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O projeto propõe a realização de um curso de audiovisual em 5 comunidades quilombolas do Tocantins, voltado a jovens de 15 a 29 anos. Através do uso de celulares e equipamentos de baixo custo como meio de gravação, serão ministradas aulas sobre história do cinema, técnicas de captação de imagem e áudio, edição de vídeo, uso de luz e elaboração de roteiros. Os participantes de cada comunidade produzirão 3 curtas-metragens com base em três eixos dentro da temática de Educação Patrimonial do IPHAN: (1) Identificação, Reconhecimento e Proteção do Patrimônio Cultural Brasileiro; (2) Promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro e sua Diversidade; (3) Educação e Sensibilização para a Preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Dentre todos os vídeos, serão escolhidos um de cada comunidade para integrar a Mostra de Cinema Quilombola, que será exibido em todas as localidades que participaram do projeto. Ao final, todos os vídeos serão divulgados no Youtube e disponibilizados de forma gratuita.
O projeto "Quilombo em Movimento" propõe a realização de um ciclo de oficinas de formação audiovisual em cinco comunidades quilombolas do Tocantins, resultando na criação de 15 curta-metragens com temática central na Educação Patrimonial. Todos os produtos terão Classificação Livre, com conteúdo educativo voltado para o fortalecimento da identidade cultural quilombola e a valorização dos patrimônios culturais materiais e imateriais. Produtos e Sinopses: Curso de Audiovisual: Em cada comunidade será realizado o curso de audiovisual. Serão produzidos 15 curtas-metragens, sendo 3 em cada comunidade. Os professores e produtores ficarão na cidade durante 1 semana trabalhando todos os conteúdos do curso e auxiliando nas gravações dos vídeos. Produção de Curtas-metragens (15 obras audiovisuais): Cada comunidade participante produzirá três curtas-metragens, resultando em um total de 15 obras. Os curtas abordarão, de maneira criativa e documental, os seguintes eixos temáticos definidos pelo IPHAN: a) Identificação, Reconhecimento e Proteção do Patrimônio Cultural Brasileiro;b) Promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro e sua Diversidade;c) Educação e Sensibilização para a Preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. As obras refletirão a visão dos jovens quilombolas sobre seus territórios, tradições, memórias e práticas culturais. Mostra Quilombola de Cinema: Exibição pública dos 5 curtas-metragens selecionados (um de cada comunidade) em sessões gratuitas realizadas nas próprias comunidades participantes. A mostra promoverá a circulação das produções audiovisuais, valorizando o olhar autoral dos jovens e incentivando o debate sobre a importância da preservação cultural. Publicação Online dos Curtas (YouTube): Todos os 15 curtas-metragens produzidos serão disponibilizados gratuitamente em canal próprio no YouTube, organizados em playlists temáticas por comunidade e por eixo de Educação Patrimonial, garantindo o acesso público e a democratização do conteúdo.
Objetivo Geral Promover o protagonismo cultural de jovens quilombolas do Tocantins por meio da produção audiovisual, fortalecendo sua identidade e memória coletiva e estimulando a valorização e a preservação do patrimônio cultural brasileiro. Objetivos Específicos 1. Realizar o curso de audiovisual em 5 comunidades quilombolas do Tocantins, atendendo 30 jovens por comunidade (150 participantes no total), utilizando celulares e equipamentos de baixo custo. 2. Oferecer 30 horas de formação em cada comunidade, distribuídas em módulos de história do cinema, técnicas de captação de imagem e áudio, uso de luz, elaboração de roteiros e edição de vídeo. 3. Produzir 15 curta-metragens (3 por comunidade) com os participantes, abordando os três eixos da Educação Patrimonial do IPHAN: a. Identificação, Reconhecimento e Proteção; b. Promoção e Diversidade; c. Educação e Sensibilização para a Preservação do Patrimônio. 4. Organizar a Mostra Quilombola de Cinema, selecionando 5 filmes (1 por comunidade) e promovendo uma sessão em cada comunidade, alcançando pelo menos 100 espectadores em cada sessão. 5. Divulgar o acervo completo de 15 vídeos na plataforma YouTube, assegurando acesso gratuito e atingindo ao menos 1.000 visualizações totais no prazo de três meses após a conclusão do projeto. 6. Documentar e avaliar o impacto do curso por meio de questionários de satisfação, entrevistas em vídeo e relatórios qualitativos, comprovando o alcance de metas e aprendizados para prestação de contas junto ao patrocinador. 7. Estabelecer parcerias locais com escolas, associações de comunidade e órgãos de cultura, garantindo apoio logístico e mobilização de pelo menos 10 lideranças comunitárias por quilombo. Capacitar um grupo de pessoas, sendo um produtor local e dois assistentes de produção, para apoiar a execução prática das oficinas e garantir a continuidade das atividades após o término do projeto.
