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O projeto "Juventude Criativa _ Formação em Projetos Culturais" propõe capacitar jovens negros, LGBTQIA+ e periféricos, com idades entre 15 e 29 anos, por meio de oficinas de 8 horas em 10 cidades da Região Metropolitana de Goiânia. A ação busca promover a inclusão produtiva desses jovens através da formação técnica em elaboração, gestão e produção de projetos culturais.
SINOPSE: O projeto Juventude Criativa – Formação em Projetos Culturais tem como objetivo de Formar e capacitar agentes e empreendedores culturais do estado de Goiás, a fim de promover novas oportunidades de negócios e criação de produtos e serviços advindos da cultura e arte por meio de 10 formações culturais em 10 cidades diferentes e um grande evento de encerramento com pitching dos projetos em Goiânia. A oficina que acontecerá em cada cidade será: Gestão e empreendedorismo Cultural realizada por 2 oficineiros que dividirão a formação em 3 módulos: Elaboração de Projetos; Formação de preços para serviços culturais e a análise de riscos; Governança em produtos culturais; e Captação de Recursos. Trindade - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Hidrolândia - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Nerópolis - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Aparecida de Goiânia - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Bela Vista de Goiás - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Senador Canedo - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Inhumas - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Goianira - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Aragoiânia - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Goiânia - GO Evento: Oficina com 8 horas de duração Dia: 01 dia de formação - 8 horas Quantidade de alunos: 30 alunos. Goiânia - GO Evento: Encerramento com Picthing e premiação dos melhores projetos Dia: 01 dia de evento - 8 horas Quantidade de alunos: 300 alunos.
Objetivo Geral Realizar o projeto "Juventude Criativa _ Formação em Projetos Culturais" que é a realização de oficinas presenciais em 10 cidades em torno da região metropolitana de Goiânia, promovendo a qualificação de jovens para a elaboração, gestão e execução de projetos culturais. A formação incluirá aulas teóricas e práticas, materiais didáticos e mentorias, fortalecendo a atuação dos participantes no setor cultural. Objetivo especifico - Realizar uma oficina com carga horária de 08 horas em 10 cidade da região metropolitana de Goiânia, sendo elas: Trindade - GO, Hidrolândia - GO, Nerópolis - GO, Aparecida de Goiânia - GO, Bela Vista de Goiás - GO, Senador Canedo - GO, Inhumas - GO, Goianira - GO, Aragoiânia - GO e Goiânia - GO, abordando conteúdos sobre elaboração, gestão e execução de projetos culturais; - Capacitar até 30 participantes entre produtores culturais, gestores públicos e agentes culturais, com foco em planeamento, captação de recursos e sustentabilidade de projetos culturais; - Apresentar os conceitos fundamentais de gestão de projetos culturais, por meio de exposição teórica e roda de conversa durante o primeiro módulo da oficina; - Desenvolver, em atividade prática, pelo menos 1 proposta de projeto cultural por participante, com definição de objetivos, público-alvo, cronograma e orçamento; - Orientar os participantes sobre fontes de financiamento, incluindo explicações sobre leis de incentivo, editais e outras formas de captação de recursos; - Fornecer modelos e orientações para a elaboração de orçamentos e planos financeiros, aplicáveis a projetos culturais reais; - Capacitar os participantes em técnicas de execução, monitoramento e avaliação de projetos, assegurando que cada um compreenda os processos de controle de prazos, qualidade e resultados; - Explicar os procedimentos para prestação de contas, incluindo a documentação exigida por financiadores e patrocinadores; - Discutir estratégias para garantir a sustentabilidade dos projetos culturais a longo prazo, promovendo continuidade e impacto social; - Ofertar material pedagógico aos educandos em cada formação; - Disponibilizar intérprete de libras e acessibilidade em todas as etapas do projeto.
