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PRONAC 256586Projeto encaminhado para finalização do processo de homologaçãoMecenato

Usina Cultura Plano Anual 2026

ASSOCIACAO RORAIMENSE DE ARTES E PROMOCOES ARTISTICAS
Solicitado
R$ 2,78 mi
Aprovado
R$ 2,78 mi
Captado
R$ 720,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 720,0 mil

Eficiência de captação

25.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
RR
Município
Boa Vista
Início
2026-01-01
Término

Resumo

Este projeto tem como objetivo a obtenção de recursos para a cobertura de despesas com a manutenção e a reestruturação do espaço Usina Cultura e da Cia. Arteatro, geridos pela Associação Roraimense de Artes e Promoções Artísticas (plano anual), e com a realização de diversas atividades no decorrer do ano: montagem de novo espetáculo, circulação de espetáculos teatrais, realização de oficinas e realização de residência de produção e gestão cultural.

Sinopse

SINOPSES DOS ESPETÁCULOS ● O Navio NegreiroA adaptação de Navio Negreiro, poesia de Castro Alves, resgata a força de sua mensagem abolicionista, ao se entrelaçar com a cultura Hip Hop. A performance poética, que une teatro, dança, música e projeção mapeada, dá vida aos versos do poeta, transformando-os em um clamor por liberdade e justiça. Assim como a poesia de Castro Alves ecoava no século XIX, denunciando a crueldade da escravidão, essa releitura ressoa nas ruas da cidade, reafirmando sua atualidade.Classificação: Livre ● Gotas de Saberes O espetáculo Gotas de Saberes, inspirado em histórias do povo originário da etnia Macuxi, aborda as raízes e a identidade amazônica do povo roraimense e traz reflexões sobre identidade, questões ambientais e ancestralidade. Classificação: Livre, mas recomendada para crianças a partir dos 07 anos. CONTEÚDOS DA OFICINA TEATRAL DE LONGA DURAÇÃO (CENA RORAIMA) Trata-se de uma oficina gratuita de longa duração para a formação de atores, sob orientação pedagógica de Lydia Del Picchia, atriz do Grupo Galpão de Belo Horizonte. Com duração de dez meses, visa estimular a profissionalização do mercado de artes cênicas de Roraima e suprir uma enorme lacuna da cena local: não existe no Estado nenhum processo similar de formação de atores, o que sempre gera dificuldades para composição de elencos. A primeira etapa terá aulas práticas e teóricas, possibilitando experiências em áreas como atuação, técnica vocal e corporal, interpretação e improvisação. Na segunda etapa, os alunos, orientados pela equipe pedagógica, criarão cenas curtas para serem apresentadas ao público. CONTEÚDOS DAS OFICINAS DE CURTA DURAÇÃO Trata-se de um conjunto de 07 oficinas com duração de 15 horas/aula, sobre temas ligados ao teatro, à gestão cultural e à economia criativa: ● Introdução aos bastidores do teatro: luz, som e cenotécnica;● Dramaturgia; ● Direção de arte; ● A fotografia nas artes cênicas; ● Empreendedorismo cultural; ● Elaboração de projetos; ● Produção de eventos culturais. CONTEÚDOS DA RESIDÊNCIA A Residência proporcionará a um grupo de 15 profissionais do teatro de Roraima uma imersão nos universos da produção e da gestão cultural, por meio de um programa de visitas guiadas a espaços culturais de Belo Horizonte, intercalados com palestras de artistas, produtores e gestores sobre conteúdos relevantes e novas referências sobre os bastidores da cultura.