| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08273364000157 | EMPRESA BRASILEIRA DE TECNOLOGIA E ADMINISTRACAO DE CARTOES BHOA LTDA | 1900-01-01 | R$ 120,0 mil |
| 03506307000157 | TICKET SOLUCOES HDFGT S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 49786044000188 | TECP - TRANSMISSORA DE ENERGIA CENTRAL PAULISTANA S.A. | 1900-01-01 | R$ 52,0 mil |
| 26796760000140 | TCC - TRANSMISSORA CAMINHO DO CAFE S.A. | 1900-01-01 | R$ 51,0 mil |
| 05321987000160 | Empresa Norte de Transmissão de Energia S.A | 1900-01-01 | R$ 41,0 mil |
O projeto visa assegurar, no biênio 2026_2027, a manutenção física, operacional e programática do Museu de Ciências da Amazônia _ MuCA, em Belterra/PA, equipamento cultural interativo e dinâmico que integra promoção cultural, pesquisa científica e preservação da sociobiodiversidade. A programação prevê projetos de pesquisa, ações educativas, oficinas, palestras e iniciativas de democratização do acesso, com ênfase em inclusão e acessibilidade.
O Plano Bianual MuCA 2026–2027 dará continuidade às ações estruturantes desenvolvidas pelo Museu de Ciências da Amazônia, consolidando-o como espaço de referência na difusão científica, cultural e educativa da região.O projeto prevê a realização de pesquisas científicas e de educação patrimonial, a ampliação do programa de visitação escolar e comunitária, a realização de oficinas, palestras e exibições de filmes educativos, bem como a conclusão da equipagem da Casa 01 e do Alojamento para melhor acolhimento de delegações, artistas e pesquisadores.Além disso, o plano reafirma seu compromisso com a acessibilidade física e de conteúdo, por meio da capacitação da equipe de mediação e da adoção de recursos acessíveis em todos os produtos culturais.Projetos de Pesquisa e Educação (2026/2027)Os projetos de Pesquisa e Educação tem um horizonte temporal de, pelo menos, dois anos, uma vez que se propõe a ter atividades de troca de aprendizagens com comunidades e públicos variados do Museu, o que exige uma regularidade nas interações e tempo para resultados concretos. Todas as pesquisas descritas abaixo serão realizadas com a comunidade tradicional e acadêmica da região e seus resultados transformados em produtos ou atividades para compartilhamentocom o público de forma presencial e/ou virtual.1.Fomento a Bioeconomia por meio do Acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado (CTA). Em parceria com a Federação dasOrganizações e Comunidades Tradicionais da Floresta Nacional do Tapajós, pretende-se realizar um levantamento, registro e divulgação do CTA da Flona doTapajós identificando o potencial de negócios, principalmente para indústria de medicamentos e cosméticos de ponta, além das indústrias de diferentes ramosda engenharia e tecnologia com potencial de criar produtos diversos obtidos através da biomimética. Será realizado também a intermediação dos contatos entreas Comunidades Tradicionais e as Empresas (Acordos de Repartição de Benefícios) e participar do processo de desenvolvimento e da propriedade intelectualadvinda dos novos produtos, fomentando assim a bioeconomia.2.Coleção Natural. Esse projeto visa: Criar um ambiente de aprendizado interativo onde os visitantes possam conhecer e compreender a importância dos animaispeçonhentos na biodiversidade e na saúde pública; Facilitar estudos e pesquisas sobre os animais peçonhentos, incluindo seu comportamento, biologia, venenose envenenamentos; Contribuir para a rápida identificação dos causadores de acidentes por animais peçonhentos; Estabelecer um centro para pesquisa eprodução de soros antiofídicos específicos para a região, contribuindo para o tratamento de picadas de serpentes venenosas.3.Coleção Genética de Árvores e Madeiras. Esse projeto visa contribuir para a redução do comércio ilegal de madeira por meio do monitoramento eficaz dotransporte. Para