A execução do projeto "Quilombo em Movimento" por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais demonstra-se fundamental para viabilizar a formação audiovisual de jovens quilombolas e fortalecer sua relação com o patrimônio cultural. A Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) oferece o ambiente legal e os benefícios fiscais necessários para captar recursos junto a empresas, ampliando o impacto social e cultural do projeto sem onerar o orçamento público. Enquadramento legal (Art. 1º, incisos) · Inciso I (Promoção do acesso e fruição cultural): o projeto democratiza o acesso à formação em audiovisual em territórios historicamente marginalizados, levando conhecimentos técnicos e práticas de cinema diretamente às comunidades quilombolas. · Inciso II (Estímulo à produção e difusão das expressões culturais locais): ao capacitar jovens quilombolas na produção de curta-metragens, fomenta-se a emergência de narrativas autênticas e a circulação dessas obras nas Mostras Quilombolas e no YouTube. · Inciso IV (Proteção do patrimônio cultural): ao trabalhar os três eixos da Educação Patrimonial do IPHAN, o projeto contribui diretamente para a identificação, valorização e preservação de saberes, memórias e bens culturais das comunidades. Objetivos alcançados (Art. 3º) · Democratizar o acesso à cultura: proporcionando formação audiovisual a 150 jovens quilombolas, rompendo barreiras geográficas e socioeconômicas. · Estimular a produção cultural: por meio da criação de 15 curta-metragens e da Mostra Quilombola de Cinema, gerando novos produtores, roteiristas e curadores. · Valorizar o patrimônio cultural brasileiro: articulando conteúdos técnicos de cinema com a temática patrimonial, sensibilizando tanto participantes quanto público nas exibições locais. · Promover a diversidade cultural: ao espalhar pelas cinco comunidades imagens e histórias próprias, respeitando singularidades e fortalecendo o diálogo inter-regional. · O uso do mecanismo de incentivo assegura não apenas a sustentabilidade financeira do projeto, mas também o cumprimento dos objetivos estratégicos da Lei Rouanet: fomentar a cultura como instrumento de inclusão social, fomentar a economia criativa em áreas periféricas e garantir a gestão democrática e participativa dos processos culturais. Para a realização das ações do projeto, foram selecionadas comunidades e localidades de alta relevância histórica, cultural e social para a cultura quilombola e afro-brasileira no estado do Tocantins. Cada uma foi escolhida por sua importância na preservação de tradições, fortalecimento identitário e participação ativa na luta por direitos coletivos: 1. Quilombo Barra do Aroeira (Santa Tereza do Tocantins): O Quilombo Barra do Aroeira, cuja origem remonta a 1871, mantém vivas tradições como a Dança do Lenço, maculelê e o samba do côco, além de práticas de parteiras e benzedeiras. Com a conquista recente do título definitivo de suas terras, a comunidade representa um símbolo de resistência histórica e cultural. Sua escolha se justifica pela vitalidade de suas práticas culturais e pelo seu protagonismo na defesa da identidade quilombola no Tocantins. 2. Quilombo Urbano de Chapada da Natividade (Chapada da Natividade): Reconhecido desde 2006, o Quilombo Urbano de Chapada da Natividade preserva a tradicional dança da suça e importantes patrimônios históricos como as igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e de Santana. A forte organização comunitária e a intensa promoção da cultura afro-brasileira justificam sua inclusão no projeto como espaço de referência da resistência urbana quilombola. 