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo a viabilização de investimentos na manutenção e no fortalecimento da estrutura do espaço Usina Cultura e da Cia. Arteatro, (plano anual), bem como de sua programação para 2026: montagem de novo espetáculo, circulação de espetáculos teatrais, realização de oficinas e realização de residência de produção e gestão cultural. A Cia. Arteatro nasceu em 1993 e traz no DNA o entendimento da arte como instrumento social. Passados 32 anos, firmou-se como forte referência em Roraima, traduzindo no palco a riqueza e a pulsação da cena amazônica, mas trabalhando ativamente nos bastidores pela construção de políticas públicas voltadas para a descentralização e a diversidade. Em 2015, abriu as portas do Usina Cultura, espaço localizado na periferia de Boa Vista, que contribui significativamente para a descentralização da produção cultural na cidade. Nesses 10 anos de atividades ininterruptas, o Usina Cultura abriga regularmente eventos culturais e atividades formativas, e funciona também como sede da Cia. Arteatro. O Usina Cultura recebeu do MinC o selo de Ponto de Cultura e vem atuando em rede com iniciativas similares de todo o país estimuladas pelo Programa Cultura Viva. Segue em seu firme propósito de movimentar a cena independente de Boa Vista e impulsionar novas gerações de artistas e fazedores culturais. As perspectivas atuais são bastante promissoras, com algumas ações estruturantes já em curso, como a reforma do espaço, que traz maior conforto ao público e acessibilidade a pessoas com deficiência; a realização de intenso processo imersivo de formação da equipe, sob orientação de profissionais de renome na cena brasileira; e a aplicação de metodologias de planejamento estratégico, com a contratação de consultoria externa. A viabilização de um Plano Anual para 2026 será apenas uma decorrência natural de um processo de crescimento que já se encontra em curso há anos, e que beneficiará não apenas a equipe envolvida, mas também toda a área cultural de Roraima. Este projeto atende aos seguintes incisos do artigo 3º do Decreto 11.453, de 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO 1 - PLANO ANUALConsiste na estruturação e manutenção da Associação Roraimense de Artes e Promoções Artísticas (Cia. Arteatro e espaço Usina Cultura), ao longo de 2026. O Produto 1 se desdobra nos seguintes objetivos específicos:- contratar profissionais com atividades regulares na Associação; - contratar serviços diversos necessários ao funcionamento da entidade; - locar o imóvel onde está instalado o Usina Cultura, com o intuito de abrigar ensaios, eventos culturais e atividades formativas abertas ao público, e também funcionar como depósito para a guarda dos cenários, figurinos e equipamentos da Cia Arteatro; - adquirir equipamentos, mobiliário e materiais diversos; - adquirir 100 livros para a biblioteca do Usina Cultura, especializada em artes cênicas. PRODUTO 2 - ESPETÁCULOS TEATRAIS Refere-se à circulação dos espetáculos de teatro do repertório da Cia. Arteatro por Roraima e por estados do Nordeste. O Produto 2 se desdobra nos seguintes objetivos específicos:- montar o espetáculo Navio Negreiro; - realizar 10 apresentações do espetáculo Navio Negreiro em Roraima; - realizar 10 apresentações do espetáculo Gotas de Saberes em Roraima; - realizar 05 apresentações do espetáculo Navio Negreiro em estados da Região Nordeste; - realizar 05 apresentações do espetáculo Gotas de Saberes em estados da Região Nordeste;- realizar 02 apresentações do espetáculo Navio Negreiro em Belém;- realizar 02 apresentações do espetáculo Navio Negreiro em Manaus.PRODUTO 3 - CURSO / OFICINA / ESTÁGIO Consiste em uma série de ações formativas desenvolvidas no espaço Usina Cultura. O Produto 3 se desdobra nos seguintes objetivos específicos: - realizar 07 oficinas de teatro e de economia criativa de curta duração (15 horas/aula cada), abertas ao público de Roraima; - realizar uma oficina de longa duração (Cena Roraima) com 330 horas/aula para a formação de até 20 atores; - produzir 05 cenas curtas como resultado da oficina de longa duração para a formação de atores; - realizar uma residência de produção e gestão cultural em Belo Horizonte, com carga de 40 horas, aberta a 15 profissionais do teatro roraimense.

