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PRONAC 256556Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Instrumento é trabalho – Oficina de empreendedorismo na música e de construção de instrumentos

SILVAN GALVAO DOS SANTOS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 200,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet da Juventude
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Santarém
Início
2026-01-12
Término

Resumo

O projeto propõe oficinas formativas para jovens de 15 a 29 anos, com foco na inserção produtiva no mercado da cultura. As atividades envolvem construção artesanal de instrumentos com materiais recicláveis, musicalização, criação coletiva e noções de empreendedorismo musical. Com carga horária de 20 horas por cidade, as oficinas oferecem formação cultural integrada, abordando também sustentabilidade e práticas de coletividade. Ao longo do processo, os participantes constroem seus próprios instrumentos, compõem músicas autorais, se preparam e se apresentam publicamente em show de encerramento. Como portfólio profissional, será produzido um EP com cinco composições (uma por cidade) e um videoclipe para cada faixa. 50% das vagas serão prioritariamente destinadas a mulheres, pessoas negras, indígenas, comunidades tradicionais, povos ciganos, nômades, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência.

Sinopse

PRODUTO: Curso/Oficina/Capacitação- MÚSICA OFICINA DE EMPREENDEDORISMO NA MÚSICA E DE CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS As oficinas formativas são o coração do projeto e oferecem, em cinco cidades das regiões Norte e Nordeste, um percurso educativo de 20 horas voltado a jovens de 15 a 29 anos. Cada oficina promove a construção artesanal de instrumentos musicais (como tambores, maracas e banjos) com materiais recicláveis coletados localmente, aliando práticas sustentáveis a saberes tradicionais da cultura popular. O conteúdo envolve musicalização, criação coletiva, noções de empreendedorismo cultural e simulações de atuação no mercado da música. A metodologia é vivencial e colaborativa, valorizando a diversidade, o protagonismo dos participantes e a formação para geração de renda. A proposta contempla ainda acessibilidade física, comunicacional e pedagógica, com intérprete de Libras, materiais em linguagem simples e estratégias adaptativas. Cada oficina conta com 30 participantes e resulta na criação de um instrumento, uma música coletiva e a vivência de práticas reais de produção cultural. O produto acima mencionado gerará os seguintes produtos artísticos ao longo da execução do projeto: APRESENTAÇÃO MUSICAL DE ENCERRAMENTO Ao final de cada oficina, será realizada uma apresentação pública gratuita na cidade, envolvendo os jovens participantes e o artista Mestre Silvan Galvão. O evento marca o encerramento da formação e valoriza os resultados obtidos pelos alunos, como a exibição dos instrumentos produzidos e a execução da música autoral composta pelo grupo. A estrutura do evento será acessível, com recursos como intérprete de Libras, sinalização visual e espaço adaptado para pessoas com deficiência. A apresentação busca criar um ambiente de celebração comunitária, dando visibilidade aos jovens artistas formados e fortalecendo a relação entre cultura popular, sustentabilidade e transformação social. Esses eventos serão documentados para integrar os produtos finais do projeto, como forma de registro, memória e ampliação do alcance das ações. EP DIGITAL AUTORAL Como resultado artístico e profissional das oficinas, será produzido um EP (extended play) digital contendo cinco faixas inéditas — uma de cada cidade participante — compostas coletivamente pelos jovens durante as atividades. O processo inclui ensaios, gravação em alta qualidade e distribuição gratuita em plataformas online. O EP funcionará como um portfólio coletivo e ferramenta de inserção no mercado cultural, valorizando a autoria dos participantes e ampliando sua presença na cena musical. Cada faixa virá acompanhada de ficha técnica completa, reconhecendo os envolvidos e suas contribuições. O material será acessível, com descrição textual e linguagem inclusiva. Além de estimular a produção autoral e o acesso à difusão digital, o EP consolida os aprendizados musicais, técnicos e empreendedores vivenciados ao longo da oficina. VIDECLIPES Complementando o EP, serão produzidos cinco videoclipes — um para cada faixa autoral — com gravações realizadas nos territórios e com os participantes das oficinas. Os clipes funcionarão como portfólio visual dos jovens artistas, reforçando sua visibilidade no meio cultural e potencializando sua entrada em redes profissionais. As gravações retratarão não apenas a performance musical, mas também o contexto das oficinas, os instrumentos construídos e os aspectos simbólicos de cada cidade. Todos os vídeos serão acessíveis, com legendas, compatibilidade com tecnologias assistivas e publicação gratuita em plataformas digitais. A proposta fortalece a presença digital dos participantes, permitindo que suas criações alcancem novos públicos e circulações, inclusive em TVs públicas, redes sociais e espaços educativos e culturais.

