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O FICASP, Festival Internacional de Cinema de Animação de São Paulo, visa celebrar e fortalecer a produção de animação independente. O projeto selecionará e exibirá 28 curtas-metragens em 4 categorias , oferecendo acesso cultural gratuito e valorizando a diversidade artística. Além das exibições, o festival inclui oficinas de formação em 2D, 3D, e stop motion , debates com especialistas , premiação para os melhores filmes e a produção de um e-book educativo. Essas ações promovem o desenvolvimento de talentos e a democratização do acesso à cultura audiovisual na região do Vale do Paraíba.
O FICASP - Festival Internacional de Cinema de Animação de São Paulo é uma iniciativa pioneira que visa celebrar, difundir e fortalecer a produção audiovisual independente com foco em animação. O festival propõe a exibição de 28 curtas-metragens de animação, divididos em quatro categorias: Animação Estudantil, Animação Experimental/Vídeo Musical, Animação Brasileira e Animação Internacional. Esta seleção busca apresentar a diversidade estética, narrativa e cultural da animação contemporânea, incluindo obras que representem grupos historicamente sub-representados.Além das exibições cinematográficas, o FICASP oferece um robusto programa formativo composto por cinco oficinas especializadas: Animação 2D, Animação 3D, Stop Motion, Produção em Cinema Independente e Empreendedorismo Cultural e Cinema. Estas oficinas visam capacitar até 30 participantes cada, proporcionando aprendizado prático e teórico em técnicas de animação e gestão de projetos culturais.O festival também estimula o diálogo artístico e cultural por meio de debates, mesas-redondas e encontros com cineastas e especialistas. Essas atividades são planejadas para ocorrer paralelamente às exibições, fomentando a reflexão crítica sobre estética, inovação e diversidade na animação.Como produto educativo, será produzido um e-book digital gratuito, que registrará os processos de curadoria, debates, oficinas e bastidores do festival, além de conteúdos sobre estética da animação, produção e circulação. Este material será distribuído para escolas, universidades e coletivos culturais, ampliando o legado educativo do evento.O projeto também contempla um processo de premiação, com seis prêmios principais, incluindo categorias como Melhor Curta Brasileiro, Melhor Curta Internacional e Prêmio do Público, com premiação em dinheiro e ajuda de custo para direitos de exibição.A classificação indicativa etária para as exibições e atividades será informada caso a caso, dependendo do conteúdo específico de cada filme ou oficina, visando abranger um público diversificado, desde estudantes e profissionais da área até o público geral interessado em arte e cultura.
Objetivo GeralO objetivo geral do FICASP é promover e consolidar o desenvolvimento, a difusão e a valorização do cinema de animação brasileiro e internacional. O festival busca enfatizar a diversidade estética, cultural e social, fortalecer a economia criativa local, formar um público crítico e ampliar o acesso à produção audiovisual de qualidade na região do Vale do Paraíba. Espera-se que o FICASP se torne uma referência nacional e internacional em animação, replicando o sucesso de outro festival (FIRQ+) e criando um espaço contínuo de diálogo entre cineastas, público e instituições culturais.Objetivos EspecíficosOs objetivos específicos do projeto, com as metas e quantitativos, são:Selecionar e exibir produções de animação nacionais e internacionais: A meta é selecionar 28 filmes para exibição. Eles serão distribuídos em 4 categorias: Filmes Estudantis (4), Filmes Experimentais/Vídeo Musicais (6), Animação Brasileira (9) e Animação Internacional (9).Oferecer formação e capacitação em técnicas de animação e produção audiovisual: A meta é realizar 5 oficinas temáticas. As oficinas abordarão 2D, 3D, Stop Motion, Produção em Cinema Independente e Empreendedorismo Cultural e Cinema. Cada oficina terá até 30 participantes, totalizando 150 participantes nas 5 oficinas.Ampliar o acesso e a democratização da cultura audiovisual na região: A meta é promover sessões abertas ao público, atingindo um mínimo de 300 pessoas entre exibições e atividades educativas. Todas as atividades serão gratuitas.Estimular o diálogo artístico e cultural entre profissionais e público: A meta é realizar debates, mesas-redondas e encontros com cineastas e especialistas em animação. Eles ocorrerão em horários estratégicos, paralelamente às exibições. Fortalecer a economia criativa local e regional: A meta é inserir fornecedores, prestadores de serviços e produtores locais em pelo menos 60% das demandas do festival, como alimentação, logística e comunicação.Registrar e divulgar o festival para fortalecer sua visibilidade e legado: A meta é produzir material audiovisual de cobertura, relatórios de impacto e criar conteúdo digital para redes sociais e plataformas educacionais. Haverá produção de um e-book educativo, que registrará os processos de curadoria, debates e oficinas, e será distribuído gratuitamente para escolas, universidades e coletivos culturais.