Justificativa

O Espaço Usina Cultura, que hoje abriga a Cia. Arteatro, tem como forte princípio agregar diversas formas de arte e, principalmente, compartilhar saberes, formação e fruição artística com a comunidade e o público. Instalado em 2015 no Bairro Jóquei Clube - região de periferia de Boa Vista, Roraima -, iniciou uma interação profunda na comunidade, produzindo com a Cia. Arteatro espetáculos, mostras de segmentos artísticos, saraus, contação de histórias, itinerância em escolas das redes Municipal, Estadual e Federal, bem como tornando muitas dessas escolas parceiras próximas. O Usina também realizou várias oficinas de formação: estudos da dramaturgia, produção de texto para teatro, leituras dramatizadas, jogos teatrais e dança. Hoje objetiva o alcance da Lei Federal de Incentivo à Cultura, buscando crescimento e reconhecimento da iniciativa cultural, promovendo formação, produção, troca e circulação, sempre tendo como princípio fundamental a valorização dos saberes regionais, identitários e da ancestralidade. O Usina Cultura nasce da necessidade da realização de ações culturais para comunidades com pouco acesso às atividades artísticas e alunos da rede pública de ensino, tendo desenvolvido ações dentro das escolas, tais como oficinas artísticas, espetáculos de teatro, contação de histórias e atividades cineclubistas. Atualmente possui atividades diretas com duas escolas do município, localizadas em seu entorno. Todas as atividades e ações produzidas pelo Usina são pensadas para que o território tenha acesso a bens culturais e o próprio espaço é um equipamento cultural apropriado pela comunidade. A Companhia Arteatro nasceu em 1993 com a proposta de utilizar o teatro como processo educativo. Atuava em ações com protagonismo juvenil, por acreditar na arte como instrumento de mobilização social. Nos primeiros oito anos, realizou diversas montagens, como "O Elo Perdido", "Reencontro", "A Bruxinha que Era Boa", "A Revolta dos Brinquedos" e "Faustino". Com o passar do tempo, o grupo sentiu a necessidade de se capacitar e estabelecer uma relação mais próxima com o público. A partir de então, iniciou a busca pela profissionalização, investindo em oficinas de capacitação e estudos teóricos, além de participar de festivais e mostras de teatro em outros estados brasileiros. Adotou também uma linguagem mais profissional em suas montagens, como nos espetáculos "A Última Estação" e "O Santo Inquérito". Em 2005, a Companhia se uniu a outros grupos teatrais, formando um movimento coletivo que posteriormente deu origem à Federação de Teatro de Roraima (FETEARR). Atualmente, a Cia. Arteatro atua juntamente com o Fórum de Artes Cênicas de Roraima, somando esforços pela formação de plateia e pelo fortalecimento do teatro e da cultura do Estado de Roraima, reivindicando polticas públicas que atendam às necessidades da categoria. O projeto se enquadra, portanto, nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A julgar pela significativa contribuição que o Usina Cultura e a Cia. Arteatro vêm trazendo para o cenário cultural de Roraima desde sua criação e pela potência das ações transversais entre cultura e educação previstas neste projeto, a iniciativa se apresenta como ação relevante e digna do suporte da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Estratégia de execução

DETALHAMENTO DA RUBRICA Nº 154: PASSAGENS AÉREAS09 passagens Boa Vista / Belém / Boa Vista: 09 x R$ 2.279,00 = R$ 20.511,0009 passagens Boa Vista / Manaus / Boa Vista: 09 x R$ 3.016,00 = R$ 27.144,00TURNÊ NORDESTE09 passagens Boa Vista / Fortaleza: 09 x R$ 2.844,00 = R$ 25.866,0009 passagens Fortaleza / Juazeiro do Norte (Crato): 09 x R$ 594,00 = R$ 5.346,0009 passagens Juazeiro do Norte (Crato)/João Pessoa: 09 x R$ 1.249,00 = R$ 11.241,0009 passagens Recife/São Luís: 09 x R$ 1.006,00 = R$ 9.054,0009 passagens São Luís/Boa Vista: 09 x R$ 1.836,00 = R$ 16.524,00Observação: os demais trechos da Turnê Nordeste serão feitos por van.TOTAL DA RUBRICA Nº154: PASSAGENS AÉREAS: R$ 115.686,00DETALHAMENTO DA RUBRICA Nº 202: PASSAGENS AÉREAS28 passagens Boa Vista / Belo Horizonte / Boa Vista: R$ 4.750 = R$ 133.000,00TOTAL DA RUBRICA Nº 202: PASSAGENS AÉREAS: R$ 133.000,00

