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O curta-metragem DOCES ENCANTOS é um Documentário de Memória que revisita a tradição de doces da Bahia, doces antigos dos tabuleiros das baianas, doces que acompanham os folguedos juninos, Santo Antônio e São João ou Festejos de São Cosme e Damião, doces que percorrem o cotidiano baiano tendo as suas raízes em África, nas tradições indígenas ou europeia.
O curta-metragem (15 min) DOCES ENCANTOS é um Documentário de Memória que revisita a tradição de doces da Bahia, doces antigos dos tabuleiros das baianas, doces que acompanham os folguedos juninos, Santo Antônio e São João ou Festejos de São Cosme e Damião, doces que percorrem o cotidiano baiano tendo as suas raízes em África, nas tradições indígenas ou europeia.1- Realização do documentário ( seguindo todas as etapas de pré-produção, produção e pós-produção)- 06/04/2026 a 02/03/2027 em Salvador-Ba e Santo-Amaro-Ba2- 02/03/2027 a 12/03/2027 Contrapartida- Lançamento público do documentário de curta-metragem Doces Encantos com uma (1) Exibição na Sala Walter da Silveira, Barris- Centro -Salvador-Ba (04/03/2027) de forma gratuitaSessões com acessibilidade (parceria com instituições de acessibilidade como Instituto dos cegos e APADA-BA)GratuitoAberto a todas as idades (indicativa etária)- Exibição em escola pública estadual e pontos de cultura periféricos (Plataforma- Salvador-Ba):Escolas Estaduais: - Salvador-Ba (Secções e turnos diversos)Escola Estadual Visconde de Itaparica- Salvador-Ba(Endereço: R. Silveira Martins, s/n - Cabula, Salvador - BA, 41150-000)Colégio Estadual Cidade de Curitiba- Engenho Velho de Brotas- Salvador-Ba(Endereço: Rua Padre Luis Filgueiras, Sn - Engenho Velho de Brotas, Salvador - BA, 40243-3200Exibição em Santo Amaro-Ba- Reconcâvo ( local a definir)
I- Objetivo Geral: Realização de um curta-metragem-Documentário de Identidade Cultural e de Memória• Diversidade- Gustativa: a Gastronomia- Além das tradições culinárias ligadas à cultura açucareira serem de grande relevância para a sociedade brasileira e baiana, para além das fronteiras elas chamam a atenção dos estrangeiros sobre as particularidades locais da cultura baiana. O curta será obviamente traduzido em inglês, espanhol e francês e pretendemos que ultrapasse as fronteiras dando um foco maior sobre a cultura bahiana.- Oralitura: Com as receitas se elabora um linguajar, a poesia dos tantos nomes dos doces, das receitas, com o modo de falar próprio à Bahia. Os vendedores ambulantes com suas cantigas rimas e onomatopeias.- Sonora: uma diversidade de sons ligados aos utensílios peculiares usados, sons minimalistas da colher de pau, do moinho manual, da palha de banana etc. - Plástica: Os doces tem uma composição, uma paleta de cores quentes e vivas, de texturas, de gestos peculiares, muitas vezes tradicionais (o cortar, o socar, o moer, em pilão ou moinhos, trituradores antigos, fornos antigos, forno à lenha etc.), a apresentação dos doces na banca etc, criando uma estética peculiar própria à cultura baiana.- Performance: o documentário será também performático, iremos também criar performances sonoras e visuais com toda a riqueza apresentada pelo tema dos doces.• Memória:- Memória afetiva: O documentário surge através de uma patchwork de memórias afetivas ligadas aos doces, Reminiscências que trazem e resgatam a alegria e leveza e a doçura do tempo da infância, das brincadeiras e espaços ligados aos doces.- Patrimônio imaterial: resgate da memória de doces mais antigos que muitas vezes foram desaparecendo com o tempo como a Amoda ou Amodinha.- Memória da cidade: O doce é também um motivo de mapeamento da cidade e de incursão nela, bairros ruas e becos da cidade, cidade alta e cidade baixa, centro e subúrbio, mas também do recôncavo baiano.- Memória Histórica: o cultivo da cana de açúcar durante a época escravocrata com os engenhos de açúcar, em particular no Recôncavo baiano, escolhemos santo Amaro por apresentar uma concentração maior de engenhos de açúcar.mas também história de resistência, os nomes por vezes revelam as suas origens indígena, africana ou Europeia, as suas histórias e estórias, espelho da cultura baiana.• Identidade cultural: Quilombo e RecôncavoComo Ilha de Maré com a fabricação de um doce tradicional de banana da palha, cozido à lenha e enrolado em palha de bananeira, o território de recôncavo com a sua cultura açucareira.