A pesquisa Hábitos Culturais nas Capitais Brasileiras (https://culturanascapitais.com.br/acesso-a-atividades-culturais/) publicado em 2024, revela que apenas 23% da população de Goiânia, frequenta teatros, com acesso ainda mais restrito em regiões periféricas e no em torno da capital,, partindo do principio que os municípios do interior tem menos equipamentos culturais que os grandes centros . No Centro-Oeste, especificamente em Goiás, jovens de 15 a 29 anos enfrentam barreiras como falta de infraestrutura cultural, baixa oferta de formação profissional na área artística e desigualdades socioeconômicas que limitam oportunidades de inserção no mercado criativo. A INSEJ surge como resposta a esse cenário já em 2002, e seus projetos voltados para a formação artística, como o projeto proposto: "Juventude Criativa _ Formação em Projetos Culturais" priorizando a região metropolitana de Goiânia, embarcando 10 cidades, com foco em formação em gestão cultural para geração de renda e inclusão de grupos marginalizados, pessoas negras, comunidades quilombolas, indígenas, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. O Instituto Sócio-Educativo Juvenil (INSEJ) possui 23 anos de experiência na promoção de projetos socioeducativos e culturais em Trindade/GO, destacando-se por: Oficinas Culturais Juvenis (Capoeira, dança de rua, canto coral, teatro, violão e contadores de história); Oficina de Inclusão Digital (Curso de introdução a informática para crianças, jovens e adultos e acesso a internet); Cursos de formação profissional (Cabeleireiro e maquiagem, auxiliar administrativo, secretariado executivo, pedrarias); Palestras Educativas (Palestras nas escolas da região para prevenir contra o HIV/Aids e a gravidez na adolescência) e Rua do Lazer (Promoção de lazer e recreação nas ruas dos bairros da cidade). Em 2008 a instituição tornou-se Ponto de Cultura com o projeto Centro Cultural da Juventude (CCJ) e em 2012, iniciou o projeto "Nossa Escola Vai ao Teatro", que deu origem à Cia Flor do Cerrado, sendo o núcleo artístico de maior atividade dentro da entidade com os espetáculos: 2012: Os Saltimbancos, 2013: Dandara e os Amigos da Natureza (temas ambientais); 2014: Chaves no Mundo da Copa (integração com o contexto da Copa do Mundo); 2015: Anastasia e O Pequeno Príncipe; 2016: João e Maria (releitura do clássico); 2017: As Aventuras de Pinóquio; 2018: Mariazinha e Chiquinho na Terra do Rei do Baião (homenagem a Luiz Gonzaga); 2019: O Mundo Mágico de Dorothy; 2022: Corinha no Cerrado das Maravilhas (celebração dos 10 anos); 2024: À Espera do Balão Mágico. Este projeto se enquadra nos incisos I, II, III e IV do Art. 1º da Lei 8313/91 na qual: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Os objetivos que este projeto pretende alcançar de acordo com o inciso I e alínea c) do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 na qual: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
Umas dos núcleos mais ativos da entidade é a Cia Flor do Cerrado: Em 2012, no vibrante coração do Cerrado goiano, surgiu a semente de um sonho: criar um espaço onde a arte pudesse florescer e transformar vidas. Assim nasceu a Cia Flor do Cerrado, uma companhia de teatro dedicada a encantar e educar por meio do poder do palco. Desde então, o coletivo se tornou um farol de criatividade e inclusão, comprometido em oferecer espetáculos que transcendem o simples entretenimento, proporcionando experiências enriquecedoras e memoráveis para crianças e adultos. A jornada da Cia teve seu início em uma efervescente oficina de teatro promovida pelo Ponto de Cultura - Centro Cultural da Juventude, em Trindade, município da Região Metropolitana de Goiânia. Ainda em 2012, a companhia subiu ao palco pela primeira vez com o musical infantil “Os Saltimbancos”. Esse espetáculo não foi apenas a estreia do grupo, mas o marco de um projeto ambicioso: “Nossa Escola Vai ao Teatro”. Com ele, buscava-se formar novas plateias e plantar as sementes do amor pelo teatro nas mentes jovens. Desde aquele momento, a companhia trouxe ao público um desfile de novas histórias e experiências, cada uma delas mais cativante e inovadora do que a anterior. Já em 2013, “Dandara e os Amigos da Natureza” entrou em cena, com uma proposta que explorava temas ambientais, convidando o público jovem a refletir sobre a preservação do nosso planeta. O ano de 2014 trouxe “Chaves no Mundo da Copa”, um espetáculo que, em meio à euforia do campeonato mundial, combinava diversão e reflexão, criando uma experiência única. O ano seguinte, 2015, foi marcado pela montagem e apresentação