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES DOS ESPETÁCULOS ● O Navio Negreiro Direção: Márcio Sergino e Silmara Costa Autor: Adaptação do poema de Castro AlvesDramaturgia: Elder Torres Gênero: Performance poéticaNúmero de artistas em cena: 03 Infraestrutura necessária: Cenário, figurino, projeção mapeada e sonorização. ● Gotas de Saberes Estreia: 2019 Direção: Marcio Sergino Autor: Márcio Marciano Gênero: Infantil Duração: 40 minutos Número de artistas em cena: 03 Infraestrutura necessária: cenário, figurino, instrumentos musicais e sonorização. PROJETO PEDAGÓGICO DA OFICINA TEATRAL DE LONGA DURAÇÃO (CENA RORAIMA) Objetivo geral: A oficina de longa duração Cena Roraima visa estimular a profissionalização do mercado de artes cênicas de Boa Vista. Apresenta-se como uma contundente proposta para o cenário local, por seu caráter inovador e pela possibilidade de promover a profissionalização do mercado de trabalho nas artes cênicas, suprindo, desse modo, uma lacuna histórica no Estado. Objetivos específicos: - realizar uma oficina de longa duração com 330 horas/aula para a formação de até 20 atores; - produzir 05 cenas curtas como resultado a ser levado ao público. Dinâmica da oficina: A primeira etapa terá aulas práticas e teóricas, possibilitando experiências em áreas como atuação, técnica vocal e corporal, interpretação e improvisação. Na segunda etapa, os alunos, orientados pela equipe pedagógica, criarão cenas curtas para serem apresentadas ao público. A equipe docente será composta por dois professores residentes, que se responsabilizarão pelas atividades regulares, e por profissionais de renome do cenário cultural brasileiro, que atuarão como professores convidados. Seleção: As inscrições serão amplamente divulgadas em Boa Vista e feitas por meio de formulários eletrônicos. Os inscritos participarão de uma audição na forma de aulas em que serão propostos exercícios para avaliação de sua performance e de suas habilidades. No processo seletivo, será dada atenção especial a camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio e ocupação. Classificação: 18 anos. PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS DE CURTA DURAÇÃO ● Introdução aos bastidores do teatro: luz, som e cenotécnica A oficina tem por objetivo apresentar elementos essenciais da prática profissional dos bastidores do teatro, nas vertentes da luz, do som e da cenotécnica. Serão apresentados conhecimentos teóricos das três áreas, associados a práticas de montagem, operação e apreciação, utilizando equipamentos específicos de um espaço cênico. Carga horária: 15 horas/aula. Número de vagas: 20 Classificação: 18 anos● Dramaturgia A Oficina de Dramaturgia é um espaço criativo de escrita teatral, voltado para a descoberta e o aprofundamento de dramaturgias autorais. Nela os participantes terão um contato teórico-prático com a linguagem, apreendendo conceitos-chaves como as ideias de ação, tempo, espaço, personagem e estrutura dramatúrgica, a partir de um ponto de vista aberto, plural e contemporâneo e realizando vários exercícios e jogos de escrita, individuais e coletivos. Carga horária: 15 horas/aula.Número de vagas: 20 Classificação: 18 anos ● Direção de arte A oficina pretende promover uma introdução panorâmica ao Universo do Figurino e da Cenografia, possibilitando aos alunos uma compreensão mais ampliada sobre as Visualidades da Cena e sua importância na comunicação entre o artista e o público. Durante os encontros serão desenvolvidas dinâmicas, exercícios e discussões temáticas, a partir da apreciação de imagens e referências que visam auxiliar na criação de figurinos e espaços cenográficos. Carga horária: 15 horas/aula. Número de vagas: 20 Classificação: 18 anos ● A fotografia nas artes cênicas Esta oficina tem como objetivo a capacitação de fotógrafos para a realização de registros cênicos, com a abordagem de temas como a história da fotografia de cena; a