isso, pretende-se coletar e preservar amostras genéticas de espécies de árvores para conservação da diversidade genética; Desenvolver e/ouimplantar um sistema de rastreamento de madeira por meio de QR codes para monitorar a origem legal das madeiras e; Facilitar pesquisas científicas e estudosgenéticos e de biodiversidade relacionados às árvores e madeiras da região.4.Escola MuCA Agroflorestal. Este projeto tem como objetivos: Contribuir com a conservação da biodiversidade; Recuperar áreas degradadas; Fomentar aprodução de bioinsumos para a bioeconomia e Fortalecer os mecanismos socioeconômicos de comunidades tradicionais, a partir de atividades contínuas deaprendizagem e fortalecimento produtivo da agricultura florestal em 3 comunidades da Flona do Tapajós e em Belterra.5.Monitoramento Fúngico. Este projeto tem como objetivo identificar espécies nativas de macrofungos em diferentes épocas do ano para estudar a integraçãodentro de sistemas agroflorestais e mapear seus potenciais de uso. Dentre os produtos planejados estão: Um guia dos macrofungos dos sistemas agroflorestaisque pode ser distribuído para os agricultores locais e outros públicos de interesse; Duas formação para monitores ambientais locais; Duas Oficinas para hóspedes,público visitante, escolas, com diferentes temáticas: diversidade de fungos, fungos alimentícios não convencionais (FANCs), fungos medicinais, fotografia demacrofungos, interconexão dos fungos com a agrofloresta, entre outras; Registros fotográficos dos macrofungos usados como referência para ilustraçõescientíficas; Um Guia - FANCs e/ou Guia de Fungos Macroscópicos da região; Um Fungário: coleção de fungos desidratados onde constam as informações sobre osespécimes e dados de coleta; Vídeos educativos sobre os Macrofungos da Floresta Nacional do Tapajós.6.Meliponicultura na Flona do Tapajós. Este projeto tem como objetivo fortalecer a produção de mel e outros produtos de abelhas nativas. Para isso pretende-se:Realizar um diagnóstico da meliponicultura das comunidades da Floresta Nacional do Tapajós;Identificar as espécies de abelhas sem ferrão nativas de potencialprodutivo e reprodutivo com interesse zootécnico na Flona do Tapajós; Incentivar a preservação das demais espécies para os serviços de polinização; Identificaras espécies vegetais nectaríferas, poliníferas e resiníferas e difundir para os meliponicultores e comunidade científica; Implantar um meliponário modelo;Realizar oficinas de aprendizagem sobre meliponicultura; Produzir materiais informativos sobre a importância das abelhas sem ferrão para segurança alimentarpara mídias sociais e visitantes.7.Sementes crioulas e Banco de Germoplasma de Variedades Tradicionais. Esse projeto visa identificar, nas comunidades da Floresta Nacional do Tapajós, árvoresmatrizes elites, coletar e conservar sementes para compor assim um banco de germoplasma ex situ, de modo a garantir a manutenção dessa espécies e apossibilidade de estabelecer programas futuros de domesticação e melhoramento genético. Para aquelas espécies cujas sementes não podem ser conservadas porlongos períodos, busca-se obter mudas para estabelecer coleções de campo.8.Pesquisa em Óleos Essenciais da Amazônia. Pretende-se com esse projeto realizar estudos avançados sobre óleos essenciais, visando descobrir novas aplicaçõese propriedades terapêuticas; Desenvolver processos de extração, purificação e análise de óleos essenciais de plantas diversas e; Promover a divulgação científicae educacional sobre os benefícios e usos dos óleos essenciais para a comunidade.9.Pesquisa em Plantas Medicinais. Através desse projeto pretende-se: Preservar, estudar e divulgar a biodiversidade de plantas medicinais; Desenvolver pesquisassobre as propriedades terapêuticas de plantas medicinais; Oferecer programas educacionais sobre o uso seguro e eficaz de plantas