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O Plano Anual de atividades do Museu de Folclore Edison Carneiro - MFEC compreende o planejamento estratégico do museu em atendimento a legislação do setor museologico, o apoio às atividades de preservação e divulgação de seu acervo, a produção e a manutenção de exposições temporárias e ações educativas, além de estimular a articulação com os diversos setores do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular/CNFCP, de forma a consolidar o museu enquanto instituição de referência no campo das culturas populares.
1. Seminário de discussão do Plano Museológico: seminário com foco em consulta pública sobre a trajetória do Museu e o seu planejamento estratégico para os próximos cinco anos;2. Programação temática paralela à exposições voltadas para o atendimento público;3. Edição de dois catálogos da exposições da Sala do Artista Popular e das exposições na Galeria Mestre Vitalino;
OBJETIVO GERALO objetivo central desse plano anual de atividades é garantir a continuidade e o incremento das ações de manutenção do Museu de Folclore e a preservação de seu acervo, além da viabilização de sua programação educativa/cultural de forma a consolidar o museu como referência na preservação das culturas populares.As atividades planejadas para esse Plano anual fundamentam-se em metas estratégicas e nas orientações da instituição que se traduzem nos seguintes nos objetivos específicosOBJETIVOS ESPECÍFICOS:1. Produto Exposição cultural e de artes : 4 exposições Retomada do Programa de exposições na Galeria Mestre Vitalino por meio da realização de duas exposições temporárias com duração de seis meses cada e entrada gratuita, e,Fortalecimento do Prograna Sala do Artista Popular e de seu espaço de comercialização por meio da realização de duas exposições com duração de dois meses cada e entrada gratuita;Realização de quatro rodas de conversa intituladas "Um dedo de prosa", uma na abertura de cada exposição, com entrada gratuita;2. Produto Manutenção do acervo - preservação do acervo museológico com a realização de ações de conservação, higienização e acondicionamento que visam garantir a conservação adequada dos 14.000 objetos em reserva técnica e áreas expositivas bem como facilitar o acesso de pesquisadores interessados, em especial na reserva técnica do Museu;3. Produto Plano Anual - · Elaboração de plano museológico da instituição, com especial atenção a política de gestão de acervo e com ampla consulta pública a ser realizada, por exemplo, com rodas de conversa online e presenciais, seminários temáticos, e,· Incremento do programa educativo do Museu, com a retomada dos projetos de itinerância e oferecimento de serviços e recursos didáticos que buscam apoiar educadores na criação de alternativas para o estudo de folclore e cultura popular, propondo temas ou revelando novas abordagens de assuntos já estudados em sala de aula. O Programa educativo se concretiza a partir dos seguintes projetos:Presenciais: Visita Preparatória ao Museu 8 edições; Publicação para Educadores de uma cartilha; Assessoria ao Professor ( sob demanda) Itinerantes: De mala e cuia, Olhando em volta, Fazendo fita, com 9 ocorrências de empréstimo. O acervo itinerante será recomposto com novas aquisições. Todas as ações itinerantes são contrapartida social.
Criada em 1995 para apoiar as ações do Museu de Folclore e do CNFCP, a Acamufec realizou ao longo desses 30 anos mais de duas dezenas de projetos, todos em apoio ao Museu e ao Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Por seu intermédio inúmeros patrocínios foram viabilizados, possibilitando ações fundamentais para o maior alcance dos objetivos do Museu e do Centro. Além disso, assume a gestão do ponto de comercialização por meio de Termo de parceria firmado com o CNFCP. A partir de uma atuação qualificada junto aos artesãos e suas associações, promove esse espaço como um canal privilegiado de divulgação, difusão e comercialização da arte popular, propiciando trabalho e renda para milhares de artistas e suas famílias.Seus principais parceiros/realizadores foram: Iphan, Museu de Antropologia da Universidade da Columbia Britânica, Vancouver, Canadá, Vale S.A Programa ADAI _ Apoio al Desarollo de Archivos Iberoamericanos Instituto de Estudos Brasileiros _ IEB/USP e o Departamento de Ação e Fomento, Fundação Vale, Caixa