• Documentário de gênero: O doce também é de gênero: encontro com mulheres quituteiras e doceiras de áreas determinadas.• O ReligiosoOs festejos constituem um momento importante do documentário: Falar de doces sem ingressar no campo do religioso é impossível, ambos estão totalmente interligados, Doces Encantos.• A AlegriaAcredito que o documentário tem uma certa relevância para a sociedade em geral, não é à toa que o levantamento de doces aconteceu em pleno "lockdown" durante a pandemia de Covid-19. Em tempos difíceis, há uma certa emergência em resgatar o que nos motiva, memórias e afetos e também a alegria e doçura das nossas crianças que moram dentro de nós.II- Objetivos especificos:O público alvo é composto de adultos e crianças, população em geral, a distribuição do documentário será feita através de festivais nacionais e internacionais, panoramas e cineclubes, em canais de TV abertos e fechados, principalmente educativos, video on Demand (VOD), mas também exibidos em escolas públicas, lar de idosos e centros culturais da periféria de Salvador com sessões especiais de acessibilidade.Pessoas de todas as idades que possuem interesse na cultura baiana, sua identidade, culinária, história e estórias, memória afetiva e histórica, com recorte sobre a cultura soteropolitana, do recôncavo e de quilombo como o de ilha de Maré; um público que se interessa por temas culturais e documentários. Tratando-se do tema dos doces o documentário visa também um público muito jovem, pois remete ao mundo da infância e um público idoso, pois remete à memória da infância. O documentário visa também um público interessado por tema religioso, católico e de religião de matriz africana.As abordagens do documentário são poéticas, plásticas, linguísticas, antropológicas, performáticas, sociais, religiosas, históricas, culturais, etc., portanto podem interessar um público diverso, de todas as faixas de idade, baianos e não baianos, brasileiros e não brasileiros, tendo a preocupação de manter uma linguagem que pode ser entendida por um público nacional e internacional, visando o maior alcance possível, dando maior visibilidade à cultura baiana para o mundo.
A proposta do documentário Doces encantos surgiu a partir de uma brincadeira ao tentar fazer um levantamento de doces encontrados no passado e presente em Salvador e região mas também no Recôncavo baiano.Cada um foi contribuindo com nomes de doces e a sua memória associada a um determinado doce: Cocada-puxa, Cocada de amendoim, Cocada com abacaxi, Doce de tamarindo, Doce de caju, Bala de jenipapo, Baba de moça, Doce de goiaba, Doce de umbu, Ambrósia, Nego-bom, Pudim de tapioca, Cuscuz de tapioca, Lelê, Bolinho de estudante (chamado ainda não sem um certo deboche de "punheta"), Quindim de iaiá, Rapadura, Quebra- queixo, Taboca, entre tantos outros doces por vezes esquecidos, se encontram ou se encontravam nas feiras, nos tabuleiros das baianas ou nas bancas da cidade de Salvador e recôncavo etc.Entre os esquecidos, a Amoda ou Amodinha, doce de farinha de mandioca, gengibre e mel de abelh. Podemos falar através do resgate dos doces já esquecidos de PATRIMÔNIO IMATERIAL no campo da culinária.Falar de doces baianos é falar de HISTÓRIA e CULTURA: a história açucareira, o cultivo da cana de açúcar durante a época escravocrata com os engenhos de açúcar, mas também historia de resistência: durante as revolta dos Malês, conta-se que Luíza Mahim como tantas outras quituteiras escondiam mensagens em seus tabuleiros. Os seus nomes por vezes revelam as suas origens indígena, africana ou europeia, as suas histórias e estórias, espelho da cultura baiana.Certas áreas como as quilombolas também serão reveladores de uma abordagem singular em relação à maneira de trabalhar os doces: o uso de caldeirão de cobre para confeccionar os doces, pilão etc.Podemos também falar em documentário de GÊNERO, já que o preparo do doce é principalmente feminino.Acaçá, Bananada, Pralinê de amendoim, Bala de vidro, Bala de jenipapo, Beiju de coco, Manauê, Canjica, Pamonha, Pé de moleque, Bolo de puba, Macaçá, Cuscuz de milho, Cuscuz de puba, Mingaus (milho, milho branco, carimã), suco de milho, Abafa-banca (tipo picolé, feito na forma de gelo).MEMÓRIAS AFETIVAS particulares se misturam à memória dos doces. Surgem narrativas relacionadas principalmente à infância.Os doces são presentes nos folguedos Juninos, na