Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Faixa Preta Festival é um evento multicultural da brasilidade periférica, que acontece na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, que celebra e destaca a riqueza cultural das favelas, valorizando suas histórias, tradições e talentos, com mais de 30 horas de programação em dois dias, com shows de rap, funk, trap, drill e grime, exposições de arte, destacando a inovação e a criatividade que emanam dessas comunidades.
O Faixa Preta é um festival cultural periférico que celebra a cultura das favelas, realizado na Praça da Apoteose, Rio de Janeiro, para o público jovem e adulto, com mais de 30 horas de programação em dois dias, com shows de rap, funk, trap, drill e grime, exposições de arte e todo um conjunto que potencializa os ricos movimentos e a cultura brasileira das favelas.
O objetivo de criar um festival com um universo repleto de experiências coletivas, da cultura da favela, nossa autêntica cultura brasileira, repleto de música, arte, criação e tecnologia.O Faixa Preta acontece na Praça da Apoteose no Rio de Janeiro, criado de faixa preta para faixa preta, que é um dos termos mais utilizados entre pessoas periféricas para designar aqueles que além de ser muito bom em algo também representa a coletividade e a obstinação, o movimento visa uma realização que prioriza os profissionais oriundos de periferias.Realizará 02 dias de festival com mais de 30 horas de programação, composto por 03 palcos: Palco Principal, Palco Drill & Grime, com foco a esses subgêneros do rap que têm se popularizado no Brasil, e Palco Baile Funk, destinado aos DJs e MCs que agitam os principais bailes funk das favelas do Brasil, com mais de 40 atrações de rap, funk, trap, drill e grime, com batalhas de MCs.Exposições de artes visuais com uma galeria a céu aberto e live painting de graffiti com criações ao vivo, espaços tecnológicos e imersão 3D dos projetos da 2050 _ A Favela do Futuro, um laboratório de inovação, arte e tecnologia no Morro Santo Amaro (RJ).Realizar o Favela Criativa, que são 03 encontros de seminários em favelas com realizadores de festivais, produtores de música, artes visuais e tecnologia, com intuito de compartilhar e influenciar mais criadores e realizadores periféricos.Realizar a seleção online de 01 artista de música e 03 de artes visuais, todos periféricos e iniciantes, para criação de conteúdos profissionais com curadoria do festival, apresentados no palco e na galeria do Faixa Preta.
O Faixa Preta Festival vai além de ser apenas um evento de entretenimento; é um catalisador de mudança social, um símbolo de resistência e uma plataforma essencial para a inclusão, fortalecimento e valorização da rica tapeçaria cultural das favelas brasileiras. O festival serve como um espaço de empoderamento, dando voz e visibilidade aos talentos locais emergentes, destacando artistas de rap, funk, trap, drill e grime. A influência desses gêneros transcende a expressão musical — eles servem como uma fonte de inspiração na moda, na linguagem, no comportamento, nas artes visuais, nos estilos de vida, perspectivas e valores, moldando uma identidade cultural única que ressoa profundamente na juventude brasileira como um movimento cultural em constante evolução, que tem sido uma poderosa ferramenta de expressão, proporcionando uma plataforma para contar suas histórias e desafiar as injustiças sociais.Com isso, o festival oferece uma programação extensa e diversificada que abrange diferentes aspectos da cultura periférica, como batalha de rima, tecnologia e todo um conjunto criado com a missão de incluir, valorizar, consolidar, expandir, fortalecer e potencializar os ricos movimentos e a cultura brasileira das favelas nesses dois dias de festival, que acontece na icônica Praça da Apoteose, local emblemático do maior ponto de encontro das expressões artísticas que emergem das comunidades periféricas do Rio de Janeiro: os desfiles de carnaval.Podemos desempenhar um papel crucial no apoio a iniciativas como esta, que não apenas enriquecem o cenário cultural do país, mas também promovem a justiça social e a igualdade de oportunidades em todos os cenários sociais e culturais.Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.
O festival seguirá promovendo a seleção online voltada a artistas periféricos iniciantes, selecionando 01 artista de música e 03 de artes visuais. Após uma triagem e votação popular online, os selecionados desenvolverão uma criação artística com apoio e direção criativa do festival. O artista de música apresentará um show de 30 minutos no palco principal, enquanto os artistas visuais terão suas obras expostas na galeria de arte do Faixa Preta, ampliando visibilidade e oportunidades para novos talentos.