Econômica Federal, BNDES, Ministério da Cultura, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Eletrobras, IBEC/UNESCO, Programa Monumenta, Bird/Unesco, Fundação Banco do Brasil, SESCRio, Fundação Vitae.Nesse sentido, o projeto se enquadra em todos os itens do Art. 1º da Lei 8313/91, em especial, nos incisos: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.No que concerne ao Art 3º da referida Lei o projeto visa atingir os objetivos expressos no inciso II - fomento à produção cultural e artística, item a) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e no inciso IIII - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.O Museu de Folclore Edison Carneiro, localizado na cidade Rio de Janeiro, integra o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, unidade especial do IPHAN, que se dedica à pesquisa documentação, difusão e fomento dos saberes e fazeres populares. Criado em 1968 a partir da Campanha pela Defesa do Folclore Brasileiro e instalado em um prédio histórico que faz parte do conjunto arquitetônico do Bairro do Catete, o Museu de Folclore é conhecido por seu importante acervo e sua programação cultural voltada para a preservação e divulgação das culturas populares. Abriga uma coleção de arte popular que reúne em torno de 17 mil objetos, incluindo pinturas, esculturas, fotografias e filmes que alimentam tanto a exposição de longa duração, "Os objetos e suas narrativas", quanto as exposições temporárias da Galeria Mestre Vitalino, de média duração. Esses objetos estão distribuídos em três reservas técnicas, que juntas somam em torno de 500m2 e estão reunidos por matéria-prima: acervo de barro e metal; acervo de pintura, tecido e papeis; acervo de madeira e fibras. O foco central do museu é a exploração de narrativas relacionadas à cultura popular, realizada de maneira significativa por meio de seu valioso acervo. O museu acolhe o público em geral das 10h às 18h, de terça a sexta, e nos finais de semana e feriados das 11h às 17h. A entrada é gratuita. A galeria de exposições temporárias, instituída em 1972, realizou 67 exposições até 1985, quando recebeu o nome de Galeria Mestre Vitalino. Desde então, realizou mais 51 exposições, perfazendo um total de 118 mostras. Privilegiando temáticas sobre as expressões e manifestações das culturas populares, traz a público parte do valioso acervo guardado em reserva técnica, com atividades paralelas, seminários, apresentações culturais e oficinas. A Galeria Mestre Vitalino é o espaço dedicado a exposições temáticas que enfocam temas do interesse contemporâneo relativos à cultura popular e seus protagonistas, oportunidades de trazer a público parte do maior acervo das culturas populares do país. Estas são acompanhadas de atividades paralelas, como projeções de vídeos, palestras, seminários ou oficinas. As exposições ali instaladas contribuem para a valorização de práticas culturais, que muitas vezes enfrentam o desconhecimento ou toda sorte de preconceitos estéticos, culturais, regionais, sociais e raciais, quando não perseguições e ataques pela intolerância religiosa. A Sala do Artista Popular, criada em 1983, é também um espaço diferenciado de exposições de arte popular, produzidas a partir de metodologia inovadora que envolve pesquisa etnográfica, produção de acervos, catálogo e filme documentário, formação de público, e venda dos objetos em ponto permanente de comercialização, agregando valor simbólico e econômico à produção. Promove a articulação de redes de parceiros, com poderes e instituições nos locais de origem dos artistas, pontos de venda, colecionadores, galeristas e público em geral, para valorização dos artistas e sua inserção em circuitos mais amplos dos mundos da arte, tendo revelado importantes nomes da arte popular. Passaram por ela Adalton Fernandes Lopes, GTO, Maria Lira Marques, Dona Isabel, Véio, Manuel Eudócio, entre muitos. Nesses 41 anos de atuação, realizou 213 edições, com mais de 750 artistas, famílias ou associações, de 175 municípios, em 23 estados. Tendo em vista que a atividade artesanal de cunho tradicional é elemento único ou complementar de geração de renda para muitos de seus realizadores, tem sido um importante estímulo à continuidade desses saberes e fazeres.Ao comemorar 30 anos a Acamufec inaugura uma nova forma de apoio ao Museu de Folclore através da proposta de Plano Anual.