Objetivos

Objetivo Geral Capacitar jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social, das regiões Norte e Nordeste, para atuação no mercado de trabalho cultural na área da música, por meio de oficinas integradas de construção de instrumentos com materiais recicláveis, musicalização e criação autoral, com ênfase no empreendedorismo artístico. A proposta contempla vivências práticas, dinâmicas coletivas e a produção de conteúdos que servirão como portfólio de entrada no setor cultural. Objetivos Específicos - Realizar 5 oficinas formativas com foco na inclusão produtiva de jovens de 15 a 29 anos no mercado cultural, por meio da construção de instrumentos musicais com materiais recicláveis, musicalização e criação autoral. Cada oficina terá carga horária de 20 horas, com emissão de certificado e oferta de 30 vagas, totalizando 150 vagas em 5 cidades das regiões Norte e Nordeste. - Produzir 5 composições musicais inéditas, uma por cidade, criadas coletivamente pelos participantes das oficinas como expressão autoral e resultado prático da formação, fortalecendo a autonomia criativa e a qualificação para o mercado da música. - Realizar 5 apresentações musicais públicas, uma ao final de cada oficina, com participação ativa dos jovens e utilização dos instrumentos construídos, como forma de valorizar os resultados formativos, proporcionar experiência prática de performance ao vivo e promover a inserção dos participantes em contextos reais de atuação no setor cultural. - Produzir 1 EP digital com as 5 composições criadas nas oficinas, disponibilizado gratuitamente em plataformas online, como portfólio coletivo dos jovens e ferramenta de inserção no mercado de trabalho cultural. - Produzir 5 videoclipes (um por faixa do EP), registrando as composições autorais dos participantes, com foco na divulgação dos resultados do projeto e no fortalecimento da presença digital dos jovens artistas formados.

Justificativa

O projeto parte do princípio de que o acesso à cultura e à formação artística pode ser um instrumento efetivo de inserção produtiva no mercado de trabalho. Voltado a jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social, propõe um percurso formativo completo que vai da construção artesanal de instrumentos musicais com materiais recicláveis à criação autoral, apresentação pública e produção de portfólio profissional — EP e videoclipes. Com foco na música como campo de atuação e geração de renda, o projeto articula saberes ancestrais da cultura popular com práticas contemporâneas de empreendedorismo cultural, promovendo a autonomia criativa e a profissionalização dos participantes. Ao ocorrer em cidades das regiões Norte e Nordeste, muitas delas afastadas dos grandes centros de circulação cultural e investimento, o projeto contribui para a descentralização do fomento, valorizando identidades locais e fortalecendo os modos de criar, fazer e viver da juventude paraense e nordestina. O projeto se alinha às políticas públicas de cultura ao estimular o acesso à formação, a produção autoral e a difusão de bens culturais, além de fomentar práticas sustentáveis e coletivas no campo da economia criativa. Sua realização depende do apoio por meio da Lei de Incentivo à Cultura, uma vez que os custos para execução do projeto inviabilizam sua realização com recursos próprios. Assim, justifica-se sua submissão a esta Secretaria, de forma a garantir sua viabilidade e seu impacto nos territórios atendidos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I _ Facilitar o acesso às fontes da cultura e ao exercício dos direitos culturais; II _ Promover a regionalização da produção cultural e artística, valorizando conteúdos e profissionais locais; III _ Apoiar e difundir manifestações culturais e seus criadores; IV _ Proteger expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira; V _ Salvaguardar modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. E atende os objetivos expressos no Art. 3º: I _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) manutenção de cursos culturais destinados à formação e aperfeiçoamento de jovens; II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos e atividades musicais; IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de produtos culturais resultantes do projeto.