Serão 02 dias de festival com mais de 30 horas de programação, composto por 03 palcos, Palco Principal, Palco Drill & Grime, com foco a esses subgêneros do rap que tem se popularizado no Brasil e Palco Baile Funk, destinado aos Djs e Mcs’ que agitam os principais bailes funk das favelas do Brasil, com mais de 40 atrações de rap, funk, trap, drill e grime, cada apresentação está prevista de 30 a 60 minutos de duração, batalha de Mc's. Exposições de artes visuais com 01 galeria a céu aberto e live painting de graffiti com criações ao vivo, espaços tecnológicos e imersão 3D dos projetos da 2050 - A Favela do Futuro, um laboratório de inovação, arte e tecnologia no Morro Santo Amaro (RJ). Selecionar online e com voto popular 01 artista musical iniciante para criar junto ao festival uma apresentação de 30 minutos para se apresentar no festival e 03 artistas visuais inicantes para compor a galeria Faixa Preta com sua arte.
O evento contará com acessibilidade urbanística e arquitetônica, tais como sanitários adaptados, acesso exclusivo na entrada do evento, rampas e área reservada para ter acesso à experiência do show e demais ações dentro do festival. Além de contar com tradução simultânea em libras.
Continuaremos com a doação de mais de 10% de ingressos, em 2023 aproximadamente 4 mil ingressos foram generosamente doados para diversos projetos sociais nas comunidades do Rio de Janeiro. Essa ação proporcionou a oportunidade única para muitos jovens de vivenciarem pela primeira vez a atmosfera de um grande festival cultural representativo. Esse ano com uma estimativa maior de público, seguiremos com uma porcentagem de ingressos a preços acessíveis, doação de ingresso para projetos sociais periféricos, ingressos sociais com doação de alimento que serão revertidos em cesta básicas. O festival realizará uma seleção online voltada a artistas periféricos iniciantes, escolhendo 1 artista de música e 3 de artes visuais. Após triagem e votação popular, os selecionados criarão conteúdos profissionais com direção criativa do festival, que serão apresentados no palco principal (música) e na galeria de arte do Faixa Preta (artes visuais). Realização do Favela Criativa que são 03 encontros em favelas com realizadores de festivais, produtores de música, artes visuais e tecnologia, com intuito de compartilhar e influenciar mais criadores e realizadores periféricos. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
PROPONENTE: LEONARDO LENINE, idealizador do Coletivo Salve Lapa, organiza preferencialmente intervenções culturais no em sua região: A Lapa. Inicia sua empreitada cultural, organizando os lendários bailes de rap na Rua Joaquim Silva - Lapa em meados dos anos 90. Cursou Empreendedorismo Cultural pelo Sistema Firjan em 2017 e atuou como auxiliar de produção da Feira Preta no mesmo ano. Em 2013 organizou a homenagem ao artista chileno Selaron, falecido no mesmo, reunindo artistas de vários segmentos na Escadaria que leva o nome do chileno. Como Rapper, assina 2 participações com outros Mc´s cariocas e passa a exercer a função de MC / apresentador em diversos eventos na cidade, incluindo o Festival Rio Parada Funk.IDEALIZADOR/DIR. CRIATIVO: JUNIÃO, idealizador do Faixa Preta festival com duas edições, 2022 e 2023 e produtor das três últimas edições do Festival Rio Parada Funk, Lançamentos do Disco "Ladrão" do Djonga em 2019, Lançamento do Disco do Djonga: "O Menino Que Queria Ser Deus" - 2018 e também o Baile do Ademar em 2016 e 2017; PROD. LEGAL E ESTRUTURAL: MATHEUS ARAGÃO: Idealizador do Festival Rio Parada Funk nos anos de 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016,2017, 2020, 2022 e 2023 no Rio de Janeiro, Idealizador da Batalha do Passinho que acontece desde 2015, Idealizador do evento Favela Gastronômica que teve sua primeira edição em 2024 no Complexo do Alemão. DIR. PRODUÇÃO: KÉSSYA FERNANDES, produtora da cantora Marina Lima e do Faixa Preta Festival, desde 2020 faz a produção executiva dos projetos do fotógrafo Mario Testino no Brasil, fez a produção executiva da série Som, Areia e Natureza, com Davi Moraes e participação de Margareth Menezes, Saulo Fernandes, Moreno Veloso, Camila Pitanga, entre outros. Produziu o média-metragem "Tônia, A Diva no Espelho" inspirado na atriz Tônia Carrero, o curta “Travessia” de Juliane Araújo com Caio Blat. Em 2022 produziu a campanha LGBTQIA+ "Rio Sem Preconceito" para o governo do Rio de Janeiro, usada novamente no governo de 2023. Foi produtora executiva, artística e representante do artista holandês Bram Reijnders no Brasil em 2021 - 2023.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.