3. Quilombo Cocalinho (Santa Fé do Araguaia): Formado a partir de migrações nas décadas de 1950 e 1960, o Quilombo Cocalinho mantém tradições como o lindô e o pagode, fundamentais para sua identidade cultural. A forte atuação de sua associação comunitária e os esforços contínuos para preservar a memória coletiva reforçam a importância de incluir essa comunidade nas ações formativas e de fortalecimento cultural do projeto. 4. Quilombos Redenção, Jacuba e Brejão Santa Maria (Município de Natividade): Com origem no século XVIII, Natividade é berço de importantes tradições afro-brasileiras e abriga quilombos como Redenção, Jacuba e Brejão Santa Maria. A cidade é reconhecida nacionalmente pelo patrimônio histórico e pela Romaria do Senhor do Bonfim. Sua escolha se justifica pela riqueza de manifestações culturais afrodescendentes e pela força histórica de suas comunidades quilombolas. 5. Quilombos Mata Grande, Taboca e Boqueirão do Areinha (Município de Monte do Carmo): Fundado no século XVIII, Monte do Carmo é um dos principais guardiões das tradições religiosas e culturais afro-brasileiras do Tocantins, com destaque para as Folias do Divino Espírito Santo. O município, que abriga comunidades quilombolas tradicionais, foi escolhido por seu relevante papel na preservação de rituais de fé e cultura afro-brasileira. A cidade abriga 3 quilombos, sendo: Quilombo Mata Grande, Quilombo Taboca e Quilombo Boqueirão do Areinha. A escolha da audiovisual como principal linguagem do projeto está diretamente ligada ao potencial que essa ferramenta tem de promover o registro, a valorização e a difusão das culturas tradicionais de forma acessível e dinâmica. Em comunidades quilombolas, onde os saberes, práticas e memórias são transmitidos majoritariamente de forma oral e vivencial, o uso do audiovisual permite registrar essas expressões de maneira sensível, respeitosa e fiel, contribuindo para a preservação de patrimônios imateriais e para a construção de narrativas a partir do próprio olhar das comunidades. Além disso, o audiovisual é uma linguagem universal que dialoga com as juventudes de forma contemporânea, despertando o interesse e fortalecendo os processos de pertencimento e identidade cultural. Ao capacitar jovens quilombolas na produção de registros audiovisuais utilizando ferramentas acessíveis, como o celular, o projeto estimula o protagonismo e amplia as possibilidades de expressão dessas juventudes, promovendo também o fortalecimento das redes de comunicação comunitária. A escolha da Educação Patrimonial como temática norteadora reforça a importância de reconhecer, valorizar e preservar os bens culturais materiais e imateriais que formam a base da identidade quilombola. Trabalhar a Educação Patrimonial em articulação com o audiovisual possibilita uma abordagem crítica e afetiva do patrimônio cultural, estimulando nos jovens uma consciência ampliada sobre o significado de seus territórios, suas tradições, sua história e sua luta por direitos. A integração entre audiovisual e Educação Patrimonial permite que os jovens se tornem agentes ativos de salvaguarda de seus patrimônios, ressignificando seus saberes ancestrais à luz das tecnologias contemporâneas. Dessa forma, o projeto contribui não apenas para a preservação cultural, mas também para o fortalecimento das autonomias comunitárias e para a construção de novas narrativas sobre as culturas quilombolas tocantinenses, feitas pelas próprias comunidades.