linguagem fotográfica; a fotografia em diferentes espaços cênicos (o teatro tradicional, os espaços alternativos e a rua);os principais equipamentos utilizados; a adequação técnica a cada espaço, espetáculo ou situação proposta, o fluxo de trabalho e tratamento de imagens. A oficina terá ainda um momento prático, durante um ensaio ou performance. Carga horária: 15 horas/aula. Número de vagas: 15 Classificação: 18 anos ● Empreendedorismo cultural A oficina tem como objetivo lançar pontes entre os universos da cultura e da administração e discutir a dinâmica das produções culturais, bem como estimular a reflexão sobre a necessidade da diversificação das fontes de financiamento às ações desenvolvidas na área. Serão abordados temas como: papéis e linguagens dos produtores e gestores culturais; organização e trabalho coletivo; formação de equipes; etapas de uma produção; relação com as empresas; elaboração de projetos para captação de recursos; fontes de financiamento para a cultura; marketing e fidelização de público; aplicação de ferramentas da administração ao universo cultural. Carga horária: 15 horas/aula. Número de vagas: 20 Classificação: 18 anos ● Elaboração de projetos Dentre os principais desafios enfrentados por agentes culturais está o acesso a fontes de financiamento, imprescindíveis para a consolidação de um percurso artístico consistente. O primeiro passo para superar esta realidade envolve a elaboração do projeto, quando se dá contorno textual às ideias. No entanto, escrever é bem mais do que uma dinâmica de perguntas e respostas. Para além do domínio da técnica – que é fundamental– como agentes culturais podem empreender a escrita de modo sensível e atento ao projeto artístico? Diante dos desafios dos nossos tempos, como essa escrita pode resultar em uma atuação cidadã, política e socialmente responsável? Carga horária: 15 horas/aula. Número de vagas: 20 Classificação: 18 anos ● Produção de eventos culturais A oficina tem como objetivo capacitar o aluno para atuação como produtor cultural, no mercado de trabalho. O participante terá acesso a um conteúdo teórico e a estudos de casos de todas as etapas de desenvolvimento da produção de uma ação cultural. Serão abordados conteúdos como as práticas da produção, planilhas (orçamentação, cronogramas e checklist), especificidades internacionais, curadoria/programação, construção de equipe, infraestrutura e equipamentos, documentação e liberação, fornecedores, logística, gestão financeira e pós-produção. Carga horária: 15 horas/aula. Número de vagas: 20 Classificação: 18 anos PROJETO PEDAGÓGICO DA RESIDÊNCIA Objetivo geral: Proporcionar a um grupo de profissionais da área teatral de Roraima uma imersão nos universos da produção e da gestão cultural, por meio de um programa de visitas guiadas a espaços culturais de Belo Horizonte, intercalados com palestras de artistas, produtores e gestores sobre conteúdos relevantes sobre os bastidores da cultura. Espera-se que a iniciativa estimule o potencial realizador dos participantes, a partir do contato direto com projetos e profissionais referenciais da cidade, e funcione como inspiração para o surgimento ou o fortalecimento de projetos semelhantes. Objetivo específicos: - Receber em Belo Horizonte 15 profissionais da área teatral de Roraima, numa programação de atividades gratuitas com carga de 40 horas. - Proporcionar aos participantes acesso à programação do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, evento de pesquisa e experimentação referencial da cena teatral brasileira. Dinâmica da Residência: A Residência terá coordenação e acompanhamento de Romulo Avelar ao longo de toda a programação. Nas visitas, serão discutidos aspectos técnicos, de gestão e programação de cada espaço. Além disso, os participantes assistirão a palestras sobre temas como gestão de espaços, produção, comunicação, realização de festivais, busca de recursos etc.