Estratégia de execução

Pessoas a serem beneficiadas por passagens aéreas e fluviais:- SILVAN GALVÃO DOS SANTOS - PROPONENTE (função no projeto: instrutor das oficinas e diretor geral)- BRUNO MATTOS (função no projeto: instrutor apoio das oficinas musicais)- Luthier-instrutor (a ser difinido) para apoiar Silvan nas oficinas- 2 profissionais de produção de imagem (audiovisual) a serem definidas, para alcançarmos unidade na linguagem visual dos videoclipes, divulgação e memória do projetoRelevante mencionar que ajustes foram feitos no orçamento para adequar à realidade do projeto, sempre intencionando a melhor forma de realização das atividades propostas, atingimento dos objetivos e metas, garantir acesso ao público-alvo e atender aos objetivos do edital proposto em comunhão com os valores e princípios da patrocinadora.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico e Plano de Execução da Oficina Público-Alvo As oficinas são voltadas a jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social. Em consonância com os princípios de equidade e inclusão, será garantida a priorização de 50% das vagas para mulheres, pessoas negras, indígenas, integrantes de comunidades tradicionais (incluindo quilombolas e povos de terreiro), povos ciganos e nômades, pessoas LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. Carga Horária e Número de Participantes Cada oficina terá carga horária de 20 horas, com participação de até 30 jovens por cidade (totalizando o atendimento de 150 jovens). Objetivo Geral Capacitar jovens para atuação no mercado de trabalho cultural, por meio do ensino da construção de instrumentos musicais com materiais recicláveis, promovendo formação artística, consciência socioambiental e visão empreendedora. Objetivos Específicos - Ensinar técnicas de construção de instrumentos musicais com materiais recicláveis, fomentando habilidades práticas e sustentabilidade como possibilidade de geração de renda.- Promover musicalização a partir de ritmos tradicionais afro-indígenas da Amazônia e do Brasil, estimulando a expressão autoral e o desenvolvimento identitário.- Apresentar fundamentos do empreendedorismo cultural e da economia criativa como alternativas de inserção produtiva no setor.- Conduzir os participantes na criação de um produto artístico completo: música autoral, apresentação pública, gravação de EP e produção de videoclipe.- Estimular o protagonismo e a autonomia criativa dos jovens, oferecendo uma experiência prática e formativa que vai da coleta de materiais ao lançamento de produtos culturais. Metodologia A proposta metodológica é vivencial e prática, valorizando saberes diversos, experiências colaborativas e a inclusão como princípio. O percurso formativo compreende desde a coleta de resíduos recicláveis até a finalização de produtos artísticos — instrumentos musicais, músicas, apresentações e registros audiovisuais. As atividades abordam musicalização, autoria, coletividade e simulação de atuação no mercado cultural. Conteúdo Programático Contextualização Ambiental, Cultural e Profissional (1h)Introdução à crise climática e seus impactos locaisCultura popular como instrumento de sustentabilidade e resiliênciaA música como identidade, expressão e profissãoPanorama da economia da cultura e economia criativa Apresentação dos Instrumentos Musicais e Cadeias Produtivas (1h)Apresentação dos instrumentos: banjo, maraca e tamboresCirculação e comercialização desses instrumentos no mercado culturalMateriais e resíduos: critérios de escolha e custo-benefícioEmpreendedorismo cultural comunitário Saída a Campo e Coleta de Materiais (2h)Coleta de materiais recicláveis em espaços públicosDiscussão sobre valor simbólico e econômico dos resíduosSustentabilidade aplicada à produção cultural Planejamento e Escolha dos Instrumentos (1h)Organização dos materiais coletadosDefinição do que será utilizado em cada instrumentoConversa sobre precificação e uso artístico/comercial Construção dos Instrumentos e Profissões Culturais (3h)Técnicas práticas de montagem e acabamentoReflexões sobre lutheria e valorização da prática artesanalApresentação de profissionais da cadeia criativa Musicalização e Expressão Coletiva (8h)Ritmos tradicionais afro-indígenas da Amazônia e do BrasilDesenvolvimento de habilidades musicais em grupoPráticas de escuta, improvisação, coordenação e liderançaDiscussões sobre atuação em grupos, oficinas e redes culturais Criação de Composição Coletiva (3h)Reflexão autoral sobre a experiência na oficinaComposição colaborativa e ensaioDiscussão sobre direitos autorais e autoria coletiva Apresentação Final e Gravação (1h)Show público com execução da música autoralGravação audiovisual para portfólioConversa sobre oportunidades futuras e continuidade Produtos Finais Instrumentos musicais construídos pelos jovensMúsica autoral coletiva (1 por cidade)Registro audiovisual das oficinas e apresentaçõesEP digital com 5 faixas autorais (1 por cidade)Videoclipes das músicas produzidas (1 por cidade) Materiais Necessários Ferramentas como furadeira, parafusadeira, máquina de solda, torno, alicate, martelo, tesoura, cola, pregos e parafusos. Equipamentos de segurança (luvas e óculos). Sala com estrutura para construção e musicalização. Matéria-prima reciclável coletada localmente. Acessibilidade Serão garantidas condições de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e pedagógica. Os espaços serão acessíveis ou adaptados, com materiais em formatos acessíveis (fontes ampliadas, linguagem simples). A metodologia será ajustada conforme necessidades individuais. Haverá intérprete de Libras e suporte para participação de pessoas com deficiência. Avaliação O acompanhamento será contínuo, valorizando o engajamento nas atividades, a construção dos instrumentos, a criação autoral e a colaboração coletiva. Ao final, os jovens receberão certificado de conclusão como reconhecimento formal e ferramenta de inserção profissional. Forma de Seleção dos Participantes A seleção será feita por ordem de inscrição, por meio de formulário físico e digital. Serão oferecidas 30 vagas por oficina. No mínimo, 50% das vagas serão destinadas a grupos historicamente excluídos: mulheres, pessoas negras, indígenas, comunidades tradicionais, povos ciganos e nômades, pessoas LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. Será incluído campo de autodeclaração no ato da inscrição, com sigilo e respeito à autodefinição. Em caso de número excedente de inscritos, será criada lista de espera com prioridade para ações afirmativas e pessoas sem experiências formativas similares. A metodologia busca promover diversidade, equidade e inclusão real nos processos de formação cultural.