Trezena de Santo Antônio e em dias de festa de São João em 24 de junho assim como nos festejos de São Cosme e Damião em 27 de setembro.Com as receitas se elabora um linguajar que chamo de POESIA, a poesia dos nomes dos doces, a poesia das receitas, com o modo de falar próprio à Bahia. É quase uma recitação, uma melodia, um canto de ninar para o leigo. Iremos criar performances poéticas com a semântica dos doces.Há também a ORALITURA, as ladainhas dos vendedores ambulantes de doces, sonhos e banana real, como o vendedor de tabocas, recitando verdadeiros Cordéis.O documentário Doces Encantos oferece um MAPEAMENTO da cidade de Salvador e também do Recôncavo baiano, através de memórias afetivas particulares e coletivas, se enlaça em eventos históricos que marcaram a cidade e a região do Recôncavo, mergulha em sua cultura e festejos como de Santo Antônio, de São João e de São Cosme e Damião no mês de setembro, quando o doce se faz mais do que presente, ele se quer leve como algodão doce e alegre com as memórias das brincadeiras com os doces, um encanto para os sentidos, alto em cores, estimulando o olhar com as suas texturas e os ouvidos com as suas receitas recitadas como poesia, as ladainhas dos vendedores ambulantes, com o seu linguajar local singular de forma que o espectador possa sentir, ativando o olfato e o paladar por via da memória. Sem esquecer a questão puramente GASTRONÔMICA. O documentário surge através de uma patchwork de memórias afetivas ligadas aos doces, iremos primeiramente encontrar pessoas antigas da cidade de Salvador para resgatar a memória de doces mais antigos que muitas vezes foram desaparecendo com o tempo. As pessoas falarão desses doces e das suas memórias localizadas em locais meios culturais e sociais determinados da cidade. Tentaremos "refazer" o quitute mencionado, reconstituindo aquela receita inteira ou por parte. Usaremos os cadernos de receitas de doces escritos, muitas vezes na mão, como acervo mas também de forma visual e poética. Esses cadernos já foram localizados, escritos por duas senhoras de 96 anos e 93 anos respectivamente.Nos interessa aqui as falas, o linguajar "achar o ponto é tinhoso" associado àquela lembrança, o meio cultural daquele doce, uma abordagem histórica, cultural, linguística, antropológica, sociológica, religiosa, gastronômica e poética mas não apenas. Iremos criar performances poéticas e plásticas.O universo dos doces tem uma paleta de CORES vivas, de TEXTURAS, de SONS, de gestos peculiares, muitas vezes tradicionais (o cortar, o socar, o moer, em pilão ou moinhos, trituradores antigos, fornos antigos, forno à lenha, caldeirão, etc.).Portanto haverá um cuidado especial com a arte, com a COMPOSIÇÃO com as cores necessitando por vezes de construção ou reconstituição de cena. O criador artístico participa da cena ou aparecendo em quadro, ou conversando por trás da câmera ou até "mexendo" com os doces. A ideia é que tudo seja muito espontâneo no êxito de transcrever a leveza e a alegria que o doce traz para todos os envolvidos, mesmo em situações não necessariamente alegres, como de saudade, etc. A importância do som, captando sons minimalistas (da colher de pau, do moinho manual etc.) é fundamental assim como da fotografia em suas cores e composições quentes e vivas.Entrevistas: Intervenção de um entrevistado, sociólogo, escritor ou antropólogo especialista da culinária baiana para falar da influencia do CANDOMBLÉ na culinária brasileira.Entrevista com um historiador que volta na questão do cultivo da cana do açúcar na Bahia, dos engenhos de açúcar e da mão de obra escrava, mas também da resistência como de Luiza Mahim e de outras quituteiras no episódio da Revolta dos Malês.Entrevista com uma Mãe de Santo ou Pai de santo que irá falar da importância de certos quitutes no campo litúrgico (doces de Ibejis)Mapeamento da cidade de Salvador: O percorrer da cidade com os AMBULANTES vendendo doces, nos ônibus, nas ruas nas praias vendendo algodão doce, sonhos e banana real ou Taboca "cantando" seus verdadeiros cordéis para chamar a clientela.Visitas às quituteiras e doceiras atuais e antigas, sem esquecer da famosa Sorveteria da Ribeira que data de 1931 ou ainda da sorveteria Cubana no Pelourinho. Um mapeamento da cidade através dos doces.Os QUILOMBOS da cidade como pontos de cultura do doce, como por exemplo Ilha de Maré com a fabricação de um doce