de “Anastasia”, um conto que encantou com suas histórias envolventes e visuais deslumbrantes, ganhando o coração dos espectadores. No segundo semestre de 2015 a cia realizou a montagem do “O Pequeno Príncipe”, baseado na obra de Antoine de Saint-Exupéry. Vale destacar que, com cada nova produção, a Cia Flor do Cerrado se reinventava, oferecendo novas visões e interpretações das histórias que todos amam. Sendo assim, em 2016, “João e Maria” trouxe uma reinterpretação do conto clássico dos Irmãos Grimm, envolvendo o público em uma nova abordagem mágica e emocionante. Em 2017, “As Aventuras de Pinóquio” encantou com sua celebração da imaginação e da transformação, encantando crianças e adultos de todas as idades. O espetáculo “Mariazinha e Chiquinho na Terra do Rei do Baião” (2018) prestou homenagem ao grande Luiz Gonzaga, enquanto “O Mundo Mágico de Dorothy” (2019) ofereceu uma despedida mágica no Teatro Goiânia, antes das restrições impostas pela pandemia. Em 2022, a companhia celebrou seus dez anos com a estreia de “Corinha no Cerrado das Maravilhas”, uma produção escrita especialmente para a Cia pelo autor Ribamar Ribeiro. Inspirada em "Alice no País das Maravilhas", a peça refletiu a rica jornada da companhia, repleta de magia e descobertas. Em 2024, “À Espera do Balão Mágico” estreou, mantendo viva a tradição de inovação e encanto que caracteriza a Cia. Além das produções teatrais, a Cia Flor do Cerrado se destaca por seu compromisso com a acessibilidade e a inclusão. Em 2017, com o apoio da Lei Goyazes, a companhia levou “O Pequeno Príncipe” a sete cidades goianas, ampliando seu alcance e levando a magia do teatro a novos públicos. Em 2018, a companhia foi novamente contemplada e circulou com dois espetáculos por 15 cidades, consolidando seu papel como um importante agente cultural. Um dos maiores orgulhos da Cia é o Festival de Teatro Infantil de Goiás (FESTIN/GO), criado em parceria com outros grupos. O FESTIN/GO é um espaço dedicado à valorização das produções culturais voltadas para o público infantil de Goiás. Em suas primeiras edições, o festival não contou com apoio financeiro externo, sendo realizado com recursos próprios, mantendo o compromisso com a acessibilidade cultural. Em sua quarta edição, o FESTIN/GO teve que ser realizado online, devido à Covid-19, e contou com recursos de acessibilidade, incluindo intérpretes de libras, audiodescrição e legendas. Em 2023, o FESTIN/GO celebrou sua sexta edição, contando com o apoio do Fundo de Artes e Cultura de Goiás, solidificando sua posição como um evento essencial para a cultura goiana e ampliando a participação de novos grupos e artistas. A Cia Flor do Cerrado acredita firmemente que o teatro é um direito de todos. Com esse ideal, desenvolveu a Sessão Azul de Teatro, que já contou com o apoio do projeto Eu Faço Cultura e, mais recentemente, com o apoio da Associação Naia Autismo Goiânia. Adaptando seus espetáculos para crianças com distúrbios sensoriais, a companhia criou um ambiente acolhedor e sensível às suas necessidades. Ainda reafirmando sua identidade, em 2020, durante a pandemia, a Cia reinventou-se com o projeto “Histórias pra Ver em Casa”, levando contos e histórias diretamente aos lares das crianças, mantendo viva a chama do teatro mesmo à distância. A trajetória da Cia Flor do Cerrado é marcada por desafios superados e conquistas celebradas. No ano de 2023 a cia participou da 11° edição do Festival Internacional de Teatro de Ubá – FETUBA com o espetáculo “Mariazinha e Chiquinho na Terra do Rei do Baião”, e conquistou 7 prêmios – melhor ator (Vini Queiroz), melhor atriz (Juliana Martins), melhor ator coadjuvante (Douglas de Paulla), melhor figurino (Michelly Lucena), melhor cenário (Paulinho Pessoa), melhor direção (Danilo Felipe) e o segundo lugar na categoria Júri Popular do festival. Em 2024 participou da 12° edição do FETUBA, onde conquistou 4 prêmios – melhor ator (Vini Queiroz), melhor atriz coadjuvante (Juliana Martins), melhor figurino (Michelly Lucena) e melhor cenário (Paulinho Pessoa). Mais do que uma companhia de teatro, a Cia Flor do Cerrado é um movimento vibrante que busca tocar corações e mentes, promovendo a arte, a inclusão e a esperança. Sua história continua a ser escrita, e com o apoio de iniciativas culturais e da comunidade, a Cia almeja alcançar novos horizontes, encantando cada vez mais pessoas com sua arte e contribuindo para o enriquecimento cultural da sociedade. A magia do teatro, para a Cia Flor do Cerrado, é um farol que ilumina caminhos e corações, transformando o mundo um espetáculo de cada vez.