1. Seminário de discussão sobre o Plano Museológico do MFEC:Tema: Diagnóstico e PerspectivasObjetivos: dialogar com a sociedade civil sobre as etapas de construção do Plano museológico do MFEC; estimular a articulação do Museu com os diversos setores do CNFCPDuração: 2 dias – 16 horasLocal: auditório do CNFCPFormato: mesas redondas, rodas de conversa e debatesProgramação:Dia 1: realização de duas mesas redondas reunindo, cada uma, 3 especialistas que atuam na área de museus e de planejamento estratégicoMesa 1: Tema: DiagnósticoMesa 2: 2030 – Missão e VisãoDia 2: realização de duas mesas redondas reunindo, cada uma, 3 especialistas da área de museusMesa 1: Programas e Projetos prioritários para o Museu de Folclore2. Realização de 6 rodas de conversa “Um dedo de prosa”“Um Dedo de Prosa” é um fórum de debates com o objetivo de promover discussões sobre temas no campo das culturas populares, e reúne estudiosos e representantes das culturas em pauta. Tem duração de duas horas e acontece em formato de roda de conversa de forma presencial, mas também pode ser realizado em formato online com transmissão pelo canal do Youtube do CNFCP e da AcamufecA temática dessas rodas de conversa no âmbito do Plano anual estarão associadas aos produtos/eventos propostos: acervo do MFEC, saberes e fazeres associados ao artesanato de tradição cultural.3. Dois catálogos etnográficos das exposições realizadas no espaço Sala do Artista PopularPublicação com 44 páginas, mais capa, segundo modelo já desenvolvido pelo Setor de Difusão Cultural do CNFCP para a Sala do Artista Popular – SAP, contendo texto, imagens, fotografias, créditos de patrocinadores.Formato: Aberto: 42x15cm (com orelha); Fechado: 21x15cm;Impressão: Capa: 4/1; Miolo: 4/4;Papel: Capa: Couché matte 230g/m2; Miolo: couché matte 115g/m2;Acabamento: Corte reto, vinco, dois grampos-canoa e dobra;No de edições: 02;Tiragem: 1000 exemplares de cada edição.4. Dois catálogos das exposições realizadas na Galeria Mestre VitalinoCatálogo (60p. + capa)Aberto (c/ orelha): 44,4x21cmFechado: 15x21cm cores: 4/4 Capa: Couché matte 300g/m2 Miolo: Couché matte 150g/m2 Acabamento: Corte reto, cola, dobra, costura, laminação fosca na capa (frente)Tiragem: 1000 exemplares de cada edição.
Tanto o espaço da exposição de longa duração como os dois espaços expositivos (Galeria Mestre Vitalino e Sala do Artista Popular) e os espaços onde são realizadas as oficinas e debates já contam com alguns recursos de acessibilidade fisica: - opção de acesso por elevador com espaço para cadeirante; - piso tátil na Galeria da Sala do Artista Popular, expografias com rotas acessíveis e o uso de fontes ampliadas para possibilitar a leitura de visitantes com baixa visão.Com o projeto, pretendemos ampliar e diversificar estes recursos, com: - contratação de um consultor de acessibilidade para supervisionar e monitorar as ações e recursos; orientar a contratação e a capacitação de profissionais da área e o desenvolvimento de materiais específicos e de ações direcionadas às pessoas com deficiência intelectual;- tradução em libras para oficinas, palestras e apresentações musicais; -inclusão de um mapa tátil na Sala do Artista Popular- inclusão do piso e mapa tátil na Galeria Mestre Vitalino, conforme expografia da mostra a ser realizada - inclusão de audiodescrição para textos, imagens e peças para as duas exposições da Galeria MestreVitalino;- disponibilização de descrição sonora apresentando o Programa Sala do Artista Popular e seu ponto de comercialização e fornecimento de QR Code com recurso de leitura inteligente dos textos expostos.Para atendimento específico a pessoas com deficiência intelectual e seus acompanhantes serão programadas visitas educativas monitoradas, em calendário pré divulgado, tanto às exposições temporárias como à exposição de longa duração do Museu de Folclore, agendadas em horários específicos com luz e som acolhedores e acompanhamento de profissional especializado especialmente treinado pela equipe do Museu de Folclore a fim de traduzir em linguagem acessível e comunicativa todo o contexto das exposições.Em todas aspublicações de catálogos e e textos expositivos será utilizada linguagem cidadã.