tradicional de banana da palha, cozido à lenha e enrolado em palha de bananeira.O doce também tem gênero: encontro com mulheres quituteiras e doceiras de áreas determinadas de cidade de Salvador com as suas especificidades culturais e maneiras singulares de trabalhar os doces.O documentário adentra também o território do RECÔNCAVO com a sua cultura açucareira, a presença das ruínas dos engenhos de açúcar, o cultivo da cana de açúcar e suas doceiras famosas. Escolhemos a região Santo Amaro que concentra mais Engenhos em seu território.Mas os doces não se limitam às receitas caseiras tradicionais, mas também a toda forma de doces consumidos como bombons, pirulitos e balinhas chamadas queimados na Bahia e refrigerantes também, surgindo então memórias de infância, de escola, etc.Encontraremos ainda maneiras insólitas de apresentar os doces, como nas bancas, sempre na intenção de oferecer uma PLASTICIDADE criativa.Os FESTEJOS constituem um momento importante do documentário, filmaremos durante os folguedos juninos, a trezena de Santo Antônio, regada de quitutes típicos do Nordeste, de milho e de côco, assim como nos festejos de São João e a importância dos doces na Festa dos Santos Gêmeos. Reminiscências que trazem e resgatam a ALEGRIA e leveza e a DOÇURA do tempo da infância, daquelas crianças que cada um tem dentro de si.
- Critérios de ações afirmativas e acessibilidade: Composição da equipe baseada na diversidade:Mulheres na sua maioria (direção fotografia pesquisa roteiro montagem produção executiva) +75%Mulheres e homens negros (50%)LGBT (50%)PCD (produção executiva)A contratação para Língua Brasileira de Sinais - Libras e Audiodescrição será feita com uma equipe de consultoria especializada composta apenas de pessoas com deficiência.O tema envolve questões de território quilombola, religião de matriz africana, mulheres e comunidades remanescentes (ilha de maré/ comunidade de engenhos- Santo Amaro - Reconcâvo)A contrapartida com exibições do curta-Metragem Doces encantos se espelha nesta diversidade:Uma parceria com o Instituto dos Cegos da Bahia e com a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos da Bahia - APADA-BA será realizada para sessões especiais para a exibição do documentário Doces Encantos. Contamos também com a infraestrutura do local de exibição para deficientes físicos.- Lançamento público do documentário de curta-metragem Doces Encantos com uma (1) Exibição na Sala Walter da Silveira, Barris- Centro- Salvador-Ba (facilidade de acesso para todos. Exibição GRATUITA- em Pontos de cultura:Ponto de Cultura de Plataforma (cidade baixa-periféria) - Salvador-Ba- em Escolas Estaduais: - Salvador-Ba (Secções e turnos diversos)Escola Estadual Visconde de Itaparica- Salvador-Ba(Endereço: R. Silveira Martins, s/n - Cabula, Salvador - BA, 41150-000) Colégio Estadual Cidade de Curitiba- Engenho Velho de Brotas- Salvador-Ba(Endereço: Rua Padre Luis Filgueiras, Sn - Engenho Velho de Brotas, Salvador - BA, 40243-3200O Engelho Velho de Brotas é um bairro central de Salvador com a maior percentagem da sua população afro-descendentes mantendo uma cultura e identidade forte (culinária, samba junino, terreiros etc.)Exibição em Santo-Amaro - Ba - Recôncavo (local a definir- Terreiros de Candomblé- comunidades quilombolas)- Nota sobre o cronograma de produção: o cronograma apesar de não ter data fixa foi elaborado para contemplar os festejos de santo Antonio, São João e de São Cosme e Damião
não se aplica
O projeto contempla os seguintes recursos de acessibilidade: legendagem descritiva, janela de libras e audiodescrição realizados por empresa especializada em consultoria e produção de recursos de acessibilidade para permitir a distribuição para o público referido.A contratação para Língua Brasileira de Sinais - Libras e Audiodescrição será feita com uma equipe de consultoria especializada composta apenas de pessoas com deficiência.Uma parceria com o Instituto dos Cegos da Bahia e com a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos da Bahia - APADA-BA será realizada para sessões especiais para a exibição do documentário Doces Encantos. Contamos também com a infraestrutura do local de exibição para deficientes físicos. Uma atenção especial é dada ao público autista com protetores de ouvido e espaço disponivel para maior conforto e proteção diante de um possivel excesso de informações visuais e sonoras.