Festival Internacional de Cinema de Animação de São Paulo (FICASP) é uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento cultural e social da região do Vale do Paraíba. O projeto busca preencher uma lacuna clara e urgente: a ausência de um festival de animação estruturado na região, capaz de conectar talentos, promover diversidade estética, formar público e gerar impacto econômico e cultural de forma abrangente. A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização do FICASP, pois permite enfrentar os desafios estruturais do cinema de animação brasileiro, como a concentração de distribuição em filmes estrangeiros e a baixa visibilidade de produções nacionais independentes.A seguir, a justificativa detalhada, apresentando a conformidade do projeto com os incisos da Lei e seus objetivos.Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 O FICASP se enquadra de forma consistente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que tratam da utilização dos incentivos fiscais:Art. 1º, inciso I - Produção de bens culturais de caráter universal, ou de difusão de conhecimento: O festival promove a exibição de 28 curtas-metragens de animação, abrangendo produções nacionais e internacionais. Ao apresentar obras de diferentes categorias, como filmes estudantis, experimentais e de diversos países, o FICASP difunde o conhecimento sobre a linguagem da animação e a produção audiovisual contemporânea. A iniciativa visa, inclusive, transformar São José dos Campos em um polo estratégico da animação brasileira, reunindo produções de diversas origens e oferecendo experiências imersivas que vão além da simples exibição. Art. 1º, inciso III - Fomento à produção cultural e artística, com a finalidade de estimular a criação, aprimorar a qualidade, valorizar a diversidade e difundir as manifestações culturais: O projeto fomenta a produção ao selecionar e premiar 28 filmes de animação, com prêmios para "Melhor Curta Internacional", "Melhor Curta Brasileiro", "Melhor Animação Estudantil" e "Melhor Animação Experimental". A curadoria do festival prioriza a diversidade de autores e temáticas, com cotas afirmativas que garantem a representatividade de grupos historicamente sub-representados, como cineastas trans, não-binários, LGBTQ, negros, indígenas e pessoas com deficiência. Art. 1º, inciso VI - Realização de eventos culturais, tais como festivais, feiras, mostras, exposições, seminários e ciclos de conferências: A realização do FICASP é a essência do projeto. Ele se configura como um festival de cinema de animação com duração de 12 meses de cronograma e um período de exibições e atividades de 3 dias. Durante este período, o festival promoverá sessões de cinema, oficinas formativas, debates e cerimônias de premiação. Art. 1º, inciso XI - Atividades de formação, capacitação e aprimoramento de recursos humanos na área da cultura: O festival oferece 5 oficinas temáticas (2D, 3D, Stop Motion, Produção em Cinema Independente e Empreendedorismo Cultural e Cinema) com o objetivo de capacitar até 30 participantes por oficina. Essa formação é crucial para o desenvolvimento de talentos locais, permitindo que os participantes adquiram habilidades práticas e teóricas relevantes para a produção independente de animação.Alcance dos Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91O FICASP, em sua estrutura e proposta, almeja alcançar os seguintes objetivos da Lei:Art. 3º, inciso I - Contribuir para facilitar a todos o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: Todas as atividades do FICASP, incluindo exibições, oficinas e debates, são gratuitas, eliminando barreiras econômicas e garantindo o acesso amplo e democrático à cultura. Além disso, o festival prioriza a acessibilidade, com intérpretes de Libras nas cerimônias e atividades educativas e legendagem em português em todos os filmes, tornando o conteúdo acessível a pessoas com deficiência auditiva.Art. 3º, inciso III - Estimular a produção e a difusão cultural brasileira, com ênfase na diversidade e na criação de novos talentos: O festival selecionará 9 filmes de realizadores brasileiros para a