O projeto Quilombo em Movimento parte de uma escuta atenta e de um vínculo direto com as comunidades envolvidas. Todas as localidades participantes foram previamente consultadas e manifestaram não apenas interesse, mas entusiasmo com a proposta, reconhecendo nela uma oportunidade concreta de fortalecer o protagonismo da juventude quilombola e preservar a memória coletiva de seus territórios. A atuação da Associação de Arte Ninho Cultural junto a essas comunidades é contínua, construída com base no respeito, confiança mútua e compromisso com a cultura popular. Além disso, o projeto se insere em um momento de renovação das políticas públicas de cultura no país, alinhando-se a pautas estruturantes como o direito à memória, o fortalecimento das culturas afro-brasileiras, o acesso à comunicação e à tecnologia como ferramentas de inclusão social, e a democratização do audiovisual como linguagem acessível e potente para a juventude. Outro aspecto relevante é a metodologia adotada. A proposta combina elementos de formação técnica, produção coletiva, curadoria participativa e difusão em múltiplas plataformas (presenciais e digitais), criando um ciclo completo de aprendizagem, criação e compartilhamento de saberes. A escolha pelo uso de celulares como ferramenta principal de produção audiovisual valoriza a autonomia dos participantes e amplia a possibilidade de continuidade das práticas após o término do projeto. O Quilombo em Movimento também se destaca por seu cuidado com a acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, garantindo que pessoas com deficiência — especialmente surdos e pessoas com baixa visão — possam participar plenamente das atividades, consumir os conteúdos e se reconhecer nas linguagens utilizadas. A presença de um Diretor de Acessibilidade (PCD) na equipe, bem como a preocupação com legendas, Libras e audiodescrição, reforçam esse compromisso. Do ponto de vista institucional, a Associação de Arte Ninho Cultural já executou diversos projetos com recursos públicos, cumprindo prazos, metas e normas de prestação de contas, o que atesta sua capacidade técnica e gerencial. O projeto conta ainda com uma equipe altamente qualificada, com trajetória consolidada em áreas como produção cultural, audiovisual, educação, acessibilidade e articulação comunitária. Por fim, o projeto gera resultados mensuráveis e de alto impacto: 15 curtas-metragens produzidos por jovens quilombolas, circulação em 5 mostras presenciais, milhares de visualizações em ambiente digital, material gratuito e fortalecimento de redes comunitárias. Trata-se de uma proposta que une inovação, tradição, responsabilidade social e sustentabilidade cultural.
1. Curso de Audiovisual Duração: 30 horasFormato: PresencialPúblico: jovens quilombolas entre 15 e 29 anosAcessibilidade: teremos acessibilidade física e libras quando necessárioProjeto pedagógico: As aulas serão dividas da seguinte forma: Segunda a quarta-feira: aulas sobre História do Cinema e Técnicas de Captação de Imagem e Áudio, com práticas de gravação in loco (enquadramento, captação de som e luz). Quinta e sexta-feira: oficinas de uso de luz em gravações e oficinas de Roteirização, alinhadas aos eixos temáticos do IPHAN, com gravação de diálogos e cenas-chave. Sábado: oficina “Pensando a acessibilidade do começo ao fim em uma produção audiovisual”, conduzida pelo Diretor de Acessibilidade, e gravação das cenas principais. Domingo: aula prática de Edição de Vídeo, gravação de cenas finais, coleta de depoimentos e tomadas complementares. 2. Curta-metragens (15 obras audiovisuais) Duração: Cada vídeo terá entre 12 e 20 minutos.Formato: Vídeo digital, resolução Full HD (1920x1080).Captação: Realizada com celulares de alta definição e equipamentos de baixo custo (microfones lapela, iluminação portátil).Edição: Softwares de edição profissional ou livre (como Adobe Premiere, DaVinci Resolve ou CapCut).Acessibilidade:Todos os vídeos terão legendas.Os 5 vídeos selecionados para a Mostra terão interpretação em Libras.Classificação Indicativa: Livre.Projeto pedagógico: Os roteiros serão elaborados pelos próprios jovens participantes, guiados pelos professores durante as oficinas, com base nos três eixos de Educação Patrimonial definidos pelo IPHAN. 3. Mostra Quilombola de Cinema Formato: Exibições públicas presenciais em 5 comunidades quilombolas.Duração de cada sessão: Aproximadamente 90 minutos (incluindo exibição dos curtas + roda de conversa).Infraestrutura: Projetor de imagem, caixa de som amplificada e tela ou parede adaptada.Acessibilidade: Interpretação em Libras nas apresentações e para os filmes selecionados.Projeto pedagógico: Estimular o debate comunitário sobre memória, identidade e preservação cultural a partir dos filmes produzidos pelos jovens. 4. Publicação Online dos Curtas (YouTube) Formato: Canal exclusivo do projeto no YouTube, com criação de playlists organizadas por comunidade e eixo temático (Identificação, Promoção e Sensibilização).Acessibilidade: Legendas em todos os vídeos; interpretação em Libras nos vídeos da Mostra.Projeto pedagógico: Democratizar o acesso aos conteúdos produzidos e dar visibilidade nacional e internacional às culturas quilombolas do Tocantins.