O projeto visa todos os públicos. Sessões são organizadas em escolas públicas e pontos de cultura. A programação será feita para atrair o máximo de publico possível qualquer que seja a idade, gênero, condição social, cultural e econômica. As sessões são gratuitas. O filme é traduzido e legendado, com uma preocupação especial para a acessibilidade, abrindo o leque do público para deficientes visuais e auditivos. Contamos também com a infraestrutura do local de exibição. Uma parceria com o Instituto dos Cegos da Bahia e com a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos da Bahia - APADA-BA será realizada para sessões especiais. A restituição com projeção do filme de curta-metragem Doces Encantos acontecerá: - Lançamento público do documentário de curta-metragem Doces Encantos com uma (1) Exibição na Sala Walter da Silveira, Barris- Centro- Salvador-Ba - Entrada Gratuita- Medidas de acessibilidade.Sessões especiais em parceria com o Instituto dos Cegos da Bahia e com a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos da Bahia - APADA-BA para a exibição do documentário Doces Encantos. - em Pontos de cultura:Ponto de Cultura de Plataforma (cidade baixa-periféria) - Salvador-Ba- em Escolas Estaduais: - Salvador-Ba (Secções e turnos diversos)Escola Estadual Visconde de Itaparica- Salvador-Ba(Endereço: R. Silveira Martins, s/n - Cabula, Salvador - BA, 41150-000) Colégio Estadual Cidade de Curitiba- Engenho Velho de Brotas- Salvador-Ba(Endereço: Rua Padre Luis Filgueiras, Sn - Engenho Velho de Brotas, Salvador - BA, 40243-3200Exibição em Santo-Amaro - Ba - Recôncavo (local a definir)Estimativa total: 4000 pessoas (quatro mil)- A distribuição será feita através de festivais nacionais e internacionais, panoramas e cineclubes, em canais de TV abertos e fechados, principalmente educativos, video on Demand (VOD), mas também exibidos em escolas , centros culturais etc. Estimativa: 15.000 pessoas (quinze mil)O público alvo é composto de adultos e crianças, população em geral, a distribuição será feita através de festivais nacionais e internacionais, panoramas e cineclubes, em canais de TV abertos e fechados, principalmente educativos, video on Demand (VOD), mas também exibidos em escolas, centros culturais etc.Pessoas de todas as idades que possuem interesse na cultura baiana, sua identidade, culinária, história e estórias, memória afetiva e histórica, com recorte sobre a cultura soteropolitana, do recôncavo e de quilombo como o de ilha de Maré; um público que se interessa por temas culturais e documentários. Tratando-se do tema dos doces o documentário visa também um público muito jovem, pois remete ao mundo da infância e um público idoso, pois remete à memória da infância. O documentário visa também um público interessado por tema religioso, católico e de religião de matriz africana.As abordagens do documentário são poéticas, plásticas, linguísticas, antropológicas, performáticas, sociais, religiosas, históricas, culturais, etc., portanto podem interessar um público diverso, de todas as faixas de idade, baianos e não baianos, brasileiros e não brasileiros, tendo a preocupação de manter uma linguagem que pode ser entendida por um público nacional e internacional, visando o maior alcance possível, dando maior visibilidade à cultura baiana para o mundo.