categoria "Animação Brasileira", além de 4 filmes estudantis, incentivando a produção nacional. A curadoria com cotas afirmativas valoriza a diversidade de vozes e narrativas, dando visibilidade a cineastas de comunidades historicamente sub-representadas, o que contribui diretamente para a criação de novos talentos e para a pluralidade do cinema de animação.Art. 3º, inciso IV - Contribuir para a preservação e proteção do patrimônio cultural e artístico brasileiro: O projeto destaca que o Vale do Paraíba possui um rico patrimônio cultural que poderia servir de inspiração para narrativas animadas inovadoras. Ao incentivar a criação local, o festival estimula a exploração e a preservação dessas tradições através da linguagem da animação, como no caso do coletivo "Figureiras em Animação", que já atua na região.Art. 3º, inciso VI - Contribuir para o desenvolvimento da economia criativa e do setor cultural: O FICASP visa fortalecer a economia local ao priorizar a contratação de fornecedores e prestadores de serviços da região, com uma meta de 60% das demandas direcionadas à economia regional. A iniciativa também atua como um agente de formação, estímulo à economia criativa e fortalecimento do circuito cultural regional e nacional. Art. 3º, inciso VII - Incentivar a qualificação técnica e a capacitação profissional na área da cultura: As oficinas de formação, que abordam desde técnicas de animação até empreendedorismo cultural, visam diretamente à capacitação de profissionais e aspirantes na área audiovisual. Essa qualificação é essencial para o aprimoramento da qualidade da produção independente na região.Em suma, o FICASP é uma intervenção estratégica que, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, não apenas consolida um festival de cinema de animação, mas também atua como um catalisador cultural, impulsionando a economia criativa, promovendo a diversidade e democratizando o acesso à arte e ao conhecimento.
O FICASP - Festival Internacional de Cinema de Animação de São Paulo foi concebido para ser muito mais do que um evento cultural; ele é uma incubadora de talentos e um ponto de encontro para a arte da animação. O projeto se diferencia pela sua estratégia meticulosa de seleção e curadoria, garantindo que o público tenha acesso a um panorama vasto e diversificado da produção audiovisual. A missão do festival não se limita a exibir filmes, mas a valorizar cada obra em sua singularidade, promovendo o debate, a formação e o intercâmbio entre criadores e espectadores.A seleção dos filmes a serem exibidos é uma das etapas mais estratégicas do festival, que tem como foco principal a produção audiovisual independente. O projeto prevê a exibição de 28 filmes divididos em 4 categorias: Filmes Estudantis, Animação Experimental/Vídeo Musical, Animação Brasileira e Animação Internacional. Para garantir a qualidade e a diversidade das obras, o festival utilizará uma plataforma de submissão reconhecida globalmente: a FilmFreeway.A escolha da FilmFreeway não é casual. No projeto, há uma referência direta à experiência de sucesso do Festival Internacional de Cinema Ruídos Queer+ (FIRQ+), que obteve um aumento de 497% em suas inscrições após adotar a plataforma, saltando de 220 inscrições para mais de 1.300. O FICASP replicará essa estratégia, aproveitando a rede e a credibilidade da FilmFreeway para atrair um número significativo de submissões de alta qualidade, tanto de realizadores experientes quanto de novos talentos, de todas as partes do mundo. A meta é receber até 300 filmes, e a plataforma será um diferencial crucial para atingir esse objetivo e estabelecer o festival no circuito global de animação.A curadoria do FICASP, composta por uma equipe de 5 curadores mais a direção de curadoria, será responsável por uma análise criteriosa de cada obra inscrita. O processo se dará em duas etapas, com base em pilares curatoriais bem definidos:Pilar 1: Representatividade Brasileira: A curadoria buscará filmes que reflitam a diversidade da população brasileira, abordando temas sociais e culturais variados. A representatividade se estenderá também a técnicas, estéticas