Acessibilidade

PRODUTO: Curso/Oficina/Capacitação- MÚSICA Com o compromisso de ampliar o acesso de pessoas com deficiência às atividades e produtos culturais do projeto, serão adotadas medidas de acessibilidade nas etapas formativas, nas apresentações públicas e na difusão dos conteúdos gerados. 1. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Locais de realização das oficinas e apresentações serão acessíveis a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, incluindo: - Entrada com rampas, acesso plano ou elevadores. - Banheiros adaptados para PcDs. - Espaço reservado para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. - Disponibilidade de assentos prioritários. 2. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO 2.1. Oficinas de Música - As oficinas terão metodologia adaptável, com linguagem acessível, foco em práticas colaborativas e escuta ativa das necessidades de cada participante. - A equipe estará orientada a acolher pessoas com deficiência, com atenção a demandas específicas de acessibilidade física, sensorial ou cognitiva. - Materiais de apoio serão disponibilizados em formatos acessíveis, incluindo arquivos digitais com fonte ampliada e linguagem simples. - Presença de intérprete de Libras. - A sinalização visual (placas com alto contraste e tipos aumentados), será fixada de forma a serem vistas tanto por pessoas que estejam em pé, como por pessoas sentadas, nos espaços de realização das oficinas e apresentações. 2.2. Apresentações Musicais Públicas - Presença de intérprete de Libras. 2.3. Produtos Culturais Digitais (EP e Videoclipes) - O EP será disponibilizado com ficha técnica e descrição textual das faixas. Os videoclipes produzidos incluirão: - Legendas com identificação de falas e sons relevantes; - Publicação em plataformas que garantam compatibilidade com tecnologias assistivas. 2.4. Comunicação e Divulgação As peças gráficas e conteúdos digitais seguirão diretrizes de comunicação acessível, com contraste adequado, fonte legível e uso de linguagem clara e inclusiva. 3. PLANEJAMENTO E RECURSOS Acessibilidade e comunicação e dilvugação acessíveis previstos no orçamento (20% do valor total global da proposta): incluindo adaptações nos espaços, quando necessária, a contratação de intérpretes de Libras em todas as cidades de realização e de profissional consultor de acessibilidade para a acessibilização do material gráfico, sonoro e audiovisual do projeto. 4. COMPROMETIMENTO FORMAL Incluir em materiais de divulgação nota padrão como: "Este projeto é comprometido com a acessibilidade e a inclusão de mulheres, pessoas negras, indígenas, comunidades tradicionais, povos ciganos, nômades, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência."