Proponente: Chantal Gisele Michele Durpoix Atividades: Roteiro- Pesquisa- DireçãoMestre em FLE na França (Universidade de Nantes-1998), Mestre em Documentário (UGB Saint-Louis-Senegal- 2016). Diretora de audiovisual, curadora de mostras e festivais, tradutora e intérprete português-francês, produtora e pesquisadora e roteirista (DOC). 2010-2014 Curso de Graduação em Cinema e Audiovisual- UFRB Cachoeira-Ba, onde atuou no festival de documentário CachoeiraDoc na curadoria (2015) e coordenadora do registro audiovisual do festival (2017). 2017: Júri da competitiva Regional no Festival Primeiro Plano- Juiz de Fora (M.G). 2015-2016 Mestrado em Documentário -UGB- Senegal- Direção, fotografia e montagem do documentário « Talaatay Nder » : Prêmio melhor som Festicab-Burundi/ Prêmio Panorama Internacional de Cinema : 2017; Mostra do Filme Livre – 2018-Prêmio MFL 2017- Produção e assistente de direção série Diversidade- TV Cultura- Portátil- Salvador- Ba 2018- Produção do documentário de longa Metragem Travessia – Manaus- Haiti-Eparrei Produção2020-2023- Pesquisa para o documentário de longa metragem Nos Passos do Rei -Edital 02/2019- FCBA2019 e 2024- Curadoria, tradução, legendagem e apresentação e mediação da Mostra Espelhos d’África, Salvador- Ba Edital 02/2019- FGM e FCBA2020- 2025- Consultoria de Roteiro de Documentários- 05/2025- Incuba Filme viabilizado por meio do Edital Setorial de Audiovisual, Lei Paulo Gustavo, LPG 2024. 2024-2025- Tradução e legendagem para filmes e Mostras Luara Dal ChiavonAtividade:Direção de fotografia Fotógrafa e cineasta, transitando por diversas áreas do audiovisual, além de ser mestra pela ECA/USP. É militante e desde 2014 coordena a Brigada de Audiovisual Eduardo Coutinho (frente de audiovisual do Movimento Sem Terra), produzindo mais de 300 vídeos para redes, além de diversos documentários.Laís LimaAtividades: Pesquisa e MontagemMestre pelo Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som (PPGIS), da UFSCar. Especialista em Cidadania e Ambientes Culturais e Bacharela pelo curso de Cinema e Audiovisual da UFRB. Pesquisadora, diretora, fotógrafa, editora e curadora de mostras e festivais. CachoeiraDoc 2010 a 2020 – produção/ oficina de Web Doc./ curadoria mostra competitiva/curadoria mostra contemporânea/ coordenadora equipe de cobertura audiovisual/ produção executiva. 2018 e 2019 pesquisadora para o registro do bem imaterial Bembé do Mercado, IPHAN-UFRB- Fotografia, montagem e assistência de direção do doc. longa Bembé do Mercado 130 anos ; 2018 e 2023 curadora da MAR - Mulheres, Ativismo, Realização; 2020: curadoria da Mostra Audiovisual ArtePop; 2021 coordenação de curadoria do Pajubá - Festival de Cinema LGBTQIA+ RJ; 2019 Direção fotografia e montagem do doc. Yabás- Lei Aldir Blanc do Gov. Bahia (2021) com o prêmio de exibição (TVE); Em 2020 direção fotografia e montagem do doc.: Bembé em tempo de pandemia prêmio 8o Cal. das Artes, Gov. Ba. Desde 2022: professora substituta do CAHL-UFRB, na área de Arte e Patrimônio. Obras de Fotografia no acervo da Exposição Raízes: Começo, Meio e Começo- Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab) em Salvador-2024. Realização do filme de longa-Metragem: Pai Pote, um homem de Ogum- 2025- Doutorando em Cinema e Som pela UFScar-São Carlos (2025).Sabrina AndradeAtividades: Produção executivaBacharela em Artes - Cinema e Audiovisual pela UFBA, e diretora da Aiocá Produções. Produtora e diretora da série Sertão Divino (Origem Produtora), para TV Band/Ancine FSA (2024-25). Em 2021, dirigiu o documentário “Memórias Perdidas”, premiado duas vezes como Melhor Filme Nacional (Júri APC e Júri Popular) do XVII Panorama Internacional Coisa de Cinema, como Melhor Direção e Melhor Fotografia do Festival Cine Virada, e recebeu o Prêmio SescTV Apresenta pelo 7º CineBaru, e selecionado para representar o Nordeste no Artistas de Impacto 2023. Produziu o projeto “Palavras Bordadas”, realizado em 2024 no