e gêneros cinematográficos, mostrando a riqueza da produção nacional.Pilar 2: Inovação Técnica e/ou Estética: O festival valorizará obras que demonstrem experimentação e inovação, seja por meio do uso de novas tecnologias, seja pela abordagem criativa na linguagem da animação.Pilar 3: Excelência Artística: A seleção priorizará filmes com alta qualidade técnica e artística, que se destaquem pela originalidade e pela capacidade de contar histórias de forma impactante.A curadoria do FICASP possui um compromisso com a diversidade, o que se traduz na busca ativa por produções que abordem temáticas sociais, culturais e históricas, valorizando a representatividade. O projeto tem uma política de cotas afirmativas, priorizando a seleção de filmes de realizadores negros, indígenas, trans, não-binários, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e outros grupos historicamente sub-representados no cenário audiovisual.Além da curadoria, o festival investe em outras ações para maximizar seu impacto. O e-book educativo, um dos produtos do projeto, servirá como um legado cultural, documentando os bastidores, os debates e as oficinas. Ele será distribuído gratuitamente para escolas e universidades, funcionando como uma ferramenta pedagógica para a nova geração de animadores.O FICASP, em sua totalidade, representa um investimento no futuro da cultura brasileira e um incentivo à criação audiovisual independente. Ao fomentar o diálogo, a formação e a valorização das obras, o festival consolida São José dos Campos como um polo de animação, contribuindo para o desenvolvimento da economia criativa local e para a democratização do acesso à cultura de alta qualidade. A combinação de uma estratégia robusta, um cronograma bem definido e um foco na diversidade e na inovação, como evidenciado pelo uso da FilmFreeway, posiciona o FICASP como um evento de grande relevância no calendário cultural nacional e internacional.
1. Obras AudiovisuaisDescrição: Seleção de 28 filmes de animação para exibição no festival.Formato de gravação e edição: Os filmes devem ter resolução mínima de Full HD (1920x1080), com preferência para 4K. Os arquivos devem ser padronizados em MP4 ou MOV.Duração: Curtas-metragens de até 20 minutos.Plataformas de circulação: As obras serão exibidas presencialmente em auditórios e salas de cinema em São José dos Campos.Adequações de acessibilidade: Todos os filmes selecionados terão legendagem integral em português.2. Oficinas e DebatesDescrição: Atividades educativas e de reflexão que complementam a exibição dos filmes.Duração e Volume:Oficinas: Cada uma terá de 2 a 3 horas de duração , com até 30 participantes por turma.Mesas-redondas e Debates: Terão 1h30min de duração.Cerimônias: A abertura e o encerramento terão 1 hora cada.Material e Projeto Pedagógico: O projeto pedagógico foca no aprendizado prático, com exercícios que simulam a produção real para favorecer habilidades técnicas e criativas. As oficinas abordarão técnicas de animação tradicional e digital, como 2D, 3D e Stop Motion, além de temas como produção em cinema independente e empreendedorismo cultural.Adequações de acessibilidade: Haverá intérpretes de Libras em todas as atividades presenciais, incluindo oficinas, mesas-redondas e cerimônias.Os espaços serão adaptados com cadeiras acessíveis, rampas, banheiros adaptados e assentos preferenciais.3. Materiais DigitaisDescrição: Inclui o catálogo digital do festival, programações e releases.Formato: Serão produzidos em PDF acessível, compatível com leitores de tela e dispositivos móveis.Plataformas: Serão enviados por e-mail e disponibilizados no website oficial do festival e nas redes sociais.Adequações de acessibilidade: Terão linguagem simples e clara e incluirão legendas em vídeos de divulgação.4. E-book EducativoDescrição: Registro dos processos de curadoria, debates, oficinas e bastidores. O conteúdo abordará a estética da animação, técnicas, produção e circulação.Formato: Será um e-book digital gratuito.Plataformas de circulação: Será distribuído para escolas, universidades e coletivos culturais.versidades e coletivos culturais.