Para garantir que o projeto seja efetivamente inclusivo, adotaremos medidas de acessibilidade física e de conteúdo em todas as etapas do curso e da Mostra Quilombola de Cinema. 1. Acessibilidade Física - Buscaremos locais de realização das oficinas e das sessões da Mostra de Cinema Quilombola que já disponham de: · Rampas de acesso em todas as entradas. · Banheiros adaptados com barras de apoio e espaço para cadeirantes. · Guias táteis conectando as áreas de circulação, sala de aula/exibição e sanitários. 2. Contratação de um Diretor de Acessibilidade (PCD) e um Tradutor de Libras · Contratação de um Diretor de Acessibilidade com deficiência auditiva, responsável por supervisionar a implementação de todas as ações de inclusão ao longo do projeto, além de um tradutor em Libras para facilitar a comunicação com a equipe. · O diretor de Acessibilidade ministrará uma aula especial sobre “Pensando a acessibilidade do começo ao fim em uma produção audiovisual”, compartilhando práticas e tecnologias para criar conteúdo plenamente inclusivo. 3. Acessibilidade de Conteúdo Legenda em Libras · Para os 5 vídeos selecionados na Mostra Quilombola de Cinema: legenda em Libras integrada. · Para todos os demais vídeos didáticos e de divulgação: legenda escrita. 4. Material de Divulgação Acessível - Produção de posts e teasers com: · Tradução em Libras (vídeos em Libras sobre o projeto). · Legenda textualmente precisa. · Descrições textuais detalhadas para plataformas (descrição de imagem e descrição de vídeo nos posts). Com essas ações, asseguramos que tanto a experiência presencial quanto o conteúdo audiovisual sejam acessíveis a jovens quilombolas com diferentes necessidades, promovendo inclusão plena e protagonismo cultural.
Para assegurar amplo alcance e participação, adotaremos as seguintes estratégias de distribuição e acesso aos produtos do “Quilombo em Movimento”: 1. Exibições Gratuitas: Todas as sessões da Mostra Quilombola de Cinema serão gratuitas, sem cobrança de ingresso, garantindo acesso livre a qualquer interessado nas cinco comunidades participantes. As exibições ocorrerão em espaços comunitários já acessíveis (centros culturais, auditórios de escolas, associações de moradores). 2. Transmissão Online: Os cinco vídeos selecionados para a Mostra serão lançados via plataforma de streaming (YouTube), com link aberto e divulgação prévia em redes sociais e nas comunidades. Serão realizados lançamentos individuais de cada um dos cinco vídeos selecionados. 3. Todo o acervo de 15 vídeos será publicado no canal do projeto no YouTube, com acesso gratuito e permanente. Playlists organizadas por tema e comunidade facilitarão a navegação e a descoberta dos conteúdos. 4. Parcerias Educacionais: Firmaremos acordo com secretarias de educação municipais para exibir os curtas em escolas públicas, ampliando o alcance às turmas de ensino médio e formando plateias jovens. Essas ações de democratização garantem que os produtos culturais do projeto não apenas circulem dentro das comunidades quilombolas, mas também alcancem plateias diversas, fomentando aprendizagens e sensibilização muito além dos 150 participantes diretos