medicinais; Promover aconscientização sobre a importância da conservação de espécies vegetais medicinais; Contribuir para a conservação de espécies ameaçadas10.Cepas de Microalgas. Este projeto objetiva promover a educação e conscientização sobre a importância das microalgas na sustentabilidade ambiental e naeconomia. Para isso, pretende-se: Coletar, preservar e estudar cepas de microalgas, com ênfase em espécies regionais promissoras para pesquisa biotecnológicae aplicações industriais; Realizar estudos para entender o potencial das microalgas na produção de biocombustíveis, alimentos, produtos químicos e outros produtos de alto valor agregado; Desenvolver técnicas de cultivo e produção sustentável de microalgas; Realizar estudos sobre o potencial biotecnológico demicroalgas.11.Rosetta Amazônia. Este projeto tem como objetivo preservar o conhecimento indígena para as populações indígenas e em seus próprios termos, através dadocumentação do conhecimento e a cultura transmitidos oralmente na região amazônica e a criação de um aplicativo digital que permite que os usuáriosaprendam esses idiomas, hoje ameaçados. O aplicativo funciona como a famosa Rosetta Stone, ligando a fala de uma língua tradicional pouco conhecida a suarespectiva tradução em um idioma mais difundido, como o português, por exemplo. Os conhecimentos documentados são indexados com modelos de InteligênciaArtificial, protegidos por licenças específicas e armazenados em um sistema descentralizado usando a tecnologia Blockchain. O objetivo é desenvolver uma Provade Conceito (POC) com dados de dois idiomas selecionados na região tapajônica (Wai-wai e Nheengatu). O projeto piloto terá as características técnicas paraescalar para outros idiomas. Reforma e/ou abertura de edificaçõesConclusão da Equipagem e Manutenção das operações da Escola de Gastronomia e Restaurante. O objetivo deste espaço é oferecer um Centro Cultural Alimentar Tapajônico apartir da implantação e equipagem do imóvel Casa 01 da Vila Americana de Belterra.Equipagem e Manutenção das operações do Alojamento MuCA. Pretende-se concluir a equipagem e aquisição de utensílio para a operação do Alojamento, assim como subsidiar os custos necessários para a operação/manutenção da edificação.
OBJETIVO GERALGarantir, no biênio 2026_2027, a manutenção e o funcionamento do Museu de Ciências da Amazônia _ MuCA, consolidando-o como polo cultural e científico da região, promovendo a preservação e a divulgação do patrimônio científico, cultural e ambiental da Amazônia por meio de ações de pesquisa, educação e difusão cultural acessíveis às comunidades locais e visitantes. OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO PRINCIPAL _ PLANO ANUAL:· Garantir a operação contínua do MuCA, com contratação e manutenção de equipe técnica, administrativa e de apoio, durante 24 meses.· Realizar manutenção predial, aquisição de materiais e serviços para conservação, segurança e acessibilidade dos espaços.· Concluir a equipagem do MucA, da Casa 01 _ Escola de Gastronomia e do Alojamento, assegurando pleno funcionamento para atividades formativas, pesquisa.· Realizar manutenção, atualização e aquisição de materiais/insumos para conservação das áreas expográficas permanentes: Serpentário e Casa de Chás -Farmácia Viva.· Manter atualizado o site institucional e canais digitais, com pelo menos 24 atualizações de conteúdo ao longo do biênio.PRODUTO _ PESQUISA E EDUCAÇÃO:Executar 11 projetos permanentes de pesquisa e educação, integrando saberes tradicionais e ciência acadêmica:· Fomento à Bioeconomia por meio do Acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado (CTA)· Coleção Natural· Coleção Genética de Árvores e Madeiras· Escola MuCA Agroflorestal· Monitoramento Fúngico· Meliponicultura na Flona do Tapajós· Sementes Crioulas e Banco de Germoplasma de Variedades Tradicionais· Pesquisa