O Festival Internacional de Cinema de Animação de São Paulo (FICASP) foi concebido com uma perspectiva inclusiva e democrática, priorizando o acesso universal e a participação plena em todas as suas etapas e atividades. As medidas de acessibilidade visam garantir que o evento seja plural, diverso e aberto a todos os públicos, eliminando barreiras físicas, econômicas e de comunicação.Acessibilidade de ConteúdoO projeto adota uma série de medidas para garantir que o conteúdo seja acessível a todos os participantes:Libras em atividades presenciais: Todas as cerimônias de abertura e encerramento, mesas-redondas, oficinas e demais atividades educativas presenciais contarão com intérpretes de Libras. Isso assegura a participação de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Legendagem nos filmes: Todas as 28 obras selecionadas para exibição terão legendagem em português.Linguagem simples e clara: A linguagem utilizada em todos os materiais de comunicação, tanto impressos quanto digitais, será simples e clara para garantir a compreensão de um público amplo.Materiais digitais acessíveis: Os vídeos de divulgação e conteúdos educativos terão legendas. O catálogo digital do festival e demais programações serão produzidos em formato PDF acessível, compatível com leitores de tela e dispositivos móveis.E-book educativo: O e-book produzido como produto final do festival será digital e gratuito. O material registrará os processos de curadoria, debates e oficinas, e será distribuído para escolas, universidades e coletivos culturais.Acessibilidade FísicaO FICASP garantirá a acessibilidade física nos locais do festival, conforme detalhado no projeto:Infraestrutura dos espaços: Os espaços físicos utilizados para as exibições e atividades serão adaptados com facilitadores para a locomoção. Os locais contarão com cadeiras acessíveis, rampas, banheiros adaptados e assentos preferenciais.Inclusão de comunidades: O festival manterá parcerias com instituições educacionais e organizações sociais da cidade de São José dos Campos. Isso ampliará o alcance para crianças, jovens e adultos de diferentes contextos sociais, promovendo a inclusão de públicos de comunidades.Gratuidade: Todas as atividades do festival, incluindo sessões de cinema, oficinas e mesas-redondas, serão totalmente gratuitas. Essa medida elimina as barreiras econômicas e garante um amplo acesso à cultura para a população local.
O FICASP, Festival Internacional de Cinema de Animação de São Paulo, foi concebido com a democratização do acesso à cultura como pilar central, garantindo que todas as suas atividades e produtos sejam totalmente gratuitos para o público. Essa abordagem elimina as barreiras econômicas e promove a participação de todos os segmentos da população.Distribuição e Comercialização dos ProdutosA proposta não visa a comercialização dos produtos. Em vez disso, a distribuição é feita de forma gratuita para maximizar o alcance e o impacto social do projeto. Os principais produtos são:Exibições dos Filmes: As 28 obras selecionadas serão exibidas presencialmente em auditórios e salas de cinema de São José dos Campos. A entrada para todas as sessões será gratuita, com ingressos distribuídos para o público, incluindo instituições educacionais e comunitárias. A meta é atingir um público de pelo menos 300 pessoas.Oficinas Formativas: As 5 oficinas temáticas (2D, 3D, Stop Motion, Produção em Cinema Independente e Empreendedorismo Cultural) serão oferecidas gratuitamente. Cada oficina terá até 30 participantes.E-book Educativo: O e-book digital, que documentará os processos e conteúdos do festival, será gratuito e distribuído para escolas, universidades e coletivos culturais.Materiais Digitais: Materiais como o catálogo digital do festival, programações e press releases serão distribuídos gratuitamente por e-mail, no website oficial e nas redes sociais do evento.Medidas de Ampliação de AcessoAlém da gratuidade, o festival implementará outras medidas para ampliar o acesso e a participação do público:Transmissão pela Internet: O projeto prevê a produção de conteúdos digitais para redes sociais, incluindo vídeos promocionais, reels, lives e stories diários durante a semana do evento. As transmissões ao vivo de premiações e cerimônias também serão realizadas no Facebook para atingir um público mais amplo e intergeracional.Acessibilidade Comunicacional: Todas as atividades presenciais, como cerimônias de abertura e encerramento, mesas-redondas e oficinas, contarão com intérpretes de Libras para garantir a participação de pessoas com deficiência auditiva. Todos os filmes selecionados terão legendagem integral em português.Ações de Inclusão: O festival manterá parcerias com escolas e organizações sociais da cidade para ampliar o alcance a crianças, jovens e adultos de diferentes contextos sociais. A curadoria também possui cotas afirmativas, garantindo a representatividade de grupos historicamente sub-representados, como cineastas trans, não-binários, LGBTQIA+, negros, indígenas e pessoas com deficiência.Debates e Mesas-Redondas: Serão realizados debates e encontros com cineastas e especialistas em animação, de forma a estimular o diálogo artístico e a reflexão crítica.