Acessibilidade

ESPETÁCULOS TEATRAIS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os espetáculos serão realizados em locais acessíveis a pessoas com deficiência física, idosas, obesas ou com mobilidade reduzida. As apresentações no interior de Roraima serão realizadas em locais com a maior acessibilidade possível, dentro da realidade dos espaços disponíveis nos municípios que serão visitados, que raramente oferecem acessibilidade plena. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: o projeto prevê a contratação de intérprete de Libras para os espetáculos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: o projeto prevê a contratação de mediadores para o acolhimento desse público. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: o projeto prevê a contratação de mediadores para o acolhimento desse público. OFICINAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as oficinas serão realizadas em local acessível a pessoas com deficiência física, idosas, obesas ou com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: o projeto prevê a contratação de intérprete de Libras para as oficinas, quando necessário. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: as oficinas de economia criativa são acessíveis a esse público. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: não se aplica.As ações de acessibilidade para PcD Visual para o produto OFICINA serão as seguintes:- A equipe será treinada para abordagem adequada de públicos com deficiências. - Serão oferecidas vagas para pessoas com deficiência visual nas seguintes oficinas: Dramaturgia, Empreendedorismo Cultural, Elaboração de Projetos, Produção de Eventos Culturais.- Os formulários de inscrição serão acessíveis e haverá campos para que a pessoa indique necessidades específicas.- A equipe fará apresentação inicial descrevendo o espaço: posição de portas, banheiros, saídas etc.- Os professores serão orientados a fazer autodescrição. - Os professores serão orientados a ler textos projetados na tela, a descrever imagens e explicar verbalmente estruturas visuais (diagramas, fluxogramas).As ações de acessibilidade para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) para o produto OFICINA serão as seguintes: - A equipe será treinada para abordagem adequada de públicos com deficiências.- Serão oferecidas vagas para pessoas com TEA em Nível 1 (suporte mínimo, com dificuldades em interações sociais, mas com capacidade de se comunicar e se adaptar a situações cotidianas) nas seguintes oficinas: Introdução aos bastidores do teatro: luz, som e cenotécnica; Dramaturgia; Direção de arte; A fotografia nas artes cênicas; Empreendedorismo Cultural, Elaboração de Projetos, Produção de Eventos Culturais. - Nos formulários de inscrição haverá campos para que a pessoa indique necessidades específicas. - Serão oferecidas vagas para pessoas com TEA em Nível 1 (suporte mínimo, com dificuldades em interações sociais, mas com capacidade de se comunicar e se adaptar a situações cotidianas) também na oficina Cena Roraima, de longa duração. - Na oficina Cena Roraima, de longa duração, haverá a presença de um mediador, que acompanhará as atividades de forma atenta e sensível às necessidades individuais. Esta já é uma prática na Usina Cultura. - Sempre que ocorrer algum momento de desregulação, o participante terá liberdade para se retirar temporariamente da atividade, em um ambiente acolhedor e tranquilo. Após se reorganizar emocionalmente, poderá retornar e reintegrar-se ao grupo, garantindo continuidade no processo pedagógico sem constrangimentos. - O ambiente físico será adaptado, especialmente no que se refere à iluminação. Será utilizada luz mais suave e quente, reduzindo estímulos visuais intensos que possam causar desconforto sensorial. Esta já é uma prática na Usina Cultura. Observação: Por se tratar de processos formativos de caráter técnico com perspectivas profissionalizantes, as oficinas previstas no projeto não serão abertas a pessoas com deficiência intelectual. A acessibilidade a esse público se dará nas apresentações teatrais também programadas no escopo do projeto.BUSCA ATIVA:As ações de busca ativa para os espetáculos previstos no projeto serão executadas a partir do seguinte roteiro:Preparação interna (anterior aos convites)- Preparação dos monitores que farão o acolhimento do público, com a apresentação das características do espetáculo e a identificação de estímulos sensoriais eventualmente existentes.- Orientação dos monitores quanto à dinâmica de movimentação do público antes, durante e depois dos espetáculos, de maneira a propiciar liberdade de ir e vir aos públicos PCD e autista. Mapeamento de parceiros- Identificação de coletivos e instituiçãoes que trabalham com esses públicos em cada cidade do roteiro (coletivos autistas autogeridos, associações de pessoas com deficiência, escolas inclusivas, APAEs, centros de convivência, ONGs culturais inclusivas etc.) Efetuação dos convites- Realização de conversas com os representantes dos coletivos e entidades, para apresentação de detalhes dos espetáculos e discussão das condições de acessibilidade aos públicos PCD e autista.- Identificação de eventuais necessidades de uso de abafadores de som ou óculos escuros.- Envio de convites formais, com especificações claras dos espetáculos e das condições de acessibilidade aos públicos PCD e autista.- Entrega aos representantes dos coletivos e entidades de um guia prático com informações sobre as dinâmicas de chegada, entrada, assentos, possibilidade de sair e voltar e saída.Experiência de chegada e acolhimento- Observação de algumas regras básicas para acolhimento desse público: . identificação da pessoa que fará a monitoria; . oferecimento de entrada antecipada para quem quiser; . utilização de linguagem simples; · nenhuma cobrança de “comportamento adequado”.- Mediação durante o espetáculo- Manutenção de equipe preparada para: · apurar a escuta; · não tocar sem autorização; · respeitar movimentos repetitivos (stimming); · crises sensoriais; · elucidação de dúvidas simples; · saídas repentinas.Ação pós-evento- Retorno ativo aos coletivos e entidades para: · agradecimento pelas presenças; · avaliação da experiência; · coleta de sugestões.