em Óleos Essenciais da Amazônia· Pesquisa em Plantas Medicinais· Cepas de Microalgas· Rosetta AmazôniaPúblico total previsto: 11.000 PRODUTO _ OFICINAS, PALESTRAS E EXIBIÇÕES DE FILMES:· Realizar 12 oficinas, 16 palestras e 12 exibições de filmes, alinhadas à programação institucional.Público total previsto: 11.000 PRODUTO _ CONTRAPARTIDA SOCIAL (PROGRAMA DE VISITAÇÃO E LABORATÓRIO EXPERIMENTA):· Receber escolas da rede pública de ensino para visitação e participação no "Programa Laboratório Experimental", oferecendo laboratórios para experimentação científica e projetos educativos acompanhados por professores e mediadores.Público Previsto: 24 turmas por mês, com média de 46 alunos, durante 10 meses de cada ano. Público total previsto: 11.040
O Museu de Ciências da Amazônia _ MuCA, localizado em Belterra/PA, é uma instituição dedicada à preservação, pesquisa e difusão do patrimônio científico, cultural e ambiental da região do Baixo Tapajós, integrando saberes tradicionais e inovação para promover a bioeconomia, a educação e o desenvolvimento sustentável. Sua atuação está alinhada a 14 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e à política nacional de cultura, sendo reconhecido como um polo de referência na Amazônia para ciência, cultura e inovação.O MuCA utiliza o método da educação patrimonial para estimular o sentido de pertencimento da comunidade, disseminando e valorizando a cultura local, o legado histórico da Terra Preta e povos originais e o patrimônio natural e imaterial da região. Seus eixos prioritários incluem a educação ambiental, a economia verde e a pesquisa voltada à biodiversidade local.Sediado no antigo prédio do Hospital de Belterra, o Museu abriga exposições interativas, laboratórios para pesquisa básica, coleção zoológica e espaços para exibição de vídeos e realização de oficinas culturais. O alojamento anexo serve de base para pesquisadores e turistas interessados em conhecer as riquezas culturais e naturais desta parte da Amazônia. O MuCA é um equipamento interativo, tecnológico e dinâmico, com foco nas riquezas da Floresta Amazônica, especialmente da Floresta Nacional do Tapajós, área de preservação que se estende pelos municípios de Belterra, Aveiro, Placas e Rurópolis.Resultados e ampliaçãoO Museu de Ciências da Amazônia _ MuCA consolidou-se nos últimos anos como referência científica, educativa e cultural na região oeste do Pará. Sua atuação combina pesquisa, preservação do patrimônio ambiental e promoção do acesso democrático à ciência e à cultura. O Plano Bianual 2026_2027 dá continuidade a esse trabalho, garantindo a manutenção da sede, a realização de atividades educativas e a ampliação da infraestrutura para atendimento de visitantes.Entre os avanços do ciclo anterior (2024_2025), destacam-se a inauguração da Casa 01 _ Escola de Gastronomia e a utilização inicial do Alojamento, que ampliaram a capacidade de acolher delegações, pesquisadores e estudantes. Contudo, esses espaços ainda necessitam da conclusão de equipagem para alcançar pleno funcionamento, de modo a consolidar a infraestrutura necessária para as futuras programações científicas, educativas e culturais do MuCA.Importância cultural e socialO Plano Bianual do MuCA demanda recursos financeiros contínuos e de grande porte, necessários para a manutenção da estrutura museológica, execução de pesquisas científicas, manutenção e produção de exposições interativas e realização de ações educativas de larga escala. Tais recursos dificilmente poderiam ser viabilizados apenas por meios próprios ou repasses públicos diretos. A Lei de Incentivo à Cultura possibilita a mobilização de patrocínios e doações junto à iniciativa privada, garantindo a gratuidade e a acessibilidade das atividades, bem como a sustentabilidade de um equipamento cultural único na Amazônia.O MuCA cumpre papel singular na