A Ruidosa Alma se posiciona como um coletivo artístico e instituição cultural que atua na interseção entre arte, política e experimentação estética, com uma abordagem que tensiona os limites tradicionais da criação e mediação cultural. Fundada a partir de um núcleo fundador composto por artistas de múltiplas linguagens — teatro, performance, dança, audiovisual, música e pesquisa — a Ruidosa Alma é referência em projetos que desconstroem narrativas hegemônicas e promovem a insurgência simbólica por meio da arte.A instituição será a responsável pela concepção, coordenação e execução de todas as etapas do projeto, atuando como instância mediadora e facilitadora dos processos criativos, formativos e técnicos, pautados na Performance Ruidosa — um conceito e metodologia que articula o “ruído” como metáfora e ferramenta para a desconstrução de paradigmas estéticos, sociais e políticos. Por meio desse dispositivo poético e crítico, a Ruidosa Alma promove encontros coletivos, oficinas híbridas, laboratórios de criação e ações formativas que valorizam a diversidade, a experimentação sensorial e a construção colaborativa do conhecimento.Ruya Carlo, produtora cultural, roteirista e curadora, representante legal da Ruidosa Alma, assumirá junto de Sá a direção geral do projeto.Sá Pretto Artista multidisciplinar, pesquisadora, curadora e produtora cultural, Sá Pretto é uma voz vital na cena contemporânea que transborda fronteiras e hierarquias artísticas. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Sá é cofundadora do coletivo Ruidosa Alma e a mente por trás da inovadora Performance Ruidosa — um conceito que articula o ruído como linguagem e insurgência política, uma metodologia que questiona as convenções estéticas, identitárias e sociais vigentes.Sua trajetória é marcada por uma produção artística que atravessa as linguagens do teatro, da performance e do audiovisual, com obras emblemáticas como Genon&Cídios, Dois Pontos, Cigana Terena e Altar da Pátria. Essas criações foram apresentadas em importantes palcos e festivais nacionais — São Paulo, Pelotas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São José dos Campos — e internacionalmente, em países como Argentina, México, Chile, Nigéria, Itália e Reino Unido, ampliando a circulação e o debate em torno de temáticas essenciais, como colonialidade, sexualidade dissidente, necropolítica e a performatividade dos afetos.No campo do audiovisual, Sá Pretto é uma das idealizadoras e curadoras do Festival Internacional de Cinema Ruídos Queer+ (FIRQ+), onde exerce papel central na curadoria estética e na coordenação das ações formativas, fortalecendo a articulação com instituições culturais e acadêmicas. Além do FIRQ+, Sá impulsiona outras iniciativas como a Mostra Ruídos Emergentes, o Transvocalizando Lab e a Mostra Nacional de Cinema Brasil Profano — espaços que promovem a visibilidade e valorização de narrativas trans, queer e periféricas.Além de sua atuação artística, Sá é formadora e educadora, conduzindo oficinas e residências que exploram a criação híbrida, o audiovisual experimental e a performance crítica. Sua metodologia privilegia a experimentação sensorial e a colaboração coletiva, refletindo um compromisso político e estético com a transformação social.Ruya Carlo Produtora cultural, roteirista e curadora, Ruya Carlo é a força motriz por trás da estruturação e realização de projetos culturais inovadores que rompem barreiras institucionais e ampliam os horizontes da cultura independente no Brasil. Como idealizadora e organizadora do Festival Internacional de Cinema Ruídos Queer+ (FIRQ+), Ruya criou um dos eventos mais relevantes para o cinema queer nacional, consolidando sua expertise em gestão, curadoria e produção cultural.Com um olhar atento para a inovação e a experimentação artística, Ruya conduz também iniciativas como a Mostra Ruídos Emergentes, o Sonora Queer – Festival