O projeto "Juventude Criativa – Formação em Projetos Culturais" propõe capacitar jovens negros, LGBTQIA+ e periféricos, com idades entre 15 e 29 anos, por meio de oficinas de 8 horas em 10 cidades da Região Metropolitana de Goiânia. A ação busca promover a inclusão produtiva desses jovens através da formação técnica em elaboração, gestão e produção de projetos culturais. Objetivo GeralCapacitar jovens da periferia da Região Metropolitana de Goiânia para atuarem na criação e desenvolvimento de projetos culturais, por meio de oficinas práticas e teóricas baseadas em vivências e metodologias participativas. Objetivos Específicos- Despertar o interesse pela atuação cultural entre jovens da periferia. - Ensinar noções básicas de elaboração de projetos culturais. - Apresentar políticas públicas e leis de fomento como a Lei Rouanet. - Capacitar os participantes em gestão e execução de projetos. - Promover o protagonismo juvenil no cenário cultural local. - Conscientizar sobre a importância da diversidade e da representatividade. - Estimular a criação de redes colaborativas entre jovens produtores. - Fomentar o surgimento de novos agentes culturais em seus territórios. - Apoiar a escrita e organização de ideias para editais culturais. - Contribuir para o fortalecimento das expressões culturais locais. Plano Pedagógico das Oficinas Carga HoráriaCarga horária total de cada oficina: 8 horas (1 dia de formação intensiva). Metodologia de EnsinoAs oficinas serão realizadas de forma presencial, com base em metodologias ativas de ensino, como aprendizagem colaborativa, dinâmicas de grupo, estudo de casos reais e construção coletiva de conhecimento. O foco será o diálogo e a vivência prática, valorizando o saber dos participantes e promovendo trocas entre educador e educandos. Material DidáticoSerão utilizados: apostila do curso em formato impresso e digital, modelos de projetos culturais, textos de referência sobre leis de fomento, quadro branco, projetor multimídia e material gráfico de apoio (canetas, papéis, post-its, cartazes). Conteúdo Programático Oficina 01 – ESCREVENDO UM PROJETO CULTURAL Introdução à produção cultural e o papel do produtor: Apresentação do campo da produção cultural e funções do produtor no desenvolvimento de ações culturais. Diagnóstico e leitura de território: cultura e identidade local: Reflexão sobre o território, mapeamento de potenciais e demandas culturais da comunidade. Estrutura básica de um projeto cultural: Explicação dos principais elementos de um projeto: título, objetivos, justificativa, público, atividades e resultados. Orçamento cultural e precificação de ações: Orientações sobre como elaborar orçamentos realistas e calcular custos de atividades culturais. Captação de recursos e editais (com destaque para a Lei Rouanet): Apresentação de estratégias de financiamento e leitura crítica de editais culturais, com foco na Lei Rouanet. Comunicação e divulgação de projetos culturais: Noções básicas de identidade visual, redes sociais e plano de divulgação para ações culturais. Oficina 02 – EXECUÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS Planejamento e execução: cronograma, metas e equipe: Construção de cronogramas, definição de metas e distribuição de funções da equipe do projeto. Registros, notas fiscais e relatórios de prestação de contas: Orientações sobre documentação necessária, comprovações e organização de relatórios técnicos e financeiros. Apresentação e discussão de projetos desenvolvidos em grupo: Compartilhamento dos projetos criados nas oficinas, com devolutiva coletiva e sugestões de aprimoramento. Cronograma das Oficinas e Encontro Final O projeto será desenvolvido ao longo de 12 meses, com a realização de oficinas em 10 cidades da Região Metropolitana de Goiânia. Cada cidade receberá uma