preservação e valorização do patrimônio cultural e natural da Amazônia, articulando ciência, saberes tradicionais e inovação. Suas ações fortalecem a identidade regional, estimulam a educação científica e ambiental e promovem o envolvimento direto das comunidades na construção e fruição cultural. Ao aproximar públicos diversos da ciência e da cultura amazônica, o projeto reforça o pluralismo cultural brasileiro e contribui para a formação de uma consciência cidadã voltada à preservação do patrimônio para as presentes e futuras gerações.Porque a Lei de Incentivo à Cultura?O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I _ "aos projetos que visem à exibição, utilização e circulação públicas de bens culturais e à realização de cursos de natureza artística ou cultural, desde que os respectivos projetos sejam aprovados na forma desta lei";Inciso II _ "aos projetos que visem à produção, difusão e preservação de bens culturais e à preservação do patrimônio histórico e artístico nacional, inclusive o natural e o arqueológico". Por sua natureza e abrangência, o projeto alcança diversos objetivos do Art. 3º da mesma Lei, destacando-se:Inciso I _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso II _ priorizar o produto cultural originário do País e que traduza a diversidade cultural brasileira;Inciso IV _ garantir o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional, apoiando e incentivando a valorização e a difusão das manifestações culturais;Inciso VII _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Inciso IX _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso X _ priorizar o produto cultural originário do País, traduzindo a diversidade cultural brasileira, com apoio à produção independente e regional.
Obsservação 1: o Sr. Luiz Felipe Moura, Vice-Preseidente da Proponente, acumulará as funções de Coordenador Geral do Muca e da Coordenação Administrativo-Financeira, sendo o o responsável pela gestão do processo decisório.Obsservação 2: todo o saldo dos recursos existentes na conta do projeto PRONAC 23 17323 - Plano Bianul Muca que se encerra em 31/12/2025, será destinado ao presente projeto.
Produto Principal – Plano Anual· Duração: 24 meses (atividades diárias).· Materiais: insumos de manutenção predial, mobiliário e equipamentos básicos.· Atividades: funcionamento contínuo da sede e anexos, manutenção estrutural e administrativa.Pesquisa e Educação· Duração: 24 meses, atividades regulares.· Materiais: equipamentos de laboratório, materiais de campo e pedagógicos.· Atividades: 11 projetos permanentes de pesquisa científica e educação.· Método: interdisciplinar, integrando ciência e saberes tradicionais, com participação de pesquisadores, estudantes e comunidades.Oficinas· Quantidade: 12 oficinas (aproximadamente 3 a 4h cada).· Materiais: insumos pedagógicos, recursos audiovisuais.· Atividades: oficinas práticas em ciência, cultura, gastronomia e saberes tradicionais.· Método: aprendizagem interativa e valorização do conhecimento local.Palestras· Quantidade: 16 palestras (1h30 a 2h).· Materiais: projetores, microfones, material de apoio.· Atividades: palestras temáticas com espaço para diálogo.· Método: abordagem expositivo-dialogada, voltada a professores, estudantes e comunidades.Exibições de Filmes· Quantidade: 12 sessões (aproximadamente 1h30 cada).· Materiais: projetor, tela, som, legendagem.· Atividades: exibição seguida de roda de conversa.· Método: debate crítico sobre o conteúdo exibido.Contrapartida Social – Programa de Visitação e Laboratório Experimental· Duração: 24 meses, 24 turmas/mês.· Materiais: ônibus, materiais pedagógicos e de acessibilidade.· Atividades: transporte gratuito, visitas guiadas e atividades pedagógicas.· Método: aprendizagem experiencial em ciência e meio ambiente, com inclusão de estudantes indígenas, quilombolas e da rede pública.
