para a preservação da memória e a valorização do patrimônio material do Palácio da Liberdade.
Produtos: Plano Anual e Curso/Oficina/Estágio:Acessibilidade física: O Palácio da Liberdade, construído no final do século XIX e tombado como patrimônio cultural do Estado desde 1975, integra o Conjunto Arquitetônico da Praça da Liberdade. Por suas características históricas e estruturais originais, o edifício não dispõe de acessibilidade física plena, sendo inviável a realização de alterações significativas que comprometam sua integridade arquitetônica e valor histórico. Para mitigar essa limitação, o projeto prevê:• Tour virtual, disponível no site oficial, apresentando o edifício e seu acervo por meio de imagens e informações sobre o patrimônio histórico e cultural.Acessibilidade para PCD auditivo:• Intérpretes de Libras presentes nas visitas mediadas e nos eventos, conforme a demanda.• Legendagem descritiva nos conteúdos audiovisuais produzidos ou atualizados no projeto.Acessibilidade para PCD visual: • Uso da hashtag #PraCegoVer nas postagens em redes sociais, com descrição detalhada das imagens para ampliar o acesso de pessoas com deficiência visual.• Realização de visitas voltadas a grupos de pessoas com deficiência visual, conforme demanda.Acessibilidade intelectual:• Disponibilização de abafadores de ruídos para visitantes com sensibilidade auditiva ou condições como TEA (Transtorno do Espectro Autista).• Roteiros de mediação adaptados, com linguagem simplificada, uso de recursos visuais claros e apoio de pictogramas.• Materiais impressos e digitais de fácil compreensão, adequados a públicos com deficiência intelectual e neurodiversidade.Outras medidas: • Formação em mediação inclusiva, com uso de recursos digitais, linguagem acessível e tecnologias assistivas. • Treinamento para atendimento acolhedor e personalizado.
O projeto busca democratizar e ampliar o acesso ao Palácio da Liberdade por meio de uma programação totalmente gratuita e inclusiva, integrando preservação patrimonial, difusão cultural e participação social. Todas as atividades – visitas mediadas, ações educativas, apresentações culturais, exposições e capacitações – serão abertas ao público em geral, com atenção especial à recepção de escolas públicas e privadas, grupos comunitários, instituições culturais, professores de instituições públicas de ensino e públicos em situação de vulnerabilidade.Como medidas de ampliação do acesso em conformidade com o Art. 47, o projeto adotará:• Inciso III: disponibilização, na internet, de registros audiovisuais das atividades, apresentações culturais e ações formativas, ampliando o alcance a públicos que não possam comparecer presencialmente;Com essa estrutura, a iniciativa cumpre rigorosamente as determinações legais e as expande, garantindo que o Palácio da Liberdade seja um espaço de encontro e aprendizado para todos, ampliando o acesso físico e simbólico ao patrimônio, fortalecendo o vínculo da comunidade com este símbolo da memória e identidade de Minas Gerais e contribuindo de forma concreta para a valorização cultural, a educação patrimonial e a fruição democrática dos bens culturais.
GESTÃO DO PROJETO E COORDENAÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRATIVA: APPA - Cultura e PatrimônioRubricas de remuneração do proponente: Diretor Geral e Coordenação TécnicaDIRETORIA APPA: Felipe Vieira Xavier (Presidente APPA) (Proponente)Atualmente presidente da APPA, já ocupou de abril de 2017 a maio de 2019 o cargo de Diretor Financeiro da mesma instituição. Xavier é empresário e empreendedor cultural há mais de 17 anos. Fundou três empresas e uma cooperativa de trabalho, todas no segmento cultural. Coordenou, captou, geriu e produziu mais de uma centena de projetos culturais, em diversos segmentos, como música popular e erudita, ópera, teatro, dança, arte educação, audiovisual, circo, literatura, rádio, turismo, gastronomia, cultura popular, artes visuais, edição de livros e revistas, restauro e patrimônio, entre outros. Trabalhou com diversos mecanismos de fomento como leis de incentivo à cultura, fundos públicos e privados, financiamento direto entre outros. Xavier acredita que pode catalisar o potencial transformador da Arte e da Cultura em evolução de consciência e comportamento para a sociedade.Agostinho Resende Neves (Vice-Presidente da APPA) (Proponente)Advogado (FUMEC) e Contador (UFMG). Possui MBA em Gerenciamento Estratégico de Projetos (FUMEC), participou do Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (FDC). Atualmente, cursa pós-graduação em Direito Civil (PUC-MG) e Advocacia Empresarial e Compliance (FUMEC). Atua há 20 anos no Terceiro Setor, é conselheiro da Intermuseus, de São Paulo-SP, e da Associação de Cultura Franco-Brasileira, de Belo Horizonte-MG. Também foi auditor externo com atuação em instituições de diversos ramos de atividade e setores.Guilherme Domingos (Diretor Financeiro APPA) (Proponente)Geógrafo (PUC-MG), possui MBA em Gestão Estratégica de Negócios (UNA) e participou do Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (FDC). Atua há 10 anos no Terceiro Setor, desenvolvendo sua carreira na área administrativa, financeira e de projetos em organizações sociais. Possui experiência em gestão financeira, conciliações contábil e bancária, planejamento, coordenação e acompanhamento de indicadores, além de interlocução com stakeholders.Siomara Gomes Faria (Diretora Adjunta de Projetos APPA) (Proponente)Graduada em Comunicação Social pela UFMG, com habilitação em Jornalismo e Formação Complementar em Cinema, pós-graduada em Imagens e Culturas Midiáticas pelo departamento de Comunicação Social da UFMG e mestre em Comunicação Social (UFMG). Atua no setor cultural na cidade de Belo Horizonte desde 2007. Ocupou as funções de parecerista de diversas comissões de análise de projetos culturais do setor público, foi produtora, curadora e coordenadora de mostras, festivais e exposições. Nos últimos 7 anos atuou como gestora de diversos equipamentos culturais na cidade de Belo Horizonte e de gerente geral do setor de projetos da APPA passou a ser diretora adjunta de projetos.Pâmela Perdigão (Diretora Adjunta Executiva APPA) (Proponente)Profissional com graduação em Ciências Contábeis pela PUC Minas e MBA em Controladoria e Auditoria pelo Centro Universitário Una. Possui certificação em Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (PDD) e Parceria com Organizações Sociais (POS) pela Fundação Dom Cabral. Experiência de mais de 19 anos na gestão financeira de instituições do Terceiro Setor, incluindo OSCIPs e OSs, com foco em execução financeira e prestação de contas de Projetos Culturais, Contratos de Gestão, Termos de Parcerias e Convênios. Atualmente, é Diretora Executiva na APPA - Cultura & Patrimônio. Desde 2011, é sócia-proprietária da Arco Cultural Ltda, empresa de assessoria financeira e prestação de contas para projetos culturais. Anteriormente, foi sócia da Em Conta Assessoria Cultural Ltda e também atuou como Assistente Financeiro no Museu de Artes e Ofícios, onde se especializou na administração financeira e prestação de contas de projetos culturais.-Laryssa Martins (Coordenação de Projetos APPA/FCS) (Não remunerada pela projeto)Profissional com formação em Moda pela UNA (Bacharelado, 2011-2014) e especialização em Direção Criativa (Pós-graduação, 2014-2016). Recentemente completou o Programa de Desenvolvimento de Dirigentes pela Fundação Dom Cabral (160h, 2023) e está cursando pós-graduação em Gerenciamento de Projetos pela FGV. Possui vasta experiência na Pulsar Brasil, onde atuou como Produtora de 2015 a 2023, gerenciando eventos culturais em diversos segmentos, como música, dança, arte, moda, audiovisual e gastronomia. De 2022 a 2023, foi Coordenadora de Projetos Incentivados na Pulsar Brasil e na APPA, gerenciando o Centro Técnico de Produção e Formação Raul Belém Machado e atendendo às demandas da Fundação Clóvis Salgado. Atualmente, é Coordenadora de Projetos na APPA, sendo responsável pela coordenação geral de produção e execução dos projetos da Fundação Clóvis Salgado, gerenciamento de equipes contratadas, interlocução com parceiros, assessores e fornecedores, além de alinhar estratégias de execução.Míriam Célia (Coordenação do Educativo - Palácio da Liberdade)Míriam Célia é Coordenadora do educativo do Palácio da Liberdade. É museóloga e doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Possui mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG). Possui cursos de audiodescrição e Libras Intermediário. Tem experiências nos campos de gestão, educação, acessibilidade e museologia. Atuou na docência em cursos do ensino superior e minicursos em museus. Trabalhou como arte-educadora, pesquisadora, gestora de educadores e responsável pela realização de serviços administrativos em espaços culturais de Belo Horizonte. Atuou no atendimento ao público e implementação de projetos acessíveis.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.