oficina de 8 horas, totalizando 10 oficinas. Ao final, será realizado um grande encontro de encerramento com apresentações dos projetos (pitching), premiações simbólicas e atividades culturais de celebração. Encontro Final – Juventude Criativa: Pitching, Premiações e Mostra Cultural O Encontro Final será a culminância do projeto Juventude Criativa – Formação em Projetos Culturais, reunindo jovens participantes das dez oficinas realizadas ao longo do ano em diferentes cidades da Região Metropolitana de Goiânia. Será um espaço de celebração, visibilidade, articulação e projeção das juventudes criativas e periféricas que participaram da formação. Objetivos do Encontro Final: · Estimular a autonomia dos jovens para apresentarem publicamente seus projetos culturais. · Promover a integração e o intercâmbio entre os participantes das diferentes cidades. · Oferecer visibilidade às narrativas culturais de jovens periféricos, negros, LGBTQIA+ e marginalizados. · Celebrar a diversidade cultural da juventude da região metropolitana de Goiânia. Dinâmica dos Pitchings: · Cada participante ou grupo terá até 5 minutos para apresentar seu projeto cultural desenvolvido durante a oficina. · As apresentações podem ser orais, acompanhadas de slides, vídeos curtos, performances ou outros recursos visuais. · Haverá uma banca avaliadora formada por profissionais da cultura, educadores, gestores públicos e artistas. · A banca poderá realizar perguntas rápidas (até 2 minutos) após cada apresentação, em caráter formativo e de incentivo. Critérios de Avaliação e Premiação: Os projetos apresentados serão avaliados com base nos seguintes critérios: 1. Clareza e coerência da proposta. 2. Criatividade e inovação na abordagem. 3. Relevância social e cultural do projeto. 4. Viabilidade de execução. 5. Engajamento comunitário e impacto previsto. Serão concedidas premiações simbólicas e de incentivo, como: · Certificados de destaque para os 5 melhores projetos. · Kits de incentivo à produção cultural (livros, materiais artísticos, brindes). · Possibilidade de mentoria com produtores culturais parceiros do projeto. Mostra Cultural Jovem: Paralelamente aos pitchings, será realizada uma Mostra Cultural Jovem, com apresentações artísticas dos participantes do projeto, incluindo: · Performances de dança, poesia falada, teatro e música. · Exposição de artes visuais, fotografia, zines e artesanato produzido pelos jovens. · Feira de economia criativa e empreendimentos culturais juvenis. A mostra será aberta ao público e terá interpretação em Libras e recursos de acessibilidade, garantindo um espaço diverso, inclusivo e representativo. Referências Bibliográficas BENEVIDES, Maria Victoria. Cultura e Cidadania. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2002. CANCIAN, Natália & HENRIQUES, Ricardo. Juventude e políticas públicas: um balanço da agenda federal no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), 2014. CATTANI, Antonio David (Org.). Trabalho e cidadania para todos. Petrópolis: Vozes, 2001. CHAGAS, Mario. Museologia e produção cultural. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2003. COSTA, Rubens Bayma. Produção Cultural no Brasil: panorama e formação profissional. Salvador: EDUFBA, 2010. RUBIM, Antônio Albino Canelas. Políticas culturais no Brasil: balanços e perspectivas. São Paulo: Editora Anita Garibaldi, 2007. SANTOS, Boaventura de Sousa. A gramática do tempo: para uma nova cultura política. São Paulo: Cortez, 2006. SECCHI, Leonardo. Políticas públicas: conceitos, esquemas de análise, casos práticos. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012. TEIXEIRA, Carlos Augusto. Como elaborar projetos culturais. São Paulo: Editora do Brasil, 2019. VENTURA, Rosa. Gestão Cultural: Profissionalização e políticas públicas. São Paulo: SENAC, 2011.