O MuCA tem como premissa a democratização do acesso à cultura e à ciência, assegurando condições adequadas para públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O Museu já dispõe de recursos arquitetônicos básicos (rampas, banheiros adaptados e sinalização tátil).No ciclo 2026–2027, a meta é consolidar e ampliar tanto a acessibilidade física quanto a de conteúdo, garantindo que todas as atividades – oficinas, palestras, pesquisas e visitas escolares – estejam estruturadas de forma inclusiva.1. ACESSIBILIDADE FÍSICAManutenção das estruturas já existentes (rampas, sinalização, banheiros adaptados).Revisão de fluxos de circulação em exposições para garantir autonomia de visitantes com mobilidade reduzida.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOMediação cultural adaptada a diferentes públicos, com linguagem clara e acessível.Intérprete de Libras em oficinas, palestras e exibições organizadas pelo MuCA.Materiais pedagógicos e de divulgação em formatos acessíveis (legendas, audiodescrição progressiva e português claro). 3. DETALHAMENTO POR PRODUTOPRODUTO PRINCIPAL – PLANO ANUALGarantia da manutenção física acessível em todo o Museu.Implementação de recursos digitais acessíveis no site e redes sociais. PRODUTO – PESQUISA E EDUCAÇÃOLinguagem clara em relatórios e apresentações.Apoio de intérprete de Libras em atividades pedagógicas. PRODUTO – OFICINAS, PALESTRAS E EXIBIÇÕES DE FILMESIntérprete de Libras garantido nas ações organizadas pelo MuCA.Materiais audiovisuais com legendas e linguagem acessível. PRODUTO – CONTRAPARTIDA SOCIAL (PROGRAMA DE VISITAÇÃO E LABORATÓRIO EXPERIMENTAL)Planejamento de visitas adaptadas para turmas com alunos com deficiência.Monitoria especializada em Libras e apoio pedagógico em linguagem acessível.
O Plano Bianual do MuCA 2026–2027 assegura a gratuidade integral de todas as suas ações culturais e educativas. Além da gratuidade, o projeto investe em estratégias de AMPLIAÇÃO DO ACESSO adotada para o projeto - Instrução Normativa nº 23 de 05/02/25, Art. 47- como:“III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras eaudiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;”DEMOCRATIZAÇÃO POR PRODUTOPRODUTO PRINCIPAL – PLANO ANUAL· Gratuidade integral para o público em todas as atividades.· Divulgação ampla e gratuita por meios digitais e institucionais.PRODUTO – PESQUISA E EDUCAÇÃO· Gratuidade em todos os programas de pesquisa e oficinas educativas.· Inclusão de estudantes de escolas públicas, jovens da região e comunidades tradicionais nos processos de formação e pesquisa.· Integração dos saberes de povos indígenas, agricultores familiares e guardiões de sementes crioulas, democratizando o acesso ao conhecimento científico.PRODUTO – OFICINAS, PALESTRAS E EXIBIÇÕES DE FILMES· Ações gratuitas com vagas abertas para a comunidade em geral. · Incentivo à participação de palestrantes e facilitadores oriundos da própria região, fortalecendo a representatividade local.PRODUTO – CONTRAPARTIDA SOCIAL (PROGRAMA DE VISITAÇÃO E LABORATÓRIO EXPERIMENTAL)· Transporte gratuito assegurado pelo projeto para turmas de escolas públicas.· Fortalecimento do vínculo entre o MuCA e a rede de ensino, ampliando o alcance da educação científica e cultural gratuita.