· Coordenação Geral: Associação de Arte Ninho Cultural - entidade proponente, sob a liderança de seu presidente Osmar Siqueira e demais dirigentes. A associação atua na escrita, execução e prestação de contas de projetos culturais em parceria com grupos tradicionais do Tocantins, com foco na pesquisa, registro e difusão de culturas afro-brasileiras, indígenas e quilombolas. O trabalho da coordenação é voluntário, e os recursos destinados à instituição serão voltados à sua manutenção e funcionamento. · Produção Executiva: Liu Moreira - bailarina, coreógrafa, arte-educadora, mestre e doutora em Artes Cênicas (UnB), com experiência em grandes produções culturais nacionais como a Cia Deborah Colker e o grupo O Teatro Mágico. Liu é também vice-presidente da Ninho Cultural. · Assistente de Produção: Osmar Siqueira - produtor atuante em projetos locais e nacionais nas áreas da dança, música, teatro, exposições e fotografia. Já foi contemplado em diversos editais, como Funarte, Palco Giratório Sesc, Lei Aldir Blanc e Lei Paulo Gustavo. · Direção Pedagógica: Diego Brito - músico, educador musical e mestre em Artes pela UFT. Atua no Tocantins desde 2006, desenvolvendo projetos voltados à cultura tradicional e à musicalidade popular, com ampla produção de materiais audiovisuais ligados ao patrimônio cultural. · Diretor de Acessibilidade: Paulo César - poeta e professor surdo com atuação nacional na cena da cultura surda e acessibilidade cultural. Desenvolve atualmente o projeto “SLAM em Libras” no Tocantins, voltado à poesia sinalizada. · Intérprete de Libras: Luan Crispim - artista da cena cultural de Palmas, com quase 10 anos de atuação em tradução de conteúdos artísticos e acadêmicos. É também estudante de Teatro pela Universidade Federal do Tocantins. · Cada uma das cinco comunidades contará com 1 Produtor Local, atuando na articulação comunitária e na execução das ações: o Érica Lopes (Barra do Aroeira): jovem quilombola, violeira e ativista LGBTQIAPN+, vice-presidente da associação comunitária local e atuante em movimentos de juventude negra. o Thayssa Amanda (Chapada da Natividade): jovem quilombola, estudante da UFT, coordenadora de grupo de Suça e representante estadual em conferências de cultura. o Maria das Graças (Cocalinho): mestra da tradição do Lindô e ex-presidente da associação quilombola, com atuação em projetos de salvaguarda cultural. o Verônica Tavares (Natividade): professora de geografia, coordenadora do grupo de Suça Tia Benvinda e promotora de turismo de experiência cultural na cidade. o Rosa Amélia (Monte do Carmo): geógrafa, ex-secretária municipal de Cultura e presidente da Associação dos Foliões, com experiência em projetos de valorização das tradições locais. · Serão contratados 10 Monitores, selecionados nas comunidades participantes, priorizando mulheres negras e pessoas LGBTQIAPN+. Cada comunidade contará com dois monitores para apoio nas oficinas e na produção dos curtas. · Professores - será composta por profissionais com experiência prática e técnica no audiovisual: o Victoria Pesan: cinegrafista, diretora de fotografia, editora de vídeos, com 7 anos de atuação no audiovisual tocantinense. o Rafael Naufel: formado em Cinema, é artista com obras exibidas em diversos países e destaque na criação de animações e vídeos experimentais. Atua também como educador em projetos sociais e artísticos no Norte do país. · Edição Final: Iury Grooveman - produtor musical e técnico de som direto com experiência em criação de trilhas, gravação de foley, edição, mixagem e masterização. Atua no Tocantins desde 2016 em projetos audiovisuais. · Assessoria de Comunicação e Clipagem: Cinthia Abreu - jornalista, atriz e produtora cultural com mais de 20 anos de atuação no Tocantins. É assessora de comunicação da Defensoria Pública do Estado e atua em projetos culturais em diversas linguagens. · Documentação Fotográfica: Emerson Silva - fotógrafo e repórter com mais de 22 anos de atuação no Tocantins, especializado em registro de manifestações culturais, comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.