SESC Teresópolis, através do Edital Sesc Pulsar 2024. Dirigiu e produziu a Websérie Musical FEAT_SSA. Dirigiu o documentário “Cartografia de Nós”. Foi Pesquisadora, Produtora e Assistente de Direção do documentário “Cidade Porto”. Coordena a Mostra de Cinema Africano - Espelhos d’África e o Incuba Filmes. Pesquisadora, Assistente de Direção e produtora do telefilme documental “Arembepe” (TVE Bahia), e da série documental “Saberes Passados”. Dirigiu o filme documentário “Nkenda”, em 2019, a partir de residência artística em Produção Cinematográfica e Criação de Roteiro no Yoruba Institute for Art and Culture Ikeja/Nigéria. Foi Assistente de Produção Executiva do filme “A Luta do Século”, de Sérgio Machado (Prêmio de Melhor Filme Festival do Rio). Foi Assistente de Produção Executiva e de Roteiro do Núcleo Criativo Ondina Filmes de desenvolvimento de roteiros, com nomes como Sérgio Machado, Wagner Moura e Lázaro Ramos. Daniel PériclesAtividades: Direção de produçãoBacharel em Direito pela UFBA. Produtor cultural, roteirista e cineasta, e diretor da Nut Produções. Atualmente reside em Vitória da Conquista (BA), onde atua principalmente como roteirista. Roteirista do documentário “Uma Libra de Carne”, aprovado pelo edital Salcine na linha de desenvolvimento de roteiros, e selecionado para o Grupo de Desenvolvimento Marieta. Co-roteirista do longa “Pedra de Escândalo”, que foi semifinalista do Concurso de Roteiro ROTA 2023. Pesquisador da série documental Sertão Divino, produzida pela Origem Comunicação, que será veiculada pela TV Bandeirantes. Idealizou e Coordena desde 2020 a plataforma digital Incuba Filmes, uma plataforma de difusão e apoio ao setor audiovisual baiano. Foi curador e produtor da Websérie Musical FEAT_SSA (2021), que reuniu vinte e cinco artistas de diferentes estilos da cena musical soteropolitana. Curador do 1º Festival de Cinema de Itaperuna (2024). Também em 2021, produziu e dirigiu a websérie MIC Aberto, que documentou o processo artístico e criativo de cinco artistas de rua e slammers de Salvador. Produtor Executivo do Festival de Literaturas Negras (2021). Curador e idealizador do Cineclube Safi Faye. Assistente de Produção da Mostra de Cinema Africano - Espelhos d’áfrica (2019 e 2023). Foi Diretor de Produção do longa-metragem O Teatro é do Povo. Foi assistente de produção dos curtas metragens Além da Lona (2021) e Memórias Perdidas (2021). Produtor Executivo do Circuito Cultural Pau da Lima (2023) Wendel MedinaAtividades: Técnico de somBel. em Administração de Empresas pela Faculdade da Cidade do Salvador. Bel. em Artes - Ênfase em Cinema e Audiovisual pela UFBA. Coord. de Produção e Curador da Websérie Musical FEAT_SSA. Pesquisador e editor da série Sertão Divino, da Origem Comunicação, a ser veiculada pela TV Band. Produtor Executivo, Técnico de som e Sound Designer do documentário “Memórias Perdidas” (27 min). Técnico de Som e Sound Designer dos Documentários “Além da Lona” (22 min) e “O Teatro é do Povo” (47 min).Coordenador III da Diretoria das Artes (Assessoria Técnica) na Coordenação de Música da FUNCEB de 2015 a 2020. Presidente da Comissão II de seleção dos Editais de Música da Lei Aldir Blanc Bahia (2020). Produtor do Programa Mapa Musical FUNCEB na Rádio Educadora FM (2016 a 2017). Coordenador e Produtor do Cortejo das Filarmônicas nos Desfiles 2 de Julho - FUNCEB (2018). Assistente de Produção dos shows de lançamento da coletânea do Mapa Musical. Assistente de Produção do Evento de Inauguração da CENTRAL DAS FILARMÔNICAS, sede da Federação das Bandas Filarmônicas do Estado da Bahia. (2017). Assist. de Produção dos shows de Lançamento da I Coletânea do Mapa Musical da Bahia da FUNCEB (2015). Técnico de Som Direto do Documentário 100 anos do Terreiro Bate-Folha (2017). Captação e edição de som do DVD do XIII Festival de Canto Popular, da Escola Baiana de Canto Popular (SESC Pelourinho).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.