COORDENADOR GERAL - Luiz Felipe Moura (Vice-Presidente da Proponente) | Cineasta, editor e produtor cultural formado em Comunicação Social pela FIAM, com mais de 40 publicações em livros e 20 filmes (documentários, animação 3D e ficção) ligados ao patrimônio cultural brasileiro. Vencedor do Prêmio Jabuti (50ª edição) e do Prêmio Ibero-Americano Comkids. Coordenador do comitê gestor de implantação do MuCA, com participação do BNDES, Governo do Pará, Instituto Butantan e Ama Brasil. Há 18 anos coordena projetos do Instituto Butantan e da Ama Brasil na Amazônia nas áreas de Educação, Entretenimento e Cultura.ASSISTENTE DE COORDENADOR GERAL - Yumna Ghani | Bacharel em Gestão de Políticas Públicas e mestranda em Mudança Social e Participação Política (USP). Atua há mais de dez anos em OSCs com elaboração, implementação e avaliação de projetos socioambientais, com foco em sistemas agroflorestais.MUSEOLOGIA | CONSULTORESMARILÚCIA BOTTALLO | Museóloga, doutora em Ciências da Informação e mestre em Artes (ECA/USP). Diretora Técnica do Instituto de Arte Contemporânea, coordena a pós-graduação em Museologia, Curadoria e Colecionismo do Centro Universitário Belas Artes. Membro da diretoria do ICOM/BR e docente em disciplinas de arte, gestão de coleções e patrimônio.LUCIANA NEMES | Graduada em Educação Artística e pós-graduada em Museologia (MAE/USP). Atuou na criação do Museu da História de SP, Museu do Holocausto (Curitiba) e exposição internacional “Caravaggio e seus Seguidores”. Foi coordenadora do Museu da Energia de SP e atualmente coordena produção de exposições no MAM/SP.BRUNO VALSANI – Bacharel em Gestão de Políticas Públicas (USP), com experiência em projetos de interesse público nas esferas pública e privada. Ex-servidor da Prefeitura de SP, hoje atua em relações institucionais governamentais na MRS Logística S/A.COORDENADORES/PESQUISADORESROSA MOURÃO (Pesquisadora coordenadora botânica) | Bióloga, mestre em Bioquímica Vegetal (UFC) e doutora em Ciências Biológicas (UFPE). Professora da UFOPA, coordena o Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental, com foco em plantas medicinais, óleos essenciais e animais peçonhentos.MIGUEL GUERRA (Pesquisador coordenador do banco natural e banco de sementes) | Agrônomo, mestre em Fitotecnia (UFRGS), doutor em Botânica (USP) e pós-doutor em Biotecnologia de Plantas (Univ. da Califórnia). Professor de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais (UFSC), especialista em conservação, caracterização e uso sustentável da biodiversidade.DANIEL PENTEADO (Coordenador do projeto de CTA) | Biólogo (UFSCar), mestre em Recursos Genéticos Vegetais (UFSC). Foi analista ambiental e diretor do ICMBio, atuando também no IBAMA e Ministério do Meio Ambiente. Liderou programas de apoio ao extrativismo e criação de Reservas Extrativistas no oeste do Pará.MARCELO PEREIRA (Pesquisador coordenador da Escola MuCA Agroflorestal) | Bioconstrutor e agroflorestor com experiência no Brasil e no exterior. Atuou como instrutor no Instituto de Tecnologias Intuitivas e Bioarquitetura, participou de projetos em terras indígenas Xavantes e fundou a Micorriza Amazônia, dedicada à agrofloresta e recuperação de áreas degradadas.LARISSA TRIERVEILER PEREIRA (Pesquisadora para o monitoramento fúngico) | Bióloga especialista em cogumelos, com 18 anos de experiência. Mestre, doutora e pós-doc em micologia, é pesquisadora colaboradora da UFSCar e autora de mais de 50 artigos e um livro sobre espécies comestíveis.HIPÓCRATES CHALKIDS (Pesquisador Coordenador da Coleção Natural) | Mestre em Biociências (PUC/RS) e graduado em Ciências Biológicas (FIT). Professor titular da Unama, gestor do Laboratório de Pesquisas Zoológicas e curador de coleções científicas. Foi coordenador de cursos de graduação