Democratização do acesso

O projeto Usina Cultura Plano Anual 2026 tem previstas diversas medidas de democratização do acesso e ampliação do acesso, em conformidade com os artigos 46 e 47 da Instrução Normativa nº 23, de 05 de fevereiro de 2025: PRODUTO 1 – PLANO ANUALEsta parte do projeto não resulta diretamente em eventos ou produtos acessíveis ao público, mas viabiliza ações fundamentais para sua realização. PRODUTO 2 – ESPETÁCULO TEATRAIS As apresentações dos espetáculos Navio Negreiro e Gotas de Saberes serão realizadas em locais com livre acesso ao público, sem cobrança de ingressos. PRODUTO 3 – CURSO / OFICINA / RESIDÊNCIA Todas as oficinas serão oferecidas gratuitamente, assim como a Residência em Belo Horizonte.

Ficha técnica

Associação Roraimense de Artes e Promoções Artísticas (proponente) – Coordenação geral e captação de recursos Na planilha está prevista a destinação de R$ 144.000,00 para a Associação Roraimense de Artes e Promoções Artísticas, entidade sem fins econômicos gestora do Usina Cultura e da Cia. Arteatro, a título de remuneração pelas atividades de coordenação geral, planejamento, gestão institucional, orientação geral dos processos e gestão de pessoas. A Associação poderá cumprir também a função de captação de recursos (não exclusiva). O Usina Cultura nasceu do desejo da Cia. Arteatro de atuar como multiplicadora das experiências acumuladas ao longo de sua trajetória. Nesses 10 anos de atividades ininterruptas, realizou oficinas de formação artística, saraus, clube de leitura, atividades cineclubistas, apresentações de espetáculos, eventos culturais, lançamento de livros, exposições de artistas emergentes, café com poesia e leituras dramatizadas. O Usina Cultura recebeu do MinC a chancela de Ponto de Cultura e vem atuando em rede com iniciativas similares de todo o país. Segue em seu firme propósito de movimentar a cena independente de Boa Vista e impulsionar novas gerações de artistas e fazedores culturais. A Cia. Arteatro, por sua vez, vem desenvolvendo nos últimos 32 anos um processo continuado de pesquisa, investigação e construção de uma linguagem teatral contemporânea no Norte do país, em diálogo permanente com as culturas tradicionais, periféricas e identitárias. A própria configuração de sua equipe – diversa em vários aspectos – sempre colocou em pauta temas urgentes e necessários, que foram levados à cena nas mais de 20 montagens e leituras já encenadas e compartilhados sistematicamente no universo das escolas públicas de Roraima. Em 2024, a Asscociação Roraimense de Artes e Promoções Artísticas aprovou o projeto Usina Cultura Plano Anual 2025 no edital da Petrobras. Márcio Sergino – Diretor artístico, oficineiro e ator Diretor, com formação técnica em Direção e Atuação pela Escola de Arte Dramática - São Paulo/SP. Atuando em parceria com grupos na capital e no interior de SP, veio para Roraima no início da década de 90, onde fundou a Cia. Arteatro, em 1993. Desde então tem atuado na cena teatral do Estado, registrando em sua trajetória leituras encenadas e espetáculos com: 2002 (Macbeth – William Shakespeare), Faustino – O Fausto Nordestino (Eliane Ganen), Ele é fogo! (Isser Koric), Última Estação (lvaro Fernandes), A Revolta dos Brinquedos (Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga), O Santo Inquérito (Dias Gomes), Navalha na Carne (Plínio Marcos), Gotas de Saberes e Boi Blimundo. Participou em algumas edições da Mostra SESC Macuxi das Artes, da Mostra SESC Cariri das Culturas, do Circuito Amazônia das Artes e do Festival de Teatro da Amazônia, entre outros eventos. Foi professor de teatro na escola Objetivo Makunaima, chefe do Departamento de Patrimônio Cultural / SECULT (2013/ 2015), e atualmente faz parte da equipe de gestão do espaço multicultural Usina Cultura, sede do Ponto de Cultura Usina e da Cia. Arteatro, que está em funcionamento desde 2015 com oficinas, leituras encenadas, cine clube e ações parceiras.Silmara Costa - Coordenadora de produção e atriz Atriz e gestora cultural, formada em Gestão Pública e Licenciatura em Artes Visuais. Mestranda em Economia da Cultura, Políticas Culturais e Indústrias Criativas (ITAÚ CULTURAL / UFRGS) e com especialização em Gestão Pública Municipal pelo Instituto Federal de Roraima. Atriz e produtora da Cia. Arteatro e integrante da equipe de gestão do Espaço Usina Cultura. Realizou leituras encenadas e espetáculos como 2002 (Macbeth – William Shakespeare), Faustino – O Fausto Nordestino (Eliane Ganen), Ele é fogo! (Isser Koric), Última Estação (Álvaro Fernandes), A Revolta dos Brinquedos (Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga), O Santo Inquérito (Dias Gomes), Navalha na Carne (Plínio Marcos), Gotas de Saberes e Boi Blimundo. Participou em algumas edições da Mostra SESC Macuxi das Artes, da Mostra SESC Cariri das Culturas, do Circuito Amazônia das Artes e do Festival de Teatro da Amazônia, entre outros eventos. Produziu em Roraima temporadas de grupos de destaque na cena cultural brasileira: Grupo Galpão (MG), Grupo Maria Cutia (MG), Grupo Grial (PE), Teatro do Concreto (DF) e Catibrum Teatro de Bonecos (MG). Participou em mesas de discussões de diversos seminários sobre a produção cultural amazônica. Lydia Del Picchia – Consultora pedagógica Atriz, bailarina, cantora, coreógrafa e diretora. Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e se formou pelo extinto Trans-Forma Centro de Dança Contemporânea. Ao longo de 10 anos, exerceu funções de bailarina, professora, assistente artística e coreógrafa do Trans-Forma Grupo de Dança. Estudou no Alvin Ailey American Dance Center e na Jose Limón escola de dança, em Nova York. Foi professora na Escola de Dança do Palácio das Artes e, em seguida, na Cia. de Dança de Minas Gerais. Atuou também no Grupo de Dança 1º Ato. Atriz do Grupo Galpão desde 1994, foi indicada como melhor atriz coadjuvante pelos espetáculos Partido (Sated - 1999), Pequenos Milagres (Sinparc e Sated - 2008) e Nós (APTR RJ – 2016), tendo recebido o prêmio de Melhor Atriz por Eclipse (Prêmio Usiminas-Sinparc 2011) e Outros (Prêmio Copasa Sinparc 2019). Dirigiu diversos espetáculos de teatro e dança, incluindo De Tempo Somos, do Grupo Galpão. Foi diretora assistente dos espetáculos Um homem é um Homem, Os Gigantes da Montanha e Outros, do Grupo Galpão, e Auto da Compadecida, do Grupo Maria Cutia. É coordenadora pedagógica do Galpão Cine Horto - centro cultural do Grupo Galpão, em Belo Horizonte, desde 2004. Romulo Avelar – Coordenador educativo da Residência e oficineiro Administrador e gestor cultural. Estudou na Escola de Produção Cultural da Fundição Progresso do Rio de Janeiro, atuou em iniciativas culturais de diversas empresas e na área pública, como Diretor de Promoção da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, de Belo Horizonte, Assessor Especial da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, Presidente da Comissão Técnica de Análise de Projetos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e Presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Foi consultor de planejamento do Grupo Galpão e da Casa do Beco e prestou consultoria a outros 171 artistas, grupos e instituições culturais. Desenvolveu e coordenou algumas edições do Programa de Soluções Estratégicas para o Segmento da Música do Sebrae MG e atuou como consultor da UNESCO na preparação do dossiê de candidatura de Diamantina à Rede de Cidades Criativas. Nos últimos vinte e sete anos, ministrou 212 cursos nas áreas de produção, planejamento e gestão cultural, em várias cidades brasileiras. Coordenou diversas residências de produção e gestão cultural em Belo Horizonte. Autor dos livros O Avesso da Cena: Notas sobre Produção e Gestão Cultural e Do Grupo Galpão ao Galpão Cine Horto: uma experiência de gestão cultural.

Providência

Projeto encaminhado para homologação.

2026-12-31
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