Todas as atividades do Museu são de acesso gratuito e para maior inclusão são realizados atividades online.A distribuição das publicações é gratuita e se destinam a bibliotecas públicas.Além disso, com o objetivo de ampliar o acesso às atividades do projeto, serão adotadas as seguintes medidas:- doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);- disponibilizar na internet registros audiovisuais das exposições, das oficinas e/ou rodas de conversa e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;- garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;- realizar, gratuitamente, atividades paralelas como: roda de conversa intitulada “Um dedo de prosa”, seminário sobre plano museológico;- realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores, estudantes das redes pública e privada do Rio de Janeiro;
1. Gerenciamento geral do Plano anual: Acamufec;2. Acompanhamento do Plano museológico: Museu de Folclore Edison Carneiro - MFEC;3. Preservação do acervo museológico em reserva técnica: MFEC4. Curadoria e acompanhamento das exposições na Galeria Mestre Vitalino: MFEC e CNFCP;5. Pesquisa, documentação e edição das exposições da Sala do Artista Popular: Acamufec, MFEC e CNFCP;6. Implementação do Programa educativo: Acamufec, MFEC e CNFCP;Currículo resumido dos principais participantes:Ana Carolina Carvalho de Almeida Nascimento, doutora em Antropologia pelo Programa PPGSA/ IFCS/UFRJ, chefia a Divisão de Pesquisa do CNFCP. Tem experiência em projetos de pesquisa nas áreas de Antropologia e História, nos temas culturas populares, patrimônios e memórias, dentre outros. Integrou a equipe de pesquisa na instrução técnica para o Registro da Literatura de Cordel como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN.Celia Maria Corsino,museóloga, especialista em projetos culturais, atual presidente da Associação de Amigis do Museu de Folclore Edson Carneiro. Atua em museus e patrimônio desde 1974. Foi diretora do Museu de Folclore Edison Carneiro no período de 1978 a 1982. Diretora Depatamento de Identificação e Documentação ( 1996/2002 ) e do Patrimônio Imaterial (2011 /2015 ) do Iphan. Atualmente é a coordedaora geral do Museu de Ciencias da Terra /SGB.Claudia Marcia Ferreira, é museóloga formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi diretora do Museu de Folclore Edison Carneiro no período de 1982 a 1990 e do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular-CNFCP de e 1991 a 2021, onde presidiu anualmente a Comissão Julgadora do Concurso Sílvio Romero de monografias na área do folclore e da cultura popular, participou da curadoria de cinco edições das exposições de longa duração do Museu de Folclore e de inúmeras mostras temporárias da galeria Mestre Vitalino. Atualmente integra a equipe técnica do Museu de Folclore.Elizabete Vicari, coordenadora da Acamufec, possui pós-graduação em Antropologia Social e Etnologia, pela EHESS/Paris, França e especialização em Gênero e Desenvolvimento pela Universidade de Antuérpia, Bélgica. Na Acamufec, é responsável pela gestão da instituição e coordenou o Programa de Promoção do Artesanato de Tradição - Promoart e o Projeto Choro Patrimônio, dentre outros.Elizabeth Bittencourt Paiva Pougy, mestre em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO, chefia o Museu de Folclore Edison Carneiro desde 2009. Coordenou os projetos Tesauro de Folclore e Cultura Popular e a montagem da exposição de longa duração Museu "Os objetos e suas narrativas".Flávia Klausing Gervasio, doutora em Museologia e Patrimônio pela UNIRIO, integra a equipe técnica do Museu de Folclore e é responsável por acompanhar a montagem das exposições na Galeria Mestre Vitalino e na Sala do Artista Popular. É especialista em Gestão e Políticas Culturais pelo Itaú Cultural/Universitat de Girona (2018).Maria Lucila Silva Telles, bacharel em Letras pela UFRJ, chefia o setor de Difusão Cultural do CNFCP que abriga as áreas de Edições, Programa educativo, Intercâmbio de publicações e Comunicação atuando ainda como redatora, revisora e editora.Renata Ferreira Alves, produtora cultural e graduanda do curso de Bacharelado em Produção Cultural pelo IFRJ. Tem experiência em projetos nas áreas de cultura popular, música e cinema, com recursos públicos e privados. Na Acamufec, atua na execução dos projetos Sala do Artista Popular e Mapeamento das Matrizes Tradicionais do Forró no estado do Rio de Janeiro.Vanessa Moraes Ferreira, mestre em Memória Social e Documento, UNI-RIO, bacharel em Museologia, UNI-RIO, e em Gravura, UFRJ. No Museu de Folclore Edison Carneiro é Museóloga e atua na conservação preventiva, catalogação do acervo e montagem de exposições do MFEC. Trabalhou no Museu da Inconfidência, Ouro Preto / MG, onde desenvolveu atividades de processamento técnico do acervo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.