As oficinas 01 e 02 acontecerão de acordo com o Art. 42 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação; a) 6 (seis) meses: pisos táteis, sinalização em braille, rampas e locais reservados; b) 12 (doze) meses: plataformas elevatórias e sanitários acessíveis; e c) 24 (vinte e quatro) meses: portas e corredores largos e elevadores. II - no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla); e a) de imediato: medidas de acessibilidade atitudinal, textos em braille, abafadores de ruídos e textos em fonte ampliada e com contraste; b) 6 (seis) meses: libras e audiodescrição; c) 12 (doze) meses: conteúdos em linguagem simples, medidas que contribuam para a participação de pessoa autista, legendas e janelas de libras. III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. a) de imediato: disponibilização de materiais de divulgação dos projetos em formatos acessíveis; b) 6 (seis) meses: redação em linguagem simples da Instrução Normativa, do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, do Manual de Aplicações de Marcas do Ministério da Cultura e dos manuais operacionais do mecanismo Incentivo a Projetos Culturais pelo Ministério da Cultura; e
Em relação a Democratização de acesso, as oficinas terão como proposta seguir o Art. 46. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; E o Art. 47. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
ISABEL MARIA DA MATA SILVA - PRODUÇÃO EXECUTIVA - Produtora Cultural | Gestora Sociocultural | Arte-Educadora: Isabel Maria da Mata Silva é uma produtora cultural de destaque no cenário goiano, cuja trajetória é marcada por um forte compromisso com a educação, a cultura e o desenvolvimento social. Presidente do Instituto Sócio-Educativo Juvenil (INSEJ) e coordenadora do Ponto de Cultura Centro Cultural da Juventude de Trindade, ela alia a produção artística à transformação social. Desde 2012, atua como produtora da Cia Flor do Cerrado, tendo desempenhado papel fundamental na realização de diversos projetos aprovados pela Lei Goyazes. Entre eles, destacam-se os espetáculos infantis "O Pequeno Príncipe" e "João e Maria", apresentados em circulação por várias cidades goianas nos anos de 2018 e 2019. Isabel também fez parte da equipe cultural responsável pelo Festival de Teatro Infantil de Goiás – FESTIN, o projeto Nossa Escola Vai ao Teatro e oficinas voltadas à sustentabilidade, como a Oficina de Material Reciclado, em parceria com o SESC de Caldas Novas. Além do trabalho artístico, ela promove atividades de formação e inclusão social por meio de oficinas de artesanato (ponto cruz, vagonite, ponto oitinho, pet colagem) no INSEJ, reforçando sua dedicação ao empoderamento comunitário através da arte. Seu currículo reflete não só a consistência e o profissionalismo na área da produção executiva, mas também um olhar atento às necessidades culturais e sociais da juventude goiana. HÉLIO MARTINS DA MATA - PRODUTOR CULTURAL / PALESTRANTE - Filósofo | Produtor Cultural | Mestre em performances culturais - Produtor cultural, licenciado em filosofia (2004) pela PUC Goiás, formado em Produção Cênica (2020) pela ITEGO Basileu França, Mestre em Performances Culturais pela Universidade Federal de Goiás, produtor da Cia Flor do Cerrado, Produtor e idealizador do Festival de Teatro Infantil - FESTIN/GO (2017), fundador da Produtora Pequizeiro Cultural (2020). Hélio Martins da Mata é uma referência na produção cultural em Goiás, com uma trajetória marcada pela dedicação à arte e ao impacto social através da cultura. Atuando desde 2012 como produtor da Cia Flor do Cerrado, organização vinculada ao Instituto Sócio-Educativo Juvenil (INSEJ), Hélio tem desempenhado um papel central na criação, gestão e execução de importantes projetos culturais voltados especialmente ao público infantil. Dentre suas contribuições mais notáveis está a atuação como produtor cultural do FESTIN – Festival de Teatro Infantil de Goiás, evento que se consolidou como uma plataforma significativa para a valorização do teatro infantojuvenil, promovendo