de Intérpretes e a Mostra Brasil Profano, ampliando o protagonismo de artistas dissidentes, especialmente nas artes audiovisuais e performáticas. Sua atuação vai além da curadoria: Ruya é reconhecida pela habilidade em captação de recursos culturais, tendo viabilizado mais de R$ 300 mil por meio de leis de fomento direto e acumulado projetos aprovados que ultrapassam a casa de R$ 1 milhão, especialmente pela Lei Rouanet, garantindo a sustentabilidade financeira e o alcance social dos seus projetos.Entre seus destaques estão a Residência Artístico-Performática IRANRAN INA, financiada pela Lei Aldir Blanc, que promoveu processos coletivos de criação e experimentação, além da consolidação da Mostra Ruídos Emergentes, premiada pelo reconhecimento cultural em Pelotas. Ruya também é responsável pela criação e coordenação de materiais pedagógicos, como e-books educativos, que fortalecem a formação crítica no campo cultural, ampliando o impacto social de suas ações.Com um perfil multidisciplinar e inovador, Ruya Carlo segue ampliando as fronteiras da cultura independente, promovendo diversidade, inclusão e resistência, articulando arte e política como vetores para transformação social profunda.Eduard Pretto Curador, artista visual e produtor cultural, Eduard Pretto atua no campo da cultura digital, arte contemporânea e ativismo cultural, com especial atenção à visibilidade LGBTQIAP+ e à produção periférica. Integrante da equipe organizadora do FIRQ+, Ed é responsável pela coordenação da comunicação institucional, gestão das mídias sociais e produção de conteúdos que combinam imagem, narrativa e ativismo cultural.Sua prática curatorial é marcada pela interseção entre performance, vídeo, visualidades queer e estratégias de mídia crítica, destacando-se na construção de contranarrativas e na promoção da circulação independente de obras artísticas. Ed pesquisa o uso das redes sociais como territórios de produção estética e política, combinando design gráfico, crítica institucional e ativismo digital para fortalecer identidades visuais que dialogam sensível e provocativamente com diversos públicos.Kowawa Apurinã Mulher indígena do povo Apurinã, artista, curadora, pesquisadora e ativista, Kowawa é doutora em Antropologia Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com experiência internacional na Sorbonne Nouvelle Paris 3. Seu trabalho está centrado na epistemologia indígena, retomadas territoriais, educação diferenciada e racismo estrutural, sempre valorizando as vozes das mulheres indígenas.Atua como curadora e consultora em projetos que interligam arte e ancestralidade, sendo presença fundamental no FIRQ+ e na Residência IRANRAN INA, onde promove reflexões sobre cinema indígena, descolonização da imagem e modos insurgentes de existir. Cofundadora da Coletiva Artivismo Indígena, do Instituto Pupykary do Povo Apurinã e da Articulação Brasileira de Indígenas Antropólogos (ABIA), Kowawa também contribui em processos de demarcação territorial e elaboração de laudos antropológicos para diversos povos originários.Sua prática artística e curatorial desafia os limites institucionais, propondo novos paradigmas de criação e pensamento a partir de um cosmopolitismo indígena insurgente e crítico.Carolina Leão Atriz, educadora e pesquisadora, Carolina tem experiência consolidada em processos formativos nas áreas de teatro, performance e audiovisual. Participou da Residência Artístico-Performática IRANRAN INA como assistente pedagógica, colaborando na construção de estratégias formativas para artistas emergentes.No Festival Internacional de Cinema Ruídos Queer+ (FIRQ+), atua na produção e organização das atividades educativas, oferecendo suporte logístico e técnico nas mesas, oficinas e debates, garantindo o fluxo e a qualidade das ações formativas e a integração entre os diversos participantes.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.