Democratização do acesso

Democratização de Acesso NOS TERMOS DO ART. 47 DA IN N° 23/2025 INFORMAMOS AS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO POR PRODUTO CULTURAL: PRODUTO: Curso/Oficina/Capacitação- MÚSICA III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; Todos os produtos culturais gerados por este projeto serão ofertados gratuitamente ao público beneficiário, com foco na ampliação do acesso a jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social, das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A distribuição dos produtos e a participação nas atividades formativas e artísticas será totalmente gratuita, sem cobrança de ingressos ou taxas de inscrição. A divulgação das ações será ampla e regionalmente adequada, utilizando canais digitais (redes sociais, sites de parceiros, aplicativos de mensagens), parcerias estratégicas de pessoas e instituições bem articuladas, além de veículos de comunicação local, como rádios comunitárias, jornais impressos, carros de som, faixas, cartazes e mídias urbanas. A comunicação será adaptada conforme o perfil de cada território, garantindo o alcance efetivo do público-alvo e o conhecimento prévio das datas, horários e locais das atividades. Medidas de Ampliação de Acesso por produtos gerados com a proposta 1. Curso/Oficina/Capacitação – Música - Todas as oficinas serão gratuitas, com emissão de certificados e vagas prioritárias para públicos historicamente excluídos do acesso à formação cultural. - Serão realizadas ações culturais voltadas a crianças, adolescentes e jovens, promovendo não só a formação dos participantes, como também o envolvimento das comunidades locais. - Parte das atividades será registrada em audiovisual para fins de veiculação pública em canais digitais, acompanhada de Libras e audiodescrição. - Haverá ensaios abertos ao público e, sempre que viável, visitas de educadores ou agentes culturais locais durante a realização das oficinas. - Buscaremos parcerias com TVs públicas e canais de cultura para divulgação gratuita das oficinas, incluindo o período de inscrição. 2. Apresentações Musicais Públicas - Serão realizadas cinco apresentações gratuitas, uma ao final de cada oficina, abertas à comunidade. - As apresentações contarão com intérprete de Libras e estrutura acessível para pessoas com deficiência, além de sinalização visual. - As apresentações serão documentadas em vídeo e disponibilizadas na internet em plataformas compatíveis com recursos acessíveis. - Buscaremos parcerias com TVs públicas e canais de cultura para divulgação gratuita das apresentações. 3. EP Digital - O EP contendo as cinco composições autorais criadas pelos participantes será distribuído de forma gratuita em plataformas digitais e redes sociais. - A ficha técnica será publicada junto a cada faixa, identificando os jovens envolvidos e valorizando sua autoria como forma de portfólio. 4. Videoclipes - Serão produzidos cinco videoclipes, com acesso gratuito via internet e redes sociais. - Todos os vídeos contarão com legendas. - Os conteúdos também serão oferecidos a canais públicos de TV e plataformas que garantam acessibilidade digital. Outras Medidas Complementares Serão realizados registros fotográficos e audiovisuais das oficinas, ensaios e apresentações, disponibilizados como material educativo e inspirador para outras iniciativas culturais e educacionais. Todo o conteúdo produzido será licenciado para uso livre não comercial, incentivando o compartilhamento e a circulação dos resultados do projeto em escolas, centros culturais e espaços públicos. A proposta inclui planejamento de acessibilidade física e comunicacional em todas as etapas, conforme descrito no item específico de acessibilidade da proposta, garantindo que as ações de democratização não sejam apenas formais, mas efetivas na prática.