e é professor substituto na UEPA.OLIVALDI ALVES BORGES AZEVEDO (Pesquisa em rastreamento de madeira) | Mestre em Conservação da Fauna (UFSCar). Ex-Secretário de Áreas Protegidas e ex-Diretor de Proteção Ambiental do Ibama. Tenente Coronel da Polícia Militar Ambiental de SP, professor de Direito Ambiental (Unirp).ADCLÉIA PIRES (pesquisadora em Meliponicultura) | Pedagoga e bacharel em Ciências Agrárias e Zootecnia. Mestre em Ciências Ambientais (UFPA) e doutoranda em Biotecnologia e Biodiversidade. Atua em pesquisa e extensão em meliponicultura, apoiando comunidades ribeirinhas.CURADORESRENATA FRANCHINI| Produtora cultural com mais de 20 anos de experiência em captação e gestão de projetos ligados à cultura e comunicação. Fundadora da Pitanga Cultural, atuou na gestão artística de Margareth Menezes e como gerente do projeto Globo Experience, da TV Globo. Premiada pela revista IstoÉ com “Os 50 Projetos do Bem”, recebeu dois Prêmios da Música Brasileira e cinco indicações ao Latin Grammy como produtora executiva.HIPÓCRATES CHALKIDS (Pesquisador Coordenador da Coleção Natural) | Mestre em Biociências (PUC/RS) e graduado em Ciências Biológicas (FIT). Professor titular da Unama, gestor do Laboratório de Pesquisas Zoológicas e curador de coleções científicas. Foi coordenador de cursos de graduação e é professor substituto na UEPA.ELAINE OLIVEIRA| Professora Associada da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), doutora em Ciências Agrárias com ênfase em Biotecnologia Vegetal pela UFRA. Desenvolve pesquisas em óleos vegetais e biotecnologia de produtos naturais da Amazônia. Foi diretora do Instituto de Biodiversidade e Florestas (2014–2018) e atualmente coordena o Laboratório de Biotecnologia de Plantas Medicinais e o Curso de Biotecnologia da UFOPA. EDIFICAÇÕESSAULO JENNINGS (Coordenador Escola Gastronômica) | Chef paraense, criador da plataforma Cozinha Tapajós, dedicada à valorização da culinária regional e apoio a comunidades amazônicas. Vencedor do Prêmio Prazeres da Mesa (2018 e 2019). Atuou em restaurantes renomados como Tordesilhas e Maní, além de liderar projetos sociais na comunidade São Francisco do Carapanari.ADMINISTRATIVOCOORDENADOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO - Luiz Felipe Moura (Vice-Presidente da Proponente) | | Cineasta, editor e produtor cultural formado em Comunicação Social pela FIAM, com mais de 40 publicações em livros e 20 filmes (documentários, animação 3D e ficção) ligados ao patrimônio cultural brasileiro. Vencedor do Prêmio Jabuti (50ª edição) e do Prêmio Ibero-Americano Comkids. Coordenador do comitê gestor de implantação do MuCA, com participação do BNDES, Governo do Pará, Instituto Butantan e Ama Brasil. Há 18 anos coordena projetos do Instituto Butantan e da Ama Brasil na Amazônia nas áreas de Educação, Entretenimento e Cultura.VALDIRENE APARECIDA BARREIRO – Função no projeto: Assistente-Financeiro| Economista (Mackenzie) e especialista em Administração Contábil e Financeira (FAAP). Experiência em controles internos, fluxo de caixa, planejamento orçamentário, tesouraria e captação de recursos. Atuou como gerente administrativa e financeira em empresas como Salus Editora Cultural, Bicho da Seda e Appraisal Avaliações. DOMINIQUE R. DE CARVALHO ROCHA – Função no projeto: Assistente Administrativo| Administradora de empresas (Unisa/SP), com experiência em gestão de projetos culturais aprovados pela Lei Rouanet e Ancine, incluindo exposições (“Mulheres do Brasil”, “O Nascimento de Uma Estrela – Pelé”), filmes e publicações editoriais como “As Moedas Contam a História do Brasil” e “Marc Ferrez – Santos Panorâmico”. A DEFINIR - Função no projeto: Auxiliar Administrativo
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$782.769,46 em 06/02/2026.