a acessibilidade e inclusão social, inclusive com adaptações voltadas para crianças autistas. Sua presença foi marcante em eventos como a 4ª Live Cultural Solidária e o Arraiá Goiânia, além de ter contribuído para espetáculos que circularam por diversas cidades goianas com apoio de políticas públicas como a Lei Aldir Blanc e o Fundo Cultural de Goiás. A atuação de Hélio Martins não se limita aos bastidores: sua formação filosófica e seu compromisso com a transformação social transparecem em cada projeto que integra, reforçando seu papel como um mediador entre arte, educação e cidadania. Seu trabalho reafirma o poder da cultura como instrumento de inclusão e desenvolvimento humano. ELISÂNGELA MARIA SILVA - COORDENAÇÃO PEDAGOGICA - Produtora Cultural | Assistente Social | Educadora Popular - Elisângela Maria Silva é uma produtora cultural de referência em Goiás, com uma carreira multifacetada que integra artes cênicas, educação social e gestão de políticas públicas. Graduada em Serviço Social (PUC-GO), especialista em Docência Universitária (UEG) e atualmente graduanda em Produção Cênica pela Escola de Artes Basileu França, ela alia sensibilidade artística a uma sólida formação técnica e social. Desde 2012, Elisângela integra a Cia Flor do Cerrado, onde atua como produtora de espetáculos emblemáticos como O Pequeno Príncipe e João e Maria, viabilizados por políticas públicas como a Lei Goyazes. Sua atuação se estende também ao projeto Nossa Escola Vai ao Teatro, promovendo o acesso de crianças ao universo teatral. Foi coordenadora do Programa Bolsa Família de Aparecida de Goiânia (2012–2018), e liderou iniciativas na ONG Jovem de Atitude, onde atuou como presidente e coordenadora do Ponto de Cultura JovemTude. Elisângela colaborou ainda com o SESC-GO na produção da LIVE João e Maria e da Oficina de Materiais Reciclados, além de participar da produção do FESTIN – Festival de Teatro Infantil de Goiás em diversas edições, inclusive na versão online de 2021. Com um perfil comprometido com a inclusão e o desenvolvimento comunitário, sua trajetória comprova como a arte pode ser instrumento de transformação social, educação e cidadania. JULIANO DE CASTRO SILVESTRE - OFICINEIRO - Consultor Cultural | Professor - Juliano Silvestre é um nome de referência no campo da cultura e do desenvolvimento territorial em Goiás. Formado em Administração e mestre em Desenvolvimento e Planejamento Territorial pela PUC-GO, sua dissertação focou na "Economia da Cultura e os Reflexos no Desenvolvimento Regional das Cidades Goianas", consolidando seu papel como pensador e agente ativo na valorização do setor cultural como motor de progresso social e económico. Ao longo da sua carreira, Juliano tem se dedicado à formação de agentes culturais, à consultoria e à gestão de políticas culturais. Destaca-se como coordenador e palestrante em projetos aprovados pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás, como o Seminário de Fomento à Vocação Cultural nos Municípios (2015) e o Curso de Formação e Capacitação para Agentes Culturais (2017). Atuou também como produtor da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás e jurado em concursos culturais como o Brega & Chique. Com passagens por eventos nacionais de grande porte, como o MICBR – Mercado das Indústrias Criativas do Brasil, Juliano foi duas vezes selecionado como representante da região Centro-Oeste (2018 e 2023), participando ativamente das discussões sobre empreendedorismo cultural. Além da prática, contribui academicamente com publicações como o artigo Desenvolvimento, Profissionalismo e Economia da Cultura, e participa de congressos nacionais com pesquisas sobre a profissionalização dos gestores culturais como vetor de desenvolvimento. Juliano combina uma sólida formação técnica com uma atuação comprometida e engajada, promovendo pontes entre cultura, economia e cidadania.
Recurso indeferido. A resposta ao pedido de reconsideração encontra-se no campo "Recursos" (Menu lateral do projeto>>Análise e Aprovação>>Recursos).