Ficha técnica

SILVAN GALVÃO DOS SANTOS - PROPONENTE (função no projeto: instrutor das oficinas musicais). Ministrará as oficinas, com apoio dos outros instrutores e atuará como diretor geral do projeto, de forma voluntária, fazendo a gestão do processo decisório. Silvan Galvão é cantor, compositor, multi-instrumentista, artesão e mestre de carimbó, natural de Alter do Chão (PA). Atua na difusão da cultura popular da Amazônia e no ativismo socioambiental. Com três álbuns lançados e parcerias com grandes nomes da música amazônica, já realizou shows, oficinas e painéis em países como Alemanha, Argentina, Azerbaijão, Bolívia, Chile, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França e Portugal. Reconhecido como “Embaixador do Carimbó” através do Prêmio Culturas Populares (Ministério da Cultura, 2017), Silvan fundou o projeto Silvan Galvão & Carimbloco e a iniciativa Vozes da Amazônia. Integrou a COP28 (Dubai), a COP29 (Azerbaijão) e a Climate Week (Nova York), com foco em cultura e clima. Ministra oficinas de carimbó e ritmos amazônicos, integrando dança, música, história e construção de instrumentos tradicionais, com forte atuação em ações formativas e preservação dos saberes ancestrais. TAYMERÊ FONSECA (função no projeto: produtora executiva). Como produtora executiva do projeto, será responsável pela coordenação geral, administrativa e financeira, administranto todo o processo de execução do projeto incluindo a prestação de contas, a partir das decisões tomadas por Silvan Galvão, o proponente. Taymerê Fonseca é produtora cultural e artista multidisciplinar, atuando como cantora, compositora, fotógrafa e designer. Desenvolveu o projeto "É Tempo de Carimbó", voltado à pesquisa, organização, registro e publicação de livro com a cronologia de 10 anos do Carimbó tradicional em Alter do Chão (2014-2024), além da organização e produção da cronologia do Ponto de Cultura Centro Cultural Banzeiro, barracão de Mestra Marcele Santos e Mestre Capoeira. Sua produção transita entre música, poesia, fotografia e design, com foco na valorização da expressão intuitiva e na promoção da diversidade. É fundadora do projeto A Maré, que integra arte, memória e inovação. Participou de exposições individuais e coletivas, com atuação marcada pela interseção entre arte, ancestralidade e práticas de cura. BRUNO MATTOS (função no projeto: instrutor apoio das oficinas musicais) Bruno Mattos de Sá é bacharel em música pela Faculdade Souza Lima, com especialização em guitarra, e formado em Violão Popular e Arranjo pela Emesp Tom Jobim. Pesquisador da cultura nortista e seus ritmos, atua em Manaus e São Paulo como músico multi-instrumentista (guitarra, baixo, violão e voz) e também como arranjador, professor e diretor musical. Realiza trabalhos com diversos artistas da região Norte como Santaella (AM), Gabi Farias (AM), Luli Braga (AM), Marcelo Nakamura (AM), Luê (PA), Liège (PA) e Silvan Galvão (PA), além de participar da banda Flerte Flamingo (BA). Ao lado de Nando Montenegro e Amada Procópio, encabeça a banda Batuc Banzeiro, que acaba de lançar seu segundo EP (Calor de Sombra e Sol) e está no processo de produção do primeiro EP do projeto autoral, Delírio Cabana, ambos projetos onde transborda seus arranjos e composições misturando sua vivência nortista com sua vivência na selva de pedra.Importante: O instrutor de apoio das oficinas poderá ser substituído por outro de semelhante relevância em algumas das edições. Parceiros nas cidades beneficiadas pelo projeto: Mestra Amélia (Maria Amelia Barbosa Ribeiro), Soure Mestra de Cultura Popular do Grupo de Tradições Marajoaras Cruzeirinho. Fez parte da Comissão Deliberativa para Salvaguarda do Carimbó. Foi Coordenadora Territorial do Marajó da Associação dos Carimbozeiros do Estado do Pará. Açaí Tapajós (Pamela Alexandre), Itaituba Integrante do Conselho Municipal de Assistência Social de Itaituba, fazedora de cultura, fomentadora do Movimento Caipora, focado no mulherismo africano. Jefferson Fernandes Dantas, Santarém Diretor de Cultura e Comunidade da PRÓ-REITORIA da CULTURA, COMUNIDADE e EXTENSÃO (PROCCE) da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) Laura Chagas, Belterra Professora e articuladora em Belterra. Agente cultural e proprietária do Platô da Vila Americana, espaço cultural da cidade. Kadu Vassoler, São Luís Integrante do Reocupa, centro cultural autogestionado coletivamente no centro histórico da ilha de Upaon Açu, São Luís. Diretor de imagens, fotógrafo, graduado em RTV pela Universidade Anhembi Morumbi. *Demais profissionais serão definidos ao longo do período de execução.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$199.995,75 em 31/03/2026.

2027-01-12
Locais de realização (5)
São Luís MaranhãoBelterra ParáItaituba ParáSantarém ParáSoure Pará